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STM 2025 — Analista Judiciário — Área: Administrativa (Cargo 1) — Conhecimentos Gerais

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Cebraspe2025

50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 48 com gabarito

Língua Portuguesa Modos Verbais

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

Texto-base:
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho.
Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025.
Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).

Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.

No trecho subsequente aos dois-pontos no primeiro período do texto, as formas verbais “estar” e “ter” introduzem as condições obrigatórias para a classificação de um corpo celeste como planeta, por isso estão empregadas no modo imperativo.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Estar' e 'ter' estão no infinitivo, não no imperativo.

As formas 'estar' e 'ter' são infinitivos que completam o substantivo 'condições', enumerando-as. O imperativo exprime ordem, conselho ou pedido, o que não ocorre aqui, pois se trata de descrição de critérios.

Análise das alternativas

Certo: errado, pois são formas nominais (infinitivo), não imperativo. Errado: correto.

Referência: Formas nominais do verbo; modos verbais.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Tipologia Textual

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

Texto-base:
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho.
Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025.
Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).

Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.

O texto caracteriza-se como predominantemente argumentativo, uma vez que se baseia na expressão e na defesa de opiniões próprias de seu autor.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O texto é predominantemente expositivo/informativo, não argumentativo.

O texto é uma reportagem científica que informa e explica os critérios da IAU e a reclassificação de Plutão, sem defender opiniões pessoais do autor. Por isso, predomina a tipologia expositiva/informativa.

Análise das alternativas

Certo: incorreto, pois não há defesa de tese do autor. Errado: correto.

Referência: Tipologia textual: dissertação expositiva x argumentativa.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Compreensão e Interpretação de Textos

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

Texto-base:
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho.
Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025.
Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).

Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.

De acordo com o texto, não é impróprio denominar a Lua de planeta.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A Lua é satélite natural, logo não pode ser chamada de planeta.

O primeiro período exige, para o status de planeta, que o corpo não seja um satélite natural, 'como a Lua'. Portanto, é impróprio denominar a Lua de planeta.

Análise das alternativas

Certo: contraria o texto, que exclui satélites naturais como a Lua. Errado: correto.

Referência: Interpretação de texto; compreensão de informações explícitas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Compreensão e Interpretação de Textos

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

Texto-base:
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho.
Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025.
Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).

Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.

Conclui-se da leitura do último parágrafo do texto que o objeto denominado Éris não faz parte da “turma” mencionada no último período do texto.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Éris foi barrada e não integra a 'turma' dos planetas.

O último período diz que a resolução barrou a entrada de Éris no 'clube planetário', expulsou Plutão da 'turma' e reduziu os membros a oito. A 'turma' são os planetas do sistema solar, e Éris, que nunca foi aceita, não faz parte dela.

Análise das alternativas

Certo: correto, pela inferência do texto. Errado: incorreto, pois Éris chegou a ser anunciada como planeta, mas foi barrada.

Referência: Interpretação de texto; inferência.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Conjunções — Valor Semântico

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

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Texto-base:
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho.
Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025.
Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).

Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.

No segmento “mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes” (terceiro parágrafo), a conjunção “mas” está empregada com sentido aditivo, podendo, portanto, ser substituída, sem alteração do sentido original do texto, pela conjunção e.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Mas' tem valor adversativo, não aditivo.

No trecho, 'mas' contrapõe a obrigatoriedade das duas primeiras condições à dispensa da terceira (órbita livre), expressando oposição/ressalva, ou seja, valor adversativo. Substituir por 'e' apagaria essa oposição e alteraria o sentido.

Análise das alternativas

Certo: errado, pois 'mas' não é aditivo e a troca por 'e' muda o sentido. Errado: correto.

Referência: Conjunções coordenativas adversativas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Sintaxe do Período — Sujeito

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

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Texto-base:
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho.
Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025.
Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).

Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.

As quatro orações que compõem o último período do texto compartilham o mesmo sujeito referencial.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

As quatro orações do último período não têm o mesmo sujeito.

No último período há quatro orações: 'até que a resolução da IAU barrou...', 'expulsou Plutão...', 'reduziu seus membros a oito' e a anterior, 'chegou a ser anunciado como um novo planeta'. O sujeito de 'chegou a ser anunciado' é Éris (sujeito oculto), enquanto 'barrou', 'expulsou' e 'reduziu' têm como sujeito 'a resolução da IAU'. Logo, o sujeito referencial não é o mesmo nas quatro orações.

Análise das alternativas

Certo: errado, pois há dois sujeitos distintos (Éris e a resolução da IAU). Errado: correto.

Referência: Sintaxe do período; sujeito simples e oculto; coesão referencial.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Orações Subordinadas Adverbiais

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

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Texto-base:
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho.
Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025.
Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).

Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.

A oração “Se a mudança não tivesse sido adotada” (segundo período do último parágrafo) expressa uma hipótese.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A oração iniciada por 'Se' é condicional e expressa hipótese.

'Se a mudança não tivesse sido adotada' é oração subordinada adverbial condicional: o verbo no pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo indica uma hipótese irreal, cuja consequência é 'outros objetos teriam de ser considerados planetas'.

Análise das alternativas

A) Certo: correta. B) Errado: incorreta, pois a oração condicional expressa hipótese.

Referência: Orações subordinadas adverbiais condicionais

Resolução comentada do VaiConcursos.

Redação Oficial Manual de Redação da Presidência da República — Pronomes de Tratamento e Vocativos

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue os próximos itens.

O vocativo adequado a ser empregado em comunicação oficial cujo destinatário seja ministro de tribunal superior é Senhor Ministro.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Para ministros de tribunais superiores, o vocativo é 'Senhor Ministro'.

Segundo o Manual, para as autoridades do Poder Judiciário (como ministros de tribunais superiores), o vocativo adequado é 'Senhor Ministro', com o pronome de tratamento 'Vossa Excelência'.

Análise das alternativas

A) Certo: correta. B) Errado: incorreta, pois o vocativo está correto.

Referência: Manual de Redação da Presidência da República, pronomes de tratamento

Resolução comentada do VaiConcursos.

Redação Oficial Manual de Redação da Presidência da República — Impessoalidade

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue os próximos itens.

Nas comunicações oficiais, não cabe qualquer tom particular ou pessoal, porque o seu universo temático se restringe a questões que dizem respeito ao interesse público.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A impessoalidade afasta tom pessoal, pois o tema é interesse público.

O Manual afirma que a finalidade da comunicação oficial é comunicar com impessoalidade, e que não cabe tom particular ou pessoal, já que o assunto trata do interesse público. O item reproduz essa ideia.

Análise das alternativas

A) Certo: correta. B) Errado: incorreta, pois o item é compatível com o Manual.

Referência: Manual de Redação da Presidência da República, impessoalidade

Resolução comentada do VaiConcursos.

Redação Oficial Manual de Redação da Presidência da República — Atributos da Redação Oficial

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue os próximos itens.

São atributos da redação oficial expressamente previstos no referido manual: clareza e precisão; objetividade; concisão e isenção.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O Manual lista impessoalidade, formalidade, padronização, clareza e precisão, concisão, entre outros, mas não 'isenção' como atributo.

O Manual de Redação da Presidência da República indica como atributos a impessoalidade, o uso do padrão culto, clareza e precisão, concisão, formalidade e padronização. 'Objetividade' e 'isenção' não aparecem como atributos distintos expressos. O item está, portanto, errado.

Análise das alternativas

A) Certo: incorreta, pois a lista do item não corresponde à do Manual. B) Errado: correta.

Referência: Manual de Redação da Presidência da República

Resolução comentada do VaiConcursos.

Direito Administrativo Processo Administrativo Federal (Lei n.º 9.784/1999) — Convalidação

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

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Julgue os itens a seguir, referentes ao processo administrativo no âmbito da administração pública federal, ao Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis da União (Lei n.º 8.112/1990) e às carreiras do Poder Judiciário da União.

Suponha que, em determinado processo administrativo de fiscalização contratual, tenha sido verificado que o relatório juntado aos autos estava com a assinatura de uma pessoa assistente, mas sem a anuência formal de um superior responsável, a qual seria requisito formal para a constituição do ato. Nessa situação, se constatadas ausência de lesão ao interesse público e inexistência de prejuízo a terceiros, o ato poderá ser convalidado em momento posterior.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Defeito sanável, sem lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros, pode ser convalidado.

Pelo art. 55 da Lei 9.784/1999, atos com defeitos sanáveis, que não acarretem lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros, podem ser convalidados pela própria Administração. A falta de anuência formal de superior é vício sanável de forma.

Análise das alternativas

A) Certo: correta. B) Errado: incorreta, pois a convalidação é cabível na hipótese.

Referência: Lei n.º 9.784/1999, art. 55

Resolução comentada do VaiConcursos.

Direito Administrativo Processo Administrativo Federal (Lei n.º 9.784/1999) — Delegação de Competência

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

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Julgue os itens a seguir, referentes ao processo administrativo no âmbito da administração pública federal, ao Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis da União (Lei n.º 8.112/1990) e às carreiras do Poder Judiciário da União.

A delegação de competência a órgão hierarquicamente inferior para proferir decisão em recurso administrativo somente será válida se realizada em momento anterior à interposição do recurso.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A delegação de competência para decidir recurso não precisa ser anterior à interposição, desde que não seja vedada.

A Lei 9.784/1999 veda a delegação para decisão de recursos administrativos (art. 13, II) quando se trata de delegação a órgão hierarquicamente inferior, mas o item cria uma condição temporal inexistente na lei. Como a lei não exige que a delegação seja anterior à interposição do recurso, o item está errado conforme o gabarito.

Análise das alternativas

A) Certo: incorreta, pois a lei não impõe esse requisito temporal. B) Errado: correta.

Referência: Lei n.º 9.784/1999, arts. 12 a 14

Resolução comentada do VaiConcursos.

Direito Administrativo Processo Administrativo Federal (Lei n.º 9.784/1999) — Anulação e Decadência

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

Julgue os itens a seguir, referentes ao processo administrativo no âmbito da administração pública federal, ao Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis da União (Lei n.º 8.112/1990) e às carreiras do Poder Judiciário da União.

A administração pública tem o direito de anular ato administrativo comprovadamente ilegal e pode fazê-lo a qualquer tempo, mesmo que o ato tenha gerado efeito favorável a particular que dele se tenha beneficiado de boa-fé.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O direito de anular atos com efeitos favoráveis decai em cinco anos, salvo má-fé.

Pela Lei 9.784/1999, art. 54, o direito da Administração de anular atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis aos destinatários decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé. Como o item trata de beneficiado de boa-fé, 'a qualquer tempo' é incorreto.

Análise das alternativas

A) Certo: incorreta, pois há prazo decadencial de cinco anos. B) Errado: correta.

Referência: Lei n.º 9.784/1999, art. 54

Resolução comentada do VaiConcursos.

Direito Administrativo Processo Administrativo Disciplinar — Defesa Técnica (Súmula Vinculante 5)

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

Julgue os itens a seguir, referentes ao processo administrativo no âmbito da administração pública federal, ao Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis da União (Lei n.º 8.112/1990) e às carreiras do Poder Judiciário da União.

Considere que, no âmbito de processo administrativo disciplinar contra determinado servidor da justiça militar, ele tenha sido devidamente intimado e apresentado autodefesa por escrito, sem apoio jurídico formalizado nos autos. Nessa situação, de acordo com o entendimento sumulado do STF, a falta de defesa técnica por advogado não configura, por si só, causa de nulidade do processo administrativo.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A Súmula Vinculante 5 do STF diz que a falta de defesa técnica por advogado no PAD não ofende a Constituição.

Conforme a Súmula Vinculante 5, a falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição. Como o servidor foi intimado e apresentou autodefesa, não há nulidade por si só.

Análise das alternativas

A) Certo: correta. B) Errado: incorreta, pois contraria a SV 5.

Referência: Súmula Vinculante 5 do STF

Resolução comentada do VaiConcursos.

Legislação Específica do STM Lei n.º 8.457/1992 e Regimento Interno do STM — Serviços Auxiliares

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

De acordo com o disposto na Lei n.º 8.457/1992, que organiza a justiça militar da União e regula o funcionamento de seus serviços auxiliares, bem como no Regimento Interno do STM, julgue os itens a seguir.

Das decisões finais tomadas pelo Conselho de Administração do STM, no âmbito de sua competência, cabe recurso administrativo ao presidente da corte.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Das decisões finais do Conselho de Administração não cabe recurso administrativo ao presidente.

Pelo gabarito, o item está errado: as decisões do Conselho de Administração do STM, no âmbito de sua competência, não são passíveis do recurso ao presidente descrito no enunciado.

Análise das alternativas

A) Certo: incorreta, pois não há esse recurso ao presidente. B) Errado: correta.

Referência: Regimento Interno do STM; Lei n.º 8.457/1992

Resolução comentada do VaiConcursos.

Legislação Específica do STM Lei n.º 8.457/1992 e Regimento Interno do STM — Serviços Auxiliares

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

De acordo com o disposto na Lei n.º 8.457/1992, que organiza a justiça militar da União e regula o funcionamento de seus serviços auxiliares, bem como no Regimento Interno do STM, julgue os itens a seguir.

A aplicação de penalidade a servidor integrante dos serviços auxiliares da justiça militar devido ao cometimento de infração administrativa grave ou gravíssima caberá ao diretor-geral do STM, independentemente do cargo ou da função ocupada pelo servidor.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A competência para aplicar penalidades depende do cargo ou função do servidor.

O diretor-geral não aplica penalidades a todos os servidores indistintamente. A competência varia conforme o cargo ou a função ocupada (por exemplo, há situações reservadas ao presidente do STM). Por isso a expressão 'independentemente do cargo ou da função' torna o item errado.

Análise das alternativas

A) Certo: incorreta, pois a competência varia conforme o cargo/função. B) Errado: correta.

Referência: Lei n.º 8.457/1992; Regimento Interno do STM

Resolução comentada do VaiConcursos.

Legislação Específica do STM Regimento Interno do STM — Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

Foi instaurado no STM incidente de resolução de demandas repetitivas (IRDR), tendo como objeto a interpretação e a aplicação de determinado instituto jurídico da justiça militar da União.
Considerando essa situação hipotética, julgue os itens a seguir, de acordo com o Regimento Interno do STM.

O Ministério Público Militar deverá intervir obrigatoriamente no IRDR e, em caso de desistência ou abandono, assumir a sua titularidade.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O MPM intervém obrigatoriamente no IRDR e assume a titularidade em caso de desistência ou abandono.

Seguindo a lógica do CPC, o Ministério Público intervirá obrigatoriamente no IRDR e, em caso de desistência ou abandono, deve assumir sua titularidade. O Regimento do STM reproduz essa regra para o MPM.

Análise das alternativas

A) Certo: correta. B) Errado: incorreta, pois o item reproduz a regra aplicável.

Referência: Regimento Interno do STM; CPC, art. 976, §2º

Resolução comentada do VaiConcursos.

Legislação Específica do STM Regimento Interno do STM — Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

Foi instaurado no STM incidente de resolução de demandas repetitivas (IRDR), tendo como objeto a interpretação e a aplicação de determinado instituto jurídico da justiça militar da União.
Considerando essa situação hipotética, julgue os itens a seguir, de acordo com o Regimento Interno do STM.

O IRDR será julgado monocraticamente pelo presidente do STM, e da decisão proferida caberá agravo interno para o Plenário do STM.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O IRDR é julgado por órgão colegiado, não monocraticamente pelo presidente.

O IRDR é de competência de órgão colegiado indicado no Regimento Interno do STM, e não do presidente de forma monocrática. Por isso o item está errado.

Análise das alternativas

A) Certo: incorreta, pois não há julgamento monocrático do IRDR pelo presidente. B) Errado: correta.

Referência: Regimento Interno do STM; CPC, arts. 976 e seguintes

Resolução comentada do VaiConcursos.

Direito Administrativo Improbidade Administrativa (Lei n.º 8.429/1992)

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

Com base no disposto na Constituição Federal de 1988 e na Lei n.º 8.429/1992, julgue os itens a seguir.

O mero exercício de função pública, sem comprovação de ato doloso com fim ilícito, afasta a responsabilidade por ato de improbidade administrativa.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Sem dolo com fim ilícito, não há improbidade; o mero exercício da função não a configura.

Após a Lei 14.230/2021, a improbidade exige conduta dolosa com fim ilícito, e o mero exercício da função ou desempenho de competências públicas, sem comprovação do dolo, não a configura. Por isso, o item está correto conforme o gabarito.

Análise das alternativas

A) Certo: correta. B) Errado: incorreta, pois a lei exige dolo específico e afasta a responsabilização pelo mero exercício da função.

Referência: Lei n.º 8.429/1992, com redação da Lei n.º 14.230/2021

Resolução comentada do VaiConcursos.

Direito Administrativo Improbidade Administrativa (Lei n.º 8.429/1992)

Cebraspe 2025

Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário – Área: Administrativa

Gabarito disponível

Com base no disposto na Constituição Federal de 1988 e na Lei n.º 8.429/1992, julgue os itens a seguir.

O sucessor ou o herdeiro daquele que tenha causado dano ao erário está sujeito à obrigação de repará-lo integralmente.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Sucessor/herdeiro responde apenas até o limite do valor da herança ou patrimônio transferido.

Na Lei 8.429/1992, o sucessor ou herdeiro do responsável por dano ao erário fica sujeito apenas à obrigação de repará-lo até o limite do valor da herança ou do patrimônio transferido, e não integralmente. Daí o item estar errado.

Análise das alternativas

A) Certo: incorreta, pois a reparação é limitada ao valor da herança ou patrimônio transferido. B) Errado: correta.

Referência: Lei n.º 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa)

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