← Voltar para a lista de provas Tribunal de Contas da União (TCU) · Técnico Federal de Controle Externo 50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 46 com gabarito Gabarito disponível O autor usa Darwin para sustentar sua tese, sem discordar. O autor cita Darwin para reforçar que a sobrevivência depende da adaptação às mudanças. Isso demonstra concordância com a teoria, não discordância parcial. Certo: não há crítica alguma à teoria. Errado: o trecho funciona como argumento de autoridade favorável. Referência: Interpretação de texto: posicionamento do autor. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A moda não é apresentada como transformação político-social dos anos 1970. As transformações político-sociais citadas ligam-se à volta da democracia. A roupa e o penteado aparecem como metáforas da mudança e do tempo, não como mudança político-social daquele período. Certo: confunde a metáfora com uma transformação político-social. Errado: o texto não atribui os padrões da moda à segunda metade da década de 1970. Referência: Interpretação de texto: leitura literal e metafórica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto não compara a diversidade de estilos de hoje com a dos anos 1970. O primeiro parágrafo diz apenas que os padrões atuais estabelecem estilos diversos daqueles adotados antes. Isso indica diferença, não maior quantidade ou variedade. A inferência extrapola o texto. Certo: não há base textual para afirmar maior diversidade hoje. Errado: o texto fala em estilos diferentes, não em mais numerosos. Referência: Interpretação de texto: extrapolação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O paradoxo opõe a mudança incontível e o pavor que ela causa. O texto constrói o paradoxo com 'por um lado... por outro': a mudança é inevitável e não pode ser contida, mas ainda assim aterroriza e quase paralisa quem a vive. O item resume essa oposição. Certo: corresponde à oposição apresentada no parágrafo final. Errado: a opção negaria a existência dessa contradição. Referência: Interpretação de texto: paradoxo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O medo não interfere em fatos incontroláveis. O último período afirma que o medo do escuro não impede a Terra de girar nem faz a luz solar tomar o lugar da noite. Conclui-se que o medo é inócuo, isto é, sem efeito, sobre eventos fora do controle do indivíduo. Certo: reflete a conclusão do trecho. Errado: a opção negaria a inutilidade do medo que o texto aponta. Referência: Interpretação de texto: inferência. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sem artigo, 'a transformações' dispensa o 'às' e continua correto. O adjetivo 'expostos' rege a preposição 'a'. O 'às' é a fusão da preposição com o artigo 'as', mas o artigo é facultativo diante de 'transformações constantes'. Sem artigo, resta só a preposição 'a', e a crase deixa de ocorrer, o que mantém a correção. Certo: a substituição é gramatical. Errado: a opção entenderia o artigo como obrigatório, o que não é o caso. Referência: Crase e regência nominal. Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível 'Impõe' no singular não concorda com 'Os padrões de hoje'. O sujeito 'Os padrões de hoje' está no plural e exigiria 'impõem'. Além disso, 'estabelecer' e 'impor' não têm exatamente o mesmo sentido nem a mesma regência no trecho. Com 'impõe', a correção gramatical não se mantém. Certo: ignora o erro de concordância. Errado: aponta corretamente que a substituição compromete a correção. Referência: Concordância verbal com sujeito plural. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A omissão de 'já' ou de 'mais' não compromete a coerência. 'Já' e 'mais' têm função reforçadora na expressão 'já não é mais'. Cada uma das formas, 'não é mais a mesma pessoa' ou 'já não é a mesma pessoa', mantém a ideia de mudança em relação ao passado. Certo: as reescritas preservam o sentido. Errado: a opção supõe uma perda de sentido que não ocorre. Referência: Reescrita de frases: advérbios e coerência. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'A vestimenta outrora usada' é objeto direto de 'envergou', não sujeito de 'passará'. O segmento complementa o verbo 'envergou' (aquele que envergou a vestimenta), funcionando como objeto direto. O sujeito de 'passará' é 'qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la'. Certo: confunde o objeto direto com o sujeito. Errado: o segmento não é sujeito de 'passará'. Referência: Termos da oração: sujeito e objeto direto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Pronome relativo 'que' exige próclise; 'cerca-os' seria incorreto. Em 'do ambiente que os cerca', o pronome relativo 'que' é palavra atrativa e impõe a próclise. A ênclise 'cerca-os' violaria a norma culta. Certo: erra, pois ignora a atração do relativo. Errado: está correta, já que a próclise é obrigatória. Referência: Colocação pronominal: palavras atrativas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'A fim de que' introduz oração subordinada adverbial final. A locução conjuntiva 'a fim de que' expressa finalidade. A oração 'a fim de que se tornem compatíveis com a realidade' indica o objetivo de os velhos hábitos serem revisitados. Certo: a oração é adverbial final. Errado: a opção negaria o valor de finalidade da locução. Referência: Orações subordinadas adverbiais finais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Incólume' significa intacto, ileso, inalterado. 'Incólume' significa livre de dano, intacto, ileso. No contexto, 'nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo' quer dizer que nada permanece inalterado, e o sentido é equivalente. Certo: há equivalência semântica entre 'incólume' e 'inalterado'. Errado: a opção contraria o sentido dicionarizado da palavra. Referência: Semântica e vocabulário (sinonímia). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A oração é subordinada substantiva objetiva direta, complemento de 'assentou'. No trecho 'Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada...', 'assentou' é verbo transitivo direto, e a oração introduzida por 'que' completa seu sentido. Trata-se de uma oração subordinada substantiva objetiva direta, que funciona como complemento verbal. Certo: correta, pois a oração é objeto direto de 'assentou'. Errado: incorreta. Referência: Gramática: orações subordinadas substantivas objetivas diretas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A informalidade não é característica do texto oficial. O Manual aponta como características da redação oficial a impessoalidade, o uso do padrão culto, a clareza, a concisão, a formalidade e a padronização. A informalidade contraria a formalidade exigida. Certo: errada, pois o texto oficial exige formalidade. Errado: correta. Referência: Manual de Redação da Presidência da República. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Redação oficial é a forma como o Poder Público redige seus atos e comunicações. Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos e comunicações. O item inverte o conceito ao atribuí-lo à população. Certo: errada, pois o conceito se refere à redação do Poder Público. Errado: correta. Referência: Manual de Redação da Presidência da República. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto sugere aproximação entre academia e mercado. O programa une mestrado, estágios em empresas líderes de IA e mentoria de especialistas do setor, e o texto fala em 'acesso inigualável' à indústria. Isso sugere ligação entre a formação acadêmica e a aplicação prática. O gabarito oficial é Certo. Certo: correta, pela combinação de estudos e estágios na indústria. Errado: incorreta. Referência: Interpretação do texto-base (BBC, adaptado). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Industry-leading firms' não equivale a 'leading industrial companies'. 'Industry-leading firms' são empresas líderes em seu setor. 'Leading industrial companies' sugere empresas do setor industrial, ou seja, fabris, o que muda o sentido. Certo: errada, pois 'industrial' restringe ao setor industrial, enquanto o texto trata de líderes de mercado em IA. Errado: correta. Referência: Vocabulário de língua inglesa. Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível O texto diz que o financiamento cobre mensalidades e custos de vida, sem falar em reembolso. O texto afirma que a bolsa é 'fully-funded' e que o 'grant' cobre anuidade e custos de vida. Um grant é uma subvenção, não um empréstimo, e o texto não menciona devolução do valor. Certo: errada, pois não há menção a reembolso e o termo 'grant' indica o contrário. Errado: correta. Referência: Interpretação do texto-base (BBC, adaptado). Resolução comentada do VaiConcursos.TCU — Concurso 2025 — Técnico Federal de Controle Externo — Conhecimentos Básicos
Texto CB1A1
Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete. De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas.
Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar. Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia. In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte: Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações).
Com base nas ideias do texto CB1A1, julgue os itens que se seguem.
Por meio do trecho “mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca” (terceiro parágrafo), o autor demonstra sua discordância parcial em relação à teoria darwinista da evolução.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete. De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas.
Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar. Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia. In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte: Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações).
Com base nas ideias do texto CB1A1, julgue os itens que se seguem.
De acordo com o texto, uma das transformações político-sociais verificadas na segunda metade da década de 1970 diz respeito aos padrões da moda.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete. De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas.
Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar. Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia. In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte: Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações).
Com base nas ideias do texto CB1A1, julgue os itens que se seguem.
Infere-se do primeiro parágrafo que atualmente há maior diversidade de estilos e modelos que na década de 1970.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete. De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas.
Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar. Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia. In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte: Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações).
Com base nas ideias do texto CB1A1, julgue os itens que se seguem.
O paradoxo mencionado no parágrafo final do texto está no fato de, por um lado, a marcha da mudança nunca ser contida, e, por outro, ela quase paralisar o paciente da mutação.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete. De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas.
Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar. Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia. In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte: Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações).
Com base nas ideias do texto CB1A1, julgue os itens que se seguem.
Conclui-se do último período do texto que a sensação de medo é inócua em relação à ocorrência de fatos que estão fora do controle do indivíduo.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete. De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas.
Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar. Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia. In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte: Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações).
Julgue os itens a seguir, referentes a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1.
A correção gramatical do texto seria mantida caso o termo “às”, em “às transformações constantes” (segundo período do terceiro parágrafo), fosse substituído por a.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete. De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas.
Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar. Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia. In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte: Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações).
Julgue os itens a seguir, referentes a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1.
Caso o trecho “via que não admite retorno” (segundo período do último parágrafo) fosse reescrito como via em que não se admite retorno, a coerência das ideias do texto seriam mantidas, embora fossem alteradas as relações sintáticas entre os termos.
Texto CB1A1
Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete. De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas.
Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar. Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia. In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte: Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações).
Julgue os itens a seguir, referentes a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1.
A correção gramatical e o sentido do texto seriam mantidos se a forma verbal “estabelecem” (segundo período do primeiro parágrafo) fosse substituída por impõe.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete. De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas.
Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar. Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia. In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte: Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações).
Julgue os itens a seguir, referentes a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1.
No trecho “já não é mais a mesma pessoa” (terceiro período do primeiro parágrafo), a omissão da palavra “já” — não é mais a mesma pessoa — ou da palavra “mais” — já não é a mesma pessoa — não prejudicaria a coerência das ideias do texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete. De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas.
Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar. Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia. In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte: Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações).
Julgue os itens a seguir, referentes a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1.
No terceiro período do primeiro parágrafo, o segmento “a vestimenta outrora usada” funciona como sujeito da oração cujo núcleo é a forma verbal “passará”.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete. De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas.
Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar. Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia. In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte: Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações).
Julgue os itens a seguir, referentes a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1.
Estaria mantida a correção gramatical do texto caso o pronome “os”, em “os cerca” (final do terceiro parágrafo), fosse empregado em posição enclítica, da seguinte forma: cerca-os.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete. De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas.
Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar. Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia. In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte: Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações).
Julgue os itens a seguir, referentes a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1.
No primeiro período do segundo parágrafo, a expressão “a fim de que” inicia oração que expressa a finalidade do que foi afirmado anteriormente no período.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete. De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas.
Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar. Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia. In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte: Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações).
Julgue os itens a seguir, referentes a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1.
A palavra “incólume” (último período do segundo parágrafo) está empregada com o mesmo sentido de inalterado.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete. De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas.
Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar. Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia. In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte: Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações).
Julgue os itens a seguir, referentes a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1.
A oração “que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força” (segundo período do terceiro parágrafo) exerce sintaticamente a função de complemento da forma verbal “assentou”.Resolução comentada
Análise das alternativas
São características esperadas de um texto oficial a clareza, a objetividade, a impessoalidade e a informalidade.Resolução comentada
Análise das alternativas
Redação oficial é a maneira pela qual a população deve redigir comunicações para se dirigir formalmente à administração pública.Resolução comentada
Análise das alternativas
A new scholarship aimed at developing the next generation of artificial intelligence “pioneers” will open to applicants in spring 2026, with the first cohort beginning studies the following autumn.
The Sparck AI scholarships, named after pioneering British computer scientist Karen Sparck Jones, will give master’s degree university students access to industry-leading firms as the Government looks to boost the UK’s AI credentials.
The University of Bristol will be one of nine universities to offer the fully-funded Government scholarship, alongside faculties in Newcastle, Manchester and Edinburgh.
The scheme has been developed in line with the Government’s “AI Opportunities Action Plan”, receiving more than £17 million of funding from Westminster, with the grant covering both students’ tuition and living costs.
Alongside master’s places, 100 scholars will receive placements in leading AI companies, as well as mentorship from industry experts. It is hoped the scholarships will give students “unparalleled access” to the fast-moving industry.
Vice-Chancellor Evelyn Welch said the scholarships would give Bristol the chance to “explore bold new ideas and nurture exceptional talent.” Technology Secretary Peter Kyle MP said he believed the scheme would help students secure “highly skilled jobs” and build “a workforce fit for the future.” AI talent acquisition firm Beamery said the scholarships would help their goal to create “equal access to work” and connect “talent to opportunity”.
Internet: <www.bbc.com> (adapted).
About the ideas and the linguistic aspects of the previous text, judge the following items.
The text suggests that the scholarship scheme will ultimately pave the way for strengthening links between academic research and practical applications.Resolução comentada
Análise das alternativas
A new scholarship aimed at developing the next generation of artificial intelligence “pioneers” will open to applicants in spring 2026, with the first cohort beginning studies the following autumn.
The Sparck AI scholarships, named after pioneering British computer scientist Karen Sparck Jones, will give master’s degree university students access to industry-leading firms as the Government looks to boost the UK’s AI credentials.
The University of Bristol will be one of nine universities to offer the fully-funded Government scholarship, alongside faculties in Newcastle, Manchester and Edinburgh.
The scheme has been developed in line with the Government’s “AI Opportunities Action Plan”, receiving more than £17 million of funding from Westminster, with the grant covering both students’ tuition and living costs.
Alongside master’s places, 100 scholars will receive placements in leading AI companies, as well as mentorship from industry experts. It is hoped the scholarships will give students “unparalleled access” to the fast-moving industry.
Vice-Chancellor Evelyn Welch said the scholarships would give Bristol the chance to “explore bold new ideas and nurture exceptional talent.” Technology Secretary Peter Kyle MP said he believed the scheme would help students secure “highly skilled jobs” and build “a workforce fit for the future.” AI talent acquisition firm Beamery said the scholarships would help their goal to create “equal access to work” and connect “talent to opportunity”.
Internet: <www.bbc.com> (adapted).
About the ideas and the linguistic aspects of the previous text, judge the following items.
The phrase “industry-leading firms” (second paragraph) could appropriately be replaced with leading industrial companies, as both convey equivalent meanings.Resolução comentada
Análise das alternativas
A new scholarship aimed at developing the next generation of artificial intelligence “pioneers” will open to applicants in spring 2026, with the first cohort beginning studies the following autumn.
The Sparck AI scholarships, named after pioneering British computer scientist Karen Sparck Jones, will give master’s degree university students access to industry-leading firms as the Government looks to boost the UK’s AI credentials.
The University of Bristol will be one of nine universities to offer the fully-funded Government scholarship, alongside faculties in Newcastle, Manchester and Edinburgh.
The scheme has been developed in line with the Government’s “AI Opportunities Action Plan”, receiving more than £17 million of funding from Westminster, with the grant covering both students’ tuition and living costs.
Alongside master’s places, 100 scholars will receive placements in leading AI companies, as well as mentorship from industry experts. It is hoped the scholarships will give students “unparalleled access” to the fast-moving industry.
Vice-Chancellor Evelyn Welch said the scholarships would give Bristol the chance to “explore bold new ideas and nurture exceptional talent.” Technology Secretary Peter Kyle MP said he believed the scheme would help students secure “highly skilled jobs” and build “a workforce fit for the future.” AI talent acquisition firm Beamery said the scholarships would help their goal to create “equal access to work” and connect “talent to opportunity”.
Internet: <www.bbc.com> (adapted).
About the ideas and the linguistic aspects of the previous text, judge the following items.
According to the text, one of the anticipated outcomes of the scholarship initiative is helping scholars obtain stable, specialised jobs.
A new scholarship aimed at developing the next generation of artificial intelligence “pioneers” will open to applicants in spring 2026, with the first cohort beginning studies the following autumn.
The Sparck AI scholarships, named after pioneering British computer scientist Karen Sparck Jones, will give master’s degree university students access to industry-leading firms as the Government looks to boost the UK’s AI credentials.
The University of Bristol will be one of nine universities to offer the fully-funded Government scholarship, alongside faculties in Newcastle, Manchester and Edinburgh.
The scheme has been developed in line with the Government’s “AI Opportunities Action Plan”, receiving more than £17 million of funding from Westminster, with the grant covering both students’ tuition and living costs.
Alongside master’s places, 100 scholars will receive placements in leading AI companies, as well as mentorship from industry experts. It is hoped the scholarships will give students “unparalleled access” to the fast-moving industry.
Vice-Chancellor Evelyn Welch said the scholarships would give Bristol the chance to “explore bold new ideas and nurture exceptional talent.” Technology Secretary Peter Kyle MP said he believed the scheme would help students secure “highly skilled jobs” and build “a workforce fit for the future.” AI talent acquisition firm Beamery said the scholarships would help their goal to create “equal access to work” and connect “talent to opportunity”.
Internet: <www.bbc.com> (adapted).
About the ideas and the linguistic aspects of the previous text, judge the following items.
The text mentions that the financial subsidy supporting the scholarship scheme is going to be refundable.Resolução comentada
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Julgue os seguintes itens de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República.
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