← Voltar para a lista de provas Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amazonas (SEMA/AM) · Analista Ambiental (Cargos 1 a 6) 40 questões nesta prova · página 1 de 2 · 38 com gabarito Gabarito disponível Texto predominantemente expositivo, com avaliações críticas pontuais. O texto expõe e informa sobre os resultados da COP 30, apresentando fatos, dados e conquistas, com avaliações críticas pontuais (decisões 'insuficientes', 'longe da urgência necessária'). Predomina a exposição. B) Não é meramente descritivo, e há posicionamento crítico no texto. C) Não se organiza em sequência cronológica de ações. D) Não há tese defendida de maior participação social; a participação aparece como conquista informada. E) Não há instruções ao leitor, logo não é injuntivo. Referência: Texto CB1A1-I; tipologia textual. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto afirma que o racismo ambiental ganhou destaque oficial pela primeira vez nas COP. O terceiro parágrafo diz que 'pela primeira vez na história das COP' o tema do racismo ambiental ganhou destaque oficial. Logo, nenhuma COP anterior havia dado esse destaque, o que torna correta a B. A) O texto diz que o financiamento avançou pouco, e não que foi aprovado por protagonismo feminino. C) 'Inútil' é exagero; o texto diz apenas que o avanço foi pouco e distante do justo. D) 'Sem acesso às condições mínimas' é extrapolação não sustentada. E) O texto diz que as decisões foram insuficientes diante da gravidade da crise, não que esta foi desconsiderada. Referência: Texto CB1A1-I, 3.º parágrafo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Reparação histórica' refere-se à compensação esperada dos países desenvolvidos por sua contribuição à crise climática. O financiamento climático é apresentado como elemento crucial para a reparação histórica e para o apoio aos países em desenvolvimento. No contexto climático, reparar historicamente é compensar os danos a que os países desenvolvidos mais deram causa ao longo da industrialização, ou seja, sua contribuição para a crise. A) Confunde reparação com o enfrentamento da crise por meio da eliminação dos fósseis, temas tratados à parte. B) O texto não trata de escravização no 1.º parágrafo. C) Fala de colonização e exploração de riquezas, o que extrapola o texto. E) Descreve apoio financeiro, que o texto trata separadamente como 'apoio aos países em desenvolvimento'. Referência: Texto CB1A1-I, 1.º parágrafo, 2.º período. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Ambientais' é adjetivo com função de adjunto adnominal de 'defensoras'. Em 'defensoras ambientais', o adjetivo 'ambientais' acompanha e caracteriza o substantivo 'defensoras', exercendo função de adjunto adnominal. Está correta a A. B) Errada: 'inédita' qualifica 'mobilização' (mobilização global inédita), não 'global'. C) Errada: a oração iniciada por 'que' em 'desigualdades que impactam' é subordinada adjetiva restritiva, pois retoma 'desigualdades', e não adverbial consecutiva. D) Errada: o aposto 'um marco sem precedentes' resume toda a informação anterior (o fato de o termo aparecer nos documentos), não apenas o termo 'afrodescendente'. E) Errada: 'sobretudo' indica realce, destaque ('principalmente'), e não adição como 'além disso'. Referência: Texto CB1A1-I; sintaxe do período (adjunto adnominal, orações adjetivas, aposto). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Crucial' = essencial, indispensável. No contexto, o financiamento climático é 'elemento crucial' para a reparação histórica e o apoio aos países em desenvolvimento, ou seja, algo essencial, sem o qual esses objetivos não se realizam. 'Crucial' significa decisivo, fundamental, o que equivale a 'indispensável'. A) 'Disputado' não é o sentido; o texto não fala de disputa sobre o financiamento. B) 'Suplementar' é o oposto de essencial, pois indica algo acessório. C) 'Prescindível' é antônimo de crucial. D) 'Controverso' indica polêmica, ideia não expressa pelo termo. Referência: Texto CB1A1-I, 1.º parágrafo, 2.º período. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Dois-pontos podem unir os dois primeiros períodos, pois o segundo explica o primeiro. O primeiro período diz que as decisões foram insuficientes. O segundo detalha o que ficou de fora e o que avançou pouco. Por isso a substituição do ponto final por dois-pontos, com a minúscula inicial, preserva a coerência e a correção. B) Inserir vírgula após 'nações' separaria indevidamente o verbo 'enfrentar' de seu complemento. C) Vírgula após 'oficiais' separaria o termo 'documentos oficiais' de seu complemento 'relativos a...', o que seria inadequado. D) Vírgula após 'desmatamento' separaria o núcleo do sujeito composto de seu verbo, o que é incorreto. E) A vírgula após 'justo' não isola aposto, mas sim encerra uma sequência de adjetivos ou delimita o que vem depois. Referência: Pontuação: dois-pontos, vírgula Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Apenas 'Cabe, ainda, destacar a aprovação do Plano...' é correta, coesa e coerente. A opção C mantém a ideia de acréscimo ('ainda') e de destaque ao fato, é gramaticalmente correta, com o verbo 'caber' no singular seguido de infinitivo, e preserva o sentido do trecho original. A) 'Refere-se' tem sujeito indeterminado e 'ainda assim' dá ideia de concessão, que não existe no texto. B) 'Ressaltasse' é uma forma verbal inadequada (subjuntivo), sem sentido aqui. D) 'Considerando... consta' é incoerente e sem nexo sintático. E) 'Aprovaram-se' erra a concordância com 'o Plano' (singular), que exigiria 'Aprovou-se'. Referência: Reescrita de frases: concordância e coesão Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A 'condição humana' que o trecho trata como incapacidade de cogitar outros mundos refere-se à imobilidade. Krenak diz que não estamos ameaçados só pelo clima, 'mas pela imobilidade'. Essa imobilidade é a condição humana de não conseguir cogitar outros mundos, e é a ela que 'não estamos sendo capazes de cogitar outros' se refere. A) O empobrecimento é consequência apontada, e não a condição de incapacidade. B) A ameaça do clima é distinta da imobilidade. C) O colapso do mundo é efeito das ações humanas, não a condição referida. D) A destruição de recursos é resultado, e não a condição de incapacidade. Referência: Texto CB1A1-II Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Krenak critica a visão de mundo antropocêntrica. Krenak critica a humanidade que se coloca no centro e age 'como se tivéssemos a Terra à nossa disposição', provocando colapso e dano a outras formas de vida. Isso configura uma crítica ao antropocentrismo. A) Ele reconhece as causas antrópicas e não as contesta. B) Ele não defende solução científica, pois fala em imobilidade e em cogitar outros mundos. C) Ele não propõe uma forma alternativa de consumo, apenas aponta que os hábitos urbanos deixam de ser o foco. D) Ele não demonstra entusiasmo pelas estruturas das cidades, mas as questiona ao tratar da floricidade. Referência: Texto CB1A1-II Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Viva' é predicativo do sujeito de 'estar'. Em 'experiência de estar viva', o verbo 'estar' é de ligação e 'viva' expressa um estado atribuído ao sujeito, sendo, portanto, predicativo do sujeito. A) 'Os rios' é o sujeito posposto de 'jazem', não objeto direto. B) 'O escritor Ailton Krenak' é objeto direto de 'recebeu', mas a questão pede o item correto sobre o segmento citado, e a identificação já seria correta, o que indica que o gabarito aponta D como única plenamente correta. C) 'Do planeta' é complemento nominal/adjunto adnominal de 'recursos naturais', não adjunto adverbial. E) 'Pelo clima' é agente da passiva, não objeto indireto. Referência: Sintaxe: funções sintáticas do período simples Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A execução pela própria administração, sem recorrer ao Judiciário, é a autoexecutoriedade. A autoexecutoriedade permite à administração pôr em prática seus atos diretamente, sem prévia autorização judicial. A) A tipicidade exige que o ato corresponda a figuras previstas em lei. B) A presunção de legitimidade supõe o ato conforme a lei até prova em contrário. C) A imperatividade é a imposição unilateral de obrigações a terceiros. E) A presunção de veracidade supõe verdadeiros os fatos alegados pela administração. Referência: Doutrina de Direito Administrativo: atributos do ato administrativo Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Parlamentares, chefes do Executivo e ministros de Estado são agentes políticos. Na doutrina, agentes políticos ocupam os cargos de direção do Estado e exercem funções de governo e de representação política. Entre eles estão os chefes do Executivo, os ministros e secretários, e os parlamentares. A) A CF veda a acumulação de cargo público com emprego em sociedade de economia mista, salvo as exceções do art. 37, XVI. B) A incorporação de vantagens de função de confiança não segue a regra dos 10 anos nos termos postos, por isso a assertiva é falsa. C) Há outras hipóteses de perda do cargo, como a avaliação periódica de desempenho e o excesso de despesa com pessoal, além das duas citadas. E) Além do concurso, há exceções, como os cargos em comissão e a contratação temporária. Referência: CF/1988, arts. 37 e 41; doutrina Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Limitar direitos individuais em prol do interesse público é o poder de polícia. O poder de polícia é a atividade estatal que restringe e condiciona o exercício de direitos e liberdades individuais em benefício do interesse público. A) O poder regulamentar trata da edição de normas para fiel execução da lei. B) O poder hierárquico organiza e escalona as funções dentro da administração. C) O poder disciplinar apura infrações e pune os agentes sujeitos à disciplina administrativa. D) 'Poder vinculado' diz respeito à ausência de discricionariedade, e não à restrição de direitos. Referência: CTN, art. 78; doutrina Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A autarquia é entidade da administração indireta, de direito público, criada por descentralização. Autarquia é pessoa jurídica de direito público, criada por lei, que integra a administração indireta e resulta de descentralização por outorga. A) A sociedade de economia mista tem personalidade de direito privado. C) Consórcio público-privado não é entidade típica da administração indireta. D) Secretaria de Estado é órgão da administração direta, sem personalidade própria. E) A empresa pública tem personalidade de direito privado. Referência: Decreto-Lei 200/1967; doutrina de Direito Administrativo Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A decisão de recursos administrativos é indelegável. A Lei 9.784/1999 veda a delegação da decisão de recursos administrativos, além da edição de atos de caráter normativo e das matérias de competência exclusiva do órgão ou autoridade. Por isso C está correta. A) Errada, pois o ato de delegação deve ser publicado no meio oficial. B) Errada, pois a competência é irrenunciável, mas a lei admite delegação e avocação em hipóteses legais. D) Errada, pois a lei veda a delegação quando a competência é de órgão colegiado, o que não é uma indelegabilidade total, mas sim a possibilidade de delegar em certas situações, e a questão a considera como regra absoluta. E) Errada, pois a edição de atos normativos não pode ser delegada. Referência: Lei 9.784/1999, arts. 11 a 15 Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível Com 5 proposições simples, a tabela-verdade tem 2^5 = 32 linhas. O número de linhas é 2^n, em que n é o número de proposições simples distintas. P tem 5 componentes (solar, orbital, vulcânica, oceânica e antropogênica), então 2^5 = 32. A) 2 seria para 1 proposição. B) 4 seria para 2. C) 8 seria para 3. D) 16 seria para 4. Referência: Lógica proposicional: tabela-verdade Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Uma disjunção é verdadeira se ao menos um componente for verdadeiro, então o mínimo é 1. P é uma disjunção de cinco proposições simples. Basta que uma delas seja verdadeira para que P seja verdadeira, e isso torna 1 o menor número exigido. B, C, D e E) Exigiriam mais componentes verdadeiros do que o necessário. A disjunção só é falsa quando todos os componentes são falsos. Referência: Lógica proposicional: disjunção Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A negação de uma disjunção de 5 proposições é a conjunção das negações, ou seja, nenhum fator impulsiona. P é uma disjunção com cinco componentes (A ou B ou C ou D ou E). Por De Morgan, ¬P equivale a ¬A e ¬B e ¬C e ¬D e ¬E, isto é, a mudança no clima não é impulsionada por nenhum dos fatores. A) 'Apenas um' não é a negação. B) 'Algum' equivale a P, não à negação. C) 'Não por pelo menos um' é a negação de 'todos', não de 'algum'. D) 'Todos' é um caso particular que torna P verdadeira. Referência: Leis de De Morgan Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os que se adaptaram são 42% e os que capturaram CO₂ são 46%. Como 42 + 46 = 88 < 100, é possível que não haja interseção. Se 58% não se adaptaram, então 42% se adaptaram. Se 54% não capturaram CO₂, então 46% capturaram. Como 42% + 46% = 88%, que não passa de 100%, os dois grupos podem ser totalmente disjuntos. Logo, o menor percentual da interseção é 0%. B, C, D e E) Seriam o mínimo apenas se a soma dos dois grupos excedesse 100%, o que não ocorre. Os valores 42% e 46% são os máximos possíveis dos grupos individuais, e não o mínimo da interseção. Referência: Princípio da inclusão-exclusão Resolução comentada do VaiConcursos.SEMA/AM 2025 — Analista Ambiental (Cargos 1 a 6) — Prova Objetiva — Conhecimentos Básicos
Texto CB1A1-I
A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática. Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados, enquanto o financiamento climático — elemento crucial para reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento — avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso justo, público e acessível.
Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas. Após quatro conferências com restrições à participação social, Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias, debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema “A resposta somos nós!”.
Também, pela primeira vez na história das COP, o tema do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações a enfrentar as desigualdades que impactam de forma desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades tradicionais. O termo “afrodescendente” apareceu em documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um marco sem precedentes. O tema também foi transversal em diversos eixos da Cúpula dos Povos.
Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.
Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao financiamento climático. “As divisões geopolíticas ficaram expostas”, afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).
Internet: <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Quanto à tipologia, o texto CB1A1-I caracteriza-se como predominantementeResolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1-I
A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática. Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados, enquanto o financiamento climático — elemento crucial para reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento — avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso justo, público e acessível.
Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas. Após quatro conferências com restrições à participação social, Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias, debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema “A resposta somos nós!”.
Também, pela primeira vez na história das COP, o tema do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações a enfrentar as desigualdades que impactam de forma desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades tradicionais. O termo “afrodescendente” apareceu em documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um marco sem precedentes. O tema também foi transversal em diversos eixos da Cúpula dos Povos.
Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.
Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao financiamento climático. “As divisões geopolíticas ficaram expostas”, afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).
Internet: <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Entende-se da leitura do texto CB1A1-I queResolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1-I
A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática. Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados, enquanto o financiamento climático — elemento crucial para reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento — avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso justo, público e acessível.
Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas. Após quatro conferências com restrições à participação social, Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias, debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema “A resposta somos nós!”.
Também, pela primeira vez na história das COP, o tema do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações a enfrentar as desigualdades que impactam de forma desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades tradicionais. O termo “afrodescendente” apareceu em documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um marco sem precedentes. O tema também foi transversal em diversos eixos da Cúpula dos Povos.
Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.
Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao financiamento climático. “As divisões geopolíticas ficaram expostas”, afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).
Internet: <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Com base nas relações coesivas e nos sentidos veiculados no segundo período do primeiro parágrafo do texto CB1A1-I, entende-se que a expressão “reparação histórica” é uma referênciaResolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1-I
A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática. Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados, enquanto o financiamento climático — elemento crucial para reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento — avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso justo, público e acessível.
Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas. Após quatro conferências com restrições à participação social, Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias, debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema “A resposta somos nós!”.
Também, pela primeira vez na história das COP, o tema do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações a enfrentar as desigualdades que impactam de forma desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades tradicionais. O termo “afrodescendente” apareceu em documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um marco sem precedentes. O tema também foi transversal em diversos eixos da Cúpula dos Povos.
Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.
Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao financiamento climático. “As divisões geopolíticas ficaram expostas”, afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).
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Assinale a opção correta a respeito de aspectos linguísticos do texto CB1A1-I.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1-I
A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática. Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados, enquanto o financiamento climático — elemento crucial para reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento — avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso justo, público e acessível.
Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas. Após quatro conferências com restrições à participação social, Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias, debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema “A resposta somos nós!”.
Também, pela primeira vez na história das COP, o tema do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações a enfrentar as desigualdades que impactam de forma desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades tradicionais. O termo “afrodescendente” apareceu em documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um marco sem precedentes. O tema também foi transversal em diversos eixos da Cúpula dos Povos.
Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.
Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao financiamento climático. “As divisões geopolíticas ficaram expostas”, afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).
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Pelos sentidos do texto CB1A1-I, depreende-se que a palavra “crucial” (segundo período do primeiro parágrafo) está empregada com o sentido deResolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1-I
A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática. Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados, enquanto o financiamento climático — elemento crucial para reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento — avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso justo, público e acessível.
Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas. Após quatro conferências com restrições à participação social, Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias, debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema “A resposta somos nós!”.
Também, pela primeira vez na história das COP, o tema do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações a enfrentar as desigualdades que impactam de forma desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades tradicionais. O termo “afrodescendente” apareceu em documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um marco sem precedentes. O tema também foi transversal em diversos eixos da Cúpula dos Povos.
Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.
Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao financiamento climático. “As divisões geopolíticas ficaram expostas”, afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).
Internet: <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Acerca do emprego dos sinais de pontuação no texto CB1A1-I, assinale a opção correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1-I
A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática. Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados, enquanto o financiamento climático — elemento crucial para reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento — avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso justo, público e acessível.
Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas. Após quatro conferências com restrições à participação social, Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias, debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema “A resposta somos nós!”.
Também, pela primeira vez na história das COP, o tema do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações a enfrentar as desigualdades que impactam de forma desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades tradicionais. O termo “afrodescendente” apareceu em documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um marco sem precedentes. O tema também foi transversal em diversos eixos da Cúpula dos Povos.
Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.
Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao financiamento climático. “As divisões geopolíticas ficaram expostas”, afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).
Internet: <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Cada uma das próximas opções apresenta uma proposta de reescrita para o seguinte trecho do texto CB1A1-I: “Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de Ação de Gênero 2026-2034” (primeiro período do quarto parágrafo). Assinale a opção em que a proposta apresentada é gramaticalmente correta, coesa e coerente com as ideias do texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1-II
O Collège de France, uma das instituições de ensino superior e pesquisa científica mais prestigiosas da França, recebeu, em abril de 2025, o único imortal indígena da Academia Brasileira de Letras, o escritor Ailton Krenak. O filósofo emocionou a plateia de acadêmicos com uma visão singular sobre a crise climática e a destruição dos recursos naturais do planeta.
O escritor alertou que, diante das evidências científicas sobre o impacto das ações humanas sobre o clima, como o uso de combustíveis fósseis, a humanidade “está experimentando a imensa perda da qualidade da experiência de estar viva”. Segundo ele, “não estamos só ameaçados pelo clima, mas pela imobilidade”.
Na sua palestra, Krenak incitou os presentes a “cogitarem outros mundos, além dessa experiência quase terminal que nós passamos a experimentar no século 21”. Segundo ele, “estamos provocando o colapso do mundo que nós habitamos, o seu empobrecimento, e não estamos sendo capazes de cogitar outros”.
Nesses outros mundos, que o escritor reporta à floresta, o modo de vida e os hábitos de consumo dos centros urbanos não são mais o foco. “Nós somos a presença mais efêmera da Terra, e estamos causando um dano irreparável a outras formas de vida, como se nós tivéssemos a Terra à nossa disposição”, constatou.
O filósofo brasileiro apresentou ao público seus conceitos de “florestania” (da junção de “floresta” com “cidadania”) e “floricidade” (“floresta” e “cidade”). Em plena capital francesa, erguida sobre pedras e concreto e que hoje briga para devolver os espaços verdes aos seus moradores, as palavras de Krenak inspiram.
“Na maioria das cidades, jazem os rios debaixo das calçadas e estruturas que vão erigindo essa paisagem tão atraente que são as cidades. Como pensar uma floricidade? Como pensar num lugar onde um rio e uma floresta possam conviver com essa nossa disposição para nos socializarmos e reunirmos em espaços tão acolhedores e seguros que são as cidades?”, indagou.
Internet: <www.noticias.uol.com.br> (com adaptações).
Da organização das ideias do texto CB1A1-II entende-se que a condição humana a que se refere Krenak no segmento ‘não estamos sendo capazes de cogitar outros’ (último período do terceiro parágrafo) é uma referênciaResolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1-II
O Collège de France, uma das instituições de ensino superior e pesquisa científica mais prestigiosas da França, recebeu, em abril de 2025, o único imortal indígena da Academia Brasileira de Letras, o escritor Ailton Krenak. O filósofo emocionou a plateia de acadêmicos com uma visão singular sobre a crise climática e a destruição dos recursos naturais do planeta.
O escritor alertou que, diante das evidências científicas sobre o impacto das ações humanas sobre o clima, como o uso de combustíveis fósseis, a humanidade “está experimentando a imensa perda da qualidade da experiência de estar viva”. Segundo ele, “não estamos só ameaçados pelo clima, mas pela imobilidade”.
Na sua palestra, Krenak incitou os presentes a “cogitarem outros mundos, além dessa experiência quase terminal que nós passamos a experimentar no século 21”. Segundo ele, “estamos provocando o colapso do mundo que nós habitamos, o seu empobrecimento, e não estamos sendo capazes de cogitar outros”.
Nesses outros mundos, que o escritor reporta à floresta, o modo de vida e os hábitos de consumo dos centros urbanos não são mais o foco. “Nós somos a presença mais efêmera da Terra, e estamos causando um dano irreparável a outras formas de vida, como se nós tivéssemos a Terra à nossa disposição”, constatou.
O filósofo brasileiro apresentou ao público seus conceitos de “florestania” (da junção de “floresta” com “cidadania”) e “floricidade” (“floresta” e “cidade”). Em plena capital francesa, erguida sobre pedras e concreto e que hoje briga para devolver os espaços verdes aos seus moradores, as palavras de Krenak inspiram.
“Na maioria das cidades, jazem os rios debaixo das calçadas e estruturas que vão erigindo essa paisagem tão atraente que são as cidades. Como pensar uma floricidade? Como pensar num lugar onde um rio e uma floresta possam conviver com essa nossa disposição para nos socializarmos e reunirmos em espaços tão acolhedores e seguros que são as cidades?”, indagou.
Internet: <www.noticias.uol.com.br> (com adaptações).
Entende-se da leitura do texto CB1A1-II que Ailton KrenakResolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1-II
O Collège de France, uma das instituições de ensino superior e pesquisa científica mais prestigiosas da França, recebeu, em abril de 2025, o único imortal indígena da Academia Brasileira de Letras, o escritor Ailton Krenak. O filósofo emocionou a plateia de acadêmicos com uma visão singular sobre a crise climática e a destruição dos recursos naturais do planeta.
O escritor alertou que, diante das evidências científicas sobre o impacto das ações humanas sobre o clima, como o uso de combustíveis fósseis, a humanidade “está experimentando a imensa perda da qualidade da experiência de estar viva”. Segundo ele, “não estamos só ameaçados pelo clima, mas pela imobilidade”.
Na sua palestra, Krenak incitou os presentes a “cogitarem outros mundos, além dessa experiência quase terminal que nós passamos a experimentar no século 21”. Segundo ele, “estamos provocando o colapso do mundo que nós habitamos, o seu empobrecimento, e não estamos sendo capazes de cogitar outros”.
Nesses outros mundos, que o escritor reporta à floresta, o modo de vida e os hábitos de consumo dos centros urbanos não são mais o foco. “Nós somos a presença mais efêmera da Terra, e estamos causando um dano irreparável a outras formas de vida, como se nós tivéssemos a Terra à nossa disposição”, constatou.
O filósofo brasileiro apresentou ao público seus conceitos de “florestania” (da junção de “floresta” com “cidadania”) e “floricidade” (“floresta” e “cidade”). Em plena capital francesa, erguida sobre pedras e concreto e que hoje briga para devolver os espaços verdes aos seus moradores, as palavras de Krenak inspiram.
“Na maioria das cidades, jazem os rios debaixo das calçadas e estruturas que vão erigindo essa paisagem tão atraente que são as cidades. Como pensar uma floricidade? Como pensar num lugar onde um rio e uma floresta possam conviver com essa nossa disposição para nos socializarmos e reunirmos em espaços tão acolhedores e seguros que são as cidades?”, indagou.
Internet: <www.noticias.uol.com.br> (com adaptações).
Assinale a opção em que é corretamente identificada a função sintática do termo ou segmento destacado do texto CB1A1-II.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A3
Considere, na proposição seguinte, apenas os aspectos atinentes à lógica sentencial.
P: “Uma mudança significativa no clima da Terra é impulsionada pela variação na atividade solar, pelo reinício de um ciclo orbital, pela atividade vulcânica, por uma oscilação oceânica de longo prazo ou pela emissão antropogênica de gases de efeito estufa.”
Considere, ainda, que cada fator indicado na proposição P como impulsionador da mudança no clima pode, ou não, ser efetivamente uma causa para esse fenômeno.
Com base no texto CB1A3, assinale a opção em que é apresentado o número de linhas da tabela-verdade associada à proposição P.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A3
Considere, na proposição seguinte, apenas os aspectos atinentes à lógica sentencial.
P: “Uma mudança significativa no clima da Terra é impulsionada pela variação na atividade solar, pelo reinício de um ciclo orbital, pela atividade vulcânica, por uma oscilação oceânica de longo prazo ou pela emissão antropogênica de gases de efeito estufa.”
Considere, ainda, que cada fator indicado na proposição P como impulsionador da mudança no clima pode, ou não, ser efetivamente uma causa para esse fenômeno.
Ainda com base no texto CB1A3, assinale a opção em que é apresentado o menor número de proposições componentes de P que devem ser verdadeiras para que P seja também verdadeira.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A3
Considere, na proposição seguinte, apenas os aspectos atinentes à lógica sentencial.
P: “Uma mudança significativa no clima da Terra é impulsionada pela variação na atividade solar, pelo reinício de um ciclo orbital, pela atividade vulcânica, por uma oscilação oceânica de longo prazo ou pela emissão antropogênica de gases de efeito estufa.”
Considere, ainda, que cada fator indicado na proposição P como impulsionador da mudança no clima pode, ou não, ser efetivamente uma causa para esse fenômeno.
Ainda em relação ao texto CB1A3, assinale a opção em que é apresentada uma proposição equivalente à negação de P.Resolução comentada
Análise das alternativas
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção em que é apresentado o menor percentual possível de espécies que simultaneamente se adaptaram satisfatoriamente ao clima e realizaram satisfatoriamente captura de CO₂.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto-base:
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O atributo pelo qual o ato administrativo pode ser posto em execução pela própria administração pública denomina-se
Assinale a opção correta em relação aos agentes administrativos.
A atividade estatal consistente em limitar o exercício dos direitos individuais em benefício do interesse público denomina-se poder
Assinale a opção em que é corretamente citada entidade da administração pública indireta, com personalidade jurídica de direito público, criada por descentralização.
Acerca da delegação no processo administrativo previsto na Lei n.º 9.784/1999, assinale a opção correta.
Conforme o disposto na Lei n.º 13.019/2014, alterada pela Lei n.º 13.204/2015, o plano de trabalho de parcerias celebradas mediante termo de colaboração ou fomento deve conter
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Ao se avaliarem os resultados obtidos em certa área de reflorestamento, verificou-se que 58% das espécies ali plantadas não se adaptaram satisfatoriamente ao clima, enquanto as restantes se adaptaram. Verificou-se, também, que 54% das espécies não realizaram satisfatoriamente a captura de CO₂, mas as restantes, sim.