← Voltar para a lista de provas Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (SEED/SE) · Cargo 1: Professor de Educação Básica – Área de Atuação: Grupo I – Ensino Fundamental e Ensino Médio – Disciplina: Arte 20 questões nesta prova · 20 com gabarito Gabarito disponível Itens III e IV estão certos. A tendência de livre expressão centra-se na espontaneidade, e a tradicional, ligada ao ensino acadêmico e à cópia, valoriza o desenho de observação. Logo, III e IV estão certos. I) Errado: a crítica ao eurocentrismo não caracteriza a tendência acadêmica. II) Errado: o tecnicismo prioriza a técnica e a eficiência, não a criatividade. Referência: Tendências pedagógicas do ensino de arte no Brasil (Barbosa). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O sítio do Justino registra desenhos em rochas. O sítio do Justino, em Canindé de São Francisco (SE), reúne arte rupestre, com registros gráficos em rochas. A) Errada: não há tecido em registros pré-históricos preservados. C) e D) Erradas: não se usava metal nem bronze. E) Errada: as pinturas são feitas em suportes rochosos, não em argila. Referência: Arqueologia e arte rupestre no Nordeste. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Rosana Paulino e Everton dos Santos trabalham memórias africanas ancestrais. As produções de Rosana Paulino abordam a memória, o corpo e a história da população negra, e a de Everton dos Santos dialoga com matrizes africanas. Assim, o ponto comum é o tema das memórias africanas ancestrais. A) Errada: não se centram na defesa da caatinga. C) e D) Erradas: não têm como foco a emancipação ou a construção de Sergipe. E) Errada: não se voltam à tradição do povo Xokó. Referência: Arte afro-brasileira contemporânea. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Melodia, harmonia e ritmo são os elementos da linguagem musical. Os elementos básicos da linguagem musical são melodia, harmonia e ritmo. B, C, D, E: trazem itens como gênero, estilo e letra, que não são elementos fundamentais da linguagem musical. Referência: Teoria musical básica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O reisado tem influência musical europeia. O reisado vem das folias de Reis ibéricas, trazidas pelos portugueses, e foi incorporado à cultura brasileira, com influência musical europeia. A) Errada: não é influência americana. B) Errada: elementos africanos aparecem em outras manifestações, mas aqui a base é ibérica. C) Errada: a influência indígena não é a principal. E) Errada: a influência oriental não se aplica. Referência: Folclore brasileiro; folias de Reis. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível No método Suzuki, o aprendizado ocorre pela escuta recorrente do repertório. O método Suzuki se baseia na abordagem da língua materna, com escuta constante das peças do repertório antes e durante o aprendizado. Por isso apenas o item I está certo. II) Errado: as atividades incluem aulas em grupo, além das individuais. III e IV) Errados: o treinamento de movimentos corporais para liberar tensões e a ênfase em postura e liberdade de movimentos são mais associados a outras abordagens, como a de Dalcroze, nos termos do gabarito. Referência: Shinichi Suzuki, Educação é amor. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Pro Tools é software de gravação, edição e mixagem. O Pro Tools é uma estação de trabalho de áudio digital (DAW) usada para gravar, editar e mixar áudio, o que corresponde à opção C. A) Errada: omite gravação, edição e mixagem, trazendo harmonização, que não é função do software. B) Errada: incompleta. D) Errada: harmonização não é função típica. E) Errada: omite gravação e mixagem. Referência: Tecnologia musical; DAWs. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível A expressão remete ao blackface, prática racista que excluía atores negros ou os limitava a papéis menores. Pintar atores brancos de negro (blackface) mantinha atores negros fora dos palcos ou em papéis secundários e caricatos, como relata o texto de Abdias do Nascimento. A) Errada: havia atores negros antes do TEN, embora excluídos dos papéis de destaque. B) Errada: Abdias foi senador, mas também atuou como ator, dramaturgo e diretor. D) Errada: o TEN tinha objetivos mais amplos do que apenas montar clássicos com atores negros, e envolvia formação e valorização da cultura negra. E) Errada: o teatro jesuíta tinha finalidade catequética e não contempla o teatro afrodescendente por sincretismo. Referência: Abdias do Nascimento, Teatro Experimental do Negro. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O TEN e Abdias do Nascimento são cruciais para compreender o teatro e o audiovisual brasileiros contemporâneos. O Teatro Experimental do Negro (1944) foi um marco na afirmação do ator negro e na discussão racial nas artes cênicas, e sua influência alcança o teatro e o audiovisual atuais. A) Errada: o TEN dialogou com outros movimentos artísticos e culturais e não ficou isolado. C) Errada: o contexto de criação é relevante para a montagem em sala. D) Errada: a maquiagem tem impacto social e político, como mostra o blackface. E) Errada: a crítica considera a montagem, e a escolha de quem interpreta o personagem importa. Referência: Abdias do Nascimento, Teatro Experimental do Negro: trajetória e reflexões (1997). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Itens I e III estão certos; o item II inverte o sentido da habilidade. O texto trata de disputas por legitimidade e de racismo e estereótipos no teatro, o que remete aos itens I e III, pois ambos se relacionam com análise crítica de preconceitos e relações de poder. O item II está errado porque o exemplo não mostra dificuldade de trabalhar a habilidade, e sim material que a favorece, ao permitir a visão crítica e histórica sobre a legitimação. A, C, E: incluem o item II, que está errado. B: omite o item I, que está certo. Referência: BNCC — Competências específicas de Arte e de Linguagens; Abdias do Nascimento. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A quadrilha junina reúne elementos teatrais (personagens) e o marcador como condutor da brincadeira. A BNCC valoriza manifestações da cultura popular. A quadrilha junina é exemplo em que há narrativa, personagens e a figura do marcador, que conduz a brincadeira, combinando dança e teatro. B) Errada: analisar criticamente as manifestações tradicionais não nega a herança, mas aprofunda a compreensão. C) Errada: adaptações e releituras são práticas válidas e estimuladas. D) Errada: a documentação de processos também é prática artístico-pedagógica. E) Errada: o movimento cotidiano dançado não descaracteriza a dança como arte. Referência: BNCC — Arte (Ensino Fundamental); cultura popular. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A mediação artística trabalha contextualizações e provocações, sem conduzir uma leitura única. A mediação cultural amplia o repertório e abre caminhos de leitura por contextualizações e provocações, sem impor interpretação ou conduzir a experiência individual do espectador. A) Errada: a mediação não subestima o público, pois amplia o diálogo. B) Errada: distinguir texto dramático e texto cênico é produtivo, pois a encenação é uma leitura autônoma. C) Errada: processos colaborativos redefinem o papel docente, sem que o professor perca a função. D) Errada: a prática e a teoria se complementam. Referência: Abordagem Triangular; mediação cultural no ensino de arte. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O trabalho com corpos com deficiência favorece a prática anticapacitista, focada nas potências do corpo. Se a metodologia deve se adaptar aos alunos, trabalhar a expressividade de corpos com deficiência desloca o foco do que o corpo não pode para o que ele pode, ou seja, uma prática anticapacitista. A) Errada: o espaço deve ser pensado conforme as necessidades, e não seguir padrão único. B) Errada: separar a turma em grupos contraria a lógica da inclusão. C) Errada: a resistência ao toque pode ser respeitada com outras estratégias, como demonstração, verbalização e imagens. D) Errada: exercícios da dança formal podem ser adaptados. Referência: Pacheco, Projeto Pés (UnB); ideia de anticapacitismo na educação inclusiva. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A composição coreográfica integra-se a outras metodologias, como a improvisação criativa. No ensino de dança, as metodologias não são excludentes. A composição coreográfica, tradicional, combina-se com outras, como a técnica criativa por improvisação, em processos de criação. A) Errada: a afirmação de que a dança brasileira "sempre" atuou no popular e no erudito de modo reconhecido é generalizante; a dança erudita no país por muito tempo valorizou matrizes europeias. B) Errada: o movimento modernista também teve reflexos no teatro e na dança, de modo que a oposição descrita é imprecisa. C) Errada: tecnologias de áudio, como mixagem e edição, se relacionam com a dança, pela trilha e pela criação. E) Errada: manifestações artísticas não se restringem ao que as instituições legitimam ou a mídia veicula. Referência: Metodologias do ensino de dança; BNCC — Arte. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Reduzir a arte indígena a folclore desvaloriza sua dimensão artística, técnica, social e espiritual. O texto trata o corpo e a palavra como potências de transformação, com saber próprio dos especialistas indígenas (Bahsese como arte). Classificar a arte indígena apenas como folclore apaga essa autonomia estética, técnica, espiritual e social, que é o alerta do título do texto ("o perigo da folclorização"). A) Errada: a perspectiva de transformação não se limita ao processo, pois o corpo em constante transformação inclui também o resultado, que não precisa ser fixado como obra. B) Errada: a consciência corporal pode dialogar com outras concepções de corpo, inclusive a indígena. C) Errada: a oralidade não impossibilitou o teatro indígena; é uma forma de transmissão e criação. E) Errada: o texto valoriza justamente o poder da palavra, e a oralidade pode integrar a expressão corporal. Referência: Yepamahsã e Gonçalves, Teatro e povos indígenas: o perigo da folclorização (2023). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Improvisação em sala exige acordos de grupo (Spolin), consentimento e códigos de segurança. Trabalhar improvisação com grupos demanda acordos claros, respeito ao consentimento e códigos de segurança, para que o jogo ocorra de modo ético e seguro. Isso se alinha à prática de Viola Spolin, que estrutura os jogos com regras e acordos coletivos. A) Errada: Spolin criou os jogos teatrais a partir de trabalho com crianças e comunidades de imigrantes em Chicago, mas isso não os reduz a um recurso compensatório de falta de material. A afirmação de finalidade única é simplificação. B) Errada: jogos e improvisação em dança são adequados também à educação infantil, com mediação adequada. D) Errada: o Teatro do Oprimido não dispensa o caráter artístico; é estético e político. E) Errada: a improvisação pode dialogar com figurino, cenário, luz e sonoplastia, que também podem ser criados ou alterados no processo. Referência: Spolin, Improvisação para o teatro; Augusto Boal, Teatro do Oprimido. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Radionovelas, rádio-teatro e fotonovelas são linguagens híbridas de impacto histórico e usáveis como recursos didáticos. O texto cita o rádio-teatro, uma linguagem que mescla teatro, literatura e sonoplastia. Essas formas, como as radionovelas e fotonovelas, marcaram a cultura brasileira e ainda são recursos didáticos acessíveis hoje. A) A videodança une dança e audiovisual, e não reduz o trabalho corporal à edição. B) Há outros tipos de palco e espaços cênicos, então o estudo deles é relevante. D) Essas linguagens são hibridizações, não dominação com prejuízo do teatral. E) A criação autoral não despreza técnica e estética, pois as integra à autonomia. Referência: Ensino de Arte: linguagens artísticas híbridas e teatro radiofônico. Resolução comentada do VaiConcursos.SEED/SE 2025 — Professor de Educação Básica — Cargo 1 (Arte) — Conhecimentos Específicos
I A tendência acadêmica caracteriza-se pela crítica aos currículos eurocentrados.
II A tendência tecnicista é caracterizada pela criatividade no processo de criação.
III A tendência de livre expressão caracteriza-se pela centralidade na espontaneidade.
IV A tendência tradicional caracteriza-se pelo ensino do desenho de observação.
Assinale a opção correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
![]()
Kadu Kuxuru. A dança dos cablocos. Internet: www.araraneon.com.br.
O artista Kadu Kuxuru, autor da obra artística reproduzida na imagem precedente, utiliza a colagem em uma perspectiva decolonial. No que diz respeito à técnica utilizada por ele, evidencia-se a apropriaçãoResolução comentada
Análise das alternativas
![]()
Almeida Junior. Caipira picando fumo. Internet: https://enciclopedia.itaucultural.org.br.
A obra de Almeida Junior reproduzida na imagem precedente é interpretada comoResolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
I o aprendizado do instrumento ocorre pelo incentivo da escuta recorrente da peça do repertório.
II as atividades para o aprendizado do repertório e das técnicas musicais são individuais.
III o aprendizado envolve o treinamento de movimentos corporais para liberar tensões.
IV as atividades enfatizam a postura, a posição correta e a liberdade de movimentos.
Assinale a opção correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
![]()
Tarsila do Amaral. Abaporu. Internet: https://www.moma.org.
A obra Abaporu, reproduzida na imagem precedente, é um ícone do
Texto 1A2
Por que um branco brochado de negro? Pela inexistência de um intérprete dessa raça? Entretanto, lembrava que, em meu país, onde mais de vinte milhões de negros somavam quase metade de sua população de sessenta milhões de habitantes, na época, jamais assistira a um espetáculo cujo papel principal tivesse sido representado por um artista da minha cor. Não seria, então, o Brasil, uma verdadeira democracia racial? Minhas indagações avançaram mais longe: na minha pátria, tão orgulhosa de haver resolvido exemplarmente a convivência entre pretos e brancos, deveria ser normal a presença do negro em cena, não só em papéis secundários e grotescos, conforme acontecia, mas encarnando qualquer personagem — Hamlet ou Antígona — desde que possuísse o talento requerido. Ocorria de fato o inverso: até mesmo um Imperador Jones, se levado aos palcos brasileiros, teria necessariamente o desempenho de um ator branco caiado de preto, a exemplo do que sucedia desde sempre com as encenações de Otelo. Mesmo em peças nativas, tipo O Demônio Familiar (1857), de José de Alencar, ou Iaiá Boneca (1939), de Ernani Fornari, em papéis destinados especificamente a atores negros foi norma a exclusão do negro autêntico em favor do negro caricatural. Brochava-se de negro um ator ou atriz brancos quando o papel contivesse certo destaque cênico ou alguma qualificação dramática. Intérprete negro só se utilizava para imprimir certa cor local ao cenário, em papéis ridículos, brejeiros e de conotações pejorativas.
Abdias do Nascimento. Teatro experimental do negro: trajetória e reflexões.
In: Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, n. 25, 1997.
Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Tendo como referência inicial o texto 1A2, assinale a opção correta em relação à história do teatro brasileiro.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1A2
Por que um branco brochado de negro? Pela inexistência de um intérprete dessa raça? Entretanto, lembrava que, em meu país, onde mais de vinte milhões de negros somavam quase metade de sua população de sessenta milhões de habitantes, na época, jamais assistira a um espetáculo cujo papel principal tivesse sido representado por um artista da minha cor. Não seria, então, o Brasil, uma verdadeira democracia racial? Minhas indagações avançaram mais longe: na minha pátria, tão orgulhosa de haver resolvido exemplarmente a convivência entre pretos e brancos, deveria ser normal a presença do negro em cena, não só em papéis secundários e grotescos, conforme acontecia, mas encarnando qualquer personagem — Hamlet ou Antígona — desde que possuísse o talento requerido. Ocorria de fato o inverso: até mesmo um Imperador Jones, se levado aos palcos brasileiros, teria necessariamente o desempenho de um ator branco caiado de preto, a exemplo do que sucedia desde sempre com as encenações de Otelo. Mesmo em peças nativas, tipo O Demônio Familiar (1857), de José de Alencar, ou Iaiá Boneca (1939), de Ernani Fornari, em papéis destinados especificamente a atores negros foi norma a exclusão do negro autêntico em favor do negro caricatural. Brochava-se de negro um ator ou atriz brancos quando o papel contivesse certo destaque cênico ou alguma qualificação dramática. Intérprete negro só se utilizava para imprimir certa cor local ao cenário, em papéis ridículos, brejeiros e de conotações pejorativas.
Abdias do Nascimento. Teatro experimental do negro: trajetória e reflexões.
In: Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, n. 25, 1997.
Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
A partir do texto 1A02, assinale a opção correta a respeito de teatro e ensino de teatro.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1A2
Por que um branco brochado de negro? Pela inexistência de um intérprete dessa raça? Entretanto, lembrava que, em meu país, onde mais de vinte milhões de negros somavam quase metade de sua população de sessenta milhões de habitantes, na época, jamais assistira a um espetáculo cujo papel principal tivesse sido representado por um artista da minha cor. Não seria, então, o Brasil, uma verdadeira democracia racial? Minhas indagações avançaram mais longe: na minha pátria, tão orgulhosa de haver resolvido exemplarmente a convivência entre pretos e brancos, deveria ser normal a presença do negro em cena, não só em papéis secundários e grotescos, conforme acontecia, mas encarnando qualquer personagem — Hamlet ou Antígona — desde que possuísse o talento requerido. Ocorria de fato o inverso: até mesmo um Imperador Jones, se levado aos palcos brasileiros, teria necessariamente o desempenho de um ator branco caiado de preto, a exemplo do que sucedia desde sempre com as encenações de Otelo. Mesmo em peças nativas, tipo O Demônio Familiar (1857), de José de Alencar, ou Iaiá Boneca (1939), de Ernani Fornari, em papéis destinados especificamente a atores negros foi norma a exclusão do negro autêntico em favor do negro caricatural. Brochava-se de negro um ator ou atriz brancos quando o papel contivesse certo destaque cênico ou alguma qualificação dramática. Intérprete negro só se utilizava para imprimir certa cor local ao cenário, em papéis ridículos, brejeiros e de conotações pejorativas.
Abdias do Nascimento. Teatro experimental do negro: trajetória e reflexões.
In: Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, n. 25, 1997.
Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Considerando o texto 1A2 e as competências e habilidades previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o ensino do componente curricular Arte, julgue os seguintes itens.
I A discussão apresentada pelo autor remete à habilidade da BNCC consistente em analisar os diálogos e os processos de disputa por legitimidade nas práticas de linguagem e em suas produções artísticas, corporais e verbais.
II O fato de que “um Imperador Jones, se levado aos palcos brasileiros, teria necessariamente o desempenho de um ator branco caiado de preto” exemplifica a dificuldade de se trabalhar, em sala de aula, a habilidade de apropriar-se do patrimônio artístico de diferentes tempos e lugares, com a compreensão da sua diversidade, bem como dos processos de legitimação das manifestações artísticas na sociedade, e o desenvolvimento da visão crítica e histórica.
III A habilidade de analisar criticamente preconceitos, estereótipos e relações de poder presentes nas práticas corporais, adotando-se posicionamento contrário a qualquer manifestação de injustiça e desrespeito a direitos humanos e valores democráticos, poderia ser trabalhada em sala de aula a partir do estudo do texto e do Teatro Experimental do Negro.
Assinale a opção correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Iara Morais Pacheco. Projeto pés: identidade e criação em artes com pessoas com deficiência.
Internet: <bdm.unb.br> (com adaptações).
Tendo como referência inicial o trecho apresentado, assinale a opção correta a respeito do ensino de dança.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
João Paulo Barrreto Yepamahsã e Luiz Davi Vieira Gonçalves.
Teatro e povos indígenas: o perigo da folclorização. In: Naine Terena e Andreia Duarte (Org.).
Teatro e os povos indígenas: janelas abertas para a possibilidade.
Rio de Janeiro: Editora Outra Margem / São Paulo: N-1 Edições, 2023 (com adaptações).
A partir da leitura desse texto, assinale a opção correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Internet: <empautaufs.wordpress.com> (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência, assinale a opção correta a respeito de aspectos diversos do ensino de artes.Resolução comentada
Análise das alternativas
Julgue os itens a seguir, relativos às características das tendências que influenciaram o ensino da arte no Brasil.
O sítio do Justino, localizado na região Nordeste do Brasil, dispõe de um acervo de documentos pré-históricos sob a forma de registros gráficos fixados por
Rosana Paulino e Everton dos Santos destacam-se por produções artísticas cujas temáticas estão relacionadas
Assinale a opção em que são corretamente citados os elementos da linguagem musical.
O reisado, manifestação cultural profano-religiosa que celebra o nascimento de Jesus com brincantes e músicos que, em cortejo, percorrem as casas dos lugares onde se apresentam, tem influência musical
No método de ensino musical Suzuki,
O Pro Tools é um software utilizado em composições musicais para
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Considerando o que prevê a BNCC para o ensino do componente curricular Arte, assinale a opção correta.
No que se refere ao ensino da Arte no Brasil, assinale a opção correta.
O Projeto Pés iniciou-se em 2011, como pesquisa do movimento expressivo com pessoas com deficiência, desenvolvido através de técnicas do teatro-dança. Adaptação é uma palavra muito usada nesse meio. É a ideologia de trabalho segundo a qual não são os alunos que devem adaptar-se à metodologia, mas a metodologia que deve estar apta aos seus alunos.
Acerca da dança e do ensino de dança no Brasil, assinale a opção correta.
Quando nós, povos indígenas, tratamos e olhamos o nosso corpo, olhamos a partir do nosso ponto de vista de transformação. O corpo está em constante transformação, está em movimento. Uma das coisas que eu levantei na minha tese de doutorado é exatamente como nós, povos indígenas, compreendemos e conceituamos o corpo. Cheguei a uma questão que o corpo, do nosso ponto de vista, é a síntese de todos os elementos, os nossos especialistas falam que o corpo é constituído de vida água, quando digo água, não é água que a gente conhece, é a água na sua essência, vida-animal na sua essência, vida-vegetal, vida-luz, vida-terra. Essa noção de constituição do corpo como elemento é fundamental, é onde os nossos especialistas lançam mão para transformar o corpo; então Bahsese como arte transforma o corpo pelo poder de manipulação das qualidades sensíveis e das coisas via palavras, pela formação que os especialistas têm, portanto, para nós, a oralidade é importante, falar para nós não é qualquer coisa, é a palavra que transforma, é a palavra que destrói, é a palavra que constrói, o poder da palavra é superimportante, portanto a arte do Bahsese é isso. Dizia o grande professor indígena Brasilino Barreto: “Esse poder que está na ponta da boca”. Assim como para os brancos o poder está na caneta, na escrita.
Em relação à improvisação e ao ensino da Arte no Brasil, assinale a opção correta.
Na década de 40 do século XX, alguns autores sergipanos assinavam pequenas comédias e ligeiras dramatizações históricas, apresentadas numa espécie de rádio-teatro por meio do programa Teatro pelo Éter, que, dirigido por Pedro Teles, ia ao ar no ano de 1944 pelos microfones da PRJ-6, Rádio Difusora de Sergipe.