← Voltar para a lista de provas Marinha do Brasil · Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T) — Oceanografia 50 questões nesta prova · página 3 de 3 · 49 com gabarito Gabarito disponível Giros subpolares têm ressurgência e divergência no centro, o que leva a alta produtividade primária. Nos giros subpolares a circulação é ciclônica e o transporte de Ekman diverge no centro. Isso provoca ressurgência de águas ricas em nutrientes e, por consequência, alta produtividade primária. A) Os giros subpolares são ciclônicos: horários no Hemisfério Sul e anti-horários no Norte, o inverso do enunciado. B) No centro há divergência e o nível do mar baixa, não sobe. D) São gerados por baixas pressões subpolares. E) A termoclina se eleva (ou fica rasa) no centro, e não afunda. Referência: Circulação oceânica forçada pelo vento; transporte de Ekman e giros. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Variação do volume de água é eustática; variação do nível da crosta é isostática. Eustasia é a variação do nível do mar causada por mudança no volume de água dos oceanos, como no degelo e na expansão térmica. Isostasia é o movimento vertical da crosta, por ajuste ao peso de gelo ou sedimentos. A ordem pedida é, portanto, eustática e isostática. A, B, D e E) Usam termos como hidrostática ou estática, que não designam esses processos de variação secular do nível do mar. Só a opção C traz os dois termos corretos, na ordem pedida. Referência: Geologia marinha; variações do nível relativo do mar (eustasia e isostasia). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Distância percorrida por uma parcela de água entre a maré baixa e a alta no estuário é a excursão de maré. A excursão de maré é o deslocamento horizontal de uma parcela de água ao longo do estuário durante meio ciclo de maré, da baixa-mar à preamar. Ela dá a escala espacial da oscilação da zona de mistura. B) Prisma de maré é o volume de água que entra no estuário na enchente, não uma distância. C) Co-oscilação é a resposta da maré do estuário à maré do oceano adjacente. D) Comprimento de onda é a distância entre cristas sucessivas. E) Entranhamento é a incorporação de água de uma camada em outra. Referência: Oceanografia de estuários (Miranda, Castro e Kjerfve); circulação estuarina. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível A mistura 40% A e 60% B resulta em (35,5; 21,1). Para a mistura de dois tipos d'água, a média ponderada vale para ambas as grandezas. S = 0,4·35,3 + 0,6·35,6 = 35,48 ≈ 35,5 e T = 0,4·20,5 + 0,6·21,5 = 21,1. O par é (35,5; 21,1). B) (35,4; 20,9) corresponde aproximadamente a 70% de A. C) (35,6; 21,1) tem salinidade de 100% de B. D) e E) estão fora do intervalo entre A e B. Referência: Diagrama T-S: mistura de massas d'água. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo o gabarito, no equador há haloclinas em que a salinidade varia com a profundidade. Na região equatorial a precipitação excede a evaporação, o que gera uma camada superficial de salinidade diferente da das camadas subjacentes e forma uma haloclina. O gabarito oficial indica a alternativa E como a correta. A afirmação sobre o sentido da variação da salinidade é discutível, então a confiança é baixa. A) Em águas costeiras com aporte fluvial a salinidade aumenta com a profundidade. B) Nas altas latitudes a salinidade tende a aumentar com a profundidade. C) No equador a evaporação não excede a precipitação, então a salinidade superficial não é máxima. D) Nos trópicos a salinidade superficial é máxima, maior que a do fundo. Referência: Distribuição de salinidade no oceano. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A variação de Coriolis com a latitude (efeito beta) intensifica as correntes na borda oeste. O efeito beta, ou variação do parâmetro de Coriolis com a latitude, faz com que os giros oceânicos sejam assimétricos. Isso resulta na intensificação das correntes de contorno oeste, como a Corrente do Golfo e a do Brasil. A) A intensificação não é de correntes zonais equatoriais. B) A intensificação ocorre no lado oeste, não no leste. C) Existem correntes intensas no equador, como a Subcorrente Equatorial. E) O efeito beta torna o giro assimétrico, não simétrico. Referência: Intensificação oeste (Stommel); efeito beta. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Em águas rasas, c = √(g·h) ≈ 6,3 m/s. A profundidade (4 m) é muito menor que o comprimento de onda (200 m), então a onda se comporta como de águas rasas. Nesse caso c = √(g·h) = √(9,8 × 4) ≈ 6,26 m/s, ou seja, cerca de 6,3 m/s. A) 5 não resulta do cálculo. C) 9,5 não resulta do cálculo. D) 12 não resulta do cálculo. E) 14 não resulta do cálculo. A relação L/T = 200/9 ≈ 22 m/s é incompatível com águas rasas. Referência: Teoria linear de ondas: velocidade de fase em águas rasas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Em camadas isotérmicas e isohalinas, a velocidade do som cresce com a pressão. A velocidade do som na água do mar aumenta com a temperatura, a salinidade e a pressão. Em camadas isotérmicas e isohalinas, só a pressão varia com a profundidade, então a velocidade cresce com ela. B) Nas camadas de fundo a velocidade aumenta com a pressão. C) A zona de sombra depende do gradiente e varia sazonalmente, não é fixa. D) Na termoclina a temperatura cai com a profundidade, então a velocidade do som decresce. E) No fundo a temperatura é quase constante, e o controle principal é a pressão. Referência: Acústica submarina: velocidade do som no mar. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Ondas de maior período afastam-se mais rápido da zona de geração. Em águas profundas, a velocidade de grupo é proporcional ao período, então as ondas de maior período viajam mais depressa e se afastam antes da zona de geração, formando o marulho. Assim, as ondas de maior período chegam primeiro a locais distantes. A) Em águas rasas, a velocidade de grupo é igual à de fase; a metade vale para águas profundas. B) Na zona de geração há vagas com diversos períodos e também marulho se houver. D) Marulhos são ondas que já deixaram a zona de geração, não ondas geradas localmente. E) A refração depende da variação da profundidade. Referência: Oceanografia física: ondas de gravidade, dispersão. Resolução comentada do VaiConcursos.Marinha do Brasil — Concurso Público para Ingresso no Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T/2018) — Oceanografia — Prova Amarela
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
Com relação aos giros subpolares dos oceanos, é correto afirmar que:
Considerando os estuários como ambientes originados de variações seculares do nível do mar, pode-se dividir essas variações em variação do volume de água dos oceanos e variação do nível da crosta terrestre. Assinale a opção que apresenta, respectivamente, como são denominadas essas variações.
Entre os instantes de maré baixa e alta, a distância percorrida por um elemento de volume, a partir do repouso ao longo da zona de mistura de um estuário, é denominada :
Um escoamento em estado estacionário é caracterizado matematicamente por:
Em uma região oceânica há a mistura entre os tipos de água A(35,3 ;20,5) e B(35,6 ;21,5). Sendo assim, qual é o par (S,T) que possui 40 % de contribuição do tipo d'água A?
Com relação às variações da salinidade no oceano, é correto afirmar que:
O fato de o parâmetro de Coriolis variar com a latitude implica:
Qual é a velocidade de fase, em m/s, de uma onda que se propaga em uma profundidade de 4 m, tendo período de 9 s e comprimento de onda de 200 m?
Considerando os efeitos da temperatura, da salinidade e da pressão sobre a propagação do som na água do mar, é correto afirmar que:
Com relação à propagação de ondas no oceano, pode-se afirmar que: