← Voltar para a lista de provas Polícia Federal · Cargo 15 (nível médio) 50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 50 com gabarito Gabarito disponível A crase em "àqueles" é obrigatória, não opcional. O adjetivo "restrita" exige a preposição "a" (restrita a alguém), e "aqueles" é pronome demonstrativo que admite o artigo "a" apenas na contração. Há fusão da preposição com a vogal inicial de "aqueles", o que torna o acento obrigatório. A crase seria opcional diante de pronome possessivo ou de nome próprio feminino, o que não é o caso. Certo: errada, pois o acento é obrigatório. Errado: correta. Referência: Crase diante de pronomes demonstrativos (aquele, aquela, aquilo). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto afirma que muitos veem a criatividade como inacessível. O primeiro parágrafo diz que a criatividade parece a muitos algo inacessível e restrito a quem nasceu com aptidões. Isso equivale a muitas pessoas descrerem da própria capacidade criativa, e o texto em seguida refuta essa ideia. Certo: correta. Errado: incorreta, porque o texto registra essa descrença. Referência: Interpretação de texto: compreensão e paráfrase. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Ambos os termos retomam "o pensamento convergente". No quinto parágrafo, "aquele" retoma "o pensamento" ("O pensamento convergente é aquele que busca..."). "Ele", no segundo período, também retoma o pensamento convergente. Os dois têm, portanto, o mesmo referente. Certo: correta. Errado: incorreta, pois não há mudança de referente. Referência: Coesão referencial: pronomes demonstrativos e pessoais anafóricos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo o texto, a criatividade decorre do pensamento divergente. O último parágrafo diz que, para Guilford, a criatividade é produto direto da capacidade de pensar de forma divergente. Não se fala em combinação entre os dois tipos de pensamento. Certo: errada, pois a criatividade é associada apenas ao pensamento divergente. Errado: correta. Referência: Interpretação de texto: relação de causa e fonte da criatividade. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O autor expõe a proposta de Guilford e não a contesta. O autor apresenta a divisão do raciocínio em convergente e divergente e afirma que a explicação de Guilford é, até hoje, a mais aceita pelos cientistas. Não há argumentação contrária a ele. Certo: errada, porque o texto reforça a proposta de Guilford. Errado: correta. Referência: Interpretação de texto: posicionamento do autor. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto não compara a complexidade dos dois pensamentos. O texto apenas distingue os dois tipos de raciocínio: o convergente é estruturado e busca uma única solução, e o divergente é fluido e explora várias ideias. Em nenhum trecho diz que o convergente seja mais complexo para os seres humanos. O item atribui ao texto uma ideia que ele não traz. Certo: errada, pois não há hierarquia de complexidade no texto. Errado: correta. Referência: Interpretação de texto (Cebraspe): extrapolação, ou seja, ideia não presente no texto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Incapazes' qualifica 'animais'. Em '...dos outros animais, incapazes de atingir esse nível de abstração', 'incapazes' é predicativo ou aposto explicativo de 'animais', plural, e concorda com ele. Retoma, portanto, o substantivo 'animais'. Certo: 'incapazes' se refere a 'animais', com o qual concorda em número. Errado: associaria o adjetivo a 'seres humanos' ou 'características', o que o sentido não permite. Referência: Coesão referencial; concordância nominal Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O infinitivo 'chegar' é regido pela preposição e coordenado a 'resolver'. 'Para resolver problemas ou chegar a conclusões' contém infinitivos não flexionados, ligados a 'podem ser usados' e com o mesmo sujeito. A flexão 'chegarem' não é necessária e alteraria a construção, pois a leitura natural é de infinitivo impessoal, não flexionado. Errado (gabarito): a flexão não se faz sem prejuízo da construção original. Certo: aceitaria a flexão do infinitivo mesmo com sujeito idêntico ao do verbo anterior, que está no infinitivo simples. Referência: Infinitivo flexionado e não flexionado Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Utilizadas' concorda com 'as imagens'. O sujeito é 'as imagens de pessoas famosas e celebridades', e o núcleo é 'imagens'. O particípio 'utilizadas' concorda com esse núcleo feminino plural, e não com 'pessoas famosas e celebridades', que é complemento de 'imagens'. Errado (gabarito): a concordância não é com o termo indicado. Certo: confundiria o complemento nominal com o núcleo do sujeito. Referência: Concordância nominal na voz passiva analítica Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto não afirma que a adoção de medidas de segurança cresce exponencialmente. Só a IA generativa é dita crescer exponencialmente. Quanto à segurança, o texto diz que a expansão amplia os desafios e que é essencial adotar medidas preventivas, sem afirmar que essa adoção cresce. Errado (gabarito): a comparação não consta no texto. Certo: atribuiria à adoção de medidas o crescimento exponencial que o texto só atribui à IA. Referência: Interpretação de texto: informação não presente Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Induzir fraudes' tem verbo transitivo direto, no sentido de provocar. No texto, 'induzir fraudes' significa provocar ou causar fraudes, e o verbo é transitivo direto, com 'fraudes' como objeto direto. Não cabe a preposição 'a', que aparece no sentido de levar alguém a algo. Certo: no sentido empregado, o complemento não é regido por 'a'. Errado: aplicaria a regência 'induzir alguém a', que é outra acepção. Referência: Regência verbal: verbo induzir Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto não diz que os crimes com deepfake são os que mais crescem. O texto informa que a prática com deepfakes cresceu 830% entre 2022 e 2023. Não compara esse crescimento com o de outros crimes cibernéticos, então a afirmação de que são os que mais crescem é extrapolação. Errado (gabarito): não há comparação no texto. Certo: confundiria um grande crescimento com o maior crescimento. Referência: Interpretação de texto: extrapolação Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto não traz ranking mundial. O texto apresenta dados do Brasil, como o aumento de 830% nos deepfakes e as imagens de famosos usadas em golpes. Não compara o Brasil com outros países nem fala de liderança mundial. Errado (gabarito): a conclusão extrapola o texto. Certo: exigiria dado comparativo internacional ausente. Referência: Interpretação de texto: extrapolação Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'O que' sem antecedente no período iniciaria oração relativa solta. 'Isso' é pronome demonstrativo que retoma o período anterior. 'O que' seria pronome relativo, e o período começaria com uma oração relativa sem antecedente na própria frase, o que prejudicaria a correção. Certo: a substituição causaria problema gramatical, pois o relativo precisaria de antecedente no mesmo período. Errado: considera 'o que' equivalente a 'isso' após ponto final. Referência: Pronomes demonstrativos e relativos; coesão referencial Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sem 'é o que', o 'exemplo' passa a ser sujeito de 'ocorre'. Com 'é o que ocorre', o período tem predicado nominal e oração relativa. Sem essa expressão, 'Um exemplo de ataque... ocorre por meio do uso das deepfakes' faz de 'exemplo' o sujeito de 'ocorre'. Alteram-se as relações sintáticas, mas o período segue coerente e correto. Certo: há mudança sintática sem prejuízo de sentido ou de correção. Errado: negaria que o período resultante é gramatical e coerente. Referência: Sintaxe do período: reestruturação de orações Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Travessão pode substituir a vírgula antes do aposto. O trecho 'tecnologia que se vale da IA...' é um aposto explicativo. O travessão pode introduzir aposto no lugar da vírgula, sem alterar o sentido e mantendo a correção. Certo: o travessão é recurso válido para isolar ou introduzir apostos. Errado: ignoraria essa função de ênfase do travessão. Referência: Pontuação: emprego do travessão e do aposto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Em 'Trata-se de' o 'se' indetermina o sujeito. 'Tratar-se de' é verbo transitivo indireto, pois a preposição 'de' é exigida. Verbo que não é transitivo direto não admite voz passiva sintética, então o 'se' é índice de indeterminação do sujeito, não pronome apassivador. Errado (gabarito): o 'se' não é apassivador. Certo: exigiria verbo transitivo direto com sujeito paciente, o que não ocorre. Referência: Emprego do 'se': índice de indeterminação do sujeito Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Em 'Não à toa' a crase é obrigatória. 'À toa' é locução adverbial formada por palavra feminina, e nessas locuções a crase é obrigatória. Não se trata de caso facultativo. Errado (gabarito): o acento grave é obrigatório. Certo: a facultatividade só ocorre em casos como antes de pronomes possessivos femininos ou nomes próprios femininos. Referência: Crase em locuções adverbiais femininas Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível No corpo do texto, o pronome de tratamento admite forma abreviada ou por extenso. Segundo o Manual, no corpo do texto os pronomes de tratamento podem aparecer abreviados (V. Exa.) ou por extenso (Vossa Excelência). No vocativo, a prática é usar a forma por extenso. Certo: o uso é facultativo no corpo do texto. Errado: negaria essa possibilidade prevista no Manual. Referência: Manual de Redação da Presidência da República: pronomes de tratamento Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O Manual recomenda palavras simples e frases curtas. O Manual de Redação da Presidência da República preza por clareza, concisão e simplicidade. Orienta usar palavras simples e frases curtas, e não evitá-las. Errado (gabarito): a recomendação é justamente a oposta da afirmada. Certo: inverteria os atributos de clareza e concisão. Referência: Manual de Redação da Presidência da República: atributos da redação oficial Resolução comentada do VaiConcursos.Polícia Federal — Concurso 2025 (Administrativo) — Cargo 15 (nível médio) — Conhecimentos Básicos
Imaginar é um dom comum a todos os seres humanos — e também uma daquelas características que nos diferenciam dos outros animais, incapazes de atingir esse nível de abstração. Apesar disso, a criatividade parece a muitos de nós algo inacessível, difícil de cultivar, restrita apenas àqueles que já nasceram com aptidões artísticas ou inventivas.
Isso não é verdade. Nas últimas décadas, a psicologia e a neurociência começaram a desvendar o processo de surgimento de ideias originais no nosso cérebro — e descobriram estratégias que qualquer um pode adotar para aperfeiçoar a própria capacidade criativa, mesmo que você se considere desprovido desse traquejo.
O que se pode chamar de estudo científico da criatividade começou só na década de 1950, quando o psicólogo americano J. P. Guilford publicou as bases desse campo de pesquisa. Ele se interessou em responder uma pergunta essencial: de onde vêm as ideias criativas?
Para isso, Guilford propôs que o raciocínio humano se divide em dois tipos: o convergente e o divergente. Ambos podem ser usados para resolver problemas ou chegar a conclusões após uma análise, mas funcionam de maneira bem diferentes.
O pensamento convergente é aquele que busca uma única solução para um impasse específico. Ele segue uma ordem estruturada, avançando e refinando uma mesma ideia em vez de experimentar várias resoluções diferentes. Pense, por exemplo, numa questão de uma prova de matemática. Pode até haver várias maneiras de se chegar ao resultado, mas o mais fácil (e comum) é escolher um único método e seguir com ele até o final.
Já o pensamento divergente é mais fluido e caótico: ele explora diversas ideias diferentes ao mesmo tempo, muitas vezes misturando as soluções e conectando-as de maneiras pouco óbvias. É o raciocínio típico dos brainstormings, por exemplo. Segundo Guilford, a criatividade é um produto direto da nossa capacidade de pensar de forma divergente. Ao fazer conexões entre coisas aparentemente desconexas, criamos ideias inéditas. Até hoje, essa explicação é a mais aceita pelos cientistas.
Bruno Carbinatto. Penso, logo crio. In: Revista Superinteressante, jan./2025.
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação às ideias veiculadas no texto precedente, bem como a seus aspectos linguísticos, julgue os seguintes itens.
É opcional o emprego do acento indicativo de crase no vocábulo “àqueles” (último período do primeiro parágrafo).Resolução comentada
Análise das alternativas
Imaginar é um dom comum a todos os seres humanos — e também uma daquelas características que nos diferenciam dos outros animais, incapazes de atingir esse nível de abstração. Apesar disso, a criatividade parece a muitos de nós algo inacessível, difícil de cultivar, restrita apenas àqueles que já nasceram com aptidões artísticas ou inventivas.
Isso não é verdade. Nas últimas décadas, a psicologia e a neurociência começaram a desvendar o processo de surgimento de ideias originais no nosso cérebro — e descobriram estratégias que qualquer um pode adotar para aperfeiçoar a própria capacidade criativa, mesmo que você se considere desprovido desse traquejo.
O que se pode chamar de estudo científico da criatividade começou só na década de 1950, quando o psicólogo americano J. P. Guilford publicou as bases desse campo de pesquisa. Ele se interessou em responder uma pergunta essencial: de onde vêm as ideias criativas?
Para isso, Guilford propôs que o raciocínio humano se divide em dois tipos: o convergente e o divergente. Ambos podem ser usados para resolver problemas ou chegar a conclusões após uma análise, mas funcionam de maneira bem diferentes.
O pensamento convergente é aquele que busca uma única solução para um impasse específico. Ele segue uma ordem estruturada, avançando e refinando uma mesma ideia em vez de experimentar várias resoluções diferentes. Pense, por exemplo, numa questão de uma prova de matemática. Pode até haver várias maneiras de se chegar ao resultado, mas o mais fácil (e comum) é escolher um único método e seguir com ele até o final.
Já o pensamento divergente é mais fluido e caótico: ele explora diversas ideias diferentes ao mesmo tempo, muitas vezes misturando as soluções e conectando-as de maneiras pouco óbvias. É o raciocínio típico dos brainstormings, por exemplo. Segundo Guilford, a criatividade é um produto direto da nossa capacidade de pensar de forma divergente. Ao fazer conexões entre coisas aparentemente desconexas, criamos ideias inéditas. Até hoje, essa explicação é a mais aceita pelos cientistas.
Bruno Carbinatto. Penso, logo crio. In: Revista Superinteressante, jan./2025.
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação às ideias veiculadas no texto precedente, bem como a seus aspectos linguísticos, julgue os seguintes itens.
De acordo com o texto, muitas pessoas descreem da própria capacidade criativa.Resolução comentada
Análise das alternativas
Imaginar é um dom comum a todos os seres humanos — e também uma daquelas características que nos diferenciam dos outros animais, incapazes de atingir esse nível de abstração. Apesar disso, a criatividade parece a muitos de nós algo inacessível, difícil de cultivar, restrita apenas àqueles que já nasceram com aptidões artísticas ou inventivas.
Isso não é verdade. Nas últimas décadas, a psicologia e a neurociência começaram a desvendar o processo de surgimento de ideias originais no nosso cérebro — e descobriram estratégias que qualquer um pode adotar para aperfeiçoar a própria capacidade criativa, mesmo que você se considere desprovido desse traquejo.
O que se pode chamar de estudo científico da criatividade começou só na década de 1950, quando o psicólogo americano J. P. Guilford publicou as bases desse campo de pesquisa. Ele se interessou em responder uma pergunta essencial: de onde vêm as ideias criativas?
Para isso, Guilford propôs que o raciocínio humano se divide em dois tipos: o convergente e o divergente. Ambos podem ser usados para resolver problemas ou chegar a conclusões após uma análise, mas funcionam de maneira bem diferentes.
O pensamento convergente é aquele que busca uma única solução para um impasse específico. Ele segue uma ordem estruturada, avançando e refinando uma mesma ideia em vez de experimentar várias resoluções diferentes. Pense, por exemplo, numa questão de uma prova de matemática. Pode até haver várias maneiras de se chegar ao resultado, mas o mais fácil (e comum) é escolher um único método e seguir com ele até o final.
Já o pensamento divergente é mais fluido e caótico: ele explora diversas ideias diferentes ao mesmo tempo, muitas vezes misturando as soluções e conectando-as de maneiras pouco óbvias. É o raciocínio típico dos brainstormings, por exemplo. Segundo Guilford, a criatividade é um produto direto da nossa capacidade de pensar de forma divergente. Ao fazer conexões entre coisas aparentemente desconexas, criamos ideias inéditas. Até hoje, essa explicação é a mais aceita pelos cientistas.
Bruno Carbinatto. Penso, logo crio. In: Revista Superinteressante, jan./2025.
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação às ideias veiculadas no texto precedente, bem como a seus aspectos linguísticos, julgue os seguintes itens.
No quinto parágrafo, os termos “aquele” (primeiro período) e “Ele” (segundo período) têm o mesmo referente.Resolução comentada
Análise das alternativas
Imaginar é um dom comum a todos os seres humanos — e também uma daquelas características que nos diferenciam dos outros animais, incapazes de atingir esse nível de abstração. Apesar disso, a criatividade parece a muitos de nós algo inacessível, difícil de cultivar, restrita apenas àqueles que já nasceram com aptidões artísticas ou inventivas.
Isso não é verdade. Nas últimas décadas, a psicologia e a neurociência começaram a desvendar o processo de surgimento de ideias originais no nosso cérebro — e descobriram estratégias que qualquer um pode adotar para aperfeiçoar a própria capacidade criativa, mesmo que você se considere desprovido desse traquejo.
O que se pode chamar de estudo científico da criatividade começou só na década de 1950, quando o psicólogo americano J. P. Guilford publicou as bases desse campo de pesquisa. Ele se interessou em responder uma pergunta essencial: de onde vêm as ideias criativas?
Para isso, Guilford propôs que o raciocínio humano se divide em dois tipos: o convergente e o divergente. Ambos podem ser usados para resolver problemas ou chegar a conclusões após uma análise, mas funcionam de maneira bem diferentes.
O pensamento convergente é aquele que busca uma única solução para um impasse específico. Ele segue uma ordem estruturada, avançando e refinando uma mesma ideia em vez de experimentar várias resoluções diferentes. Pense, por exemplo, numa questão de uma prova de matemática. Pode até haver várias maneiras de se chegar ao resultado, mas o mais fácil (e comum) é escolher um único método e seguir com ele até o final.
Já o pensamento divergente é mais fluido e caótico: ele explora diversas ideias diferentes ao mesmo tempo, muitas vezes misturando as soluções e conectando-as de maneiras pouco óbvias. É o raciocínio típico dos brainstormings, por exemplo. Segundo Guilford, a criatividade é um produto direto da nossa capacidade de pensar de forma divergente. Ao fazer conexões entre coisas aparentemente desconexas, criamos ideias inéditas. Até hoje, essa explicação é a mais aceita pelos cientistas.
Bruno Carbinatto. Penso, logo crio. In: Revista Superinteressante, jan./2025.
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Em relação às ideias veiculadas no texto precedente, bem como a seus aspectos linguísticos, julgue os seguintes itens.
Entende-se da leitura do texto que a criatividade é fruto da combinação entre os pensamentos convergente e divergente.Resolução comentada
Análise das alternativas
Imaginar é um dom comum a todos os seres humanos — e também uma daquelas características que nos diferenciam dos outros animais, incapazes de atingir esse nível de abstração. Apesar disso, a criatividade parece a muitos de nós algo inacessível, difícil de cultivar, restrita apenas àqueles que já nasceram com aptidões artísticas ou inventivas.
Isso não é verdade. Nas últimas décadas, a psicologia e a neurociência começaram a desvendar o processo de surgimento de ideias originais no nosso cérebro — e descobriram estratégias que qualquer um pode adotar para aperfeiçoar a própria capacidade criativa, mesmo que você se considere desprovido desse traquejo.
O que se pode chamar de estudo científico da criatividade começou só na década de 1950, quando o psicólogo americano J. P. Guilford publicou as bases desse campo de pesquisa. Ele se interessou em responder uma pergunta essencial: de onde vêm as ideias criativas?
Para isso, Guilford propôs que o raciocínio humano se divide em dois tipos: o convergente e o divergente. Ambos podem ser usados para resolver problemas ou chegar a conclusões após uma análise, mas funcionam de maneira bem diferentes.
O pensamento convergente é aquele que busca uma única solução para um impasse específico. Ele segue uma ordem estruturada, avançando e refinando uma mesma ideia em vez de experimentar várias resoluções diferentes. Pense, por exemplo, numa questão de uma prova de matemática. Pode até haver várias maneiras de se chegar ao resultado, mas o mais fácil (e comum) é escolher um único método e seguir com ele até o final.
Já o pensamento divergente é mais fluido e caótico: ele explora diversas ideias diferentes ao mesmo tempo, muitas vezes misturando as soluções e conectando-as de maneiras pouco óbvias. É o raciocínio típico dos brainstormings, por exemplo. Segundo Guilford, a criatividade é um produto direto da nossa capacidade de pensar de forma divergente. Ao fazer conexões entre coisas aparentemente desconexas, criamos ideias inéditas. Até hoje, essa explicação é a mais aceita pelos cientistas.
Bruno Carbinatto. Penso, logo crio. In: Revista Superinteressante, jan./2025.
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Em relação às ideias veiculadas no texto precedente, bem como a seus aspectos linguísticos, julgue os seguintes itens.
O autor do texto argumenta contra a proposta de J. P. Guilford sobre o raciocínio humano.Resolução comentada
Análise das alternativas
Imaginar é um dom comum a todos os seres humanos — e também uma daquelas características que nos diferenciam dos outros animais, incapazes de atingir esse nível de abstração. Apesar disso, a criatividade parece a muitos de nós algo inacessível, difícil de cultivar, restrita apenas àqueles que já nasceram com aptidões artísticas ou inventivas.
Isso não é verdade. Nas últimas décadas, a psicologia e a neurociência começaram a desvendar o processo de surgimento de ideias originais no nosso cérebro — e descobriram estratégias que qualquer um pode adotar para aperfeiçoar a própria capacidade criativa, mesmo que você se considere desprovido desse traquejo.
O que se pode chamar de estudo científico da criatividade começou só na década de 1950, quando o psicólogo americano J. P. Guilford publicou as bases desse campo de pesquisa. Ele se interessou em responder uma pergunta essencial: de onde vêm as ideias criativas?
Para isso, Guilford propôs que o raciocínio humano se divide em dois tipos: o convergente e o divergente. Ambos podem ser usados para resolver problemas ou chegar a conclusões após uma análise, mas funcionam de maneira bem diferentes.
O pensamento convergente é aquele que busca uma única solução para um impasse específico. Ele segue uma ordem estruturada, avançando e refinando uma mesma ideia em vez de experimentar várias resoluções diferentes. Pense, por exemplo, numa questão de uma prova de matemática. Pode até haver várias maneiras de se chegar ao resultado, mas o mais fácil (e comum) é escolher um único método e seguir com ele até o final.
Já o pensamento divergente é mais fluido e caótico: ele explora diversas ideias diferentes ao mesmo tempo, muitas vezes misturando as soluções e conectando-as de maneiras pouco óbvias. É o raciocínio típico dos brainstormings, por exemplo. Segundo Guilford, a criatividade é um produto direto da nossa capacidade de pensar de forma divergente. Ao fazer conexões entre coisas aparentemente desconexas, criamos ideias inéditas. Até hoje, essa explicação é a mais aceita pelos cientistas.
Bruno Carbinatto. Penso, logo crio. In: Revista Superinteressante, jan./2025.
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Em relação às ideias veiculadas no texto precedente, bem como a seus aspectos linguísticos, julgue os seguintes itens.
No texto, o pensamento convergente é apresentado como mais complexo para os seres humanos que o divergente.Resolução comentada
Análise das alternativas
Imaginar é um dom comum a todos os seres humanos — e também uma daquelas características que nos diferenciam dos outros animais, incapazes de atingir esse nível de abstração. Apesar disso, a criatividade parece a muitos de nós algo inacessível, difícil de cultivar, restrita apenas àqueles que já nasceram com aptidões artísticas ou inventivas.
Isso não é verdade. Nas últimas décadas, a psicologia e a neurociência começaram a desvendar o processo de surgimento de ideias originais no nosso cérebro — e descobriram estratégias que qualquer um pode adotar para aperfeiçoar a própria capacidade criativa, mesmo que você se considere desprovido desse traquejo.
O que se pode chamar de estudo científico da criatividade começou só na década de 1950, quando o psicólogo americano J. P. Guilford publicou as bases desse campo de pesquisa. Ele se interessou em responder uma pergunta essencial: de onde vêm as ideias criativas?
Para isso, Guilford propôs que o raciocínio humano se divide em dois tipos: o convergente e o divergente. Ambos podem ser usados para resolver problemas ou chegar a conclusões após uma análise, mas funcionam de maneira bem diferentes.
O pensamento convergente é aquele que busca uma única solução para um impasse específico. Ele segue uma ordem estruturada, avançando e refinando uma mesma ideia em vez de experimentar várias resoluções diferentes. Pense, por exemplo, numa questão de uma prova de matemática. Pode até haver várias maneiras de se chegar ao resultado, mas o mais fácil (e comum) é escolher um único método e seguir com ele até o final.
Já o pensamento divergente é mais fluido e caótico: ele explora diversas ideias diferentes ao mesmo tempo, muitas vezes misturando as soluções e conectando-as de maneiras pouco óbvias. É o raciocínio típico dos brainstormings, por exemplo. Segundo Guilford, a criatividade é um produto direto da nossa capacidade de pensar de forma divergente. Ao fazer conexões entre coisas aparentemente desconexas, criamos ideias inéditas. Até hoje, essa explicação é a mais aceita pelos cientistas.
Bruno Carbinatto. Penso, logo crio. In: Revista Superinteressante, jan./2025.
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Em relação às ideias veiculadas no texto precedente, bem como a seus aspectos linguísticos, julgue os seguintes itens.
No primeiro período do texto, o termo “incapazes” refere-se ao substantivo “animais”.Resolução comentada
Análise das alternativas
Imaginar é um dom comum a todos os seres humanos — e também uma daquelas características que nos diferenciam dos outros animais, incapazes de atingir esse nível de abstração. Apesar disso, a criatividade parece a muitos de nós algo inacessível, difícil de cultivar, restrita apenas àqueles que já nasceram com aptidões artísticas ou inventivas.
Isso não é verdade. Nas últimas décadas, a psicologia e a neurociência começaram a desvendar o processo de surgimento de ideias originais no nosso cérebro — e descobriram estratégias que qualquer um pode adotar para aperfeiçoar a própria capacidade criativa, mesmo que você se considere desprovido desse traquejo.
O que se pode chamar de estudo científico da criatividade começou só na década de 1950, quando o psicólogo americano J. P. Guilford publicou as bases desse campo de pesquisa. Ele se interessou em responder uma pergunta essencial: de onde vêm as ideias criativas?
Para isso, Guilford propôs que o raciocínio humano se divide em dois tipos: o convergente e o divergente. Ambos podem ser usados para resolver problemas ou chegar a conclusões após uma análise, mas funcionam de maneira bem diferentes.
O pensamento convergente é aquele que busca uma única solução para um impasse específico. Ele segue uma ordem estruturada, avançando e refinando uma mesma ideia em vez de experimentar várias resoluções diferentes. Pense, por exemplo, numa questão de uma prova de matemática. Pode até haver várias maneiras de se chegar ao resultado, mas o mais fácil (e comum) é escolher um único método e seguir com ele até o final.
Já o pensamento divergente é mais fluido e caótico: ele explora diversas ideias diferentes ao mesmo tempo, muitas vezes misturando as soluções e conectando-as de maneiras pouco óbvias. É o raciocínio típico dos brainstormings, por exemplo. Segundo Guilford, a criatividade é um produto direto da nossa capacidade de pensar de forma divergente. Ao fazer conexões entre coisas aparentemente desconexas, criamos ideias inéditas. Até hoje, essa explicação é a mais aceita pelos cientistas.
Bruno Carbinatto. Penso, logo crio. In: Revista Superinteressante, jan./2025.
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação às ideias veiculadas no texto precedente, bem como a seus aspectos linguísticos, julgue os seguintes itens.
No trecho “ou chegar a conclusões após uma análise” (segundo período do quarto parágrafo), o verbo “chegar” poderia ser flexionado no plural — chegarem — sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
A inteligência artificial (IA) generativa cresce exponencialmente, promovendo benefícios que vão da automatização de processos à geração de insights estratégicos. No entanto, essa expansão também amplia os desafios da segurança cibernética, de modo que se torna essencial a adoção de medidas preventivas.
A Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP) aponta que os crimes cibernéticos aumentaram 45% no Brasil em 2024. Isso significa que uma em cada quatro pessoas é alvo de golpes. Hackers estão se adaptando e usando IA para criar ataques mais sofisticados e difíceis de identificar.
Um exemplo de ataque mais sofisticado e difícil de identificar é o que ocorre por meio do uso das deepfakes, tecnologia que se vale da IA para criar imagens e áudios falsos que parecem reais. Segundo a Sumsub, plataforma de verificação de identidade, essa prática cresceu 830% no Brasil entre 2022 e 2023. Trata-se de uma tática para manipular informações, explorar a credibilidade de figuras públicas e induzir fraudes. Não à toa, as imagens de pessoas famosas e celebridades são muito utilizadas por criminosos nessa abordagem.
Os ataques de phishing também se tornaram mais sofisticados. A consultoria de cibersegurança Redbelt Security estima que mais de 3,5 milhões de brasileiros tenham sido vítimas desse tipo de golpe em 2023. O crescimento de dispositivos conectados e da coleta constante de dados sensíveis aponta, mais do que nunca, para a necessidade de uma proteção digital reforçada.
Internet: <olhardigital.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens que se seguem, referentes às ideias e a aspectos linguísticos do texto apresentado.
No último período do terceiro parágrafo, o termo “utilizadas” está flexionado no feminino plural porque estabelece concordância com “pessoas famosas e celebridades”.Resolução comentada
Análise das alternativas
A inteligência artificial (IA) generativa cresce exponencialmente, promovendo benefícios que vão da automatização de processos à geração de insights estratégicos. No entanto, essa expansão também amplia os desafios da segurança cibernética, de modo que se torna essencial a adoção de medidas preventivas.
A Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP) aponta que os crimes cibernéticos aumentaram 45% no Brasil em 2024. Isso significa que uma em cada quatro pessoas é alvo de golpes. Hackers estão se adaptando e usando IA para criar ataques mais sofisticados e difíceis de identificar.
Um exemplo de ataque mais sofisticado e difícil de identificar é o que ocorre por meio do uso das deepfakes, tecnologia que se vale da IA para criar imagens e áudios falsos que parecem reais. Segundo a Sumsub, plataforma de verificação de identidade, essa prática cresceu 830% no Brasil entre 2022 e 2023. Trata-se de uma tática para manipular informações, explorar a credibilidade de figuras públicas e induzir fraudes. Não à toa, as imagens de pessoas famosas e celebridades são muito utilizadas por criminosos nessa abordagem.
Os ataques de phishing também se tornaram mais sofisticados. A consultoria de cibersegurança Redbelt Security estima que mais de 3,5 milhões de brasileiros tenham sido vítimas desse tipo de golpe em 2023. O crescimento de dispositivos conectados e da coleta constante de dados sensíveis aponta, mais do que nunca, para a necessidade de uma proteção digital reforçada.
Internet: <olhardigital.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens que se seguem, referentes às ideias e a aspectos linguísticos do texto apresentado.
Segundo o texto, a IA generativa tem crescido de forma exponencial, assim como a adoção de medidas de segurança cibernética.Resolução comentada
Análise das alternativas
A inteligência artificial (IA) generativa cresce exponencialmente, promovendo benefícios que vão da automatização de processos à geração de insights estratégicos. No entanto, essa expansão também amplia os desafios da segurança cibernética, de modo que se torna essencial a adoção de medidas preventivas.
A Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP) aponta que os crimes cibernéticos aumentaram 45% no Brasil em 2024. Isso significa que uma em cada quatro pessoas é alvo de golpes. Hackers estão se adaptando e usando IA para criar ataques mais sofisticados e difíceis de identificar.
Um exemplo de ataque mais sofisticado e difícil de identificar é o que ocorre por meio do uso das deepfakes, tecnologia que se vale da IA para criar imagens e áudios falsos que parecem reais. Segundo a Sumsub, plataforma de verificação de identidade, essa prática cresceu 830% no Brasil entre 2022 e 2023. Trata-se de uma tática para manipular informações, explorar a credibilidade de figuras públicas e induzir fraudes. Não à toa, as imagens de pessoas famosas e celebridades são muito utilizadas por criminosos nessa abordagem.
Os ataques de phishing também se tornaram mais sofisticados. A consultoria de cibersegurança Redbelt Security estima que mais de 3,5 milhões de brasileiros tenham sido vítimas desse tipo de golpe em 2023. O crescimento de dispositivos conectados e da coleta constante de dados sensíveis aponta, mais do que nunca, para a necessidade de uma proteção digital reforçada.
Internet: <olhardigital.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens que se seguem, referentes às ideias e a aspectos linguísticos do texto apresentado.
O verbo “induzir” (terceiro período do terceiro parágrafo), na acepção em que está empregado no texto, comporta-se como transitivo direto, não admitindo, portanto, que seu complemento seja introduzido pela preposição a.Resolução comentada
Análise das alternativas
A inteligência artificial (IA) generativa cresce exponencialmente, promovendo benefícios que vão da automatização de processos à geração de insights estratégicos. No entanto, essa expansão também amplia os desafios da segurança cibernética, de modo que se torna essencial a adoção de medidas preventivas.
A Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP) aponta que os crimes cibernéticos aumentaram 45% no Brasil em 2024. Isso significa que uma em cada quatro pessoas é alvo de golpes. Hackers estão se adaptando e usando IA para criar ataques mais sofisticados e difíceis de identificar.
Um exemplo de ataque mais sofisticado e difícil de identificar é o que ocorre por meio do uso das deepfakes, tecnologia que se vale da IA para criar imagens e áudios falsos que parecem reais. Segundo a Sumsub, plataforma de verificação de identidade, essa prática cresceu 830% no Brasil entre 2022 e 2023. Trata-se de uma tática para manipular informações, explorar a credibilidade de figuras públicas e induzir fraudes. Não à toa, as imagens de pessoas famosas e celebridades são muito utilizadas por criminosos nessa abordagem.
Os ataques de phishing também se tornaram mais sofisticados. A consultoria de cibersegurança Redbelt Security estima que mais de 3,5 milhões de brasileiros tenham sido vítimas desse tipo de golpe em 2023. O crescimento de dispositivos conectados e da coleta constante de dados sensíveis aponta, mais do que nunca, para a necessidade de uma proteção digital reforçada.
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De acordo com o texto, os crimes cibernéticos em que se utiliza a tecnologia deepfake são os que mais crescem no Brasil.Resolução comentada
Análise das alternativas
A inteligência artificial (IA) generativa cresce exponencialmente, promovendo benefícios que vão da automatização de processos à geração de insights estratégicos. No entanto, essa expansão também amplia os desafios da segurança cibernética, de modo que se torna essencial a adoção de medidas preventivas.
A Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP) aponta que os crimes cibernéticos aumentaram 45% no Brasil em 2024. Isso significa que uma em cada quatro pessoas é alvo de golpes. Hackers estão se adaptando e usando IA para criar ataques mais sofisticados e difíceis de identificar.
Um exemplo de ataque mais sofisticado e difícil de identificar é o que ocorre por meio do uso das deepfakes, tecnologia que se vale da IA para criar imagens e áudios falsos que parecem reais. Segundo a Sumsub, plataforma de verificação de identidade, essa prática cresceu 830% no Brasil entre 2022 e 2023. Trata-se de uma tática para manipular informações, explorar a credibilidade de figuras públicas e induzir fraudes. Não à toa, as imagens de pessoas famosas e celebridades são muito utilizadas por criminosos nessa abordagem.
Os ataques de phishing também se tornaram mais sofisticados. A consultoria de cibersegurança Redbelt Security estima que mais de 3,5 milhões de brasileiros tenham sido vítimas desse tipo de golpe em 2023. O crescimento de dispositivos conectados e da coleta constante de dados sensíveis aponta, mais do que nunca, para a necessidade de uma proteção digital reforçada.
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Conclui-se do texto que o Brasil lidera o ranking mundial de fraudes cometidas em ambiente virtual baseadas na utilização de imagens de pessoas famosas e celebridades.Resolução comentada
Análise das alternativas
A inteligência artificial (IA) generativa cresce exponencialmente, promovendo benefícios que vão da automatização de processos à geração de insights estratégicos. No entanto, essa expansão também amplia os desafios da segurança cibernética, de modo que se torna essencial a adoção de medidas preventivas.
A Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP) aponta que os crimes cibernéticos aumentaram 45% no Brasil em 2024. Isso significa que uma em cada quatro pessoas é alvo de golpes. Hackers estão se adaptando e usando IA para criar ataques mais sofisticados e difíceis de identificar.
Um exemplo de ataque mais sofisticado e difícil de identificar é o que ocorre por meio do uso das deepfakes, tecnologia que se vale da IA para criar imagens e áudios falsos que parecem reais. Segundo a Sumsub, plataforma de verificação de identidade, essa prática cresceu 830% no Brasil entre 2022 e 2023. Trata-se de uma tática para manipular informações, explorar a credibilidade de figuras públicas e induzir fraudes. Não à toa, as imagens de pessoas famosas e celebridades são muito utilizadas por criminosos nessa abordagem.
Os ataques de phishing também se tornaram mais sofisticados. A consultoria de cibersegurança Redbelt Security estima que mais de 3,5 milhões de brasileiros tenham sido vítimas desse tipo de golpe em 2023. O crescimento de dispositivos conectados e da coleta constante de dados sensíveis aponta, mais do que nunca, para a necessidade de uma proteção digital reforçada.
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A substituição de “Isso” (segundo período do segundo parágrafo) por O que prejudicaria a correção gramatical do texto.Resolução comentada
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A inteligência artificial (IA) generativa cresce exponencialmente, promovendo benefícios que vão da automatização de processos à geração de insights estratégicos. No entanto, essa expansão também amplia os desafios da segurança cibernética, de modo que se torna essencial a adoção de medidas preventivas.
A Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP) aponta que os crimes cibernéticos aumentaram 45% no Brasil em 2024. Isso significa que uma em cada quatro pessoas é alvo de golpes. Hackers estão se adaptando e usando IA para criar ataques mais sofisticados e difíceis de identificar.
Um exemplo de ataque mais sofisticado e difícil de identificar é o que ocorre por meio do uso das deepfakes, tecnologia que se vale da IA para criar imagens e áudios falsos que parecem reais. Segundo a Sumsub, plataforma de verificação de identidade, essa prática cresceu 830% no Brasil entre 2022 e 2023. Trata-se de uma tática para manipular informações, explorar a credibilidade de figuras públicas e induzir fraudes. Não à toa, as imagens de pessoas famosas e celebridades são muito utilizadas por criminosos nessa abordagem.
Os ataques de phishing também se tornaram mais sofisticados. A consultoria de cibersegurança Redbelt Security estima que mais de 3,5 milhões de brasileiros tenham sido vítimas desse tipo de golpe em 2023. O crescimento de dispositivos conectados e da coleta constante de dados sensíveis aponta, mais do que nunca, para a necessidade de uma proteção digital reforçada.
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No primeiro período do terceiro parágrafo, a supressão da expressão “é o que” alteraria as relações sintáticas entre elementos do período, mas manteria a coerência das ideias e a correção gramatical do texto.Resolução comentada
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A Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP) aponta que os crimes cibernéticos aumentaram 45% no Brasil em 2024. Isso significa que uma em cada quatro pessoas é alvo de golpes. Hackers estão se adaptando e usando IA para criar ataques mais sofisticados e difíceis de identificar.
Um exemplo de ataque mais sofisticado e difícil de identificar é o que ocorre por meio do uso das deepfakes, tecnologia que se vale da IA para criar imagens e áudios falsos que parecem reais. Segundo a Sumsub, plataforma de verificação de identidade, essa prática cresceu 830% no Brasil entre 2022 e 2023. Trata-se de uma tática para manipular informações, explorar a credibilidade de figuras públicas e induzir fraudes. Não à toa, as imagens de pessoas famosas e celebridades são muito utilizadas por criminosos nessa abordagem.
Os ataques de phishing também se tornaram mais sofisticados. A consultoria de cibersegurança Redbelt Security estima que mais de 3,5 milhões de brasileiros tenham sido vítimas desse tipo de golpe em 2023. O crescimento de dispositivos conectados e da coleta constante de dados sensíveis aponta, mais do que nunca, para a necessidade de uma proteção digital reforçada.
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O emprego de travessão no lugar da vírgula após “deepfakes” (primeiro período do terceiro parágrafo) manteria a correção gramatical do texto sem prejuízo de seu sentido original.Resolução comentada
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A inteligência artificial (IA) generativa cresce exponencialmente, promovendo benefícios que vão da automatização de processos à geração de insights estratégicos. No entanto, essa expansão também amplia os desafios da segurança cibernética, de modo que se torna essencial a adoção de medidas preventivas.
A Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP) aponta que os crimes cibernéticos aumentaram 45% no Brasil em 2024. Isso significa que uma em cada quatro pessoas é alvo de golpes. Hackers estão se adaptando e usando IA para criar ataques mais sofisticados e difíceis de identificar.
Um exemplo de ataque mais sofisticado e difícil de identificar é o que ocorre por meio do uso das deepfakes, tecnologia que se vale da IA para criar imagens e áudios falsos que parecem reais. Segundo a Sumsub, plataforma de verificação de identidade, essa prática cresceu 830% no Brasil entre 2022 e 2023. Trata-se de uma tática para manipular informações, explorar a credibilidade de figuras públicas e induzir fraudes. Não à toa, as imagens de pessoas famosas e celebridades são muito utilizadas por criminosos nessa abordagem.
Os ataques de phishing também se tornaram mais sofisticados. A consultoria de cibersegurança Redbelt Security estima que mais de 3,5 milhões de brasileiros tenham sido vítimas desse tipo de golpe em 2023. O crescimento de dispositivos conectados e da coleta constante de dados sensíveis aponta, mais do que nunca, para a necessidade de uma proteção digital reforçada.
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Em “Trata-se de uma tática” (terceiro período do terceiro parágrafo), o vocábulo “se” funciona como pronome apassivador.Resolução comentada
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A inteligência artificial (IA) generativa cresce exponencialmente, promovendo benefícios que vão da automatização de processos à geração de insights estratégicos. No entanto, essa expansão também amplia os desafios da segurança cibernética, de modo que se torna essencial a adoção de medidas preventivas.
A Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP) aponta que os crimes cibernéticos aumentaram 45% no Brasil em 2024. Isso significa que uma em cada quatro pessoas é alvo de golpes. Hackers estão se adaptando e usando IA para criar ataques mais sofisticados e difíceis de identificar.
Um exemplo de ataque mais sofisticado e difícil de identificar é o que ocorre por meio do uso das deepfakes, tecnologia que se vale da IA para criar imagens e áudios falsos que parecem reais. Segundo a Sumsub, plataforma de verificação de identidade, essa prática cresceu 830% no Brasil entre 2022 e 2023. Trata-se de uma tática para manipular informações, explorar a credibilidade de figuras públicas e induzir fraudes. Não à toa, as imagens de pessoas famosas e celebridades são muito utilizadas por criminosos nessa abordagem.
Os ataques de phishing também se tornaram mais sofisticados. A consultoria de cibersegurança Redbelt Security estima que mais de 3,5 milhões de brasileiros tenham sido vítimas desse tipo de golpe em 2023. O crescimento de dispositivos conectados e da coleta constante de dados sensíveis aponta, mais do que nunca, para a necessidade de uma proteção digital reforçada.
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Na expressão “Não à toa” (último período do terceiro parágrafo), é facultativo o emprego do sinal indicativo de crase no vocábulo “à”.Resolução comentada
Análise das alternativas
No corpo do texto de uma correspondência oficial, os pronomes de tratamento podem ser empregados em sua forma abreviada ou por extenso.Resolução comentada
Análise das alternativas
Nas comunicações oficiais, deve-se evitar o emprego de palavras e expressões simples, assim como o de frases curtas.Resolução comentada
Análise das alternativas
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Julgue os itens seguintes com base no Manual de Redação da Presidência da República.
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