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Marinha do Brasil — SSPM — PRM/2021 Hospital Naval Marcílio Dias — Especialidades com Pré-requisito em Ortopedia e Traumatologia (Ombro e Cotovelo) — Prova Ama…

Hospital Naval Marcílio Dias · Residência Médica — Ombro e Cotovelo (pré-requisito em Ortopedia e Traumatologia)

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM)2021Superior

50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 50 com gabarito

Ortopedia e Traumatologia Instabilidade Glenoumeral — Perda Óssea da Glenoide

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2021 Superior

Hospital Naval Marcílio Dias — Marinha do Brasil · Residência Médica — Ombro e Cotovelo (pré-requisito em Ortopedia e Traumatologia) · Caderno Amarela

Gabarito disponível

Estudos biomecânicos realizados por Yamamoto et al. (2010) determinaram que a perda de 20% da borda anteroinferior da glenoide é o menor limiar significativo para mudanças na força necessária para deslocar o ombro. Portanto, estimar 20% da perda óssea anterior do centro da glenoide é estimar uma perda, em geral, de quantos milímetros aproximadamente?
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Resolução comentada

A perda de 20% do diâmetro da glenoide equivale a cerca de 5,6 mm.

Considerando o diâmetro inferior da glenoide em torno de 28 mm, 20% corresponde a aproximadamente 5,6 mm. Esse valor é o indicado pelo gabarito.

Análise das alternativas

A e B: valores muito pequenos, equivalem a menos de 12% do diâmetro. D e E: valores muito grandes, equivalem a mais de 27% do diâmetro.

Referência: Yamamoto et al., 2010; instabilidade glenoumeral.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Anatomia Anatomia do Cotovelo — Fossa Cubital

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2021 Superior

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Gabarito disponível

A artéria radial emerge na topografia da fossa cubital entre quais músculos?
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Resolução comentada

A artéria radial emerge entre o pronador redondo e o braquiorradial.

Na fossa cubital, a artéria braquial se divide em radial e ulnar. A radial segue entre o pronador redondo (medial) e o braquiorradial (lateral), limites do trígono cubital.

Análise das alternativas

A e D: o bíceps é limite proximal da fossa e contém o tendão que fica medial à braquial. B e E: o flexor radial do carpo não delimita o trajeto da radial nessa topografia.

Referência: Anatomia do membro superior; fossa cubital.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Ortopedia Pediátrica — Núcleos de Ossificação do Cotovelo

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2021 Superior

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Geralmente, quais são os três primeiros núcleos de ossificação a surgirem no cotovelo de uma criança?
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Resolução comentada

Os três primeiros núcleos são capitelo, cabeça do rádio e epicôndilo medial.

A ordem de aparição é: capitelo (cerca de 1 ano), cabeça do rádio (3-4 anos), epicôndilo medial (5-6 anos), seguidos de tróclea, olécrano e epicôndilo lateral (mnemônico CRMTOL).

Análise das alternativas

A, C e E incluem olécrano ou tróclea, que surgem depois. B inclui o epicôndilo lateral, que é o último a aparecer.

Referência: Mnemônico CRMTOL; Ortopedia pediátrica.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Escápula Alada — Nervo Torácico Longo

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2021 Superior

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A escápula alada é uma deformidade que pode gerar repercussões estéticas e biomecânicas no ombro. Sobre esse tema, marque a opção que preenche corretamente as lacunas da seguinte frase:
O nervo torácico longo tem origem nas raízes de _______, após cruzar a primeira costela, ele percorre entre 10 e 20 cm até seu ramo motor inervar o músculo ________, que realiza a ______ da escápula durante a elevação frontal do ombro.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O nervo torácico longo (C5-C7) inerva o serrátil anterior, que faz protração e rotação superior da escápula.

O nervo torácico longo origina-se das raízes C5, C6 e C7, passa sobre a primeira costela e inerva o serrátil anterior. Esse músculo realiza protração e rotação superior da escápula na elevação anterior do ombro; sua lesão causa escápula alada.

Análise das alternativas

A e D: a origem em C4-C6 está incorreta. A: rotação interna não é o movimento descrito. C: o romboide maior é inervado pelo nervo dorsal da escápula e faz retração. E: o coracobraquial não é inervado pelo torácico longo.

Referência: Anatomia do plexo braquial; escápula alada.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Fraturas Supracondilianas do Úmero na Criança — Lesão Nervosa

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2021 Superior

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Gabarito disponível

Qual nervo é mais comumente acometido nas fraturas supracondíleas de úmero no cotovelo pediátrico?
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Resolução comentada

O nervo interósseo anterior é o mais acometido nas fraturas supracondilianas, conforme o gabarito.

Nas fraturas supracondilianas por extensão, o ramo interósseo anterior do nervo mediano é o mais frequentemente lesionado, geralmente por neuropraxia, com recuperação espontânea na maioria dos casos. Isso explica o gabarito oficial.

Análise das alternativas

A: o ulnar é mais comum nas fraturas por flexão. B: o radial é frequente em algumas séries, mas não foi o apontado pelo gabarito. D: o mediano 'em geral' é classicamente citado como o interósseo anterior, seu ramo. E: o interósseo posterior é raramente afetado.

Referência: Rockwood & Wilkins, Fractures in Children.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Lesão do Manguito Rotador — Classificação de Cofield

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Gabarito disponível

Pela classificação de Cofield, a lesão de 1 a 3 cm é considerada:
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Resolução comentada

Na classificação de Cofield, lesões de 1 a 3 cm são médias.

Cofield classifica o tamanho da lesão do manguito como pequena (5 cm). Logo, 1 a 3 cm é média.

Análise das alternativas

A: pequena é menor que 1 cm. C: grande é de 3 a 5 cm. D: maciça é maior que 5 cm. E: 'extensa' não é categoria da classificação.

Referência: Cofield RH. Classificação de lesões do manguito rotador.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Articulação Esternoclavicular — Biomecânica

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2021 Superior

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Gabarito disponível

Sobre o arco de movimento da articulação esternoclavicular podemos dizer que realiza:
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Resolução comentada

A articulação esternoclavicular realiza rotação de 45 a 50 graus em torno do próprio eixo.

A esternoclavicular tem cerca de 35° de elevação, 35° de movimento anteroposterior e 45-50° de rotação em torno do eixo longo da clavícula. A alternativa C reproduz o valor de rotação, conforme o gabarito.

Análise das alternativas

A e D: os valores de elevação não correspondem aos descritos (cerca de 35°). B: o movimento anteroposterior é de cerca de 35°, não 55°. E: a rotação é de 45-50°, não 35-40°.

Referência: Rockwood & Matsen, The Shoulder.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Capsulite Adesiva

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Qual é a faixa etária mais acometida pela capsulite adesiva?
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Resolução comentada

A capsulite adesiva acomete mais a faixa de 40 a 60 anos.

A capsulite adesiva (ombro congelado) ocorre tipicamente entre a quarta e a sexta décadas de vida, com predomínio em mulheres e associação com diabetes e doenças tireoidianas.

Análise das alternativas

A e B: faixas mais jovens, em que a doença é incomum. D e E: idades mais avançadas, em que predominam outras causas de dor no ombro, como doenças do manguito rotador e artrose.

Referência: Rockwood & Matsen, The Shoulder; Campbell's Operative Orthopaedics.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Cabo Longo do Bíceps — Anatomia

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2021 Superior

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Quais são as porções do cabo longo do bíceps?
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Resolução comentada

O cabo longo do bíceps tem duas porções: intra-articular e no túnel bicipital.

O cabo longo do bíceps é dividido classicamente em porção intra-articular (da origem no tubérculo supraglenoidal/labrum até a entrada do sulco) e porção no túnel (sulco) bicipital. O gabarito adota essa divisão em duas porções.

Análise das alternativas

A: inclui a porção labral como terceira divisão, o que não corresponde ao gabarito. C: 'extra-articular' é termo genérico e não é a divisão anatômica adotada. D e E: omitem a porção intra-articular ou usam termos inadequados.

Referência: Anatomia do ombro: tendão do cabo longo do bíceps.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Instabilidade do Cotovelo

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Gabarito disponível

Dowdy e O'Driscoll (1993), Morrey e Janes (1976) e Rowe e Patel (1978) detectaram instabilidade bilateral em pacientes com história familiar positiva, o que sugere a possibilidade de predisposição genética. A porcentagem de pacientes com história familiar positiva que tinha instabilidade bilateral foi de:
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Resolução comentada

Cerca de 50% dos pacientes com história familiar positiva tinham instabilidade bilateral.

Os estudos citados descrevem instabilidade bilateral em aproximadamente metade dos pacientes com história familiar positiva, sugerindo predisposição genética. Esse dado é o apontado pelo gabarito oficial.

Análise das alternativas

10%, 25%, 30% e 70% não correspondem ao valor relatado nos estudos mencionados no enunciado.

Referência: Dowdy e O'Driscoll (1993); Morrey e Janes (1976); Rowe e Patel (1978).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Doença de Paget — Malignização

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Gabarito disponível

A Doença de Paget ocorre normalmente após a quarta década de vida, com maior prevalência em homens. Pode evoluir com uma história de dor e aumento de áreas líticas na radiografia, o que se configura em um prognóstico ruim, já que pode representar malignização.
Em caso de malignização, para que tumor ela ocorre mais comumente?
Painel com quatro imagens radiográficas digitalizadas em baixa qualidade (três quadros na linha superior e um na inferior), em tons de cinza com granulação intensa, mostrando segmentos ósseos.
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Ortopedia e Traumatologia Ortopedia Pediátrica — Núcleos de Ossificação do Cotovelo

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Mais comumente, quais são os dois últimos núcleos de ossificação a se fundirem no cotovelo de um adolescente?
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Resolução comentada

Os últimos núcleos a se fundirem no cotovelo são o capitelo/tróclea e o epicôndilo medial.

Na sequência de fusão do cotovelo, o capitelo, a tróclea e o epicôndilo lateral se unem entre si formando uma massa única, que se funde ao úmero distal por volta dos 14-16 anos. O epicôndilo medial é um dos últimos a se fundir, por volta dos 15-17 anos. Assim, os dois últimos núcleos são o capitelo/tróclea e o epicôndilo medial.

Análise das alternativas

A, B e C: a cabeça do rádio funde-se à metáfise radial em idade mais precoce (cerca de 14-17 anos), mas não é considerada entre os últimos pela banca. E: o olécrano e o epicôndilo lateral fundem-se antes do epicôndilo medial e do conjunto capitelo/tróclea.

Referência: Ortopedia pediátrica e cirurgia do cotovelo (Rockwood/Green; Morrey).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Fraturas da Clavícula — Complicações

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Qual é o nervo mais frequentemente envolvido em complicações decorrentes de fraturas no terço médio da clavícula?
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Resolução comentada

O nervo mais envolvido nas complicações da fratura do terço médio da clavícula, segundo o gabarito, é o ulnar.

Quando há complicação neurológica por calo hipertrófico, pseudoartrose ou encurtamento, o gabarito indica o nervo ulnar como o mais frequentemente afetado, por compressão do plexo inferior.

Análise das alternativas

Musculocutâneo, mediano, radial e supraescapular são menos frequentemente envolvidos nesse contexto, segundo a fonte.

Referência: Rockwood & Green – clavícula.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Lesão do Manguito Rotador — Classificação de Burkhart

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A melhor classificação para a forma da lesão do manguito rotador foi descrita por Burkhart como crescente:
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Resolução comentada

Burkhart descreveu as lesões em crescente, L, L invertido e U (maciça).

A classificação de Burkhart reconhece lesões em crescente, em L, em L invertido e em U (maciça), conforme o gabarito. A forma orienta o tipo de reparo.

Análise das alternativas

As opções com Z ou T não correspondem aos padrões de Burkhart.

Referência: Burkhart SS, Lo IK – cirurgia artroscópica do manguito.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Cabo Longo do Bíceps — Anatomia

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A área conhecida como "no man's land", no cabo longo do bíceps, situa-se entre:
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Resolução comentada

O no man's land do cabo longo do bíceps fica entre o subescapular e o peitoral maior.

É a região do tendão na goteira bicipital, do nível proximal ao subescapular até a borda distal do peitoral maior, onde lesões ficam escondidas e podem passar despercebidas na artroscopia.

Análise das alternativas

A, B, C e E não delimitam o segmento descrito: abrangem estruturas intra-articulares ou outros planos musculares.

Referência: Taylor SA et al., sobre a zona escondida do bíceps.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Lesão do Manguito Rotador — Infiltração Gordurosa (Classificação de Fuchs)

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Segundo a modificação de Fuchs para a classificação de infiltração gordurosa por ressonância do supraespinhal, pode-se afirmar que o grau:
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Resolução comentada

No grau 2 de Fuchs, o tendão tem menos estrias de gordura que o músculo.

Na modificação de Fuchs: grau 0 normal; grau 1 com algumas estrias de gordura; grau 2 com menos gordura que músculo; grau 3 com quantidade igual; grau 4 com mais gordura que músculo.

Análise das alternativas

A, B, D e E invertem os graus: o grau 0 é normal, o grau 3 corresponde a gordura igual e o grau 4 a mais gordura que músculo.

Referência: Fuchs B et al., 1999; Goutallier.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Instabilidade do Cotovelo — Classificação de O'Driscoll

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Na descrição de O´Driscoll para luxações póstero-laterais do cotovelo, o estágio II corresponde a:
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Resolução comentada

No estágio II de O'Driscoll há ruptura da cápsula posterior com subluxação do cotovelo.

Na instabilidade posterolateral descrita por O'Driscoll: estágio I é lesão do ligamento colateral ulnar lateral; estágio II é ruptura da cápsula anterior e posterior com luxação incompleta (subluxação); estágio III envolve a banda anterior e/ou posterior do LCM.

Análise das alternativas

A e D correspondem ao estágio III. B corresponde ao estágio I. C (luxação completa) é descrito no estágio III.

Referência: O'Driscoll et al.; Rockwood & Green.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Pioartrite do Ombro

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A via mais comum de contaminação e pioartrite do ombro em adultos é:
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Resolução comentada

Em adultos, a via mais comum de pioartrite do ombro é a contaminação direta, segundo o gabarito.

O gabarito considera como via mais comum a contaminação direta por ferimentos ou corpos estranhos. Embora a via hematogênica seja clássica em outras articulações, aqui a banca adota a inoculação direta.

Análise das alternativas

A seria a resposta clássica geral, mas não a adotada. C e E são amplos ou subconjuntos da inoculação direta. D é rara.

Referência: Ortopedia do ombro – infecção articular.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Anatomia Anatomia do Cotovelo — Complexo Ligamentar Lateral

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Gabarito disponível

Fazem parte do complexo ligamentar lateral do cotovelo os seguintes ligamentos, EXCETO:
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Resolução comentada

O ligamento quadrado não faz parte do complexo colateral lateral.

O complexo lateral inclui o colateral radial, o colateral ulnar lateral, o colateral lateral acessório e o anular. O ligamento quadrado liga a borda inferior do ligamento anular ao colo do rádio e é uma estrutura distinta, da articulação radioulnar proximal.

Análise das alternativas

A, B, D e E são componentes do complexo ligamentar lateral e, portanto, não são a exceção pedida.

Referência: Anatomia do cotovelo – Morrey.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Luxação Esternoclavicular — Tratamento Cirúrgico

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Gabarito disponível

Paciente masculino, 28 anos, sofre luxação aguda da articulação esterno-clavicular após acidente automobilístico. Após primeira avaliação, optou-se por tratamento conservador, com tipoia-americana e analgésicos. Após um ano de tratamento, paciente mantém instabilidade, dor e deformidade importante (anterior) na articulação. Após consulta com especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo, optou-se por realizar tratamento cirúrgico de reconstrução, com transferência local de tendões. São mais indicados para o caso os tendões:
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Resolução comentada

Na reconstrução esternoclavicular com transferência tendínea local, usam-se subclávio e esternocleidomastóideo.

Segundo o gabarito, a reconstrução com transferência local indicada para instabilidade anterior crônica sintomática utiliza o tendão do subclávio e o esternocleidomastóideo (fixação proximal da clavícula).

Análise das alternativas

As combinações com homo-hióideo ou trapézio não correspondem às técnicas descritas de transferência local para a esternoclavicular, segundo a fonte da questão.

Referência: Rockwood & Green – luxação esternoclavicular.

Resolução comentada do VaiConcursos.