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MPCE 2025 — Analista Ministerial (todos os cargos) — Conhecimentos Gerais

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Cebraspe2025Superior

50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 47 com gabarito

Língua Portuguesa Compreensão e Interpretação de Textos

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1, julgue os itens que se seguem.

De acordo com o estudo de Harvard apontado no texto, as pessoas que dedicam tempo excessivo ao trabalho são infelizes.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O texto não afirma que quem trabalha em excesso é infeliz.

O texto diz apenas que passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo. Isso não equivale a dizer que essas pessoas sejam infelizes. A generalização é indevida.

Análise das alternativas

Certo: confunde arrependimento com infelicidade e generaliza. Errado: correta.

Referência: Interpretação de texto; extrapolação.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Compreensão e Interpretação de Textos

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1, julgue os itens que se seguem.

Conclui-se do texto que o livro publicado por Robert Waldinger trata de tema objeto da pesquisa mencionada no segundo parágrafo do texto.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O livro de Waldinger trata do tema estudado na pesquisa de Harvard.

O livro é sobre o tema da palestra, "O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade". O segundo parágrafo diz que o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, de Harvard, que Waldinger dirige, investiga bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Conclui-se que o livro trata do tema da pesquisa.

Análise das alternativas

Certo: correta. Errado: incorreta, pois o texto liga livro, palestra e pesquisa ao mesmo tema.

Referência: Interpretação de texto; relações entre parágrafos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Compreensão e Interpretação de Textos

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1, julgue os itens que se seguem.

Infere-se do texto que a satisfação das necessidades básicas é importante, mas não suficiente, para a garantia da felicidade.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Satisfazer necessidades básicas é importante, mas não basta para a felicidade.

O texto afirma que, sem as necessidades básicas, é difícil sentir-se feliz, e que, depois de garantidas, ganhar mais dinheiro não significa felicidade, pois é aí que entram os bons relacionamentos. Logo, as necessidades básicas são necessárias, mas não suficientes.

Análise das alternativas

Certo: correta. Errado: incorreta, pois a inferência decorre diretamente dos dois últimos parágrafos.

Referência: Interpretação de texto; inferência (condição necessária e não suficiente).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Compreensão e Interpretação de Textos

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1, julgue os itens que se seguem.

O texto sugere que os estudiosos da citada pesquisa de Harvard consideravam, inicialmente, que o nível de felicidade de uma pessoa dependeria de dinheiro e fama, mas não de seus relacionamentos interpessoais.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O texto não sugere que os pesquisadores acreditassem inicialmente em dinheiro e fama em vez de relacionamentos.

O texto não traz informação sobre a hipótese inicial dos pesquisadores. Diz apenas que o principal achado foi a importância dos relacionamentos e que dinheiro e fama não têm relação direta com a felicidade. A inferência proposta é extrapolação.

Análise das alternativas

Certo: atribui ao texto algo que ele não diz. Errado: correta, pois não há base textual para essa conclusão.

Referência: Interpretação de texto; inferência indevida.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Concordância Verbal

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

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Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1, julgue os itens a seguir.

A correção gramatical do texto seria mantida caso o verbo “cultivar” (último período do texto) fosse substituído por se cultivarem.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Trocar "cultivar" por "se cultivarem" mantém a correção.

Com "É aí que está a importância de se cultivarem bons relacionamentos", forma-se a voz passiva sintética, em que "bons relacionamentos" é o sujeito. O verbo vai ao plural e o infinitivo flexionado é possível. A frase fica gramatical e com o mesmo sentido.

Análise das alternativas

Certo: correta. Errado: incorreta, porque a concordância no plural está adequada.

Referência: Voz passiva sintética; infinitivo flexionado; concordância verbal.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Semântica e Significação das Palavras

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1, julgue os itens a seguir.

No quinto parágrafo, a locução verbal “pode ser” denota que os pesquisadores duvidam se o dinheiro interfere ou não na saúde mental e na sensação de felicidade.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

"Pode ser" indica possibilidade, e não dúvida dos pesquisadores.

Em "um deles pode ser dinheiro", a locução expressa possibilidade, ou seja, que o dinheiro é um dos fatores que podem interferir. Ela não indica que os pesquisadores duvidem de que o dinheiro interfira. O texto, aliás, afirma que a pobreza impacta a satisfação com a vida.

Análise das alternativas

Certo: atribui indevidamente dúvida aos pesquisadores. Errado: correta, porque a locução apenas modaliza a afirmação, sem expressar incerteza dos estudiosos.

Referência: Semântica; modalização com verbo poder.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Regência Verbal

Cebraspe 2025 Superior

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Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1, julgue os itens a seguir.

No segundo período do primeiro parágrafo, a substituição de “se tornou” por converteu-se, além de manter a coerência das ideias do texto, seria gramaticalmente correta, desde que inserida a preposição em imediatamente antes de “um livro”.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

"Converteu-se" substitui "se tornou" desde que se insira "em" antes de "um livro".

"Converter-se" é verbo que pede a preposição "em" (converter-se em algo). Assim, "O tema converteu-se em um livro" mantém sentido e correção. Sem a preposição, haveria erro de regência.

Análise das alternativas

Certo: correta. Errado: incorreta, porque a condição apresentada (inserir "em") é exatamente a exigida pela regência do verbo.

Referência: Regência verbal de converter-se (em).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pronomes Relativos e Coesão Referencial

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1, julgue os itens a seguir.

No segundo período do primeiro parágrafo, o termo “que” retoma o segmento “um livro do palestrante sobre o assunto”.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O "que" do segundo período do 1º parágrafo retoma "um livro do palestrante sobre o assunto".

Em "um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos", o pronome relativo "que" tem como antecedente o livro, que foi o que entrou na lista de mais vendidos. O "que" é sujeito da oração adjetiva explicativa.

Análise das alternativas

Certo: correta. Errado: incorreta, pois o antecedente de "que" é o livro, e não "o tema" nem "o palestrante".

Referência: Pronome relativo e coesão referencial.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Reescrita de Frases e Parágrafos

Cebraspe 2025 Superior

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Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1, julgue os itens a seguir.

O trecho “que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje” (primeiro período do segundo parágrafo) poderia ser reescrito, sem prejuízo da correção gramatical e da coerência do texto, da seguinte forma: existente na universidade desde 1938 e ainda em andamento.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A reescrita "existente na universidade desde 1938 e ainda em andamento" é correta e coerente.

A oração adjetiva "que existe... e está em andamento até hoje" pode ser reduzida a particípio/adjetivo: "existente... e ainda em andamento". "Ainda" equivale a "até hoje", o que mantém o sentido. Não há erro gramatical nem alteração de sentido.

Análise das alternativas

Certo: correta. Errado: incorreta, porque a redução mantém coerência e correção.

Referência: Reescrita de frases; redução de oração adjetiva.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Semântica e Significação das Palavras

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Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

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Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1, julgue os itens a seguir.

O vocábulo “achado” (primeiro período do terceiro parágrafo) tem o mesmo sentido de descoberta.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

"Achado" tem o sentido de descoberta no texto.

Na frase "O principal achado da pesquisa", "achado" é substantivo e significa o que foi encontrado, a descoberta ou o resultado relevante da pesquisa. Os dois termos são sinônimos nesse contexto.

Análise das alternativas

Certo: correta. Errado: incorreta, porque "achado" e "descoberta" são sinônimos nesse uso.

Referência: Semântica; sinonímia contextual.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Regência Verbal

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Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1, julgue os itens a seguir.

Estaria mantida a correção gramatical do texto caso se suprimisse a preposição “a” em “ajudam a reduzir os níveis de estresse” (segundo período do terceiro parágrafo).
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Suprimir a preposição "a" de "ajudam a reduzir" gera erro de regência.

O verbo "ajudar" com complemento verbal, como em "ajudar a fazer algo", exige a preposição "a". Sem ela, "ajudam reduzir" fica agramatical. O item está errado.

Análise das alternativas

Certo: incorreta, porque a supressão do "a" prejudica a regência. Errado: correta, porque a preposição é exigida pelo verbo.

Referência: Regência verbal do verbo ajudar (ajudar a + infinitivo).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Sintaxe do Período

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Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1, julgue os itens a seguir.

A correção gramatical do primeiro período do quarto parágrafo seria prejudicada caso se suprimisse o trecho “é o que”, em razão das alterações nas relações sintáticas entre as orações e os termos das orações do período em questão.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Suprimir "é o que" não prejudica a correção gramatical do período.

Sem "é o que", o período fica "Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, traz mais felicidade". Nesse caso, a oração subordinada substantiva ("que cultivar... traz mais felicidade") mantém o infinitivo "cultivar" como sujeito de "traz". A estrutura continua gramatical e o sentido é preservado, então o item está errado.

Análise das alternativas

Certo: erra ao afirmar prejuízo à correção. "É o que" é apenas uma construção de realce (expletiva) e pode ser retirada. Errado: correta, porque a retirada não altera as relações sintáticas essenciais.

Referência: Sintaxe do período; oração subordinada substantiva subjetiva; expressão de realce "é que".

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Concordância Verbal

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1, julgue os itens a seguir.

No quinto parágrafo, a forma verbal “há” poderia ser substituída por existem, mantendo-se a correção gramatical e a coerência textual.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Há' no sentido de existir pode ser trocado por 'existem'.

Em 'há outros fatores', o verbo 'haver' significa 'existir'. O verbo 'existir' é pessoal e concorda com o sujeito plural 'outros fatores', daí 'existem'. A troca mantém a correção e o sentido.

Análise das alternativas

Certo: a substituição é gramatical e coerente. Errado: negaria a equivalência entre 'haver' e 'existir' e a concordância com 'fatores'.

Referência: Gramática normativa: verbo haver e concordância verbal

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pronomes Relativos e Coesão Referencial

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1, julgue os itens a seguir.

A substituição da expressão “em que” (primeiro período do último parágrafo) por onde manteria a correção gramatical e a coerência textual.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Onde' exige ideia de lugar.

Em 'a partir do momento em que', o antecedente 'momento' indica tempo. O pronome 'onde' só se usa com antecedente de lugar. Por isso a substituição não preserva a correção gramatical.

Análise das alternativas

Certo: usaria 'onde' com antecedente temporal. Errado: correto, pois falta a noção de lugar.

Referência: Gramática normativa: pronomes relativos

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1, julgue os itens a seguir.

No último período do penúltimo parágrafo, a vírgula empregada logo após o termo “que” poderia ser suprimida sem prejuízo da correção gramatical do texto.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A vírgula após 'que' abre a oração intercalada e não pode sair sozinha.

Em 'aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se...', as duas vírgulas isolam a oração adverbial deslocada. Tirar só a primeira deixaria a segunda sem par e prejudicaria a pontuação.

Análise das alternativas

Certo: criaria pontuação incorreta. Errado: correto, porque a supressão compromete a correção gramatical.

Referência: Gramática normativa: pontuação

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Conjunções e Relações de Sentido

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1, julgue os itens a seguir.

No último período do penúltimo parágrafo, o vocábulo “enquanto” expressa uma circunstância temporal.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Enquanto' tem valor temporal.

Em 'enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas', 'enquanto' equivale a 'durante o tempo em que'. Expressa, portanto, circunstância de tempo.

Análise das alternativas

Certo: o sentido é temporal. Errado: ignoraria esse sentido e o trataria como oposição ou outra relação.

Referência: Gramática normativa: conjunções

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Crase

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG1A1

Em 2015, o professor Robert Waldinger participou de uma conferência apresentando uma palestra chamada “O que torna uma vida boa? Lições sobre o mais longo estudo sobre felicidade”. O tema se tornou, anos depois, um livro do palestrante sobre o assunto, que entrou na lista dos mais vendidos, segundo o jornal The New York Times.

Professor de psiquiatria em Harvard, Waldinger é o quarto pesquisador a dirigir o Estudo sobre Desenvolvimento Adulto, que existe na universidade desde 1938 e está em andamento até hoje. O trabalho é o maior já realizado sobre o tema e monitora questões relativas a bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Atualmente, a pesquisa está na segunda geração e dela participam os filhos dos primeiros participantes.

O principal achado da pesquisa chama a atenção: a chave para uma vida mais feliz e saudável são os relacionamentos que cultivamos. Boas relações ajudam a reduzir os níveis de estresse e também influenciam a maneira como lidamos com dificuldades e situações desafiadoras.

Waldinger afirma que cultivar relacionamentos recíprocos, que contam com apoio mútuo e espaço para crescimento, é o que traz mais felicidade. Por outro lado, passar muito tempo no trabalho é um constante arrependimento dos participantes do estudo.

Além desses, há outros fatores que interferem na saúde mental e na sensação de felicidade — e um deles pode ser dinheiro.

O pesquisador ressalta que ter muito dinheiro ou fama não tem relação direta com a felicidade. Contudo, a pobreza impacta a satisfação com a vida. Waldinger aponta que, enquanto não se tem as necessidades básicas garantidas, sentir-se feliz e pleno é uma tarefa difícil.

Por outro lado, a partir do momento em que necessidades como alimentação, moradia e educação estão garantidas, ganhar mais dinheiro não significa sentir felicidade. É aí que está a importância de cultivar bons relacionamentos.

Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1, julgue os itens a seguir.

É facultativo o emprego do sinal indicativo de crase no vocábulo “a” em “a partir do momento” (primeiro período do último parágrafo).
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Antes de 'a partir de' não há crase, nem facultativa.

Em 'a partir do momento', o 'a' faz parte da locução prepositiva 'a partir de' e é preposição simples. Antes de palavra masculina, a crase não ocorre. Portanto, o emprego do acento não é facultativo, e sim incorreto.

Análise das alternativas

Certo: erra ao tratar a crase como facultativa. Errado: correto, pois a crase é proibida nesse caso.

Referência: Gramática normativa: crase

Resolução comentada do VaiConcursos.

Legislação Estadual Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Ceará (Lei n.º 9.826/1974)

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Questão anulada

Com base na Constituição do Estado do Ceará e na Lei n.º 9.826/1974 (Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Ceará), julgue os itens seguintes.

Para que a reversão do funcionário público aposentado seja efetivada, exige-se, entre outras condições, que o aposentado não tenha completado 65 anos de idade e que o inativo seja julgado apto em inspeção médica.
Selecione uma alternativa

Legislação Estadual Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Ceará (Lei n.º 9.826/1974)

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Questão anulada

Com base na Constituição do Estado do Ceará e na Lei n.º 9.826/1974 (Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Ceará), julgue os itens seguintes.

Permite-se que o funcionário público estadual que se tenha afastado em virtude de licença para acompanhar cônjuge, estenda o seu afastamento por mais de 4 anos consecutivos.
Selecione uma alternativa

Direito Constitucional Constituição do Estado do Ceará — Ministério Público

Cebraspe 2025 Superior

Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) · Analista Ministerial (todos os cargos)

Gabarito disponível

Com base na Constituição do Estado do Ceará e na Lei n.º 9.826/1974 (Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Ceará), julgue os itens seguintes.

A unidade, a indivisibilidade e a independência funcional são princípios institucionais inerentes ao Ministério Público do Estado do Ceará.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Princípios institucionais do MP.

Unidade, indivisibilidade e independência funcional são os princípios institucionais do Ministério Público. Valem também para o MP estadual, inclusive o do Ceará.

Análise das alternativas

Certo: lista corretamente os princípios. Errado: negaria princípios consagrados na Constituição.

Referência: CF/1988, art. 127, § 1º; Constituição do Estado do Ceará

Resolução comentada do VaiConcursos.