← Voltar para a lista de provas Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE/MG) · Médico 50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 44 com gabarito Gabarito disponível Hipertensa estágio 1 (PA 134/86) com diabetes e albuminúria/DRC: iniciar MNM + monoterapia com IECA ou BRA. Pela Diretriz Brasileira de Hipertensão 2025, pacientes com PA entre 130-139/80-89 mmHg e alto risco cardiovascular (diabetes, lesão de órgão-alvo como albuminúria e creatinina elevada) devem receber MNM associadas a tratamento farmacológico inicial. Como a PA está pouco acima da meta e a paciente tem albuminúria, a abordagem inicial é monoterapia com IECA ou BRA, que oferecem nefroproteção. A associação em dose fixa fica para PA mais elevada (a partir de estágio 2) ou falha da monoterapia. A) Associação BRA+BCC em dose fixa é reservada a hipertensão estágio 2 ou risco mais alto/PA mais elevada; aqui não é a abordagem inicial. B) Manter apenas MNM por mais três meses é inadequado: já houve três meses sem controle e a paciente tem alto risco (diabetes, albuminúria). D) IECA+BCC é associação dupla, desnecessária no início e não prioriza monoterapia. E) IECA+tiazídico também é associação dupla, além de o tiazídico poder piorar o perfil metabólico/hiperuricemia da paciente. Referência: Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025 (Sociedade Brasileira de Cardiologia). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Meta pressórica para paciente diabética de alto risco: abaixo de 130/80 mmHg. Paciente de 61 anos com diabetes e lesão de órgão-alvo (albuminúria de 58 mg/g e creatinina elevada) tem risco cardiovascular elevado. Pela diretriz, a meta de PA para esse grupo é abaixo de 130/80 mmHg, desde que tolerada. A) A meta de menos de 140/90 mmHg é mais permissiva e não se aplica a pacientes de alto risco. B) A faixa entre 120/70 e 129/79 mmHg não é a meta indicada para este caso. D) A 'menor tolerada' não é a formulação da meta para esse perfil. E) 110/70 mmHg é um valor excessivamente baixo, sem respaldo como meta. Referência: Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial (2025). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Nódulo sólido de 5 mm em paciente de alto risco: seguimento tomográfico em 6 meses, conforme o gabarito. O gabarito indica seguir o protocolo de acompanhamento tomográfico em seis meses. Nódulo sólido pequeno (menor que 6 mm) tem baixo risco de malignidade, e o manejo é por seguimento com TC, sem investigação invasiva. O paciente tem fatores de risco (tabagismo e idade), o que justifica manter o acompanhamento. A) Mesmo em nódulo pequeno, o paciente tem fatores de risco que justificam seguimento. B) e C) A biópsia ou a ressecção cirúrgica imediata não se justifica em nódulo de 5 mm e baixo risco. D) O PET-CT tem baixa acurácia para nódulos pequenos, em geral menores que 8 mm. Referência: Recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (2024) sobre nódulo pulmonar; classificação de Fleischner. Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Dor torácica com troponina elevada e coronárias normais: ressonância cardíaca com realce tardio. O quadro sugere lesão miocárdica sem obstrução coronariana (MINOCA), com características pericardíticas (piora na inspiração e no decúbito), que pode ser miocardite. A ressonância magnética cardíaca com realce tardio é o exame que mais elucida a etiologia, identificando miocardite, infarto não obstrutivo e miocardiopatia de Takotsubo. B) O D-dímero é usado para investigar embolia pulmonar ou dissecção, mas não define a etiologia aqui. C) O descarte triplo avalia coronárias, embolia pulmonar e aorta, e a coronariografia já excluiu a doença coronariana significativa. D) A cintilografia avalia perfusão e isquemia, mas é menos útil para definir a causa da lesão. E) O PET cardíaco não é o exame de escolha para esse esclarecimento etiológico. Referência: Diretriz Brasileira de Atendimento à Dor Torácica na Unidade de Emergência (2025). Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível Diarreia com sangue e muco em adulto jovem, com 10 dias de evolução: amebíase, conforme o gabarito. Segundo o gabarito, trata-se de amebíase. O quadro de disenteria subaguda, com cólica, enterorragia, muco e dor em fossa ilíaca esquerda (acometimento colônico), é compatível com colite amebiana. A evolução é de dias, com comprometimento do estado geral leve a moderado. A) O câncer de intestino é incomum aos 23 anos e não se instala com esse perfil agudo. C) A doença de Crohn é possível, mas o quadro agudo/subagudo com muco e sangue favorece causa infecciosa. D) A intolerância à lactose causa diarreia aquosa, sem sangue ou muco. E) A doença celíaca causa diarreia crônica com má absorção, sem sangramento. Referência: Literatura de gastroenterologia e infectologia sobre diarreia aguda e disenteria. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sintoma de alto valor preditivo para DRGE: regurgitação. Pirose e regurgitação são os sintomas típicos de DRGE, com alto valor preditivo para o diagnóstico clínico. Entre as opções, só a regurgitação é típica. A) e D) Empachamento pós-prandial e saciedade precoce são sintomas de dispepsia funcional. B) A diarreia não é característica da DRGE. C) A hematêmese é sinal de alarme e sugere complicação ou outra causa, como úlcera ou varizes. Referência: Consenso brasileiro e diretrizes de DRGE. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Exacerbação de rinite alérgica com secreção clara: antibiótico não é necessário, pois a causa mais comum é viral. O paciente tem rinite alérgica de longa data e agora apresenta uma exacerbação com secreção clara e cefaleia, quadro compatível com rinossinusite aguda, na maioria das vezes viral. Dois dias de sintomas e ausência de secreção purulenta ou de sinais de gravidade não justificam antibiótico. O tratamento é sintomático, com lavagem nasal e corticoide nasal. A) Os sintomas só justificariam considerar antibiótico se persistissem por mais de 10 dias, ou se piorassem após 5 a 7 dias, e não após 48 horas. B) Prescrever antibiótico não reduz a duração da forma viral. C) Não há indicação de antibiótico profilático. E) A infecção bacteriana é diagnosticada clinicamente, e os exames de imagem não são indicados rotineiramente. Referência: Diretrizes brasileiras de rinossinusites e de rinite alérgica (ARIA/EPOS). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Cefaleia latejante unilateral e intermitente com náuseas e fotofobia: enxaqueca. Cefaleia pulsátil, unilateral, recorrente de longa data, acompanhada de náuseas e fotofobia é o quadro típico da enxaqueca. A ausência de sinais de alarme torna improváveis causas secundárias. A) A hemorragia intracraniana causa cefaleia súbita e intensa, com déficits neurológicos. C) O tumor cerebral cursa com cefaleia progressiva, sinais de hipertensão intracraniana e déficits focais. D) O glaucoma cursa com dor ocular, alterações visuais e olho vermelho. E) A cefaleia tensional é bilateral, em pressão ou aperto, sem náuseas e sem fotofobia importantes. Referência: Classificação Internacional das Cefaleias (ICHD-3). Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível Asma na gestante com sintomas diários: corticoide inalatório associado a beta-2 de longa duração. Os sintomas diários com obstrução reversível na espirometria indicam asma persistente, e o tratamento inicial é com corticoide inalatório associado a LABA. O controle da asma na gestação é essencial, pois a asma mal controlada traz risco materno e fetal maior do que os medicamentos. B) O SABA isolado é para asma intermitente, e não para sintomas diários. C) O corticoide sistêmico isolado é reservado a exacerbações e não trata a doença de base. D) O anticolinérgico de longa duração não é a associação inicial de escolha. E) O LABA em monoterapia é contraindicado na asma, pelo risco de eventos graves. Referência: Diretrizes de asma (GINA e SBPT) quanto ao manejo na gestação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Na glomerulonefrite imunomediada, a maioria dos antígenos glomerulares ou mesangiais é desconhecida. Nas glomerulonefrites imunomediadas, os antígenos envolvidos na formação dos imunocomplexos são em grande parte desconhecidos, com exceções como o antígeno da doença antimembrana basal. Por isso a alternativa A está correta segundo o gabarito. B) A elevação rápida da creatinina em poucos dias caracteriza a glomerulonefrite rapidamente progressiva, e não a membranoproliferativa. C) A síndrome nefrótica envolve proteinúria maciça (acima de 3,5 g/24 h), e a descrição dada é de síndrome nefrítica. D) A insuficiência hepática causa lesão renal aguda pré-renal ou funcional (síndrome hepatorrenal), e não intrínseca. E) O tabagismo é fator de risco estabelecido para doença renal crônica. Referência: Literatura de nefrologia (glomerulopatias e lesão renal aguda). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Acidose com AG elevado associada a outro distúrbio pode manter o bicarbonato normal ou elevado. Em distúrbios mistos, as alterações podem se compensar. Acidose metabólica com AG elevado simultânea a alcalose metabólica ou acidose respiratória crônica (com retenção renal de bicarbonato) pode resultar em bicarbonato normal ou até elevado. Por isso o AG e o delta-delta são úteis no diagnóstico. B) Café, chá, cerveja, vinho e suco de laranja estão associados a MENOR risco de nefrolitíase. C) A intoxicação por metanol causa acidose metabólica com AG elevado. D) A síndrome nefrótica envolve DIMINUIÇÃO da pressão coloidosmótica, por hipoalbuminemia. E) O oxalato dietético é um fator de risco menor, pois a maior parte do oxalato urinário é de origem endógena. Referência: Literatura de nefrologia (distúrbios ácido-base e nefrolitíase). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Na resistência hepática à insulina do DM2, a gliconeogênese não é suprimida, causando hiperglicemia de jejum. No DM2, a hiperinsulinemia não consegue suprimir a gliconeogênese hepática, o que leva à hiperglicemia de jejum. Ocorre também menor armazenamento de glicogênio no estado pós-prandial, o que explica a descrição da alternativa E. A) A complicação gastrintestinal mais comum da obesidade é a doença hepática gordurosa e a litíase biliar, e não a gastrite crônica. B) A hepatopatia mais comum associada ao excesso de peso é a doença hepática GORDUROSA, e a alternativa diz 'não gordurosa'. C) O afinamento do terço lateral das sobrancelhas é sugestivo, mas não patognomônico, de hipotireoidismo. D) A intolerância à glicose no primeiro trimestre corresponde a diabetes prévio ou franco, e o diabetes gestacional é diagnosticado em geral a partir da 24ª semana. Referência: Literatura de endocrinologia (fisiopatologia do DM2, obesidade e hipotireoidismo). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A síndrome de Cushing cursa com hipercoagulabilidade e risco de TVP e embolia pulmonar. O excesso de cortisol leva a aumento de fatores de coagulação e estado pró-trombótico. Por isso, há risco aumentado de TVP e tromboembolismo pulmonar, sobretudo no período perioperatório. A) O adenoma corticotrófico hipofisário é a causa mais comum de síndrome de Cushing endógena (doença de Cushing). B) Na tireotoxicose, as mulheres tendem a oligomenorreia ou amenorreia, e os homens têm redução da libido, disfunção erétil e ginecomastia. C) No adenoma tóxico, o tratamento definitivo é radioiodo ou cirurgia, e os antitireoidianos são apenas preparatórios. D) A forma mais comum de tireoidite crônica é a de Hashimoto, e a de Riedel é rara. Referência: Literatura de endocrinologia (síndrome de Cushing, tireotoxicose e tireoidites). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Anti-CCP tem sensibilidade semelhante à do fator reumatoide na artrite reumatoide. Ambos têm sensibilidade de cerca de 70% a 75% para artrite reumatoide. O anti-CCP é mais específico (cerca de 95%) e pode estar presente precocemente, mas a sensibilidade é praticamente a mesma do fator reumatoide. A) A anquilose total é mais frequente em homens, e as mulheres tendem a ter formas mais leves. C) Os nódulos reumatoides são firmes, em geral indolores e aderidos a planos profundos. D) A manifestação extra-articular mais comum da espondilite anquilosante é a uveíte anterior, e não a insuficiência aórtica. E) O acometimento da interfalângica distal é pouco típico da artrite reumatoide e sugere artrite psoriásica ou osteoartrite, e não marca piora evolutiva. Referência: Literatura de reumatologia (artrite reumatoide e espondilite anquilosante). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível No fenômeno de Raynaud secundário da esclerose sistêmica, ocorrem alterações vasculares irreversíveis e úlceras. Na esclerose sistêmica, o Raynaud é secundário e decorre de vasculopatia obliterativa, com alterações estruturais dos pequenos vasos. Pode evoluir com úlceras isquêmicas digitais, necrose e, em casos graves, amputação. A) Na gota, a crise inicial acomete mais a primeira metatarsofalangeana (podagra). B) As úlceras genitais não são lesões específicas da dermatomiosite, e as lesões típicas são o heliotropo e as pápulas de Gottron. C) O eritema malar é uma lesão aguda do lúpus, e a lesão crônica clássica é o lúpus discoide. D) Na síndrome de Sjögren, os achados de rotina são tipicamente leucopenia e linfopenia, e não leucocitose. Referência: Literatura de reumatologia (esclerose sistêmica, lúpus, Sjögren, dermatomiosite, gota). Resolução comentada do VaiConcursos.TCE/MG 2025 — Cargo 10: Médico — Prova Objetiva — Conhecimentos Específicos
Caso clínico 10A1-I
Paciente assintomática, de 61 anos de idade, com hiperuricemia e antecedente de diabetes do tipo 2 há sete anos, comparece ao ambulatório para consulta de retorno. Na última consulta, há três meses, apresentou pressão arterial de 136 mmHg × 84 mmHg, quando foram orientadas medidas não medicamentosas (MNM). Atualmente faz uso regular de metformina 1,7 grama uma vez ao dia. Ao exame físico, a paciente apresenta circunferência abdominal de 92 cm, frequência cardíaca = 54 bpm e pressão arterial = 134 mmHg × 86 mmHg; os demais dados não revelam anormalidades significativas. Os exames laboratoriais revelam hemoglobina glicada = 7 g/dL; creatinina = 1,4 mg/dL; albuminúria (em amostra isolada de urina) = 58 mg de albumina por grama de creatinina; colesterol total = 185 mg/dL, HDL-C = 30 mg/dL; LDL-C = 103 mg/dl; triglicérides = 260 mg/dL e glicemia de jejum = 151 mg/dL.
Assinale a opção em que é corretamente apresentada, de acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial de 2025, a abordagem inicial mais apropriada para o controle dos níveis pressóricos da paciente mencionada no caso clínico 10A1-I.Resolução comentada
Análise das alternativas
Caso clínico 10A1-I
Paciente assintomática, de 61 anos de idade, com hiperuricemia e antecedente de diabetes do tipo 2 há sete anos, comparece ao ambulatório para consulta de retorno. Na última consulta, há três meses, apresentou pressão arterial de 136 mmHg × 84 mmHg, quando foram orientadas medidas não medicamentosas (MNM). Atualmente faz uso regular de metformina 1,7 grama uma vez ao dia. Ao exame físico, a paciente apresenta circunferência abdominal de 92 cm, frequência cardíaca = 54 bpm e pressão arterial = 134 mmHg × 86 mmHg; os demais dados não revelam anormalidades significativas. Os exames laboratoriais revelam hemoglobina glicada = 7 g/dL; creatinina = 1,4 mg/dL; albuminúria (em amostra isolada de urina) = 58 mg de albumina por grama de creatinina; colesterol total = 185 mg/dL, HDL-C = 30 mg/dL; LDL-C = 103 mg/dl; triglicérides = 260 mg/dL e glicemia de jejum = 151 mg/dL.
Assinale a opção em que é corretamente citada, de acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial de 2025, a meta de controle da pressão arterial para a paciente mencionada no caso clínico 10A1-I.Resolução comentada
Análise das alternativas
Com base nesse caso clínico, assinale a opção em que é descrita a conduta médica inicial adequada em face do achado, conforme as recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia de 2024.Resolução comentada
Análise das alternativas
Com base nesse caso clínico, assinale a opção em que é corretamente citada a terapia imediata para o suporte ventilatório do paciente com vistas à redução da permanência hospitalar e à maior sobrevida.
Caso clínico 10A1-II
Paciente do sexo feminino, com 58 anos de idade, sem antecedentes patológicos, refere, em consulta médica, palpitações taquicárdicas de início súbito há quatro horas, após ingesta abusiva de álcool no dia anterior. Nega outros sinais ou sintomas. Ao exame físico, mostra-se eupneica e acianótica, em bom estado geral, com pressão arterial de 118 mm/Hg × 74 mm/Hg, frequência cardíaca de aproximadamente 138 bpm e ritmo cardíaco irregular em dois tempos e sem sopros. O restante do exame físico não revela anormalidade. O seguinte eletrocardiograma (com calibração padrão) foi realizado na chegada ao pronto-socorro.
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No caso clínico 10A1-II, a terapêutica mais apropriada, conforme a Diretriz Brasileira de Fibrilação Atrial de 2025, é
Caso clínico 10A1-II
Paciente do sexo feminino, com 58 anos de idade, sem antecedentes patológicos, refere, em consulta médica, palpitações taquicárdicas de início súbito há quatro horas, após ingesta abusiva de álcool no dia anterior. Nega outros sinais ou sintomas. Ao exame físico, mostra-se eupneica e acianótica, em bom estado geral, com pressão arterial de 118 mm/Hg × 74 mm/Hg, frequência cardíaca de aproximadamente 138 bpm e ritmo cardíaco irregular em dois tempos e sem sopros. O restante do exame físico não revela anormalidade. O seguinte eletrocardiograma (com calibração padrão) foi realizado na chegada ao pronto-socorro.
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Considerando que o ritmo sinusal da paciente mencionada no caso clínico 10A1-II tenha sido restaurado, assinale a opção em que é corretamente descrita a medida de longo prazo mais indicada nesse caso, conforme a Diretriz Brasileira de Fibrilação Atrial de 2025.
Segundo a Diretriz Brasileira de Atendimento à Dor Torácica na Unidade de Emergência de 2025, o exame que trará mais subsídios para a determinação da etiologia nesse caso éResolução comentada
Análise das alternativas
A partir da situação hipotética precedente, é correto afirmar que a provável causa da enfermidade descrita éResolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Na situação hipotética descrita, antibióticosResolução comentada
Análise das alternativas
Considerando a situação hipotética apresentada, é correto afirmar que o provável diagnóstico da paciente em tela é deResolução comentada
Análise das alternativas
A partir dessa situação hipotética, é correto inferir que as formas mais apropriadas de se lidar com a situação, inicialmente, incluem
I prescrever oxigênio úmido sob cateter.
II prescrever antimicrobiano.
III prescrever corticoide sistêmico.
IV prescrever broncodilatador.
V empregar o CPAP.
VI indicar entubação endotraqueal e ventilação mecânica.
Estão certos apenas os itens
A partir dessa situação hipotética, assinale a opção que corresponde à medida terapêutica mais adequada para o tratamento inicial da paciente em questão.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto-base:
Texto-base:
Um paciente com 57 anos de idade procura atendimento ambulatorial como parte de rotina preventiva. Relata bom estado geral, sem perda ponderal, febre, tosse, hemoptise ou dispneia. Como parte da investigação, é submetido a tomografia computadorizada de tórax de baixa dose, que revela nódulo pulmonar solitário sólido de contornos regulares, medindo 5 mm, no lobo inferior direito. O paciente apresenta como antecedentes: tabagismo (35 maços/ano), sedentarismo e dislipidemia. Relata história familiar de câncer de próstata (pai) e doença pulmonar obstrutiva crônica em irmão.
Um homem com 70 anos de idade, hipertenso, com sobrepeso (IMC 29 kg/m²), ex-tabagista (40 maços/ano; cessou há 5 anos), é atendido em pronto-socorro, com queixa de dispneia progressiva há dois dias, associada a tosse produtiva com expectoração amarelada, chiado difuso e fadiga. Também refere dispneia aos mínimos esforços com piora nas últimas 48 horas. Ao exame clínico, mostra-se orientado, hemodinamicamente normal, com frequência respiratória de 26 irpm, em uso de musculatura acessória, com sibilos e roncos difusos. A radiografia de tórax não revela sinais de pneumonia consolidante. Segundo dados da última consulta, dois meses antes, o paciente fazia uso de tiotrópio e formoterol, tendo a espirometria prévia evidenciado VEF₁/CVF = 0,55 pós-broncodilatador. A gasometria realizada na admissão em ar ambiente revelou: pH = 7,28; PaCO₂ = 65 mmHg; PaO₂ = 52 mmHg; HCO₃⁻ = 30 mEq/L e SatO₂ = 84%.
Texto-base:
Texto-base:
Paciente de 52 anos de idade, previamente hígida, queixa-se, em consulta de emergência, de dor precordial há três horas. Relata que a dor é contínua, em queimação, com irradiação para o ombro esquerdo e que piora à inspiração profunda e ao decúbito. Nega tabagismo e etilismo. Ao exame físico, mostra-se ansiosa, pálida, sudoreica, mas hemodinamicamente normal, sem outras alterações significativas. O eletrocardiograma demonstra alterações inespecíficas da repolarização ventricular, sendo a troponina ultrassensível de 35 ng/L (valor de referência <14 ng/L). A coronariografia revela artérias coronárias sem estenoses significativas (<30%).
Com base na Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose de 2025, assinale a opção em que são apresentados apenas os genes a serem incluídos no painel genético para hipercolesterolemia familiar (HF).
Um paciente com 23 anos de idade procurou atendimento médico na UBS de sua cidade, informando apresentar diarreia há 10 dias. Ele relatou que o número de evacuações foi aumentando progressivamente, sendo 7 episódios por dia até o momento da consulta, e percebeu, na segunda semana de enfermidade, a presença de enterorragia e de muco nas fezes. Além disso, o paciente citou dor abdominal difusa do tipo em cólica de leve intensidade, astenia, anorexia e perda de 2 kg no período. O exame físico mostrou um paciente em regular estado geral, com a presença de dor abdominal difusa à palpação, mais intensa em fossa ilíaca esquerda e com ruídos hidroaéreos aumentados.
A doença do refluxo gastroesofágico é um motivo comum pelo qual muitos pacientes buscam atendimento médico. Tem valor altamente preditivo para esse diagnóstico a presença de sintomas como
Um paciente com 20 anos de idade apresenta, com frequência média de duas vezes ao ano, desde os 5 anos de idade, quadro clínico constituído por obstrução e prurido nasal associados a espirros matinais, que remitem espontaneamente ou com o uso de corticoide oral. Ele considera o contato com poeira doméstica e a mudança climática como os desencadeantes para o surgimento desse quadro clínico. Há dois dias, apresenta uma exacerbação dos sintomas, associados à eliminação de secreção nasal clara e à cefaleia frontomaxilar.
Uma paciente com 40 anos de idade apresenta, há longa data, uma queixa de cefaleia latejante unilateral e intermitente, associada a náuseas e fotofobia, sem outros distúrbios visuais.
Um paciente com 80 anos de idade e portador de doença pulmonar obstrutiva crônica, em uma consulta de emergência, relata apresentar agravamento de sua dispneia há dois dias, associada a incremento da tosse com eliminação de secreção purulenta. O exame físico mostra um paciente afebril, lúcido e orientado no tempo e no espaço, com pressão arterial normal, frequência cardíaca de 110 bpm e frequência respiratória de 30 irpm. A ausculta respiratória revela redução global do murmúrio vesicular fisiológico, com ausência de ruídos adventícios. Observa-se hiperinsuflação, sem sinais de consolidação na radiografia do tórax e hemograma normal. A gasometria arterial apresenta os seguintes resultados: pH = 7,3; PaCO₂ = 60 mmHg; PaO₂ = 50 mmHg e 30 mmol/L de bicarbonato.
Uma gestante com 20 anos de idade, em uma consulta na unidade básica de saúde, relata apresentar, desde 7 dias antes do diagnóstico de gravidez, quadro clínico diário constituído por tosse seca e dispneia. Ela nega a existência de doenças prévias e o exame físico não mostra dados relevantes. A espirometria revela capacidade vital forçada (CVF) e fluxos expiratórios normais, com ganho volumétrico significativo após emprego da prova farmacodinâmica.
No que diz respeito a doenças renais, assinale a opção correta.
Assinale a opção correta acerca de doenças renais.
Com relação a doenças endócrinas, assinale a opção correta.
Assinale a opção correta, no que se refere a doenças endócrinas.
No que diz respeito a doenças reumáticas, assinale a opção correta.
Assinale a opção correta quanto a doenças reumáticas.