← Voltar para a lista de provas Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA) · Analista Judiciário – Especialidade: Direito 70 questões nesta prova · página 3 de 4 · 65 com gabarito Gabarito disponível O depósito para garantia do juízo não afasta a mora nem os encargos moratórios. Para o STJ, o depósito feito apenas para garantir o juízo, como na execução, não equivale a pagamento. O devedor continua com a disponibilidade jurídica do valor, e a mora e os encargos continuam correndo. Isso difere do depósito com intuito de pagamento, que libera o devedor. Certo: errado, pois a garantia do juízo não cessa a mora. Errado: correto. Referência: Jurisprudência do STJ sobre depósito judicial e encargos moratórios. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O STJ admite dano moral reflexo (em ricochete) de pessoas próximas ao ofendido. Segundo o STJ, a legitimidade para pleitear dano moral não se limita ao ofendido direto. Pessoas muito próximas, como familiares, podem ser indiretamente atingidas e pedir indenização pelo dano reflexo ou em ricochete. Por isso a assertiva, que o nega, está errada. Certo: errado, pois a jurisprudência admite a colegitimação das vítimas por ricochete. Errado: correto. Referência: Jurisprudência do STJ sobre dano moral em ricochete; CC, arts. 12 e 186. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O CPC adota a persuasão racional, com fundamentação das decisões. O art. 371 do CPC determina que o juiz aprecie a prova constante dos autos, independentemente do sujeito que a tiver promovido. Deve indicar na decisão as razões da formação de seu convencimento. Esse é o sistema da persuasão racional ou livre convencimento motivado. Certo: correto. Errado: contraria o art. 371 do CPC. Referência: CPC, art. 371. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A presunção de veracidade do documento público é relativa e admite impugnação por outros meios. O documento público faz prova da sua formação e dos fatos que o agente declarar que ocorreram em sua presença (art. 405). A presunção de veracidade é relativa e não impede prova em contrário, além da arguição de falsidade. Quanto ao conteúdo das declarações das partes, a prova é apenas de que foram feitas. Por isso a afirmação de presunção absoluta está errada. Certo: errado, porque a presunção é relativa. Errado: correto. Referência: CPC, arts. 405 e 411 a 429. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Testemunhas fora do rol tempestivo só são admitidas nas hipóteses legais, não por mero comparecimento espontâneo. O rol de testemunhas deve ser apresentado no prazo fixado pelo juiz, com o limite do art. 357, §§ 4º e 6º. Depois disso, só se admite alteração nos casos do art. 451, como substituição por falecimento, enfermidade ou não localização. O comparecimento espontâneo, por si só, não autoriza a oitiva sem observar o rol, e a assertiva ainda dispensa a aceitação da parte adversa. Certo: errado, pois não há essa permissão genérica. Errado: correto. Referência: CPC, arts. 357, §4º, e 451. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A distribuição dinâmica do ônus da prova é possível por decisão fundamentada. O art. 373, §1º, do CPC autoriza o juiz, diante de peculiaridades da causa, a atribuir o ônus de modo diverso da regra do caput. Isso ocorre quando há impossibilidade ou excessiva dificuldade de cumprir o encargo, ou maior facilidade de obter a prova do fato. A decisão deve ser fundamentada e dar à parte oportunidade de se desincumbir do ônus. Certo: correto. Errado: nega a possibilidade expressamente prevista no CPC. Referência: CPC, art. 373, §1º. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O CPC adota precedentes obrigatórios, incluindo o acórdão em IRDR. O art. 927 do CPC elenca os pronunciamentos que juízes e tribunais devem observar. O inciso III inclui os acórdãos em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência. Assim, a assertiva está correta. Certo: correto. Errado: contraria o art. 927, III. Referência: CPC, art. 927, III. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A tese do IRDR tem eficácia vinculante para todos os processos da área de jurisdição do tribunal. Julgado o IRDR, a tese jurídica é aplicada a todos os processos individuais e coletivos que versem sobre a mesma questão e tramitem na área de jurisdição do tribunal. O efeito, portanto, não se limita às partes do caso-piloto nem depende de menção expressa. Certo: errado, pois a eficácia é vinculante e abrangente por força de lei. Errado: correto. Referência: CPC, art. 985. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A instauração do IRDR não é automática; depende de requisitos e de pedido de legitimado. O IRDR exige os requisitos do art. 976: efetiva repetição de processos com a mesma questão de direito e risco de ofensa à isonomia e à segurança jurídica. Também exige pedido do juiz, das partes, do Ministério Público ou da Defensoria Pública, e juízo de admissibilidade pelo órgão colegiado. Não há instauração automática. Certo: errado, pois faltam pedido e admissibilidade. Errado: correto. Referência: CPC, arts. 976 e 977. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A desistência do recurso independe de anuência da parte contrária e pode ser feita a qualquer tempo. O art. 998 do CPC permite desistir do recurso a qualquer tempo, sem anuência do recorrido ou dos litisconsortes. A jurisprudência admite que o tribunal indefira a desistência quando ela for usada como manobra para evitar a formação de precedente desfavorável. Esse entendimento é compatível com o gabarito. Certo: correto, conforme o art. 998 e o entendimento sobre abuso processual. Errado: ignora a regra de que a desistência dispensa anuência. Referência: CPC, art. 998. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A análise do contexto fático é vedada em recurso especial (Súmula 7/STJ). O recurso especial não serve para reexaminar fatos e provas, conforme a Súmula 7/STJ. A relevância da matéria não afasta esse óbice. Se a decisão se baseou na análise fática, o recurso não será admitido nesse ponto. Certo: errado, porque a relevância da matéria não supera a vedação ao reexame de fatos. Errado: correto. Referência: Súmula 7/STJ; CF, art. 105, III. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O tribunal de origem realiza, sim, o juízo de admissibilidade do recurso especial. Pelo art. 1.030 do CPC, recebidas as contrarrazões, o presidente ou vice-presidente do tribunal recorrido examina a admissibilidade do recurso especial. O STJ faz depois um juízo definitivo e não fica vinculado ao primeiro. Logo, não é função exclusiva do STJ. Certo: errado, pois o tribunal de origem pode e deve fazer o primeiro juízo. Errado: correto. Referência: CPC, art. 1.030, V. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O juízo de admissibilidade na origem cabe ao presidente ou vice-presidente do tribunal e não pode ser delegado ao colegiado do STJ. No recurso especial há dois juízos de admissibilidade: o do tribunal de origem, feito pelo presidente ou vice-presidente (art. 1.030), e o do STJ. Não existe delegação do primeiro ao órgão colegiado do STJ. O STJ faz o seu próprio juízo, que não depende do da origem. Por isso a assertiva está errada. Certo: errado, pois a competência é fixada por lei e não se delega ao STJ. Errado: correto. Referência: CPC, arts. 1.029 e 1.030. Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Questão anulada Gabarito disponível Art. 138 do CPC: o amicus curiae não altera a competência e só pode recorrer por embargos de declaração e contra decisão de IRDR. O CPC prevê a intervenção do amicus curiae para auxiliar o juízo com subsídios relevantes. Essa intervenção não altera a competência nem autoriza a interposição de recursos. Há duas ressalvas: os embargos de declaração e a decisão que julga o IRDR. O item reproduz o art. 138 e seu §1º. Certo: correto. Errado: contraria a literalidade do art. 138 do CPC. Referência: CPC, art. 138, caput e §§ 1º a 3º. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Houve coautoria (e não autoria mediata/participação), pois ambos executaram o roubo. Autoria mediata exige que o agente se sirva de outra pessoa como instrumento (por exemplo, um inimputável sem discernimento). Aqui, João e Pedro agiram em divisão de tarefas na execução do roubo: um anunciou o assalto e o outro deu cobertura. Isso configura coautoria. O fato de Pedro ser menor de 18 anos não transforma João em autor mediato, e Pedro não é mero partícipe. Certo: errado, porque não há autoria mediata nem participação. Os dois realizaram atos executórios em conjunto, como coautores. Errado: correto. Referência: Código Penal, arts. 29 e 157; teoria do domínio do fato (autoria mediata e coautoria). Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível A inimputabilidade de um agente não afasta o concurso de pessoas. O concurso de pessoas exige pluralidade de agentes e liame subjetivo, e não imputabilidade de todos. A participação de um menor com um maior não exclui o concurso. Em regra, ele é reconhecido, e o menor pode até configurar a causa de aumento prevista para o roubo, quando houver o requisito. Por isso o item está errado. Certo: incorreto, pois a inimputabilidade não afasta o concurso de pessoas. Errado: correto. Referência: Código Penal, art. 29 e art. 157; Estatuto da Criança e do Adolescente. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A lesão leve no roubo não é qualificadora específica. As qualificadoras do roubo (art. 157, §3º) envolvem lesão corporal grave ou morte. A lesão leve não qualifica o crime, pois fica absorvida pela violência do roubo próprio. Por isso o item está errado. Certo: incorreto, pois a lesão leve não é qualificadora. Errado: correto. Referência: Código Penal, art. 157. Resolução comentada do VaiConcursos.TJPA 2025 — Analista Judiciário – Especialidade: Direito (Cargo 9) — Prova Objetiva – Conhecimentos Específicos
O depósito judicial realizado para a garantia do juízo afasta a mora do devedor, cessando os encargos moratórios previstos no título executivo.Resolução comentada
Análise das alternativas
A legitimidade para pleitear a reparação por danos morais é do próprio ofendido, titular do bem jurídico diretamente atingido, não se admitindo como colegitimadas as pessoas que, embora afetivamente muito próximas, apenas se sintam indiretamente atingidas pelo evento danoso.Resolução comentada
Análise das alternativas
O sistema de valoração adotado no sistema processual brasileiro é o da persuasão racional, também denominado livre convencimento motivado, segundo o qual o juiz é livre para formar sua convicção pela apreciação das provas produzidas, conferindo-lhes o peso que entender cabível em cada processo e fundamentando a decisão conforme os elementos constantes dos autos.Resolução comentada
Análise das alternativas
Por sua presunção absoluta de veracidade, a prova documental pública faz prova plena e não admite impugnação, salvo por falsidade devidamente comprovada.Resolução comentada
Análise das alternativas
Mesmo após o transcurso do prazo para apresentação do rol de testemunhas, as partes podem apresentar em juízo, no momento da audiência de instrução, outras testemunhas a serem ouvidas, desde que elas compareçam espontaneamente ao ato e sua oitiva seja pertinente para o descobrimento da verdade e para o deslinde da controvérsia, independentemente de aceitação da parte adversa.Resolução comentada
Análise das alternativas
A distribuição dinâmica do ônus da prova permite ao juiz atribuir o ônus probatório de modo diverso do previsto legalmente, mediante decisão fundamentada.Resolução comentada
Análise das alternativas
O atual CPC institui o sistema de precedentes obrigatórios, que abrange, entre outros precedentes, as decisões proferidas em IRDR.Resolução comentada
Análise das alternativas
A tese firmada em IRDR possui efeito apenas entre as partes do processo específico que deu origem ao incidente, abrangendo os demais processos similares desde que haja menção expressa sobre sua extensão.Resolução comentada
Análise das alternativas
A instauração de IRDR é automática sempre que houver demandas repetitivas em curso.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em ação indenizatória ajuizada por Maria, vítima do compartilhamento não autorizado de imagens íntimas suas em um aplicativo de mensagens, o tribunal estadual reconheceu a responsabilidade civil da empresa provedora do serviço, que, embora tenha sido devidamente notificada administrativamente para proceder à remoção do conteúdo, permaneceu inerte sob a alegação de impossibilidade técnica em razão da criptografia de ponta a ponta presente no referido aplicativo. Inconformada, a empresa interpôs recurso especial ao STJ.
Com base no caso hipotético precedente, julgue os itens que se seguem.
A desistência do recurso interposto pela empresa pode ser homologada a qualquer tempo, independentemente da concordância da parte contrária, podendo ele ser indeferido quando houver indício de uso de mera estratégia processual para se evitar a formação de jurisprudência contrária aos interesses da empresa recorrente.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em ação indenizatória ajuizada por Maria, vítima do compartilhamento não autorizado de imagens íntimas suas em um aplicativo de mensagens, o tribunal estadual reconheceu a responsabilidade civil da empresa provedora do serviço, que, embora tenha sido devidamente notificada administrativamente para proceder à remoção do conteúdo, permaneceu inerte sob a alegação de impossibilidade técnica em razão da criptografia de ponta a ponta presente no referido aplicativo. Inconformada, a empresa interpôs recurso especial ao STJ.
Com base no caso hipotético precedente, julgue os itens que se seguem.
O recurso especial será admitido ainda que a decisão impugnada tenha sido ancorada em análise do contexto fático do processo, haja vista a relevância da matéria.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em ação indenizatória ajuizada por Maria, vítima do compartilhamento não autorizado de imagens íntimas suas em um aplicativo de mensagens, o tribunal estadual reconheceu a responsabilidade civil da empresa provedora do serviço, que, embora tenha sido devidamente notificada administrativamente para proceder à remoção do conteúdo, permaneceu inerte sob a alegação de impossibilidade técnica em razão da criptografia de ponta a ponta presente no referido aplicativo. Inconformada, a empresa interpôs recurso especial ao STJ.
Com base no caso hipotético precedente, julgue os itens que se seguem.
O tribunal de justiça não poderia realizar a análise de admissibilidade do recurso especial, visto que tal função é exclusiva do STJ.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em ação indenizatória ajuizada por Maria, vítima do compartilhamento não autorizado de imagens íntimas suas em um aplicativo de mensagens, o tribunal estadual reconheceu a responsabilidade civil da empresa provedora do serviço, que, embora tenha sido devidamente notificada administrativamente para proceder à remoção do conteúdo, permaneceu inerte sob a alegação de impossibilidade técnica em razão da criptografia de ponta a ponta presente no referido aplicativo. Inconformada, a empresa interpôs recurso especial ao STJ.
Com base no caso hipotético precedente, julgue os itens que se seguem.
O primeiro juízo de admissibilidade recursal pode ser delegado pelo presidente do tribunal de origem ao órgão colegiado do STJ, desde que assegurado à parte recorrida o direito de apresentar contrarrazões ao recurso especial.Resolução comentada
Análise das alternativas
O terceiro juridicamente interessado em que a sentença seja favorável a uma das partes poderá intervir no processo para lhe prestar auxílio, em qualquer procedimento e em todos os graus de jurisdição, e, admitido como tal, exercerá os mesmos poderes e se sujeitará aos mesmos ônus processuais que o assistido.
O litisconsórcio necessário ocorre quando a presença de todos os litisconsortes é indispensável para a validade do processo.
O amicus curiae atua como auxiliar do juiz, fornecendo subsídios jurídicos relevantes para o deslinde da causa, e sua intervenção não implica alteração de competência nem autoriza a interposição de recursos, ressalvada a oposição de embargos de declaração e nos casos de decisão que julgar incidente de resolução de demandas repetitivas.Resolução comentada
Análise das alternativas
João, de 19 anos de idade, e Pedro, de 17 anos de idade, assaltaram uma loja de eletrônicos: João empunhou um simulacro de arma de fogo, com aparência fidedigna à de uma arma real, e anunciou o assalto, enquanto Pedro permaneceu do lado de fora da loja, dando cobertura. Durante a ação, o proprietário da loja reagiu, e João, acreditando estar sendo atacado com uma arma, quando na verdade o comerciante apenas segurava uma calculadora, desferiu um soco no rosto da vítima, causando-lhe lesões corporais leves. Posteriormente, descobriu-se que João tem transtorno mental, o que, à época dos fatos, reduziu parcialmente sua capacidade de entendimento do caráter ilícito da sua conduta.
A partir da situação hipotética apresentada, julgue os itens a seguir.
No caso narrado, houve concurso de pessoas, sendo João o autor mediato e Pedro o partícipe, uma vez que ambos contribuíram para a prática do crime de roubo.Resolução comentada
Análise das alternativas
João, de 19 anos de idade, e Pedro, de 17 anos de idade, assaltaram uma loja de eletrônicos: João empunhou um simulacro de arma de fogo, com aparência fidedigna à de uma arma real, e anunciou o assalto, enquanto Pedro permaneceu do lado de fora da loja, dando cobertura. Durante a ação, o proprietário da loja reagiu, e João, acreditando estar sendo atacado com uma arma, quando na verdade o comerciante apenas segurava uma calculadora, desferiu um soco no rosto da vítima, causando-lhe lesões corporais leves. Posteriormente, descobriu-se que João tem transtorno mental, o que, à época dos fatos, reduziu parcialmente sua capacidade de entendimento do caráter ilícito da sua conduta.
A partir da situação hipotética apresentada, julgue os itens a seguir.
A conduta de João configura o crime de roubo, pois houve emprego de grave ameaça mediante o uso de arma de fogo, ainda que posteriormente tenha sido constatado tratar-se de simulacro.
João, de 19 anos de idade, e Pedro, de 17 anos de idade, assaltaram uma loja de eletrônicos: João empunhou um simulacro de arma de fogo, com aparência fidedigna à de uma arma real, e anunciou o assalto, enquanto Pedro permaneceu do lado de fora da loja, dando cobertura. Durante a ação, o proprietário da loja reagiu, e João, acreditando estar sendo atacado com uma arma, quando na verdade o comerciante apenas segurava uma calculadora, desferiu um soco no rosto da vítima, causando-lhe lesões corporais leves. Posteriormente, descobriu-se que João tem transtorno mental, o que, à época dos fatos, reduziu parcialmente sua capacidade de entendimento do caráter ilícito da sua conduta.
A partir da situação hipotética apresentada, julgue os itens a seguir.
Pedro, devido à menoridade, é penalmente inimputável, portanto, em razão da inimputabilidade de um dos agentes da ação criminosa, não incidiria a causa de aumento de pena do concurso de pessoas, caso houvesse condenação criminal.Resolução comentada
Análise das alternativas
João, de 19 anos de idade, e Pedro, de 17 anos de idade, assaltaram uma loja de eletrônicos: João empunhou um simulacro de arma de fogo, com aparência fidedigna à de uma arma real, e anunciou o assalto, enquanto Pedro permaneceu do lado de fora da loja, dando cobertura. Durante a ação, o proprietário da loja reagiu, e João, acreditando estar sendo atacado com uma arma, quando na verdade o comerciante apenas segurava uma calculadora, desferiu um soco no rosto da vítima, causando-lhe lesões corporais leves. Posteriormente, descobriu-se que João tem transtorno mental, o que, à época dos fatos, reduziu parcialmente sua capacidade de entendimento do caráter ilícito da sua conduta.
A partir da situação hipotética apresentada, julgue os itens a seguir.
A lesão corporal leve causada pelo soco desferido por João na vítima do roubo caracteriza uma qualificadora específica do crime de roubo que implica aumento da pena em abstrato do crime, em caso de condenação criminal.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em relação à eficácia das leis no espaço, à capacidade civil, à mora e aos direitos da personalidade, julgue os itens a seguir conforme o entendimento do STJ.
Em relação à eficácia das leis no espaço, à capacidade civil, à mora e aos direitos da personalidade, julgue os itens a seguir conforme o entendimento do STJ.
A respeito da valoração da prova, julgue os itens a seguir, com base no Código de Processo Civil (CPC).
A respeito da valoração da prova, julgue os itens a seguir, com base no Código de Processo Civil (CPC).
A respeito da valoração da prova, julgue os itens a seguir, com base no Código de Processo Civil (CPC).
A respeito da valoração da prova, julgue os itens a seguir, com base no Código de Processo Civil (CPC).
Em relação ao incidente de resolução de demandas repetitivas (IRDR), julgue os itens seguintes.
Em relação ao incidente de resolução de demandas repetitivas (IRDR), julgue os itens seguintes.
Em relação ao incidente de resolução de demandas repetitivas (IRDR), julgue os itens seguintes.
Texto-base:
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Acerca do litisconsórcio e intervenção de terceiros no âmbito do sistema jurídico processual civil, julgue os seguintes itens.
Acerca do litisconsórcio e intervenção de terceiros no âmbito do sistema jurídico processual civil, julgue os seguintes itens.
Acerca do litisconsórcio e intervenção de terceiros no âmbito do sistema jurídico processual civil, julgue os seguintes itens.
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