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Marinha do Brasil — PRM/2022 (Hospital Naval Marcílio Dias) — Especialidades com Pré-Requisito em Ortopedia e Traumatologia — Ombro e Cotovelo — Prova Amarela

Hospital Naval Marcílio Dias · Residência Médica — Ombro e Cotovelo (pré-requisito em Ortopedia e Traumatologia)

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM)2022Superior

50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 50 com gabarito

Ortopedia e Traumatologia Fraturas Fisárias do Úmero Proximal — Classificação de Neer e Horwitz

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2022 Superior

Marinha do Brasil — Hospital Naval Marcílio Dias · Residência Médica — Ombro e Cotovelo (pré-requisito em Ortopedia e Traumatologia) · Caderno Amarela

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Na classificação de Neer and Horwitz para fraturas fisárias do úmero proximal, o tipo II corresponde a:
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Neer-Horwitz tipo II: desvio maior que 5 mm e menor que 1/3 da metáfise.

Na classificação de Neer e Horwitz, o tipo I tem desvio menor que 5 mm, o tipo II tem desvio maior que 5 mm até 1/3 da largura da metáfise, o tipo III de 1/3 a 2/3, e o tipo IV mais de 2/3.

Análise das alternativas

A: é o tipo I. B e C: não são limites da classificação (o tipo III vai até 2/3). E: é o tipo IV.

Referência: Neer e Horwitz, fraturas fisárias do úmero proximal.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Instabilidade Glenoumeral — Perda Óssea da Glenoide

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2022 Superior

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Na instabilidade do ombro, uma lesão anteroinferior óssea de 1,5 mm na glenoide, corresponde, em média, a:
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Perda óssea anteroinferior de 1,5 mm equivale em média a cerca de 5% da glenoide.

Estudos biomecânicos indicam que cada milímetro de perda óssea na glenoide inferior corresponde a cerca de 3 a 4% da largura da glenoide, e assim 1,5 mm representa em média cerca de 5%. O gabarito indica 5%.

Análise das alternativas

A: valor baixo demais. C, D e E: valores muito altos para 1,5 mm de perda.

Referência: Perda óssea da glenoide na instabilidade (Itoi; Campbell).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Ombro — Incidências Radiográficas

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2022 Superior

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Para obter uma visão radiográfica anteroposterior (AP) verdadeira da articulação glenoumeral, o feixe deve ser angulado em:
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A AP verdadeira da glenoumeral usa feixe angulado em 45°.

A incidência AP verdadeira (Grashey) é obtida com o paciente rodado cerca de 35 a 45° ou com o feixe angulado em 45°, para ficar perpendicular ao plano da glenoide. Isso mostra o espaço articular sem sobreposição.

Análise das alternativas

A, C, D e E: os ângulos 40°, 50°, 55° e 60° não correspondem ao valor padrão de 45° aceito pelo gabarito.

Referência: Incidências radiográficas do ombro (Campbell).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Artroplastia do Cotovelo

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2022 Superior

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Na artroplastia de cotovelo, a flange do componente umeral tem o objetivo de reduzir a:
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A flange anterior do componente umeral reduz a soltura.

Na artroplastia de cotovelo, a flange do componente umeral fica apoiada sobre o osso, o que ajuda a resistir às forças de rotação e deslocamento posterior. Com isso, reduz a soltura (loosening) do componente. O gabarito confirma a soltura.

Análise das alternativas

A: a estabilidade vem do desenho e dos ligamentos. B: a constrição depende do tipo de articulação. C: a flange não tem papel contra infecção. E: a dor é consequência, não objetivo direto.

Referência: Artroplastia total do cotovelo (Morrey; Campbell).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Lesões do Manguito Rotador — Técnicas Cirúrgicas

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2022 Superior

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A técnica de “paraquedas” pode ser utilizada no tratamento cirúrgico da:
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A técnica de paraquedas é usada no reparo do manguito rotador.

A técnica de "paraquedas" (parachute) é um método artroscópico de sutura do manguito rotador, usado em roturas grandes e retraídas. A sutura é guiada para trazer o tendão ao leito ósseo.

Análise das alternativas

A, B, D e E: não usam essa técnica, pois as instabilidades e as lesões acromioclaviculares têm outros procedimentos específicos.

Referência: Reparo artroscópico do manguito rotador (Campbell).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Luxação Glenoumeral Posterior — Mecanismo de Trauma

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Na luxação glenoumeral posterior, no momento do trauma longitudinal, o braço está em:
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Na luxação posterior o braço está em adução e rotação interna.

O trauma longitudinal com o braço aduzido e em rotação interna (e flexão) empurra a cabeça para trás. Esse mecanismo é típico de crises convulsivas e choques elétricos, por exemplo.

Análise das alternativas

A e B: abdução com rotação externa é o mecanismo da luxação anterior. D: adução com rotação externa não leva à luxação posterior. E: abdução e neutro não é o mecanismo típico.

Referência: Luxação glenoumeral posterior (Campbell).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Síndrome do Impacto — Estágios de Neer

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Nos estágios de evolução da síndrome do impacto, modificada por Neer, o tipo II é caracterizado por:
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Neer estágio II: fibrose e tendinite.

Pela classificação de Neer, o estágio I é edema e hemorragia, o II é fibrose e tendinite (em pacientes de 25 a 40 anos) e o III é osteófitos e ruptura tendínea.

Análise das alternativas

B: é o estágio I. C: é o estágio III. D e E: não correspondem à classificação de Neer.

Referência: Neer, estágios da síndrome do impacto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Instabilidade Glenoumeral — Técnicas Cirúrgicas

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No tratamento da instabilidade glenoumeral, o efeito sling é obtido pela cirurgia de:
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O efeito sling é obtido pela cirurgia de Latarjet.

Na cirurgia de Latarjet, o tendão conjunto e o coracoide transferidos passam à frente da glenoide e do subescapular. Isso cria uma barreira dinâmica (efeito sling) que sustenta a cabeça umeral em abdução e rotação externa.

Análise das alternativas

A: Putti-Platt encurta e sobrepõe o subescapular. C: Saha é transferência muscular para ombro paralítico. D: Boytchev é a técnica de transferência do coracoide anterior. E: Judet é técnica de descorticação/decorticação, e não o efeito sling.

Referência: Instabilidade glenoumeral anterior (Latarjet; Campbell).

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Ortopedia e Traumatologia Luxação Esternoclavicular — Avaliação Radiográfica

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Para a avaliação radiográfica da luxação esternoclavicular, podem-se utilizar as incidências de:
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A luxação esternoclavicular pode ser avaliada com as incidências de Hobbs e Serendipity.

A radiografia simples é difícil de interpretar nessa região. Usam-se a incidência de Hobbs (visão lateral) e a Serendipity (inclinação cefálica de 40°), além da TC.

Análise das alternativas

A e B: Bernageau é incidência da glenoide (instabilidade do ombro). B e D: Basamania não é a incidência indicada para a articulação esternoclavicular (a técnica de Basamania é citada para clavícula). E: Zanca avalia a articulação acromioclavicular e Velpeau é a incidência axilar do ombro.

Referência: Luxação esternoclavicular (Campbell).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Instabilidade Multidirecional do Ombro — Epidemiologia

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A instabilidade multidirecional do ombro é mais frequente em:
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A instabilidade multidirecional é mais frequente em mulheres jovens.

A instabilidade multidirecional está associada a frouxidão ligamentar generalizada e predomina em mulheres jovens, abaixo de 25 anos.

Análise das alternativas

A, B e E: o predomínio não é masculino. C: embora seja em mulheres, a incidência é maior nas mais jovens (abaixo de 25 anos).

Referência: Instabilidade multidirecional do ombro (Neer e Foster; Campbell).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Medicina do Trabalho Doenças Ocupacionais — Níveis de Prevenção

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Qual das opções é um exemplo de estratégia secundária para prevenção de doenças ocupacionais?
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Tratamento médico precoce é prevenção secundária.

A prevenção secundária busca detectar e tratar precocemente a doença já instalada, para limitar sua evolução. O tratamento médico precoce se enquadra nesse nível.

Análise das alternativas

B, C, D e E: ergonomia do ambiente, EPI, seleção do trabalhador e treinamento são medidas primárias, que atuam antes do adoecimento.

Referência: Níveis de prevenção (Leavell e Clark) em Medicina do Trabalho.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Anatomia Humana Clavícula — Ossificação e Fusão Epifisária

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A fusão da placa epifisária da clavícula ocorre a partir de quantos anos?
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A fusão da fise da clavícula medial ocorre a partir dos 25 anos.

A epífise medial da clavícula é a última a se fundir, entre cerca de 22 e 25 anos. O gabarito indica 25 anos como início da fusão.

Análise das alternativas

A e B: a fusão ainda não ocorreu. D e E: a fusão já está completa nessa idade, e a fusão da epífise medial é tardia mas não chega a 30-35 anos.

Referência: Ossificação da clavícula (Gray; Campbell).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Artroplastia da Cabeça do Rádio

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Para um correto posicionamento do implante na artroplastia da cabeça do rádio, a região mais proximal da prótese, deve estar alinhada com:
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A parte mais proximal da prótese deve ficar alinhada com a incisura sigmoide menor da ulna.

Na artroplastia da cabeça do rádio, a altura é avaliada comparando a borda proximal da prótese com a incisura sigmoide menor (radioulnar proximal) da ulna. Implante muito alto ("overstuffing") causa sobrecarga e dor no capítulo.

Análise das alternativas

A, B, D e E: não são as referências padrão para a altura do implante. O processo coronoide e o tubérculo sublime ficam na ulna, e o estiloide radial é distal.

Referência: Artroplastia da cabeça do rádio (Campbell; Morrey).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Lesão do Bíceps Distal — Técnicas de Fixação

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2022 Superior

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No reparo do tendão do bíceps distal, a osteólise é uma desvantagem da técnica de fixação do coto do tendão na tuberosidade do rádio com:
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Resolução comentada

A osteólise é desvantagem da fixação com parafuso de interferência.

No reparo do bíceps distal, o parafuso de interferência fixa o coto na tuberosidade radial, mas pode causar osteólise, além de risco de lesão do nervo interósseo posterior e de fratura. O enunciado atribui essa desvantagem a esse método, conforme o gabarito.

Análise das alternativas

A, B, D e E: as desvantagens habituais dessas técnicas são outras, como a migração do botão (endobutton), o arrancamento da âncora, a abordagem mais extensa (sutura transóssea) e a menor resistência (fio).

Referência: Reparo do tendão distal do bíceps (Campbell).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Anatomia Humana Fossa Cubital — Relações Vasculares

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A artéria radial emerge na topografia da fossa cubital entre quais músculos?
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Resolução comentada

A artéria radial segue entre o pronador redondo e o braquiorradial.

A artéria braquial se bifurca na fossa cubital em radial e ulnar. A radial desce no antebraço entre o pronador redondo (medial) e o braquiorradial (lateral), que formam os limites da fossa.

Análise das alternativas

A: o bíceps é limite proximal do tendão e não é a relação da radial. B e E: o flexor radial do carpo é medial ao trajeto na parte distal. D: pronador e bíceps delimitam a região por onde passa a braquial, não a radial.

Referência: Anatomia da fossa cubital (Gray; Netter).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Lesões do Manguito Rotador — Transferências Tendíneas

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A transposição da porção inferior do trapézio restaura, principalmente, no ombro a:
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Resolução comentada

A transferência do trapézio inferior restaura principalmente a rotação externa do ombro.

A transferência do trapézio inferior, geralmente com enxerto (p. ex. tendão de Aquiles), é indicada em roturas irreparáveis posterossuperiores do manguito. Ela reproduz a ação dos rotadores externos (supraespinal, infraespinal) e restaura principalmente a rotação externa.

Análise das alternativas

A, B, C e E: não são o principal ganho funcional dessa transferência. A rotação interna é restaurada por outras transferências, como a do peitoral maior ou a do grande dorsal para o subescapular.

Referência: Transferências tendíneas para o ombro (Elhassan; Campbell).

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Ortopedia e Traumatologia Cotovelo — Anatomia Ligamentar

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Fazem parte do complexo ligamentar lateral do cotovelo os seguintes ligamentos, EXCETO:
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Resolução comentada

O ligamento transverso não compõe o complexo ligamentar lateral do cotovelo.

O complexo colateral lateral é formado pelo colateral radial, pelo colateral ulnar lateral, pelo anular e pelo colateral lateral acessório. O ligamento transverso (banda transversa do ligamento colateral medial) pertence ao complexo medial, por isso é a exceção.

Análise das alternativas

B, C, D e E: todos são componentes do complexo lateral. A (transverso): faz parte do complexo medial, portanto é a resposta do EXCETO.

Referência: Anatomia ligamentar do cotovelo (tratados de Ortopedia, p. ex. Campbell).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Ombro — Exame Físico

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Qual o teste utilizado para diagnóstico de instabilidade do bíceps?
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O teste de Abbott e Saunders avalia a instabilidade do tendão do bíceps.

O teste de Abbott e Saunders avalia a subluxação ou luxação do tendão da cabeça longa do bíceps na goteira bicipital durante a rotação externa em abdução. Alternativa B.

Análise das alternativas

A) Ludington: avalia a ruptura da cabeça longa do bíceps. C) Speed: avalia tendinite bicipital. D) Lippmann: avalia dor na goteira bicipital. E) Fukuda: avaliação vestibular, não do bíceps.

Referência: Exame físico do ombro – instabilidade do bíceps.

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Ortopedia e Traumatologia Cotovelo — Anatomia e Biomecânica

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Qual o arco de movimento funcional de flexo-extensão e prono-supinação do cotovelo respectivamente?
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O arco funcional é de 30 a 130° de flexo-extensão e 50° de pronação e 50° de supinação.

Morrey descreveu o arco funcional do cotovelo como 30–130° de flexo-extensão e 50° de pronação e 50° de supinação. Alternativa D.

Análise das alternativas

A e E: 15–145° não é o arco funcional. B: 80–85° é maior do que o funcional. C: 0–120° e 40° não correspondem ao descrito.

Referência: Morrey et al. – arco funcional do cotovelo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Fraturas da Escápula

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Na fratura da escápula o segmento mais acometido, cerca de 70%, é:
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Resolução comentada

O corpo da escápula é o segmento mais acometido nas fraturas escapulares (~70%).

As fraturas do corpo da escápula são as mais frequentes, representando cerca de 70% dos casos. Alternativa D.

Análise das alternativas

A) Acrômio e B) coracoide: menos frequentes. C e E) Fraturas da glenoide: menos frequentes.

Referência: Fraturas da escápula – epidemiologia.

Resolução comentada do VaiConcursos.