← Voltar para a lista de provas Hospital Naval Marcílio Dias · Residência Médica — Especialidades com pré-requisito em Ortopedia e Traumatologia (Ombro e Cotovelo) 50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 50 com gabarito Gabarito disponível O corpo da escápula é o segmento mais acometido nas fraturas da escápula. As fraturas da escápula são raras e geralmente por trauma de alta energia. A maior parte envolve o corpo da escápula (cerca de 35%–50%), seguido do colo e das outras regiões. B) Glenoide: menos frequente, cerca de 10%. C) Colo da glenoide: menos frequente que o corpo. D) Acrômio: raro. E) Coracoide: o menos comum. Referência: Rockwood & Green's Fractures in Adults. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os quatro estágios de Neviaser não incluem hemartrose. Os estágios artroscópicos de Neviaser são: 1) sinovite eritematosa; 2) sinovite aguda com adesões; 3) maturação das adesões com sinovite leve; 4) adesão crônica sem sinovite. Hemartrose não faz parte da classificação, portanto é a exceção. A, B, C e D) Corretas: correspondem aos quatro estágios descritos por Neviaser, sendo o enunciado pedindo a exceção. Referência: Neviaser RJ, Neviaser TJ. Clin Orthop 1987. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A transferência da tuberosidade menor para o defeito umeral foi descrita por Neer. Na luxação posterior com defeito de impressão da cabeça umeral (lesão de McLaughlin reversa), a transferência da tuberosidade menor, com o subescapular, para o defeito foi descrita por Neer, modificando a técnica original de McLaughlin. Essa modificação mantém o tendão preservado e preenche o defeito. B) McLaughlin: descreveu a transferência do tendão do subescapular para o defeito, sem a tuberosidade. C) Patte: associado a estudos sobre o manguito e à classificação da retração. D) Hawkins: associado ao teste de impacto e a fraturas do tálus. E) Gerber: associado ao teste lift-off e a procedimentos de reconstrução. Referência: Neer CS. Shoulder Reconstruction; Rockwood & Matsen, The Shoulder. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A glenoide tem em média orientação de 2° de anteversão a 9° de retroversão. Estudos anatômicos (Saha, Friedman e outros) mostram que a superfície articular da glenoide é, em média, discretamente retrovertida, com variação entre cerca de 2° de anteversão e 9° de retroversão. Valores como 15° ou 30° são exagerados e correspondem a displasias ou desgaste patológico. A, B, C e D) Erradas: apresentam valores fixos de 15° ou 30°, muito acima do observado na anatomia normal, que varia na faixa estreita de anteversão leve a retroversão moderada. Referência: Rockwood & Matsen, The Shoulder; Friedman RJ et al. J Bone Joint Surg Am 1992. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Burkhart descreveu as lesões em crescente, L, L invertido, maciça e U. A classificação de Burkhart, baseada na forma da lesão, inclui lesões em crescente, em L, em L invertido, em U e maciças e contraídas. Reconhecer a forma orienta a técnica de reparo, como a convergência das margens nas lesões em U. A) Errada: o tipo Z não faz parte da classificação. C) Errada: inclui T e Z, que não fazem parte. D) Errada: omite o tipo U e traz o T. E) Errada: traz o T, não pertencente à classificação. Referência: Burkhart SS et al. Arthroscopy; Rockwood & Matsen, The Shoulder. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A clavícula tem suprimento sanguíneo predominantemente periosteal. Diferentemente da maioria dos ossos longos, que dependem de artéria nutrícia intramedular, a clavícula é nutrida principalmente por vasos periosteais, o que a torna única. Essa característica é relevante para o planejamento cirúrgico e a preservação do periósteo. B) Errada: o suprimento intramedular predomina nos ossos longos típicos, não na clavícula. C) Errada: a artéria nutrícia é secundária na clavícula. D) Errada: vasos perfurantes não são o suprimento predominante. E) Errada: vasos recorrentes não caracterizam o suprimento da clavícula. Referência: Rockwood & Green's Fractures in Adults. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A veia subclávia é a estrutura em risco, a cerca de 4,8 mm da face inferior da clavícula medial. Estudos anatômicos mostram que, na porção medial da clavícula, a veia subclávia se situa muito próxima da face inferior do osso, o que a coloca em risco durante a perfuração e a fixação. O gabarito oficial aponta a veia subclávia como a estrutura nessa distância. B) Veia jugular interna: fica mais cranial e medial, fora da área de perfuração habitual. C) Nervo peitoral lateral: não é a estrutura descrita nessa medida. D) Artéria axilar: continuação da subclávia, situada mais distalmente. E) Nervo musculocutâneo: situa-se mais distalmente no braço. Referência: Rockwood & Green's Fractures in Adults; Campbell's Operative Orthopaedics. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A incidência Serendipity é utilizada para visualizar a luxação esternoclavicular. A incidência Serendipity (descrita por Rockwood) é uma projeção com o feixe inclinado cefalicamente em 40°, centrada no manúbrio, que permite avaliar a articulação esternoclavicular e distinguir luxação anterior de posterior. A tomografia computadorizada, porém, é o melhor exame. A) Zanca: usada para a articulação acromioclavicular. B) Alexander: incidência da escápula/acromioclavicular em projeção lateral dinâmica. C) Rockwood: incidência para a articulação esternoclavicular não é assim nomeada; o termo associado é Serendipity. D) Stryker: usada para lesões do ombro como Hill-Sachs. Referência: Rockwood & Green's Fractures in Adults; Rockwood & Matsen, The Shoulder. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O trapézio é inervado pelo nervo espinhal acessório (XI par craniano). O músculo trapézio recebe inervação motora do nervo acessório (espinhal acessório, XI par), com contribuição sensitiva dos ramos de C3-C4. Sua lesão causa queda do ombro e dificuldade na elevação do membro. A) Torácico longo: inerva o serrátil anterior. C) Dorsal da escápula: inerva os romboides e o elevador da escápula. D) Axilar: inerva o deltoide e o redondo menor. E) Supraescapular: inerva o supraespinal e o infraespinal. Referência: Netter, Atlas de Anatomia Humana; Gray's Anatomy. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A mialgia do trapézio é a afecção mais associada a trabalho estático e de pouca carga. A mialgia do trapézio (miofascial) está ligada a contrações musculares sustentadas e de baixa intensidade, como em trabalho de escritório ou digitação, com postura estática. As demais afecções relacionam-se mais a sobrecarga, esforços repetitivos acima da cabeça ou ao trauma. A) Manguito rotador: associa-se a trabalhos com elevação repetida do braço e carga. B) Bursite subacromial: associa-se a movimentos repetitivos acima do plano dos ombros. C) Peitoral maior: lesão ligada a esforço intenso, como supino. D) SLAP: relacionada a arremesso e trauma. Referência: Ortopedia e medicina do trabalho: distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O ramo da artéria axilar raramente lesado na luxação do ombro é o torácico longo. As lesões arteriais na luxação anterior ocorrem mais na artéria axilar, em seus segmentos próximos ao colo cirúrgico, e nos ramos subescapular e circunflexos. O 'torácico longo' é um nervo, e não um ramo da artéria axilar relevante nesse contexto de lesão. É, portanto, o ramo raramente lesado. A) Torácico (artérias torácicas, como a toracoacromial e a torácica lateral): podem ser acometidas, embora menos. B) Subescapular: pode ser lesado pelo trauma e pelo deslocamento. C) Circunflexo: as circunflexas umerais anterior e posterior ficam muito próximas do colo cirúrgico e são frequentemente lesadas. E) Acromial: ramo da toracoacromial, pode ser lesado, mas o gabarito aponta o torácico longo como o raramente lesado. Referência: Rockwood & Matsen, The Shoulder; Campbell's Operative Orthopaedics. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O teste de maior especificidade para lesão do subescapular é o Lift-off. O teste de Gerber (lift-off) avalia a rotação interna ativa com o dorso da mão nas costas, afastando-o da coluna. Tem alta especificidade para lesão do subescapular, sobretudo em lesões completas, embora sensibilidade limitada. Por isso é considerado o de maior especificidade entre os citados. A) Bear-hug: bom teste, com alta sensibilidade, detecta lesões parciais. B) Belly-press: útil, com boa sensibilidade, mas menos específico. C) Neer: avalia impacto subacromial. E) Hawkins: também avalia impacto subacromial, não o subescapular. Referência: Gerber C, Krushell RJ. J Bone Joint Surg Br 1991; Barth JR et al. Arthroscopy 2006. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O padrão 'Friar Tuck' (rarefação central da glenoide) é típico da doença degenerativa primária. Na osteoartrose primária glenoumeral há desgaste da cartilagem predominantemente na região posterior e na cabeça umeral. Na radiografia pode-se observar o aspecto de 'Friar Tuck' (referência à calvície central do frade), traduzindo a rarefação cartilaginosa central, típica da doença degenerativa primária. A) Errada: na artropatia pós-capsulorrafia há desgaste posterior excêntrico por excesso de tensão capsular. B) Errada: a pós-traumática relaciona-se a incongruências, fraturas consolidadas viciosamente e material de síntese. D) Errada: na inflamatória (por exemplo, artrite reumatoide) há osteopenia e erosões com migração medial/proximal da cabeça. E) Errada: na necrose avascular predominam colapso subcondral e sinal do crescente na cabeça umeral. Referência: Rockwood & Matsen, The Shoulder; Neer CS. Shoulder Reconstruction. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O túnel proximal do cabo longo do bíceps tem 3 zonas; a zona 3 é a subpeitoral. Na classificação do túnel bicipital proximal (Taylor e Richards), descrevem-se 3 zonas: zona 1 (da inserção no lábio superior até a margem inferior do subescapular, parte intra-articular e entrada do sulco), zona 2 (do sulco bicipital até a margem proximal do peitoral maior, região 'no man's land') e zona 3 (subpeitoral, distal à margem superior do tendão do peitoral maior). Assim, a alternativa que traz 3 zonas e a zona 3 subpeitoral é a B. A) Errada: a zona 2 não é a que vai da margem articular à margem distal do subescapular; essa descrição corresponde à zona 1. C) Errada: são 3 zonas, não 4, e a descrição citada é da zona 1. D) Errada: não há 4 zonas; a região entre o subescapular e o peitoral maior é a zona 2. E) Errada: são 3 zonas, e a subpeitoral é a zona 3, não a 4. Referência: Taylor SA, Khair MM, Gulotta LV et al. Diagnostic glenohumeral arthroscopy fails to fully evaluate the biceps-labral complex. Arthroscopy 2015; Rockwood & Matsen, The Shoulder. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo o gabarito, o nervo ulnar é o mais acometido no desvio póstero-lateral. O gabarito oficial indica o nervo ulnar como o mais acometido nessa situação. Cabe lembrar que a literatura clássica associa o desvio posteromedial ao nervo radial e o posterolateral ao nervo mediano/interósseo anterior. A resposta segue o gabarito da banca. B: o radial é mais comum no desvio posteromedial. C e D: o mediano e o interósseo anterior são mais associados ao desvio posterolateral na literatura. E: o interósseo posterior é raro. A: correta pelo gabarito. Referência: Gabarito oficial da banca; Skaggs DL, fraturas supracondilianas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A incidência de lesão do nervo axilar na luxação anterior é de cerca de 33%. Estudos eletrofisiológicos mostram alterações do nervo axilar em até um terço dos pacientes após a luxação anterior, a maioria neuropraxias, que se resolvem espontaneamente. A e B: 5% e 10% subestimam a incidência. D e E: 50% e 60% superestimam, pois se aproximam de números de luxações em idosos, com maior incidência de lesões associadas. Referência: Visser CP et al., J Shoulder Elbow Surg; Rockwood & Matsen. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Com o cotovelo flexionado, o principal restritor do varo é a articulação. Em flexão, o contato osseu da articulação umeroulnar é o principal estabilizador contra o varo. Em extensão, os ligamentos e a cápsula ganham maior papel. A: a cápsula é secundária. B: o ligamento colateral lateral é restritor principal em extensão, não em flexão. C: o colateral medial restringe o valgo. E: o anular estabiliza a cabeça do rádio. Referência: Morrey BF; biomecânica do cotovelo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O reparo precoce reduziu a recorrência de 80% para 14%. Segundo o estudo citado (Arciero), o reparo artroscópico precoce em jovens atletas após a primeira luxação anterior reduziu a recorrência de cerca de 80% com tratamento conservador para 14%. A, C, D e E: os valores de 5%, 30%, 43% e 53% não correspondem aos dados do estudo. Referência: Arciero RA et al., Am J Sports Med 1994. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A gaveta anterior é o teste de maior especificidade para instabilidade anterior. Entre os testes de instabilidade anterior, o da gaveta anterior apresenta alta especificidade, de acordo com o texto-base adotado. Já os testes de apreensão e recolocação têm sensibilidade moderada e especificidade variável. A: a apreensão é sensível, mas menos específica que a gaveta segundo o gabarito. B e E: recolocação e surpresa são variantes da apreensão. D: o sulco avalia instabilidade inferior/multidirecional. Referência: Texto-base de semiologia do ombro; Rockwood & Matsen. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O hug test avalia a articulação acromioclavicular. No hug test, o paciente leva a mão ao ombro contralateral e o examinador a afasta contra resistência. O teste provoca dor na articulação acromioclavicular, pela adução horizontal forçada, e é usado para avaliá-la. A: a glenoumeral é avaliada por outros testes, como apreensão e Jobe. C: a escapulotorácica é avaliada pela discinesia. D: a esternoclavicular tem exame próprio. E: o cotovelo não é avaliado por esse teste. Referência: Exame físico do ombro; testes de adução cruzada. Resolução comentada do VaiConcursos.Marinha do Brasil — SSPM — PRM/2023 (Hospital Naval Marcílio Dias) — Especialidades com pré-requisito em Ortopedia e Traumatologia (Ombro e Cotovelo) — Prova A…
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Na fratura da escápula, o segmento mais acometido é:
Neviaser descreveu quatro estágios artroscópicos da capsulite adesiva, EXCETO:
Uma das principais causas de instabilidade recorrente após a redução de uma luxação posterior é a presença de um defeito na cabeça umeral medial do úmero. Se, no momento da redução, a estabilidade não puder ser obtida por causa de tal defeito, ela pode ser preenchida com a tuberosidade menor. Essa cirurgia foi descrita por quem?
A superfície articular da glenoide possui, em média, a orientação de:
A melhor classificação para a forma da lesão do manguito rotador foi descrita por Burkhart. Dentre os tipos estabelecidos, assinale a opção correta.
A clavícula também parece ser única como um osso longo, pois tem um suprimento sanguíneo predominantemente:
A estrutura que dista 4,8 mm da face inferior da clavícula, na sua porção medial, e se encontra em risco durante a fixação de uma fratura de clavícula é:
Qual a incidência radiográfica utilizada para visualização da luxação esternoclavicular?
O músculo trapézio é inervado pelo nervo:
Qual doença do ombro está mais relacionada a profissões mais estáticas e que não demanda muita carga?
Vários relatos de lesão arterial e neurológica com luxação do ombro reforçam a importância de uma avaliação neurovascular completa. A lesão pode ser na artéria ou na veia axilar. Qual ramo da artéria axilar raramente é lesado?
O exame semiológico para avaliar lesão do tendão do músculo subescapular que apresenta maior especificidade é o teste:
A rarefação cartilaginosa central da articulação glenoumeral, conhecida como padrão "Friar Tuck", é comum na seguinte patologia:
O túnel proximal do cabo longo do bíceps é dividido em:
Qual nervo é mais comumente acometido nas fraturas supracondileas de úmero no desvio póstero-lateral no cotovelo pediátrico?
Qual é a incidência de lesão do nervo axilar em luxações anteriores do ombro?
Com o cotovelo em flexão, o principal restritor do varo é:
Na instabilidade glenoumeral, segundo Arcieiro, o reparo cirúrgico precoce, após a luxação anterior aguda, reduziu significativamente a taxa de recorrência em atletas jovens. Seus dados indicaram diminuição na instabilidade recorrente com reparo precoce de 80% para:
O exame semiológico para avaliar instabilidade anterior glenoumeral que apresenta maior especificidade é o teste:
O "hug test" é comumente utilizado para avaliar qual articulação?