← Voltar para a lista de provas Secretaria de Estado da Fazenda de Sergipe (SEFAZ/SE) · Auditor Fiscal Tributário 10 questões nesta prova · 9 com gabarito Gabarito disponível 'Economês' é termo informal para o jargão dos economistas. O sufixo '-ês' forma palavras que designam linguagens/jargões (como 'economês', 'juridiquês') e é típico da linguagem informal. No texto, refere-se ao jargão dos economistas, sem valor pejorativo, já que o autor o defende como útil. A) O autor não denuncia o estilo complicado, mas defende o economês como útil. B) Não há sentido pejorativo nem intenção de não ser compreendido; o texto diz que não foi criado para excluir. C) Não é um termo formal, nem se refere a regras de uso. D) O termo não é um termo técnico usado pelos economistas; ele designa a linguagem deles. Referência: Semântica: formação de palavras com sufixo '-ês' e níveis de linguagem. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto defende que todos deveriam aprender o economês, pois a economia afeta a todos. O autor afirma que o economês não deveria ser um código fechado, pois os fenômenos econômicos afetam a vida de todos, e que 'entender o economês vale muito a pena'. Isso sustenta a ideia de que deveria ser aprendido e compreendido por todos. A) O texto não propõe substituir o economês, mas torná-lo acessível por meio de explicações. B) Fala em traduzir os conceitos de modo claro e didático, não em acompanhar de explicação 'sintética'. C) O texto valoriza o economês e não propõe aboli-lo. E) Não defende uso moderado, e sim explicação e aprendizado dos termos. Referência: Compreensão e interpretação de texto. Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível 'Afinal' introduz uma explicação no 3.º parágrafo. No trecho 'Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas', o conectivo 'afinal' justifica a ideia anterior de que não deveria ser assim, funcionando como introdutor de explicação/justificativa. A) 'Dessas pessoas' refere-se apenas a quem não faz parte do mundo dos economistas (os leigos), não aos economistas. C) 'Assim' tem valor de modo ('dessa forma'), não de comparação. D) 'Desse mundo' refere-se ao universo dos economistas/economia, não ao economês em si. E) 'Isso' remete ao fato de o economês parecer um código fechado, não à utilidade apenas para economistas. Referência: Coesão textual: conectivos e referenciação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Apenas o item I está certo. Em 'com precisão e eficiência' e 'com mais clareza', a preposição 'com' indica modo (maneira como se comunica/enxerga). O 'ainda' em 'ainda parece inacessível' indica continuidade/permanência da situação, não inclusão. 'Entre' em 'entre eles e o público' indica relação ou separação (barreira entre dois lados), não proximidade. I está certo, pois ambos os casos expressam modo. II está errado: 'ainda' tem valor temporal de continuidade. III está errado: 'entre' marca posição intermediária/relação, e a barreira indica distanciamento, não proximidade. Logo, só a opção A é correta. Referência: Semântica das preposições e advérbios. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Reescrita correta do último período: opção C. Em 'Quando se compreende... ganha-se... ganha-se...', a próxima é obrigatória após a conjunção subordinativa 'quando' (atrai o pronome: 'se compreende'), e no início de oração sem atrativo usa-se ênclise ('ganha-se'). Mantém ainda 'a economia, as finanças e o Brasil', preservando o sentido original. A) 'Quando entende-se' é erro de colocação pronominal (a conjunção atrai o pronome), e 'finanças do Brasil' altera o sentido. B) Mistura 'ganhamos' com 'se ganha', quebrando a coerência de sujeito e pessoa. D) 'Se ganha' após oração reduzida de infinitivo e mistura com 'ganhamos'. 'Aprender' também muda o sentido, e 'finanças do Brasil' altera o original. E) 'Ao apreendermos' muda o sentido (apreender não equivale a compreender) e 'ganham-se a capacidade' erra a concordância, pois o sujeito 'a capacidade' é singular. Referência: Colocação pronominal; concordância com partícula apassivadora; reescrita de frases. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'À primeira vista' equivale a 'a princípio'. A locução 'à primeira vista' indica a impressão inicial, antes de maior análise. 'A princípio' tem exatamente esse sentido (inicialmente, de início) e é gramaticalmente correta no contexto, preservando o sentido do texto. A) 'Por princípio' significa por convicção ou norma, sentido diferente. B) 'Sobretudo' indica ênfase ('principalmente'), não primeira impressão. D) 'De antemão' significa previamente, antecipadamente, sem a noção de impressão inicial ao ver. E) 'Por primazia' não é expressão equivalente e indica precedência ou superioridade. Referência: Semântica: locuções adverbiais de tempo e modo; diferença entre 'a princípio' e 'em princípio'. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os travessões isolam um aposto explicativo e podem ser substituídos por parênteses sem prejuízo. No trecho "décadas — às vezes séculos — de conhecimento", os travessões isolam uma expressão intercalada e explicativa. Parênteses exercem a mesma função de isolar a intercalação, mantendo a correção gramatical e o sentido. A) Reticências indicam interrupção ou suspensão e alterariam o sentido e a estrutura. B) Vírgula e ponto e vírgula não formam par para isolar a intercalação; o ponto e vírgula seria incorreto. D) Eliminar os travessões, sem outro sinal, alteraria a leitura do trecho, pois a intercalação ficaria sem isolamento. E) Substituir apenas um por vírgula e eliminar o outro deixaria a intercalação sem o fechamento adequado. Referência: Pontuação: travessão, parênteses e vírgula como sinais de isolamento de expressões intercaladas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A região da Cotinguiba, próxima ao litoral e a rios, é zona de mata fértil tradicional da cana-de-açúcar em Sergipe. A Cotinguiba, no vale do rio Cotinguiba, é região de solo massapê fértil, historicamente associada aos engenhos de cana-de-açúcar, localizada próxima ao litoral e a rios importantes, como o Sergipe, o Cotinguiba e o Japaratuba. A) O sertão é semiárido e dedicado à pecuária. B) O litoral é mais associado a coqueirais, pesca e turismo, e não à cana como elemento definidor da região. D) O agreste é zona de transição, dedicada à policultura e à pecuária. E) O Baixo São Francisco tem destaque na rizicultura e na pesca, nas margens do rio. Referência: Geografia de Sergipe, regiões geoeconômicas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A prática do toré é central na identidade xokó e na mobilização comunitária por direitos. O toré é ritual fundamental para os povos indígenas do Nordeste, incluindo os xokós, e fortalece a identidade e a união da comunidade na luta por direitos e território. Os xokós vivem na Ilha de São Pedro, no município de Porto da Folha, às margens do rio São Francisco, em Sergipe. A) O rio Itapecuru fica no Maranhão, não é a ocupação histórica dos xokós. B) Os territórios e a tradição cultural sofreram perdas e deslocamentos ao longo dos séculos. D) A expulsão dos xokós de suas terras não foi atribuída a ingleses; a Ilha de São Pedro foi retomada nos anos 1970-80 após longa disputa com fazendeiros, e a assertiva é imprecisa. E) A Terra Indígena Alto Turiaçu fica no Maranhão. Referência: História de Sergipe; Funai, povo Xokó. Resolução comentada do VaiConcursos.SEFAZ/SE — Concurso 2025 — Auditor Fiscal Tributário — Prova Objetiva P1 — Conhecimentos Gerais para todas as especialidades (manhã)
Texto CG1A1
O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo.
Internet: <www.paulogaia.com.br> (com adaptações).
No texto CG1A1, o vocábulo “economês”Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CG1A1
O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo.
Internet: <www.paulogaia.com.br> (com adaptações).
De acordo com o texto CG1A1, é correto afirmar que o economêsResolução comentada
Análise das alternativas
Texto CG1A1
O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo.
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A coesão textual e os sentidos do texto CG1A1 seriam preservados caso se substituísse
Texto CG1A1
O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
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A respeito das relações coesivas no terceiro parágrafo do texto CG1A1, assinale a opção correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CG1A1
O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
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Julgue os itens a seguir, em relação ao valor semântico de certos termos no texto CG1A1.
I A preposição “com” indica modo nos trechos “com precisão e eficiência” (final do segundo parágrafo) e “com mais clareza” (final do quarto parágrafo).
II O advérbio “ainda” indica inclusão em “ainda parece inacessível” (primeiro período do quinto parágrafo).
III A preposição “entre”, no trecho “entre eles e o público geral” (terceiro período do quinto parágrafo), indica proximidade.
Assinale a opção correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CG1A1
O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
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Assinale a opção em que a reescrita proposta para o último período do texto CG1A1 preserva a correção gramatical e a coesão e coerência textuais.Resolução comentada
Análise das alternativas
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O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
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A expressão “à primeira vista” (primeiro período do primeiro parágrafo) poderia ser substituída, sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto CG1A1, porResolução comentada
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Texto CG1A1
O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
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Acerca da pontuação no segundo período do segundo parágrafo do texto CG1A1, é correto afirmar queResolução comentada
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Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto-base:
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Assinale a opção que corresponde à região geoeconômica do estado de Sergipe que está localizada próximo à área costeira e a rios importantes e que constitui uma zona de mata fértil historicamente conhecida pelo cultivo da cana-de-açúcar.
Assinale a opção correta acerca da cultura do povo indígena xokó e do seu processo de ocupação territorial no estado de Sergipe.