← Voltar para a lista de provas Telecomunicações Brasileiras S.A. (TELEBRAS) · Especialista em Gestão de Telecomunicações – Analista Superior – Subatividade: Finanças 70 questões nesta prova · página 2 de 4 · 70 com gabarito Gabarito disponível A DBGG inclui as compromissadas do Banco Central. A DBGG engloba as operações compromissadas do BC com títulos públicos federais, pois elas constituem passivos do governo geral perante o setor privado. O motivo monetário não as exclui. Por isso o item está errado. A) Errada: afirma que são excluídas. B) Correta: são consideradas na DBGG. Referência: Banco Central do Brasil, metodologia da DBGG Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A finalidade monetária não retira a natureza de obrigação financeira das compromissadas. Compromissadas são operações de venda de títulos com compromisso de recompra, e o BC tem a obrigação de recomprá-los. Isso configura uma obrigação financeira, qualquer que seja a finalidade, monetária ou não. Por isso o item está errado. A) Errada: afirma que a finalidade monetária afasta a natureza de obrigação. B) Correta: a obrigação existe independentemente da finalidade. Referência: Banco Central do Brasil, estatísticas fiscais Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Incluir compromissadas eleva a dívida bruta sem mudar o resultado fiscal estrutural. As compromissadas são instrumentos de política monetária usados para enxugar liquidez, e sua inclusão na DBGG, por serem títulos do Tesouro na carteira do BC, aumenta o estoque da dívida bruta. Isso ocorre sem alterar o resultado primário nem a posição fiscal estrutural. O item está correto. A) Correta: o indicador sobe sem mudança estrutural. B) Errada: nega o efeito. Referência: Banco Central do Brasil, estatísticas fiscais Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A DBGG é o estoque de obrigações do governo geral perante os demais setores, em valores nominais. A DBGG abrange as dívidas dos governos federal, estaduais e municipais (incluindo INSS) com o setor privado, o setor público financeiro, o Banco Central e o resto do mundo. É apurada em valores nominais, sem deduzir os créditos do governo. O item está correto. A) Correta: conceito adequado de DBGG. B) Errada: nega a definição. Referência: Banco Central do Brasil, metodologia da DBGG Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O keynesianismo defende a intervenção estatal para sustentar o capitalismo, com mais gasto público e menos impostos. Keynes formulou sua teoria como resposta à crise de 1929, defendendo que o Estado deve intervir para garantir a demanda efetiva e salvar o sistema liberal. Os instrumentos são a ampliação dos gastos públicos e a redução de tributos em momentos de retração. O item descreve isso corretamente. A) Correta: descreve a proposta keynesiana. B) Errada: nega o que Keynes defendia. Referência: Keynes, Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Musgrave não limitou o governo à correção de falhas de mercado; propôs três funções. Musgrave atribuiu ao governo as funções alocativa, distributiva e estabilizadora, indo além da correção de falhas de alocação. Sua abordagem também não é exclusivamente microeconômica, pois a função estabilizadora é macroeconômica. Portanto, o item está errado. A) Errada: restringe o governo à alocação e à microeconomia. B) Correta: nega essa restrição. Referência: Musgrave, The Theory of Public Finance Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Investimento em infraestrutura logística é típica função alocativa. A função alocativa envolve ofertar bens e serviços que o mercado não provê adequadamente, como bens públicos e infraestrutura com retorno de longo prazo. Obras em ferrovias e hidrovias suprem falhas de mercado e estimulam o investimento. O item está correto. A) Correta: é manifestação da função alocativa. B) Errada: nega o enquadramento correto. Referência: Musgrave: função alocativa Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Novos desenvolvimentistas defendem Estado ativo e estratégico em setores essenciais. O novo desenvolvimentismo, de inspiração keynesiana e estruturalista, defende atuação estatal ativa e estratégica para promover o crescimento e a industrialização. Isso vale sobretudo em setores essenciais que o mercado não atende de forma adequada. O item descreve corretamente essa corrente. A) Correta: reflete a posição da corrente. B) Errada: nega uma característica central dela. Referência: Teoria do novo desenvolvimentismo (Bresser-Pereira e outros) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Infraestrutura e bens públicos são função alocativa, não estabilizadora. Na classificação de Musgrave, a função alocativa trata da oferta de bens públicos e meritórios, como saúde e educação, e de infraestrutura, corrigindo falhas de mercado. A função estabilizadora busca o pleno emprego, a estabilidade de preços e o crescimento por meio de políticas fiscal e monetária. O item confunde as funções. A) Errada: atribui à função estabilizadora o que é alocativo. B) Correta: a função exercida é a alocativa. Referência: Musgrave: funções alocativa, distributiva e estabilizadora Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível LOA geral mais lei própria só para a saúde fragmenta o orçamento e fere a unidade. Pelo princípio da unidade (totalidade), cada ente federado tem um único orçamento, que na CF se materializa na LOA, composta pelos orçamentos fiscal, de investimento das estatais e da seguridade social (art. 165, §5º). Uma lei separada só para a secretaria de saúde fragmentaria o orçamento em outro documento legal. Logo, a prática viola a unidade. A) Correta: a fragmentação em mais de um documento contraria a unidade. B) Errada: nega a violação. Referência: CF/1988, art. 165, §5º; Lei 4.320/1964, art. 2º Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Registrar a receita líquida das transferências viola a universalidade e o orçamento bruto, reduzindo a transparência. Pelo princípio do orçamento bruto (art. 6º da Lei 4.320/1964), receitas e despesas entram na LOA por seus totais, sem deduções. Lançar o IPVA já líquido das transferências aos municípios oculta a arrecadação e a transferência, em prejuízo da universalidade e da transparência. A suposta clareza não afasta a violação. A) Errada: a prática não atende aos princípios nem favorece a transparência. B) Correta: contraria o orçamento bruto. Referência: Lei 4.320/1964, art. 6º Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A LOA é única e abrange todos os Poderes; aprovar o orçamento do Judiciário em lei separada fere a universalidade (e a unidade). O princípio da universalidade exige que a LOA inclua todas as receitas e despesas dos Poderes, órgãos e entidades (art. 165, §5º, CF). A autonomia do Judiciário permite elaborar a própria proposta, mas esta é encaminhada ao Executivo para consolidação no projeto único da LOA. Aprovar o orçamento do Judiciário em lei separada descumpre o princípio. A) Errada: a autonomia não autoriza lei orçamentária própria. B) Correta: não houve respeito à universalidade, pois a proposta deve integrar a LOA. Referência: CF/1988, arts. 99, §§1º e 2º, e 165, §5º; Lei 4.320/1964, art. 2º Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Criar programa permanente com regras próprias na LOA viola a exclusividade. Pelo princípio da exclusividade (art. 165, §8º, CF), a LOA não pode conter dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, ressalvadas a autorização para abertura de créditos suplementares e a contratação de operações de crédito, inclusive por antecipação de receita. A criação de programa permanente, com regras de concessão e estrutura administrativa, é matéria de lei específica. Logo, há violação. A) Correta: matéria estranha ao orçamento na LOA fere a exclusividade. B) Errada: nega a violação, embora a criação do programa não esteja entre as ressalvas. Referência: CF/1988, art. 165, §8º Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O PPA é lei de iniciativa do Executivo, mas o Congresso pode emendá-lo e o aprova; não apenas sanciona. O projeto de PPA é de iniciativa privativa do chefe do Executivo, mas é apreciado pelas duas Casas do Congresso, que podem apresentar emendas (art. 166 da CF). O Congresso delibera e aprova; a sanção é do presidente da República. Não é correto dizer que cabe ao Congresso só a sanção, nem que o Executivo pode rejeitar emendas por competência exclusiva. A) Errada: inverte os papéis, pois a sanção cabe ao presidente e o Legislativo vota e emenda. B) Correta: o Congresso tem poder de emenda no PPA. Referência: CF/1988, arts. 165 e 166 Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A CF não veda despesas correntes no PPA; ele abrange despesas de capital e as decorrentes, além dos programas continuados. O art. 165, §1º, da CF prevê que o PPA trate das despesas de capital e outras delas decorrentes, além das relativas aos programas de duração continuada. Esses programas incluem despesas correntes. Não há vedação constitucional a despesas correntes no PPA, nem exigência de restringi-lo a despesas de capital. A) Errada: atribui à CF uma vedação que ela não contém. B) Correta: o PPA inclui despesas correntes decorrentes e de programas continuados. Referência: CF/1988, art. 165, §1º Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Publicidade e transparência são princípios distintos, e normas específicas de transparência são necessárias. A publicidade tem base constitucional (art. 37, caput) e se refere à divulgação dos atos. A transparência é conceito mais amplo, exigindo informação acessível e compreensível, e é reforçada por normas específicas, como a LRF (arts. 48 e 48-A) e a Lei de Acesso à Informação. Por isso não são idênticos nem dispensam normas específicas. A) Errada: afirma identidade de conteúdo e fundamento e dispensa normas específicas. B) Correta: os princípios se distinguem e a transparência exige normas próprias. Referência: CF/1988, art. 37, caput; LRF, arts. 48 e 48-A Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O PPA deve estabelecer despesas de capital e programas de duração continuada; ferrovia de 6 anos se enquadra. O art. 165, §1º, da CF determina que o PPA estabeleça, de forma regionalizada, diretrizes, objetivos e metas para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. Um investimento em ferrovia, que é despesa de capital com execução plurianual, deve constar do PPA. Logo, a inclusão atende à exigência constitucional. A) Correta: investimento (despesa de capital) de duração superior a um exercício deve estar no PPA. B) Errada: contraria o art. 165, §1º, CF. Referência: CF/1988, art. 165, §1º; art. 167, §1º Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Planos e programas nacionais devem ser elaborados em consonância com o PPA. A Constituição determina que os planos e programas nacionais, regionais e setoriais sejam elaborados em consonância com o plano plurianual. Por isso, a decisão do governo de alinhar as ações do programa ao PPA vigente atende ao texto constitucional, ainda que o programa dure dez anos. A (Certo) está correta. B (Errado) está incorreta porque a exigência constitucional de consonância com o PPA vale para os planos e programas nacionais. Referência: CF/1988, art. 165, § 4º Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A LDO trata de metas e prioridades para o exercício seguinte, e não do período do PPA. A LDO compreende as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente. Ela orienta a elaboração da LOA e dispõe sobre alterações na legislação tributária e a política das agências financeiras de fomento. A afirmativa erra ao vinculá-la ao período de vigência do PPA e às diretrizes da política fiscal e monetária. A (Certo) está incorreta porque a LDO é anual e não se atrela ao período do PPA. B (Errado) está correta. Referência: CF/1988, art. 165, § 2º Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A LRF exige anexo com os objetivos das políticas monetária, creditícia e cambial. A LRF prevê que o projeto de LDO da União seja acompanhado de anexo com os objetivos das políticas monetária, creditícia e cambial, bem como os parâmetros e as projeções para seus principais agregados e variáveis, e metas de inflação. A prática descrita atende à exigência. A (Certo) está correta. B (Errado) está incorreta porque há exigência expressa na LRF. Referência: LRF, art. 4º, § 4º Resolução comentada do VaiConcursos.TELEBRAS 2025 — Especialista em Gestão de Telecomunicações — Cargo 7: Analista Superior — Subatividade: Finanças — Conhecimentos Específicos
No cálculo da dívida bruta do governo geral (DBGG), não são consideradas as operações compromissadas realizadas pelo Banco Central, por se tratarem de instrumentos de política monetária.Resolução comentada
Análise das alternativas
A finalidade monetária das operações compromissadas afasta sua natureza de obrigação financeira.Resolução comentada
Análise das alternativas
A inclusão das operações compromissadas no cálculo da dívida pública pode elevar o indicador de endividamento sem alterar a posição fiscal estrutural do governo.Resolução comentada
Análise das alternativas
A dívida bruta do governo geral (DBGG) corresponde ao estoque das obrigações financeiras assumidas pelo governo geral perante o setor privado, o setor público financeiro, o Banco Central e o resto do mundo, apuradas em valores nominais.Resolução comentada
Análise das alternativas
A teoria keynesiana, formulada durante o século XX em resposta às crises do sistema capitalista, sustenta que a intervenção estatal é indispensável à sustentação do próprio sistema liberal político e econômico, devendo o Estado intervir sobretudo por meio da ampliação dos gastos públicos e da redução de impostos.Resolução comentada
Análise das alternativas
Para Richard Musgrave, pioneiro em aplicar uma abordagem exclusivamente microeconômica ao orçamento público, a ação do governo nas economias de mercado deveria se limitar à correção de falhas de mercado na alocação de recursos, cabendo ao setor privado a condução das demais funções econômicas.Resolução comentada
Análise das alternativas
Considere que o governo federal implemente um amplo programa de investimento em infraestrutura logística, com obras em ferrovias e hidrovias, visando aumentar a competitividade da produção nacional. Nesse caso, tal atuação representa típica manifestação da função alocativa do Estado, uma vez que busca suprir falhas de mercado relacionadas à oferta insuficiente de bens públicos e à ausência de retorno imediato, que desestimula o investimento privado.Resolução comentada
Análise das alternativas
Economistas denominados novos desenvolvimentistas, que defendem em muitos aspectos a teoria keynesiana, sustentam que o Estado deve ter atuação ativa e estratégica na economia, sobretudo em setores essenciais para o desenvolvimento nacional que não são adequadamente atendidos pelo setor privado.Resolução comentada
Análise das alternativas
Quando um governo investe em infraestrutura econômica e promove a provisão de bens públicos, como saúde e educação, ele está exercendo função tipicamente estabilizadora.Resolução comentada
Análise das alternativas
Suponha que determinado município pretenda aprovar, no mesmo exercício financeiro, a LOA geral do município e uma lei específica contendo apenas o orçamento da secretaria de saúde, sob o argumento de conferir maior autonomia financeira à área. Nesse caso, tal prática violaria o princípio da unidade, pois fragmentaria o orçamento em mais de um documento legal dentro da mesma esfera federativa.Resolução comentada
Análise das alternativas
Considere que, a fim de simplificar o orçamento anual, um estado federado tenha decidido consignar na sua LOA a receita de IPVA já deduzida das transferências a municípios, registrando apenas o saldo líquido que de fato ingressaria nos cofres estaduais. Nessa situação hipotética, tal prática traria mais clareza sobre os recursos realmente disponíveis para outras finalidades, atenderia aos princípios orçamentários e favoreceria a transparência, pois garantiria maior objetividade na apresentação das receitas públicas.Resolução comentada
Análise das alternativas
Considere que, durante a elaboração da LOA de um estado da Federação, o tribunal de justiça estadual tenha encaminhado diretamente à assembleia legislativa sua proposta orçamentária, solicitando que fosse votada separadamente, sob o argumento de autonomia entre os Poderes; considere, ainda, que a assembleia tenha aprovado a proposta orçamentária do Poder Judiciário por lei específica, de forma separada da LOA. Nessa situação hipotética, houve respeito ao princípio da universalidade, pois a autonomia orçamentária do Poder Judiciário permite que seus recursos sejam aprovados em instrumento legislativo próprio.Resolução comentada
Análise das alternativas
Suponha que, ao elaborar a LOA de determinado ente federativo, o Poder Executivo inclua um artigo criando um novo programa permanente de benefícios sociais, com regras de concessão, critérios de elegibilidade e estrutura administrativa própria. Nessa situação, tal inclusão viola o princípio da exclusividade, pois a criação normativa do programa deveria ocorrer por lei específica, e não por um dispositivo da LOA.Resolução comentada
Análise das alternativas
Considere que, durante os debates para elaboração do PPA federal, o Congresso Nacional tenha apresentado emendas para alterar objetivos estratégicos regionais do plano, e o Poder Executivo tenha rejeitado todas. Nesse caso, o Poder Executivo agiu corretamente ao rejeitar as alterações, uma vez que, por se tratar de plano de médio prazo, o PPA é de competência exclusiva do presidente da República, cabendo ao Congresso apenas a sanção final do plano.Resolução comentada
Análise das alternativas
Considere que, durante a elaboração do PPA federal, o Poder Executivo tenha optado por restringir suas metas exclusivamente às despesas de capital, com prioridade para os investimentos públicos. Nesse caso, tal prática está de acordo com o disposto na Constituição Federal de 1988, que veda a inclusão de despesas correntes no PPA.Resolução comentada
Análise das alternativas
Os princípios da publicidade e da transparência têm o mesmo conteúdo e o mesmo fundamento jurídico no ordenamento brasileiro, decorrente de previsão constitucional, de modo que a divulgação do orçamento público e dos relatórios de execução orçamentária atende simultaneamente aos dois princípios, sendo desnecessário considerar normas específicas para garantir a transparência orçamentária.Resolução comentada
Análise das alternativas
Se o governo federal incluir no PPA um plano de investimento para a construção de uma ferrovia interestadual com duração prevista de seis anos, tal inclusão estará de acordo com a exigência constitucional.Resolução comentada
Análise das alternativas
Suponha que, ao planejar a implementação de um programa nacional de desenvolvimento sustentável com duração prevista de 10 anos, o governo federal tenha determinado que as ações do programa sejam elaboradas em consonância com o PPA vigente. Nesse caso, a decisão do governo atende ao que dispõe a Constituição Federal de 1988 (CF) acerca dos planos e programas nacionais.Resolução comentada
Análise das alternativas
A LDO compreenderá as metas e prioridades do orçamento público federal com as diretrizes da política fiscal e monetária do período de vigência do Plano Plurianual.Resolução comentada
Análise das alternativas
Suponha que a União tenha encaminhado ao Congresso Nacional, juntamente com o projeto da LDO, um anexo contendo os objetivos das políticas monetária, creditícia e cambial, além das metas de inflação para o exercício seguinte. Nesse caso, tal prática atende à exigência expressa da Lei de Responsabilidade Fiscal.Resolução comentada
Análise das alternativas
No que concerne ao déficit público e aos indicadores financeiros, julgue os próximos itens.
No que concerne ao déficit público e aos indicadores financeiros, julgue os próximos itens.
No que concerne ao déficit público e aos indicadores financeiros, julgue os próximos itens.
No que concerne ao déficit público e aos indicadores financeiros, julgue os próximos itens.
No que concerne ao papel do Estado e à atuação do governo nas finanças públicas, bem como às formas e dimensões da intervenção da administração na economia, julgue os itens a seguir.
No que concerne ao papel do Estado e à atuação do governo nas finanças públicas, bem como às formas e dimensões da intervenção da administração na economia, julgue os itens a seguir.
No que concerne ao papel do Estado e à atuação do governo nas finanças públicas, bem como às formas e dimensões da intervenção da administração na economia, julgue os itens a seguir.
No que concerne ao papel do Estado e à atuação do governo nas finanças públicas, bem como às formas e dimensões da intervenção da administração na economia, julgue os itens a seguir.
No que concerne ao papel do Estado e à atuação do governo nas finanças públicas, bem como às formas e dimensões da intervenção da administração na economia, julgue os itens a seguir.
Cada um dos itens a seguir apresenta uma situação hipotética seguida de uma assertiva a ser julgada. Julgue-os com base nas normas e legislações brasileiras aplicáveis ao orçamento público e aos princípios orçamentários.
Cada um dos itens a seguir apresenta uma situação hipotética seguida de uma assertiva a ser julgada. Julgue-os com base nas normas e legislações brasileiras aplicáveis ao orçamento público e aos princípios orçamentários.
Cada um dos itens a seguir apresenta uma situação hipotética seguida de uma assertiva a ser julgada. Julgue-os com base nas normas e legislações brasileiras aplicáveis ao orçamento público e aos princípios orçamentários.
Cada um dos itens a seguir apresenta uma situação hipotética seguida de uma assertiva a ser julgada. Julgue-os com base nas normas e legislações brasileiras aplicáveis ao orçamento público e aos princípios orçamentários.
Com base nas normas vigentes e na teoria acerca do orçamento público no Brasil, dos princípios orçamentários e do plano plurianual (PPA), julgue os itens que se seguem.
Com base nas normas vigentes e na teoria acerca do orçamento público no Brasil, dos princípios orçamentários e do plano plurianual (PPA), julgue os itens que se seguem.
Com base nas normas vigentes e na teoria acerca do orçamento público no Brasil, dos princípios orçamentários e do plano plurianual (PPA), julgue os itens que se seguem.
Com base nas normas vigentes e na teoria acerca do orçamento público no Brasil, dos princípios orçamentários e do plano plurianual (PPA), julgue os itens que se seguem.
Com base nas normas vigentes e na teoria acerca do orçamento público no Brasil, dos princípios orçamentários e do plano plurianual (PPA), julgue os itens que se seguem.
No que concerne à lei de diretrizes orçamentárias (LDO), julgar os itens a seguir.
No que concerne à lei de diretrizes orçamentárias (LDO), julgar os itens a seguir.