← Voltar para a lista de provas Superior Tribunal Militar (STM) · Analista Judiciário — Cargos 2, 4, 5 e 7 50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 48 com gabarito Gabarito disponível A Lua é satélite natural, logo não é planeta. O texto afirma que um corpo só merece status de planeta se não for satélite natural, citando a Lua como exemplo. Portanto, chamar a Lua de planeta é impróprio segundo o texto. Certo está errado, pois o texto exclui a Lua expressamente. Errado é a correta. Referência: Interpretação de texto: informações explícitas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Éris foi barrada e não integra a 'turma' dos planetas. Segundo o último parágrafo, a resolução da IAU barrou a entrada de Éris no 'clube planetário', expulsou Plutão 'da turma' e reduziu os membros a oito. 'Turma' designa o grupo dos planetas, do qual Éris nunca participou oficialmente, tendo sido apenas anunciada como possível planeta. Errado não procede, pois Éris foi impedida de entrar e não é um dos oito planetas. Certo é a correta. Referência: Interpretação de texto: inferência. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A oração iniciada por 'Se' expressa hipótese/condição. 'Se a mudança não tivesse sido adotada' é oração subordinada adverbial condicional, com verbo no pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo. Apresenta uma hipótese irreal no passado, cuja consequência vem na oração principal ('teriam de ser considerados planetas'). Errado nega a hipótese, mas a estrutura 'se + subjuntivo' indica claramente condição/hipótese. Certo é a correta. Referência: Orações subordinadas adverbiais condicionais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Texto predominantemente expositivo-informativo. O texto é de divulgação científica: explica critérios da IAU, apresenta fatos, datas e a decisão sobre Plutão e Éris. Não defende opiniões pessoais do autor com argumentos, o que o caracteriza como expositivo/informativo, e não argumentativo. Certo está errado, pois não há defesa de tese pessoal. Errado é a correta. Referência: Tipologia textual: texto expositivo x argumentativo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Desde que' introduz condição, não concessão. A locução 'desde que' equivale a 'contanto que' e inicia oração subordinada adverbial condicional: ser um corpo que não é satélite natural é condição para ser planeta. A concessão exigiria ideia de oposição ('embora', 'ainda que'). Certo está errado, pois a relação é condicional. Errado é a correta. Referência: Orações subordinadas adverbiais condicionais e concessivas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Estar' e 'ter' estão no infinitivo, não no imperativo. As formas 'estar', 'ter' (e 'ter' na terceira condição) são infinitivos, que completam o verbo 'obedecer' e enumeram as condições. O imperativo exprime ordem ou conselho e tem formas próprias (esteja, tenha), o que não ocorre aqui. Certo está errado, pois a ideia de obrigatoriedade vem do contexto, não do modo verbal. Errado é a correta. Referência: Formas nominais do verbo; modo imperativo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Então' é advérbio, não substantivo. Em 'O então ainda considerado nono planeta', o artigo 'O' determina 'nono planeta' (a expressão 'o ... nono planeta' é o núcleo substantivo). 'Então' continua advérbio de tempo, modificando 'considerado'. Não houve substantivação. Certo está errado, pois o artigo se refere ao substantivo 'planeta', não a 'então'. Errado é a correta. Referência: Classes de palavras: advérbio e artigo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'A três condições' e 'às três condições a seguir' são ambas corretas. O verbo 'obedecer' é transitivo indireto e exige a preposição 'a'. Com artigo definido, ocorre a crase: 'às três condições'. A expressão 'a seguir' é coerente, pois as condições vêm logo depois dos dois-pontos, e a reescrita mantém a correção gramatical. Errado não procede: a crase é obrigatória diante do artigo feminino plural e o sentido permanece coerente. Certo é a correta. Referência: Regência do verbo obedecer; crase. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível As orações do último período têm sujeitos diferentes. O último período traz sujeitos distintos: 'Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado' (sujeito: Éris) e 'a resolução da IAU barrou, expulsou e reduziu' (sujeito: a resolução). Assim, não há um mesmo sujeito referencial para as quatro orações. Certo está errado, pois Éris é sujeito apenas da primeira oração ('chegou a ser anunciado'); nas demais o sujeito é 'a resolução da IAU'. Errado é a correta. Referência: Sintaxe do período composto: identificação do sujeito das orações. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Mas' tem valor adversativo, não aditivo. No trecho, 'mas' opõe a exigência das duas primeiras condições à dispensa da terceira (órbita livre), estabelecendo contraste. Trata-se de conjunção coordenativa adversativa; substituí-la por 'e' (aditiva) apagaria a oposição e alteraria o sentido. Certo está errado porque o valor é adversativo, não aditivo. Errado é a correta. Referência: Conjunções coordenativas adversativas (mas, porém, contudo). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O vocativo para ministro de tribunal superior é 'Senhor Ministro'. O Manual prevê o vocativo 'Senhor + cargo' para autoridades do Judiciário. Para ministro de tribunal superior, usa-se 'Senhor Ministro', não 'Excelentíssimo Senhor', que é do endereçamento. Certo: correto, conforme o Manual. Errado: incorreto, pois a forma está adequada. Referência: Manual de Redação da Presidência da República, pronomes de tratamento. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A impessoalidade afasta tom pessoal, pois os temas são de interesse público. O Manual afirma que, nas comunicações oficiais, não cabe tom particular ou pessoal, pois o universo temático se restringe a questões de interesse público. O item reproduz essa ideia. Certo: correto, conforme o Manual. Errado: incorreto, pois a ideia é a do Manual. Referência: Manual de Redação da Presidência da República, impessoalidade. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O Manual lista como atributos: impessoalidade, formalidade e padronização, concisão e clareza, e uso do padrão culto. O Manual de Redação da Presidência da República trata, como características da redação oficial, da impessoalidade, do uso do padrão culto de linguagem, da clareza, da concisão, da formalidade e da padronização. 'Objetividade' e 'isenção' não constam como atributos nessa formulação, por isso o item está errado. Certo: errado, pois o rol apresentado não corresponde ao do Manual. Errado: correto. Referência: Manual de Redação da Presidência da República. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Sábio' é predicativo do objeto, não adjunto adverbial. Em 'podemos considerá-lo sábio', 'sábio' atribui uma qualidade ao objeto 'lo' (o príncipe) e é predicativo do objeto. Adjunto adverbial indicaria circunstância, e 'sábio' é adjetivo que caracteriza o príncipe. Certo: errado, pois não é adjunto adverbial. Errado: correto, pois é predicativo do objeto. Referência: Gramática normativa: predicativo do objeto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto liga o juízo sobre o príncipe à escolha dos ministros, não à mudança da índole deles. O texto diz que o juízo sobre o príncipe depende de saber escolher ministros capazes e fiéis e mantê-los fiéis. Não fala em modificar a índole dos ministros, então o item extrapola o texto. Certo: errado, pois a ideia é escolher bem, não modificar a índole. Errado: correto. Referência: Interpretação de texto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A reescrita 'Não é de pouca importância para o príncipe a escolha de seus ministros' mantém o sentido. 'Não é coisa somenos' significa 'não é coisa de pouca importância'. A reescrita preserva a ideia central, a negação e a estrutura com sujeito posposto, sem alterar o sentido. Certo: correto, pois a reescrita mantém o sentido. Errado: incorreto, pois não há prejuízo à ideia central. Referência: Reescrita de frases e equivalência semântica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Não o forem' substitui 'não forem assim' mantendo a correção e a coerência. O pronome 'o' pode retomar um predicativo (aqui 'capazes e fiéis'), e, com o verbo 'ser', assume a forma 'o' invariável. Assim, 'não o forem' equivale a 'não forem assim' e mantém a correção e o sentido. Certo: correto, conforme o uso do pronome 'o' como predicativo. Errado: incorreto, pois a substituição é gramatical. Referência: Gramática normativa: pronome 'o' substituindo predicativo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível No segundo período, 'que' é objeto direto; no último, 'que' também é objeto direto, não sujeito. Em 'o juízo que se faz', 'que' retoma 'juízo' e é objeto direto de 'faz' (o sujeito é indeterminado, com 'se' como índice). Em 'o erro que comete', 'que' é objeto direto de 'comete'. Nenhum dos dois é sujeito. Certo: errado, pois em ambos os casos 'que' é objeto direto. Errado: correto. Referência: Gramática normativa: pronomes relativos e funções sintáticas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A anulação de atos com efeitos favoráveis está sujeita a decadência de 5 anos, salvo má-fé. O art. 54 da Lei 9.784/1999 estabelece que o direito da Administração de anular atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis aos destinatários decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé. Como o item fala em boa-fé e 'a qualquer tempo', está errado. Certo: errado, pois há prazo decadencial de cinco anos. Errado: correto. Referência: Lei n.º 9.784/1999, art. 54. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O STJ admite o gozo de férias seguintes no mesmo ano civil, após cumprido o primeiro período aquisitivo de 12 meses. Conforme o gabarito, o entendimento do STJ é que o servidor que já cumpriu os 12 meses de exercício e gozou o primeiro período de férias pode usufruir as seguintes no mesmo ano civil, sem esperar completar o novo período aquisitivo. Isso decorre de a exigência de 12 meses valer só para o primeiro período. Certo: correto, conforme o entendimento jurisprudencial. Errado: incorreto, pois não é necessário completar o novo período aquisitivo. Referência: Lei n.º 8.112/1990, art. 77; jurisprudência do STJ. Resolução comentada do VaiConcursos.STM 2025 — Analista Judiciário (Cargos 2, 4, 5 e 7) — Prova Objetiva — Conhecimentos Gerais
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).
Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.
De acordo com o texto, não é impróprio denominar a Lua de planeta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).
Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.
Conclui-se da leitura do último parágrafo do texto que o objeto denominado Éris não faz parte da “turma” mencionada no último período do texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).
Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.
A oração “Se a mudança não tivesse sido adotada” (segundo período do último parágrafo) expressa uma hipótese.Resolução comentada
Análise das alternativas
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).
Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.
O texto caracteriza-se como predominantemente argumentativo, uma vez que se baseia na expressão e na defesa de opiniões próprias de seu autor.Resolução comentada
Análise das alternativas
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).
Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.
No primeiro período do texto, a oração “Desde que não seja um satélite natural” estabelece uma relação concessiva com a oração que a sucede.Resolução comentada
Análise das alternativas
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).
Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.
No trecho subsequente aos dois-pontos no primeiro período do texto, as formas verbais “estar” e “ter” introduzem as condições obrigatórias para a classificação de um corpo celeste como planeta, por isso estão empregadas no modo imperativo.Resolução comentada
Análise das alternativas
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).
Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.
No segundo período do segundo parágrafo, depreende-se do emprego do artigo “O” que o vocábulo “então” está empregado como substantivo.Resolução comentada
Análise das alternativas
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).
Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.
No primeiro período do texto, o trecho “obedecer a três condições” poderia ser reescrito, mantendo-se a coerência do texto e sua correção gramatical, da seguinte forma: obedecer às três condições a seguir.Resolução comentada
Análise das alternativas
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).
Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.
As quatro orações que compõem o último período do texto compartilham o mesmo sujeito referencial.Resolução comentada
Análise das alternativas
Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu.
Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.
As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.
Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).
Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue os itens a seguir.
No segmento “mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes” (terceiro parágrafo), a conjunção “mas” está empregada com sentido aditivo, podendo, portanto, ser substituída, sem alteração do sentido original do texto, pela conjunção e.Resolução comentada
Análise das alternativas
O vocativo adequado a ser empregado em comunicação oficial cujo destinatário seja ministro de tribunal superior é Senhor Ministro.Resolução comentada
Análise das alternativas
Nas comunicações oficiais, não cabe qualquer tom particular ou pessoal, porque o seu universo temático se restringe a questões que dizem respeito ao interesse público.Resolução comentada
Análise das alternativas
São atributos da redação oficial expressamente previstos no referido manual: clareza e precisão; objetividade; concisão e isenção.Resolução comentada
Análise das alternativas
Para o príncipe não é coisa somenos a escolha de seus ministros, que são bons ou não, conforme a prudência daquele. E o primeiro juízo que se faz da mente de um príncipe é observar os homens que ele tem a seu lado. Quando eles são capazes e fiéis, podemos considerá-lo sábio, porque soube reconhecê-los suficientemente e mantê-los fiéis; quando, porém, não forem assim, pode-se fazer mau juízo dele, pois o primeiro erro que comete é o desta escolha.
Nicolau Maquiavel. O príncipe: com as notas de Napoleão Bonaparte. Tradução de J. Cretella Jr. e Agnes Cretella. 2.ª ed. rev. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1997, p. 144 (com adaptações).
Considerando os sentidos e aspectos sintáticos do texto precedente, julgue os seguintes itens.
O termo “sábio” (terceiro período) exerce no texto a função sintática de adjunto adverbial, expressando o modo como se pode considerar o príncipe que escolhe bem os seus ministros.Resolução comentada
Análise das alternativas
Para o príncipe não é coisa somenos a escolha de seus ministros, que são bons ou não, conforme a prudência daquele. E o primeiro juízo que se faz da mente de um príncipe é observar os homens que ele tem a seu lado. Quando eles são capazes e fiéis, podemos considerá-lo sábio, porque soube reconhecê-los suficientemente e mantê-los fiéis; quando, porém, não forem assim, pode-se fazer mau juízo dele, pois o primeiro erro que comete é o desta escolha.
Nicolau Maquiavel. O príncipe: com as notas de Napoleão Bonaparte. Tradução de J. Cretella Jr. e Agnes Cretella. 2.ª ed. rev. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1997, p. 144 (com adaptações).
Considerando os sentidos e aspectos sintáticos do texto precedente, julgue os seguintes itens.
Entende-se da leitura do texto que o bom ou o mau juízo que se faz de um príncipe está relacionado à sua capacidade de modificar a índole de seus ministros.Resolução comentada
Análise das alternativas
Para o príncipe não é coisa somenos a escolha de seus ministros, que são bons ou não, conforme a prudência daquele. E o primeiro juízo que se faz da mente de um príncipe é observar os homens que ele tem a seu lado. Quando eles são capazes e fiéis, podemos considerá-lo sábio, porque soube reconhecê-los suficientemente e mantê-los fiéis; quando, porém, não forem assim, pode-se fazer mau juízo dele, pois o primeiro erro que comete é o desta escolha.
Nicolau Maquiavel. O príncipe: com as notas de Napoleão Bonaparte. Tradução de J. Cretella Jr. e Agnes Cretella. 2.ª ed. rev. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1997, p. 144 (com adaptações).
Considerando os sentidos e aspectos sintáticos do texto precedente, julgue os seguintes itens.
Sem prejuízo da ideia central do texto, a oração “Para o príncipe não é coisa somenos a escolha de seus ministros” (primeiro período) poderia ser assim reescrita: Não é de pouca importância para o príncipe a escolha de seus ministros.Resolução comentada
Análise das alternativas
Para o príncipe não é coisa somenos a escolha de seus ministros, que são bons ou não, conforme a prudência daquele. E o primeiro juízo que se faz da mente de um príncipe é observar os homens que ele tem a seu lado. Quando eles são capazes e fiéis, podemos considerá-lo sábio, porque soube reconhecê-los suficientemente e mantê-los fiéis; quando, porém, não forem assim, pode-se fazer mau juízo dele, pois o primeiro erro que comete é o desta escolha.
Nicolau Maquiavel. O príncipe: com as notas de Napoleão Bonaparte. Tradução de J. Cretella Jr. e Agnes Cretella. 2.ª ed. rev. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1997, p. 144 (com adaptações).
Considerando os sentidos e aspectos sintáticos do texto precedente, julgue os seguintes itens.
A substituição do trecho “não forem assim” (último período) por não o forem manteria a correção gramatical e a coerência do texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Para o príncipe não é coisa somenos a escolha de seus ministros, que são bons ou não, conforme a prudência daquele. E o primeiro juízo que se faz da mente de um príncipe é observar os homens que ele tem a seu lado. Quando eles são capazes e fiéis, podemos considerá-lo sábio, porque soube reconhecê-los suficientemente e mantê-los fiéis; quando, porém, não forem assim, pode-se fazer mau juízo dele, pois o primeiro erro que comete é o desta escolha.
Nicolau Maquiavel. O príncipe: com as notas de Napoleão Bonaparte. Tradução de J. Cretella Jr. e Agnes Cretella. 2.ª ed. rev. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1997, p. 144 (com adaptações).
Considerando os sentidos e aspectos sintáticos do texto precedente, julgue os seguintes itens.
Nas orações “que se faz da mente de um príncipe” (segundo período) e “que comete” (último período), o vocábulo “que” desempenha a função sintática de sujeito.Resolução comentada
Análise das alternativas
A administração pública tem o direito de anular ato administrativo comprovadamente ilegal e pode fazê-lo a qualquer tempo, mesmo que o ato tenha gerado efeito favorável a particular que dele se tenha beneficiado de boa-fé.Resolução comentada
Análise das alternativas
De acordo com o entendimento jurisprudencial do STJ, o servidor público federal que usufruiu o primeiro período de férias, após ter cumprido a exigência de doze meses de exercício, pode usufruir as férias seguintes no mesmo ano civil, sem necessidade de completar o período aquisitivo em curso.Resolução comentada
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Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue os próximos itens.
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Julgue os itens a seguir, referentes ao processo administrativo no âmbito da administração pública federal, ao Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis da União (Lei n.º 8.112/1990) e às carreiras do Poder Judiciário da União.
Julgue os itens a seguir, referentes ao processo administrativo no âmbito da administração pública federal, ao Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis da União (Lei n.º 8.112/1990) e às carreiras do Poder Judiciário da União.