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Marinha do Brasil — CP-CSM-CD/2018 — Cirurgião-Dentista — Ortodontia — Prova Amarela

Marinha do Brasil · Cirurgião-Dentista (Quadro de Cirurgiões-Dentistas do Corpo de Saúde da Marinha) — Ortodontia

Diretoria de Ensino da Marinha2018Superior

50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 47 com gabarito

Odontologia Preventiva Flúor — Mecanismo de Ação e Métodos de Aplicação

Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) 2018 Superior

Marinha do Brasil · Cirurgião-Dentista (Quadro de Cirurgiões-Dentistas do Corpo de Saúde da Marinha) — Ortodontia · Caderno Amarela

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O flúor tem papel decisivo no processo de reduzir a progressão das lesões de cárie ou a dissolução do esmalte, atuando como elemento cariostático. De acordo com Conceição et al. (2007), sobre o flúor, é correto afirmar que:
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Resolução comentada

Ação do flúor.

O flúor tem efeito antienzimático e antimicrobiano e, em altas concentrações, ação bactericida. Isso se soma ao efeito sobre a desmineralização e a remineralização.

Análise das alternativas

B é falsa: o flúor reduz a tensão superficial da superfície dentária. C é falsa: o mecanismo depende de baixa concentração mantida com alta frequência. D é falsa: o NaF a 2% é de aplicação profissional, não de uso exclusivamente caseiro. E é falsa: a literatura mostra eficácia semelhante entre gel, solução e verniz.

Referência: Conceição et al., Dentística: Saúde e Estética (2007).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Traumatismo Dentoalveolar — Reabsorção Radicular

Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) 2018 Superior

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Questão anulada

Segundo Miloro et al. (2016), dentre os possíveis traumas ao tecido periodontal, qual é o dano que apresenta a mais baixa frequência de reabsorção radicular?
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Patologia Bucal Anomalias Dentárias

Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) 2018 Superior

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Correlacione as anormalidades dentárias, segundo Regezi (2013), às suas características e assinale a opção que apresenta a sequência correta.

ANORMALIDADES DENTÁRIAS
I- Concrescência.
II- Fusão.
III- Geminação.
IV- Dilaceração.
V- Taurodontia.

CARACTERÍSTICAS
( ) É a fusão de dois dentes a partir de um único órgão do esmalte.
( ) É a união de dois germes dentários em desenvolvimento, resultando em uma única estrutura, aumentada.
( ) É uma forma de fusão em que os dentes adjacentes são unidos pelo cemento.
( ) O dente apresenta coroa alongada ou furca apicalmente deslocada, resultando no aumento da câmara pulpar.
( ) Variação no formato radicular, com a curvatura ou angulação acentuada.
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Resolução comentada

Correlação entre anomalias dentárias e suas características.

A geminação é a divisão de um único órgão do esmalte, e a fusão é a união de dois germes. A concrescência une dentes adjacentes pelo cemento. A taurodontia apresenta câmara pulpar aumentada com furca deslocada apicalmente. A dilaceração é a curvatura acentuada da raiz. A sequência é III, II, I, V, IV.

Análise das alternativas

As demais sequências trocam geminação com fusão ou taurodontia com dilaceração, o que contradiz as definições.

Referência: Regezi et al., Patologia Bucal (2013).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Farmacologia Interações Medicamentosas

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De acordo com Yagiela et al. (2011), as interações medicamentosas podem ser classificadas em cinco categorias. Quando há uma combinação de dois fármacos que não possuem as mesmas atividades farmacológicas e disso resulta um efeito maior de um fármaco do que o esperado, essa interação refere-se a que categoria?
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Resolução comentada

Categoria de interação em que um fármaco sem a mesma atividade amplia o efeito do outro.

Potencialização ocorre quando um fármaco sem atividade farmacológica semelhante aumenta o efeito de outro, resultando em efeito maior que o esperado.

Análise das alternativas

Somação e sinergismo ocorrem entre fármacos com atividades semelhantes. Efeito inesperado é uma reação nova, não prevista para nenhum dos dois. Antagonismo reduz ou anula o efeito.

Referência: Yagiela et al., Farmacologia e Terapêutica para Dentistas (2011).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Radiologia Odontológica Radiobiologia — Radiossensibilidade de Tecidos

Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) 2018 Superior

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A radiossensibilidade de um tecido ou órgão é medida por sua resposta à irradiação. A perda de um número moderado de células não afeta a função da maioria dos órgãos, no entanto, com a perda de um grande número de células, todos os organismos afetados apresentam resultados notáveis. A gravidade dessas alterações depende da dose e, portanto, da quantidade de células perdidas. Sendo assim, de acordo com White e Pharoah (2015), assinale a opção que apresenta somente órgãos / tecidos de radiossensibilidade relativa intermediária.
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Resolução comentada

Tecidos de radiossensibilidade intermediária.

Segundo White e Pharoah, pulmões, glândulas salivares e vasculatura fina estão no grupo de radiossensibilidade relativa intermediária, conforme o gabarito.

Análise das alternativas

Músculo e neurônios são pouco sensíveis, de radiossensibilidade baixa. Na A e na B, há tecidos de classes diferentes. Medula óssea e intestinos são altamente sensíveis. Na C e na E, a mistura de classes também torna as opções erradas.

Referência: White e Pharoah, Radiologia Oral: Princípios e Interpretação (2015).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Prótese Dentária Sistemas Cerâmicos — Translucidez e Opacidade

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Heffermann et al. (Apud Mezzomo et al., 2006) analisaram in vitro as infraestruturas dos sistemas cerâmicos quanto à translucidez e opacidade, e chegaram à conclusão de que apresentam uma variabilidade muito grande. A partir de seus estudos, recomendam que a seleção do material restaurador seja baseada nas características de translucidez e opacidade dos dentes naturais adjacentes. Quais são os sistemas cerâmicos indicados para um dente natural com baixo valor e alta translucidez?
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Resolução comentada

Sistemas cerâmicos para dente de baixo valor e alta translucidez.

Pelo gabarito, In-Ceram Spinell, Empress e Empress 2 são as cerâmicas mais translúcidas e, portanto, indicadas para dente de baixo valor e alta translucidez. O estudo recomenda escolher o material conforme a translucidez dos dentes vizinhos.

Análise das alternativas

As demais opções incluem sistemas mais opacos, como In-Ceram Alumina, In-Ceram Zircônia e Procera Allceram, que são indicados para dentes mais opacos ou escurecidos.

Referência: Mezzomo et al., Reabilitação Oral Contemporânea (2006), citando Heffernan et al.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Farmacologia Anti-inflamatórios Não Esteroides

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De acordo com Andrade (2014), os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) podem ser classificados com base na seletividade sobre a cicloxigenase-2 (COX-2). Sendo assim, assinale a opção que apresenta o fármaco considerado inibidor seletivo para a COX-2.
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Resolução comentada

AINE inibidor seletivo da COX-2.

A nimesulida é classificada como inibidor seletivo da COX-2. Isso explica o menor risco gástrico em comparação com os AINEs não seletivos.

Análise das alternativas

Ibuprofeno, cetoprofeno e piroxicam são inibidores não seletivos, que atuam em COX-1 e COX-2. O diclofenaco é considerado preferencial, mas não seletivo, para COX-2.

Referência: Andrade, Terapêutica Medicamentosa em Odontologia (2014).

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Periodontia Dentifrícios — Agentes Dessensibilizantes

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Segundo Lindhe et al. (2010), muitos ingredientes são usados na pasta de dente e cada um tem um papel. Dentre esses ingredientes, qual é considerado agente dessensibilizante?
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Resolução comentada

Agente dessensibilizante em dentifrícios.

Os sais de estrôncio, como o cloreto e o acetato de estrôncio, são agentes dessensibilizantes dos dentifrícios. Eles obliteram os túbulos dentinários.

Análise das alternativas

Carbonato de cálcio e fosfato dicálcio são abrasivos. O lauril sulfato de sódio é detergente (surfactante). O triclosan é agente antimicrobiano.

Referência: Lindhe et al., Tratado de Periodontia Clínica e Implantodontia Oral (2010).

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Dentística Alterações de Cor dos Dentes — Clareamento

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Segundo Conceição et al. (2007), os dentes podem apresentar alterações de cor por uma série de fatores que, por sua vez, podem estar associados, determinando o fator etiológico do escurecimento. Para que se tenha sucesso no tratamento clareador, é importante ter o conhecimento da origem, da natureza e da composição da mancha. Sendo assim, assinale a opção que apresenta as causas das alterações de cor intrínsecas adquiridas pós-eruptivas.
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Resolução comentada

Causas de alteração de cor intrínseca adquirida pós-eruptiva.

Envelhecimento, traumatismo dental (necrose ou hemorragia pulpar) e impregnações metálicas escurecem o dente depois da erupção, por alteração interna.

Análise das alternativas

Tetraciclina, fluorose, hipoplasia de esmalte, dentinogênese imperfeita e icterícia grave atuam durante a odontogênese, portanto são causas intrínsecas pré-eruptivas. Isso exclui A, B, C e E.

Referência: Conceição et al., Dentística: Saúde e Estética (2007) – Clareamento.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Odontopediatria Manifestações Bucais de Doenças Sistêmicas

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Segundo Mc Donald e Avery (2011), as características clínicas da Acrodinia são febre, anorexia, descamação das solas dos pés e palmas das mãos, sudorese, taquicardia, distúrbios gastrointestinais e hipotonia. Já os achados bucais incluem inflamação e ulceração da membrana mucosa, salivação excessiva, perda do osso alveolar e esfoliação precoce dos dentes. Essas condições estão associadas à:
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Resolução comentada

Acrodinia e sua associação com mercúrio.

A acrodinia (doença rosa) é uma intoxicação por mercúrio. Provoca manifestações cutâneas e sistêmicas e achados bucais como ulceração da mucosa, salivação, perda óssea e esfoliação precoce.

Análise das alternativas

Leucemia, hipertireoidismo, hipofosfatasia/hipofosfatemia e deficiências nutricionais têm outras manifestações e não se associam à intoxicação mercurial que define a acrodinia.

Referência: McDonald e Avery, Odontopediatria para a Criança e o Adolescente (2011).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Dentística Efeito Férula em Dentes com Pino Intrarradicular

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A literatura aponta a existência do efeito férula como um dos fatores mais importantes para o sucesso de um dente restaurado com pino intrarradicular. Segundo Baratieri et al. (2010), qual é a quantidade mínima (em mm) de estrutura dental coronária para que se obtenha o efeito férula?
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Resolução comentada

Altura mínima de estrutura coronária para o efeito férula.

Segundo Baratieri, o efeito férula exige de 1,5 a 2,5 mm de estrutura dental sadia acima da margem gengival. Essa estrutura é abraçada pela coroa e aumenta a resistência à fratura do dente com pino.

Análise das alternativas

As faixas de 0,5 a 1,0, 1,0 a 1,5, 1,0 a 2,0 e 1,5 a 2,0 mm ficam abaixo ou fora do intervalo indicado pelo autor.

Referência: Baratieri et al., Odontologia Restauradora: Fundamentos e Possibilidades (2010).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Odontologia Preventiva Flúor — Toxicidade

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De acordo com Pereira et al. (2009), um dos produtos tópicos fluoretados que merecem mais preocupações em atingir a dose provavelmente tóxica (DPT) é:
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Resolução comentada

Produto fluoretado tópico com maior risco de atingir a dose provavelmente tóxica.

O gel de fluorfosfato acidulado a 1,23% tem 12.300 ppm F, a maior concentração entre as opções. Poucos mililitros ingeridos, sobretudo por crianças, podem alcançar a DPT (5 mg F/kg).

Análise das alternativas

O dentifrício a 1.500 ppm e as soluções de NaF a 0,02%, 0,05% e 0,2% têm concentrações bem menores (cerca de 90, 225 e 900 ppm F nas soluções), de modo que o volume necessário para atingir a DPT é muito maior.

Referência: Pereira et al., Odontopediatria/Odontologia Preventiva (2009).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Farmacologia Profilaxia Antibiótica

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De acordo com a publicação "Serviços Odontológicos, Prevenção e Controle de Riscos" (2006), a profilaxia antibiótica NÃO está recomendada para alguns grupos de pacientes cujas condições de saúde se enquadrem na categoria de risco baixo ou inexistente, ou seja, não maior que na população, em geral. Nesse grupo, pode-se incluir o paciente com a seguinte condição:
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Resolução comentada

Condições cardíacas em que a profilaxia antibiótica não é recomendada.

Marcapasso cardíaco (intravascular e epicárdio) e desfibrilador implantado estão na categoria de risco baixo ou inexistente de endocardite, sem indicação de profilaxia antibiótica.

Análise das alternativas

Endocardite prévia e shunt pulmonar sistêmico cirúrgico são condições de alto risco. O prolapso da valva mitral com regurgitação e/ou espessamento de folhetos é de risco moderado. Infecção facial severa não é cardiopatia que dispense a cobertura antibiótica, pois o próprio quadro infeccioso exige tratamento.

Referência: Ministério da Saúde/ANVISA, Serviços Odontológicos: Prevenção e Controle de Riscos (2006).

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Patologia Bucal Cistos Odontogênicos

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De acordo com Neville et al. (2016), os cistos odontogênicos são encontrados na prática odontológica de forma relativamente comum. Assinale a opção que apresenta apenas exemplos de cistos de desenvolvimento.
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Resolução comentada

Cistos odontogênicos de desenvolvimento.

O cisto periodontal lateral e o cisto gengival do adulto são cistos odontogênicos de desenvolvimento. Os dois derivam de restos da lâmina dentária e não são de origem inflamatória.

Análise das alternativas

A traz o cisto periapical, que é inflamatório. C traz o periapical residual, também inflamatório. D traz o cisto da bifurcação vestibular, que é inflamatório. E inclui o odontoma, que é um tumor (hamartoma) e não um cisto.

Referência: Neville et al., Patologia Oral e Maxilofacial (2016) – Cistos odontogênicos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Patologia Bucal Sífilis — Manifestações Bucais

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Algumas infecções bacterianas sistêmicas podem acometer a cavidade bucal, causando lesões específicas e patognomônicas. De acordo com Neville et al. (2016), a presença de múltiplos nódulos endurecidos, levemente papilares, encontrados no dorso da língua, que podem lembrar papilomas virais e que estão diretamente associados à sífilis secundária, são denominados:
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Resolução comentada

Lesão papilar da sífilis secundária na língua.

Condiloma lata são lesões papilares e nodulares, endurecidas, da sífilis secundária. Podem ocorrer no dorso da língua e lembrar papilomas virais.

Análise das alternativas

Cancro é a lesão ulcerada da sífilis primária. Glossite luética é uma alteração atrófica da sífilis terciária. Goma é uma lesão destrutiva e necrótica da fase terciária. Placas mucosas são lesões erosivas e esbranquiçadas da fase secundária, planas e não papilares.

Referência: Neville et al., Patologia Oral e Maxilofacial (2016) – Sífilis.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Infecções Odontogênicas — Espaços Anatômicos

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Segundo Miloro et al. (2016), assinale a opção que apresenta os espaços anatômicos da cabeça e do pescoço que podem ser classificados como de baixa severidade, conforme o nível de ameaça às vias respiratórias ou às estruturas vitais.
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Resolução comentada

Espaços fasciais de baixa severidade nas infecções odontogênicas.

Na classificação por ameaça às vias aéreas e às estruturas vitais, os espaços vestibular, infraorbital e subperiosteal estão entre os de baixa severidade. Eles são mais superficiais e distantes das vias aéreas e das estruturas vitais.

Análise das alternativas

B, C e D misturam espaços de gravidade moderada, como submandibular, pterigomandibular e submassetérico, com espaços de menor risco. O espaço submentual na B, por exemplo, não entra no grupo de baixa severidade desta classificação. Na E, faríngeo lateral, retrofaríngeo e pré-traqueal são espaços de alta severidade.

Referência: Miloro et al., Princípios de Cirurgia Bucomaxilofacial de Peterson (2016) – Infecções odontogênicas.

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Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Dentes Impactados — Indicações de Remoção

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Segundo Miloro et al. (2016), inúmeras são as indicações para a remoção de dente impactado. Assinale a opção que apresenta corretamente algumas dessas indicações.
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Resolução comentada

Indicações de remoção de dentes impactados.

Entre as indicações de remoção listadas por Miloro estão o dente impactado sob prótese dentária (por risco de ulceração e infecção sob a base protética) e a prevenção de fratura mandibular, como no caso de terceiros molares inferiores em mandíbula atrófica ou de risco.

Análise das alternativas

Pericoronarite é indicação, mas condição médica comprometida costuma ser contraindicação ou fator de cautela. Idade avançada é fator contrário à remoção, não indicação. Cárie em dente adjacente pode ser indicação, mas a cárie isolada citada na B não completa a opção. Na C, a idade avançada está errada. Na E, a condição médica comprometida está errada.

Referência: Miloro et al., Princípios de Cirurgia Bucomaxilofacial de Peterson (2016).

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Materiais Dentários Cor — Matiz, Valor e Croma

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Segundo Anusavice (2013), descrições verbais de cores não são suficientemente precisas para descrever a aparência dos dentes. Para contornar esse problema, a percepção da cor é descrita por três variáveis objetivas: matiz, valor e croma.
De acordo com esses parâmetros, coloque F (falso) ou V (verdadeiro) nas afirmativas abaixo, assinalando a seguir a opção correta.

( ) Matiz é a cor dominante de um objeto, por exemplo: vermelho, verde ou azul.
( ) O valor aumenta em direção à extremidade mais alta (mais escuro) e diminui em direção à extremidade mais baixa ( mais claro).
( ) O valor é expresso pelo fator "luminosidade", com vários níveis de cinza entre os extremos branco e preto, por exemplo.
( ) Croma é o grau de saturação de um matiz em particular, ou seja, quanto mais baixo o croma, mais intensa é a cor.
( ) O croma não é considerado separadamente na odontologia e ele está sempre associado ao matiz e ao valor dos tecidos dentários, das restaurações e próteses.
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Resolução comentada

Matiz, valor e croma: identificar as afirmativas verdadeiras e falsas.

Matiz é a cor dominante (vermelho, verde, azul). Valor é a luminosidade, a escala de cinza entre o preto e o branco. O croma está sempre associado ao matiz e ao valor, e na odontologia não é considerado isoladamente. A sequência V-F-V-F-V corresponde ao gabarito A.

Análise das alternativas

A segunda afirmativa é falsa: o valor aumenta em direção ao mais claro, não ao mais escuro. A quarta é falsa: croma é a saturação, então croma mais alto significa cor mais intensa, e não mais baixo. As demais opções erram ao marcar essas afirmativas de forma diferente.

Referência: Anusavice, Materiais Dentários (2013) – Cor.

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Odontopediatria Pulpotomia em Dentes Permanentes

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De acordo com McDonald e Avery (2011), a respeito da técnica de pulpotomia para dentes permanentes com hidróxido de cálcio, assinale a opção INCORRETA.
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Resolução comentada

A pulpotomia com hidróxido de cálcio não está indicada quando a polpa radicular se apresenta hiperêmica após a amputação coronária.

A pulpotomia com hidróxido de cálcio em permanentes exige polpa radicular saudável após a amputação coronária, com hemostasia obtida. Se o tecido do canal se mostra hiperêmico, indica comprometimento mais extenso, e a técnica não deve ser usada, o que torna a alternativa C incorreta.

Análise das alternativas

A) Correta: indicada em rizogênese incompleta com polpa radicular sadia. B) Correta: aceita como indicação no contexto apresentado pelo gabarito, de exposição por fratura coronária. D) Correta: pode ser recomendada em exposição por cárie, com remoção do tecido alterado no local da exposição. E) Correta: é uma técnica imediata, feita em sessão única.

Referência: McDonald RE, Avery DR. Odontopediatria para o Adolescente e para a Criança, 9ª ed., 2011.

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Prótese Dentária Restaurações Provisórias

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Um princípio básico em prótese é o de que as restaurações temporárias devem permanecer na boca o menor tempo possível. Donaldson (Apud Mezzomo et al., 2006) observou que há uma relação entre o tempo de permanência dos provisórios e a recessão gengival. De acordo com Mezzomo et al. (2006), o tempo de permanência dos provisórios em boca, confeccionados com resinas quimicamente ativadas não deve ser superior a:
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Resolução comentada

Provisórios de resina quimicamente ativada não devem permanecer em boca por mais de 3 semanas.

Segundo Mezzomo, o tempo de permanência dos provisórios confeccionados com resinas quimicamente ativadas não deve ultrapassar 3 semanas, pelo risco de recessão gengival e outras alterações periodontais, conforme o gabarito oficial.

Análise das alternativas

A) Errada: 1 semana é um tempo menor que o limite indicado. B) Errada: 2 semanas também é menor que o limite indicado. D) Errada: 4 semanas ultrapassa o limite recomendado. E) Errada: 5 semanas ultrapassa o limite recomendado.

Referência: Mezzomo E, Suzuki RM. Reabilitação Oral Contemporânea, 2006.

Resolução comentada do VaiConcursos.