← Voltar para a lista de provas Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) · Analista Técnico — Todos os cargos 50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 50 com gabarito Gabarito disponível Respeitar a opinião pública só o suficiente para não passar fome é a regra recomendada, não exemplo de excesso. O texto apresenta como regra básica respeitar a opinião pública apenas o necessário para não morrer de fome nem ir para a cadeia. Essa é a medida adequada, e não um exemplo de importância excessiva. Só o gasto com coisas que não satisfazem os gostos pessoais para agradar aos vizinhos ilustra o excesso. O item mistura os dois casos e por isso está errado. A) Certo: errada, pois o segundo exemplo é a medida recomendada pelo autor. B) Errado: correta. Referência: Interpretação de texto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O autor defende indiferença à opinião pública, não oposição a ela. O texto afirma que zombar deliberadamente da opinião pública é admitir seu domínio "às avessas". A fonte de felicidade, segundo ele, é a indiferença autêntica, e não a oposição sistemática. Atribuir ao autor a ideia de opor-se à opinião pública distorce o texto. A) Certo: errada, pois contraria a ideia de que opor-se também é submissão. B) Errado: correta. Referência: Interpretação de texto (Bertrand Russell). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo o gabarito, "terem" e "abrirem" estão no plural em concordância com "vizinhos". Os infinitivos flexionados "terem" e "abrirem" estão no plural porque o sujeito de cada um é plural. Pela leitura da banca, esse sujeito é "vizinhos", em "o respeito dos vizinhos depende de [eles] terem carro ou de abrirem suas residências". A flexão se deve, portanto, à concordância com um sujeito plural. A leitura que atribuiria o sujeito a "as pessoas" também pediria plural, mas o gabarito oficial adota "vizinhos". A) Certo: correta, conforme o gabarito oficial. B) Errado: errada, pois há concordância com sujeito plural. Referência: Infinitivo flexionado; concordância com o sujeito do infinitivo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível "Respeito dos vizinhos" (que os vizinhos têm) difere de "respeito aos vizinhos" (dirigido a eles). Em "respeito dos vizinhos", o respeito é o que os vizinhos dedicam à pessoa, ou seja, o termo é agente. Com "aos vizinhos", o respeito passaria a ser dirigido a eles, pois o termo seria alvo. A troca altera o sentido original, apesar de a regência do substantivo admitir "a". A) Certo: errada, pois o sentido muda. B) Errado: correta. Referência: Regência nominal e relação agente/paciente com o complemento. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A vírgula separa orações coordenadas com sujeitos diferentes e, antes de "e", é facultativa. A primeira oração tem como sujeito "Tudo o que passar desse ponto", e a segunda, "isso". A vírgula antes de "e" com sujeitos distintos é opcional. As vírgulas em torno de "possivelmente" continuam isolando o advérbio, então a retirada da primeira não gera erro. A) Certo: correta. B) Errado: errada, pois a vírgula não é obrigatória nesse contexto. Referência: Emprego da vírgula em orações coordenadas aditivas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível "Mais interessante do que" pode ser trocado por "mais interessante que" sem prejuízo. Na comparação de superioridade, o segundo termo pode ser introduzido por "que" ou "do que". Eliminar o "do" mantém a correção gramatical e o sentido do período. A) Certo: correta. B) Errado: errada, pois "mais ... que" é construção plenamente correta. Referência: Estruturas comparativas: mais ... (do) que. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Em "a uma tirania" há apenas preposição, pois o artigo indefinido "uma" não admite crase. A crase exige a fusão da preposição "a" com o artigo definido feminino "a" (ou com pronomes demonstrativos). Antes de "uma" (artigo indefinido) não ocorre essa fusão. Assim, inserir o acento grave tornaria o trecho incorreto, e o item está certo. A) Certo: correta, porque o acento prejudicaria a correção. B) Errado: errada, porque o uso do acento seria indevido. Referência: Crase: não ocorre diante de artigo indefinido. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível "Autenticamente" (genuinamente) e "deliberadamente" (intencionalmente) não são sinônimos no texto. "Deliberadamente" significa de propósito, intencionalmente. "Autenticamente" indica de modo genuíno, verdadeiro. Os sentidos são distintos, e o texto não usa esses termos para evitar repetição vocabular. A) Certo: errada, pois os advérbios têm sentidos diferentes. B) Errado: correta. Referência: Sinonímia e coesão lexical. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível "Ela" retoma "opinião pública", mas funciona como complemento nominal de "indiferente", e não como sujeito. Em "ser autenticamente indiferente a ela", o pronome "ela" é regido pela preposição "a" e completa o adjetivo "indiferente", sendo complemento nominal. O sujeito de "é uma força e uma fonte de felicidade" é a oração subjetiva "ser autenticamente indiferente a ela". A retomada está certa, mas a função sintática indicada está errada. A) Certo: errada, pois "ela" não é sujeito. B) Errado: correta. Referência: Complemento nominal; função sintática dos pronomes oblíquos tônicos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível "Houvesse feito" e "tivesse feito" são equivalentes (pretérito mais-que-perfeito composto do subjuntivo). Os verbos auxiliares "haver" e "ter" são intercambiáveis na formação dos tempos compostos. "Se houvesse feito" pode ser trocado por "se tivesse feito" sem prejuízo gramatical nem de sentido. A) Certo: correta, pela equivalência dos auxiliares. B) Errado: errada, pois a troca não gera erro nem mudança de sentido. Referência: Tempos compostos: auxiliares ter e haver. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível A, B e C são mutuamente exclusivos e, por isso, dependentes. Sinistro com culpa, sinistro sem culpa e ausência de sinistro são categorias que não podem ocorrer ao mesmo tempo, ou seja, P(A∩B) = 0. Para haver independência seria preciso P(A∩B) = P(A)·P(B), o que só vale se uma das probabilidades for zero. Eventos mutuamente exclusivos com probabilidade positiva são dependentes, portanto o item está errado. A) Certo: errada, pois exclusão mútua não equivale a independência. B) Errado: correta. Referência: Eventos independentes versus eventos mutuamente exclusivos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Pela regra do produto, P(A∩D) = P(A|D)·P(D) = 0,4·P(D), e não 0,2·P(D). A probabilidade condicional é P(A|D) = P(A∩D)/P(D), logo P(A∩D) = P(A|D)·P(D) = 0,4 × P(D). O item usou P(A) = 0,2 no lugar de P(A|D) = 0,4, o que só seria válido se A e D fossem independentes. Como P(A|D) ≠ P(A), os eventos não são independentes e o item está errado. A) Certo: errada, porque o fator correto é 0,4 e não 0,2. B) Errado: correta, pelo mesmo motivo. Referência: Probabilidade condicional: P(A∩D) = P(A|D)·P(D). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Variável contínua é descrita por função densidade, não por P(T=t). Para uma variável aleatória contínua, P(T=t)=0 para qualquer t, de modo que ela não pode ser caracterizada por uma função de probabilidade pontual. Usa-se a função densidade de probabilidade f(t) ou a função de distribuição acumulada F(t)=P(T≤t). Item errado. A) Errada: P(T=t) serve para variáveis discretas. B) Correta: o item está errado. Referência: Teoria de probabilidade: variáveis aleatórias contínuas (função densidade). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Pelo teorema da probabilidade total, P(D) = 0,15. P(D) = P(D|A)P(A) + P(D|B)P(B) + P(D|C)P(C) = 0,3·0,2 + 0,2·0,1 + 0,1·0,7 = 0,06 + 0,02 + 0,07 = 0,15. Logo, 15% têm tempo de habilitação inferior a 2 anos. Item correto. A) Correta: o cálculo resulta em 0,15. B) Errada: contraria o cálculo. Referência: Teorema da probabilidade total. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Em variável contínua, P(T>2) = 1 − P(T<2) = 0,5. Numa variável aleatória contínua, a probabilidade de um ponto isolado é zero, ou seja, P(T=2)=0. Assim, P(T>2) = 1 − P(T<2) = 1 − 0,5 = 0,5. Item correto.
A) Correta: resultado do cálculo. B) Errada: o complemento daria 0,5, não outro valor. Referência: Teoria de probabilidade: variáveis aleatórias contínuas. Resolução comentada do VaiConcursos.SUSEP 2025 — Analista Técnico — Conhecimentos Gerais para todos os cargos (Prova Objetiva)
Creio que, em geral, deixando de lado a opinião dos especialistas, damos demasiada importância à opinião dos outros, tanto em assuntos cruciais quanto em assuntos de pequena monta. A regra básica é que uma pessoa deve respeitar a opinião pública apenas o suficiente para não morrer de fome nem ir para a cadeia. Tudo o que passar desse ponto significa submeter-se voluntariamente a uma tirania desnecessária, e, possivelmente, isso é o que acaba interferindo na própria felicidade.
Examinemos, por exemplo, a questão de como as pessoas gastam seu dinheiro. Elas o gastam naquilo que não satisfaz seus gostos pessoais, simplesmente porque acreditam que o respeito dos vizinhos depende de terem carro ou de abrirem suas residências para jantares. Na verdade, uma pessoa que possa claramente comprar um carro, mas que prefira gastar o dinheiro em viagens ou numa boa biblioteca, acabará sendo muito mais respeitada do que se houvesse feito exatamente como todas as outras. Não há sentido em zombar deliberadamente da opinião pública; isso é admitir seu domínio, ainda que às avessas. Mas ser autenticamente indiferente a ela é uma força e uma fonte de felicidade. E uma sociedade de homens e mulheres que não se submetem demasiadamente aos convencionalismos é mais interessante do que uma sociedade em que todos se comportam da mesma maneira.
Bertrand Russell. A conquista da felicidade. Tradução: Luiz Guerra. 5. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017 (com adaptações).
A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens que se seguem.
Comprar um carro que não satisfaça seu gosto pessoal e respeitar a opinião pública somente o suficiente para não passar fome são ações apresentadas no texto como exemplos de atitudes em que se dá excessiva importância à opinião alheia.Resolução comentada
Análise das alternativas
Creio que, em geral, deixando de lado a opinião dos especialistas, damos demasiada importância à opinião dos outros, tanto em assuntos cruciais quanto em assuntos de pequena monta. A regra básica é que uma pessoa deve respeitar a opinião pública apenas o suficiente para não morrer de fome nem ir para a cadeia. Tudo o que passar desse ponto significa submeter-se voluntariamente a uma tirania desnecessária, e, possivelmente, isso é o que acaba interferindo na própria felicidade.
Examinemos, por exemplo, a questão de como as pessoas gastam seu dinheiro. Elas o gastam naquilo que não satisfaz seus gostos pessoais, simplesmente porque acreditam que o respeito dos vizinhos depende de terem carro ou de abrirem suas residências para jantares. Na verdade, uma pessoa que possa claramente comprar um carro, mas que prefira gastar o dinheiro em viagens ou numa boa biblioteca, acabará sendo muito mais respeitada do que se houvesse feito exatamente como todas as outras. Não há sentido em zombar deliberadamente da opinião pública; isso é admitir seu domínio, ainda que às avessas. Mas ser autenticamente indiferente a ela é uma força e uma fonte de felicidade. E uma sociedade de homens e mulheres que não se submetem demasiadamente aos convencionalismos é mais interessante do que uma sociedade em que todos se comportam da mesma maneira.
Bertrand Russell. A conquista da felicidade. Tradução: Luiz Guerra. 5. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017 (com adaptações).
A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens que se seguem.
O autor do texto sugere que, para evitar a infelicidade, o indivíduo deve buscar a autenticidade, ou seja, deve opor-se à opinião pública.Resolução comentada
Análise das alternativas
Creio que, em geral, deixando de lado a opinião dos especialistas, damos demasiada importância à opinião dos outros, tanto em assuntos cruciais quanto em assuntos de pequena monta. A regra básica é que uma pessoa deve respeitar a opinião pública apenas o suficiente para não morrer de fome nem ir para a cadeia. Tudo o que passar desse ponto significa submeter-se voluntariamente a uma tirania desnecessária, e, possivelmente, isso é o que acaba interferindo na própria felicidade.
Examinemos, por exemplo, a questão de como as pessoas gastam seu dinheiro. Elas o gastam naquilo que não satisfaz seus gostos pessoais, simplesmente porque acreditam que o respeito dos vizinhos depende de terem carro ou de abrirem suas residências para jantares. Na verdade, uma pessoa que possa claramente comprar um carro, mas que prefira gastar o dinheiro em viagens ou numa boa biblioteca, acabará sendo muito mais respeitada do que se houvesse feito exatamente como todas as outras. Não há sentido em zombar deliberadamente da opinião pública; isso é admitir seu domínio, ainda que às avessas. Mas ser autenticamente indiferente a ela é uma força e uma fonte de felicidade. E uma sociedade de homens e mulheres que não se submetem demasiadamente aos convencionalismos é mais interessante do que uma sociedade em que todos se comportam da mesma maneira.
Bertrand Russell. A conquista da felicidade. Tradução: Luiz Guerra. 5. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017 (com adaptações).
A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens que se seguem.
No segundo período do segundo parágrafo, as formas “terem” e “abrirem” estão no plural porque concordam com o termo “vizinhos”.Resolução comentada
Análise das alternativas
Creio que, em geral, deixando de lado a opinião dos especialistas, damos demasiada importância à opinião dos outros, tanto em assuntos cruciais quanto em assuntos de pequena monta. A regra básica é que uma pessoa deve respeitar a opinião pública apenas o suficiente para não morrer de fome nem ir para a cadeia. Tudo o que passar desse ponto significa submeter-se voluntariamente a uma tirania desnecessária, e, possivelmente, isso é o que acaba interferindo na própria felicidade.
Examinemos, por exemplo, a questão de como as pessoas gastam seu dinheiro. Elas o gastam naquilo que não satisfaz seus gostos pessoais, simplesmente porque acreditam que o respeito dos vizinhos depende de terem carro ou de abrirem suas residências para jantares. Na verdade, uma pessoa que possa claramente comprar um carro, mas que prefira gastar o dinheiro em viagens ou numa boa biblioteca, acabará sendo muito mais respeitada do que se houvesse feito exatamente como todas as outras. Não há sentido em zombar deliberadamente da opinião pública; isso é admitir seu domínio, ainda que às avessas. Mas ser autenticamente indiferente a ela é uma força e uma fonte de felicidade. E uma sociedade de homens e mulheres que não se submetem demasiadamente aos convencionalismos é mais interessante do que uma sociedade em que todos se comportam da mesma maneira.
Bertrand Russell. A conquista da felicidade. Tradução: Luiz Guerra. 5. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017 (com adaptações).
A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens que se seguem.
A correção gramatical e os sentidos originais do texto seriam mantidos caso o termo “dos”, em “respeito dos vizinhos” (segundo período do segundo parágrafo), fosse substituído por aos.Resolução comentada
Análise das alternativas
Creio que, em geral, deixando de lado a opinião dos especialistas, damos demasiada importância à opinião dos outros, tanto em assuntos cruciais quanto em assuntos de pequena monta. A regra básica é que uma pessoa deve respeitar a opinião pública apenas o suficiente para não morrer de fome nem ir para a cadeia. Tudo o que passar desse ponto significa submeter-se voluntariamente a uma tirania desnecessária, e, possivelmente, isso é o que acaba interferindo na própria felicidade.
Examinemos, por exemplo, a questão de como as pessoas gastam seu dinheiro. Elas o gastam naquilo que não satisfaz seus gostos pessoais, simplesmente porque acreditam que o respeito dos vizinhos depende de terem carro ou de abrirem suas residências para jantares. Na verdade, uma pessoa que possa claramente comprar um carro, mas que prefira gastar o dinheiro em viagens ou numa boa biblioteca, acabará sendo muito mais respeitada do que se houvesse feito exatamente como todas as outras. Não há sentido em zombar deliberadamente da opinião pública; isso é admitir seu domínio, ainda que às avessas. Mas ser autenticamente indiferente a ela é uma força e uma fonte de felicidade. E uma sociedade de homens e mulheres que não se submetem demasiadamente aos convencionalismos é mais interessante do que uma sociedade em que todos se comportam da mesma maneira.
Bertrand Russell. A conquista da felicidade. Tradução: Luiz Guerra. 5. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017 (com adaptações).
A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens que se seguem.
A vírgula logo após “desnecessária” (último período do primeiro parágrafo) separa orações com sujeitos distintos, podendo ser eliminada sem prejuízo da correção gramatical do texto, dado o caráter facultativo desse sinal de pontuação no contexto em questão.Resolução comentada
Análise das alternativas
Creio que, em geral, deixando de lado a opinião dos especialistas, damos demasiada importância à opinião dos outros, tanto em assuntos cruciais quanto em assuntos de pequena monta. A regra básica é que uma pessoa deve respeitar a opinião pública apenas o suficiente para não morrer de fome nem ir para a cadeia. Tudo o que passar desse ponto significa submeter-se voluntariamente a uma tirania desnecessária, e, possivelmente, isso é o que acaba interferindo na própria felicidade.
Examinemos, por exemplo, a questão de como as pessoas gastam seu dinheiro. Elas o gastam naquilo que não satisfaz seus gostos pessoais, simplesmente porque acreditam que o respeito dos vizinhos depende de terem carro ou de abrirem suas residências para jantares. Na verdade, uma pessoa que possa claramente comprar um carro, mas que prefira gastar o dinheiro em viagens ou numa boa biblioteca, acabará sendo muito mais respeitada do que se houvesse feito exatamente como todas as outras. Não há sentido em zombar deliberadamente da opinião pública; isso é admitir seu domínio, ainda que às avessas. Mas ser autenticamente indiferente a ela é uma força e uma fonte de felicidade. E uma sociedade de homens e mulheres que não se submetem demasiadamente aos convencionalismos é mais interessante do que uma sociedade em que todos se comportam da mesma maneira.
Bertrand Russell. A conquista da felicidade. Tradução: Luiz Guerra. 5. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017 (com adaptações).
A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens que se seguem.
No trecho “mais interessante do que uma sociedade” (último período do texto), o termo “do” poderia ser eliminado sem prejuízo da correção gramatical e da coerência das ideias do texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Creio que, em geral, deixando de lado a opinião dos especialistas, damos demasiada importância à opinião dos outros, tanto em assuntos cruciais quanto em assuntos de pequena monta. A regra básica é que uma pessoa deve respeitar a opinião pública apenas o suficiente para não morrer de fome nem ir para a cadeia. Tudo o que passar desse ponto significa submeter-se voluntariamente a uma tirania desnecessária, e, possivelmente, isso é o que acaba interferindo na própria felicidade.
Examinemos, por exemplo, a questão de como as pessoas gastam seu dinheiro. Elas o gastam naquilo que não satisfaz seus gostos pessoais, simplesmente porque acreditam que o respeito dos vizinhos depende de terem carro ou de abrirem suas residências para jantares. Na verdade, uma pessoa que possa claramente comprar um carro, mas que prefira gastar o dinheiro em viagens ou numa boa biblioteca, acabará sendo muito mais respeitada do que se houvesse feito exatamente como todas as outras. Não há sentido em zombar deliberadamente da opinião pública; isso é admitir seu domínio, ainda que às avessas. Mas ser autenticamente indiferente a ela é uma força e uma fonte de felicidade. E uma sociedade de homens e mulheres que não se submetem demasiadamente aos convencionalismos é mais interessante do que uma sociedade em que todos se comportam da mesma maneira.
Bertrand Russell. A conquista da felicidade. Tradução: Luiz Guerra. 5. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017 (com adaptações).
A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens que se seguem.
Prejudicaria a correção gramatical do texto a inserção do sinal indicativo de crase no vocábulo “a”, em “submeter-se voluntariamente a uma tirania desnecessária” (último período do primeiro parágrafo).Resolução comentada
Análise das alternativas
Creio que, em geral, deixando de lado a opinião dos especialistas, damos demasiada importância à opinião dos outros, tanto em assuntos cruciais quanto em assuntos de pequena monta. A regra básica é que uma pessoa deve respeitar a opinião pública apenas o suficiente para não morrer de fome nem ir para a cadeia. Tudo o que passar desse ponto significa submeter-se voluntariamente a uma tirania desnecessária, e, possivelmente, isso é o que acaba interferindo na própria felicidade.
Examinemos, por exemplo, a questão de como as pessoas gastam seu dinheiro. Elas o gastam naquilo que não satisfaz seus gostos pessoais, simplesmente porque acreditam que o respeito dos vizinhos depende de terem carro ou de abrirem suas residências para jantares. Na verdade, uma pessoa que possa claramente comprar um carro, mas que prefira gastar o dinheiro em viagens ou numa boa biblioteca, acabará sendo muito mais respeitada do que se houvesse feito exatamente como todas as outras. Não há sentido em zombar deliberadamente da opinião pública; isso é admitir seu domínio, ainda que às avessas. Mas ser autenticamente indiferente a ela é uma força e uma fonte de felicidade. E uma sociedade de homens e mulheres que não se submetem demasiadamente aos convencionalismos é mais interessante do que uma sociedade em que todos se comportam da mesma maneira.
Bertrand Russell. A conquista da felicidade. Tradução: Luiz Guerra. 5. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017 (com adaptações).
A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens que se seguem.
Uma das estratégias coesivas presentes no segundo parágrafo é o uso de sinônimos para evitar a repetição vocabular, como é o caso do emprego do termo “autenticamente” (penúltimo período), que possui no texto o mesmo sentido de “deliberadamente” (quarto período).Resolução comentada
Análise das alternativas
Creio que, em geral, deixando de lado a opinião dos especialistas, damos demasiada importância à opinião dos outros, tanto em assuntos cruciais quanto em assuntos de pequena monta. A regra básica é que uma pessoa deve respeitar a opinião pública apenas o suficiente para não morrer de fome nem ir para a cadeia. Tudo o que passar desse ponto significa submeter-se voluntariamente a uma tirania desnecessária, e, possivelmente, isso é o que acaba interferindo na própria felicidade.
Examinemos, por exemplo, a questão de como as pessoas gastam seu dinheiro. Elas o gastam naquilo que não satisfaz seus gostos pessoais, simplesmente porque acreditam que o respeito dos vizinhos depende de terem carro ou de abrirem suas residências para jantares. Na verdade, uma pessoa que possa claramente comprar um carro, mas que prefira gastar o dinheiro em viagens ou numa boa biblioteca, acabará sendo muito mais respeitada do que se houvesse feito exatamente como todas as outras. Não há sentido em zombar deliberadamente da opinião pública; isso é admitir seu domínio, ainda que às avessas. Mas ser autenticamente indiferente a ela é uma força e uma fonte de felicidade. E uma sociedade de homens e mulheres que não se submetem demasiadamente aos convencionalismos é mais interessante do que uma sociedade em que todos se comportam da mesma maneira.
Bertrand Russell. A conquista da felicidade. Tradução: Luiz Guerra. 5. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017 (com adaptações).
A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens que se seguem.
No penúltimo período do texto, o termo “ela” retoma a expressão “opinião pública”, mencionada no período anterior, e exerce a função sintática de sujeito da oração “é uma força e uma fonte de felicidade”.Resolução comentada
Análise das alternativas
Creio que, em geral, deixando de lado a opinião dos especialistas, damos demasiada importância à opinião dos outros, tanto em assuntos cruciais quanto em assuntos de pequena monta. A regra básica é que uma pessoa deve respeitar a opinião pública apenas o suficiente para não morrer de fome nem ir para a cadeia. Tudo o que passar desse ponto significa submeter-se voluntariamente a uma tirania desnecessária, e, possivelmente, isso é o que acaba interferindo na própria felicidade.
Examinemos, por exemplo, a questão de como as pessoas gastam seu dinheiro. Elas o gastam naquilo que não satisfaz seus gostos pessoais, simplesmente porque acreditam que o respeito dos vizinhos depende de terem carro ou de abrirem suas residências para jantares. Na verdade, uma pessoa que possa claramente comprar um carro, mas que prefira gastar o dinheiro em viagens ou numa boa biblioteca, acabará sendo muito mais respeitada do que se houvesse feito exatamente como todas as outras. Não há sentido em zombar deliberadamente da opinião pública; isso é admitir seu domínio, ainda que às avessas. Mas ser autenticamente indiferente a ela é uma força e uma fonte de felicidade. E uma sociedade de homens e mulheres que não se submetem demasiadamente aos convencionalismos é mais interessante do que uma sociedade em que todos se comportam da mesma maneira.
Bertrand Russell. A conquista da felicidade. Tradução: Luiz Guerra. 5. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2017 (com adaptações).
A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens que se seguem.
Sem prejuízo da correção gramatical e da coerência das ideias do texto, o vocábulo “houvesse” (terceiro período do segundo parágrafo) poderia ser substituído por tivesse.Resolução comentada
Análise das alternativas
Para organizar relatórios estatísticos acerca do comportamento de sinistros de determinado ramo de seguros, um consultor analisou uma base de dados com os valores de 100 indenizações pagas por uma seguradora no último ano, cujo histograma é representado a seguir.
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Considerando que, no histograma apresentado, os dados estão agrupados em intervalos de classe, julgue os itens que se seguem, a respeito da distribuição das indenizações pagas.
O desvio padrão amostral é inferior a R$ 6.000.
Para organizar relatórios estatísticos acerca do comportamento de sinistros de determinado ramo de seguros, um consultor analisou uma base de dados com os valores de 100 indenizações pagas por uma seguradora no último ano, cujo histograma é representado a seguir.
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Considerando que, no histograma apresentado, os dados estão agrupados em intervalos de classe, julgue os itens que se seguem, a respeito da distribuição das indenizações pagas.
O histograma apresenta uma distribuição com assimetria negativa, já que há maior concentração de valores à esquerda da mediana dessa distribuição.
Para organizar relatórios estatísticos acerca do comportamento de sinistros de determinado ramo de seguros, um consultor analisou uma base de dados com os valores de 100 indenizações pagas por uma seguradora no último ano, cujo histograma é representado a seguir.
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Considerando que, no histograma apresentado, os dados estão agrupados em intervalos de classe, julgue os itens que se seguem, a respeito da distribuição das indenizações pagas.
A média amostral é igual a R$ 3.300.
Para organizar relatórios estatísticos acerca do comportamento de sinistros de determinado ramo de seguros, um consultor analisou uma base de dados com os valores de 100 indenizações pagas por uma seguradora no último ano, cujo histograma é representado a seguir.
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Considerando que, no histograma apresentado, os dados estão agrupados em intervalos de classe, julgue os itens que se seguem, a respeito da distribuição das indenizações pagas.
A mediana é igual a R$ 6.000.
Para organizar relatórios estatísticos acerca do comportamento de sinistros de determinado ramo de seguros, um consultor analisou uma base de dados com os valores de 100 indenizações pagas por uma seguradora no último ano, cujo histograma é representado a seguir.
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Considerando que, no histograma apresentado, os dados estão agrupados em intervalos de classe, julgue os itens que se seguem, a respeito da distribuição das indenizações pagas.
A moda da distribuição das indenizações pagas é superior a R$ 6.000.
A partir do perfil de sinistros em determinado tipo de apólices de automóveis, um analista categorizou os eventos em: sinistro com culpa (A); sinistro sem culpa (B); e ausência de sinistro (C). Além disso, ele considerou a variável aleatória contínua T, que representa o tempo de habilitação do condutor (em anos), e definiu o evento tempo de habilitação inferior a 2 anos como D.
Em relação a essa situação hipotética, julgue os itens a seguir.
Os eventos A, B e C são mutuamente independentes.Resolução comentada
Análise das alternativas
A partir do perfil de sinistros em determinado tipo de apólices de automóveis, um analista categorizou os eventos em: sinistro com culpa (A); sinistro sem culpa (B); e ausência de sinistro (C). Além disso, ele considerou a variável aleatória contínua T, que representa o tempo de habilitação do condutor (em anos), e definiu o evento tempo de habilitação inferior a 2 anos como D.
Em relação a essa situação hipotética, julgue os itens a seguir.
Suponha que a probabilidade de um condutor se envolver em sinistro com culpa seja P(A) = 0,2 e que P(A|D) = 0,4. Nessa situação, P(A ∩ D) = 0,2 × P(D).Resolução comentada
Análise das alternativas
A partir do perfil de sinistros em determinado tipo de apólices de automóveis, um analista categorizou os eventos em: sinistro com culpa (A); sinistro sem culpa (B); e ausência de sinistro (C). Além disso, ele considerou a variável aleatória contínua T, que representa o tempo de habilitação do condutor (em anos), e definiu o evento tempo de habilitação inferior a 2 anos como D.
Em relação a essa situação hipotética, julgue os itens a seguir.
A variável aleatória T pode ser caracterizada por uma função de distribuição de probabilidade P(T = t), em que t denota um tempo de habilitação em anos.Resolução comentada
Análise das alternativas
A partir do perfil de sinistros em determinado tipo de apólices de automóveis, um analista categorizou os eventos em: sinistro com culpa (A); sinistro sem culpa (B); e ausência de sinistro (C). Além disso, ele considerou a variável aleatória contínua T, que representa o tempo de habilitação do condutor (em anos), e definiu o evento tempo de habilitação inferior a 2 anos como D.
Em relação a essa situação hipotética, julgue os itens a seguir.
Considere que P(A) = 0,2, P(B) = 0,1 e P(C) = 0,7 e que P(D|A) = 0,3, P(D|B) = 0,2 e P(D|C) = 0,1. Com base nessas considerações, conclui-se que 15% dos condutores possuem tempo de habilitação inferior a 2 anos.Resolução comentada
Análise das alternativas
A partir do perfil de sinistros em determinado tipo de apólices de automóveis, um analista categorizou os eventos em: sinistro com culpa (A); sinistro sem culpa (B); e ausência de sinistro (C). Além disso, ele considerou a variável aleatória contínua T, que representa o tempo de habilitação do condutor (em anos), e definiu o evento tempo de habilitação inferior a 2 anos como D.
Em relação a essa situação hipotética, julgue os itens a seguir.
Para a variável aleatória T, se P(D) = P(T < 2) = 0,5, então P(T > 2) = 0,5.Resolução comentada
Análise das alternativas
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