← Voltar para a lista de provas Marinha do Brasil · Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T) — Arqueologia 50 questões nesta prova · página 2 de 3 · 50 com gabarito Gabarito disponível A ordem das tarefas de Lipke et al. começa pela descrição básica e dimensões. A metodologia segue do geral ao detalhado: 1) descrição básica e dimensões; 2) fotografia, esboços, delineamento e desenhos básicos; 3) desenhos precisos de forma e construção; 4) estudo analítico da forma e replicação; 5) estudo contextual detalhado; 6) estudo físico e cultural comparativo. A, B, C e E trazem outras ordens, como começar por fotografia, por estudo contextual ou por desenhos precisos. C ainda repete uma tarefa. Referência: LIPKE et al. (1993), Boats: A Manual for their Documentation, apud BORRERO et al. (2022). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A IN Iphan 001/2015 não prevê relatórios semestrais da Instituição de Guarda e Pesquisa. A alternativa E é a incorreta, pois a IN 001/2015 não impõe à Instituição de Guarda e Pesquisa relatórios semestrais ao CNA sobre os bens sob sua responsabilidade. As demais opções reproduzem a lógica do capítulo V: responsabilidade do arqueólogo coordenador em campo e da instituição depois, guarda na unidade federativa da pesquisa, termo de recebimento ao CNA e aprovação do CNA para análise fora da instituição. A, B, C e D descrevem corretamente a responsabilidade pela conservação, a guarda definitiva, o termo de recebimento e a análise externa autorizada pelo CNA. Referência: IN Iphan nº 001/2015, cap. V. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível As empresas de turismo submarino devem estar cadastradas na Marinha do Brasil e no Instituto Brasileiro de Turismo. A Lei 7.542/1986, com a redação da Lei 10.166/2000, exige que as empresas que promovam excursões de turismo submarino estejam cadastradas na Marinha do Brasil e no Instituto Brasileiro de Turismo. As demais opções trazem órgãos como DPC, CNA, EMA, Iphan, Ibram, DPHDM e DPMF, que não são os do cadastro previsto na lei. Referência: Lei nº 7.542/1986, alterada pela Lei nº 10.166/2000. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Museus de arqueologia naval in situ devem articular conhecimento científico e sociedade. Para Amaral et al., a criação desses museus deve considerar a interação entre o conhecimento científico e a sociedade, já que o público é parte da preservação do patrimônio. As demais opções contrapõem Estado, mercado ou retorno financeiro, ou tratam de causas do naufrágio, o que foge da proposta de interação ciência-sociedade. Referência: AMARAL et al. (2018). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A Carta de Sofia (1996) inclui os bens que tenham sido removidos do meio subaquático. A Carta define o patrimônio cultural subaquático como o patrimônio arqueológico que se encontra em meio subaquático ou que tenha sido removido dele, inclusive os sítios e estruturas submersas, zonas de naufrágios e seu contexto arqueológico e natural. B exclui sítios e estruturas, o que contraria a definição. C exclui materiais retirados ilegalmente. D cria comissão de peritos e exige estar parcialmente submerso. E impõe um corte temporal (antes da Segunda Guerra) que a Carta não prevê. Referência: Carta Internacional ICOMOS (Sofia, 1996), apud RAMBELLI (2002). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Para a arqueologia pós-processual, a cultura material é elemento ativo nas relações sociais. A tese pós-processual, apresentada por Trigger, é que a cultura material não é mero reflexo passivo da adaptação ecológica ou da organização sociopolítica. Ela é ativa e pode tanto disfarçar quanto refletir relações sociais, sendo usada para marcar diferenças ou legitimar autoridade. B apresenta a cultura material como reflexo passivo. C defende uma visão positivista de autossuficiência. D foge da teoria e trata de sociedade de consumo. E afirma uma explicação global plenamente satisfatória e inventa o procedimento 'arqueologia teórica'. Referência: TRIGGER, B. G. História do Pensamento Arqueológico (2011). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O art. 216, § 1º, prevê inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação. O § 1º do art. 216 da CF/88 diz que o Poder Público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o patrimônio cultural por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação, e de outras formas de acautelamento e preservação. A alternativa A reúne esses cinco instrumentos. B, C, D e E misturam termos como valoração, educação, projeção, conservação, restauração e manutenção, que não são as formas nomeadas no parágrafo. Referência: CF/88, art. 216, § 1º. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível As Instituições de Guarda e Pesquisa devem atender ao trinômio pesquisa, conservação e socialização. A Portaria Iphan 196/2016 estabelece que essas instituições devem cumprir o trinômio pesquisa, conservação e socialização do patrimônio arqueológico. As demais combinações (envolvimento, interação, proteção, manutenção, educação, impacto e divulgação) não correspondem ao trinômio da portaria. Referência: Portaria Iphan nº 196/2016. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Estão corretas as afirmativas II, III e V. II é correta: guarda-se amostra dos depósitos junto ao bem e reserva-se uma amostra de fragmentos sem limpar. III é correta: o laboratório de campo deve ser preferencialmente fechado, para reduzir as mudanças bruscas de temperatura e umidade. V é correta: o arqueólogo deve inventariar os bens antes de entregá-los à instituição de guarda. I é falsa: a secagem deve evitar o ar quente, sob risco de danos. IV é falsa: a lavagem em água corrente e os solventes não são recomendados de forma geral, e a higienização deve ser a mínima necessária. Por isso A, B, D e E, que incluem I ou IV, estão erradas. Referência: Portaria Iphan nº 196/2016, Anexo I. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O primeiro trabalho nacional sobre maritime garbology (2009) é de Ricardo dos Santos Guimarães. Duran e Rambelli, citando Arnshav, apontam o trabalho de Ricardo dos Santos Guimarães, de 2009, como o primeiro esforço acadêmico nacional de inclusão desse pensamento, refletindo sobre comportamentos de descarte em ambientes aquáticos. Rios e Souza, Funari, Rambelli e Tania Andrade Lima são nomes ligados à arqueologia brasileira, mas não são os autores do trabalho citado. Referência: DURAN, L.; RAMBELLI, G. (2019), apud ARNSHAV (2014). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A DPC autoriza a pesquisa de bens afundados por sinistro, alijamento ou fortuna do mar. Pela NORMAM-10, a autorização para pesquisar coisas ou bens afundados em decorrência de sinistro, alijamento ou fortuna do mar compete ao Diretor de Portos e Costas. O CEMA, o ComDN, o CNA e a DAS-MB não têm essa competência na norma. O CNA é do Iphan, e o patrimônio arqueológico é tratado em outra via. Referência: NORMAM-10/DPC (2022). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O registro arqueológico deve ser conservado e estudado com base em um projeto de pesquisa científica. Para Scatamacchia, a recuperação efetiva dos dados do registro arqueológico depende de que ele seja conservado e estudado dentro de um projeto de pesquisa científica. Memorial descritivo da faina, plano de conservação, plano museológico e relatório de exploração são instrumentos ou documentos específicos. Nenhum deles é a base geral de estudo e conservação segundo a autora. Referência: SCATAMACCHIA, M. C. M. (2015). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A DPHDM emite parecer técnico sobre bens de valor histórico, cultural ou arqueológico da União. Pela NORMAM-10, cabe à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha realizar a análise técnica e emitir parecer sobre a exploração de coisas ou bens de valor artístico, interesse histórico, cultural ou arqueológico pertencentes à União. EMA, ComDN e DPC têm outras atribuições no processo, mas não são o órgão técnico para o patrimônio histórico. O CNA é órgão do Iphan, não da Marinha. Referência: NORMAM-10/DPC (2022). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A Convenção da UNESCO 2001 prioriza a preservação in situ. As regras do Anexo e o art. 2º da Convenção estabelecem que a preservação in situ deve ser considerada a opção prioritária antes de qualquer intervenção. A está errada: as técnicas devem ser não destrutivas e a recuperação de objetos não é prioridade. B está errada: o acesso responsável do público in situ deve ser incentivado. D está errada: o programa de preservação deve prever o tratamento dos vestígios durante a intervenção. E está errada: a exigência é de profissional qualificado em arqueologia subaquática, não de mergulhador profissional. Referência: Convenção da UNESCO sobre a Proteção do Patrimônio Cultural Subaquático (2001), art. 2º e Anexo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O histórico-culturalismo aperfeiçoou seriação, estratigrafia e classificação. Segundo Trigger, a abordagem histórico-cultural, ao buscar sequências cronológicas e áreas culturais, refinou técnicas como a seriação, a estratigrafia e a classificação tipológica. Esses são os avanços mais evidentes de método nessa corrente. 'Processo de formação' pertence à arqueologia processual e à Schiffer, não ao histórico-culturalismo (A e B). 'Interpretação' e 'organização' são genéricas (C). 'Arqueometria' e 'percolação' não caracterizam o período (E). Referência: TRIGGER, B. G. História do Pensamento Arqueológico (2011). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Correlação dos conceitos da NORMAM-10: exploração, remoção, pesquisa e bens perdidos. Resgatar cascos soçobrados, sua carga ou pertences é a Exploração (III). Retirar os bens do local para evitar riscos à navegação ou ao meio ambiente é a Remoção (IV). Localizar bens e avaliar a viabilidade de explorá-los é a Pesquisa (II). Material ou embarcação acidentada com paradeiro incerto é Coisa ou Bem Perdido (I). A definição de espaços marítimos sob jurisdição brasileira corresponde a 'águas jurisdicionais', que não está entre os conceitos listados, e por isso fica sem número. B inverte a ordem das duas últimas lacunas, pondo (I) na definição de águas jurisdicionais. C troca Pesquisa (II) e Exploração (III). D e E trocam a posição de Remoção, Exploração e Pesquisa, ou deixam de alinhar Exploração com o resgate de cascos. Referência: NORMAM-10/DPC (2022), conceitos e definições. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A produção nacional em AMH concentra-se em estudos de sítios de naufrágio. Oliveira Torres e Farherr (2018) observaram que as maiores contribuições da produção acadêmica nacional em Arqueologia Marítima Histórica tratam de sítios de naufrágios, conforme o gabarito oficial. B é falsa, pois os trabalhos teóricos ainda são poucos. C e D são afirmações contrárias ao panorama traçado pelos autores. E está errada, pois a maior produção é bem posterior à década de 1970. Referência: Oliveira Torres, M.; Farherr, L. (2018). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Lewis Binford é o principal expoente da Nova Arqueologia. Lewis Binford foi o principal nome da Nova Arqueologia (processual), defendendo uma arqueologia científica, hipotético-dedutiva e voltada à explicação dos processos culturais. Leakey é associado à paleoantropologia. Schiffer, embora ligado à vertente processual, é conhecido pelos processos de formação do registro arqueológico. Klindt-Jensen foi historiador da arqueologia. Hodder é expoente da arqueologia pós-processual, crítica à Nova Arqueologia. Referência: Trigger, B. G. (2011), História do Pensamento Arqueológico. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O equipamento que viabilizou a pesquisa subaquática sistemática foi o aqualung. Segundo Rambelli (2002), o aqualung, equipamento de mergulho autônomo desenvolvido por Cousteau e Gagnan, deu liberdade de movimento e permitiu a sistematização da pesquisa arqueológica subaquática. Bússola, propulsor, mosquetão e boia são acessórios auxiliares, e nenhum deles foi o que possibilitou o início da pesquisa sistemática. Referência: Rambelli, G. (2002), Arqueologia até debaixo d'água. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A alternativa A inverte o princípio da preservação in situ como opção prioritária. O art. 2º da Convenção de 2001 estabelece que a preservação in situ será considerada a opção prioritária antes de se autorizar ou iniciar qualquer intervenção. A alternativa A diz o contrário, por isso não faz parte do rol. B, C, D e E reproduzem objetivos e princípios do art. 2º: garantir a proteção, adotar medidas apropriadas, vedar a exploração comercial e encorajar o acesso responsável e não intrusivo. Referência: UNESCO (2001), Convenção sobre a Proteção do Patrimônio Cultural Subaquático, art. 2º. Resolução comentada do VaiConcursos.Marinha do Brasil — CP-T/2023 (Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha) — Arqueologia — Prova Amarela
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
I- No caso de lavagem dos bens, deve-se optar pelo uso de água destilada ou deionizada, além de secá-los em superfícies limpas e inertes, priorizando o uso de ar quente.
II- Caso para a análise se faça necessária a limpeza total do bem, sugere-se que uma amostra dos seus depósitos seja acondicionada em saco plástico, etiquetada e armazenada junto dele. Sugere-se, também, que uma amostra dos fragmentos seja selecionada para não ser limpa.
III- Recomenda-se que seja planejado um local apropriado para montar um laboratório de campo, preferencialmente fechado, para realizar os procedimentos de conservação e de acondicionamento, visando minimizar deteriorações advindas das mudanças bruscas de temperatura e umidade sofridas a partir da extração do bem.
IV- Recomenda-se, a fim de evitar degradações futuras, que os bens sejam higienizados com pincéis, escovas e trinchas macias e, sempre que possível, lavados em água corrente ou tratados com solventes específicos.
V- Os bens coletados deverão ser inventariados pelo arqueólogo antes de serem entregues à Instituição de Guarda e Pesquisa.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
CONCEITOS
I- Coisas ou Bens Perdidos
II- Pesquisa
III- Exploração
IV- Remoção
DEFINIÇÕES
( ) Ação desenvolvida para resgate de cascos soçobrados, sua carga ou pertences.
( ) Retirada de bens soçobradas do local onde se encontram para outro, a fim de evitar riscos para a navegação ou danos ao meio ambiente.
( ) Atividade desenvolvida em águas jurisdicionais brasileiras para localização de bens afundados ou soçobrados e avaliação do achado quanto à viabilidade de sua exploração econômica.
( ) Espaços marítimos, nos quais o Brasil exerce jurisdição sobre atividades, pessoas, instalações, embarcações e recursos naturais vivos e não vivos.
( ) Qualquer material, equipamento ou embarcação que sofreu acidente nas águas jurisdicionais brasileiras e que seu paradeiro é incerto ou desconhecido.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Lipke et al (1993) apud Borrero et al (2022), no livro intitulado Boats, A Manual for their Documentation, propõem uma metodologia para registrar a forma das embarcações, as características construtivas e culturais. Essa metodologia está sequenciada em tarefas, sendo elas ordenadamente da seguinte maneira:
Com base na Instrução Normativa nº 001 de 25 de março de 2015, que estabelece procedimentos administrativos a serem observados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) nos processos de licenciamento ambiental dos quais participe, no que se refere o capítulo V "Da responsabilidade pela Conservação dos Bens Arqueológicos", assinale a opção INCORRETA.
De acordo com lei nº 7.542/1986, alterada pela lei nº 10.166/2000, a realização de excursões de turismo submarino, com turistas mergulhadores nacionais e estrangeiros, em sítios arqueológicos já incorporados ao domínio da União é livre, sendo vedada aos mergulhadores a remoção de qualquer bem ou parte deste. Para a realização dessa atividade, as empresas devem estar cadastradas em quais instituições?
Conforme Amaral et al. (2018), museus de arqueologia naval in situ são necessários e ações conjuntas entre instituições devem se fazer presentes, ainda mais sob a ótica da arqueologia subaquática que requer conhecimentos específicos. Segundo os autores, a criação desses museus deve considerar a interação entre:
De acordo com Rambelli (2002) a Carta Internacional sobre Proteção e Gestão do Patrimônio Cultural Subaquático (SOFIA, 1996) define Patrimônio Cultural Subaquático. Assim, assinale a opção que apresenta a definição correta trazida pela Carta.
A obra "História do Pensamento Arqueológico", escrita por Bruce G. Trigger (2011), traz reflexões e exemplos de práticas arqueológicas nas suas variadas vertentes teóricas. Uma dessas correntes teóricas foi denominada "Arqueologia Pós-Processual ou Contextual". Assim, assinale a opção que apresenta a tese básica dessa corrente teórica sobre a ideia de cultura material.
Assinale a opção que apresenta as formas de proteção cultural previstas no parágrafo 1º do artigo 216 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
Considerando que as Instituições de Guarda e Pesquisa são espaços para o desenvolvimento de ações de interação com o patrimônio cultural arqueológico, qual trinômio estabelecido na portaria nº 196 de 18 de maio de 2016 do Iphan essas instituições devem atender?
Com base no Anexo I, "Recomendações para a Conservação de Bens Arqueológicos Móveis", da portaria nº 196, de 18 de maio de 2016 do IPHAN, analise as afirmativas abaixo e assinale a opção correta.
Segundo Arnshav (2014) apud Duran e Rambelli (2019), a chamada maritime garbology, prática de pesquisa que pode ser traduzida como estudo arqueológico dos dejetos modernos presentes em ambientes marítimos submersos, quebra a perspectiva de que os sítios submersos são estanques e se mantêm alheios aos acontecimentos contemporâneos. Os autores exemplificam algumas publicações que trabalham o tema de maneira insipiente e citam um trabalho publicado em 2009 ao qual consideram como sendo o primeiro esforço acadêmico de inclusão desse tipo de pensamento no âmbito nacional, levantando uma reflexão sobre comportamentos culturais de descarte em ambientes aquáticos. O trabalho supracitado foi escrito por:
De acordo com a Norma da Autoridade Marítima (NORMAM-10/DPC-2022), relativa à assistência e salvamento e às atividades de pesquisa, exploração, remoção e demolição de coisas e bens afundados, submersos, encalhados e perdidos, de quem é a competência para autorizar a pesquisa de coisas ou bens afundados, submersos, encalhados e perdidos em águas jurisdicionais brasileiras, em terreno de Marinha e seus acrescidos e em terrenos marginais, em decorrência de sinistro, alijamento ou fortuna do mar?
De acordo Scatamacchia (2015), o registro arqueológico é o testemunho material das variadas atividades do homem e do seu processo histórico e, em muitos casos, representa o único documento sobre um determinado fato ou período. Conforme a autora, para uma recuperação efetiva dos dados, esse registro deve ser conservado e estudado tendo como base um:
De acordo com a Norma da Autoridade Marítima (NORMAM-10/DPC-2022), relativa à assistência e salvamento e às atividades de pesquisa, exploração, remoção e demolição de coisas e bens afundados, submersos, encalhados e perdidos, a quem compete realizar análise técnica e emitir parecer referente à exploração de coisas ou bens de valor artístico, de interesse histórico, cultural ou arqueológico pertencentes à União?
Conforme o texto da Convenção da Unesco sobre a Proteção do Patrimônio Cultural Subaquático de 2001, assinale a opção correta.
A obra "História do Pensamento Arqueológico", escrita por Bruce G. Trigger (2011), traz reflexões e exemplos de práticas arqueológicas nas suas variadas vertentes teóricas. Dentre elas está a concepção histórica cultural, que resultou em significativos aperfeiçoamentos dos métodos arqueológicos, sendo esses mais evidentes, sobretudo no tocante a:
De acordo com a Norma da Autoridade Marítima (NORMAM-10/DPC-2022), relativa à assistência e salvamento e às atividades de pesquisa, exploração, remoção e demolição de coisas e bens afundados, submersos, encalhados e perdidos, correlacione os conceitos apresentados na norma às suas definições a primeira coluna às suas definições apresentadas abaixo e assinale a opção correta.
Oliveira Torres e Farherr (2018) apresentaram um panorama geral da Arqueologia Marítima Histórica (AMH) no Brasil, desde o ponto de vista histórico de seu desenvolvimento, principais temas abordados, contribuições e lacunas na produção científica nacional. Com base na visão de conjunto, os autores observaram que:
A obra "História do Pensamento Arqueológico", escrita por Bruce G. Trigger (2011), traz reflexões e exemplos de práticas arqueológicas nas suas variadas vertentes teóricas. Uma dessas correntes teóricas foi denominada "Nova Arqueologia". Assim, assinale a opção que apresenta um dos principais expoentes dessa linha teórica.
De acordo com Rambelli (2002), as primeiras tentativas de sistematizar a pesquisa arqueológica do universo subaquático só foi possível com a criação de um equipamento que permitiu uma maior facilidade de movimento e se revelou de imediato perfeitamente capaz de satisfazer às exigências da exploração no ambiente aquático. Assim, assinale a opção que apresenta o equipamento ao qual o autor se refere.
A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, reunida em Paris no ano de 2001, reconhece a importância do Patrimônio Cultural Subaquático enquanto parte integrante do patrimônio cultural da humanidade e elemento particularmente importante na história dos povos, das nações e das suas relações mútuas no que concerne ao patrimônio comum. A convenção estabelece em seu Artigo 2º objetivos e princípios gerais. Nesse contexto, assinale a opção que NÃO faz parte do rol apresentado na publicação.