← Voltar para a lista de provas Telecomunicações Brasileiras S.A. (TELEBRAS) · Especialista em Gestão de Telecomunicações – todos os cargos (Conhecimentos Básicos) 50 questões nesta prova · página 2 de 3 · 49 com gabarito Gabarito disponível A IA soberana tende a reduzir a influência de multinacionais de TI. Os países buscam deixar de depender de provedores e plataformas de nuvem estrangeiros. Se a maioria adotar essa estratégia, é plausível inferir que as multinacionais de TI percam influência. Certo: correta, por inferência. Errado: incorreta. Referência: Texto-base, parágrafos 1 e 2. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Não se conclui que o público seja formado só por pessoas sem familiaridade com IA. O texto usa termos como "foundational models", "data lifecycle" e "supply chain" e é publicado em veículo do setor de telecom. Isso sugere um público com algum conhecimento. A conclusão de que são pessoas "nada" familiarizadas é excessiva. Certo: errada, pelo exagero ("specifically", "not at all"). Errado: correta. Referência: Texto-base. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto não afirma que a segurança de dados é a maior preocupação. O texto diz que a segurança de dados está "near the top of the list", ou seja, entre as principais preocupações. Também apresenta a segurança nacional como fator que acrescenta urgência. Não a coloca como a maior. Certo: errada, porque transforma "perto do topo" em "a maior". Errado: correta. Referência: Texto-base, parágrafos 3 e 4. Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível A IA soberana também envolve aspectos humanos, como língua, dialetos e contexto cultural. O texto cita força de trabalho e dados que reflitam línguas, dialetos e contextos culturais específicos. Isso permite inferir que a IA soberana vai além da tecnologia e envolve características das interações humanas. Certo: correta. Errado: incorreta, pois o texto menciona esses elementos. Referência: Texto-base, parágrafo 2. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Retirar "themselves at" torna a frase agramatical e muda o sentido. "Finding themselves at the center" significa "ver-se no centro". Sem "themselves at", a frase "are finding the center of this shift" fica sem sentido ("encontrando o centro") e perde a ideia de posição. Certo: errada, porque a remoção altera o sentido e prejudica a coerência. Errado: correta. Referência: Texto-base, parágrafo 1. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível "Ecosystems" indica o conjunto de atividades e processos empresariais do país. Em "business ecosystems", a palavra designa a rede de empresas e atividades interligadas do ambiente de negócios nacional. É esse o sentido do item. Certo: correta. Errado: incorreta, pois o sentido é esse mesmo. Referência: Texto-base, parágrafo 2. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto não diz que interesses comerciais das teles forçaram os países a adotar a IA soberana. O texto afirma que a IA soberana surge de preocupações dos governos com dependência externa, segurança de dados e segurança nacional. As teles aparecem apenas como atores centrais nessa mudança. A relação causal do item está invertida. Certo: errada, porque inverte causa e consequência. Errado: correta. Referência: Texto-base, parágrafos 1 e 3. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A TELEBRAS pode explorar satélites sem autorização específica do Congresso Nacional. A exploração de satélites está entre as atividades previstas no objeto social da TELEBRAS e segue o regime regulatório da Anatel. Não se exige autorização específica do Congresso Nacional. Certo: errada, porque cria uma exigência inexistente. Errado: correta. Referência: Estatuto Social da TELEBRAS; Lei n.º 9.472/1997. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O Estatuto prevê a oferta de banda larga a usuários em localidades sem oferta adequada. Segundo o Estatuto Social, o objeto da TELEBRAS inclui a prestação de serviço de conexão à Internet em banda larga a usuários finais em localidades onde não haja oferta adequada. Assim, a empresa atua de forma complementar à iniciativa privada. Certo: correta, conforme o gabarito. Errado: incorreta. Referência: Estatuto Social da TELEBRAS (objeto social). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A Anatel é órgão regulador, não operadora estatal, e não integra a administração direta. A LGT criou a Anatel como entidade da administração pública indireta, na forma de autarquia especial vinculada ao Ministério das Comunicações. Sua função é regular e fiscalizar as telecomunicações, e não operar serviços. Certo: errada em dois pontos, a natureza (indireta, não direta) e a função (reguladora, não operadora). Errado: correta. Referência: Lei n.º 9.472/1997, arts. 8º e seguintes. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Antes da desestatização, a TELEBRAS era empresa estatal da administração indireta. A TELEBRAS era a holding do sistema Telebrás, uma sociedade de economia mista federal e, portanto, parte da administração indireta. A Lei n.º 9.472/1997 autorizou a reestruturação e a desestatização do sistema. Certo: correta. Errado: incorreta, pois a TELEBRAS era estatal. Referência: Lei n.º 9.472/1997 (LGT). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Coordenadores não têm competência para instituir conselhos consultivos. No Regimento Interno da TELEBRAS, a criação de comitês ou conselhos de apoio cabe a instâncias superiores, como a Diretoria Executiva ou o Conselho de Administração, e não aos coordenadores. O item atribui a competência a quem não a tem. Certo: errada, pela atribuição indevida aos coordenadores. Errado: correta. Referência: Regimento Interno da TELEBRAS. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O uso de imóveis públicos cedidos para infraestrutura de telecomunicações não é exclusivo da TELEBRAS. O decreto busca facilitar a implantação de infraestrutura, e esse uso deve ser compartilhado, de modo a estimular a competição. Por isso, não é feito em regime de exclusividade. Certo: errada, porque contraria o compartilhamento e a competição. Errado: correta. Referência: Decreto n.º 9.612/2018. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A competência da TELEBRAS para fomentar infraestrutura em localidades remotas não é exclusiva. O Decreto n.º 9.612/2018 trata a ampliação do acesso em áreas remotas como política pública. Ela é executada por vários agentes, em articulação com o Ministério e com outros órgãos e entidades. A TELEBRAS participa dessa execução, mas não de forma exclusiva. Certo: errada, porque a palavra "exclusiva" não tem base no decreto. Errado: correta. Referência: Decreto n.º 9.612/2018. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os auditores internos da TELEBRAS não podem participar de atos de gestão fora da auditoria interna. O Regimento Interno da TELEBRAS prevê a vedação, para preservar a independência e a objetividade da auditoria interna. Quem audita não pode praticar atos de gestão que depois teria de fiscalizar. O item reproduz essa regra. Certo: correta, conforme o gabarito. Errado: incorreta, pois a vedação existe. Referência: Regimento Interno da TELEBRAS (Auditoria Interna). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A certificação de equipamentos de telecomunicações não pode ser feita por qualquer empresa. Pela regulamentação da Anatel, a certificação é expedida pela própria Anatel ou por organismos de certificação por ela designados e credenciados. Isso vale também para os sistemas radiantes. Não basta ser empresa do ramo. Certo: errada, porque ignora a exigência de designação pela Anatel. Errado: correta. Referência: RGST e regulamentação de certificação da Anatel. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A coordenação das ações de segurança da informação não cabe ao Sistema de Controle Interno. No Decreto n.º 12.572/2025, a coordenação das ações federais de segurança da informação e a definição de padrões mínimos ficam com órgãos da área de segurança institucional, como o GSI/PR. O Sistema de Controle Interno cuida de auditoria, fiscalização e avaliação da gestão, e não dessa coordenação. O item atribui a competência ao órgão errado. Certo: errada, porque o Sistema de Controle Interno não tem essa competência. Errado: correta, pois o item troca o órgão competente. Referência: Decreto n.º 12.572/2025 (Política Nacional de Segurança da Informação). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os pressupostos da numeração pública constam do RGST. O RGST estabelece como pressupostos para os serviços de telecomunicações que usam numeração pública a identificação do acesso individual ou coletivo de origem ou destino da chamada, a capacidade de rastrear a chamada e a garantia de manutenção ou suspensão do sigilo, conforme o gabarito. O item reproduz o regulamento. Certo: correto, conforme o gabarito. Errado: incorreto, pois a redação corresponde à do regulamento. Referência: Regulamento Geral de Serviços de Telecomunicações (RGST), dispositivos sobre numeração. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A segurança da informação abrange também a segurança do pessoal. O conceito de segurança da informação adotado nas normas federais inclui a segurança cibernética, a defesa cibernética, a segurança física e a proteção de dados organizacionais, bem como as ações de segurança do pessoal envolvido no ciclo de vida da informação. O item está de acordo com o gabarito. Certo: correto, conforme o gabarito. Errado: incorreto, pois a segurança do pessoal integra o conceito. Referência: Decreto 12.572/2025 (Política Nacional de Segurança da Informação), conceitos. Resolução comentada do VaiConcursos.TELEBRAS 2025 — Especialista em Gestão de Telecomunicações — Conhecimentos Básicos para todos os cargos
Artificial intelligence (AI) is becoming a core pillar of economic competitiveness, national security, and daily life. That reality is prompting governments worldwide to rethink their reliance on foreign technology providers. “Sovereign AI” has emerged as the strategic framework for nations aiming to take greater control over their AI capabilities — and telecommunications companies are finding themselves at the center of this shift.
Sovereign AI, in this context, is essentially a nation’s ability to independently develop, host, and govern artificial intelligence systems using domestic infrastructure, workforce, and business ecosystems. Instead of depending on foreign technology providers or cloud platforms, countries pursuing sovereign AI seek to build end-to-end domestic capabilities. The concept covers both physical computing infrastructure and control over the full data lifecycle. That includes building foundational models trained on local datasets or adapting external data to reflect specific languages, dialects, and cultural contexts.
Multiple converging forces are pushing nations to prioritize sovereign AI capabilities. Data security concerns are near the top of the list. When AI systems, data storage, and computing infrastructure operate outside national borders, countries become exposed to foreign legal mandates and supply chain disruptions. For government decision-making and sensitive applications, that exposure creates unacceptable risk.
National security considerations add further urgency. AI’s expanding role in critical infrastructure, military systems, and defense operations makes governments especially focused on ensuring vital systems which are not dependent on potentially adversarial foreign technologies. Space-based intelligence and satellite systems reflect this broader sovereignty imperative.
Christian de Looper. How “sovereign AI” could shape telecom.
Internet: <https://www.rcrwireless.com> (adapted).
Concerning the previous text, judge the following items.
It is possible to infer from the text that the implementation of sovereign AI strategies by most nations would potentially diminish the influence of a number of multinational IT (information technology) companies.Resolução comentada
Análise das alternativas
Artificial intelligence (AI) is becoming a core pillar of economic competitiveness, national security, and daily life. That reality is prompting governments worldwide to rethink their reliance on foreign technology providers. “Sovereign AI” has emerged as the strategic framework for nations aiming to take greater control over their AI capabilities — and telecommunications companies are finding themselves at the center of this shift.
Sovereign AI, in this context, is essentially a nation’s ability to independently develop, host, and govern artificial intelligence systems using domestic infrastructure, workforce, and business ecosystems. Instead of depending on foreign technology providers or cloud platforms, countries pursuing sovereign AI seek to build end-to-end domestic capabilities. The concept covers both physical computing infrastructure and control over the full data lifecycle. That includes building foundational models trained on local datasets or adapting external data to reflect specific languages, dialects, and cultural contexts.
Multiple converging forces are pushing nations to prioritize sovereign AI capabilities. Data security concerns are near the top of the list. When AI systems, data storage, and computing infrastructure operate outside national borders, countries become exposed to foreign legal mandates and supply chain disruptions. For government decision-making and sensitive applications, that exposure creates unacceptable risk.
National security considerations add further urgency. AI’s expanding role in critical infrastructure, military systems, and defense operations makes governments especially focused on ensuring vital systems which are not dependent on potentially adversarial foreign technologies. Space-based intelligence and satellite systems reflect this broader sovereignty imperative.
Christian de Looper. How “sovereign AI” could shape telecom.
Internet: <https://www.rcrwireless.com> (adapted).
Concerning the previous text, judge the following items.
It is correct to conclude from the non-technical vocabulary used in the text that its target audience is specifically formed by people who are not at all familiar with AI related concepts.Resolução comentada
Análise das alternativas
Artificial intelligence (AI) is becoming a core pillar of economic competitiveness, national security, and daily life. That reality is prompting governments worldwide to rethink their reliance on foreign technology providers. “Sovereign AI” has emerged as the strategic framework for nations aiming to take greater control over their AI capabilities — and telecommunications companies are finding themselves at the center of this shift.
Sovereign AI, in this context, is essentially a nation’s ability to independently develop, host, and govern artificial intelligence systems using domestic infrastructure, workforce, and business ecosystems. Instead of depending on foreign technology providers or cloud platforms, countries pursuing sovereign AI seek to build end-to-end domestic capabilities. The concept covers both physical computing infrastructure and control over the full data lifecycle. That includes building foundational models trained on local datasets or adapting external data to reflect specific languages, dialects, and cultural contexts.
Multiple converging forces are pushing nations to prioritize sovereign AI capabilities. Data security concerns are near the top of the list. When AI systems, data storage, and computing infrastructure operate outside national borders, countries become exposed to foreign legal mandates and supply chain disruptions. For government decision-making and sensitive applications, that exposure creates unacceptable risk.
National security considerations add further urgency. AI’s expanding role in critical infrastructure, military systems, and defense operations makes governments especially focused on ensuring vital systems which are not dependent on potentially adversarial foreign technologies. Space-based intelligence and satellite systems reflect this broader sovereignty imperative.
Christian de Looper. How “sovereign AI” could shape telecom.
Internet: <https://www.rcrwireless.com> (adapted).
Concerning the previous text, judge the following items.
According to the text, data security is the greatest concern of the nations that are interested in promoting their own AI sovereignty.Resolução comentada
Análise das alternativas
Artificial intelligence (AI) is becoming a core pillar of economic competitiveness, national security, and daily life. That reality is prompting governments worldwide to rethink their reliance on foreign technology providers. “Sovereign AI” has emerged as the strategic framework for nations aiming to take greater control over their AI capabilities — and telecommunications companies are finding themselves at the center of this shift.
Sovereign AI, in this context, is essentially a nation’s ability to independently develop, host, and govern artificial intelligence systems using domestic infrastructure, workforce, and business ecosystems. Instead of depending on foreign technology providers or cloud platforms, countries pursuing sovereign AI seek to build end-to-end domestic capabilities. The concept covers both physical computing infrastructure and control over the full data lifecycle. That includes building foundational models trained on local datasets or adapting external data to reflect specific languages, dialects, and cultural contexts.
Multiple converging forces are pushing nations to prioritize sovereign AI capabilities. Data security concerns are near the top of the list. When AI systems, data storage, and computing infrastructure operate outside national borders, countries become exposed to foreign legal mandates and supply chain disruptions. For government decision-making and sensitive applications, that exposure creates unacceptable risk.
National security considerations add further urgency. AI’s expanding role in critical infrastructure, military systems, and defense operations makes governments especially focused on ensuring vital systems which are not dependent on potentially adversarial foreign technologies. Space-based intelligence and satellite systems reflect this broader sovereignty imperative.
Christian de Looper. How “sovereign AI” could shape telecom.
Internet: <https://www.rcrwireless.com> (adapted).
Concerning the previous text, judge the following items.
The period mark that separates the first and the second sentences of the second paragraph could be correctly replaced with the words and hence, preceded by a comma: countries pursuing sovereign AI seek to build end-to-end domestic capabilities, and hence the concept covers both physical computing infrastructure and control over the full data lifecycle.
Artificial intelligence (AI) is becoming a core pillar of economic competitiveness, national security, and daily life. That reality is prompting governments worldwide to rethink their reliance on foreign technology providers. “Sovereign AI” has emerged as the strategic framework for nations aiming to take greater control over their AI capabilities — and telecommunications companies are finding themselves at the center of this shift.
Sovereign AI, in this context, is essentially a nation’s ability to independently develop, host, and govern artificial intelligence systems using domestic infrastructure, workforce, and business ecosystems. Instead of depending on foreign technology providers or cloud platforms, countries pursuing sovereign AI seek to build end-to-end domestic capabilities. The concept covers both physical computing infrastructure and control over the full data lifecycle. That includes building foundational models trained on local datasets or adapting external data to reflect specific languages, dialects, and cultural contexts.
Multiple converging forces are pushing nations to prioritize sovereign AI capabilities. Data security concerns are near the top of the list. When AI systems, data storage, and computing infrastructure operate outside national borders, countries become exposed to foreign legal mandates and supply chain disruptions. For government decision-making and sensitive applications, that exposure creates unacceptable risk.
National security considerations add further urgency. AI’s expanding role in critical infrastructure, military systems, and defense operations makes governments especially focused on ensuring vital systems which are not dependent on potentially adversarial foreign technologies. Space-based intelligence and satellite systems reflect this broader sovereignty imperative.
Christian de Looper. How “sovereign AI” could shape telecom.
Internet: <https://www.rcrwireless.com> (adapted).
Concerning the previous text, judge the following items.
It can be inferred from the text that seeking sovereign AI means, among other things, paying attention to features that are typical of human interactions and do not only concern technology.Resolução comentada
Análise das alternativas
Artificial intelligence (AI) is becoming a core pillar of economic competitiveness, national security, and daily life. That reality is prompting governments worldwide to rethink their reliance on foreign technology providers. “Sovereign AI” has emerged as the strategic framework for nations aiming to take greater control over their AI capabilities — and telecommunications companies are finding themselves at the center of this shift.
Sovereign AI, in this context, is essentially a nation’s ability to independently develop, host, and govern artificial intelligence systems using domestic infrastructure, workforce, and business ecosystems. Instead of depending on foreign technology providers or cloud platforms, countries pursuing sovereign AI seek to build end-to-end domestic capabilities. The concept covers both physical computing infrastructure and control over the full data lifecycle. That includes building foundational models trained on local datasets or adapting external data to reflect specific languages, dialects, and cultural contexts.
Multiple converging forces are pushing nations to prioritize sovereign AI capabilities. Data security concerns are near the top of the list. When AI systems, data storage, and computing infrastructure operate outside national borders, countries become exposed to foreign legal mandates and supply chain disruptions. For government decision-making and sensitive applications, that exposure creates unacceptable risk.
National security considerations add further urgency. AI’s expanding role in critical infrastructure, military systems, and defense operations makes governments especially focused on ensuring vital systems which are not dependent on potentially adversarial foreign technologies. Space-based intelligence and satellite systems reflect this broader sovereignty imperative.
Christian de Looper. How “sovereign AI” could shape telecom.
Internet: <https://www.rcrwireless.com> (adapted).
Concerning the previous text, judge the following items.
In the last sentence of the first paragraph, the words “themselves at” could be removed from the fragment without altering its overall meaning or affecting its coherence: telecommunications companies are finding the center of this shift.Resolução comentada
Análise das alternativas
Artificial intelligence (AI) is becoming a core pillar of economic competitiveness, national security, and daily life. That reality is prompting governments worldwide to rethink their reliance on foreign technology providers. “Sovereign AI” has emerged as the strategic framework for nations aiming to take greater control over their AI capabilities — and telecommunications companies are finding themselves at the center of this shift.
Sovereign AI, in this context, is essentially a nation’s ability to independently develop, host, and govern artificial intelligence systems using domestic infrastructure, workforce, and business ecosystems. Instead of depending on foreign technology providers or cloud platforms, countries pursuing sovereign AI seek to build end-to-end domestic capabilities. The concept covers both physical computing infrastructure and control over the full data lifecycle. That includes building foundational models trained on local datasets or adapting external data to reflect specific languages, dialects, and cultural contexts.
Multiple converging forces are pushing nations to prioritize sovereign AI capabilities. Data security concerns are near the top of the list. When AI systems, data storage, and computing infrastructure operate outside national borders, countries become exposed to foreign legal mandates and supply chain disruptions. For government decision-making and sensitive applications, that exposure creates unacceptable risk.
National security considerations add further urgency. AI’s expanding role in critical infrastructure, military systems, and defense operations makes governments especially focused on ensuring vital systems which are not dependent on potentially adversarial foreign technologies. Space-based intelligence and satellite systems reflect this broader sovereignty imperative.
Christian de Looper. How “sovereign AI” could shape telecom.
Internet: <https://www.rcrwireless.com> (adapted).
Concerning the previous text, judge the following items.
In the first sentence of the second paragraph, the use of the word “ecosystems” indicates the existence of multiple processes and activities linked to business in a nation’s domestic context.Resolução comentada
Análise das alternativas
Artificial intelligence (AI) is becoming a core pillar of economic competitiveness, national security, and daily life. That reality is prompting governments worldwide to rethink their reliance on foreign technology providers. “Sovereign AI” has emerged as the strategic framework for nations aiming to take greater control over their AI capabilities — and telecommunications companies are finding themselves at the center of this shift.
Sovereign AI, in this context, is essentially a nation’s ability to independently develop, host, and govern artificial intelligence systems using domestic infrastructure, workforce, and business ecosystems. Instead of depending on foreign technology providers or cloud platforms, countries pursuing sovereign AI seek to build end-to-end domestic capabilities. The concept covers both physical computing infrastructure and control over the full data lifecycle. That includes building foundational models trained on local datasets or adapting external data to reflect specific languages, dialects, and cultural contexts.
Multiple converging forces are pushing nations to prioritize sovereign AI capabilities. Data security concerns are near the top of the list. When AI systems, data storage, and computing infrastructure operate outside national borders, countries become exposed to foreign legal mandates and supply chain disruptions. For government decision-making and sensitive applications, that exposure creates unacceptable risk.
National security considerations add further urgency. AI’s expanding role in critical infrastructure, military systems, and defense operations makes governments especially focused on ensuring vital systems which are not dependent on potentially adversarial foreign technologies. Space-based intelligence and satellite systems reflect this broader sovereignty imperative.
Christian de Looper. How “sovereign AI” could shape telecom.
Internet: <https://www.rcrwireless.com> (adapted).
Concerning the previous text, judge the following items.
According to the text, commercial interests of telecommunication companies have forced nations to establish strategies generally known as sovereign AI.Resolução comentada
Análise das alternativas
A TELEBRAS pode explorar e operar satélites, desde que haja autorização específica do Congresso Nacional para o exercício dessas atividades.Resolução comentada
Análise das alternativas
Entre os objetos sociais da TELEBRAS está a prestação de serviço de conexão à Internet em banda larga para usuários finais, desde que residam em localidades onde inexista oferta adequada desses serviços.Resolução comentada
Análise das alternativas
A Lei n.º 9.472/1997 determinou a criação da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) como entidade integrante da administração pública direta cuja função é atuar como operadora estatal das telecomunicações no País.Resolução comentada
Análise das alternativas
A TELEBRAS integrava a administração pública indireta, na forma de empresa estatal, antes do processo de desestatização previsto na Lei n.º 9.472/1997.Resolução comentada
Análise das alternativas
Os coordenadores da TELEBRAS poderão instituir conselhos consultivos no âmbito da referida companhia com o propósito receber auxílio relativo às matérias técnicas que lhes forem atribuídas.Resolução comentada
Análise das alternativas
O uso de imóveis da administração pública federal direta que tenham sido cedidos com vistas a facilitar a implantação de infraestrutura de telecomunicações deve ser feito em regime de exclusividade pela TELEBRAS.Resolução comentada
Análise das alternativas
São de competência exclusiva da TELEBRAS o fomento e a implantação da infraestrutura, dos serviços, dos sistemas e das aplicações baseados em TIC, necessários para o acesso às redes de telecomunicações pela população residente em localidades remotas.Resolução comentada
Análise das alternativas
É vedada a participação dos auditores internos da TELEBRAS em atos de gestão externos à atividade da auditoria interna.Resolução comentada
Análise das alternativas
Os equipamentos de telecomunicações, incluídos os sistemas radiantes, podem ter certificação expedida por qualquer empresa do ramo.Resolução comentada
Análise das alternativas
Compete ao Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal coordenar as ações do governo federal relativas à segurança da informação, definindo padrões mínimos a serem atendidos em âmbito nacional.Resolução comentada
Análise das alternativas
Constituem pressupostos essenciais à prestação de serviços de telecomunicações que façam uso de numeração pública a identificação do acesso individual ou coletivo de origem ou destino da chamada; a capacidade de rastrear a chamada; e a garantia de manutenção ou suspensão do sigilo.Resolução comentada
Análise das alternativas
De acordo com o Decreto n.º 12.572/2025, a segurança da informação abrange a segurança do pessoal envolvido no ciclo de vida da informação.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
De acordo com as disposições da Lei n.º 9.472/1997 (Lei Geral das Telecomunicações) e do Estatuto Social da TELEBRAS, julgue os itens que se seguem.
De acordo com as disposições da Lei n.º 9.472/1997 (Lei Geral das Telecomunicações) e do Estatuto Social da TELEBRAS, julgue os itens que se seguem.
De acordo com as disposições da Lei n.º 9.472/1997 (Lei Geral das Telecomunicações) e do Estatuto Social da TELEBRAS, julgue os itens que se seguem.
De acordo com as disposições da Lei n.º 9.472/1997 (Lei Geral das Telecomunicações) e do Estatuto Social da TELEBRAS, julgue os itens que se seguem.
Com base no Decreto n.º 9.612/2018 e no Regimento Interno da TELEBRAS, julgue os itens a seguir.
Com base no Decreto n.º 9.612/2018 e no Regimento Interno da TELEBRAS, julgue os itens a seguir.
Com base no Decreto n.º 9.612/2018 e no Regimento Interno da TELEBRAS, julgue os itens a seguir.
Com base no Decreto n.º 9.612/2018 e no Regimento Interno da TELEBRAS, julgue os itens a seguir.
À luz do Decreto n.º 12.572/2025 (Política Nacional de Segurança da Informação) e do Regulamento Geral de Serviços de Telecomunicações (RGST), julgue os próximos itens.
À luz do Decreto n.º 12.572/2025 (Política Nacional de Segurança da Informação) e do Regulamento Geral de Serviços de Telecomunicações (RGST), julgue os próximos itens.
À luz do Decreto n.º 12.572/2025 (Política Nacional de Segurança da Informação) e do Regulamento Geral de Serviços de Telecomunicações (RGST), julgue os próximos itens.
À luz do Decreto n.º 12.572/2025 (Política Nacional de Segurança da Informação) e do Regulamento Geral de Serviços de Telecomunicações (RGST), julgue os próximos itens.