← Voltar para a lista de provas Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Cargo 11: Técnico Ministerial 70 questões nesta prova · página 3 de 4 · 67 com gabarito Gabarito disponível O inquérito civil não é pressuposto da ação civil pública; é facultativo. O inquérito civil é procedimento facultativo, de natureza inquisitorial, e não condição de procedibilidade da ação civil pública. O item erra ao afirmar que ele é pressuposto, o que torna irrelevante a possibilidade de suprimento por outros documentos. Certo (A): incorreto, porque a premissa de que o inquérito é pressuposto é falsa; a ACP pode ser proposta sem ele, com base em outros elementos de convicção. Referência: Lei 7.347/1985 (Lei da Ação Civil Pública), art. 8º, § 1º. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O MP pode recorrer como fiscal da ordem jurídica, havendo interesse de criança envolvido. O art. 996 do CPC confere ao Ministério Público legitimidade para recorrer, seja como parte, seja como fiscal da ordem jurídica. Havendo interesse de incapaz (guarda de filho menor), o MP atua como fiscal e pode apelar da sentença que julgou improcedente o pedido de guarda, ainda que a parte não tenha recorrido. Errado (B): negaria a legitimidade recursal do MP como fiscal da ordem jurídica (art. 996). Referência: CPC, arts. 178, II, e 996. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O menor não emancipado pode ser demandado em juízo, representado ou assistido. Capacidade de ser parte o menor tem; falta-lhe capacidade processual, suprida por representação (absolutamente incapaz) ou assistência (relativamente incapaz), conforme o art. 71 do CPC. Assim, pode figurar como réu, desde que devidamente representado ou assistido. Errado (B): ignoraria que a incapacidade é suprível pela representação/assistência, não impedindo a demanda. Referência: CPC, art. 71; CC, arts. 3º e 4º. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível As hipóteses de impedimento e suspeição não são idênticas para juízes, promotores e advogados. Os arts. 144 e 145 do CPC tratam de impedimento e suspeição do juiz, e o art. 148 os estende ao MP, a auxiliares da justiça e demais sujeitos imparciais. Contudo, advogados das partes não se submetem a impedimento/suspeição nesses termos, pois são parciais por natureza. O CPC (art. 144, VIII e IX) trata das relações do juiz com advogados, mas não sujeita estes às mesmas causas. Certo (A): incorreto, pois não há identidade de motivos; advogados não são alcançados pelo regime de impedimento/suspeição aplicável a juízes. Referência: CPC, arts. 144, 145 e 148. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Vícios processuais devem ser saneados antes de julgar o mérito. O art. 139, IX, do CPC impõe ao juiz determinar o suprimento de pressupostos processuais e o saneamento de outros vícios processuais. Em consonância com o princípio da primazia do julgamento de mérito (art. 4º), o juiz não pode decidir o mérito ignorando os vícios sanáveis. Certo (A): incorreto, pois o dever de saneamento é prévio; o mérito só é decidido após sanados os vícios (ou, se insanáveis, extingue-se sem mérito). Referência: CPC, arts. 4º e 139, IX. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A dilação de prazos só pode ser determinada antes de encerrado o prazo regular. O art. 139, VI, do CPC permite ao juiz dilatar prazos processuais e alterar a ordem de produção das provas, mas o parágrafo único exige que a dilação seja determinada antes de encerrado o prazo regular. Logo, não é possível fazê-lo depois do término. Certo (A): incorreto, pois ignora a limitação temporal do parágrafo único do art. 139 do CPC. Referência: CPC, art. 139, VI e parágrafo único. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Diante de demandas repetitivas, o juiz deve oficiar MP, Defensoria e legitimados coletivos. O art. 139, X, do CPC prevê que o juiz, ao se deparar com diversas demandas individuais repetitivas, oficiará o Ministério Público, a Defensoria Pública e, na medida do possível, outros legitimados a que se referem o art. 5º da Lei 7.347/1985 e o art. 82 do CDC, para, se for o caso, promover a ação coletiva respectiva. Errado (B): negaria a previsão expressa do art. 139, X, do CPC. Referência: CPC, art. 139, X. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Desistência do recurso independe de anuência da parte contrária ou de litisconsortes. Nos termos do art. 998 do CPC, o recorrente pode, a qualquer tempo, sem anuência do recorrido ou dos litisconsortes, desistir do recurso. A desistência é ato unilateral e não depende de homologação para produzir efeitos. Errado (B): exigir anuência da parte contrária contraria o art. 998 do CPC. A exceção à livre desistência diz respeito apenas ao julgamento de recursos repetitivos/repercussão geral, em que a desistência não impede a análise da questão. Referência: CPC, art. 998. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O terceiro prejudicado deve demonstrar a possibilidade de a decisão atingir direito seu. O CPC admite recurso de terceiro prejudicado, que deve demonstrar a possibilidade de a decisão atingir direito de que se afirme titular ou que possa discutir em juízo como substituto processual. Isso corresponde à exigência de afetação direta de direito ou interesse jurídico, e não de mero interesse de fato. Certo: correto, pelo art. 996 do CPC. Errado: incorreto. Referência: CPC, art. 996, parágrafo único. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A restituição do prazo depende de nova intimação da parte. A morte do advogado suspende o processo. Para o prazo ser restituído em sua totalidade, a parte deve ser intimada para constituir novo procurador. A restituição, portanto, não é automática nem independente de intimação. Certo: incorreto, pois a restituição exige a intimação para constituir novo advogado. Errado: correto. Referência: CPC, art. 313, I. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A arma com numeração raspada gera crime do art. 16, que o gabarito considera não hediondo. Possuir ou portar arma de fogo com numeração raspada configura crime equiparado ao do art. 16, §1º, IV, da Lei 10.826/2003, com pena do tipo de uso restrito. O gabarito entende que a hediondez prevista na Lei 8.072/1990 alcança o crime de posse ou porte de arma de uso restrito do art. 16 em sentido estrito, e não essas condutas equiparadas, como a de numeração suprimida. Certo: correto, conforme o gabarito oficial. Errado: incorreto, pois a imputação do art. 16 é possível e o gabarito não considera o crime hediondo. Referência: Lei 10.826/2003, art. 16, §1º, IV; Lei 8.072/1990, art. 1º, parágrafo único. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A morte de Carla não é feminicídio, pois o motivo não envolve a condição de sexo feminino. O feminicídio exige que o crime seja praticado por razões da condição de sexo feminino, ou seja, em contexto de violência doméstica e familiar ou de menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Aqui o motivo é eliminar uma comparsa que prestou informações à polícia, uma espécie de queima de arquivo, sem relação com o gênero. Certo: incorreto, pois falta a motivação de gênero. Errado: correto. Referência: CP, art. 121, §2º, VI e §2º-A. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A lei penal mais benéfica retroage mesmo após o trânsito em julgado. A lei posterior que de qualquer modo favoreça o agente aplica-se aos fatos anteriores, ainda que decididos por sentença condenatória transitada em julgado. A coisa julgada não é limite à retroatividade da lei penal benéfica. Certo: incorreto, pois o trânsito em julgado não impede a retroatividade. Errado: correto. Referência: CF, art. 5º, XL; CP, art. 2º, parágrafo único. Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível A legalidade penal impede aplicar pena não prevista em lei. O princípio da legalidade exige lei prévia e escrita definindo crime e pena. Não se admite criar sanção por extensão, com base em "quem pode o mais pode o menos" ou em poderes implícitos. O juiz só pode aplicar as penas cominadas em lei. Certo: incorreto, pois a legalidade estrita não admite essa exceção. Errado: correto. Referência: CF, art. 5º, XXXIX; CP, art. 1º. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O uso indevido de bem público não consuma peculato-apropriação. O peculato-apropriação exige o animus rem sibi habendi, isto é, a intenção de inverter o título da posse e tomar o bem como próprio. O mero uso indevido, o chamado peculato de uso, é em regra atípico. Por isso o item erra ao dizer que o uso indevido basta para consumar o crime. Certo: incorreto, pois o uso sem intenção de apropriação não consuma o peculato. Errado: correto. Referência: CP, arts. 312 e 168. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Receber o carro voluntariamente da vítima, mediante fraude, não é furto. No furto mediante fraude, a fraude serve para facilitar a subtração, e a vítima não entrega o bem de forma voluntária. Aqui o agente se passa por mecânico e recebe o carro, ou seja, a vítima entrega o bem em erro. Isso configura estelionato ou, a depender da leitura, apropriação indébita. Certo: incorreto, pois falta a subtração. Errado: correto. Referência: CP, arts. 155, §4º, II, 168 e 171. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O dano usado para subtrair é absorvido pelo furto qualificado. Quando o dano é meio para o furto, como no rompimento de obstáculo, ele integra a qualificadora do §4º, I, do art. 155. Pelo princípio da consumação, não há concurso com o crime de dano. Certo: correto, pela absorção do dano no furto qualificado. Errado: incorreto, pois não cabe imputar dano em concurso. Referência: CP, art. 155, §4º, I. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A montagem sexual com imagem de celebridade é equiparada ao registro não autorizado da intimidade sexual. O parágrafo único do art. 216-B equipara a conduta de quem realiza montagem em fotografia, vídeo, áudio ou outro registro, para incluir pessoa em cena de nudez ou ato sexual ou libidinoso de caráter íntimo. Basta, portanto, a inserção do rosto da vítima na montagem. Certo: correto, pelo parágrafo único do art. 216-B do CP. Errado: incorreto. Referência: CP, art. 216-B, parágrafo único. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Olhares lascivos não configuram estupro. O estupro exige constrangimento mediante violência ou grave ameaça a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir ato libidinoso. Meros olhares voluptuosos, sem ato libidinoso nem constrangimento, não bastam para o tipo. Certo: incorreto, pois faltam os elementos do tipo. Errado: correto. Referência: CP, art. 213. Resolução comentada do VaiConcursos.MPCE — Concurso Público 2025 (Analista Ministerial e Técnico Ministerial) — Cargo 11: Técnico Ministerial — Prova Objetiva — Conhecimentos Específicos
O inquérito civil é pressuposto para a propositura da ação civil pública, mas a sua falta pode ser suprida por documentos expedidos por organismo público, tais como certidões, informações, exames ou perícias ou outro documento que confirme a lesão aos direitos protegidos por esse tipo de ação.Resolução comentada
Análise das alternativas
Considere que, em determinada ação, o juiz tenha julgado procedente o pedido de divórcio e partilha de bens, mas improcedente o pedido de guarda formulado pela requerente, não tendo esta recorrido da decisão. Nesse caso, o Ministério Público tem legitimidade para interpor recurso de apelação contra a sentença proferida.Resolução comentada
Análise das alternativas
A pessoa física com idade inferior a dezoito anos poderá ser demandada em juízo, mesmo que não seja emancipada.Resolução comentada
Análise das alternativas
Os motivos que provocam o impedimento e a suspeição dos juízes são os mesmos que provocam o impedimento e a suspeição dos promotores de justiça e advogados das partes.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em uma ação ordinária proposta por pais contra o município buscando assegurar matrícula e frequência escolar adequada de crianças com deficiência na rede pública municipal, o juiz identificou a necessidade de reorganizar a ordem de produção das provas para melhor compreensão dos fatos controvertidos. Além disso, constatou-se, na mesma comarca, a existência de diversas outras ações semelhantes ajuizadas individualmente por outros pais, todas com a mesma questão fática e jurídica.
A partir dessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.
Caso identifique vícios processuais no curso da ação, o juiz poderá decidir imediatamente o mérito da demanda, independentemente do saneamento dos vícios identificados.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em uma ação ordinária proposta por pais contra o município buscando assegurar matrícula e frequência escolar adequada de crianças com deficiência na rede pública municipal, o juiz identificou a necessidade de reorganizar a ordem de produção das provas para melhor compreensão dos fatos controvertidos. Além disso, constatou-se, na mesma comarca, a existência de diversas outras ações semelhantes ajuizadas individualmente por outros pais, todas com a mesma questão fática e jurídica.
A partir dessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.
O juiz poderá dilatar prazos processuais mesmo após o encerramento do prazo regular, se entender que tal medida é necessária para conferir maior efetividade à tutela jurisdicional.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em uma ação ordinária proposta por pais contra o município buscando assegurar matrícula e frequência escolar adequada de crianças com deficiência na rede pública municipal, o juiz identificou a necessidade de reorganizar a ordem de produção das provas para melhor compreensão dos fatos controvertidos. Além disso, constatou-se, na mesma comarca, a existência de diversas outras ações semelhantes ajuizadas individualmente por outros pais, todas com a mesma questão fática e jurídica.
A partir dessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.
Ao identificar a existência de múltiplas demandas individuais repetitivas relacionadas à mesma questão jurídica, o magistrado deverá oficiar o Ministério Público, a defensoria pública e, na medida do possível, outros legitimados coletivos para eventual propositura de ação coletiva.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em uma ação judicial proposta por Júlia contra uma clínica médica, pleiteando indenização por danos materiais e morais, o juiz proferiu sentença condenando a clínica apenas ao pagamento de indenização por danos morais. Durante o prazo para interposição de recursos contra essa sentença, o advogado da clínica faleceu inesperadamente. João, funcionário da clínica que não participou diretamente do processo, mas que teve sua conduta profissional mencionada desfavoravelmente na sentença, pretende desta recorrer na condição de terceiro prejudicado.
Considerando a situação hipotética precedente, julgue os itens a seguir.
A clínica médica, caso decida interpor recurso, poderá desistir dele posteriormente, sem necessidade de anuência da parte contrária ou de eventuais litisconsortes.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em uma ação judicial proposta por Júlia contra uma clínica médica, pleiteando indenização por danos materiais e morais, o juiz proferiu sentença condenando a clínica apenas ao pagamento de indenização por danos morais. Durante o prazo para interposição de recursos contra essa sentença, o advogado da clínica faleceu inesperadamente. João, funcionário da clínica que não participou diretamente do processo, mas que teve sua conduta profissional mencionada desfavoravelmente na sentença, pretende desta recorrer na condição de terceiro prejudicado.
Considerando a situação hipotética precedente, julgue os itens a seguir.
João poderá interpor recurso contra a sentença, desde que demonstre objetivamente que a decisão judicial afeta diretamente direito seu ou interesse jurídico legítimo.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em uma ação judicial proposta por Júlia contra uma clínica médica, pleiteando indenização por danos materiais e morais, o juiz proferiu sentença condenando a clínica apenas ao pagamento de indenização por danos morais. Durante o prazo para interposição de recursos contra essa sentença, o advogado da clínica faleceu inesperadamente. João, funcionário da clínica que não participou diretamente do processo, mas que teve sua conduta profissional mencionada desfavoravelmente na sentença, pretende desta recorrer na condição de terceiro prejudicado.
Considerando a situação hipotética precedente, julgue os itens a seguir.
O prazo recursal será automaticamente restituído integralmente à clínica médica após o falecimento de seu advogado, independentemente de nova intimação da parte ou dos sucessores.Resolução comentada
Análise das alternativas
Abelardo, membro de organização criminosa voltada à prática de furto e roubo de veículos, foi encarregado de matar Carla, sua comparsa de crime, porque ela teria prestado, em interrogatório policial de inquérito no qual era investigada, informações relevantes à investigação policial sobre a organização. Para a prática do crime, Abelardo valeu-se de arma de uso permitido, com numeração raspada, que possuía há pelos menos dois anos.
Com base na situação hipotética apresentada, julgue os itens a seguir.
A Abelardo poderá ser imputado o crime de posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, já que a numeração de identificação da arma está raspada, não sendo, porém, tal crime considerado hediondo.Resolução comentada
Análise das alternativas
Abelardo, membro de organização criminosa voltada à prática de furto e roubo de veículos, foi encarregado de matar Carla, sua comparsa de crime, porque ela teria prestado, em interrogatório policial de inquérito no qual era investigada, informações relevantes à investigação policial sobre a organização. Para a prática do crime, Abelardo valeu-se de arma de uso permitido, com numeração raspada, que possuía há pelos menos dois anos.
Com base na situação hipotética apresentada, julgue os itens a seguir.
Caso Abelardo mate Carla, a ele deverá ser imputado o tipo penal feminicídio.Resolução comentada
Análise das alternativas
A lei penal posterior mais benéfica retroagirá, respeitando-se, porém, a coisa julgada, definida pelo trânsito em julgado de sentença penal condenatória.Resolução comentada
Análise das alternativas
A vedação da analogia no direito penal decorre do próprio princípio da legalidade, pois não se admite outra fonte que não a lei para o que é prescrito como crime e pena.
A teoria dos poderes implícitos excepciona o princípio da legalidade estrita, pois, como a lei permite ao juiz aplicar pena mais severa, entende-se, por extensão, que é aplicável pena mais branda, ainda que esta não venha positivada na legislação penal de modo expresso.Resolução comentada
Análise das alternativas
O uso indevido de bem público por servidor que lhe detenha posse legítima é suficiente para a consumação do crime de peculato na modalidade apropriação, o que difere da apropriação indébita, crime patrimonial comum para cuja configuração é exigido o dolo de integração do bem como parte de seu patrimônio.Resolução comentada
Análise das alternativas
Configura furto mediante fraude a ação do agente que se passe por mecânico para ludibriar a vítima e, após receber o carro, dele se aproprie.Resolução comentada
Análise das alternativas
O dano a determinado patrimônio, quando praticado exclusivamente para o furto de outro bem, pode ser integrado ao crime de furto na forma de qualificadora, sendo imprópria a imputação de crime de dano em concurso com o de furto.Resolução comentada
Análise das alternativas
O agente que simule participação de celebridade em fotografias ou vídeos de ato sexual, ainda que se valendo tão somente do rosto da vítima na montagem das imagens, pratica crime de registro não autorizado da intimidade sexual.Resolução comentada
Análise das alternativas
Para configuração do crime de estupro, bastam olhares voluptuosos que notadamente reflitam desejo sexual do agente, independentemente da existência de contato físico ou de relação de autoridade entre agente e vítima.Resolução comentada
Análise das alternativas
No que se refere à capacidade das partes, aos juízes, ao Ministério Público e à ação civil pública, julgue os itens a seguir.
No que se refere à capacidade das partes, aos juízes, ao Ministério Público e à ação civil pública, julgue os itens a seguir.
No que se refere à capacidade das partes, aos juízes, ao Ministério Público e à ação civil pública, julgue os itens a seguir.
No que se refere à capacidade das partes, aos juízes, ao Ministério Público e à ação civil pública, julgue os itens a seguir.
Texto-base:
Texto-base:
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Considerando os princípios do direito penal, julgue os itens seguintes.
Considerando os princípios do direito penal, julgue os itens seguintes.
Considerando os princípios do direito penal, julgue os itens seguintes.
A respeito dos crimes patrimoniais e contra a administração pública, julgue os próximos itens.
A respeito dos crimes patrimoniais e contra a administração pública, julgue os próximos itens.
A respeito dos crimes patrimoniais e contra a administração pública, julgue os próximos itens.
Julgue os itens seguintes, relativos aos crimes contra a dignidade sexual.
Julgue os itens seguintes, relativos aos crimes contra a dignidade sexual.