← Voltar para a lista de provas Hospital Naval Marcílio Dias · Residência Médica — Especialidades com pré-requisito em Ortopedia e Traumatologia (Ombro e Cotovelo) 50 questões nesta prova · página 3 de 3 · 50 com gabarito Gabarito disponível O drive-through sign indica frouxidão (flacidez) glenoumeral. Na artroscopia, o sinal do drive-through é a passagem fácil do artroscópio entre a cabeça umeral e a glenoide, entre o ombro e o espaço glenoumeral. Indica frouxidão capsuloligamentar (hiperfrouxidão). B) Errada: o sinal reflete frouxidão e não define por si só instabilidade glenoumeral, que exige correlação clínica e outros achados. C, D e E) Erradas: o sinal não é indicador de lesão do manguito, tendinopatia do bíceps ou artropatia. Referência: Artroscopia do ombro (Rockwood). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo o gabarito, a banda superior é a mais espessa do ligamento glenoumeral inferior. Bigliani e cols. dividiram o complexo do ligamento glenoumeral inferior em banda superior, axilar anterior e axilar posterior. O gabarito oficial indica a banda superior como a mais espessa. B e E) Erradas: não são regiões descritas nessa divisão. C e D) Erradas: as bandas axilares anterior e posterior não são apontadas como as mais espessas. Referência: Bigliani et al., 1992 (anatomia do ligamento glenoumeral inferior). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Luxação posterior crônica com defeito acima de 40% ou mais de 6 meses: prótese. Na luxação posterior crônica, quando o defeito da cabeça umeral passa de 40% ou a luxação tem mais de 6 meses, a reconstrução da cabeça não basta. O tratamento indicado é a artroplastia, com prótese proximal do úmero. A e B) Erradas: Neer (transferência do subescapular) e McLaughlin (transferência do subescapular para o defeito) servem a defeitos menores, de até cerca de 40%. D) Errada: o tratamento conservador não é adequado em luxação crônica com grande defeito. E) Errada: Latarjet é cirurgia para instabilidade anterior com perda óssea glenoidal. Referência: Luxação posterior do ombro (Rockwood). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A principal complicação do tratamento conservador é a perda da extensão. Após o tratamento conservador da fratura da cabeça do rádio, a complicação mais comum é a perda de extensão do cotovelo (déficit de extensão terminal), por rigidez e contratura capsular. B) Errada: a flexão costuma ser menos afetada. C e D) Erradas: a perda de prono-supinação ocorre sobretudo com bloqueio mecânico ou consolidação viciosa, e é menos frequente. E) Errada: a dor residual é possível, mas não é a principal complicação. Referência: Fraturas da cabeça do rádio (Rockwood/Green). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A cápsula do ombro comporta 28 a 35 ml, mais em mulheres. O volume articular normal do ombro é de 28 a 35 ml, e o gabarito indica que a capacidade é maior nas mulheres. Os demais itens trazem faixas diferentes ou invertem a relação entre os sexos. B) Errada: inverte a relação, atribuindo maior volume aos homens. C) Errada: faixa de volume incorreta. D) Errada: faixa de volume incorreta e atribui maior capacidade aos homens. E) Errada: afirma capacidade igual entre os sexos. Referência: Anatomia da cápsula glenoumeral. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A clavícula gira cerca de 50 graus em seu eixo. Na elevação do braço, a clavícula gira posteriormente em torno de seu eixo longo, cerca de 40 a 50 graus. O gabarito considera 50 graus. A, B, C e E) Erradas: não correspondem ao valor adotado na literatura e no gabarito. Os valores de 20, 30 e 40 graus subestimam a rotação, e 60 graus a superestima. Referência: Biomecânica da cintura escapular (Rockwood). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Neer-Horowitz grau III: desvio entre 1/3 e 2/3 da largura da diáfise. Na classificação de Neer e Horowitz para fraturas do úmero proximal na criança, o desvio define o grau. O grau I tem menos de 5 mm, o II até 1/3, o III de 1/3 a 2/3 e o IV mais de 2/3 da largura da diáfise. A) I: desvio mínimo, menor que 5 mm. B) II: desvio até 1/3. D) IV: desvio maior que 2/3. E) V não existe nessa classificação. Referência: Neer CS, Horowitz BS. Fractures of the proximal humeral epiphyseal plate. 1965. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Lesão de Perthes: labrum com desenluvamento periosteal, sem deslocamento medial. Na lesão de Perthes, o labrum anterior se desprende com o periósteo escapular, que permanece íntegro, em desenluvamento. O labrum não fica deslocado medialmente, o que a diferencia da ALPSA. A) HAGL é avulsão umeral do ligamento glenoumeral inferior. B) ALPSA é o labrum com manguito periosteal deslocado medialmente no colo da glenoide. D) Bankart é o desprendimento labral com ruptura do periósteo. E) GLAD é a lesão labral com defeito da cartilagem articular. Referência: Lesões associadas à instabilidade anterior do ombro (Rockwood). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Acima de 40 anos, a recorrência após luxação é de cerca de 10 a 15%. A recorrência da instabilidade depende muito da idade na primeira luxação. É de até 90% em menores de 20 anos e cai para cerca de 10 a 15% em maiores de 40 anos (Rowe, Hovelius). B, C, D e E) Erradas: são faixas de recorrência altas demais para a idade acima de 40 anos. Referência: Rockwood, Fraturas em adultos e instabilidade do ombro. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O teste de Adson é usado na síndrome do desfiladeiro torácico. No teste de Adson, o paciente faz extensão do pescoço e rotação da cabeça para o lado testado, com inspiração profunda. O examinador procura diminuição ou desaparecimento do pulso radial, o que sugere compressão da artéria subclávia no desfiladeiro torácico. A) Jobe testa o supraespinhal. C) Patte testa o infraespinhal e o redondo menor. D) Neer avalia impacto subacromial. E) Fukuda é um teste vestibular/de marcha, sem relação com o desfiladeiro torácico. Referência: Exame físico do desfiladeiro torácico. Resolução comentada do VaiConcursos.Marinha do Brasil — SSPM — PRM/2023 (Hospital Naval Marcílio Dias) — Especialidades com pré-requisito em Ortopedia e Traumatologia (Ombro e Cotovelo) — Prova A…
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
Na artroscopia, o sinal do drive-through indica:
Bigliani et al. (1992) observaram, em 16 cadáveres, que o ligamento glenoumeral inferior poderia ser dividido em algumas regiões anatômicas. Dessas, a banda mais espessa é a:
Em um caso de luxação posterior crônica, em paciente com boas condições clínicas, quando o defeito da cabeça do úmero é maior que 40% ou a luxação tem mais de seis meses de duração, qual é o tratamento de escolha?
No tratamento conservador da fratura da cabeça do rádio, a principal complicação é a:
A cápsula articular do ombro normalmente aceita um volume de líquido sinovial de:
A clavícula gira no seu próprio eixo:
De acordo com Neer e Horowitz, a fratura do terço proximal do úmero na criança que apresenta desvio da diáfise de mais de 1/3 e menos de 2/3 é classificada como:
A instabilidade anterior glenoumeral, onde a lesão do labrum está associada a um desenluvamento periosteal, é chamada de:
Vários autores relataram que pacientes com menos de 20 anos, no momento da luxação inicial, têm até 90% de chance de apresentarem instabilidade recorrente. Em pacientes com mais de 40 anos de idade, essa incidência cai para:
O teste utilizado para diagnosticar a síndrome do desfiladeiro torácico é o: