← Voltar para a lista de provas Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Cargo 6: Analista Ministerial – Especialidade: Direito 70 questões nesta prova · página 3 de 4 · 68 com gabarito Gabarito disponível Na recuperação judicial, qualquer decisão interlocutória é agravável (Tema 1022/STJ). O STJ fixou que o rol do art. 1015 do CPC tem taxatividade mitigada. Em recuperação judicial e falência, o agravo de instrumento cabe contra todas as decisões interlocutórias, mesmo as que não constam do rol. O item reproduz esse entendimento. Errado negaria a tese do STJ, que amplia o cabimento do agravo de instrumento nesses processos. Certo é o gabarito. Referência: CPC, art. 1015; STJ, Tema 1022 (repetitivo). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Título formado em ação coletiva de rito ordinário não pode ser executado nos juizados da Fazenda Pública. Os juizados especiais da Fazenda Pública têm competência restrita, fixada pela Lei 12.153/2009 (causas de até 60 salários mínimos, com exclusão de certas matérias). O STJ não admite neles a execução de título judicial formado em ação coletiva que tramitou pelo rito ordinário. O item afirma o contrário e por isso está errado. Certo contraria o entendimento do STJ e a competência restrita desses juizados. Errado está de acordo com o gabarito. Referência: Lei 12.153/2009, art. 2º; jurisprudência do STJ. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O arquivamento do inquérito civil é submetido ao Conselho Superior do MP, não ao Colégio de Procuradores. Esgotadas as diligências, o membro do MP promove o arquivamento e remete os autos ao Conselho Superior do Ministério Público, órgão que homologa ou rejeita a promoção. Não é o Colégio de Procuradores de Justiça que exerce essa revisão. O item troca o órgão competente. Certo está incorreto, porque o órgão revisor do arquivamento é o Conselho Superior. Errado é o gabarito. Referência: Lei da Ação Civil Pública (Lei 7.347/1985, art. 9º, §§ 1º a 4º) e Resolução 36/2016 do órgão especial do CPJ. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A mera possibilidade de o menor ser atingido pelos efeitos da reintegração de posse contra o genitor não justifica a intervenção do MP. Segundo o STJ, a intervenção do MP exige interesse de incapaz de forma direta no processo. A mera possibilidade de reflexos sobre o menor, por ser a demanda dirigida contra o genitor, não caracteriza interesse que justifique a atuação do MP como fiscal da ordem jurídica. A assertiva, portanto, está errada. Certo amplia indevidamente a hipótese de intervenção. Errado está correto, pois falta interesse direto do incapaz na causa. Referência: CPC, art. 178, II; jurisprudência do STJ. Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível A falta de capacidade processual é nulidade absoluta, cognoscível de ofício a qualquer tempo, por ser pressuposto de validade do processo. A capacidade processual é pressuposto processual de validade. Sua ausência é matéria de ordem pública, podendo ser conhecida de ofício e a qualquer tempo e grau de jurisdição, conforme a posição adotada pelo gabarito. O CPC, porém, prevê a chance de sanar o vício (art. 76) antes de extinguir o feito. Certo reflete o gabarito oficial. Errado negaria o caráter de matéria de ordem pública da capacidade processual. Referência: CPC, arts. 76 e 485, IV e §3º; jurisprudência do STJ. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Liquidada a sociedade antes do ajuizamento, o sócio liquidante não tem legitimidade para postular direito da pessoa jurídica. Com a liquidação, a pessoa jurídica se extingue e perde a personalidade e a capacidade processual. A jurisprudência do STJ entende que, se a liquidação ocorreu antes do ajuizamento, falta capacidade à sociedade e o sócio não detém legitimidade para pleitear direito dela em nome próprio. A assertiva, portanto, está errada. Certo atribui legitimidade ao sócio, o que o STJ afasta. Errado está correto. Referência: CPC, arts. 70 e 75; jurisprudência do STJ. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A falta de intimação do MP exige demonstração de prejuízo para anular o processo, conforme o STJ. O STJ entende que a ausência de intimação do Ministério Público, quando obrigatória sua atuação, só gera nulidade se demonstrado prejuízo concreto, pois vigora o princípio pas de nullité sans grief. Assim, é necessária a demonstração do prejuízo. A assertiva, ao dispensá-lo, está incorreta. Certo dispensa a demonstração de prejuízo, contrariando a jurisprudência do STJ. Errado está correto. Referência: CPC, arts. 178 e 279; jurisprudência do STJ. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível No erro de proibição indireto, o agente sabe que o fato é típico, mas supõe existir uma permissão, o que configura descriminante putativa por erro de proibição. No erro de proibição indireto, o agente erra sobre a existência ou os limites de uma causa de justificação, acreditando que sua conduta típica é permitida. É a descriminante putativa por erro sobre a existência ou os limites de uma norma permissiva. O art. 21 do CP rege os efeitos desse erro, que, se inevitável, isenta de pena. Certo descreve corretamente o instituto. Errado confundiria com erro de tipo permissivo, que recai sobre os pressupostos fáticos da causa de justificação (art. 20, §1º). Referência: CP, art. 21. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Pela continuidade normativo-típica, a norma revogada mantém a conduta proibida em outro tipo penal. O princípio da continuidade normativo-típica significa que, apesar da revogação formal do tipo, a conduta continua sendo criminosa, pois seu conteúdo foi transferido para outro tipo penal. Não há, portanto, abolitio criminis. A assertiva descreve corretamente o princípio. Certo está correto. Errado confundiria o princípio com a abolitio criminis, em que a conduta deixa de ser crime. Referência: CP, art. 2º; doutrina e jurisprudência do STF e STJ. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Na legítima defesa não se exige que o bem defendido seja igual ou superior ao atacado, bastando moderação e proporcionalidade dos meios. O art. 25 do CP exige agressão injusta, atual ou iminente, a direito próprio ou alheio, uso moderado dos meios necessários. Não se exige equivalência ou superioridade do bem defendido em relação ao atacado. Exige-se, sim, a proporcionalidade entre a repulsa e a agressão. Certo impõe requisito inexistente, comum ao estado de necessidade. Errado está correto. Referência: CP, art. 25. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A interpretação analógica é admitida no direito penal; o que se restringe é a analogia in malam partem. A interpretação analógica ocorre quando a própria lei, após uma fórmula casuística, usa expressão genérica a ser interpretada por semelhança. Ela é admitida no direito penal, inclusive em prejuízo do réu. O que se proíbe é a analogia in malam partem, que integra lacuna legal e só é aceita em favor do réu. Certo confunde interpretação analógica com analogia. Errado está correto. Referência: CP, art. 1º; CF, art. 5º, XXXIX. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A prevaricação exige satisfazer interesse ou sentimento pessoal; ceder a pedido de outrem é o tipo do art. 319-A ou condescendência, não prevaricação. O art. 319 do CP exige retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição legal, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal. Quem pratica ato de ofício em infração de dever funcional cedendo a pedido ou influência de outrem comete, em tese, o crime de advocacia administrativa ou o de tráfico de influência, não a prevaricação. A assertiva descreve fato diverso do tipo. Certo confunde a figura com a prevaricação. Errado está correto, pois a prevaricação demanda interesse ou sentimento pessoal do agente. Referência: CP, art. 319. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Declaração falsa em documento de inscrição na OAB configura falsidade ideológica de documento particular, conforme o gabarito. O art. 299 do CP pune a omissão ou inserção de declaração falsa em documento público ou particular com fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante. O gabarito considera o documento de inscrição na OAB como documento particular, adotando o entendimento do STJ sobre o tema. Por isso o fato configura falsidade ideológica. Certo está correto conforme o gabarito oficial. Errado o classificaria de outro modo, como falsidade de documento público. Referência: CP, art. 299; jurisprudência do STJ. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Há latrocínio consumado quando ocorre a morte, ainda que o agente não consiga subtrair o bem. Conforme a Súmula 610 do STF, há crime de latrocínio quando o homicídio se consuma, ainda que não realize o agente a subtração de bens da vítima. A consumação depende do resultado morte, não da subtração. A assertiva está de acordo com a súmula. Certo reproduz a Súmula 610. Errado a contrariaria, tratando o caso como tentativa. Referência: CP, art. 157, §3º, II; Súmula 610 do STF. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O estupro não exige contato físico para a consumação, bastando o constrangimento à prática de ato libidinoso. Com a redação dada pela Lei 12.015/2009, o estupro (art. 213 do CP) abrange conjunção carnal ou outro ato libidinoso. O STJ admite a consumação sem contato físico, como na contemplação lasciva mediante constrangimento. Assim, não se exige contato físico intenso. Certo exige contato físico intenso, o que não é requisito. Errado está correto. Referência: CP, art. 213; jurisprudência do STJ. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O pai destituído do poder familiar que subtrai o filho de quem tem a guarda por ordem judicial pratica o crime de subtração de incapazes, sem isenção de pena. O art. 249 do CP pune quem subtrai menor de quem o tenha sob sua guarda em virtude de lei ou ordem judicial. O §1º prevê o perdão judicial/isenção apenas se o menor é restituído sem maus-tratos ou privações, não se tratando de isenção automática. Logo, não há isenção de pena como regra para o pai destituído do poder familiar. Certo afirma uma isenção geral inexistente. Errado está correto, pois o fato é típico e a eventual isenção depende dos requisitos legais. Referência: CP, art. 249 e §§1º e 2º. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível No tráfico, é necessário apurar natureza e quantidade da droga, sendo irrelevante a quantidade de doses que ela poderia render. Conforme o entendimento do STJ, a natureza e a quantidade da substância apreendida devem ser apuradas, inclusive para a dosimetria (art. 42 da Lei de Drogas). Já o número de doses que poderiam ser produzidas é irrelevante para a configuração do crime. A assertiva reproduz esse entendimento. Certo está correto conforme o gabarito. Errado negaria a necessidade de apuração da natureza e da quantidade da droga, o que a jurisprudência exige. Referência: Lei 11.343/2006, art. 33 e art. 42; jurisprudência do STJ. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A coabitação não é exigida para a configuração da violência doméstica e familiar. A Lei Maria da Penha define violência doméstica e familiar pelo âmbito da unidade doméstica, da família ou de relação íntima de afeto, independentemente de coabitação. A Súmula 600 do STJ confirma que não se exige a coabitação para a configuração. Assim, a coabitação é prescindível. Certo está correto. Errado exigiria coabitação, o que contraria a lei e a súmula. Referência: Lei 11.340/2006, art. 5º, III; Súmula 600 do STJ. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A lavagem de dinheiro é autônoma: o agente não precisa ter participado da infração antecedente. Na Lei 9.613/1998, o crime de lavagem é autônomo em relação à infração penal antecedente. Basta que os bens, direitos ou valores provenham, direta ou indiretamente, de infração penal, podendo o agente da lavagem ser pessoa diversa do autor ou partícipe do crime antecedente. Também se admite a punição da autolavagem, mas ela não é exigida. Certo exige participação no antecedente, o que não é requisito. Errado está correto. Referência: Lei 9.613/1998, art. 1º e §1º. Resolução comentada do VaiConcursos.MPCE — Concurso Público 2025 (Analista Ministerial e Técnico Ministerial) — Cargo 6: Analista Ministerial – Especialidade: Direito — Prova Objetiva — Conhecime…
Ainda que isso não esteja expressamente previsto no rol constante do Código de Processo Civil, todas as decisões interlocutórias proferidas no processo de recuperação judicial são impugnáveis por meio de agravo de instrumento.Resolução comentada
Análise das alternativas
É possível propor, nos juizados especiais da fazenda pública, a execução de título executivo formado em ação coletiva que tenha tramitado sob o rito ordinário.Resolução comentada
Análise das alternativas
Esgotadas as possibilidades de diligências, o membro do Ministério Público deve remeter a promoção de arquivamento do inquérito civil e do procedimento preparatório ao Colégio de Procuradores de Justiça, a quem compete examiná-los e sobre eles deliberar.Resolução comentada
Análise das alternativas
A possibilidade de um menor ser atingido pelas consequências advindas de ação de reintegração de posse proposta contra seu genitor justifica a intervenção do Ministério Público no processo como fiscal da ordem jurídica.Resolução comentada
Análise das alternativas
O autor da ação civil pública é isento do pagamento de honorários advocatícios, custas e despesas processuais, não sendo esse benefício estendido ao réu.
A ausência de capacidade processual constitui nulidade absoluta, que deve ser conhecida de ofício pelo julgador a qualquer tempo por ser pressuposto processual da validade do processo.Resolução comentada
Análise das alternativas
Se a liquidação da sociedade ocorrer antes do ajuizamento da ação, o sócio liquidante tem legitimidade para postular, em juízo, eventual direito da pessoa jurídica.Resolução comentada
Análise das alternativas
A ausência de intimação do Ministério Público em ação de desapropriação indireta enseja a decretação de nulidade da sentença, sendo desnecessária a demonstração de efetivo prejuízo para as partes ou para a apuração da verdade substancial da controvérsia jurídica.Resolução comentada
Análise das alternativas
O erro de proibição indireto consiste em um descriminante putativo por erro de proibição, a exemplo da situação em que o agente sabe que a conduta é típica, mas supõe estar presente, em sua ação, uma norma permissiva.Resolução comentada
Análise das alternativas
Segundo o princípio da continuidade normativo-típica, revogada a norma penal, mantém-se o caráter proibido da conduta, deslocando-se o conteúdo criminoso para outro tipo penal.Resolução comentada
Análise das alternativas
Na legítima defesa, exige-se que o bem defendido seja igual ou superior ao que está sendo inicialmente atacado.Resolução comentada
Análise das alternativas
O direito penal só admite a interpretação analógica quando esta for usada em favor do réu.Resolução comentada
Análise das alternativas
Pratica o crime de prevaricação o agente que, em infração de dever funcional, pratica ato de ofício cedendo a pedido de outrem.Resolução comentada
Análise das alternativas
A inserção de declaração falsa em documento de inscrição definitiva da Ordem dos Advogados do Brasil caracteriza, para fins penais, falsidade ideológica de documento particular.Resolução comentada
Análise das alternativas
Considera-se consumado o crime de latrocínio quando o agente, ao buscar subtrair o bem, mata a vítima sem, todavia, levar o bem que queria obter.Resolução comentada
Análise das alternativas
Para a configuração do crime de estupro, exige-se o constrangimento da vítima pelo autor do fato à prática de relação libidinosa, impondo-se a existência de contato físico intenso para a consumação do delito.Resolução comentada
Análise das alternativas
O ordenamento jurídico isenta de pena o pai que, destituído do pátrio poder, subtraia o próprio filho menor de quem o tenha sob sua guarda em razão de ordem judicial.Resolução comentada
Análise das alternativas
Para a configuração do crime de tráfico de entorpecentes, é necessária a apuração da natureza e da quantidade da substância apreendida, sendo, entretanto, irrelevante a quantificação das doses que poderiam ser produzidas com a substância proscrita.Resolução comentada
Análise das alternativas
A coabitação entre autor e vítima é prescindível para a configuração da violência doméstica e familiar.Resolução comentada
Análise das alternativas
Para que se configure o crime de lavagem de dinheiro, é necessário que o agente tenha participado do crime antecedente, seja como autor, seja como partícipe.Resolução comentada
Análise das alternativas
No que se refere à sentença, ao cumprimento da sentença e ao agravo, julgue os itens a seguir, considerando, no que couber, o entendimento jurisprudencial do STJ.
No que se refere à sentença, ao cumprimento da sentença e ao agravo, julgue os itens a seguir, considerando, no que couber, o entendimento jurisprudencial do STJ.
Com base na Resolução n.º 36/2016 do Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça, julgue o seguinte item.
Acerca da capacidade processual, do Ministério Público e da ação civil pública, julgue os itens a seguir, de acordo com a jurisprudência do STJ.
Acerca da capacidade processual, do Ministério Público e da ação civil pública, julgue os itens a seguir, de acordo com a jurisprudência do STJ.
Acerca da capacidade processual, do Ministério Público e da ação civil pública, julgue os itens a seguir, de acordo com a jurisprudência do STJ.
Acerca da capacidade processual, do Ministério Público e da ação civil pública, julgue os itens a seguir, de acordo com a jurisprudência do STJ.
Acerca da capacidade processual, do Ministério Público e da ação civil pública, julgue os itens a seguir, de acordo com a jurisprudência do STJ.
No que se refere aos princípios aplicáveis ao direito penal, à aplicação da lei penal, bem como a ilicitude e culpabilidade, julgue os itens seguintes.
No que se refere aos princípios aplicáveis ao direito penal, à aplicação da lei penal, bem como a ilicitude e culpabilidade, julgue os itens seguintes.
No que se refere aos princípios aplicáveis ao direito penal, à aplicação da lei penal, bem como a ilicitude e culpabilidade, julgue os itens seguintes.
No que se refere aos princípios aplicáveis ao direito penal, à aplicação da lei penal, bem como a ilicitude e culpabilidade, julgue os itens seguintes.
Julgue os itens que se seguem, em relação aos crimes em espécie, de acordo com o disposto no Código Penal e o entendimento do STJ.
Julgue os itens que se seguem, em relação aos crimes em espécie, de acordo com o disposto no Código Penal e o entendimento do STJ.
Julgue os itens que se seguem, em relação aos crimes em espécie, de acordo com o disposto no Código Penal e o entendimento do STJ.
Julgue os itens que se seguem, em relação aos crimes em espécie, de acordo com o disposto no Código Penal e o entendimento do STJ.
Julgue os itens que se seguem, em relação aos crimes em espécie, de acordo com o disposto no Código Penal e o entendimento do STJ.
Julgue os itens que se seguem, com base nas disposições das Leis n.º 9.613/1998, n.º 11.340/2006 e n.º 11.343/2006.
Julgue os itens que se seguem, com base nas disposições das Leis n.º 9.613/1998, n.º 11.340/2006 e n.º 11.343/2006.
Julgue os itens que se seguem, com base nas disposições das Leis n.º 9.613/1998, n.º 11.340/2006 e n.º 11.343/2006.