← Voltar para a lista de provas Polícia Federal · Médico Clínico 70 questões nesta prova · página 3 de 4 · 68 com gabarito Questão anulada Gabarito disponível Forrest IIa: terapia endoscópica mais IBP em dose alta por 3 dias. Úlceras Forrest Ia, Ib e IIa são de alto risco e exigem tratamento endoscópico. Após o procedimento, usa-se IBP em dose alta, em bolus seguido de infusão contínua ou doses intermitentes, por 72 horas. O manejo descrito está de acordo com as diretrizes. A) Certa: conduta adequada ao estigma de alto risco. B) Errada: contestaria a conduta padrão para o Forrest IIa. Referência: Diretrizes de manejo da hemorragia digestiva alta não varicosa. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A psoríase pode evoluir para artrite psoriásica, com dactilite. Cerca de 10 a 30% dos pacientes com psoríase desenvolvem artrite psoriásica, em geral anos após as lesões cutâneas. A dactilite ('dedo em salsicha') é uma manifestação característica. Por isso é indicada a avaliação periódica das articulações. A) Certa: a avaliação de rotina é recomendada. B) Errada: negaria a associação conhecida entre psoríase e artrite psoriásica. Referência: Artrite psoriásica e comorbidades da psoríase. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O fenômeno de Koebner é típico da psoríase e reforça o diagnóstico. O fenômeno isomórfico de Koebner, com surgimento de lesões em áreas de trauma, ocorre na psoríase, assim como no líquen plano e no vitiligo. Quando presente, reforça o diagnóstico de psoríase vulgar. A) Certa: o fenômeno é característico da doença. B) Errada: negaria uma associação clássica. Referência: Psoríase: sinais clínicos (Koebner, Auspitz). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O prurido não afasta psoríase. Prurido ocorre em boa parte dos pacientes com psoríase. O quadro descrito é típico: placas bem delimitadas com escama prateada em áreas extensoras e couro cabeludo, e melhora no verão (fotossensibilidade benéfica). A dermatite atópica envolve classicamente as flexuras, com prurido intenso. A) Errada: o prurido não é critério de exclusão. B) Certa: o quadro continua compatível com psoríase. Referência: Quadro clínico da psoríase vulgar. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Síndrome paraneoplásica entra como diagnóstico diferencial, conforme o gabarito. Placas eritêmato-descamativas psoriasiformes podem ser manifestação cutânea paraneoplásica, como na acroceratose paraneoplásica de Bazex. Por isso a possibilidade deve ser lembrada no diferencial, embora seja pouco provável neste caso, de longa evolução e com a apresentação típica de psoríase. A) Certa conforme o gabarito. B) Errada: desconsideraria o diferencial das dermatoses psoriasiformes paraneoplásicas. Referência: Dermatoses paraneoplásicas e diagnóstico diferencial da psoríase. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O BiPAP não é contraindicado na apneia do sono. A pressão positiva é pilar do tratamento, e o CPAP é a primeira linha. O BiPAP é uma alternativa útil em pacientes que não toleram pressões altas de CPAP ou que têm hipoventilação associada, como na síndrome de obesidade-hipoventilação. Logo, não é contraindicado. A) Errada: a parte sobre a contraindicação do BiPAP é falsa. B) Certa: o BiPAP tem indicações específicas. Referência: Tratamento da AOS com pressão positiva (CPAP/BiPAP). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A idade é fator de risco, mas atribuir os sintomas ao envelhecimento atrasa o diagnóstico. A prevalência da AOS aumenta com a idade. Como alterações do sono são vistas como 'normais' no envelhecimento, a doença é subdiagnosticada em idosos, o que dificulta a investigação. A) Certa: as duas partes do item estão corretas. B) Errada: negaria um fator de risco bem estabelecido e a realidade do subdiagnóstico. Referência: Apneia obstrutiva do sono no idoso. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A AOS não é exclusiva de obesos. A obesidade é um fator de risco importante, mas a AOS ocorre também em indivíduos magros. Contribuem alterações craniofaciais (retrognatia), hipertrofia de amígdalas, obstrução nasal, sexo masculino, idade e menopausa. A) Errada: a palavra 'exclusiva' torna o item falso. B) Certa: a AOS tem múltiplos fatores de risco. Referência: Fatores de risco da apneia obstrutiva do sono. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Questionários alterados não bastam para diagnosticar apneia do sono. Berlin e Epworth são instrumentos de triagem e estimam risco ou sonolência. O diagnóstico exige exame objetivo do sono, polissonografia ou poligrafia domiciliar, com cálculo do índice de apneia-hipopneia. A) Errada: trataria triagem como diagnóstico. B) Certa: o diagnóstico depende de exame objetivo. Referência: Diretrizes de diagnóstico da apneia obstrutiva do sono. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O zumbido pode ter causas extra-cocleares e sistêmicas. O zumbido pode decorrer de distúrbios metabólicos (tireoide, diabetes), cardiovasculares (zumbido pulsátil), disfunção da articulação temporomandibular, alterações cervicais, medicamentos, ansiedade e depressão. Portanto não se restringe à cóclea ou ao labirinto. A) Errada: a afirmação de que só a cóclea ou o labirinto causam zumbido é falsa. B) Certa: o zumbido é multifatorial. Referência: Zumbido: etiologia e avaliação (Otorrinolaringologia). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito Certo: hidratação e repouso, com betaistina por períodos longos. Conforme o gabarito oficial, o tratamento inicial da labirintite viral é de suporte, com hidratação e repouso. Segundo o item, a betaistina pode ser usada por períodos prolongados sem inibir a compensação vestibular. Já os supressores vestibulares clássicos, como os benzodiazepínicos, devem ser usados por pouco tempo porque atrasam a compensação. A) Certa conforme o gabarito. B) Errada: não se sustenta, pois o item diferencia a betaistina dos supressores vestibulares. Referência: Tratamento das vestibulopatias periféricas agudas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A PAIR é neurossensorial, em geral irreversível, com dano coclear. A perda auditiva induzida por ruído resulta da lesão das células ciliadas externas da cóclea por exposição prolongada ao ruído. É neurossensorial, bilateral, geralmente simétrica e irreversível, embora não progrida após cessar a exposição. A) Certa: descreve corretamente a natureza da PAIR. B) Errada: contradiria o mecanismo coclear e a irreversibilidade. Referência: Perda auditiva induzida por ruído (Otorrinolaringologia / Saúde do trabalhador). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A frequência de 4 kHz é muito relevante para detectar perdas auditivas precoces. Em perdas como a induzida por ruído, a lesão inicial costuma aparecer como entalhe em 3, 4 ou 6 kHz. Por isso as frequências agudas são importantes para a detecção precoce, e o item está errado ao dizer que são menos relevantes. A) Errada: aceitaria uma premissa falsa sobre a relevância de 4 kHz. B) Certa: 4 kHz é frequência-chave no diagnóstico precoce. Referência: Audiometria tonal e PAIR (Otorrinolaringologia). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A neurite vestibular não cursa com sintomas cocleares, ao contrário da labirintite. A neurite vestibular acomete o nervo vestibular e causa vertigem aguda prolongada, náuseas e nistagmo, com audição preservada. Na labirintite, o labirinto como um todo é afetado, e por isso há sintomas cocleares, como hipoacusia e zumbido. A) Certa: a ausência de sintomas auditivos distingue a neurite da labirintite. B) Errada: negaria essa diferença clínica básica. Referência: Síndromes vestibulares periféricas agudas (Otorrinolaringologia). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Nistagmo puramente vertical na vertigem aguda sugere causa central. O nistagmo vertical puro (em geral downbeat ou upbeat) não é produzido por lesão do labirinto ou do nervo vestibular periférico. Indica comprometimento de tronco encefálico ou cerebelo, como no AVC de circulação posterior. O nistagmo periférico costuma ser horizonto-rotatório, unidirecional e inibido pela fixação do olhar. A) Certa: descreve corretamente o sinal de alerta central. B) Errada: negaria um achado clássico do exame HINTS e da diferenciação central x periférica. Referência: Exame HINTS e diferenciação entre vertigem central e periférica (Otorrinolaringologia/Neurologia). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Ferritina é reduzida pela deficiência de ferro; inflamação e doença hepática a elevam. A ferritina é proteína de fase aguda: inflamação, doença hepática e outras condições a elevam, podendo mascarar a deficiência de ferro. O item erra ao dizer que essas situações a reduzem. A hemossiderose pulmonar idiopática também não reduz a ferritina sérica. Certo: incorreto, pois inflamação e hepatopatia aumentam a ferritina, não a reduzem. Errado: correto. Referência: Williams Hematology; Hoffbrand. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O diagnóstico mais provável é anemia ferropriva, não talassemia. Ferritina baixa, RDW aumentado, plaquetas no limite superior, reticulócitos baixos, pagofagia e glossite apontam para deficiência de ferro. Na talassemia, a ferritina é normal ou alta e o RDW costuma ser normal, com contagem de eritrócitos normal ou elevada. Certo: incorreto, pois o quadro não sustenta talassemia. Errado: correto. Referência: Williams Hematology; Hoffbrand. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Investigar causas de perda de ferro na anemia ferropriva. Em mulher de 45 anos com ferropenia, deve-se investigar perdas menstruais aumentadas, sangramento gastrointestinal e causas de má absorção, como cirurgia bariátrica. Esses são os principais mecanismos de deficiência de ferro nessa faixa. Certo: correto. Errado: incorreto, pois a investigação da causa é parte essencial da conduta. Referência: Williams Hematology; Hoffbrand. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Achados do hemograma compatíveis com anemia ferropriva. Redução de hemoglobina e de eritrócitos, microcitose, hipocromia, células em alvo e RDW aumentado (anisocitose) são esperados na anemia ferropriva. Com ferritina baixa e sintomas como glossite, queilite e pagofagia, é o diagnóstico mais provável. Certo: correto. Errado: incorreto, pois o quadro descrito é típico. Referência: Williams Hematology; Hoffbrand. Resolução comentada do VaiConcursos.Polícia Federal — Concurso Público 2025 (Edital nº 1 – PF – Administrativo) — Cargo 7: Médico Clínico — Conhecimentos Específicos
Em 10% a 20% dos casos de reação anafilática, as crises são bifásicas, podendo ocorrer sintomas como dispneia, prurido, urticária e angioedema aproximadamente 1 hora após a resolução da crise inicial.
Considere que um paciente do sexo masculino, de 40 anos de idade, previamente hígido, sem comorbidades, relate, em atendimento no pronto-socorro, história de hematêmese e melena há 4 horas. Considere, ainda, que, após estabilização hemodinâmica com cristaloides e avaliação dos níveis de hemoglobina e hematócrito, que estavam levemente alterados, ele seja submetido a uma endoscopia digestiva alta, na qual seja descoberta úlcera gástrica de 1,5 cm de diâmetro, classificada pelo endoscopista como Forrest IIa, ou seja, úlcera hemorrágica com coto vascular visível, sem sangramento ativo. Nesse caso, é correto realizar a terapia endoscópica e iniciar tratamento medicamentoso com um inibidor de bomba de prótons (IBP) in bolus intravenoso ou oral em dose alta, seguido de doses altas de IBP por mais 3 dias, realizadas de modo contínuo IV ou intermitente (IV ou VO).Resolução comentada
Análise das alternativas
Um paciente de 45 anos de idade apresenta histórico de lesões cutâneas recorrentes há 5 anos, caracterizadas por placas eritematosas e descamativas localizadas nos cotovelos, joelhos e couro cabeludo. Refere prurido ocasional e melhora dos sintomas durante o verão. Ao exame físico, observam-se eritema bem delimitado e descamação prateada nas áreas afetadas.
Considerando o caso clínico precedente, julgue os itens que se seguem.
O referido paciente deve ser rotineiramente avaliado dada a possibilidade de o quadro clínico apresentado evoluir, nos próximos anos, para artrite com dactilite.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um paciente de 45 anos de idade apresenta histórico de lesões cutâneas recorrentes há 5 anos, caracterizadas por placas eritematosas e descamativas localizadas nos cotovelos, joelhos e couro cabeludo. Refere prurido ocasional e melhora dos sintomas durante o verão. Ao exame físico, observam-se eritema bem delimitado e descamação prateada nas áreas afetadas.
Considerando o caso clínico precedente, julgue os itens que se seguem.
O fenômeno de Koebner, caracterizado pelo surgimento de lesões em áreas de trauma, fortalece o diagnóstico mais provável do caso clínico em questão.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um paciente de 45 anos de idade apresenta histórico de lesões cutâneas recorrentes há 5 anos, caracterizadas por placas eritematosas e descamativas localizadas nos cotovelos, joelhos e couro cabeludo. Refere prurido ocasional e melhora dos sintomas durante o verão. Ao exame físico, observam-se eritema bem delimitado e descamação prateada nas áreas afetadas.
Considerando o caso clínico precedente, julgue os itens que se seguem.
A presença de prurido ajuda a afastar o diagnóstico de psoríase para esse caso clínico, fortalecendo o diagnóstico de dermatite atópica.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um paciente de 45 anos de idade apresenta histórico de lesões cutâneas recorrentes há 5 anos, caracterizadas por placas eritematosas e descamativas localizadas nos cotovelos, joelhos e couro cabeludo. Refere prurido ocasional e melhora dos sintomas durante o verão. Ao exame físico, observam-se eritema bem delimitado e descamação prateada nas áreas afetadas.
Considerando o caso clínico precedente, julgue os itens que se seguem.
Uma síndrome paraneoplásica é um diagnóstico diferencial a ser considerado para o caso clínico em tela.Resolução comentada
Análise das alternativas
A terapia com pressão positiva noturna é um dos pilares do tratamento da apneia do sono, sendo o uso do CPAP uma das principais formas terapêuticas, e o do BiPAP, contraindicado.Resolução comentada
Análise das alternativas
A idade avançada é fator de risco para a apneia obstrutiva do sono, entretanto a percepção de que os distúrbios do sono surgem em decorrência do envelhecimento pode dificultar o diagnóstico de apneia em indivíduos idosos.Resolução comentada
Análise das alternativas
A apneia obstrutiva do sono é uma doença exclusiva de indivíduos obesos.Resolução comentada
Análise das alternativas
Questionários como o de Berlin e a escala de sonolência de Epworth com pontuações alteradas são suficientes para o diagnóstico de apneia do sono.Resolução comentada
Análise das alternativas
O zumbido é um sintoma diretamente relacionado a uma disfunção da cóclea ou do labirinto, não podendo ser causado por disfunções de outros sistemas orgânicos.Resolução comentada
Análise das alternativas
O tratamento inicial da labirintite viral consiste em hidratação e repouso, podendo a vertigem ser tratada por períodos longos, de até meses de duração, com anti-histamínicos seletivos, como a betaistina, que são seguros no que se refere à inibição da compensação vestibular.Resolução comentada
Análise das alternativas
A perda auditiva induzida por ruído é uma forma comum de perda auditiva de mecanismo neurossensorial, geralmente irreversível e caracterizada por danos cocleares.Resolução comentada
Análise das alternativas
A audiometria tonal avalia a audição em diferentes frequências, sendo as frequências mais altas, como a de 4 kHz, menos relevantes para a detecção de perdas auditivas precoces.Resolução comentada
Análise das alternativas
A neurite vestibular, diferentemente da labirintite, caracteriza-se clinicamente pela ausência de sintomas cocleares, como perda auditiva ou zumbido.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em casos de vertigem aguda, a presença de nistagmo puramente vertical é sugestiva de uma causa central, como um acidente vascular cerebral, e não periférica, como uma labirintopatia.Resolução comentada
Análise das alternativas
Paciente do sexo feminino, de 45 anos de idade, relata, em consulta médica, fadiga e intolerância ao exercício, cefaleia, queda de cabelo e pagofagia com início há alguns meses. Nega qualquer comorbidade quando questionada. Ao exame físico, observam-se quilate angular e glossite atrófica, sem outros achados anormais. O médico solicitou a realização de hemograma, ferritina e contagem de reticulócitos. Hemoglobina: 9,8g/dL (12-16g/dL); eritrócitos 3,8 milhões/mm3 (4,5-6 milhões/mm3); VCM 72fL (80-100fL); HCM 22pg (27-32pg); CHCM 28g/dL (32-36g/dL), RDW 17% (11,5-14,5%), leucócitos totais 7800/mm3 (4000-10000/mm3), plaquetas 450000/mm3 (150000-450000/mm3). Presença de células em alvo. Contagem de reticulócitos (porcentagem): 0,4% (0,5-1,5%). Ferritina: 10ng/ml(12-240ng/ml).
A partir do caso clínico precedente, julgue os próximos itens.
Na análise do resultado da ferritina, seus níveis devem ser interpretados com cautela, pois algumas situações podem reduzi-la, tais como inflamação, doença hepática e hemossiderose pulmonar idiopática.Resolução comentada
Análise das alternativas
Paciente do sexo feminino, de 45 anos de idade, relata, em consulta médica, fadiga e intolerância ao exercício, cefaleia, queda de cabelo e pagofagia com início há alguns meses. Nega qualquer comorbidade quando questionada. Ao exame físico, observam-se quilate angular e glossite atrófica, sem outros achados anormais. O médico solicitou a realização de hemograma, ferritina e contagem de reticulócitos. Hemoglobina: 9,8g/dL (12-16g/dL); eritrócitos 3,8 milhões/mm3 (4,5-6 milhões/mm3); VCM 72fL (80-100fL); HCM 22pg (27-32pg); CHCM 28g/dL (32-36g/dL), RDW 17% (11,5-14,5%), leucócitos totais 7800/mm3 (4000-10000/mm3), plaquetas 450000/mm3 (150000-450000/mm3). Presença de células em alvo. Contagem de reticulócitos (porcentagem): 0,4% (0,5-1,5%). Ferritina: 10ng/ml(12-240ng/ml).
A partir do caso clínico precedente, julgue os próximos itens.
O caso em questão, tem como diagnóstico mais provável uma talassemia, caracterizada pela redução na produção da alfa-globina e beta-globina, e que, apresenta uma contagem de células vermelhas baixa, VCM baixo e um RDW aumentado, assim como no caso descrito.Resolução comentada
Análise das alternativas
Paciente do sexo feminino, de 45 anos de idade, relata, em consulta médica, fadiga e intolerância ao exercício, cefaleia, queda de cabelo e pagofagia com início há alguns meses. Nega qualquer comorbidade quando questionada. Ao exame físico, observam-se quilate angular e glossite atrófica, sem outros achados anormais. O médico solicitou a realização de hemograma, ferritina e contagem de reticulócitos. Hemoglobina: 9,8g/dL (12-16g/dL); eritrócitos 3,8 milhões/mm3 (4,5-6 milhões/mm3); VCM 72fL (80-100fL); HCM 22pg (27-32pg); CHCM 28g/dL (32-36g/dL), RDW 17% (11,5-14,5%), leucócitos totais 7800/mm3 (4000-10000/mm3), plaquetas 450000/mm3 (150000-450000/mm3). Presença de células em alvo. Contagem de reticulócitos (porcentagem): 0,4% (0,5-1,5%). Ferritina: 10ng/ml(12-240ng/ml).
A partir do caso clínico precedente, julgue os próximos itens.
No caso em questão, a paciente deve ser questionada ativamente, na anamnese, quanto à possibilidade de perda sanguínea, perdas menstruais aumentadas e cirurgia bariátrica prévia.Resolução comentada
Análise das alternativas
Paciente do sexo feminino, de 45 anos de idade, relata, em consulta médica, fadiga e intolerância ao exercício, cefaleia, queda de cabelo e pagofagia com início há alguns meses. Nega qualquer comorbidade quando questionada. Ao exame físico, observam-se quilate angular e glossite atrófica, sem outros achados anormais. O médico solicitou a realização de hemograma, ferritina e contagem de reticulócitos. Hemoglobina: 9,8g/dL (12-16g/dL); eritrócitos 3,8 milhões/mm3 (4,5-6 milhões/mm3); VCM 72fL (80-100fL); HCM 22pg (27-32pg); CHCM 28g/dL (32-36g/dL), RDW 17% (11,5-14,5%), leucócitos totais 7800/mm3 (4000-10000/mm3), plaquetas 450000/mm3 (150000-450000/mm3). Presença de células em alvo. Contagem de reticulócitos (porcentagem): 0,4% (0,5-1,5%). Ferritina: 10ng/ml(12-240ng/ml).
A partir do caso clínico precedente, julgue os próximos itens.
A presença de valores abaixo do limite de referência da hemoglobina e da contagem total de células vermelhas, microcitose, hipocromia e células em alvo no esfregaço de sangue periférico, associada a um RDW aumentado, são alterações esperadas na anemia por deficiência de ferro, diagnóstico mais provável para o caso em questão.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em relação a emergências clínicas, julgue os itens a seguir.
Em relação a emergências clínicas, julgue os itens a seguir.
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Julgue os próximos itens, a respeito de distúrbios do sono.
Julgue os próximos itens, a respeito de distúrbios do sono.
Julgue os próximos itens, a respeito de distúrbios do sono.
Julgue os próximos itens, a respeito de distúrbios do sono.
Julgue os seguintes itens, relativos a patologias do ouvido e aspectos correlatos.
Julgue os seguintes itens, relativos a patologias do ouvido e aspectos correlatos.
Julgue os seguintes itens, relativos a patologias do ouvido e aspectos correlatos.
Julgue os seguintes itens, relativos a patologias do ouvido e aspectos correlatos.
Julgue os seguintes itens, relativos a patologias do ouvido e aspectos correlatos.
Julgue os seguintes itens, relativos a patologias do ouvido e aspectos correlatos.
Texto-base:
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Texto-base:
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