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SEFAZ/SE — Concurso 2025 — Auditor Fiscal Tributário — Prova Objetiva P1 — Conhecimentos Gerais para todas as especialidades (manhã)

Secretaria de Estado da Fazenda de Sergipe (SEFAZ/SE) · Auditor Fiscal Tributário

Cebraspe2025

10 questões nesta prova · 9 com gabarito

Língua Portuguesa Semântica — Sentido de Palavras e Expressões

Cebraspe 2025

Secretaria de Estado da Fazenda de Sergipe (SEFAZ/SE) · Auditor Fiscal Tributário

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG1A1

O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.

Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo.
Internet: <www.paulogaia.com.br> (com adaptações).

No texto CG1A1, o vocábulo “economês”
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Resolução comentada

'Economês' é termo informal para o jargão dos economistas.

O sufixo '-ês' forma palavras que designam linguagens/jargões (como 'economês', 'juridiquês') e é típico da linguagem informal. No texto, refere-se ao jargão dos economistas, sem valor pejorativo, já que o autor o defende como útil.

Análise das alternativas

A) O autor não denuncia o estilo complicado, mas defende o economês como útil. B) Não há sentido pejorativo nem intenção de não ser compreendido; o texto diz que não foi criado para excluir. C) Não é um termo formal, nem se refere a regras de uso. D) O termo não é um termo técnico usado pelos economistas; ele designa a linguagem deles.

Referência: Semântica: formação de palavras com sufixo '-ês' e níveis de linguagem.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Compreensão e Interpretação de Texto

Cebraspe 2025

Secretaria de Estado da Fazenda de Sergipe (SEFAZ/SE) · Auditor Fiscal Tributário

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG1A1

O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.

Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo.
Internet: <www.paulogaia.com.br> (com adaptações).

De acordo com o texto CG1A1, é correto afirmar que o economês
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Resolução comentada

O texto defende que todos deveriam aprender o economês, pois a economia afeta a todos.

O autor afirma que o economês não deveria ser um código fechado, pois os fenômenos econômicos afetam a vida de todos, e que 'entender o economês vale muito a pena'. Isso sustenta a ideia de que deveria ser aprendido e compreendido por todos.

Análise das alternativas

A) O texto não propõe substituir o economês, mas torná-lo acessível por meio de explicações. B) Fala em traduzir os conceitos de modo claro e didático, não em acompanhar de explicação 'sintética'. C) O texto valoriza o economês e não propõe aboli-lo. E) Não defende uso moderado, e sim explicação e aprendizado dos termos.

Referência: Compreensão e interpretação de texto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Coesão Textual — Conectivos

Cebraspe 2025

Secretaria de Estado da Fazenda de Sergipe (SEFAZ/SE) · Auditor Fiscal Tributário

Questão anulada

Texto-base:
Texto CG1A1

O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.

Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo.
Internet: <www.paulogaia.com.br> (com adaptações).

A coesão textual e os sentidos do texto CG1A1 seriam preservados caso se substituísse
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Língua Portuguesa Coesão Textual — Referenciação

Cebraspe 2025

Secretaria de Estado da Fazenda de Sergipe (SEFAZ/SE) · Auditor Fiscal Tributário

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG1A1

O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.

Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo.
Internet: <www.paulogaia.com.br> (com adaptações).

A respeito das relações coesivas no terceiro parágrafo do texto CG1A1, assinale a opção correta.
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Resolução comentada

'Afinal' introduz uma explicação no 3.º parágrafo.

No trecho 'Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas', o conectivo 'afinal' justifica a ideia anterior de que não deveria ser assim, funcionando como introdutor de explicação/justificativa.

Análise das alternativas

A) 'Dessas pessoas' refere-se apenas a quem não faz parte do mundo dos economistas (os leigos), não aos economistas. C) 'Assim' tem valor de modo ('dessa forma'), não de comparação. D) 'Desse mundo' refere-se ao universo dos economistas/economia, não ao economês em si. E) 'Isso' remete ao fato de o economês parecer um código fechado, não à utilidade apenas para economistas.

Referência: Coesão textual: conectivos e referenciação.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Semântica — Sentido de Palavras e Expressões

Cebraspe 2025

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Texto-base:
Texto CG1A1

O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.

Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo.
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Julgue os itens a seguir, em relação ao valor semântico de certos termos no texto CG1A1.
I A preposição “com” indica modo nos trechos “com precisão e eficiência” (final do segundo parágrafo) e “com mais clareza” (final do quarto parágrafo).
II O advérbio “ainda” indica inclusão em “ainda parece inacessível” (primeiro período do quinto parágrafo).
III A preposição “entre”, no trecho “entre eles e o público geral” (terceiro período do quinto parágrafo), indica proximidade.

Assinale a opção correta.
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Resolução comentada

Apenas o item I está certo.

Em 'com precisão e eficiência' e 'com mais clareza', a preposição 'com' indica modo (maneira como se comunica/enxerga). O 'ainda' em 'ainda parece inacessível' indica continuidade/permanência da situação, não inclusão. 'Entre' em 'entre eles e o público' indica relação ou separação (barreira entre dois lados), não proximidade.

Análise das alternativas

I está certo, pois ambos os casos expressam modo. II está errado: 'ainda' tem valor temporal de continuidade. III está errado: 'entre' marca posição intermediária/relação, e a barreira indica distanciamento, não proximidade. Logo, só a opção A é correta.

Referência: Semântica das preposições e advérbios.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Reescrita de Frases

Cebraspe 2025

Secretaria de Estado da Fazenda de Sergipe (SEFAZ/SE) · Auditor Fiscal Tributário

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Texto-base:
Texto CG1A1

O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.

Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo.
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Assinale a opção em que a reescrita proposta para o último período do texto CG1A1 preserva a correção gramatical e a coesão e coerência textuais.
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Resolução comentada

Reescrita correta do último período: opção C.

Em 'Quando se compreende... ganha-se... ganha-se...', a próxima é obrigatória após a conjunção subordinativa 'quando' (atrai o pronome: 'se compreende'), e no início de oração sem atrativo usa-se ênclise ('ganha-se'). Mantém ainda 'a economia, as finanças e o Brasil', preservando o sentido original.

Análise das alternativas

A) 'Quando entende-se' é erro de colocação pronominal (a conjunção atrai o pronome), e 'finanças do Brasil' altera o sentido. B) Mistura 'ganhamos' com 'se ganha', quebrando a coerência de sujeito e pessoa. D) 'Se ganha' após oração reduzida de infinitivo e mistura com 'ganhamos'. 'Aprender' também muda o sentido, e 'finanças do Brasil' altera o original. E) 'Ao apreendermos' muda o sentido (apreender não equivale a compreender) e 'ganham-se a capacidade' erra a concordância, pois o sujeito 'a capacidade' é singular.

Referência: Colocação pronominal; concordância com partícula apassivadora; reescrita de frases.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Semântica — Sentido de Palavras e Expressões

Cebraspe 2025

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Texto-base:
Texto CG1A1

O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.

Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo.
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A expressão “à primeira vista” (primeiro período do primeiro parágrafo) poderia ser substituída, sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto CG1A1, por
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Resolução comentada

'À primeira vista' equivale a 'a princípio'.

A locução 'à primeira vista' indica a impressão inicial, antes de maior análise. 'A princípio' tem exatamente esse sentido (inicialmente, de início) e é gramaticalmente correta no contexto, preservando o sentido do texto.

Análise das alternativas

A) 'Por princípio' significa por convicção ou norma, sentido diferente. B) 'Sobretudo' indica ênfase ('principalmente'), não primeira impressão. D) 'De antemão' significa previamente, antecipadamente, sem a noção de impressão inicial ao ver. E) 'Por primazia' não é expressão equivalente e indica precedência ou superioridade.

Referência: Semântica: locuções adverbiais de tempo e modo; diferença entre 'a princípio' e 'em princípio'.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação

Cebraspe 2025

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Texto CG1A1

O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.

Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo.
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Acerca da pontuação no segundo período do segundo parágrafo do texto CG1A1, é correto afirmar que
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Resolução comentada

Os travessões isolam um aposto explicativo e podem ser substituídos por parênteses sem prejuízo.

No trecho "décadas — às vezes séculos — de conhecimento", os travessões isolam uma expressão intercalada e explicativa. Parênteses exercem a mesma função de isolar a intercalação, mantendo a correção gramatical e o sentido.

Análise das alternativas

A) Reticências indicam interrupção ou suspensão e alterariam o sentido e a estrutura. B) Vírgula e ponto e vírgula não formam par para isolar a intercalação; o ponto e vírgula seria incorreto. D) Eliminar os travessões, sem outro sinal, alteraria a leitura do trecho, pois a intercalação ficaria sem isolamento. E) Substituir apenas um por vírgula e eliminar o outro deixaria a intercalação sem o fechamento adequado.

Referência: Pontuação: travessão, parênteses e vírgula como sinais de isolamento de expressões intercaladas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Geografia de Sergipe — Regiões Geoeconômicas

Cebraspe 2025

Secretaria de Estado da Fazenda de Sergipe (SEFAZ/SE) · Auditor Fiscal Tributário

Gabarito disponível

Assinale a opção que corresponde à região geoeconômica do estado de Sergipe que está localizada próximo à área costeira e a rios importantes e que constitui uma zona de mata fértil historicamente conhecida pelo cultivo da cana-de-açúcar.
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Resolução comentada

A região da Cotinguiba, próxima ao litoral e a rios, é zona de mata fértil tradicional da cana-de-açúcar em Sergipe.

A Cotinguiba, no vale do rio Cotinguiba, é região de solo massapê fértil, historicamente associada aos engenhos de cana-de-açúcar, localizada próxima ao litoral e a rios importantes, como o Sergipe, o Cotinguiba e o Japaratuba.

Análise das alternativas

A) O sertão é semiárido e dedicado à pecuária. B) O litoral é mais associado a coqueirais, pesca e turismo, e não à cana como elemento definidor da região. D) O agreste é zona de transição, dedicada à policultura e à pecuária. E) O Baixo São Francisco tem destaque na rizicultura e na pesca, nas margens do rio.

Referência: Geografia de Sergipe, regiões geoeconômicas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História História de Sergipe — Povos Indígenas

Cebraspe 2025

Secretaria de Estado da Fazenda de Sergipe (SEFAZ/SE) · Auditor Fiscal Tributário

Gabarito disponível

Assinale a opção correta acerca da cultura do povo indígena xokó e do seu processo de ocupação territorial no estado de Sergipe.
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Resolução comentada

A prática do toré é central na identidade xokó e na mobilização comunitária por direitos.

O toré é ritual fundamental para os povos indígenas do Nordeste, incluindo os xokós, e fortalece a identidade e a união da comunidade na luta por direitos e território. Os xokós vivem na Ilha de São Pedro, no município de Porto da Folha, às margens do rio São Francisco, em Sergipe.

Análise das alternativas

A) O rio Itapecuru fica no Maranhão, não é a ocupação histórica dos xokós. B) Os territórios e a tradição cultural sofreram perdas e deslocamentos ao longo dos séculos. D) A expulsão dos xokós de suas terras não foi atribuída a ingleses; a Ilha de São Pedro foi retomada nos anos 1970-80 após longa disputa com fazendeiros, e a assertiva é imprecisa. E) A Terra Indígena Alto Turiaçu fica no Maranhão.

Referência: História de Sergipe; Funai, povo Xokó.

Resolução comentada do VaiConcursos.