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Marinha do Brasil — SSPM — PRM/2021 (Hospital Naval Marcílio Dias) — Especialidades com Pré-Requisito em Cirurgia Vascular (R3 em Angiorradiologia e Cirurgia E…

Hospital Naval Marcílio Dias · Residência Médica — R3 em Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular (pré-requisito em Cirurgia Vascular)

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM)2021Superior

50 questões nesta prova · página 2 de 3 · 50 com gabarito

Cirurgia Vascular Aneurismas de Artérias Viscerais

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2021 Superior

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O tipo de aneurisma das artérias viscerais mais prevalente é o da artéria:
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Resolução comentada

O aneurisma de artéria esplênica é o mais prevalente entre os viscerais.

Entre os aneurismas viscerais, o da artéria esplênica responde por cerca de 60% dos casos, com predomínio em mulheres e associação com gestação e hipertensão portal. Em seguida vêm o hepático, o da mesentérica superior e outros.

Análise das alternativas

A, B, D e E ocorrem com menor frequência. C é a correta.

Referência: Rutherford, Vascular Surgery; Tratado de Cirurgia Vascular (SBACV).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia Vascular Tumor do Corpo Carotídeo (Paraganglioma)

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Mulher, 35 anos, refere surgimento de massa cervical há aproximadamente 02 anos, com crescimento progressivo. Relata disfonia nos últimos 03 meses. Nega perda ponderal. Ao exame: massa cervical à esquerda, pulsátil, sinal de Fontaine positivo. Ecocolor-Doppler: massa sólida, bem definida e vascularizada, com ondas de fluxo turbulento e de baixa resistência no interior da lesão. O diagnóstico correto é:
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Resolução comentada

Massa cervical pulsátil com sinal de Fontaine positivo e fluxo de baixa resistência indica paraganglioma carotídeo.

O tumor do corpo carotídeo é uma massa cervical lateral, de crescimento lento, pulsátil, móvel no sentido lateral e imóvel no vertical (sinal de Fontaine). É hipervascularizado, com fluxo de baixa resistência ao Doppler, e pode causar disfonia por compressão do vago ou do recorrente.

Análise das alternativas

A: o aneurisma teria fluxo laminar no saco, e não lesão sólida vascularizada. B, D e E não explicam a combinação de pulsatilidade, sinal de Fontaine e vascularização intensa. C é a correta.

Referência: Classificação de Shamblin; Rutherford, Vascular Surgery.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia Vascular Aneurismas Toracoabdominais — Classificação de Crawford

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Com relação à classificação dos aneurismas toracoabdominais, podemos afirmar que:
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Resolução comentada

O tipo IV de Crawford vai do 12º espaço intercostal à bifurcação aórtica.

Na classificação de Crawford, o tipo IV é o aneurisma toracoabdominal que começa no nível do diafragma (12º espaço intercostal) e se estende por toda a aorta abdominal até a bifurcação. Os outros tipos têm outras extensões.

Análise das alternativas

A: o tipo I vai da subclávia esquerda até acima das renais. B: o tipo II vai da subclávia esquerda até abaixo das renais. C: o tipo III começa no segmento torácico inferior (a partir da 6ª costela) e vai até abaixo das renais. E: o tipo V (Safi) começa na aorta torácica distal e termina acima das renais. D é a correta.

Referência: Crawford (1986), com modificação de Safi; Rutherford, Vascular Surgery.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia Vascular Cirurgia Carotídea — Acesso Cirúrgico e Anatomia

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Na complexa anatomia cirúrgica do território carotídeo, qual a única estrutura apresentada nas opções abaixo que NÃO cruza anteriormente a carótida?
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Resolução comentada

O nervo vago é a única estrutura listada que não cruza a face anterior da carótida.

O vago segue posteriormente, no interior da bainha carotídea, entre a carótida e a jugular interna, sem cruzá-la anteriormente. Já o tronco tirolinguofacial, o hipoglosso, o glossofaríngeo e a artéria occipital cruzam a face anterior da carótida em níveis variados.

Análise das alternativas

B, C, D e E cruzam anteriormente a carótida na região cervical alta. A é a única que não cruza (permanece posterior).

Referência: Anatomia cirúrgica cervical; Rutherford, Vascular Surgery.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia Vascular Doença Arterial Obstrutiva Periférica — Classificação de Fontaine

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Considerando a Classificação de Fontaine para os estágios clínicos da Aterosclerose Obliterante Periférica, em qual categoria enquadra-se um paciente com dor em repouso?
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Resolução comentada

Dor em repouso corresponde ao estágio III de Fontaine.

Fontaine: I é assintomático; IIa é claudicação leve (a mais de 200 m); IIb é claudicação moderada a grave (a menos de 200 m); III é dor isquêmica em repouso; IV é lesão trófica (úlcera ou gangrena). Logo, dor em repouso é estágio III.

Análise das alternativas

A e B correspondem à claudicação. D corresponde à lesão trófica. E não existe na classificação de Fontaine. C é a correta.

Referência: Classificação de Fontaine; Tratado de Cirurgia Vascular (SBACV).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia Vascular Endarterectomia Carotídea — Complicações Pós-operatórias

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Qual a causa mais comum de óbito no pós-operatório de endarterectomia carotídea?
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Resolução comentada

A isquemia miocárdica (infarto) é a principal causa de morte após endarterectomia carotídea.

Os pacientes com doença carotídea têm aterosclerose coronariana associada com frequência. Por isso, o infarto do miocárdio é a principal causa de óbito no pós-operatório, superando o AVE.

Análise das alternativas

A: infecção é rara. B e D: o AVE, hemorrágico ou isquêmico, é uma complicação importante, mas causa menos mortes que a doença coronariana. E: tromboembolismo venoso é pouco frequente. C é a correta.

Referência: Rutherford, Vascular Surgery; Tratado de Cirurgia Vascular (SBACV).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Reumatologia Arterite Temporal (Arterite de Células Gigantes)

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Na arterite temporal ou doença de Horton, o diagnóstico e o tratamento precoces visam a evitar:
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Resolução comentada

O tratamento precoce da arterite temporal visa evitar a cegueira.

A arterite de células gigantes pode comprometer a artéria oftálmica e as ciliares posteriores, causando neuropatia óptica isquêmica anterior e perda visual irreversível. Por isso, o diagnóstico e a corticoterapia precoces são urgentes para prevenir a perda da visão.

Análise das alternativas

Infarto cerebral, perda auditiva, paralisia facial e necrose lingual podem ocorrer, mas são raros. A complicação temida e mais frequente é a cegueira (C).

Referência: Harrison, Medicina Interna; Diretrizes do ACR para arterite de células gigantes.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia Vascular Hipertensão Renovascular — Diagnóstico

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Sobre a hipertensão renovascular, o método padrão-ouro no diagnóstico anatômico da lesão arterial renal é:
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Resolução comentada

A arteriografia é o padrão-ouro para o diagnóstico anatômico da lesão arterial renal.

A arteriografia renal define com precisão o local, o grau e a extensão da estenose, sendo o padrão-ouro anatômico na hipertensão renovascular. Os demais métodos são menos invasivos, mas têm limitações de sensibilidade ou de acesso.

Análise das alternativas

A: o dúplex é triagem dependente do operador. B: o renograma com captopril é teste funcional, não anatômico. C e D: ressonância e tomografia são alternativas não invasivas, mas não são o padrão-ouro. E é a correta.

Referência: Tratado de Cirurgia Vascular e Endovascular (SBACV).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia Vascular Tratamento Endovascular da Aorta Torácica — Revascularização da Subclávia

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No tratamento endovascular dos aneurismas de aorta torácica, pode ser necessário ocluir a artéria subclávia, mas nem sempre sua revascularização é mandatória. Quando está indicada a revascularização com uma ponte carotídeo-subclávia?
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Resolução comentada

A revascularização da subclávia é indicada quando há mamária interna usada em ponte coronariana.

Ao cobrir a origem da subclávia esquerda, o fluxo para a artéria mamária interna enxertada no coração pode ser interrompido, causando isquemia miocárdica. Por isso, nesse caso a revascularização carotídeo-subclávia é indicada. Outras indicações incluem vertebral esquerda dominante ou única, e fístula arteriovenosa para hemodiálise no braço.

Análise das alternativas

B: a vertebral dominante seria indicação se fosse a esquerda dominante, mas a alternativa como escrita não é a indicação clássica de gabarito. C: paciente que não usa os membros superiores tolera a oclusão. D: tronco braquiocefálico prévio não é indicação. E: a ausência de free-flow não é critério para a ponte.

Referência: Diretrizes SVS sobre TEVAR e cobertura da subclávia esquerda; Rutherford, Vascular Surgery.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia Vascular Linfangite — Complicações

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A complicação mais frequente da linfangite é:
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A complicação mais frequente da linfangite é o linfedema pós-inflamatório.

Os surtos repetidos de linfangite lesam os vasos linfáticos e causam fibrose e obstrução. Isso leva ao linfedema pós-inflamatório, que é a sequela crônica mais comum e favorece novos episódios.

Análise das alternativas

Abscesso, gangrena, trombose venosa e septicemia são complicações possíveis, mas bem menos frequentes. A alternativa E é a correta.

Referência: Tratado de Cirurgia Vascular e Endovascular (SBACV).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia Vascular Revascularização Infrainguinal — Veia Safena In Situ

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São vantagens da revascularização com veia safena in situ sobre a revascularização com veia safena ex vivo, EXCETO:
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Resolução comentada

Safena in situ preserva a veia no leito, mas exige devalvulação; esta não é uma vantagem.

Na técnica in situ a veia permanece no leito, mantendo a vascularização da parede e o endotélio vivo. Seu calibre se adapta naturalmente ao das artérias doadora e receptora, com afunilamento gradual, e dispensa preparo em bancada. Porém, as válvulas continuam presentes e precisam ser lisadas com valvulótomo, ou seja, a devalvulação é necessária. Por isso 'desnecessário realizar devalvulação' não é vantagem, e sim uma afirmação falsa.

Análise das alternativas

A, B, C e D são vantagens reconhecidas da técnica in situ (compatibilidade de calibre, afunilamento, ausência de preparo em bancada, endotélio preservado). E é incorreta, pois a devalvulação é obrigatória na técnica in situ.

Referência: Tratado de Cirurgia Vascular e Endovascular (Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular); Rutherford, Vascular Surgery.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia Vascular Filtro de Veia Cava Inferior — Indicações

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A única indicação absoluta para o implante de filtro de veia cava inferior é:
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Resolução comentada

Indicação absoluta do filtro de VCI: TEP recorrente apesar de anticoagulação adequada.

Entre as indicações absolutas, estão contraindicação à anticoagulação com TVP/TEP e falha da anticoagulação, ou seja, recorrência de TEP mesmo com anticoagulação correta. Entre as alternativas, E é a que representa esse critério.

Análise das alternativas

A) A embolia pulmonar crônica com hipertensão pulmonar é indicação relativa. B) A embolia séptica não é indicação absoluta. C) A propagação independente de anticoagulação é indicação relativa. D) O trombo flutuante em paciente de alto risco é indicação relativa/profilática.

Referência: Diretrizes de filtro de veia cava (SVS/SIR).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia Vascular Amputações do Pé

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A amputação do pé, em que se preserva a tuberosidade do calcâneo juntamente com o retalho plantar é denominada:
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Resolução comentada

Pirogoff: preserva parte do calcâneo com retalho plantar.

A amputação de Pirogoff mantém a porção posterior do calcâneo com seu retalho plantar, que é unida à tíbia. Com isso, preserva-se mais comprimento do que na amputação de Syme.

Análise das alternativas

A) Syme é desarticulação do tornozelo, mantendo apenas o coxim do calcanhar. B) Chopart é desarticulação mediotársica. C) Lisfranc é desarticulação tarsometatársica. E) A transmetatársica seciona os metatarsos.

Referência: Amputações do pé.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia Vascular Tratamento Endovascular da Aorta Torácica — Zonas de Ishimaru (Criado)

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Um paciente portador de aneurisma de aorta torácica, em decorrência do acometimento da origem da artéria carótida comum esquerda, foi submetido previamente à liberação da endoprótese, a um enxerto aorta ascendente/carótida esquerda e aorta ascendente/subclávia esquerda. De acordo com a padronização proposta por Criado, em que zona, provavelmente, se apoiou proximalmente a endoprótese na aorta torácica do paciente do caso?
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Resolução comentada

Debranching dos troncos esquerdos com origem da carótida acometida: zona 1.

Pela classificação de Criado/Ishimaru, a zona 0 se estende até a origem do tronco braquiocefálico, a zona 1 entre este e a carótida esquerda, e a zona 2 entre a carótida esquerda e a subclávia esquerda. Se foram feitas derivações para a carótida e a subclávia esquerdas, a endoprótese cobre ambas e se apoia na zona 1.

Análise das alternativas

A) A zona 0 exigiria derivação do tronco braquiocefálico. C) Na zona 2 só se revasculariza a subclávia. D) Na zona 3 não há necessidade de debranching. E) A zona 4 é a aorta descendente distal.

Referência: Classificação de Criado/Ishimaru para TEVAR.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia Vascular Síndrome de Congestão Pélvica

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Mulher de meia idade, queixas de dispareúnia, dor pélvica crônica e com diagnóstico de varizes pélvicas. Em relação a essa síndrome de congestão venosa crônica, podemos afirmar que:
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Resolução comentada

Congestão pélvica: tratamento por embolização da veia ovariana.

O tratamento endovascular de escolha para varizes pélvicas sintomáticas é a embolização das veias ovarianas e/ou ilíacas internas incompetentes, guiada por flebografia.

Análise das alternativas

A) Endometriose, infecções e varizes ovarianas fazem parte do diagnóstico diferencial/quadro. B) A embolização da artéria uterina não trata o refluxo venoso. C) É de evolução crônica, com sintomas por mais de 6 meses. D) A flebografia confirma o refluxo e orienta a conduta.

Referência: Síndrome de congestão pélvica.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Anatomia Humana Anatomia da Aorta Torácica — Arco Aórtico

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O arco da aorta inicia-se:
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Resolução comentada

O arco aórtico inicia-se atrás da metade direita do manúbrio, na 2ª cartilagem costal esquerda.

Classicamente, a aorta ascendente termina e o arco começa posteriormente à metade direita do manúbrio esternal, no nível da borda superior da segunda cartilagem costal esquerda.

Análise das alternativas

A) A relação com a veia cava superior refere-se à aorta ascendente. B) A borda inferior da terceira cartilagem costal esquerda corresponde ao início da aorta ascendente. D) O nível da borda inferior de T4 corresponde ao fim do arco (ângulo esternal). E) A prega de Rindfleisch é pericárdica, não marco do arco.

Referência: Anatomia da aorta torácica.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia Vascular Síndrome do Aprisionamento da Artéria Poplítea

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O sinal conhecido como Cimitarra é um sinal arteriográfico característico de qual patologia?
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Resolução comentada

Sinal da cimitarra: doença cística da adventícia poplítea.

Na doença cística da adventícia, o cisto comprime a luz arterial de modo excêntrico, produzindo na arteriografia estreitamento em forma de lâmina curva, o sinal da cimitarra (ou ampulheta).

Análise das alternativas

A) O aprisionamento mostra desvio medial e oclusão com a flexão plantar. C) Tromboangeíte mostra sinal em saca-rolhas. D) Aneurisma mostra dilatação. E) Embolia mostra falha de enchimento em menisco.

Referência: Doença cística adventicial da poplítea.

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Anatomia Humana Anatomia Venosa do Tórax — Sistema Ázigo

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A veia ázigo desemboca na veia:
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A veia ázigo drena na veia cava superior.

A veia ázigo ascende pelo mediastino posterior à direita, arqueia sobre o hilo pulmonar direito e desemboca na veia cava superior.

Análise das alternativas

B) A cava inferior não recebe a ázigo, apesar da origem lombar. C) A subclávia não recebe a ázigo. D) A hemiázigo é tributária da ázigo, não o contrário. E) A jugular interna direita não recebe a ázigo.

Referência: Anatomia do sistema ázigo.

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Cirurgia Vascular Cirurgia Carotídea — Acesso Cirúrgico e Anatomia

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Considerando-se a anatomia complexa da região para acesso cirúrgico à artéria Carótida (Endarterectomia), é INCORRETO afirmar que:
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Resolução comentada

Lesão do hipoglosso não afeta o orbicular da boca.

O nervo hipoglosso inerva a musculatura da língua, e sua lesão causa desvio da língua para o lado lesado. O orbicular da boca é inervado pelo nervo facial (ramo marginal da mandíbula), de modo que E é a incorreta.

Análise das alternativas

A) Correta: estimular o seio carotídeo causa bradicardia e hipotensão reflexas. B) Correta: descreve a técnica de exposição alta da carótida interna. C) Correta: lesão do vago/laríngeo recorrente causa paralisia da corda vocal e rouquidão. D) Correta: lista os ramos da carótida externa.

Referência: Anatomia cirúrgica da carótida (Rutherford).

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Cirurgia Vascular Dissecção Aórtica — Epidemiologia e Classificação

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Diante de um paciente com quadro de dissecção aguda da aorta, é correto afirmar que:
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Resolução comentada

DeBakey I: origem na aorta ascendente, estendendo-se por toda a aorta.

Na classificação de DeBakey, o tipo I origina-se na aorta ascendente e se estende até o arco e a aorta descendente. Está correta a alternativa D.

Análise das alternativas

A) Ocorre mais em homens, na 6ª–7ª década. B) A causa mais frequente é a hipertensão arterial, não Behçet. C) O tipo III começa após a subclávia esquerda e a definição apresentada é mais pertinente ao tipo III em geral. E) O tipo II é limitado à aorta ascendente, não à descendente.

Referência: Classificação de DeBakey para dissecção aórtica.

Resolução comentada do VaiConcursos.