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Marinha do Brasil — CP-CSM-CD/2018 — Cirurgião-Dentista — Radiologia — Prova Amarela

Marinha do Brasil · Cirurgião-Dentista do Corpo de Saúde da Marinha

Diretoria de Ensino da Marinha2018Superior

50 questões nesta prova · página 3 de 3 · 49 com gabarito

Radiologia Odontológica Radiografias Extrabucais — Fatores de Exposição

Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) 2018 Superior

Marinha do Brasil · Cirurgião-Dentista do Corpo de Saúde da Marinha · Caderno Amarela

Gabarito disponível

Para a realização de exames radiográficos convencionais extrabucais, uma série de fatores é levada em consideração com a finalidade de se obter uma padronização e alcançar um resultado adequado para um estudo radiográfico completo da região craniofacial. Segundo Freitas et al (2004), assinale a opção na qual a média de variação, da Distância área-focal e objeto; a Miliamperagem (mA) e o Tempo de Exposição em segundos se encontram, respectivamente, dentro dos valores aceitáveis em que é possível se obter uma imagem de qualidade.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Valores de DFO, mA e tempo em radiografias extrabucais segundo Freitas.

Segundo Freitas et al. (2004), para radiografias extrabucais convencionais, a faixa aceitável é distância foco-objeto de 60 a 90 cm, 10 a 20 mA e tempo de 1 a 1,5 s, o que corresponde à alternativa B.

Análise das alternativas

A, C, D e E apresentam combinações de distância, mA e tempo que não coincidem com as faixas indicadas pelo autor.

Referência: Freitas et al. (2004); gabarito oficial.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Radiologia Odontológica Radiação Ionizante — Dosimetria e Riscos

Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) 2018 Superior

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Gabarito disponível

Em relação à radiação ionizante, segundo Haiter et al (2014), marque a opção correta.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Baixa miliamperagem reduz a dose em razão direta na TC.

A dose de radiação é diretamente proporcional à corrente (mA); por isso, protocolos de baixa miliamperagem reduzem a dose ao paciente, tanto na TC multidetectores quanto na de feixe cônico.

Análise das alternativas

A) Invertida: dose absorvida é em Gray e dose efetiva em Sievert. B) Crianças são mais radiossensíveis que adultos. C) O modelo linear sem limiar afirma que mesmo doses baixas têm potencial de aumentar o risco; não existe dose segura. D) A dose efetiva da radiografia de tórax é menor que a da panorâmica.

Referência: Haiter et al. (2014); gabarito oficial.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Radiologia Odontológica Sialolitíase — Aspectos Imaginológicos

Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) 2018 Superior

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Gabarito disponível

De acordo com White e Pharoah (2015), em relação às características da imagem de Sialolitíase, assinale a opção INCORRETA.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A sialografia é útil para localizar obstruções indetectáveis na radiografia convencional.

A alternativa D é incorreta: a sialografia ajuda justamente a localizar obstruções que a radiografia convencional não detecta, em especial quando o sialólito é radiolúcido. As demais descrevem corretamente a imagem da sialolitíase.

Análise das alternativas

A) Correta: o grau de calcificação varia. B) Correta: o formato varia de alongado a oval ou redondo. C) Correta conforme o gabarito: a estrutura interna costuma ser homogênea. E) Correta: é possível diferenciá-los de flebólitos e calcificações linfonodais.

Referência: White e Pharoah (2015); glândulas salivares.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Radiologia Odontológica Tumor Odontogênico Queratocístico — Diagnóstico Diferencial

Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) 2018 Superior

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Gabarito disponível

Segundo Haiter et al (2014), levando-se em consideração a característica pouco expansiva e a faixa etária dos pacientes acometidos pelo Tumor Odontogênico Queratocístico, qual é a primeira condição patológica que deve ser considerada no diagnóstico diferencial?
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Resolução comentada

No TOQ pouco expansivo em jovens, considera-se primeiro o cisto ósseo simples.

Para Haiter, diante da característica pouco expansiva e da faixa etária jovem do tumor odontogênico queratocístico, a primeira hipótese de diagnóstico diferencial é o cisto ósseo simples, conforme o gabarito oficial.

Análise das alternativas

A) O ameloblastoma unicístico é mais expansivo. B) O cisto ortoqueratinizado é uma lesão distinta e menos considerada nesse contexto. D) O mixoma costuma ser mais expansivo e multilocular. E) O cisto dentígero se relaciona à coroa de dente incluso.

Referência: Haiter Neto et al. (2014).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Radiologia Odontológica Proteção Radiológica — Portaria SVS/MS nº 453/1998

Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) 2018 Superior

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Gabarito disponível

De acordo com a Portaria SVS/MS número 453, de 1° de junho de 1998, para cada setor de radiologia diagnóstica ou intervencionista desenvolvida no estabelecimento, o titular deve designar um médico, ou um odontólogo, em se tratando de radiologia odontológica, para responder pelos procedimentos radiológicos no âmbito do serviço, denominado Responsável Técnico (RT). Sobre esse assunto, marque (V) para Verdadeiro e (F) para Falso nas afirmativas abaixo e assinale a opção correta.

( ) O RT deve estar adequadamente capacitado para as responsabilidades que lhe competem e deve possuir certificação de qualificação, conforme especificado nesse Regulamento.
( ) O RT pode responsabilizar-se por, no máximo, três (3) serviços desde que haja compatibilidade operacional de horários.
( ) Cada RT pode ter apenas um (1) substituto para os casos de seu impedimento ou ausência.
( ) O titular do serviço que é também RT deve assumir as responsabilidades de ambos.
( ) Não é permitido ao RT assumir também as funções de Supervisor de Proteção Radiológica de Radiodiagnóstico, mesmo que seja possível a compatibilidade entre as funções e não haja prejuízo em seu desempenho.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

V, F, F, V, F conforme a Portaria SVS/MS 453/98.

O RT deve ser capacitado e certificado (V). O titular que também é RT assume as responsabilidades de ambos (V). O limite de serviços por RT e a restrição a apenas um substituto, como descritos, não conferem com a norma (F). A norma admite que o RT acumule a função de supervisor de proteção radiológica quando houver compatibilidade (F).

Análise das alternativas

B) Considera verdadeiros o limite de três serviços e o substituto único. C) Considera verdadeiro o substituto único e a proibição de acumulação. D) Considera falsa a capacitação do RT. E) Considera falsa a exigência de capacitação e verdadeiro o limite de três serviços.

Referência: Portaria SVS/MS nº 453, de 1º/6/1998.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Patologia Bucal Lesões Fibro-ósseas dos Maxilares

Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) 2018 Superior

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Segundo Neville et al (2016), sobre as patologias ósseas dos maxilares, é correto afirmar que:
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Resolução comentada

A displasia óssea é arenosa e curetável, enquanto o fibroma ossificante se separa em massas maiores.

Segundo Neville, a displasia óssea antes da fase esclerótica fornece tecido arenoso que se retira em fragmentos pequenos. O fibroma ossificante é bem delimitado e se destaca do osso, sendo removido em uma ou poucas massas.

Análise das alternativas

A) Poliostótica significa lesões em ossos distintos, não ossos adjacentes que se tornam acometidos. C) O fibroma ossificante é tipicamente indolor e sem parestesia. D) Osteomas são mais comuns nos seios paranasais. E) O cementoblastoma é considerado benigno e não agressivo, apesar da expansão.

Referência: Neville et al. (2016); lesões fibro-ósseas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Radiologia Odontológica Seios Paranasais — Diagnóstico por Imagem

Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) 2018 Superior

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De acordo com Haiter et al (2014), sobre os seios paranasais é correto afirmar que:
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Resolução comentada

Na sinusite, os seios mais acometidos são maxilares, etmoidais, esfenoidais e frontais, nessa ordem.

Em tomografia de pacientes com sintomas de sinusite, a ordem decrescente de acometimento é maxilar, etmoidal, esfenoidal e frontal, o que confirma B.

Análise das alternativas

A) A mucocele tem crescimento lento. C) Fraturas dos seios são comuns em traumas faciais. D) Cistos de retenção e pólipos nem sempre se distinguem apenas por imagem. E) A TC auxilia muito no diagnóstico da sinusite odontogênica.

Referência: Haiter Neto et al. (2014); seios paranasais.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Patologia Bucal Síndromes Craniofaciais — Craniossinostoses

Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) 2018 Superior

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Segundo Cavalcanti (2012), assinale a opção que apresenta sinostose uni ou bilateral da sutura coronal, associada à hipoplasia maxilar, exoftalmia, hipertelorismo, defeito na linha média da calvária, braquicefalia e pseudofenda na linha média do palato.
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Resolução comentada

Sinostose coronal com hipoplasia maxilar e pseudofenda palatina: síndrome de Apert.

A descrição corresponde à síndrome de Apert, conforme o gabarito oficial. Ela inclui craniossinostose coronal, hipoplasia maxilar, braquicefalia, hipertelorismo e pseudofenda palatina mediana.

Análise das alternativas

B) Goldenhar é uma anomalia do primeiro e segundo arcos (microssomia hemifacial). C) Crouzon é muito semelhante, mas sem acometimento de mãos e pés. D) Treacher-Collins é disostose mandibulofacial. E) Townes-Brocks inclui anomalias anais, renais, de orelhas e de mãos.

Referência: Cavalcanti (2012); síndromes craniofaciais.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Patologia Bucal Carcinomas Originados de Cistos Odontogênicos

Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) 2018 Superior

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Marque a opção correta em relação aos carcinomas que se originam de cistos odontogênicos, de acordo com Neville et al (2016).
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Resolução comentada

Carcinomas mucoepidermoides intraósseos podem surgir de células mucosas do revestimento de cisto dentígero.

Segundo Neville, alguns carcinomas mucoepidermoides intraósseos podem surgir das células mucosas que revestem o cisto dentígero, o que torna C correta.

Análise das alternativas

A) A displasia epitelial pode originar carcinoma, então não é 'improvável'. B) O tipo mais associado é o cisto odontogênico calcificante ou o residual, não o queratocisto. D) Predominam em homens, com idade média de cerca de 50-60 anos. E) Costumam ter margens irregulares e mal definidas, sugerindo agressividade.

Referência: Neville et al., Patologia Oral e Maxilofacial (2016).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Patologia Bucal Tumores Odontogênicos — Classificação

Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) 2018 Superior

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De acordo com Haiter et al (2014), qual opção apresenta apenas Tumores Odontogênicos Mesenquimais?
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Resolução comentada

Fibroma odontogênico, mixoma odontogênico e cementoblastoma são tumores mesenquimais.

Pela classificação adotada, os tumores odontogênicos mesenquimais (ectomesenquimais) incluem fibroma odontogênico, mixoma odontogênico e cementoblastoma. Somente a alternativa E reúne apenas tumores desse grupo.

Análise das alternativas

A) O tumor adenomatóide é epitelial e o odontoma é misto. B) O tumor de células fantasmas e o escamoso são epiteliais. C) O queratocístico e o ameloblastoma unicístico são epiteliais, e o fibroma ameloblástico é misto. D) O odontoameloblastoma é misto.

Referência: Haiter Neto et al. (2014); classificação da OMS dos tumores odontogênicos.

Resolução comentada do VaiConcursos.