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SEED/SE — Concurso Público 2025 — Professor de Educação Básica — Prova Objetiva — Conhecimentos Básicos para todos os cargos

Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (SEED/SE) · Professor de Educação Básica (todos os cargos)

Cebraspe2026Superior

20 questões nesta prova · 16 com gabarito

Língua Portuguesa Compreensão e Interpretação de Textos

Cebraspe 2026 Superior

Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (SEED/SE) · Professor de Educação Básica (todos os cargos) · Caderno Conhecimentos Básicos (questões 1 a 20; código do gabarito 146_SEEDSE_CB1_01)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CB1A1
As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou “Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele “sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta será: “Não sei” ou “Não sei direito”.
Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.
Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas nesses compêndios, não sabe português.
É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria língua materna.
Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem português.
Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário.
Quando entendemos que o conceito de gramática corresponde a um construto mental que cada membro da espécie humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que “não sabemos português”.
A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as crianças já adquiriram quando começaram a falar.
O professor, em sala de aula, poderá promover o conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina, tacitamente, esses conceitos.
Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa. Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).

Uma das principais ideias veiculadas no texto CB1A1 é a de que
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Resolução comentada

Uma das ideias centrais é que a gramática de uma língua é um construto mental.

O texto afirma que a gramática corresponde a um construto mental que todo ser humano desenvolve ao ser exposto à língua. Por isso o falante sabe português, ainda que não domine as regras dos compêndios.

Análise das alternativas

A) Errada: o texto diz que a escola é que ensina a escrita. B) Errada: o texto critica a ideia de que os compêndios definem o saber linguístico. C) Errada: não faz essa crítica à escola. D) Errada: afirma o contrário, que os brasileiros sabem português.

Referência: Compreensão e interpretação de textos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Compreensão e Interpretação de Textos

Cebraspe 2026 Superior

Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (SEED/SE) · Professor de Educação Básica (todos os cargos) · Caderno Conhecimentos Básicos (questões 1 a 20; código do gabarito 146_SEEDSE_CB1_01)

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Texto-base:
Texto CB1A1
As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou “Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele “sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta será: “Não sei” ou “Não sei direito”.
Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.
Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas nesses compêndios, não sabe português.
É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria língua materna.
Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem português.
Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário.
Quando entendemos que o conceito de gramática corresponde a um construto mental que cada membro da espécie humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que “não sabemos português”.
A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as crianças já adquiriram quando começaram a falar.
O professor, em sala de aula, poderá promover o conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina, tacitamente, esses conceitos.
Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa. Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).

No quarto parágrafo do texto CB1A1, a autora lamenta o fato de milhões de brasileiros
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Resolução comentada

A autora lamenta que milhões de brasileiros tenham autoestima linguística tão baixa.

O quarto parágrafo diz que é lamentável imaginar que milhões de brasileiros têm uma autoestima linguística tão baixa. A letra D reproduz essa ideia.

Análise das alternativas

A) Errada: o texto afirma que eles sabem sua língua. B) Errada: a baixa autoestima é linguística, não geral. C) Errada: o lamento é a baixa autoestima, não o desconhecimento da variedade padrão. E) Errada: o fato de se comunicarem em português é apresentado como dado, não como motivo do lamento.

Referência: Compreensão e interpretação de textos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Tipologia Textual

Cebraspe 2026 Superior

Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (SEED/SE) · Professor de Educação Básica (todos os cargos) · Caderno Conhecimentos Básicos (questões 1 a 20; código do gabarito 146_SEEDSE_CB1_01)

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Texto CB1A1
As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou “Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele “sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta será: “Não sei” ou “Não sei direito”.
Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.
Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas nesses compêndios, não sabe português.
É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria língua materna.
Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem português.
Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário.
Quando entendemos que o conceito de gramática corresponde a um construto mental que cada membro da espécie humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que “não sabemos português”.
A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as crianças já adquiriram quando começaram a falar.
O professor, em sala de aula, poderá promover o conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina, tacitamente, esses conceitos.
Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa. Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).

Consideradas a estrutura e a função do texto CB1A1, é correto afirmar que ele se caracteriza como
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O texto é dissertativo-argumentativo.

A autora defende uma tese (todo falante nativo sabe português), apresenta argumentos e conclui. Isso configura um texto dissertativo-argumentativo.

Análise das alternativas

A) Errada: o texto não apenas expõe, ele defende um ponto de vista. B) Errada: não descreve. C) Errada: não instrui nem dá ordens. E) Errada: não narra uma sequência de acontecimentos.

Referência: Tipologia textual.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Emprego dos Sinais de Pontuação — Aspas

Cebraspe 2026 Superior

Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (SEED/SE) · Professor de Educação Básica (todos os cargos) · Caderno Conhecimentos Básicos (questões 1 a 20; código do gabarito 146_SEEDSE_CB1_01)

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Texto CB1A1
As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou “Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele “sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta será: “Não sei” ou “Não sei direito”.
Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.
Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas nesses compêndios, não sabe português.
É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria língua materna.
Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem português.
Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário.
Quando entendemos que o conceito de gramática corresponde a um construto mental que cada membro da espécie humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que “não sabemos português”.
A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as crianças já adquiriram quando começaram a falar.
O professor, em sala de aula, poderá promover o conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina, tacitamente, esses conceitos.
Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa. Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).

No primeiro parágrafo do texto CB1A1, o emprego das aspas em ‘sabe’ (segundo período) tem por finalidade
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Resolução comentada

As aspas em 'sabe' indicam que o uso da palavra é inadequado no contexto.

Segundo o gabarito, as aspas assinalam que o verbo 'saber' é usado de forma questionável. Os falantes dizem que não 'sabem' português, mas na verdade sabem a língua.

Análise das alternativas

A) Errada: o sentido da palavra não é distinto do original. B) Errada: não há ironia. D) Errada: o sentido denotativo é o do uso normal, e não demanda aspas. E) Errada: não há citação de fala; as falas citadas aparecem em outros trechos, entre aspas próprias.

Referência: Emprego dos sinais de pontuação: aspas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Reescrita de Frases e Parágrafos

Cebraspe 2026 Superior

Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (SEED/SE) · Professor de Educação Básica (todos os cargos) · Caderno Conhecimentos Básicos (questões 1 a 20; código do gabarito 146_SEEDSE_CB1_01)

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Texto CB1A1
As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou “Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele “sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta será: “Não sei” ou “Não sei direito”.
Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.
Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas nesses compêndios, não sabe português.
É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria língua materna.
Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem português.
Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário.
Quando entendemos que o conceito de gramática corresponde a um construto mental que cada membro da espécie humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que “não sabemos português”.
A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as crianças já adquiriram quando começaram a falar.
O professor, em sala de aula, poderá promover o conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina, tacitamente, esses conceitos.
Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa. Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).

Assinale a opção em que a proposta de reescrita do primeiro período do segundo parágrafo do texto CB1A1 é gramaticalmente correta e coerente com as ideias originais.
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A única reescrita correta é 'Há diversos motivos por que os falantes... proferem...'.

A reescrita da letra E mantém o sentido original, usa 'por que' (= pelos quais) corretamente e conserva 'afirmações como essas'.

Análise das alternativas

A) Errada: 'se embasam' exigiria preposição ('em que'), e a frase altera a ideia original. B) Errada: 'igual a essas' é construção inadequada; o correto é 'como essas'. C) Errada: 'Existe' no singular, com 'diversos motivos' no plural. D) Errada: 'Tem' no sentido de haver é coloquial, e falta crase em 'à afirmações'.

Referência: Reescrita de frases: concordância, regência e coesão.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Sintaxe — Função Sintática dos Pronomes

Cebraspe 2026 Superior

Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (SEED/SE) · Professor de Educação Básica (todos os cargos) · Caderno Conhecimentos Básicos (questões 1 a 20; código do gabarito 146_SEEDSE_CB1_01)

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Texto CB1A1
As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou “Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele “sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta será: “Não sei” ou “Não sei direito”.
Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.
Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas nesses compêndios, não sabe português.
É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria língua materna.
Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem português.
Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário.
Quando entendemos que o conceito de gramática corresponde a um construto mental que cada membro da espécie humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que “não sabemos português”.
A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as crianças já adquiriram quando começaram a falar.
O professor, em sala de aula, poderá promover o conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina, tacitamente, esses conceitos.
Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa. Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).

No primeiro período do sexto parágrafo do texto CB1A1, o pronome “nos” funciona sintaticamente como
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Resolução comentada

Em 'nos leva a pensar', 'nos' é objeto direto.

O verbo 'levar' no sentido de conduzir alguém a algo é transitivo direto e preposicionado. O pronome 'nos' completa o verbo sem preposição, portanto é objeto direto, e 'a pensar' é a oração que completa o sentido.

Análise das alternativas

A) Errada: não há substantivo ao qual 'nos' se ligue. B) Errada: o verbo não exige a preposição 'a' antes do pronome. C) Errada: não há nome que seja complementado. D) Errada: o sujeito da oração é 'o senso comum'.

Referência: Sintaxe: função sintática dos pronomes oblíquos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Conjunções e Locuções Conjuntivas — Valor Semântico

Cebraspe 2026 Superior

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As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou “Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele “sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta será: “Não sei” ou “Não sei direito”.
Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.
Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas nesses compêndios, não sabe português.
É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria língua materna.
Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem português.
Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário.
Quando entendemos que o conceito de gramática corresponde a um construto mental que cada membro da espécie humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que “não sabemos português”.
A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as crianças já adquiriram quando começaram a falar.
O professor, em sala de aula, poderá promover o conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina, tacitamente, esses conceitos.
Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa. Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).

No sétimo parágrafo do texto CB1A1, a locução “desde que” expressa circunstância de
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Resolução comentada

'Desde que' é locução conjuntiva condicional.

No trecho, a gramática se desenvolve 'desde que' o membro da espécie esteja exposto a dados da língua. A exposição é a condição para o desenvolvimento, portanto a circunstância é de condição.

Análise das alternativas

A) Errada: não há ideia de oposição ou concessão. B) Errada: a locução não explica, ela condiciona. C) Errada: não há adversidade. D) Errada: 'desde que' pode indicar tempo, mas aqui equivale a 'contanto que'. E) Correta.

Referência: Conjunções e locuções conjuntivas: valor semântico.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Significação das Palavras — Sinonímia

Cebraspe 2026 Superior

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Texto CB1A1
As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou “Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele “sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta será: “Não sei” ou “Não sei direito”.
Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.
Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas nesses compêndios, não sabe português.
É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria língua materna.
Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem português.
Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário.
Quando entendemos que o conceito de gramática corresponde a um construto mental que cada membro da espécie humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que “não sabemos português”.
A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as crianças já adquiriram quando começaram a falar.
O professor, em sala de aula, poderá promover o conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina, tacitamente, esses conceitos.
Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa. Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).

No último período do texto CB1A1, o advérbio “tacitamente” é empregado com o mesmo sentido de
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Resolução comentada

'Tacitamente' é sinônimo de 'implicitamente'.

Tacitamente significa de modo tácito, não expresso em palavras. No texto, a criança domina os conceitos sem tê-los aprendido de forma explícita, o que equivale a 'implicitamente'.

Análise das alternativas

A) Errada: 'naturalmente' indica espontaneidade, não o caráter não expresso. C) Errada: 'precocemente' indica antecipação no tempo. D) Errada: 'certamente' expressa certeza. E) Errada: 'superficialmente' indica pouca profundidade.

Referência: Significação das palavras: sinonímia.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Números Reais — Representação Decimal

Cebraspe 2026 Superior

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Questão anulada

Assinale a opção em que é apresentado um número que somente possui representação decimal inexata periódica.
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Matemática Porcentagem

Cebraspe 2026 Superior

Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (SEED/SE) · Professor de Educação Básica (todos os cargos) · Caderno Conhecimentos Básicos (questões 1 a 20; código do gabarito 146_SEEDSE_CB1_01)

Gabarito disponível

Uma empresa que vende apenas um tipo de produto decidiu, em certo mês, aumentar o preço de venda desse produto em 10%. No entanto, os funcionários da empresa perceberam que a quantidade vendida diminuiu 10% em relação ao mês anterior ao aumento.
Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que o faturamento dessa empresa depois da alteração do preço, comparado com o faturamento antes da alteração,
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Resolução comentada

1,1 × 0,9 = 0,99, então o faturamento diminuiu 1%.

Faturamento = preço × quantidade. O novo faturamento é 1,10 × 0,90 = 0,99 do original, uma queda de 1%.

Análise das alternativas

A) Errada: seria uma queda de 10%. B) Errada: não houve aumento. C) Errada: o produto dos fatores é 0,99, e não 1. E) Errada: 0,99 é menor que 1, portanto houve queda.

Referência: Porcentagem: variações sucessivas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Análise Combinatória

Cebraspe 2026 Superior

Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (SEED/SE) · Professor de Educação Básica (todos os cargos) · Caderno Conhecimentos Básicos (questões 1 a 20; código do gabarito 146_SEEDSE_CB1_01)

Questão anulada

Uma professora deseja dividir sua turma de 25 alunos em cinco grupos, cada um com cinco alunos, para a realização de um trabalho. Não há distinção entre as atribuições dos alunos em cada grupo, nenhum aluno pode participar de mais de um grupo e nem deixar de participar de algum.
A partir dessa situação hipotética, assinale a opção que corresponde ao número de maneiras distintas de essa divisão ser feita.
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Matemática Análise Combinatória

Cebraspe 2026 Superior

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Gabarito disponível

Se uma professora sortear 4 de seus 20 alunos para uma visita a um museu, a quantidade de maneiras que a seleção poderá ser feita sem que os alunos A e B participem juntos do passeio será igual a
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Resolução comentada

C(20,4) − C(18,2) = 4845 − 153 = 4692.

O total de grupos de 4 alunos entre 20 é C(20,4) = 4845. Os grupos com A e B juntos são C(18,2) = 153, que devem ser retirados. Logo 4845 − 153 = 4692.

Análise das alternativas

A) Errada. B) Errada: 4845 é o total, sem a restrição. D) Errada. E) Errada: são valores sem correspondência com o cálculo correto.

Referência: Análise combinatória: combinações com restrição (complementar).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Números Reais — Dízimas Periódicas e Fração Geratriz

Cebraspe 2026 Superior

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Gabarito disponível

Assinale a opção que corresponde ao número 1,1111823823... em sua forma fracionária.
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Matemática Números Reais — Representação Decimal

Cebraspe 2026 Superior

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Uma professora pediu a cada estudante que levasse régua, fita métrica e uma grande cartolina branca para a sala de aula na aula seguinte, para a realização de uma atividade. No dia marcado, ela deu as seguintes orientações, a que os estudantes deveriam atender.
1) Desenhe um segmento de reta com mais de 1 metro de comprimento.
2) Marque, no segmento de reta, a lápis, um ponto indicado com o número 0 e outro ponto, indicado com o número 1, a exatamente 1 metro de distância do primeiro.
3) Utilizando sempre a escala métrica, marque, no segmento de reta, entre os números 0 e 1, todos os números decimais exatos com exatamente uma casa decimal.
4) Depois, marque todos os números decimais exatos com exatamente duas casas decimais.
Em seguida, em um experimento mental, a professora pediu aos estudantes que fechassem seus olhos e se imaginassem marcando, sucessivamente, todos os números decimais exatos com exatamente 3 casas decimais, depois exatamente 4, e assim por diante, indefinidamente.
Considerando um estudante que tenha executado com perfeição todos os comandos dados e desconsiderando eventuais dificuldades práticas quanto à espessura da ponta do lápis, assinale a opção correta acerca da atividade desenvolvida pela professora.
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Resolução comentada

Os decimais exatos são densos em [0,1]: existe um ponto marcado a menos de 10⁻¹⁰ de qualquer ponto.

Para qualquer A em [0,1], truncar A na 10ª casa decimal dá um decimal marcado a uma distância menor que 10⁻¹⁰ (ou igual a A, se A for marcado). Isso mostra que os pontos marcados são densos no segmento.

Análise das alternativas

A) Errada: 0,123456789999... = 0,12345679, um decimal exato que será marcado. C) Errada: só se marcam decimais exatos, que são racionais. D) Errada: racionais como 1/3 têm dízima infinita e nunca são marcados. E) Errada: irracionais e racionais como 1/3 ficam de fora, de modo que a reta não fica totalmente preenchida.

Referência: Densidade dos racionais nos reais; representação decimal.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Teoria dos Conjuntos

Cebraspe 2026 Superior

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Suponha que uma professora tenha constatado que, de seus vinte alunos, treze já haviam visitado o museu da cidade e quinze já haviam visitado o planetário. Nesse caso, o menor número possível de alunos que já visitaram tanto o museu quanto o planetário é
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Resolução comentada

O mínimo da interseção é 13 + 15 − 20 = 8.

Pela fórmula |M ∩ P| = |M| + |P| − |M ∪ P|, o menor valor ocorre quando a união é máxima, ou seja, 20. Logo 13 + 15 − 20 = 8.

Análise das alternativas

B), C), D) e E) são menores que 8, e isso é impossível. Como 13 + 15 = 28, passam 8 alunos de 20, e esses 8 precisam ter visitado os dois lugares.

Referência: Teoria dos conjuntos: princípio da inclusão-exclusão.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Raciocínio Lógico Lógica Proposicional — Tabela-Verdade

Cebraspe 2026 Superior

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Assinale a opção em que é corretamente apresentado o número de linhas da tabela-verdade associada à proposição “Se a pessoa é irracional, então é contraditória”.
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Resolução comentada

A proposição condicional com duas proposições simples tem 2² = 4 linhas.

A sentença 'Se p, então q' tem duas proposições simples distintas: 'a pessoa é irracional' e 'é contraditória'. O número de linhas da tabela-verdade é 2^n, e 2² = 4.

Análise das alternativas

A) Errada: 2 linhas valeriam para uma única proposição simples. C), D) e E) Erradas: 8, 16 e 32 exigiriam 3, 4 e 5 proposições simples, respectivamente.

Referência: Lógica proposicional: número de linhas = 2^n.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Geografia de Sergipe — Aspectos Geoambientais

Cebraspe 2026 Superior

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Questão anulada

A respeito dos condicionantes geoambientais do estado de Sergipe, assinale a opção correta.
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Geografia Geografia de Sergipe — Urbanização e Região Metropolitana de Aracaju

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Gabarito disponível

Acerca da formação metropolitana de Aracaju, assinale a opção correta.
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Resolução comentada

Aracaju apresenta primazia e macrocefalia urbanas em Sergipe.

Aracaju concentra grande parte da população e das atividades do estado e é muito maior que as demais cidades. Isso caracteriza primazia e macrocefalia urbanas, conforme o gabarito.

Análise das alternativas

B) Errada: a região metropolitana foi instituída por lei em 1995, e Aracaju virou capital em 1855. C) Errada: a cidade foi fundada em 1855 e planejada em formato de tabuleiro, não no modelo português em torno da igreja matriz. D) Errada: o turismo não foi o principal fomentador da urbanização metropolitana. E) Errada: a região metropolitana tem mais de quatro municípios.

Referência: Geografia de Sergipe: rede urbana e Região Metropolitana de Aracaju.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Geografia de Sergipe — Indicadores Socioeconômicos

Cebraspe 2026 Superior

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Gabarito disponível

Tabela com colunas indicador, valor e ano: PIB (R$ milhões), 51.861, 2021; PIB per capita (R$), 25.965, 2022; população (milhões de pessoas), 2,30, 2025; índice de desenvolvimento humano (IDH), 0,7, 2021; índice de Gini, 0,5, 2024. Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Indicadores de desenvolvimento econômico e social de Sergipe (SE). Elaboração: Valor data (com adaptações).

A tabela precedente apresenta os indicadores das potencialidades e perspectivas de desenvolvimento econômico e social do estado de Sergipe. A partir dos dados apresentados, assinale a opção correta.
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História História de Sergipe — Povos Indígenas

Cebraspe 2026 Superior

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Questão anulada

Os dados do Censo Demográfico de 2022 feito pelo IBGE revelaram que Sergipe é o estado com a menor população indígena do Brasil, com 4.710 pessoas. Acerca da população indígena em Sergipe, assinale a opção correta.
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