← Voltar para a lista de provas Telecomunicações Brasileiras S.A. (TELEBRAS) · Especialista em Gestão de Telecomunicações – Advogado 70 questões nesta prova · página 1 de 4 · 69 com gabarito Gabarito disponível ACP não pode substituir a ADI quando a inconstitucionalidade é o pedido principal. Segundo o STF, a ação civil pública pode veicular controle difuso de constitucionalidade como causa de pedir, mas não como pedido principal. Quando a declaração de nulidade de norma geral e abstrata é o pedido, a ACP funciona como sucedâneo da ADI, usurpando competência do STF. A (Certo) é a correta. B (Errado) ignora que o pedido principal de nulidade da norma torna a ACP via indevida. Referência: Jurisprudência do STF (Rcl 1.733, Rcl 2.224 e outros) sobre ACP como sucedâneo de ADI. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Telecomunicações: competência legislativa privativa da União. Compete privativamente à União legislar sobre telecomunicações (art. 22, IV, CF). Os estados só poderiam legislar mediante lei complementar autorizadora (art. 22, parágrafo único), o que não altera a regra. Portanto, não é competência da União e dos estados em conjunto. B (Errado) é a correta. A (Certo) confunde competência privativa com concorrente. Referência: CF/88, art. 22, IV. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Juiz singular não se submete à reserva de plenário. A cláusula de reserva de plenário (art. 97 da CF) aplica-se aos tribunais, não a juízes singulares, que podem exercer controle difuso livremente. A Súmula Vinculante 10 refere-se a órgão fracionário de tribunal que afasta a lei sem declarar sua inconstitucionalidade. Logo, não há violação por decisão de juiz singular. B (Errado) é a correta. A (Certo) erra ao estender a reserva de plenário ao juiz de primeiro grau. Referência: CF/88, art. 97; Súmula Vinculante 10 do STF. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Decisão do STF em RE contra acórdão de ADI estadual tem eficácia erga omnes e efeito vinculante. Quando o STF julga, em recurso extraordinário, o mérito de ação direta de inconstitucionalidade estadual (parâmetro: norma da CF de reprodução obrigatória), sua decisão tem natureza de controle abstrato e produz eficácia erga omnes e efeito vinculante, conforme entendimento do STF. Assim, o item está correto. A (Certo) está correta pelo exposto. B (Errado) nega o caráter objetivo e vinculante da decisão, contrariando a jurisprudência. Referência: CF/88, art. 125, §2º, e art. 102, III; jurisprudência do STF sobre RE em ADI estadual. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O plebiscito como técnica legislativa complementar, fora das hipóteses constitucionais, é discricionário do Legislativo. Fora das hipóteses em que a Constituição o exige, como na criação, incorporação ou desmembramento de estados e municípios, a convocação de plebiscito é competência do Congresso Nacional (art. 49, XV, da CF). Cabe ao Legislativo, discricionariamente, decidir sobre seu emprego como técnica legislativa complementar. O item está correto. Certo: correto, conforme o gabarito oficial, pois a decisão é discricionária do Legislativo. Errado: incorreto, pois o uso do plebiscito fora das hipóteses constitucionais depende da conveniência do Legislativo. Referência: CF/88, arts. 14, I, e 49, XV; jurisprudência do STF Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Decorrido o prazo de 15 dias úteis sem manifestação, ocorre sanção tácita e precluso o veto. O art. 66, §3º, da CF prevê que o decurso do prazo de 15 dias úteis, contados do recebimento do projeto, sem manifestação do Presidente, importa sanção tácita. Com isso, fica precluso o poder de veto, pois a sanção, ainda que tácita, é ato que encerra a fase de deliberação executiva. O item está correto. Certo: correto, conforme o art. 66, §3º, e o gabarito oficial. Errado: incorreto, pois o silêncio presidencial equivale à sanção. Referência: CF/88, art. 66, §3º Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O princípio da anterioridade eleitoral é cláusula pétrea e se aplica às emendas constitucionais. O STF, na ADI 3685, decidiu que o princípio da anterioridade eleitoral (art. 16 da CF) é garantia individual do cidadão-eleitor e, por isso, constitui cláusula pétrea (art. 60, §4º, IV). Assim, ele é oponível mesmo às emendas constitucionais que alterem o processo eleitoral. O item está correto. Certo: correto, conforme a ADI 3685 e o gabarito oficial. Errado: incorreto, pois o STF reconheceu a natureza de cláusula pétrea. Referência: CF/88, arts. 16 e 60, §4º, IV; STF, ADI 3685 Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O veto parcial de caput não obriga o veto dos parágrafos. O art. 66, §2º, da CF permite o veto parcial, que abrange texto integral de artigo, de parágrafo, de inciso ou de alínea. O STF entende que o veto ao caput não implica necessariamente o veto aos parágrafos, pois estes podem ter autonomia normativa e a eventual incoerência é resolvida pela interpretação. O item está errado ao afirmar essa necessidade. Certo: incorreto, pois não há dependência que obrigue o veto dos parágrafos. Errado: correto, conforme o gabarito oficial. Referência: CF/88, art. 66, §2º; jurisprudência do STF Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O esgotamento do prazo para apreciação do veto não gera caducidade nem preclusão da competência do Congresso. Segundo o entendimento do STF, o prazo de 30 dias do art. 66, §4º, da CF tem natureza imprópria e seu decurso não extingue a competência do Congresso Nacional para apreciar o veto, que continua pendente e tranca a pauta (art. 66, §6º). Não há caducidade nem preclusão dessa prerrogativa. O item está errado. Certo: incorreto, pois o fim do prazo não faz perder a prerrogativa de apreciar o veto. Errado: correto, conforme o entendimento do STF. Referência: CF/88, art. 66, §§4º e 6º; jurisprudência do STF Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O teto das Defensorias estaduais é o subsídio dos Ministros do STF, não o dos desembargadores. O art. 37, XI, da CF fixa como teto o subsídio mensal dos Ministros do STF. O limite de subsídio dos desembargadores aplica-se, nos estados, apenas aos membros do Ministério Público, aos procuradores e aos defensores públicos como subteto no âmbito do Poder Judiciário em sentido estrito, conforme a redação constitucional. Segundo o entendimento do STF, as Defensorias Públicas estaduais não se submetem ao subteto dos desembargadores, mas sim ao teto geral. Por isso, o item está errado. Certo: incorreto, pois a Defensoria estadual não se submete ao subteto dos desembargadores. Errado: correto, conforme o gabarito oficial e o entendimento do STF. Referência: CF/88, art. 37, XI; jurisprudência do STF Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O regime jurídico dos bens públicos varia conforme a categoria do bem. Os bens públicos recebem tratamento diferenciado conforme sua classificação, como bens de uso comum do povo, de uso especial ou dominicais, e conforme titularidade, finalidade e afetação. A inalienabilidade condicionada, por exemplo, atinge os bens afetados, enquanto os dominicais podem ser alienados nos termos da lei. Não há, portanto, regime único e uniforme. Certo: incorreto, pois há regimes distintos conforme a categoria e a afetação. Errado: correto, conforme o gabarito oficial. Referência: CC, arts. 98 a 103 Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O silêncio administrativo produz efeitos diferentes para a Administração e para o administrado. O silêncio da Administração, em regra, não tem efeito de manifestação de vontade, salvo previsão legal que lhe atribua efeito de aprovação ou rejeição tácita. Já para o administrado, o silêncio, em regra, não produz efeitos de aceitação. Os efeitos não são idênticos, pois dependem do sujeito e da previsão legal. O item está errado. Certo: incorreto, pois os efeitos não são idênticos para a Administração e o administrado. Errado: correto, pois os efeitos dependem do sujeito e da previsão normativa. Referência: Doutrina de Direito Administrativo; Lei 9.784/1999 Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A quarentena de 24 meses para nova contratação temporária de professor concretiza a moralidade. O STF reconheceu a constitucionalidade de regras que impõem intervalo mínimo para nova contratação temporária da mesma pessoa, pois evitam a perpetuação da contratação precária e o uso do instituto como substituto do concurso. Essa limitação concretiza os princípios da moralidade, da impessoalidade e da exigência de concurso público. O item está correto. Certo: correto, pois a regra evita a perpetuação da contratação temporária e protege a moralidade. Errado: incorreto, pois a restrição é compatível com a Constituição. Referência: CF/88, art. 37, caput, II e IX; jurisprudência do STF Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A TELEBRAS admite capital privado, pois é sociedade de economia mista. A Telecomunicações Brasileiras S.A. (TELEBRAS) é uma sociedade de economia mista, com capital público e privado e ações negociadas em bolsa, sob controle da União. Assim, não se admite exclusivamente capital público em sua composição, e o item está errado. Certo: incorreto, pois a TELEBRAS é sociedade de economia mista, com participação privada. Errado: correto, conforme o gabarito oficial. Referência: Lei 13.303/2016; Lei 5.792/1972 Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Exigência de percentuais mínimos e máximos de programação local em licitações de rádio é constitucional. O STF entendeu constitucional a exigência, em procedimentos licitatórios de outorga de radiodifusão, de percentuais mínimos e máximos para a produção e transmissão de programas culturais, artísticos e jornalísticos. Isso se harmoniza com o art. 221 da CF, que fixa princípios para a produção e programação das emissoras, inclusive a regionalização. O item está correto. Certo: correto, conforme o gabarito oficial e o art. 221 da CF. Errado: incorreto, pois a exigência é compatível com a Constituição. Referência: CF/88, art. 221; jurisprudência do STF Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Provimento em cargo fora da carreira sem concurso é inconstitucional. O art. 37, II, da CF exige concurso público para investidura em cargo ou emprego público. A Súmula Vinculante 43 do STF veda a investidura derivada, isto é, que o servidor se invista, sem prévia aprovação em concurso destinado ao seu provimento, em cargo que não integra a carreira na qual foi anteriormente investido. A lei que preveja isso é inconstitucional. Certo: incorreto, pois a modalidade de provimento derivado afronta o concurso público. Errado: correto, nos termos da Súmula Vinculante 43. Referência: CF/88, art. 37, II; Súmula Vinculante 43 do STF Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Na contratação direta indevida com erro grosseiro, contratado e agente respondem solidariamente pelo dano. O art. 73 da Lei 14.133/21 prevê que, na contratação direta indevida ocorrida com dolo, fraude ou erro grosseiro, o contratado e o agente público responsável respondem solidariamente pelo dano causado ao erário, sem prejuízo de outras sanções legais cabíveis. O item reproduz esse dispositivo e está correto. Certo: correto, pois reproduz o art. 73 da Lei 14.133/21. Errado: incorreto, pois a lei prevê a responsabilidade solidária. Referência: Lei 14.133/2021, art. 73 Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo o gabarito, o item foi considerado correto, mas a lei fala em interesse direto ou indireto. O art. 18, I, da Lei 9.784/99 impede de atuar no processo o servidor ou a autoridade que tenha interesse direto ou indireto na matéria. Assim, o interesse indireto é suficiente para o impedimento. O item, ao dizer que ficam impedidos os que possuam interesse indireto, é considerado correto conforme o gabarito oficial. Certo: correto, conforme o gabarito oficial, pois o interesse indireto já gera impedimento. Errado: incorreto, pois a lei inclui o interesse indireto entre as hipóteses de impedimento. Referência: Lei 9.784/1999, art. 18, I Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Particular que induz ou concorre dolosamente para a improbidade responde como coautor. A Lei de Improbidade (Lei 8.429/92, com redação da Lei 14.230/21) prevê que as sanções se aplicam também a quem, mesmo não sendo agente público, induza ou concorra dolosamente para a prática do ato de improbidade. O terceiro responde, portanto, junto com o agente público. O item está correto. Certo: correto, pois o particular que induz ou concorre dolosamente responde pelo ato. Errado: incorreto, pois a Lei de Improbidade alcança o terceiro. Referência: Lei 8.429/1992, art. 3º Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Alienação de controle de subsidiárias dispensa autorização legislativa e, segundo o STF, licitação. No julgamento da ADI 5624, o STF fixou que a alienação do controle acionário de empresas públicas e sociedades de economia mista exige licitação e autorização legislativa, mas a venda do controle de suas subsidiárias e controladas dispensa a autorização legislativa e pode ser feita por procedimento competitivo, sem a licitação formal. Por isso, o item, que exige autorização legislativa e licitação para subsidiárias, está errado. Certo: incorreto, pois, para subsidiárias, não se exige autorização legislativa nem licitação formal. Errado: correto, conforme o gabarito oficial. Referência: STF, ADI 5624 Resolução comentada do VaiConcursos.TELEBRAS — Concurso 2025 — Cargo 1: Especialista em Gestão de Telecomunicações – Advogado — Conhecimentos Específicos
Constitui uso indevido da ação civil pública como sucedâneo da ação direta de inconstitucionalidade a demanda coletiva em que a inconstitucionalidade de norma geral e abstrata é deduzida como causa de pedir e a declaração de sua nulidade constitui o pedido principal.Resolução comentada
Análise das alternativas
Compete à União e aos estados legislar sobre serviços de telecomunicações.Resolução comentada
Análise das alternativas
Configura violação à cláusula de reserva de plenário a decisão proferida por juiz singular que, embora sem declarar expressamente a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público, afasta sua aplicação, total ou parcialmente.Resolução comentada
Análise das alternativas
Possui eficácia erga omnes e efeito vinculante a decisão proferida pelo STF em recurso extraordinário em ação direta de inconstitucionalidade estadual em que seja apreciado o mérito da controvérsia.Resolução comentada
Análise das alternativas
O emprego do plebiscito como técnica legislativa complementar, ressalvadas as hipóteses constitucionalmente previstas, insere-se no âmbito da discricionariedade do Poder Legislativo.Resolução comentada
Análise das alternativas
Ultrapassado o prazo constitucional de 15 dias úteis sem manifestação do presidente da República a respeito de projeto de lei enviado pela casa do Congresso Nacional que concluiu sua votação, opera-se a sanção tácita do projeto, ficando definitivamente precluso o exercício do poder de veto presidencial.Resolução comentada
Análise das alternativas
Por constituir cláusula pétrea, o princípio da anterioridade eleitoral é aplicável e oponível às emendas à Constituição Federal que alterem o processo eleitoral.Resolução comentada
Análise das alternativas
O poder de veto parcial atribuído ao chefe do Poder Executivo impõe que, uma vez vetado o caput do artigo, seus parágrafos sejam necessariamente vetados, em razão da relação de dependência normativa que estes mantêm com o dispositivo principal.Resolução comentada
Análise das alternativas
Esgotado o prazo constitucional para apreciação do veto presidencial em sessão conjunta do Congresso Nacional, ocorre a caducidade ou preclusão dessa prerrogativa do Poder Legislativo.Resolução comentada
Análise das alternativas
As defensorias públicas dos estados submetem-se ao teto remuneratório correspondente ao subsídio dos desembargadores do respectivo tribunal de justiça.Resolução comentada
Análise das alternativas
O regime jurídico dos bens públicos é único e de aplicação uniforme.Resolução comentada
Análise das alternativas
Os efeitos do silêncio administrativo são idênticos tanto para a administração pública quanto para os administrados.Resolução comentada
Análise das alternativas
Concretiza o princípio da moralidade administrativa a regra legal que prevê a exigência de transcurso de 24 meses, contados do término do contrato, antes de nova admissão de professor temporário anteriormente contratado.Resolução comentada
Análise das alternativas
Na composição societária da TELEBRAS admite-se exclusivamente capital de origem pública.Resolução comentada
Análise das alternativas
É constitucional a exigência pelo Estado, nos procedimentos licitatórios, de percentuais mínimos e máximos a serem observados pelas emissoras de rádio na produção e transmissão de programas culturais, artísticos e jornalísticos locais.Resolução comentada
Análise das alternativas
É constitucional a lei que prevê modalidade de provimento em cargo público para possibilitar ao servidor investir-se, sem prévia aprovação em concurso público destinado ao seu provimento, em cargo que não integra a carreira na qual ele tenha sido anteriormente investido.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em caso de contratação direta indevida em decorrência de erro grosseiro, o contratado e o agente público responsável responderão solidariamente pelo dano causado ao erário, sem prejuízo de outras sanções legais cabíveis.Resolução comentada
Análise das alternativas
Ficam impedidos de atuar no processo administrativo o servidor público ou a autoridade que possuam apenas interesse indireto na questão em análise.Resolução comentada
Análise das alternativas
Aquele que não é agente público pode ser responsabilizado como coautor de ato de improbidade consumada caso induza ou concorra dolosamente para a prática do ilícito.Resolução comentada
Análise das alternativas
De acordo com o entendimento do STF, a alienação do controle de empresas subsidiárias das sociedades de economia mista exige autorização legislativa e licitação.Resolução comentada
Análise das alternativas
De acordo com a Constituição Federal de 1988 (CF) e a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), julgue os itens a seguir, em relação ao Poder Judiciário, ao controle de constitucionalidade, aos direitos políticos e à organização político-administrativa do Estado.
De acordo com a Constituição Federal de 1988 (CF) e a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), julgue os itens a seguir, em relação ao Poder Judiciário, ao controle de constitucionalidade, aos direitos políticos e à organização político-administrativa do Estado.
De acordo com a Constituição Federal de 1988 (CF) e a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), julgue os itens a seguir, em relação ao Poder Judiciário, ao controle de constitucionalidade, aos direitos políticos e à organização político-administrativa do Estado.
De acordo com a Constituição Federal de 1988 (CF) e a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), julgue os itens a seguir, em relação ao Poder Judiciário, ao controle de constitucionalidade, aos direitos políticos e à organização político-administrativa do Estado.
De acordo com a Constituição Federal de 1988 (CF) e a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), julgue os itens a seguir, em relação ao Poder Judiciário, ao controle de constitucionalidade, aos direitos políticos e à organização político-administrativa do Estado.
Com base na CF e no entendimento do STF, julgue os itens subsequentes, a respeito do processo legislativo, da administração pública, dos direitos políticos e das funções essenciais à justiça.
Com base na CF e no entendimento do STF, julgue os itens subsequentes, a respeito do processo legislativo, da administração pública, dos direitos políticos e das funções essenciais à justiça.
Com base na CF e no entendimento do STF, julgue os itens subsequentes, a respeito do processo legislativo, da administração pública, dos direitos políticos e das funções essenciais à justiça.
Com base na CF e no entendimento do STF, julgue os itens subsequentes, a respeito do processo legislativo, da administração pública, dos direitos políticos e das funções essenciais à justiça.
Com base na CF e no entendimento do STF, julgue os itens subsequentes, a respeito do processo legislativo, da administração pública, dos direitos políticos e das funções essenciais à justiça.
Julgue os seguintes itens, relativos ao direito administrativo.
Julgue os seguintes itens, relativos ao direito administrativo.
Julgue os seguintes itens, relativos ao direito administrativo.
Julgue os seguintes itens, relativos ao direito administrativo.
Julgue os seguintes itens, relativos ao direito administrativo.
Ainda em relação ao direito administrativo, julgue os itens subsequentes.
Ainda em relação ao direito administrativo, julgue os itens subsequentes.
Ainda em relação ao direito administrativo, julgue os itens subsequentes.
Ainda em relação ao direito administrativo, julgue os itens subsequentes.
Ainda em relação ao direito administrativo, julgue os itens subsequentes.