← Voltar para a lista de provas Polícia Federal · Psicólogo Clínico 70 questões nesta prova · página 2 de 4 · 68 com gabarito Questão anulada Gabarito disponível É vedado normatizar o uso de práticas psicológicas como castigo ou tortura. A Res. CFP 31/2022 impõe que a produção e a aplicação de testes respeitem princípios éticos e os direitos humanos. Isso inclui a vedação de práticas psicológicas usadas como instrumento de castigo, tortura ou outras violações de direitos. O item reproduz essa vedação, e o gabarito é Certo. A) Certo: correta, conforme o gabarito oficial. B) Errado: errada, pois a vedação existe. Referência: Resolução CFP n.º 31/2022; Código de Ética Profissional do Psicólogo Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Reapresentação de teste com parecer desfavorável: o prazo de 90 dias não confere com a resolução. O item está errado porque o prazo e/ou as condições de reapresentação de testes com parecer desfavorável não são os indicados. A Res. CFP 31/2022 trata da reapresentação, mas o prazo de 90 dias citado não corresponde ao que ela prevê. Por isso o gabarito é Errado. A) Certo: errada, pois o prazo apresentado não corresponde ao da resolução. B) Errado: correta, conforme o gabarito oficial. Referência: Resolução CFP n.º 31/2022 (SATEPSI) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Tramitação no SATEPSI: o número de pareceristas e as etapas do item não conferem com a Res. 31/2022. O item está errado porque descreve de forma inexata o fluxo de tramitação. A Res. CFP 31/2022 prevê a submissão online, a análise por pareceristas ad hoc, o relatório e a decisão do Plenário. O número de pareceristas e a sequência apresentados no item não correspondem ao que a norma estabelece. Por isso o gabarito é Errado. A) Certo: errada, pois o item traz detalhes do trâmite que não correspondem à resolução. B) Errado: correta, conforme o gabarito oficial. Referência: Resolução CFP n.º 31/2022 (SATEPSI) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível É permitido usar procedimentos e recursos auxiliares na avaliação psicológica, inclusive técnicas não psicológicas com respaldo científico e relatórios multiprofissionais. A Resolução CFP 31/2022 admite, como fontes fundamentais ou complementares de informação, procedimentos e recursos auxiliares, como técnicas e instrumentos não psicológicos com respaldo científico e documentos de equipes multiprofissionais. A avaliação psicológica é um processo amplo, que não se restringe a testes psicológicos. Certo: coincide com a previsão normativa. Errado: contraria a possibilidade de recursos auxiliares. Referência: Resolução CFP nº 31/2022. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Para testes projetivos ou expressivos, dispensa-se a apresentação de evidências empíricas sobre as características técnicas dos itens. Conforme o gabarito, a Resolução CFP 31/2022 dispensa a apresentação de evidências sobre as características dos itens (como análise de itens) para testes projetivos ou expressivos, pois a natureza desses instrumentos, sem itens como nos testes psicométricos tradicionais, torna essa exigência inaplicável. Os demais requisitos de validade, precisão e normatização permanecem. Certo: conforme a resolução e o gabarito. Errado: ignora a exceção prevista para métodos projetivos e expressivos. Referência: Resolução CFP nº 31/2022. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O prazo de validade do documento é definido por norma específica, sem o limite de dois anos indicado. O gabarito considera o item errado: a validade do conteúdo do documento é tratada conforme as normas específicas aplicáveis, e o limite de dois anos a contar da avaliação apresentado no enunciado não corresponde ao previsto. O prazo deve ser verificado no texto da resolução e na legislação específica. Certo: fixa prazo máximo que não corresponde ao texto normativo. Errado: correto, conforme o gabarito. Referência: Resolução CFP nº 01/2022; legislação sobre registro e porte de arma de fogo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Para juízo crítico e comportamento, a resolução exige mais do que entrevista estruturada, como entrevista semiestruturada e fontes complementares conforme o caso. O item está errado porque descreve de forma inexata os procedimentos para avaliar juízo crítico e comportamento. A resolução estabelece entrevista psicológica (em geral semiestruturada) e uso de fontes de informação, em vez de impor entrevista estruturada com fontes apenas facultativas. Os detalhes exatos do texto normativo devem ser conferidos na resolução. Certo: altera o tipo de entrevista e o caráter das fontes complementares. Errado: correto, conforme o gabarito. Referência: Resolução CFP nº 01/2022. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Devem ser avaliados aspectos cognitivos, traços de personalidade e juízo crítico e comportamento. A avaliação psicológica para registro e porte de arma de fogo contempla as características psicológicas relacionadas a aspectos cognitivos, traços de personalidade e juízo crítico e comportamento. O item reproduz esse conteúdo conforme o gabarito. Certo: conforme a resolução. Errado: nega o escopo previsto. Referência: Resolução CFP nº 01/2022. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Não se exige vínculo com escola de formação ou clube de tiro; exige-se credenciamento na PF e registro ativo no CRP. Os profissionais devem ser credenciados na Polícia Federal e ter registro ativo no CRP. A exigência de vínculo com escola de formação ou clube de tiro é indevida e, ao contrário, a resolução busca garantir a independência da avaliação em relação a esses locais. Por isso o item está errado. Certo: acrescenta requisito inexistente (vínculo com clube de tiro). Errado: correto. Referência: Resolução CFP nº 01/2022. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A avaliação não deve mapear o perfil psicológico dos trabalhadores; o foco é o contexto de trabalho. A avaliação de riscos psicossociais foca a organização, o ambiente e a gestão do trabalho, e não o perfil psicológico individual dos trabalhadores. Assim, o trecho 'mapear o perfil psicológico dos trabalhadores da organização' torna o item incorreto, embora o restante (evidências sobre aspectos nocivos e subsídio a programas de saúde e segurança) esteja adequado. Certo: inclui finalidade indevida, a de mapear perfil psicológico. Errado: correto. Referência: Resolução CFP nº 14/2023. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A avaliação de riscos psicossociais não é exclusiva da psicologia nem individual: envolve equipes multidisciplinares. A avaliação de riscos psicossociais relacionados ao trabalho é realizada de forma coletiva e interdisciplinar, em articulação com outros profissionais e com os trabalhadores. A psicóloga ou o psicólogo atua dentro de sua competência, sem exclusividade nem isolamento. Logo, o item está errado. Certo: afirma exclusividade e atuação individual, incompatíveis com a natureza multidisciplinar da avaliação. Errado: correto. Referência: Resolução CFP nº 14/2023. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A resolução prevê a investigação das características das pessoas trabalhadoras, dos processos de trabalho e do contexto organizacional. Segundo o gabarito oficial, o item está correto: a avaliação de riscos psicossociais envolve investigar as características psicológicas das pessoas trabalhadoras, bem como as dos processos de trabalho e do contexto organizacional, o que reflete a natureza multifatorial desses riscos. Certo: conforme o gabarito. Errado: contraria o texto da resolução adotado pela banca. Referência: Resolução CFP nº 14/2023. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A atuação deve atender às necessidades dos diversos exames ocupacionais, conforme a resolução. Conforme o gabarito oficial, a Resolução CFP 14/2023 prevê que a avaliação de riscos psicossociais pela psicóloga e pelo psicólogo deve atender às necessidades dos exames admissionais, demissionais, periódicos, de retorno ao trabalho, de mudança de função, entre outras. O item reproduz essa previsão. Certo: correspondente à resolução. Errado: contraria o texto normativo. Referência: Resolução CFP nº 14/2023. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Há delírios, alucinações aparentes e desorganização: sintomas positivos. Os sintomas positivos incluem delírios, alucinações e fala/comportamento desorganizados. Marcos tem ideias delirantes (grandeza, mística e de influência: corpo levado pela luz, tribunal, consagração), fala ininteligível (neologismos ou glossolalia) e comportamento desorganizado. Portanto, o quadro tem sintomas positivos. Certo: correto. Errado: ignora os delírios e a desorganização evidentes. Referência: DSM-5-TR: critérios A da esquizofrenia. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Comportamento bizarro e alogia não são ambos sintomas negativos; o comportamento bizarro é positivo/desorganizado. Sintomas negativos incluem embotamento afetivo, alogia, avolição, anedonia e isolamento social. O comportamento bizarro (como ficar nu de cócoras no quintal) pertence aos sintomas positivos/desorganizados. Além disso, Marcos não demonstra alogia: ele grita e fala muito, mesmo que de modo incoerente. Portanto, a assertiva está incorreta. Certo: classifica erroneamente o comportamento bizarro e atribui alogia ao paciente. Errado: correto. Referência: Psicopatologia da esquizofrenia: sintomas positivos, negativos e desorganizados. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Há prejuízo de várias funções psíquicas e queda do funcionamento global. Marcos apresenta alteração do pensamento (delírios e discurso desorganizado), da sensopercepção, da consciência/orientação, do sono, da alimentação e do autocuidado. Há também dificuldades históricas na escola, no trabalho e nas relações. Isso configura comprometimento de funções psíquicas e empobrecimento do funcionamento global. Certo: correto. Errado: desconsidera o declínio evidente descrito no caso. Referência: DSM-5-TR: critério de prejuízo funcional na esquizofrenia. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Afeto pueril e desorganização progressiva são marcas da esquizofrenia, não das psicoses reativas. As psicoses reativas (psicogênicas) têm início agudo ligado a um estressor claro e evolução breve, com bom prognóstico. Afeto pueril (hebefrenia) e desorganização progressiva do pensamento indicam processo esquizofrênico de curso insidioso. Assim, no caso, essas características não são tomadas para o diagnóstico diferencial de psicoses reativas, mas apontam para esquizofrenia. Certo: atribui às psicoses reativas características do quadro esquizofrênico. Errado: correto conforme o gabarito. Referência: Psicopatologia clássica: psicoses reativas x esquizofrenia. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os sintomas duram mais de 6 meses, o que afasta transtorno psicótico breve e sugere esquizofrenia. O transtorno psicótico breve dura de 1 dia a menos de 1 mês, com retorno completo ao nível de funcionamento prévio. Marcos tem alterações há cerca de 6 meses (pródromo com desorganização do pensamento), dificuldades antigas de funcionamento e sintomas psicóticos ativos há 1,5 mês, quadro compatível com esquizofrenia. Logo, não preenche critérios para psicose breve. Certo: ignora a duração e o curso prolongado. Errado: correto. Referência: DSM-5-TR: transtorno psicótico breve e esquizofrenia (critério de duração). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível No surto agudo, o primeiro momento exige estabilização medicamentosa; TCC e treino de habilidades vêm depois. Em quadro agudo, com agitação, confusão e insônia, a prioridade inicial é a intervenção medicamentosa (antipsicóticos), a contenção do risco e o manejo da crise. TCC e treinamento de habilidades sociais exigem capacidade de engajamento e são indicados após a remissão da fase aguda, como terapia adjuvante. Por isso, não são indicados conjuntamente em um primeiro momento. Certo: ignora o estado agudo do paciente, que inviabiliza essas técnicas de início. Errado: correto. Referência: Diretrizes de tratamento da esquizofrenia (fase aguda x fase de estabilização). Resolução comentada do VaiConcursos.Polícia Federal — Concurso PF Administrativo 2025 — Cargo 11: Psicólogo Clínico — Conhecimentos Específicos
A quebra do sigilo profissional é facultada ao psicólogo ou à psicóloga nos casos envolvendo violência de gênero, quando o profissional pode prestar informações a familiares do paciente se considerar que está em risco a segurança da pessoa que sofreu a violência.
O Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (SATEPSI) tem por objetivo avaliar a qualidade técnico-científica de instrumentos psicológicos para uso profissional.
Resolução n.º 31/2022 do Conselho Federal de Psicologia
Com base na resolução n.º 31/2022 do Conselho Federal de Psicologia (CFP), julgue os itens a seguir.
Na produção, validação, tradução, adaptação, normatização, comercialização e aplicação de testes psicológicos, é vedado normatizar a utilização de práticas psicológicas como instrumento de castigo ou tortura.Resolução comentada
Análise das alternativas
O Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (SATEPSI) tem por objetivo avaliar a qualidade técnico-científica de instrumentos psicológicos para uso profissional.
Resolução n.º 31/2022 do Conselho Federal de Psicologia
Com base na resolução n.º 31/2022 do Conselho Federal de Psicologia (CFP), julgue os itens a seguir.
Os testes psicológicos com parecer final desfavorável do CFP poderão ser reapresentados somente após 90 dias da decisão proferida pelo plenário do conselho e seguirão o trâmite dos testes psicológicos submetidos ao SATEPSI.Resolução comentada
Análise das alternativas
O Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (SATEPSI) tem por objetivo avaliar a qualidade técnico-científica de instrumentos psicológicos para uso profissional.
Resolução n.º 31/2022 do Conselho Federal de Psicologia
Com base na resolução n.º 31/2022 do Conselho Federal de Psicologia (CFP), julgue os itens a seguir.
São etapas que compõe o processo de tramitação dos testes psicológicos submetidos ao SATEPSI a submissão online ao SATEPSI, a designação de três pareceristas ad hoc para análise, a elaboração, pelos pareceristas, de relatório conclusivo e a apreciação e decisão pelo plenário do CFP do relatório dos pareceristas.Resolução comentada
Análise das alternativas
O Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (SATEPSI) tem por objetivo avaliar a qualidade técnico-científica de instrumentos psicológicos para uso profissional.
Resolução n.º 31/2022 do Conselho Federal de Psicologia
Com base na resolução n.º 31/2022 do Conselho Federal de Psicologia (CFP), julgue os itens a seguir.
Os profissionais da psicologia podem recorrer a procedimentos e recursos auxiliares na avaliação psicológica, como, por exemplo, técnicas e instrumentos não psicológicos que possuam respaldo da literatura científica e relatórios de equipes multiprofissionais.Resolução comentada
Análise das alternativas
O Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (SATEPSI) tem por objetivo avaliar a qualidade técnico-científica de instrumentos psicológicos para uso profissional.
Resolução n.º 31/2022 do Conselho Federal de Psicologia
Com base na resolução n.º 31/2022 do Conselho Federal de Psicologia (CFP), julgue os itens a seguir.
Em se tratando de testes psicológicos que utilizem métodos projetivos ou expressivos, dispensa-se, para que sejam reconhecidos para o uso profissional de psicólogos e psicólogas, a apresentação de evidências empíricas sobre as características técnicas dos itens do teste psicológico.Resolução comentada
Análise das alternativas
O prazo de validade do conteúdo do documento psicológico que resulta da avaliação psicológica será estabelecido por normas específicas, não podendo ultrapassar o prazo máximo de dois anos, a contar da data de realização da avaliação psicológica do interessado ao registro e posse de arma de fogo.Resolução comentada
Análise das alternativas
No que tange estritamente à avaliação do juízo crítico e do comportamento do interessado nos procedimentos de avaliação psicológica para o registro e porte de arma de fogo, a psicóloga ou o psicólogo devem realizar entrevista psicológica estruturada e poderão recorrer a fontes complementares de informação.Resolução comentada
Análise das alternativas
Na avaliação psicológica para registro e porte de arma de fogo, devem ser avaliadas as características psicológicas do interessado relacionadas a aspectos cognitivos, traços de personalidade e juízo crítico e comportamento.Resolução comentada
Análise das alternativas
Os profissionais da psicologia responsáveis pela realização de avaliação psicológica para registro e porte de arma de fogo devem estar credenciados na Polícia Federal, ter vínculo com escola de formação ou clube de tiro da região e ter registro ativo no conselho regional de psicologia.Resolução comentada
Análise das alternativas
Os resultados do processo de avaliação de riscos psicossociais relacionados ao trabalho devem assegurar as evidências sobre os aspectos nocivos e perigosos do ambiente, da organização e da gestão do trabalho sobre a saúde mental, mapear o perfil psicológico dos trabalhadores da organização, informar para subsidiar o desenvolvimento e a implementação de programas de controle e monitoramento da saúde e da segurança no trabalho.Resolução comentada
Análise das alternativas
A avaliação de riscos psicossociais relacionados ao trabalho é atividade exclusiva dos profissionais de psicologia, que devem realizá-la individualmente, ainda que componham equipes multidisciplinares.Resolução comentada
Análise das alternativas
Ao realizar a avaliação de riscos psicossociais relacionadas ao trabalho, a psicóloga e o psicólogo devem investigar e diagnosticar as características psicológicas das pessoas trabalhadoras, as características dos processos de trabalho e do contexto organizacional.Resolução comentada
Análise das alternativas
Na avaliação de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, a atuação da psicóloga e do psicólogo deve atender às necessidades dos exames admissionais, demissionais, periódicos, de retorno ao trabalho, de mudança de atividade ou função, entre outras.Resolução comentada
Análise das alternativas
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral, acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência. Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga. Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu ‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil. Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Marcos apresenta um quadro clínico com sintomas positivos.Resolução comentada
Análise das alternativas
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral, acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência. Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga. Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu ‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil. Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
São sintomas negativos apresentados por Marcos o comportamento bizarro e a alogia.Resolução comentada
Análise das alternativas
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral, acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência. Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga. Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu ‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil. Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Marcos apresenta comprometimento de funções psíquicas e empobrecimento do funcionamento global.Resolução comentada
Análise das alternativas
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral, acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência. Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga. Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu ‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil. Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Marcos manifesta afeto pueril e pensamento progressivamente desorganizado, características clínicas a serem consideradas para diagnóstico diferencial no quadro de psicoses reativas.Resolução comentada
Análise das alternativas
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral, acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência. Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga. Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu ‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil. Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Marcos apresenta critérios para quadro de psicose breve.Resolução comentada
Análise das alternativas
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral, acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência. Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga. Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu ‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil. Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
A terapia cognitiva-comportamental e o treinamento de habilidades sociais são, em um primeiro momento, indicados para casos como o de Marcos, conjuntamente com a terapêutica medicamentosa.Resolução comentada
Análise das alternativas
Julgue os itens que se seguem, com relação à Resolução n.º 01/1999 e à Resolução n.º 08/2020 do Conselho Federal de Psicologia (CFP).
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De acordo com a Resolução n.º 01/2022 do Conselho Federal de Psicologia, julgue os itens subsequentes.
De acordo com a Resolução n.º 01/2022 do Conselho Federal de Psicologia, julgue os itens subsequentes.
De acordo com a Resolução n.º 01/2022 do Conselho Federal de Psicologia, julgue os itens subsequentes.
De acordo com a Resolução n.º 01/2022 do Conselho Federal de Psicologia, julgue os itens subsequentes.
Com base na Resolução n.º 14/2023 do Conselho Federal de Psicologia, julgue os itens que se seguem.
Com base na Resolução n.º 14/2023 do Conselho Federal de Psicologia, julgue os itens que se seguem.
Com base na Resolução n.º 14/2023 do Conselho Federal de Psicologia, julgue os itens que se seguem.
Com base na Resolução n.º 14/2023 do Conselho Federal de Psicologia, julgue os itens que se seguem.
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