← Voltar para a lista de provas Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amazonas (SEMA/AM) · Analista Ambiental – Especialidade: Análise de Redes 60 questões nesta prova · página 3 de 3 · 59 com gabarito Gabarito disponível A 27001 oferece modelo de gestão com política, liderança da alta direção e gestão de riscos sistemática e preventiva. O cenário mostra iniciativas pontuais, sem integração. A 27001 resolve isso ao estabelecer um sistema de gestão com política formal, comprometimento da liderança, papéis e responsabilidades definidos e processo sistemático de avaliação e tratamento de riscos, de caráter preventivo. B) Errada: a abordagem é preventiva e baseada em riscos, não apenas corretiva. C) Errada: a responsabilidade envolve toda a organização e a alta direção. D) Errada: abrange controles organizacionais, de pessoas, físicos e tecnológicos. E) Errada: os controles são selecionados conforme os riscos e o contexto; não há conjunto fixo uniforme. Referência: ABNT NBR ISO/IEC 27001:2013, seções 4 a 6. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A medida prioritária é uma política aprovada pela alta administração, baseada em análise sistemática de riscos. A norma exige que a alta direção estabeleça a política de SI e que o planejamento inclua processo de avaliação e tratamento de riscos, que fundamenta a seleção coerente de controles. Isso integra governança, gestão de riscos e controles, suprindo as lacunas do cenário (sem diretrizes formais, responsabilidades e análise de riscos). A) Errada: a abordagem deve ser preventiva, baseada em riscos, e não apenas reativa. B) Errada: a liderança e o comprometimento da alta direção são requisitos da norma. D) Errada: implantar controles sem política e sem análise de riscos contraria a lógica da norma. E) Errada: a política é o documento norteador e não deve ser adiada. Referência: ABNT NBR ISO/IEC 27001:2013, itens 5.1, 5.2 e 6.1. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O SGSI exige avaliação e ajuste periódicos conforme mudanças de riscos e objetivos. A ISO 27001 se baseia na melhoria contínua: monitoramento, análise crítica, auditoria interna e ajustes do SGSI diante de mudanças nos riscos e no contexto. Por isso a realização periódica de avaliações e ajustes é prática necessária à efetividade. A) Errada: o foco deve ser o tratamento de riscos e os objetivos da organização, não apenas a conformidade formal. B) Errada: a norma exige análise crítica e melhoria contínua. C) Errada: a segurança envolve toda a organização e a alta direção, não só a TI. D) Errada: controles devem ser revistos conforme mudanças no contexto. Referência: ABNT NBR ISO/IEC 27001:2013, seções 9 (Avaliação do desempenho) e 10 (Melhoria). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A política de SI cumpre seu papel ao fixar diretrizes alinhadas ao negócio e atribuir responsabilidades. Pela ISO 27001:2013 (5.2), a política deve ser apropriada ao propósito da organização, fornecer a estrutura para os objetivos de SI, comprometer-se com os requisitos aplicáveis e com a melhoria contínua, além de atribuir responsabilidades e ser comunicada. Portanto, diretrizes gerais alinhadas aos objetivos e responsabilidades definidas caracterizam uma política adequada. B) Errada: a política deve ser comunicada na organização e disponibilizada às partes interessadas. C) Errada: deve ser analisada criticamente em intervalos planejados ou diante de mudanças. D) Errada: a segurança é responsabilidade de toda a organização, com apoio da alta direção, não só da TI. E) Errada: procedimentos e controles detalhados ficam em documentos de nível inferior; a política é de alto nível. Referência: ABNT NBR ISO/IEC 27001:2013, item 5.2 (Política). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os itens I, II e III são compatíveis com um SGSI e com a LGPD, e o IV não. A ISO 27001 exige política de segurança aprovada pela direção (I), avaliação e tratamento de riscos com controles documentados (II) e gestão de incidentes (III), o que também atende à LGPD, que exige medidas de segurança e comunicação de incidentes. O item IV é incorreto: criptografia usada de forma isolada, sem monitoramento nem revisão, contraria o ciclo de melhoria contínua do SGSI. A, C, E) Incluem o item IV, que é falso. B) Omite o item I, que é verdadeiro. Referência: ABNT NBR ISO/IEC 27001:2013; Lei 13.709/2018 (arts. 46 e 48) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Artefato assinado que acompanha as requisições e carrega identidade e atributos descreve o JWT. O JWT é um token assinado emitido após a autenticação inicial, que acompanha as requisições e permite ao servidor validar identidade e atributos (claims) sem nova autenticação, de forma stateless. A) Certificado digital é usado na autenticação baseada em PKI. B) Token físico é um dispositivo. C) 2FA é a combinação de fatores, não um artefato assinado. D) OAuth 2.0 é um framework de autorização, não o artefato em si. Referência: RFC 7519 (JWT) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível OpenID Connect autentica, OAuth 2.0 delega autorização e JWT transporta a identidade. O OpenID Connect é a camada de identidade que autentica o usuário e viabiliza o SSO. O OAuth 2.0 é o framework de delegação de autorização para acesso a recursos. O JWT é o formato de token compacto usado para transportar as informações de identidade (claims). A ordem pedida é, portanto, OpenID Connect, OAuth 2.0 e JWT. A, B, C e E trocam os papéis: OAuth 2.0 não é protocolo de autenticação, OpenID Connect não é formato de transporte e o JWT não é protocolo de delegação nem de autenticação. Referência: RFC 6749; OpenID Connect Core 1.0; RFC 7519 Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Provedor de identidade central com 2FA, OAuth 2.0 e OpenID Connect emitindo JWT atende aos três requisitos. OAuth 2.0 permite delegar acesso sem expor a senha. OpenID Connect, construído sobre ele, padroniza autenticação e SSO com ID token em JWT. Um provedor de identidade central pode aplicar 2FA no login, atendendo aos três requisitos em conjunto. A) Bancos de senhas por microsserviço, sem IdP central, impedem o SSO, e o 2FA por SMS é frágil. C) mTLS dispensando tokens não atende à delegação nem ao SSO. D) Biometria local e cookies não usam delegação nem tokens padronizados. E) A autenticação descentralizada não oferece SSO nem 2FA integrado. Referência: RFC 6749 (OAuth 2.0); OpenID Connect Core 1.0; RFC 7519 Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Senha com OTP e biometria com PIN caracterizam 2FA, e o JWT é token pós-autenticação. Para o gabarito oficial, as combinações descritas caracterizam 2FA, e o JWT assinado apenas transporta identidade e claims depois que a autenticação ocorreu, sem substituir os fatores. Observe que, tecnicamente, o par dos servidores é conhecimento e posse, e o dos cidadãos é inerência e conhecimento; a alternativa é considerada correta por afirmar 2FA nos dois casos e o papel pós-autenticação do JWT. A) Inerência pode ser combinada com PIN ou senha. B) Senha (conhecimento) e OTP (posse) são fatores distintos. D) O JWT não substitui os fatores, apenas é emitido após a autenticação. E) O JWT não elimina a necessidade de 2FA. Referência: NIST SP 800-63B; RFC 7519 (JWT) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Comandos de banco de dados via campo de pesquisa são SQL injection, e script refletido é XSS. Enviar comandos SQL em um campo sem validação, alterando registros, é SQL injection. Refletir a entrada do usuário no HTML sem filtragem, com execução de scripts no navegador, é cross-site scripting (XSS) refletido. A alternativa E associa corretamente cada falha. A) CSRF é o envio de requisições não autorizadas em nome do usuário autenticado. B) A falha não é de autenticação nem de LDAP. C) Não se trata de armazenamento inseguro nem de CSRF. D) Inverte as classificações; a segunda falha não é referência insegura a objetos. Referência: OWASP Top 10 — Injection (inclui XSS) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A assinatura digital vincula a chave pública ao signatário e garante autenticidade e integridade. Com o certificado digital, que vincula a chave pública a uma pessoa ou entidade, a assinatura digital garante a autoria do remetente (autenticidade, com não repúdio) e a integridade do conteúdo desde a emissão. A) Herança de permissões é conceito de controle de acesso. B) Barramento de serviços é integração de sistemas. C) Tunelamento encapsula tráfego em redes. D) Espelhamento de disco é redundância de armazenamento. Referência: ICP-Brasil; MP 2.200-2/2001 Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível E-mails em massa que levam a site falso para roubar credenciais caracterizam phishing. Phishing é a técnica de engenharia social que usa mensagens fraudulentas para induzir a vítima a acessar um site falso e fornecer dados, como credenciais. O cenário descreve exatamente isso. A) Brute force testa muitas senhas. B) Eavesdropping intercepta comunicações. D) Port scanning varre portas. E) DNS spoofing falsifica respostas DNS, sem ser o ataque descrito, que se baseia em mensagens enganosas. Referência: Cartilha de Segurança para Internet (CERT.br) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Fluxo massivo de milhares de máquinas infectadas causando indisponibilidade é DDoS. O ataque distribuído de negação de serviço (DDoS) usa muitos dispositivos comprometidos, como uma botnet, para sobrecarregar o alvo e tornar o serviço indisponível, o que corresponde ao cenário descrito. A) Brute force tenta adivinhar credenciais. B) Port scanning mapeia portas abertas. D) Phishing é engenharia social para fraudes. E) Eavesdropping é a escuta passiva do tráfego. Referência: Stallings; NIST — Denial of Service Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Para confidencialidade, cifra-se com a chave pública do destinatário. Na criptografia assimétrica, a mensagem cifrada com a chave pública do destinatário só pode ser decifrada pela chave privada correspondente, que só ele possui, o que garante a confidencialidade. B) A chave privada do destinatário é secreta e o remetente não a possui. C) A chave pública do remetente não impede que outros leiam a mensagem. D) Cifrar com a privada do remetente gera assinatura, garantindo autenticidade, não sigilo, pois qualquer um decifra com a chave pública. E) Chave simétrica de sessão não é a base do par de chaves descrito. Referência: Stallings, Criptografia e Segurança de Redes Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O TLS usa criptografia assimétrica, simétrica e hash, e as três afirmações estão corretas. No handshake do TLS, algoritmos assimétricos (como RSA, ECDSA e ECDH) autenticam as partes e viabilizam a troca segura de chaves. Depois, a sessão usa algoritmos simétricos (como AES) para cifrar o tráfego, por serem mais rápidos. Funções de hash, com HMAC ou AEAD, garantem a integridade das mensagens. A, B, C e D omitem ao menos um item verdadeiro. Os itens I, II e III descrevem corretamente o funcionamento do TLS. Referência: RFC 8446 (TLS 1.3); Stallings, Criptografia e Segurança de Redes Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Dados sobre religião, política, filiação sindical, saúde e vida sexual são dados pessoais sensíveis. O art. 5º, II, da LGPD define dado pessoal sensível como dado sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural. A) Relatório de impacto é documento do controlador. C) Banco de dados é um conjunto estruturado de dados. D) Uso compartilhado é uma forma de tratamento. E) Dado anonimizado não identifica o titular. Referência: Lei 13.709/2018, art. 5º, II Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O titular pode pedir correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados. A LGPD garante ao titular, entre os direitos do art. 18, a correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados, a qualquer momento e mediante requisição ao controlador. A, D, E) Dados bloqueados, anonimizados ou eliminados não são objeto do direito de correção; o art. 18 trata de outros direitos para eles, como anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários. C) O compartilhamento com entes privados dá direito à informação sobre as entidades com as quais houve o uso compartilhado, não à correção. Referência: Lei 13.709/2018 (LGPD), art. 18, III Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Comparar níveis de risco com critérios de avaliação e aceitação é a avaliação de riscos. Na ISO 27005, a avaliação de riscos (risk evaluation) compara os níveis de risco estimados com os critérios de avaliação e de aceitação, a partir da lista de riscos com níveis designados, e define prioridades para o tratamento. A estimativa apenas atribui os valores. A) O monitoramento acompanha e revisa os riscos continuamente. B) A identificação levanta ativos, ameaças e vulnerabilidades. D) O tratamento seleciona e implementa as opções de resposta. E) A estimativa atribui valores de probabilidade e consequência, e não compara com os critérios. Referência: ABNT NBR ISO/IEC 27005 — processo de avaliação de riscos Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Acesso a dados de outro usuário por troca de ID sem checagem de autorização é broken access control (IDOR). A alteração de um identificador na URL para acessar objeto de outro usuário, sem validação de autorização, é o caso clássico de referência direta insegura a objetos (IDOR). No OWASP Top 10, isso está na categoria Broken Access Control. A) Insecure design trata de falhas de projeto. B) Injection envolve a injeção de comandos ou consultas. C) Cryptographic failure envolve proteção inadequada de dados por criptografia. E) Security misconfiguration envolve configurações inseguras. Referência: OWASP Top 10 — A01 Broken Access Control Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível SAST analisa código-fonte ou binário sem executar o software. A análise estática (Static Application Security Testing) inspeciona código-fonte, bytecode ou binário em busca de vulnerabilidades sem executar a aplicação, sendo aplicada cedo no ciclo de desenvolvimento. É diferente do DAST, que testa a aplicação em execução. A e C) Testes com a aplicação em funcionamento e interceptação de requisições são características de DAST/pentest. B) Segurança física não é objeto de SAST. D) Simulação de negação de serviço é teste de carga/resiliência, não análise estática. Referência: OWASP — Static Application Security Testing Resolução comentada do VaiConcursos.SEMA/AM 2025 — Cargo 2: Analista Ambiental – Especialidade: Análise de Redes — Prova Objetiva — Conhecimentos Específicos
Na situação hipotética precedente, a escolha pela adoção da NBR ISO/IEC 27001:2013 seria benéfica para a organização em questão, considerando-se que tal normaResolução comentada
Análise das alternativas
Nessa situação, de acordo com as disposições da NBR ISO/IEC 27001:2013 relativas à gestão da segurança da informação, a medida prioritária que a secretaria deve adotar para atender à solicitação da alta administração éResolução comentada
Análise das alternativas
Considerando a situação hipotética precedente e as disposições da NBR ISO/IEC 27001:2013, assinale a opção em que é apresentada prática necessária à efetividade do SGSI no caso.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
I definir e divulgar uma política formal de segurança da informação, devidamente aprovada pela alta administração da organização, estabelecendo-se diretrizes para controle de acesso, classificação da informação, tratamento de incidentes e uso aceitável de recursos.
II realizar processo sistemático de avaliação e tratamento de riscos de segurança da informação, contemplando ameaças e vulnerabilidades associadas ao tratamento de dados pessoais, com seleção e documentação de controles técnicos e administrativos.
III instituir mecanismos formais de registro e gestão de incidentes de segurança da informação que envolvam dados pessoais, com procedimentos para detecção, resposta, comunicação às partes interessadas e registro de evidências.
IV assegurar que o uso de criptografia em trânsito e em repouso seja adotado de forma isolada, dispensando-se monitoramento contínuo e revisões periódicas de sua efetividade.
Estão certos apenas os itensResolução comentada
Análise das alternativas
A partir da descrição do mecanismo adotado na situação hipotética precedente, é correto concluir que a referida organização faz o uso deResolução comentada
Análise das alternativas
Considerando esse cenário, assinale a opção em que é apresentada a combinação adequada de tecnologias para autenticação do usuário, delegação de autorização e transporte de informações de identidade, respectivamente.Resolução comentada
Análise das alternativas
Na situação hipotética precedente, a solução de autenticação que melhor atende, em conjunto, às três necessidades apresentadas consiste na arquitetura em queResolução comentada
Análise das alternativas
A respeito da aplicação de métodos de autenticação e uso de tokens na arquitetura descrita na situação hipotética precedente, assinale a opção correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Considerando ameaças e vulnerabilidades em aplicações web, assinale a opção correta a respeito da classificação das duas falhas descritas na situação hipotética apresentada.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
A técnica maliciosa descrita na situação hipotética precedente é classificada, quanto ao seu tipo, comoResolução comentada
Análise das alternativas
A modalidade de ataque descrita na situação hipotética apresentada é denominadaResolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
I algoritmos assimétricos para a autenticação inicial das partes e troca segura de chaves.
II algoritmos simétricos para a cifragem do tráfego de dados após o estabelecimento da sessão.
III funções de hash para assegurar a integridade das mensagens trocadas durante a comunicação.
Assinale a opção correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Uma organização pública avalia a adoção da ABNT NBR ISO/IEC 27001 como referência para estruturar a gestão da segurança da informação, com o intuito de proteger seus ativos informacionais, apoiar seus objetivos institucionais e tratar adequadamente os riscos associados ao uso da informação. No diagnóstico preliminar, verificou-se que existem iniciativas pontuais de segurança, porém sem integração formal entre políticas, processos e responsabilidades organizacionais.
Durante a implantação de um sistema de gestão da segurança da informação (SGSI) na secretaria de meio ambiente de certo estado da Federação, a equipe responsável identificou que já existiam controles técnicos de segurança em operação, porém sem diretrizes formais documentadas, sem definição clara de responsabilidades e sem um processo estruturado de análise de riscos. Diante desse cenário, a alta administração solicitou a adoção de práticas que permitissem integrar governança, gestão de riscos e controles de segurança da informação, de forma consistente e alinhada às boas práticas de gestão da segurança da informação.
Uma organização pública, após decidir pela adoção da norma NBR ISO/IEC 27001:2013, iniciou a implementação de um SGSI. Durante esse processo, a organização buscou estruturar suas ações de modo a garantir que a segurança da informação fosse mantida e aprimorada ao longo do tempo.
Conforme os fundamentos da NBR ISO/IEC 27001:2013, a política de segurança da informação cumpre adequadamente seu papel quando
De acordo com a NBR ISO/IEC 27001:2013, com a literatura especializada de Sêmola e Stallings e com as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), é compatível com a estruturação adequada de um SGSI e com o regime legal aplicável à proteção de dados pessoais a ação de
Uma organização pública adota um mecanismo no qual, após a validação inicial das credenciais do usuário, é emitido um artefato digital assinado que passa a acompanhar as requisições subsequentes ao sistema, permitindo que o servidor valide a identidade e os atributos do usuário sem a necessidade de nova autenticação a cada solicitação.
Em um ambiente de aplicações distribuídas, uma organização adota um modelo no qual o usuário realiza autenticação junto a um provedor de identidade e, a partir desse processo, passa a acessar diferentes aplicações sem necessidade de novas autenticações diretas em cada serviço. Nesse contexto, são utilizados mecanismos distintos para autenticar o usuário, delegar autorização de acesso a recursos e transportar informações de identidade entre os sistemas envolvidos.
Uma equipe de TI da SEMA/AM está projetando a arquitetura de autenticação de um conjunto de APIs internas acessadas por aplicações web e móveis. A solução deverá: (i) permitir que aplicativos clientes obtenham acesso a recursos protegidos em nome do usuário, sem expor a senha ao serviço consumidor; (ii) padronizar a autenticação única (SSO) entre múltiplas aplicações, com entrega de informações de identidade em formato de token; (iii) suportar autenticação forte com segundo fator (2FA) baseada em aplicativo autenticador ou token físico, integrada ao fluxo de login. Considerando os requisitos de governança definidos no SGSI da organização, alinhado à NBR ISO/IEC 27001, bem como as recomendações de segurança sobre autenticação robusta e controle de acesso, a equipe deve avaliar algumas opções de desenho.
Uma equipe de TI da SEMA/AM está desenvolvendo um novo sistema de licenciamento ambiental, que será acessado por servidores internos e por cidadãos. A arquitetura proposta prevê: (i) uso de autenticação de dois fatores (2FA) para os servidores internos, combinando-se senha e aplicativo gerador de códigos temporários (OTP); (ii) autenticação baseada em biometria facial em aplicativo móvel para cidadãos, associada a um PIN cadastrado; (iii) utilização de um provedor de identidade que emite JWT assinados, contendo informações de identidade (claims), que serão apresentados às APIs após o processo de autenticação. No desenvolvimento da solução, a equipe deve aplicar corretamente conceitos de autenticação multifator, classificação de fatores de autenticação (conhecimento, posse e inerência) e uso de tokens em protocolos modernos, bem como deve observar as boas práticas de controle de acesso em sistemas de gestão da segurança da informação.
Durante análise de uma aplicação web utilizada por certa secretaria estadual de meio ambiente para gerenciamento de autos de infração, a equipe de segurança identificou que campos de formulário não tinham validação adequada no servidor. Foi possível enviar dados contendo comandos de banco de dados por meio de um campo de pesquisa, o que resultou em alteração indevida de registros. Em outro teste, verificou-se que o aplicativo refletia, na resposta HTML, trechos de entrada do usuário sem filtragem, permitindo a inserção de scripts que eram executados no navegador de quem acessava a página. Esses dois achados foram registrados no processo de gestão de vulnerabilidades previsto no SGSI da organização, em conformidade com a NBR ISO/IEC 27001:2013.
Considerando que, na infraestrutura de chaves públicas brasileira, o certificado digital funciona como uma identidade virtual, assinale a opção em que é apresentada a tecnologia que permite vincular uma chave pública a uma pessoa, assegurando que uma mensagem eletrônica provém de um remetente específico e que o seu conteúdo permanece íntegro desde a sua emissão.
Um analista de segurança da informação de certa organização identificou um ataque em que um indivíduo enviou mensagens eletrônicas em massa para colaboradores da organização. Tais mensagens direcionavam os colaboradores a um sítio eletrônico fraudulento que simulava o portal corporativo, com o intuito de capturar suas credenciais de acesso.
Um servidor web de uma instituição pública recebeu um fluxo massivo e coordenado de dados, proveniente de milhares de computadores infectados geograficamente distribuídos, o que resultou na indisponibilidade total do serviço.
Na criptografia de chave pública, as entidades utilizam pares de chaves matematicamente relacionados. Para que um remetente consiga enviar uma mensagem cifrada garantindo que apenas o destinatário pretendido possa realizar a leitura do conteúdo original, o remetente deve realizar a cifragem utilizando a chave
O protocolo TLS (transport layer security) é fundamental para a segurança das comunicações na camada de transporte. Durante o estabelecimento de uma conexão segura entre cliente e servidor, o protocolo TLS utiliza
De acordo com o que dispõe a Lei n.º 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD), dados pessoais relativos a convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter político, bem como dados referentes à saúde ou à vida sexual da pessoa natural, são denominados
Conforme a LGPD, é direito do titular de dados pessoais obter do controlador, a qualquer momento e mediante requisição, a correção de dados que
Com base na norma ABNT NBR ISO/IEC 27005, assinale a opção na qual é corretamente apresentada a atividade de gestão de segurança da informação em que, a partir de uma lista de riscos com níveis de valores designados, o nível dos riscos é comparado com os critérios de avaliação e de aceitação do risco.
A metodologia OWASP categoriza as falhas mais críticas em aplicações web. Quando uma aplicação permite que um usuário autenticado altere o identificador de um objeto em uma URL para acessar dados de outro usuário sem que haja uma verificação de autorização adequada, ocorre uma vulnerabilidade denominada
Na análise de vulnerabilidades de software, as técnicas de análise estática de segurança de aplicações (SAST)