← Voltar para a lista de provas Polícia Federal · Médico Clínico 70 questões nesta prova · página 1 de 4 · 68 com gabarito Gabarito disponível A responsabilidade médica é pessoal e não se transfere pela participação de outro colega. O Código de Ética Médica estabelece que a responsabilidade do médico é pessoal e não pode ser presumida. O médico não se exime da responsabilidade por um procedimento que indicou só porque outro médico participou da execução. Cada profissional responde pelos seus atos. Certo: criaria uma excludente de responsabilidade que não existe. Errado: correto, pois a participação de outro médico não exime quem indicou. Referência: Código de Ética Médica (Resolução CFM nº 2.217/2018), princípios fundamentais sobre responsabilidade. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A diretiva antecipada de vontade registrada prevalece sobre o desejo dos familiares. Pela Resolução CFM sobre diretivas antecipadas de vontade, o médico deve considerar a vontade previamente expressa pelo paciente, e ela prevalece sobre o parecer de familiares e até sobre outros desejos não médicos. Se o paciente registrou a recusa de reanimação em doença irreversível e incurável, essa vontade deve ser respeitada. Certo: a autonomia do paciente, registrada em prontuário, prevalece. Errado: submeteria a vontade do paciente à dos familiares, o que a norma não admite. Referência: Resolução CFM nº 1.995/2012 (diretivas antecipadas de vontade). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Sacubitril/valsartana substitui o IECA em IC com fração de ejeção reduzida sintomática. O paciente tem fração de ejeção de 36% e segue sintomático apesar de IECA, betabloqueador e antagonista mineralocorticoide em doses máximas. Nessa situação a diretriz recomenda trocar o IECA por sacubitril/valsartana, com washout de 36 horas, para reduzir mortalidade e hospitalização. Certo: a substituição é recomendada nesse cenário. Errado: negaria a indicação de classe I para pacientes sintomáticos em terapia otimizada. Referência: Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda (SBC); estudo PARADIGM-HF. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O paciente tem três critérios maiores de Framingham, não quatro. Os critérios maiores presentes são estertores pulmonares, turgência jugular e terceira bulha (B3). Dispneia aos esforços e edema de tornozelo são critérios menores. Logo são três critérios maiores, e a afirmação de quatro está errada. Certo: superestima a contagem ao tratar o edema de tornozelo ou a dispneia como critério maior. Errado: correto, pois são apenas três maiores. Referência: Critérios de Framingham, Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca (SBC). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível No perfil quente e congesto o tratamento é diurético e vasodilatador, não dobutamina. A dobutamina é indicada no perfil frio (baixo débito, hipoperfusão). Aqui o paciente está quente, com PA preservada e congesto. O tratamento é diurético de alça endovenoso, com vasodilatador se a PA permitir. Além disso, a dobutamina não reduz pós-carga de forma relevante e pode causar taquiarritmias, o que é indesejável com FC de 124 bpm. Certo: seria indicar inotrópico sem baixo débito. Errado: está correto, pois não há indicação de dobutamina. Referência: Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda (SBC), tratamento da IC aguda. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O perfil quente e congesto é o mais frequente e de melhor prognóstico entre os perfis de descompensação. O paciente tem extremidades quentes (boa perfusão) e sinais de congestão (estertores, jugulares ingurgitadas, edema, B3), o que define o perfil B, 'quente e congesto'. Esse é o perfil mais comum na IC descompensada e o que tem melhor prognóstico entre os perfis de descompensação. Certo: a classificação do perfil e a afirmação sobre frequência e prognóstico estão corretas. Errado: o paciente não tem hipoperfusão, então não é o perfil frio. Referência: Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda (SBC), perfis clínico-hemodinâmicos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Na IC descompensada, a troponina deve ser dosada. Em quadro de IC agudizada, a diretriz recomenda dosar troponina para excluir síndrome coronariana aguda como fator precipitante e para estratificar o prognóstico. A troponina elevada indica pior evolução. Por isso é adequado solicitá-la neste paciente com piora recente. Certo: a dosagem é recomendada na avaliação inicial da IC aguda. Errado: ignoraria a necessidade de investigar isquemia como causa da descompensação e de definir o prognóstico. Referência: Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda (SBC), seção de IC aguda. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Paciente com sintomas típicos de DRGE e sem sinais de alarme: IBP empírico é a conduta inicial. Pirose pós-prandial e ao deitar, em paciente de 38 anos sem sinais de alarme (disfagia, perda de peso, anemia, sangramento), permite teste terapêutico empírico. O IBP em dose plena por 4 a 8 semanas é o tratamento farmacológico inicial de escolha, associado às medidas comportamentais. Certo: o IBP é a classe mais eficaz para o controle sintomático e a cicatrização. Errado: contrariaria a conduta padrão, que não exige endoscopia inicial sem sinais de alarme. Referência: Diretrizes de DRGE (Federação Brasileira de Gastroenterologia / ACG). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Cessar o tabagismo faz parte das medidas comportamentais da DRGE. O tabagismo reduz a pressão do esfíncter esofágico inferior e diminui a produção de saliva, que neutraliza o ácido. Isso favorece o refluxo. Por isso, a cessação do tabagismo é recomendada, junto com a perda de peso, a elevação da cabeceira e evitar refeições tardias, para reduzir a frequência e a gravidade dos sintomas. Certo: a orientação está correta. Errado: negaria um benefício bem estabelecido das medidas não farmacológicas. Referência: Consenso brasileiro e diretrizes sobre doença do refluxo gastroesofágico (medidas comportamentais). Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível Diuréticos são parte do tratamento do edema na síndrome nefrótica. O edema da síndrome nefrótica é tratado com restrição de sódio e diuréticos de alça, às vezes associados a tiazídicos, com monitoramento cuidadoso para evitar hipovolemia. Eles não são contraindicados, e a depleção deve ser evitada com doses graduais. Certo: incorreto, pois proíbe os diuréticos. Errado: correto, porque eles são usados com cautela. Referência: KDIGO para glomerulopatias; Harrison. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A necrose tubular aguda é diagnosticada clinicamente; a biópsia raramente é feita. A necrose tubular aguda é a causa mais comum de lesão renal aguda intrínseca, sobretudo na isquemia e na sepse. O diagnóstico é em geral clínico, e a biópsia raramente é realizada nesses casos, de modo que a confirmação histológica não é facilmente documentada. A segunda parte do item está errada. Certo: incorreto, por afirmar que a biópsia confirma com facilidade. Errado: correto, pois a biópsia é pouco usada na NTA isquêmica e séptica. Referência: Harrison; KDIGO sobre lesão renal aguda. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os fatores listados são associados à pielonefrite em mulheres jovens saudáveis. Segundo estudo de fatores de risco para pielonefrite em mulheres jovens saudáveis, associam-se de forma independente: relações sexuais frequentes, novo parceiro, ITU nos 12 meses anteriores, história materna de ITU, diabetes e incontinência urinária. O gabarito considera o item correto. Certo: correto, conforme o gabarito. Errado: incorreto, pois a lista corresponde aos fatores descritos. Referência: Scholes et al., Risk factors for acute pyelonephritis in healthy young women (citado em UpToDate/Harrison). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Suplementos de vitamina C aumentam o risco de cálculo de oxalato de cálcio em homens. A vitamina C é metabolizada em oxalato e aumenta a oxalúria. Estudos de coorte mostram maior risco de cálculos de oxalato de cálcio em homens que usam suplementos em dose alta. O risco, portanto, não é neutro nem reduzido. Certo: incorreto, pois nega o aumento do risco. Errado: correto, porque a suplementação eleva o risco. Referência: Harrison; Campbell-Walsh Urologia. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Na tireoidite silenciosa o VHS é normal e o anti-TPO costuma ser positivo. A tireoidite subaguda é dolorosa, com VHS elevado. A silenciosa é indolor, com VHS normal, e o anti-TPO é frequentemente positivo, pois tem natureza autoimune. O item erra ao dizer que ela tem VHS elevado e ausência de anti-TPO. Certo: incorreto, pois inverte os achados de VHS e anti-TPO. Errado: correto, porque na silenciosa o VHS é normal e o anti-TPO costuma estar presente. Referência: Williams Endocrinologia; Diretrizes da ATA sobre tireoidites. Resolução comentada do VaiConcursos.Polícia Federal — Concurso Público 2025 (Edital nº 1 – PF – Administrativo) — Cargo 7: Médico Clínico — Conhecimentos Específicos
O médico pode eximir-se da responsabilidade sobre algum procedimento médico indicado por ele, desde que outro colega, também médico, tenha participado da execução desse procedimento.Resolução comentada
Análise das alternativas
Se houver registro legal, em prontuário, de diretivas antecipadas de vontade que ateste a recusa de paciente a reanimação cardiopulmonar em caso de patologia em estágio irreversível e incurável, o médico deverá considerar tais diretivas a despeito do desejo contrário de familiar no momento de uma eventual parada cardiorrespiratória.Resolução comentada
Análise das alternativas
Uma paciente de 44 anos de idade foi atendida em consulta ambulatorial. Relatou diagnóstico de síndrome do túnel do carpo, hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes do tipo 2 (DM2) havia cinco anos, em uso regular de anlodipino, enalapril, hidroclorotiazida, metformina e vildagliptina nas doses máximas preconizadas. Ela mencionou lombalgia e hiperidrose. Ao exame físico, apresentava hiperlordose lombar, prognatismo mandibular, circunferência abdominal de 98 cm, pressão arterial de 154 mmHg × 98 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 60 bpm, além de dor e limitação articular na região lombar. Os demais achados do exame físico mostraram-se normais. Foram pedidos alguns exames laboratoriais de rotina cujos resultados revelaram: triglicerídeos de 198 mg/dl, colesterol total de 240 mg/dl; HDL colesterol de 30 mg/dl, LDL colesterol de 170 mg/dl, glicemia de jejum de 150 mg/dl e hemoglobina glicada de 8%. Os demais exames não revelaram anormalidades significativas e o eletrocardiograma obtido é apresentado a seguir.
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Acerca desse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
Recomenda-se receitar à paciente metoprolol como medicamento complementar, com vistas a um melhor controle da HAS.
Uma paciente de 44 anos de idade foi atendida em consulta ambulatorial. Relatou diagnóstico de síndrome do túnel do carpo, hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes do tipo 2 (DM2) havia cinco anos, em uso regular de anlodipino, enalapril, hidroclorotiazida, metformina e vildagliptina nas doses máximas preconizadas. Ela mencionou lombalgia e hiperidrose. Ao exame físico, apresentava hiperlordose lombar, prognatismo mandibular, circunferência abdominal de 98 cm, pressão arterial de 154 mmHg × 98 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 60 bpm, além de dor e limitação articular na região lombar. Os demais achados do exame físico mostraram-se normais. Foram pedidos alguns exames laboratoriais de rotina cujos resultados revelaram: triglicerídeos de 198 mg/dl, colesterol total de 240 mg/dl; HDL colesterol de 30 mg/dl, LDL colesterol de 170 mg/dl, glicemia de jejum de 150 mg/dl e hemoglobina glicada de 8%. Os demais exames não revelaram anormalidades significativas e o eletrocardiograma obtido é apresentado a seguir.
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Acerca desse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
O diagnóstico etiológico será elucidado com a dosagem das metanefrinas urinárias de 24 horas.
Uma paciente de 44 anos de idade foi atendida em consulta ambulatorial. Relatou diagnóstico de síndrome do túnel do carpo, hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes do tipo 2 (DM2) havia cinco anos, em uso regular de anlodipino, enalapril, hidroclorotiazida, metformina e vildagliptina nas doses máximas preconizadas. Ela mencionou lombalgia e hiperidrose. Ao exame físico, apresentava hiperlordose lombar, prognatismo mandibular, circunferência abdominal de 98 cm, pressão arterial de 154 mmHg × 98 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 60 bpm, além de dor e limitação articular na região lombar. Os demais achados do exame físico mostraram-se normais. Foram pedidos alguns exames laboratoriais de rotina cujos resultados revelaram: triglicerídeos de 198 mg/dl, colesterol total de 240 mg/dl; HDL colesterol de 30 mg/dl, LDL colesterol de 170 mg/dl, glicemia de jejum de 150 mg/dl e hemoglobina glicada de 8%. Os demais exames não revelaram anormalidades significativas e o eletrocardiograma obtido é apresentado a seguir.
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Acerca desse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
A paciente apresenta indícios de lesão em órgão alvo devido à HAS.
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril, espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de O₂ (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos (terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue os itens seguintes, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.
Nesse caso, é recomendável a substituição do enalapril por sacubitril/valsartana.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril, espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de O₂ (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos (terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue os itens seguintes, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.
O paciente apresenta quatro critérios diagnósticos maiores de Framingham de insuficiência cardíaca.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril, espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de O₂ (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos (terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue os itens seguintes, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.
No caso em questão, indica-se a dobutamina por sua ação inotrópica positiva e pela redução da pós-carga.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril, espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de O₂ (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos (terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue os itens seguintes, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.
O modelo clínico-hemodinâmico de descompensação no caso apresentado é o mais frequentemente observado e o de melhor prognóstico.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril, espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de O₂ (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos (terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue os itens seguintes, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.
Deve-se solicitar, também, nesse caso, a dosagem da troponina ultrassensível.Resolução comentada
Análise das alternativas
Uma paciente de 78 anos de idade relatou, durante atendimento ambulatorial, intensa dor torácica à direita, com piora à inspiração profunda, acompanhada de dispneia súbita e um episódio de síncope havia seis horas. Reportou que havia retornado de uma viagem de carro de doze horas havia três dias. Ao exame físico encontrava-se dispneica, com frequência cardíaca de 128 bpm, frequência respiratória de 32 respirações por minuto, saturação de oxigênio de 86% e pressão arterial de 84 mmHg × 56 mmHg. Não foram detectadas outras alterações significativas ao exame. Os marcadores de necrose cardíaca, exames laboratoriais de rotina e raio X de tórax solicitados mostraram-se normais. O eletrocardiograma, com calibração padrão, dessa paciente é apresentado a seguir.
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A respeito do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens subsequentes.
No caso em apreço, deve-se iniciar imediatamente tratamento com varfarina.
Uma paciente de 78 anos de idade relatou, durante atendimento ambulatorial, intensa dor torácica à direita, com piora à inspiração profunda, acompanhada de dispneia súbita e um episódio de síncope havia seis horas. Reportou que havia retornado de uma viagem de carro de doze horas havia três dias. Ao exame físico encontrava-se dispneica, com frequência cardíaca de 128 bpm, frequência respiratória de 32 respirações por minuto, saturação de oxigênio de 86% e pressão arterial de 84 mmHg × 56 mmHg. Não foram detectadas outras alterações significativas ao exame. Os marcadores de necrose cardíaca, exames laboratoriais de rotina e raio X de tórax solicitados mostraram-se normais. O eletrocardiograma, com calibração padrão, dessa paciente é apresentado a seguir.
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A respeito do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens subsequentes.
Observa-se, em relação à paciente em questão, baixa probabilidade de disfunção sistólica do ventrículo direito.
Um paciente obeso de 38 anos de idade, tabagista, queixou-se ao médico que o atendeu em consulta ambulatorial de sensação de queimação retroesternal, após as refeições ou quando deitado, que o acometia havia dois meses. Negou outros antecedentes patológicos, pessoais ou familiares. O exame físico não revelou anormalidades significativas.
Com base no caso hipotético precedente, julgue os itens que se seguem.
O uso de um inibidor da bomba de prótons é recomendado como tratamento farmacológico inicial nesse caso.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um paciente obeso de 38 anos de idade, tabagista, queixou-se ao médico que o atendeu em consulta ambulatorial de sensação de queimação retroesternal, após as refeições ou quando deitado, que o acometia havia dois meses. Negou outros antecedentes patológicos, pessoais ou familiares. O exame físico não revelou anormalidades significativas.
Com base no caso hipotético precedente, julgue os itens que se seguem.
O paciente deve ser orientado a abandonar o hábito de fumar tabaco, para a redução da frequência e da gravidade dos sintomas.Resolução comentada
Análise das alternativas
A glomerulonefrite persistente que agrava a função renal é sempre acompanhada de nefrite intersticial, fibrose renal e atrofia tubular.
Na síndrome nefrótica, o edema secundário à retenção de sal e água não deve ser controlado com o uso de diuréticos, sob o risco de forte depleção do volume intravascular.Resolução comentada
Análise das alternativas
A insuficiência renal aguda é frequentemente atribuída à necrose tubular aguda, sendo a confirmação pela biópsia de necrose tubular mais facilmente documentada nos casos de isquemia e sepse.Resolução comentada
Análise das alternativas
São fatores de risco independentemente associados à pielonefrite em mulheres jovens e saudáveis: relações sexuais frequentes; novo parceiro sexual; infecção do trato urinário (ITU) nos 12 meses precedentes ao diagnóstico de pielonefrite; história materna de ITU; diabetes; incontinência urinária.Resolução comentada
Análise das alternativas
É neutro, ou mesmo reduzido, o risco de formação de cálculos de oxalato de cálcio em homens que fazem uso de suplementos com vitamina C.Resolução comentada
Análise das alternativas
A tireoidite silenciosa diferencia-se da tireoidite subaguda por ter, além do bócio indolor, VHS elevado e pela ausência de anticorpos contra TPO.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em relação à ética médica e à bioética, julgue os próximos itens.
Em relação à ética médica e à bioética, julgue os próximos itens.
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Julgue os itens subsecutivos, a respeito de doenças renais e urológicas.
Julgue os itens subsecutivos, a respeito de doenças renais e urológicas.
Julgue os itens subsecutivos, a respeito de doenças renais e urológicas.
Julgue os itens subsecutivos, a respeito de doenças renais e urológicas.
Julgue os itens subsecutivos, a respeito de doenças renais e urológicas.
Julgue os itens subsequentes, relativos a doenças endócrinas.