← Voltar para a lista de provas Hospital Naval Marcílio Dias · Residência Médica — Especialidades com Pré-Requisito em Cirurgia Geral (Cirurgia Plástica, Urologia, Coloproctologia, Cirurgia Vascular) 50 questões nesta prova · página 2 de 3 · 50 com gabarito Gabarito disponível Broncoespasmo grave não é indicação de traqueostomia. O broncoespasmo é obstrução das vias aéreas inferiores, distal ao local da traqueostomia. A traqueostomia não o resolve, e o tratamento é clínico (broncodilatadores, corticoide, ventilação). A) Intubação prolongada é indicação clássica. B) Via aérea cirúrgica em falha de intubação é indicação. C) Edema e risco de via aérea após trauma ou cirurgia maxilofacial é indicação. D) Via aérea de alto risco com imobilização cervical é indicação. Referência: Indicações de traqueostomia em pacientes críticos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Câncer e volvo são as principais causas de obstrução colônica. A causa mais comum de obstrução do cólon é o câncer colorretal (cerca de 60%), seguido pela doença diverticular e pelo volvo, conforme o gabarito, que considera câncer e volvo como principais. A) Corpo estranho e intussuscepção são causas raras no adulto. B) A diverticulite é causa relevante, mas o gabarito indica volvo como a segunda principal. D) Intussuscepção é rara no adulto. E) Doença inflamatória e bridas respondem mais por obstrução de delgado (bridas). Referência: Obstrução intestinal – causas de obstrução colônica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Estágio III: perda total de espessura da pele com gordura visível, sem exposição de osso, tendão ou músculo. Segundo o NPUAP, o estágio III caracteriza-se por perda tecidual de espessura total, com gordura subcutânea visível, podendo haver tecido desvitalizado, mas sem expor osso, tendão ou músculo. A) Eritema que não desaparece, em pele intacta: estágio I. B) Exposição de osso, músculo ou tendão, com túneis: estágio IV. C) Tecido profundo suspeito de lesão (marrom/púrpura): lesão por pressão tissular profunda. D) Perda parcial da espessura da derme: estágio II. Referência: Classificação NPUAP de lesões por pressão. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Líquidos claros até 2 h antes da cirurgia eletiva reduzem o insulto metabólico. Pelos protocolos de aceleração da recuperação (ERAS/ACERTO), líquidos claros são seguros até 2 horas antes da anestesia em pacientes elegíveis, reduzindo resistência insulínica e desconforto. A) A nutrição parenteral não é indicada automaticamente por jejum de 3 dias; prefere-se a via enteral quando possível. B) A imunonutrição é recomendada por cerca de 5 a 7 dias antes da cirurgia, não 2. C) Em altas doses de vasopressor há risco de isquemia mesentérica, e a nutrição enteral deve ser evitada ou adiada. E) A parenteral deve ser desmamada de forma gradual, conforme a ingestão oral atinja a meta calórica. Referência: Diretrizes ERAS/ACERTO de jejum pré-operatório e terapia nutricional. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A maioria das hérnias de Spiegel é pequena (1–2 cm) e surge entre a 4ª e a 7ª década. As hérnias de Spiegel ocorrem na linha semilunar, costumam ser pequenas e interparietais e aparecem tipicamente entre a quarta e a sétima década de vida. A) A hérnia obturatória frequentemente evolui com obstrução intestinal e requer tratamento cirúrgico. B) Grynfeltt é hérnia lombar, não obturatória; e as obturatórias passam pelo canal obturatório. D) As hérnias perineais primárias são raras; as secundárias (pós-cirurgia) são mais comuns. E) A hérnia isquiática é rara e de diagnóstico difícil. Referência: Hérnias incomuns da parede abdominal – Cirurgia Geral. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Paget da mama: tratar como neoplasia, com exérese ampla do complexo areolopapilar e estadiamento. Lesão crostosa unilateral da papila com biópsia mostrando células de Paget confirma a doença de Paget da mama, associada a carcinoma subjacente (in situ ou invasor). A conduta é cirúrgica, com excisão do complexo areolopapilar, avaliação axilar e radioterapia, conforme o gabarito. A) Corticoide tópico trata eczema, não Paget. B) Mamografia negativa não exclui doença, pois o diagnóstico já foi feito por biópsia. C) O diagnóstico não é eczema. E) Aguardar 6 meses atrasa o tratamento de uma neoplasia confirmada. Referência: Doença de Paget da mama – Mastologia. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Febre em 48–72 h no pós-operatório: classicamente atelectasia pulmonar. A cronologia clássica das febres pós-operatórias: até 24 h atelectasia/resposta inflamatória, 48–72 h atelectasia/pneumonia (segundo a banca), depois infecção urinária e de ferida, e mais tarde coleções e tromboflebite. A) Tromboflebite ocorre mais tardiamente, em geral após alguns dias. C) Infecção de ferida tende a surgir a partir do 5º ao 7º dia. D) ITU costuma surgir por volta do 3º ao 5º dia. E) Infecção de corrente sanguínea relaciona-se a cateteres e ocorre mais tardiamente. Referência: Complicações pós-operatórias – Cirurgia Geral. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O empiema sempre exige drenagem torácica. O empiema (pus na cavidade pleural) tem como princípio o esvaziamento da cavidade, sendo a drenagem torácica parte obrigatória do tratamento, junto com antibiótico. A) O hemotórax pequeno pode ser observado; nem sempre drena. C) O pneumotórax pequeno, estável e não hipertensivo pode ser conduzido com observação ou oxigênio. D) Derrame benigno geralmente é tratado pela causa de base. E) O derrame maligno pode ser manejado com toracocentese de alívio ou outras técnicas, não necessariamente dreno. Referência: Drenagem torácica – indicações (ATLS/Cirurgia Torácica). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Hirschsprung: ausência de células ganglionares nos plexos de Auerbach e Meissner. A doença resulta da falha na migração craniocaudal das células da crista neural, levando à aganglionose dos plexos mientérico e submucoso no segmento distal, com obstrução funcional. B) O diagnóstico é feito em geral no período neonatal ou na infância. C) O tratamento padrão é cirúrgico (abaixamento), não laxativos. D) O segmento aganglionar é estenótico/contraído com dilatação do cólon proximal, e o esfíncter anal interno não relaxa (hipertonia). E) É doença geneticamente complexa, com penetrância incompleta e expressividade variável. Referência: Doença de Hirschsprung – Cirurgia Pediátrica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Cerca de 50% das neoplasias apendiculares se manifestam como apendicite e são achados no anatomopatológico. Muitas neoplasias do apêndice se apresentam como apendicite aguda e só são diagnosticadas no exame patológico, em cerca de metade dos casos segundo o gabarito. A) Tumores carcinoides menores que 2 cm na ponta são tratados com apendicectomia simples. B) Carcinoides são os mais comuns e representam mais frequência do que a citada (em torno de 0,3–1% das apendicectomias). C) O tumor primário mais frequente é o carcinoide (neuroendócrino), não o adenocarcinoma. D) Envolvimento do mesoapêndice (ou de base) sugere maior agressividade e costuma exigir ampliação, como hemicolectomia direita, e não só apendicectomia. Referência: Neoplasias do apêndice – Coloproctologia. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Nódulos císticos são sugestivos de benignidade ao ultrassom. Nódulos puramente císticos (anecoicos) têm baixíssimo risco de malignidade. Microcalcificações, margens irregulares, hipoecogenicidade e vascularização intranodular são sinais de suspeita. A) Microcalcificações sugerem carcinoma papilífero. B) Nódulos sólidos têm maior risco que císticos. C) Fluxo intranodular aumentado sugere malignidade. E) Margens irregulares são sinal suspeito. Referência: Avaliação ultrassonográfica do nódulo tireoidiano (ATA/TI-RADS). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Mirizzi: cálculo impactado no infundíbulo/ducto cístico comprime a via biliar principal. Na síndrome de Mirizzi, cálculo impactado no infundíbulo da vesícula ou ducto cístico comprime extrinsecamente o hepático comum/colédoco, causando obstrução biliar e icterícia. B) Na colangite grave (pêntade de Reynolds) o tratamento inicial é a descompressão biliar (CPRE), não a colecistectomia. C) No íleo biliar a enterolitotomia é prioritária; a colecistectomia pode ser adiada ou feita em tempo posterior conforme condição do paciente. D) A coledocolitíase é tratada preferencialmente por via endoscópica (CPRE). E) Após pancreatite biliar indica-se colecistectomia mesmo sem microcálculos evidentes. Referência: Colelitíase e complicações – Cirurgia Geral. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A PAAF diagnostica o carcinoma anaplásico com acurácia em torno de 90%. Pelo gabarito, a punção aspirativa com agulha fina é um método diagnóstico preciso nesse tumor (cerca de 90% dos casos), sendo o exame inicial de escolha, eventualmente complementado por biópsia com agulha grossa. A) Tumor em geral é duro, de crescimento rápido, frequentemente doloroso, não elástico. B) Calcitonina é marcador do carcinoma medular. C) A resposta cirúrgica é pobre; a doença costuma ser irressecável ao diagnóstico. D) É comum a invasão de traqueia e estruturas adjacentes, podendo exigir traqueostomia. Referência: Carcinoma anaplásico da tireoide – Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Borrmann I: lesão polipoide/vegetante bem delimitada. Pela classificação de Borrmann, o tipo I corresponde ao tumor polipoide ou vegetante, bem circunscrito e projetado para a luz gástrica. B) Tipo II: úlcera com bordas elevadas e bem delimitadas. C) Tipo III: úlcera com bordas elevadas parcialmente infiltradas, mal delimitadas. D) Tipo IV: infiltrativo difuso (linite plástica). E) Tipo V: não classificável. Referência: Classificação macroscópica de Borrmann do câncer gástrico avançado. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Apendicite perfurada com abscesso: antibiótico por 4–7 dias no pós-operatório. Em apendicite complicada (perfurada/abscesso), após o controle do foco cirúrgico, mantém-se antibioticoterapia por cerca de 4 a 7 dias, conforme evolução clínica. B) Febre pode estar ausente ou ser baixa; sua ausência não exclui apendicite. C) Dor em FID em mulheres jovens tem muitos diagnósticos diferenciais (ginecológicos), não é patognomônica. D) A cobertura deve incluir gram-negativos e anaeróbios. E) A obstrução luminal (fecalito, hiperplasia linfoide) é o principal mecanismo, mas a alternativa foi considerada incorreta pela banca ao ser comparada com o gabarito A. Referência: Apendicite aguda – manejo antimicrobiano (diretrizes de cirurgia geral). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A fáscia transversalis garante a integridade da parede; hérnia resulta de defeito nela. A fáscia transversalis reveste internamente a parede abdominal e é a estrutura responsável por sua resistência; as hérnias da região inguinal decorrem de defeito/enfraquecimento dela. A) O maior músculo da parede anterolateral é o oblíquo externo, não o transverso. B) O transverso origina-se das cartilagens costais 7ª–12ª, fáscia toracolombar, crista ilíaca e ligamento inguinal, não apenas de fáscias ilíaca e iliopsoas. C) O triângulo de Hesselbach é sede das hérnias inguinais diretas, não indiretas. E) A fáscia transversalis recobre as superfícies anterior e posterior do músculo, e reveste toda a cavidade. Referência: Anatomia da parede abdominal e região inguinal. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Onfalocele: vísceras cobertas por membrana translúcida, cordão no ápice. Na onfalocele há herniação de vísceras pelo anel umbilical, recobertas por saco membranoso (peritônio e âmnio) translúcido, com o cordão umbilical inserido no ápice do saco. É frequentemente associada a outras malformações e cromossomopatias. A) Hérnia umbilical é defeito fascial coberto por pele, sem saco translúcido evisceração. B) Hérnia inguinal ocorre na região inguinal, não no cordão. D) Megacólon congênito é doença de Hirschsprung, não é defeito de parede. E) Na gastrosquise não há membrana, as alças ficam expostas, e o defeito é paraumbilical (geralmente à direita) com cordão normal. Referência: Cirurgia Pediátrica – defeitos da parede abdominal (onfalocele x gastrosquise). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível GASA ≥ 1,1 g/dL indica ascite por hipertensão portal. O gradiente soro-ascite de albumina, calculado como albumina sérica menos albumina do líquido ascítico, é maior ou igual a 1,1 g/dL na ascite por hipertensão portal, como na cirrose. Valores menores sugerem outras causas, como carcinomatose peritoneal e tuberculose. B) Incorreta: a paracentese costuma ser feita no quadrante inferior esquerdo, evitando o ceco e o apêndice. C) Incorreta: o líquido normal é claro e amarelo-citrino, não turvo. D) Incorreta: aumento de polimorfonucleares (≥250/mm³) indica peritonite bacteriana espontânea, não cirrose. E) Incorreta: na ascite há macicez móvel nos flancos, e o timpanismo ocorre no centro, onde as alças flutuam. Referência: Sabiston, Tratado de Cirurgia; diretrizes da AASLD sobre ascite. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A úlcera perfurada cursa com dor abdominal súbita e intensa. A perfuração de úlcera péptica causa dor súbita, intensa, em punhalada, por extravasamento do conteúdo gástrico ou duodenal na cavidade, evoluindo para peritonite química. As outras causas costumam ter início mais gradual. A) Incorreta: a colecistite tem dor de instalação progressiva no hipocôndrio direito. C) Incorreta: a obstrução colônica cursa com dor em cólica e distensão progressivas. D) Incorreta: o abscesso tubo-ovariano tem evolução subaguda, com febre e dor pélvica. E) Incorreta: a pancreatite tem dor em geral de início rápido, porém progressivo, e não tão súbita quanto a perfuração. B) Correta. Referência: Sabiston, Tratado de Cirurgia (abdome agudo); manuais de semiologia cirúrgica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A salpingite é pélvica e intraperitoneal, não causa típica de abscesso retroperitoneal. Abscessos retroperitoneais surgem de processos que atingem esse espaço, como diverticulite, pancreatite aguda, pielonefrite e apendicite retrocecal perfurada. A salpingite é infecção dos órgãos pélvicos femininos, com disseminação intraperitoneal, e não é causa habitual. A) Incorreta: a diverticulite, sobretudo do cólon descendente e sigmoide, pode perfurar para o retroperitônio. B) Incorreta: a pancreatite pode causar coleções e abscessos retroperitoneais. D) Incorreta: a pielonefrite pode originar abscesso perinéfrico. E) Incorreta: o apêndice retrocecal perfurado drena para o retroperitônio. C) Correta. Referência: Sabiston, Tratado de Cirurgia (infecções intra-abdominais e retroperitoneais). Resolução comentada do VaiConcursos.Marinha do Brasil — SSPM — Processo Seletivo PRM/2024 do Hospital Naval Marcílio Dias — Especialidades com Pré-Requisito em Cirurgia Geral — Prova Amarela
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
Com base no quadro clínico e no resultado da biópsia, qual é a conduta mais apropriada para o manejo da condição de Ana?Resolução comentada
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
São indicações para a traqueostomia em pacientes críticos, EXCETO:
As principais causas de obstrução colônica são:
De acordo com a classificação das úlceras de pressão definida pelo National Pressure Ulcer Advisory Panel, qual das alternativas a seguir descreve corretamente uma úlcera de pressão em Estágio III?
Sobre o manejo da nutrição pré-operatória, assinale a opção correta.
Com relação às hérnias incomuns da parede abdominal anterior, assinale a alternativa correta.
Ana, 52 anos, procura atendimento médico devido a um quadro de eritema e prurido na papila da mama esquerda, que evoluiu nos últimos meses. Durante o exame físico, são observadas crostas e erosões na papila e aréola, com ulceração da pele circundante. Ana não apresenta massa palpável na mama. Foi realizada uma biópsia da pele da papila, que revelou células grandes, fracamente coradas, com núcleos redondos e nucléolos grandes, localizadas entre os queratinócitos normais da epiderme.
A febre que surge entre 48 e 72 horas após uma cirurgia abdominal, geralmente é causada por:
Assinale a afecção cujo tratamento sempre deve incluir drenagem torácica.
Considerando-se a Doença de Hirschsprung (DH), assinale a alternativa correta.
As neoplasias do apêndice, embora raras, necessitam de tratamento apropriado. Uma neoplasia apendicular não antecipadamente diagnosticada pode ser encontrada durante qualquer operação eletiva ou de emergência. Com relação a esse tema, assinale a alternativa correta.
Sobre investigação de nódulo tireoidiano, assinale a afirmativa que contém sinais ultrassonográficos sugestivos de nódulo benigno.
Quanto à colelitíase e suas complicações, é correto afirmar que:
O carcinoma anaplásico da tireoide representa menos de 1% das doenças malignas da glândula. É a forma mais agressiva de câncer da tireoide. Apresenta crescimento muito rápido e é mais encontrado em pessoas idosas. Sobre este tipo de tumor tireoidiano, é correto afirmar que:
Segundo a classificação de Borrmann, o adenocarcinoma gástrico que se apresenta macroscopicamente como lesão polipóide ou vegetante, bem delimitada, é considerado do tipo:
Sobre apendicite aguda, é correto afirmar que:
Sobre a anatomia do músculo transverso do abdome e suas relações anatômicas, assinale a opção correta.
Defeitos da parede abdominal anterior são uma condição cirúrgica neonatal relativamente frequente em cirurgia pediátrica. Qual defeito congênito na parede abdominal caracteriza-se por vísceras recobertas por membranas translúcidas com cordão umbilical no seu ápice?
Sobre o manejo do paciente com ascite, assinale a alternativa correta.
Assinale a causa de abdome agudo que cursa com dor súbita grave.
Em relação aos abscessos retroperitoneais, qual condição NÃO pode ser identificada como um fator causador?