← Voltar para a lista de provas Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA) · Analista Judiciário – Especialidade: Medicina 70 questões nesta prova · página 1 de 4 · 69 com gabarito Gabarito disponível Três medidas de 145–152/90–94 mmHg classificam HA estágio 1. Pela classificação em consultório, PAS de 140 a 159 e/ou PAD de 90 a 99 mmHg correspondem ao estágio 1. As três medidas se enquadram nessa faixa, e a persistência ao longo de visitas distintas caracteriza hipertensão sustentada. Esta é a leitura do gabarito, embora a confirmação com MAPA/MRPA fosse desejável. Certo: correto, pelas faixas de valores. Errado: incorreto, pois as medidas bastam para a classificação do item. Referência: Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (SBC): classificação da PA. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível MAPA de 24 h de 128/84 mmHg ainda é diagnóstico de hipertensão pela diastólica. O ponto de corte da média de 24 horas na MAPA é 130/80 mmHg. Com 128/84, a diastólica (84) está acima de 80, portanto o critério para hipertensão é preenchido e não se pode descartar o diagnóstico nem atribuir tudo ao avental branco. Certo: incorreto, pois a PAD de 24 h está elevada. Errado: correto. Referência: Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (SBC): valores de referência da MAPA. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Hipertensão do avental branco mantém risco cardiovascular maior que o de normotensos. Estudos e diretrizes mostram que indivíduos com HAB têm risco cardiovascular a longo prazo maior que normotensos verdadeiros, devido à evolução para HA sustentada, às alterações metabólicas e à lesão de órgão-alvo. Por isso exigem seguimento. Certo: correto. Errado: incorreto, pois a HAB não é condição inócua. Referência: Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (SBC). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Combinações em dose fixa em comprimido único são recomendadas. As diretrizes de hipertensão recomendam preferir combinações de fármacos em dose fixa em comprimido único, pois melhoram a adesão e o controle pressórico, sem aumento relevante de efeitos colaterais. A afirmativa inverte essa recomendação. Certo: incorreto, porque as combinações são aconselhadas. Errado: correto. Referência: Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (SBC). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível IC com FE preservada (ICFEp) existe; FE > 50% não afasta IC. A paciente tem sintomas e sinais de IC, BNP elevado, disfunção diastólica e aumento biatrial, o que caracteriza IC com fração de ejeção preservada. Portanto, a FE acima de 50% não afasta o diagnóstico. Certo: incorreto, pois a FE normal não exclui IC. Errado: correto. Referência: Diretriz brasileira de insuficiência cardíaca (SBC). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Baixa voltagem no ECG + hipertrofia no eco sugere amiloidose cardíaca. A discordância entre baixa voltagem do QRS e espessamento miocárdico (hipertrofia concêntrica) é sinal clássico de infiltração amiloide. Associada a ICFEp, FA e idade avançada, impõe suspeita de amiloidose cardíaca (investigar cadeias leves e cintilografia com pirofosfato). Certo: correto. Errado: incorreto, pois o quadro é típico de suspeita de amiloidose. Referência: Diretrizes de cardiomiopatias / amiloidose cardíaca (SBC). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A fibrilação atrial eleva o BNP, exigindo pontos de corte maiores. A fibrilação atrial aumenta os peptídeos natriuréticos independentemente da IC, por distensão atrial. Por isso as diretrizes sugerem limiares mais altos nesse cenário, o que reduz falsos-positivos. Certo: correto. Errado: incorreto, pois o ritmo de FA influencia a interpretação. Referência: Diretriz brasileira de insuficiência cardíaca (SBC). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Na congestão aguda a primeira escolha é diurético de alça, não iSGLT2. A paciente tem IC congestiva descompensada (provável ICFEp por amiloidose). A descongestão inicial é feita com diurético de alça IV. Os iSGLT2 têm benefício em ICFEp, mas como terapia de base, e não substituem o diurético de alça na emergência, nem este deve ser reservado para casos refratários. Certo: incorreto, por inverter a prioridade entre iSGLT2 e diurético de alça. Errado: correto. Referência: Diretriz brasileira de insuficiência cardíaca aguda e crônica (SBC). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A mioglobina não é recomendada; basta troponina ultrassensível seriada. A mioglobina sobe cedo, mas tem baixa especificidade, e a troponina ultrassensível já oferece alta sensibilidade precoce com protocolos rápidos. Por isso as diretrizes não recomendam a mioglobina como exame adicional. Certo: incorreto, pela baixa especificidade da mioglobina e pela ausência de benefício adicional. Errado: correto. Referência: Diretrizes de SCA sem supra de ST (SBC/ESC). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Morfina não é a analgesia de escolha na SCA; nitrato é o primeiro passo. Na dor isquêmica, a medida inicial é nitrato sublingual (se não houver contraindicação), e a morfina fica reservada para dor refratária, pois pode atrasar a absorção dos antiagregantes orais e piorar desfechos. Logo, não é a analgesia inicial de escolha. Certo: incorreto, porque a morfina é de uso restrito. Errado: correto. Referência: Diretrizes brasileiras de SCA (SBC). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível ECG normal e uma troponina negativa isolados não bastam para dar alta. Com dor típica, diabetes e tabagismo, é preciso estratificar o risco: repetir ECG, fazer troponina seriada (protocolo 0/1h, 0/3h ou conforme o tempo de início) e, se necessário, usar testes de isquemia ou imagem. Uma única troponina e um ECG inicial normal não excluem SCA, sobretudo com dor iniciada há 3 horas. Certo: incorreto, pela dependência de uma única amostra. Errado: correto. Referência: Diretrizes de dor torácica e SCA sem supra de ST (SBC/ESC). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível AAS 150–300 mg precoce é indicado na suspeita de SCA. Paciente de risco com dor anginosa típica sugere síndrome coronariana aguda. O AAS em dose de ataque (150 a 300 mg, mastigado) deve ser dado o mais cedo possível, desde que não haja contraindicação. Certo: correto. Errado: incorreto, porque a dose e a indicação estão de acordo com as diretrizes. Referência: Diretrizes brasileiras de SCA sem supra de ST (SBC). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível É exacerbação grave de asma; trata-se com SABA + ipratrópio, O2 e corticoide sistêmico. A paciente fala frases incompletas, usa musculatura acessória, tem FC > 120, SpO2 de 90% e PFE de 45% do predito, o que caracteriza exacerbação grave. O tratamento inicial é broncodilatador de curta ação associado a ipratrópio a cada 20 minutos na primeira hora, oxigênio para manter SpO2 de 93 a 95% e corticoide sistêmico precoce (como metilprednisolona IV). Certo: correto, pois a conduta descrita segue o manejo da crise grave. Errado: incorreto, porque a conduta proposta é a recomendada. Referência: GINA e Diretrizes da SBPT: manejo da exacerbação aguda da asma. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Asma + rinossinusite crônica + polipose + intolerância à AAS = AERD. A tríade de asma, polipose nasal/rinossinusite crônica e reações respiratórias à aspirina define o fenótipo de asma exacerbada por aspirina (doença respiratória exacerbada por AAS, antiga tríade de Samter). O caso reúne todos esses elementos. Certo: correto. Errado: incorreto, pois o caso preenche o fenótipo. Referência: GINA / Diretrizes da SBPT para asma. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Na AERD não se proíbem todos os AINEs: os inibidores seletivos de COX-2 costumam ser tolerados. Pacientes com asma exacerbada por aspirina devem evitar AAS e AINEs inibidores de COX-1, mas a proibição de qualquer AINE é generalização incorreta. Inibidores seletivos de COX-2 e paracetamol em doses baixas costumam ser tolerados. Há ainda a opção de dessensibilização com aspirina em centros especializados. Por isso o item está errado. Certo: incorreto, porque nem todos os AINEs precipitam crise. Errado: correto, pela generalização indevida de 'qualquer outro anti-inflamatório'. Referência: GINA / Diretrizes da SBPT para asma: AERD. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A fisiopatologia da asma exacerbada por AAS foi descrita de forma incorreta. Na doença respiratória exacerbada por AAS, a aspirina inibe a COX-1, não a COX-2. Isso reduz a PGE2, que normalmente freia mastócitos e eosinófilos, e desvia o metabolismo do ácido araquidônico para a via da 5-lipoxigenase. O resultado é produção excessiva de cisteinil-leucotrienos por mastócitos e eosinófilos, com broncoconstrição. A afirmativa erra a enzima, a cadeia causal (histamina) e a célula envolvida (basófilos). Certo: incorreto, pela troca de COX-1 por COX-2, pela cadeia causal invertida e pela célula citada. Errado: correto. Referência: GINA / Diretrizes da SBPT para asma: asma exacerbada por AAS (AERD). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Paciente com TEP instável precisa de UTI, monitorização, O2 e reavaliação. O paciente tem TEP com hipotensão e hipoxemia, ou seja, alto risco. Os passos iniciais adequados são internação em terapia intensiva, monitorização multiparamétrica, oxigênio suplementar, acesso venoso (com cautela com fluidos) e gasometria arterial para reavaliar a oxigenação. Isso se soma à anticoagulação imediata e, se indicado, à trombólise. Certo: correto, pois a conduta descrita é de suporte inicial coerente com instabilidade hemodinâmica. Errado: incorreto, porque nenhum desses passos é contraindicado. Referência: Diretrizes de TEP (SBPT/ESC) sobre manejo do TEP de alto risco. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O quadro é de TEP de alto risco, não de sepse de foco pulmonar. Dispneia súbita, dor pleurítica, taquicardia, hipotensão, hipoxemia, sinais de TVP em membro inferior direito, neoplasia (prostática, aguardando cirurgia), hiperfonese de B2 e sopro tricúspide indicam tromboembolismo pulmonar. A tomografia mostra opacidade de base pleural (infarto pulmonar) e VD/VE > 0,9 (sobrecarga de VD). O diagnóstico principal é, portanto, TEP com instabilidade hemodinâmica, e a hipoxemia decorre do distúrbio V/Q por obstrução vascular, não de pneumonia. Certo: errado, porque a pneumonia não explica a TVP, a sobrecarga de VD nem a piora na vigência de antibiótico. Errado: correto, pois o diagnóstico principal é TEP. Referência: Diretrizes de TEP (SBPT/ESC): quadro clínico, probabilidade pré-teste e estratificação de risco. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Após estabilização, angiotomografia de tórax e doppler de membro à beira-leito. Com suspeita de TEP e alta probabilidade pré-teste, confirma-se por angiotomografia de tórax após estabilização inicial. O doppler/ultrassom de membro inferior à beira-leito, que identifica trombose venosa profunda, pode apoiar o diagnóstico e ajudar quando o paciente está instável demais para ir à tomografia. O item é considerado correto. Certo: correto. Errado: incorreto, pois os exames citados são adequados à investigação do caso. Referência: Diretriz ESC – Embolia pulmonar Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível TEP de alto risco: heparina não fracionada e trombólise. O paciente tem alta probabilidade clínica de TEP (neoplasia, edema unilateral de membro inferior, taquicardia, dor pleurítica) e instabilidade hemodinâmica (PA 85x60), com sobrecarga de VD (VD/VE > 0,9). Isso caracteriza TEP de alto risco, em que se inicia heparina não fracionada imediatamente e se considera trombólise sistêmica com alteplase, após avaliar contraindicações. Certo: correto. Errado: incorreto, pois a conduta descrita é a recomendada para TEP com instabilidade. Referência: Diretriz ESC – Embolia pulmonar Resolução comentada do VaiConcursos.TJPA 2025 — Analista Judiciário – Especialidade: Medicina (Cargo 17) — Prova Objetiva – Conhecimentos Específicos
Um homem de 45 anos de idade faz acompanhamento ambulatorial para prevenção de eventos cardiovasculares. Suas medidas de pressão arterial no consultório em três ocasiões distintas, ao longo do último mês, foram respectivamente iguais a 148 mmHg × 92 mmHg, 152 mmHg × 94 mmHg e 145 mmHg × 90 mmHg. Ele relata sentir-se nervoso no consultório e nega quaisquer sintomas em casa. Ele não possui comorbidades conhecidas e é ativo fisicamente. O restante do exame físico está normal.
A partir desse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
Com base apenas nas três medições de pressão arterial realizadas no consultório, é possível classificar o paciente como portador de hipertensão sustentada estágio 1.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um homem de 45 anos de idade faz acompanhamento ambulatorial para prevenção de eventos cardiovasculares. Suas medidas de pressão arterial no consultório em três ocasiões distintas, ao longo do último mês, foram respectivamente iguais a 148 mmHg × 92 mmHg, 152 mmHg × 94 mmHg e 145 mmHg × 90 mmHg. Ele relata sentir-se nervoso no consultório e nega quaisquer sintomas em casa. Ele não possui comorbidades conhecidas e é ativo fisicamente. O restante do exame físico está normal.
A partir desse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
Haja vista a possibilidade de efeito do avental branco, se um MAPA de 24 horas fosse realizado no paciente e mostrasse pressão arterial média igual a 128 mmHg × 84 mmHg, o diagnóstico de hipertensão deveria ser descartado e as alterações da pressão arterial observadas no consultório poderiam ser consideradas efeito do avental branco.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um homem de 45 anos de idade faz acompanhamento ambulatorial para prevenção de eventos cardiovasculares. Suas medidas de pressão arterial no consultório em três ocasiões distintas, ao longo do último mês, foram respectivamente iguais a 148 mmHg × 92 mmHg, 152 mmHg × 94 mmHg e 145 mmHg × 90 mmHg. Ele relata sentir-se nervoso no consultório e nega quaisquer sintomas em casa. Ele não possui comorbidades conhecidas e é ativo fisicamente. O restante do exame físico está normal.
A partir desse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
Mesmo que o paciente seja diagnosticado com hipertensão do avental branco, ele ainda apresenta um risco cardiovascular de longo prazo maior que o de indivíduos normotensos verdadeiros.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um homem de 45 anos de idade faz acompanhamento ambulatorial para prevenção de eventos cardiovasculares. Suas medidas de pressão arterial no consultório em três ocasiões distintas, ao longo do último mês, foram respectivamente iguais a 148 mmHg × 92 mmHg, 152 mmHg × 94 mmHg e 145 mmHg × 90 mmHg. Ele relata sentir-se nervoso no consultório e nega quaisquer sintomas em casa. Ele não possui comorbidades conhecidas e é ativo fisicamente. O restante do exame físico está normal.
A partir desse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
A utilização de combinações de fármacos em dose fixa e em comprimido único é desaconselhada para pacientes como este, pois pode levar a maior ocorrência de efeitos colaterais, o que reduz a adesão ao tratamento.Resolução comentada
Análise das alternativas
Uma mulher de 72 anos de idade foi admitida no pronto-socorro com quadro de dispneia e fadiga progressivas nos últimos 3 meses, com piora significativa nos últimos 2 dias. No exame físico, apresentou ritmo cardíaco irregular, crepitações pulmonares finas bilaterais, turgência jugular e edema em membros inferiores. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo de fibrilação atrial e baixa voltagem do complexo QRS. O ecocardiograma revelou aumento biatrial, ventrículo esquerdo com hipertrofia concêntrica, disfunção diastólica moderada, fração de ejeção de 58% e ventrículo direito sem alterações. Foi coletado um BNP de 350 pg/mL.
Considerando o caso clínico hipotético apresentado, julgue os itens que se seguem.
O diagnóstico de insuficiência cardíaca deve ser afastado, já que a fração de ejeção do ventrículo esquerdo está acima de 50%.Resolução comentada
Análise das alternativas
Uma mulher de 72 anos de idade foi admitida no pronto-socorro com quadro de dispneia e fadiga progressivas nos últimos 3 meses, com piora significativa nos últimos 2 dias. No exame físico, apresentou ritmo cardíaco irregular, crepitações pulmonares finas bilaterais, turgência jugular e edema em membros inferiores. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo de fibrilação atrial e baixa voltagem do complexo QRS. O ecocardiograma revelou aumento biatrial, ventrículo esquerdo com hipertrofia concêntrica, disfunção diastólica moderada, fração de ejeção de 58% e ventrículo direito sem alterações. Foi coletado um BNP de 350 pg/mL.
Considerando o caso clínico hipotético apresentado, julgue os itens que se seguem.
Deve ser levantada a suspeita de amiloidose cardíaca, devido à baixa voltagem no complexo QRS no eletrocardiograma em conjunto com o espessamento ventricular esquerdo no ecocardiograma.Resolução comentada
Análise das alternativas
Uma mulher de 72 anos de idade foi admitida no pronto-socorro com quadro de dispneia e fadiga progressivas nos últimos 3 meses, com piora significativa nos últimos 2 dias. No exame físico, apresentou ritmo cardíaco irregular, crepitações pulmonares finas bilaterais, turgência jugular e edema em membros inferiores. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo de fibrilação atrial e baixa voltagem do complexo QRS. O ecocardiograma revelou aumento biatrial, ventrículo esquerdo com hipertrofia concêntrica, disfunção diastólica moderada, fração de ejeção de 58% e ventrículo direito sem alterações. Foi coletado um BNP de 350 pg/mL.
Considerando o caso clínico hipotético apresentado, julgue os itens que se seguem.
Considerando-se o ritmo cardíaco apresentado no ECG da paciente, pontos de corte mais elevados devem ser considerados para interpretação do resultado do peptídeo natriurético.Resolução comentada
Análise das alternativas
Uma mulher de 72 anos de idade foi admitida no pronto-socorro com quadro de dispneia e fadiga progressivas nos últimos 3 meses, com piora significativa nos últimos 2 dias. No exame físico, apresentou ritmo cardíaco irregular, crepitações pulmonares finas bilaterais, turgência jugular e edema em membros inferiores. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo de fibrilação atrial e baixa voltagem do complexo QRS. O ecocardiograma revelou aumento biatrial, ventrículo esquerdo com hipertrofia concêntrica, disfunção diastólica moderada, fração de ejeção de 58% e ventrículo direito sem alterações. Foi coletado um BNP de 350 pg/mL.
Considerando o caso clínico hipotético apresentado, julgue os itens que se seguem.
De acordo com os ensaios clínicos mais recentes publicados, os inibidores de SGLT2 devem ser a primeira escolha no tratamento de emergência dessa paciente, enquanto os diuréticos de alço devem ser reservados para os casos refratários.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um homem de 58 anos de idade, com histórico de diabetes melito e tabagismo, chegou à emergência com dor torácica retroesternal tipo aperto, iniciada havia cerca de 3 horas, sem alívio completo com repouso. A dor irradiava para o braço esquerdo. O eletrocardiograma (ECG) realizado na admissão mostrou ritmo sinusal, sem supra ou infradesnivelamento do segmento ST ou outras alterações. O marcador de necrose miocárdica troponina ultrassensível foi colhido, mas é aguardado o resultado.
Julgue os seguintes itens, referentes ao caso clínico hipotético apresentado.
Como o paciente chegou à emergência antes de 6 horas do início dos sintomas, adicionalmente deveria ser solicitado exame da mioglobina, devido à sua maior sensibilidade para detecção precoce de infarto do miocárdio.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um homem de 58 anos de idade, com histórico de diabetes melito e tabagismo, chegou à emergência com dor torácica retroesternal tipo aperto, iniciada havia cerca de 3 horas, sem alívio completo com repouso. A dor irradiava para o braço esquerdo. O eletrocardiograma (ECG) realizado na admissão mostrou ritmo sinusal, sem supra ou infradesnivelamento do segmento ST ou outras alterações. O marcador de necrose miocárdica troponina ultrassensível foi colhido, mas é aguardado o resultado.
Julgue os seguintes itens, referentes ao caso clínico hipotético apresentado.
A analgesia inicial de escolha para esse paciente deve ser feita com morfina, devido à presença de dor possivelmente isquêmica.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um homem de 58 anos de idade, com histórico de diabetes melito e tabagismo, chegou à emergência com dor torácica retroesternal tipo aperto, iniciada havia cerca de 3 horas, sem alívio completo com repouso. A dor irradiava para o braço esquerdo. O eletrocardiograma (ECG) realizado na admissão mostrou ritmo sinusal, sem supra ou infradesnivelamento do segmento ST ou outras alterações. O marcador de necrose miocárdica troponina ultrassensível foi colhido, mas é aguardado o resultado.
Julgue os seguintes itens, referentes ao caso clínico hipotético apresentado.
Uma vez normal o resultado do ECG, estará indicada a alta hospitalar do paciente em questão, desde que haja resultado negativo da troponina colhida e alívio da dor.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um homem de 58 anos de idade, com histórico de diabetes melito e tabagismo, chegou à emergência com dor torácica retroesternal tipo aperto, iniciada havia cerca de 3 horas, sem alívio completo com repouso. A dor irradiava para o braço esquerdo. O eletrocardiograma (ECG) realizado na admissão mostrou ritmo sinusal, sem supra ou infradesnivelamento do segmento ST ou outras alterações. O marcador de necrose miocárdica troponina ultrassensível foi colhido, mas é aguardado o resultado.
Julgue os seguintes itens, referentes ao caso clínico hipotético apresentado.
É recomendado o uso de AAS na dose inicial de 150 mg a 300 mg o mais precocemente possível, caso o paciente em tela não possua contraindicação prévia.Resolução comentada
Análise das alternativas
Paciente de 35 anos de idade, do sexo feminino, compareceu ao hospital para consulta médica, apresentando quadro de tosse seca, sibilos, dispneia e opressão torácica. Relatou que os sintomas apareciam e desapareciam no tempo e eram desencadeados com a mudança do clima, ao ficar mais frio, e quando tinha contato com livros velhos. Referiu ser alérgica a aspirina, pois, em uma das crises prévias, havia sido receitado esse medicamento e ela apresentara piora considerável dos sintomas de tosse, dispneia e sibilos, tendo tido que retornar ao pronto-socorro. Disse que, geralmente, quando em crise, faz uso de salbutamol, mas que desta vez esse medicamento não resolveu o problema. A paciente tem antecedentes pessoais de rinossinusite crônica e pólipos nasais, nega outras comorbidades, está em uso de budesonida nasal e faz lavagem nasal. No exame físico, demonstrou bom estado geral, estando anictérica, corada e acianótica; sentada inclinada sobre a mesa, falava frases incompletas e estava um pouco agitada. Sua saturação de oxigênio é de 90% em ar ambiente; frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 121 bpm; e pressão arterial de 125 mmHg × 90 mmHg. Seu aparelho cardiovascular apresenta ritmo cardíaco regular em dois tempos, com bulhas normofonéticas. Seu aparelho respiratório apresenta sons respiratórios presentes bilateralmente, com sibilos difusos, além de presença de retrações subcostais. A paciente apresentou radiografia de tórax realizada havia 4 dias, a qual não mostrou alterações. O pico de fluxo expiratório realizado na emergência mostrou um valor correspondente a 45% em relação ao predito.
Considerando esse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
O quadro clínico descrito mostra uma exacerbação de asma grave, devendo ser iniciada a administração de salbutamol combinado a ipratrópio, via espaçador de 20/20 minutos na primeira hora, oxigenoterapia e metilprednisona intravenosa.Resolução comentada
Análise das alternativas
Paciente de 35 anos de idade, do sexo feminino, compareceu ao hospital para consulta médica, apresentando quadro de tosse seca, sibilos, dispneia e opressão torácica. Relatou que os sintomas apareciam e desapareciam no tempo e eram desencadeados com a mudança do clima, ao ficar mais frio, e quando tinha contato com livros velhos. Referiu ser alérgica a aspirina, pois, em uma das crises prévias, havia sido receitado esse medicamento e ela apresentara piora considerável dos sintomas de tosse, dispneia e sibilos, tendo tido que retornar ao pronto-socorro. Disse que, geralmente, quando em crise, faz uso de salbutamol, mas que desta vez esse medicamento não resolveu o problema. A paciente tem antecedentes pessoais de rinossinusite crônica e pólipos nasais, nega outras comorbidades, está em uso de budesonida nasal e faz lavagem nasal. No exame físico, demonstrou bom estado geral, estando anictérica, corada e acianótica; sentada inclinada sobre a mesa, falava frases incompletas e estava um pouco agitada. Sua saturação de oxigênio é de 90% em ar ambiente; frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 121 bpm; e pressão arterial de 125 mmHg × 90 mmHg. Seu aparelho cardiovascular apresenta ritmo cardíaco regular em dois tempos, com bulhas normofonéticas. Seu aparelho respiratório apresenta sons respiratórios presentes bilateralmente, com sibilos difusos, além de presença de retrações subcostais. A paciente apresentou radiografia de tórax realizada havia 4 dias, a qual não mostrou alterações. O pico de fluxo expiratório realizado na emergência mostrou um valor correspondente a 45% em relação ao predito.
Considerando esse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
Considerando-se o diagnóstico principal de asma, conclui-se do caso clínico um fenótipo de asma exacerbada por aspirina, devido à presença de rinossinusite crônica, polipose nasal e sensibilidade a aspirina.Resolução comentada
Análise das alternativas
Paciente de 35 anos de idade, do sexo feminino, compareceu ao hospital para consulta médica, apresentando quadro de tosse seca, sibilos, dispneia e opressão torácica. Relatou que os sintomas apareciam e desapareciam no tempo e eram desencadeados com a mudança do clima, ao ficar mais frio, e quando tinha contato com livros velhos. Referiu ser alérgica a aspirina, pois, em uma das crises prévias, havia sido receitado esse medicamento e ela apresentara piora considerável dos sintomas de tosse, dispneia e sibilos, tendo tido que retornar ao pronto-socorro. Disse que, geralmente, quando em crise, faz uso de salbutamol, mas que desta vez esse medicamento não resolveu o problema. A paciente tem antecedentes pessoais de rinossinusite crônica e pólipos nasais, nega outras comorbidades, está em uso de budesonida nasal e faz lavagem nasal. No exame físico, demonstrou bom estado geral, estando anictérica, corada e acianótica; sentada inclinada sobre a mesa, falava frases incompletas e estava um pouco agitada. Sua saturação de oxigênio é de 90% em ar ambiente; frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 121 bpm; e pressão arterial de 125 mmHg × 90 mmHg. Seu aparelho cardiovascular apresenta ritmo cardíaco regular em dois tempos, com bulhas normofonéticas. Seu aparelho respiratório apresenta sons respiratórios presentes bilateralmente, com sibilos difusos, além de presença de retrações subcostais. A paciente apresentou radiografia de tórax realizada havia 4 dias, a qual não mostrou alterações. O pico de fluxo expiratório realizado na emergência mostrou um valor correspondente a 45% em relação ao predito.
Considerando esse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
A paciente deve ser orientada a não fazer uso de aspirina nem de qualquer outro anti-inflamatório não esteroidal, devido à possibilidade de exacerbação.Resolução comentada
Análise das alternativas
Paciente de 35 anos de idade, do sexo feminino, compareceu ao hospital para consulta médica, apresentando quadro de tosse seca, sibilos, dispneia e opressão torácica. Relatou que os sintomas apareciam e desapareciam no tempo e eram desencadeados com a mudança do clima, ao ficar mais frio, e quando tinha contato com livros velhos. Referiu ser alérgica a aspirina, pois, em uma das crises prévias, havia sido receitado esse medicamento e ela apresentara piora considerável dos sintomas de tosse, dispneia e sibilos, tendo tido que retornar ao pronto-socorro. Disse que, geralmente, quando em crise, faz uso de salbutamol, mas que desta vez esse medicamento não resolveu o problema. A paciente tem antecedentes pessoais de rinossinusite crônica e pólipos nasais, nega outras comorbidades, está em uso de budesonida nasal e faz lavagem nasal. No exame físico, demonstrou bom estado geral, estando anictérica, corada e acianótica; sentada inclinada sobre a mesa, falava frases incompletas e estava um pouco agitada. Sua saturação de oxigênio é de 90% em ar ambiente; frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 121 bpm; e pressão arterial de 125 mmHg × 90 mmHg. Seu aparelho cardiovascular apresenta ritmo cardíaco regular em dois tempos, com bulhas normofonéticas. Seu aparelho respiratório apresenta sons respiratórios presentes bilateralmente, com sibilos difusos, além de presença de retrações subcostais. A paciente apresentou radiografia de tórax realizada havia 4 dias, a qual não mostrou alterações. O pico de fluxo expiratório realizado na emergência mostrou um valor correspondente a 45% em relação ao predito.
Considerando esse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
A piora do quadro com o uso da aspirina explica-se pela inibição da ciclo-oxigenase COX 2 e seu produto a prostaglandina E2, que leva à liberação de histamina, o que gera leucotrienos pelos basófilos.Resolução comentada
Análise das alternativas
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade, tabagista, compareceu à consulta médica no hospital com quadro agudo de dispneia associada à dor torácica ventilatório-dependente. Estava em uso de amoxicilina-clavulanato e azitromicina, prescritos no dia anterior durante atendimento em pronto-socorro, ocasião em que recebera diagnóstico de pneumonia, segundo o paciente. Devido à piora dos sintomas respiratórios, procurou nova avaliação. O paciente tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial sistêmica, neoplasia prostática, aguardando cirurgia, e dislipidemia. Faz uso contínuo de losartana e rosuvastatina. No exame físico, o paciente apresentou-se em regular estado geral, anictérico, corado, acianótico, agitado e desconfortável; com saturação de oxigênio igual a 89% em ar ambiente (saturação basal relatada de 94%); frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 85 mmHg × 60 mmHg (pressão basal relatada de 130 mmHg × 80 mmHg); aparelho cardiovascular com ritmo cardíaco regular em dois tempos, com hiperfonese do componente B2 no foco pulmonar e sopro em foco tricúspide; aparelho respiratório com sons respiratórios presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios; uso de musculatura acessória; nas extremidades, edema em membro inferior direito, com cacifo positivo e dor à dorsiflexão do pé na panturrilha. O paciente apresentou CD de tomografia de tórax sem contraste realizada no pronto-socorro no dia anterior, que mostrava opacidade pulmonar com base pleural e relação entre os ventrículos direito e esquerdo (VD/VE) > 0,9.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens que se seguem.
Os próximos passos no atendimento do paciente deverão consistir em: internação em terapia intensiva; monitorização com múltiplos parâmetros; fornecimento de oxigênio com máscara oronasal; realização de acesso venoso para hidratação; reavaliação e coleta de gasometria arterial.Resolução comentada
Análise das alternativas
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade, tabagista, compareceu à consulta médica no hospital com quadro agudo de dispneia associada à dor torácica ventilatório-dependente. Estava em uso de amoxicilina-clavulanato e azitromicina, prescritos no dia anterior durante atendimento em pronto-socorro, ocasião em que recebera diagnóstico de pneumonia, segundo o paciente. Devido à piora dos sintomas respiratórios, procurou nova avaliação. O paciente tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial sistêmica, neoplasia prostática, aguardando cirurgia, e dislipidemia. Faz uso contínuo de losartana e rosuvastatina. No exame físico, o paciente apresentou-se em regular estado geral, anictérico, corado, acianótico, agitado e desconfortável; com saturação de oxigênio igual a 89% em ar ambiente (saturação basal relatada de 94%); frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 85 mmHg × 60 mmHg (pressão basal relatada de 130 mmHg × 80 mmHg); aparelho cardiovascular com ritmo cardíaco regular em dois tempos, com hiperfonese do componente B2 no foco pulmonar e sopro em foco tricúspide; aparelho respiratório com sons respiratórios presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios; uso de musculatura acessória; nas extremidades, edema em membro inferior direito, com cacifo positivo e dor à dorsiflexão do pé na panturrilha. O paciente apresentou CD de tomografia de tórax sem contraste realizada no pronto-socorro no dia anterior, que mostrava opacidade pulmonar com base pleural e relação entre os ventrículos direito e esquerdo (VD/VE) > 0,9.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens que se seguem.
O diagnóstico principal para o caso é de sepse de foco pulmonar, podendo a hipoxemia ser explicada pelo distúrbio ventilação-perfusão causado pela pneumonia.Resolução comentada
Análise das alternativas
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade, tabagista, compareceu à consulta médica no hospital com quadro agudo de dispneia associada à dor torácica ventilatório-dependente. Estava em uso de amoxicilina-clavulanato e azitromicina, prescritos no dia anterior durante atendimento em pronto-socorro, ocasião em que recebera diagnóstico de pneumonia, segundo o paciente. Devido à piora dos sintomas respiratórios, procurou nova avaliação. O paciente tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial sistêmica, neoplasia prostática, aguardando cirurgia, e dislipidemia. Faz uso contínuo de losartana e rosuvastatina. No exame físico, o paciente apresentou-se em regular estado geral, anictérico, corado, acianótico, agitado e desconfortável; com saturação de oxigênio igual a 89% em ar ambiente (saturação basal relatada de 94%); frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 85 mmHg × 60 mmHg (pressão basal relatada de 130 mmHg × 80 mmHg); aparelho cardiovascular com ritmo cardíaco regular em dois tempos, com hiperfonese do componente B2 no foco pulmonar e sopro em foco tricúspide; aparelho respiratório com sons respiratórios presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios; uso de musculatura acessória; nas extremidades, edema em membro inferior direito, com cacifo positivo e dor à dorsiflexão do pé na panturrilha. O paciente apresentou CD de tomografia de tórax sem contraste realizada no pronto-socorro no dia anterior, que mostrava opacidade pulmonar com base pleural e relação entre os ventrículos direito e esquerdo (VD/VE) > 0,9.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens que se seguem.
Os exames a serem realizados, após as medidas de estabilização inicial, são a angiotomografia de tórax e o doppler de membro inferior direito a beira-leito.Resolução comentada
Análise das alternativas
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade, tabagista, compareceu à consulta médica no hospital com quadro agudo de dispneia associada à dor torácica ventilatório-dependente. Estava em uso de amoxicilina-clavulanato e azitromicina, prescritos no dia anterior durante atendimento em pronto-socorro, ocasião em que recebera diagnóstico de pneumonia, segundo o paciente. Devido à piora dos sintomas respiratórios, procurou nova avaliação. O paciente tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial sistêmica, neoplasia prostática, aguardando cirurgia, e dislipidemia. Faz uso contínuo de losartana e rosuvastatina. No exame físico, o paciente apresentou-se em regular estado geral, anictérico, corado, acianótico, agitado e desconfortável; com saturação de oxigênio igual a 89% em ar ambiente (saturação basal relatada de 94%); frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 85 mmHg × 60 mmHg (pressão basal relatada de 130 mmHg × 80 mmHg); aparelho cardiovascular com ritmo cardíaco regular em dois tempos, com hiperfonese do componente B2 no foco pulmonar e sopro em foco tricúspide; aparelho respiratório com sons respiratórios presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios; uso de musculatura acessória; nas extremidades, edema em membro inferior direito, com cacifo positivo e dor à dorsiflexão do pé na panturrilha. O paciente apresentou CD de tomografia de tórax sem contraste realizada no pronto-socorro no dia anterior, que mostrava opacidade pulmonar com base pleural e relação entre os ventrículos direito e esquerdo (VD/VE) > 0,9.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens que se seguem.
O paciente deve ser tratado imediatamente com heparina não fracionada, e a alteplase deve ser considerada após excluídas contraindicações ao procedimento, uma vez que a probabilidade pré-teste para embolia pulmonar é alta e o paciente apresenta instabilidade hemodinâmica.Resolução comentada
Análise das alternativas
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