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Marinha do Brasil — PRM/2024 (HNMD) — Pré-requisito em Ortopedia e Traumatologia: Ombro e Cotovelo — Prova Amarela

Hospital Naval Marcílio Dias · Residência Médica — Ortopedia e Traumatologia (Ombro e Cotovelo), com pré-requisito

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM)2024Superior

50 questões nesta prova · página 2 de 3 · 50 com gabarito

Ortopedia e Traumatologia Doenças ocupacionais do ombro

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2024 Superior

Hospital Naval Marcílio Dias (Marinha do Brasil) · Residência Médica — Ortopedia e Traumatologia (Ombro e Cotovelo), com pré-requisito · Caderno Amarela

Gabarito disponível

Qual das doenças do ombro está relacionada a profissões estáticas que não demandam muita carga?
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Resolução comentada

A mialgia do trapézio está ligada a trabalho estático com pouca carga.

A mialgia do trapézio relaciona-se a atividades com postura sustentada, estática e repetitiva, com pouca carga, como trabalho de escritório. As demais lesões se associam a sobrecarga ou a movimentos com carga.

Análise das alternativas

A) A lesão do manguito se associa a sobrecarga e a trabalho acima da cabeça. B) A bursite subacromial se associa a trabalho repetitivo acima da cabeça. C) A lesão do peitoral maior ocorre por carga elevada. D) A lesão SLAP ocorre por tração ou arremesso. E) Correta.

Referência: Doenças ocupacionais do ombro.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Instabilidade glenoumeral anterior — Tratamento cirúrgico

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2024 Superior

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Em um paciente com instabilidade glenoumeral anterior traumática, cujo sinal do sulco não é reduzido pela rotação lateral do braço, deve-se associar a:
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Resolução comentada

Sinal do sulco que não reduz com rotação lateral indica lesão do intervalo rotador: suturá-lo.

O sinal do sulco que persiste na rotação lateral indica insuficiência do intervalo rotador e do ligamento glenoumeral superior. Na instabilidade anterior, associa-se a sutura do intervalo rotador ao reparo.

Análise das alternativas

A) A técnica de Latarjet é indicada para perda óssea importante. C) O remplissage é indicado para Hill-Sachs engajante. D) A técnica de Munford não se aplica aqui. E) A tenodese do bíceps não corrige o intervalo.

Referência: Instabilidade glenoumeral — intervalo rotador.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Osteocondrite dissecante do capítulo

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Na Osteocondrite Dissecante do Capitelo, a faixa etária mais frequentemente acometida é:
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Resolução comentada

A osteocondrite dissecante do capítulo ocorre mais entre 10 e 15 anos.

A osteocondrite dissecante do capítulo acomete mais adolescentes atletas, com sobrecarga em valgo, como ginastas e arremessadores. A faixa etária típica é de 10 a 15 anos.

Análise das alternativas

A) e B) Faixas etárias muito baixas. D) e E) São idades mais avançadas e o pico ocorre antes.

Referência: Lesões do cotovelo no atleta jovem.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Tumores ósseos — Doença de Paget

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A Doença de Paget ocorre normalmente após a quarta década de vida, com maior prevalência em homens. Pode evoluir com uma história de dor e aumento de áreas líticas na radiografia, o que se configura em um prognóstico ruim. O prognóstico citado pode representar malignização para que tumor?
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Resolução comentada

A degeneração maligna da doença de Paget é o osteossarcoma.

Dor nova e lesões líticas em doença de Paget sugerem transformação sarcomatosa, mais comumente em osteossarcoma. Esse é o prognóstico ruim citado.

Análise das alternativas

A) O sarcoma de Ewing não se relaciona com o Paget. B) O cisto ósseo aneurismático é benigno. C) O osteoma osteoide é benigno. D) O osteocondroma é benigno e não tem relação com o Paget. E) Correta.

Referência: Ortopedia oncológica — Doença de Paget.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Artroscopia do cotovelo — Portais

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2024 Superior

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Na cirurgia artroscópica do cotovelo, com o paciente em posição prona ou em decúbito lateral, durante a confecção dos portais, é recomendável que o portal inicial seja o:
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Resolução comentada

O portal inicial na artroscopia do cotovelo em prona/lateral é o anteromedial proximal.

Pela técnica descrita, o portal inicial recomendado é o anteromedial proximal, cerca de 2 cm proximal ao epicôndilo medial, pela segurança relativa e boa visualização do compartimento lateral. Serve de base para os demais portais.

Análise das alternativas

A) O anterolateral costuma ser feito depois, sob visualização. B) O anterolateral proximal é um portal posterior ao primeiro. C) O posterior direto costuma ser feito para o compartimento posterior. E) O posterolateral também é feito depois.

Referência: Técnicas de artroscopia do cotovelo (Andrews/Morrey).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Radiologia do ombro — Incidências radiográficas

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A incidência radiográfica de Bernegeau serve para auxiliar na melhor visualização da:
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Resolução comentada

A incidência de Bernageau mostra a borda glenoidal anteroinferior.

A incidência de Bernageau (perfil glenoidal) avalia a borda anteroinferior da glenoide, útil para detectar lesões ósseas na instabilidade anterior, como o Bankart ósseo e a perda óssea glenoidal.

Análise das alternativas

A) e B) A cabeça umeral é mais bem vista em outras incidências, como a de Hill-Sachs/Stryker. C) A base do coracoide é vista em outras incidências. D) A borda posteroinferior é mais associada à instabilidade posterior. E) Correta.

Referência: Bernageau J. — incidência do perfil glenoidal.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Instabilidade póstero-lateral rotatória do cotovelo

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A deficiência do ligamento __________ e da banda _________ contribui de forma muito importante para a instabilidade póstero-lateral rotatória.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas.
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Resolução comentada

Instabilidade posterolateral rotatória: deficiência do ligamento colateral lateral e da banda ulnar.

A instabilidade posterolateral rotatória (O'Driscoll) decorre da insuficiência do complexo ligamentar colateral lateral, principalmente do ligamento colateral ulnar lateral (banda ulnar).

Análise das alternativas

A) A banda radial não é a principal responsável. B) e E) Os ligamentos mediais não têm relação com a instabilidade lateral. D) O ligamento anular é secundário, e não há 'banda ulnar' do anular.

Referência: O'Driscoll et al.; Rockwood and Green.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Tumores na região do cotovelo

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Com relação aos tumores na região do cotovelo, assinale a alternativa correta.
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Resolução comentada

Nos tumores do cotovelo, a ressecção com margem ampla é difícil sem comprometer a função.

No cotovelo, estruturas neurovasculares e musculares importantes ficam muito próximas. Por isso, obter margem de tecido normal em todos os lados é difícil ou impossível sem comprometer gravemente a função do antebraço e da mão.

Análise das alternativas

A) Errada: glioma não é tumor de partes moles do cotovelo. B) Errada: a anatomia é complexa e confinada, o que dificulta o tratamento. C) Errada: os tumores da fossa antecubital são semelhantes aos da região poplítea/joelho. E) Errada: o oposto é o esperado, pois os tumores costumam limitar o movimento.

Referência: Texto de referência sobre tumores do cotovelo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Neuropatia do nervo supraescapular — Cisto espinoglenoidal

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O comprometimento isolado do músculo infraespinhal, por compressão cística do Nervo Supraescapular é melhor abordada por:
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Resolução comentada

Cisto espinoglenoidal com déficit isolado do infraespinhal: descompressão no ligamento espinoglenoidal.

O nervo supraescapular, na incisura espinoglenoidal, emite o ramo para o infraespinhal depois do supraespinhal. A compressão por cisto nesse ponto causa déficit isolado do infraespinhal. O tratamento é a descompressão do nervo ao nível do ligamento espinoglenoidal.

Análise das alternativas

A) A descompressão do cisto com reparo labral trata a lesão labral associada, mas o foco é o nervo. C) Reparar só o lábio não descomprime o nervo. D) A incisura supraescapular é proximal e afetaria também o supraespinhal. E) O espaço quadrangular relaciona-se ao nervo axilar.

Referência: Neuropatia do supraescapular — Campbell/Rockwood.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Lesões do cotovelo no atleta — Luxações agudas

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Dentre as lesões articulares do cotovelo no atleta, as luxações agudas:
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Resolução comentada

Luxações agudas do cotovelo associadas a fraturas incluem cabeça radial, epicôndilo, coronoide e olécrano.

O cotovelo é a segunda articulação mais luxada, e as luxações podem se associar a fraturas da cabeça radial, avulsões de epicôndilo e fraturas do coronoide ou olécrano. Isso corresponde ao gabarito E, conforme o texto de referência da banca.

Análise das alternativas

A) Errada: a incidência é menor que a das luxações glenoumerais, não superior. B) Errada: luxações simples tratam-se com imobilização curta e mobilização precoce, não com retorno vagaroso. C) Errada: edema grave de partes moles e fraturas intra-articulares muito deslocadas são contraindicações à artroscopia no trauma agudo. D) Errada: a artroscopia pode ser útil no manejo de fraturas não deslocadas da cabeça radial. E) Correta.

Referência: Texto de referência de ortopedia do esporte (lesões do cotovelo no atleta).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Ossificação heterotópica do cotovelo — Classificação de Jupiter e Ring

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Uma ossificação ectópica localizada distal a tuberosidade biciptal é classificada por Jupiter e Ring como sendo tipo:
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Resolução comentada

Ossificação distal à tuberosidade bicipital é Jupiter e Ring 3a.

Na classificação de Jupiter e Ring, o tipo 3 é a ossificação heterotópica com sinostose radioulnar proximal. O subtipo 3a localiza-se distal à tuberosidade bicipital, enquanto o 3b se localiza proximal a ela.

Análise das alternativas

A e B: o tipo 2 corresponde à ossificação sem sinostose radioulnar ou lesão da articulação radioulnar. D: o 3b é proximal à tuberosidade. E: o tipo 4 não corresponde a esta localização.

Referência: Classificação de Jupiter e Ring para ossificação heterotópica do cotovelo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Fraturas da escápula

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É considerada com desvio significativo, a fratura de escápula que apresenta:
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Resolução comentada

Desvio angular de 42° é considerado significativo na escápula.

Pelo critério usado nesta questão, desvio angular acima de 40° em fraturas da escápula é considerado significativo. Pelas demais opções, os valores não atingem os critérios de significância.

Análise das alternativas

A: ângulo glenopolar de 25° é limítrofe, pois só seria significativo se menor que 20°. B: desvio translacional de 5 mm não atinge o critério de 10 mm. D: impacção articular isolada não é critério de desvio significativo. E: o acometimento do bordo inferior com saída pela superfície articular não é um critério.

Referência: Critérios de desvio em fraturas de escápula (Cole e colaboradores).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Instabilidade do cotovelo — Insuficiência do complexo ligamentar colateral lateral

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No diagnóstico da Insuficiência do Complexo Ligamentar Colateral Lateral do cotovelo, por meio de radiografias sob estresse, consiste sinais de instabilidade com quais características de abertura de linha articular lateral e de subluxação, respectivamente?
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Resolução comentada

Insuficiência do LCL: abertura >2 mm e subluxação posterolateral.

Nas radiografias sob estresse, a insuficiência do complexo colateral lateral caracteriza-se por abertura lateral da interlinha maior que 2 mm e subluxação posterolateral da articulação do cotovelo (instabilidade rotatória posterolateral).

Análise das alternativas

A: menor que 2 mm não indica instabilidade. B e C: póstero-medial não é o padrão desta insuficiência. E: ântero-lateral não é o padrão.

Referência: Instabilidade rotatória posterolateral do cotovelo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Fratura-luxação de Monteggia na criança

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O tipo mais comum das fraturas de Monteggia, na criança é o:
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Monteggia mais comum na criança: tipo I de Bado.

Na classificação de Bado, o tipo I (luxação anterior da cabeça do rádio com fratura diafisária da ulna e angulação anterior) é o mais comum na criança, respondendo pela maioria dos casos.

Análise das alternativas

B: o 1a não é a designação padrão. C e D: o tipo II (posterior) é raro em crianças. E: o tipo III (lateral) é menos comum que o tipo I.

Referência: Classificação de Bado das lesões de Monteggia.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Escápula alada — Nervo torácico longo

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A escápula alada é uma deformidade que pode gerar repercussões estéticas e biomecânicas no ombro. Sobre esse tema, marque a opção que melhor preenche as lacunas da seguinte frase:

O nervo torácico longo tem origem nas raízes de _______ após cruzar a primeira costela ele percorre entre 10 e 20 cm até seu ramo motor inervar o músculo ________, que realiza a ______ da escápula durante a elevação frontal do ombro.
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Resolução comentada

Nervo torácico longo: C5-C7, serrátil anterior, protração e rotação superior.

O nervo torácico longo origina-se das raízes C5, C6 e C7 e inerva o serrátil anterior, que protrai a escápula e realiza sua rotação superior na elevação do ombro. Sua lesão causa escápula alada.

Análise das alternativas

A e D: a origem é C5-C7, não C4. C: o romboide maior é inervado pelo nervo dorsal da escápula e faz retração. E: o coracobraquial não é inervado por esse nervo e não é o músculo da escápula alada.

Referência: Anatomia do plexo braquial; escápula alada.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Impacto interno do ombro — Exame físico

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O impacto interno, descrito por Walch em 1992, é melhor observado no exame físico colocando o membro superior em:
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Resolução comentada

Impacto interno: abdução de 90° e rotação externa.

No impacto interno, descrito por Walch, o manguito (supra/infraespinhal) contacta a borda posterossuperior da glenoide na posição de arremesso, em abdução de 90° e rotação externa máxima.

Análise das alternativas

A, B e C: posições de adução ou baixa abdução não reproduzem o contacto. E: flexão de 90° com adução é a posição do impacto subacromial (Hawkins).

Referência: Impacto interno posterossuperior, Walch 1992.

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Ortopedia e Traumatologia Artrodese do cotovelo

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Em relação à artrodese de cotovelo, podemos afirmar que:
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Resolução comentada

A posição funcional tradicional da artrodese do cotovelo é cerca de 110°.

Tradicionalmente, a posição considerada mais funcional para a artrodese do cotovelo é de cerca de 110° de flexão, permitindo levar a mão à boca e ao períneo. A posição ideal pode ser adaptada ao paciente.

Análise das alternativas

A: a artrodese é pouco indicada, sobretudo em pacientes jovens. B: não é preferível em pacientes com mais de 45 anos com doença bilateral. D: a posição depende da ocupação e do sexo. E: 130° não é a melhor posição no braço dominante.

Referência: Artrodese do cotovelo; posição funcional.

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Ortopedia e Traumatologia Rigidez do ombro — Condições associadas

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As condições clínicas mais relacionadas à rigidez do ombro estão nas alternativas abaixo, EXCETO:
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Resolução comentada

Lesão completa do manguito rotador não costuma causar rigidez.

A rigidez do ombro associa-se a capsulite adesiva, lesão labral, tendinite calcária e lesões parciais do manguito, pelo processo inflamatório e dor. A ruptura completa costuma causar fraqueza e mobilidade passiva preservada, em geral sem rigidez.

Análise das alternativas

A, B, C e D: são condições relacionadas à rigidez do ombro. Só a E é a exceção.

Referência: Rigidez do ombro; patologias associadas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Ombro do arremessador — Lesão de Bennett

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A lesão de Bennett, no ombro do arremessador, corresponde à:
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Resolução comentada

Lesão de Bennett: mineralização posteroinferior da glenoide.

A lesão de Bennett é uma ossificação extra-articular na região posteroinferior da glenoide, em atletas arremessadores, associada à tração do feixe posterior do ligamento glenoumeral inferior e à sobrecarga repetitiva.

Análise das alternativas

A e B: impacto interno é a descrição de Walch e Jobe, outra entidade. C: contratura é posterior-inferior, não superior. D: a frouxidão capsular é anterior, e a contratura é posterior.

Referência: Ombro do arremessador; lesão de Bennett.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ortopedia e Traumatologia Tumores ósseos do ombro — Diagnóstico por imagem

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Duas imagens lado a lado do úmero proximal: à esquerda, radiografia; à direita, ressonância magnética com lesão de sinal heterogêneo e contorno lobulado na região proximal e metafisária do úmero.
Rockwood and Matsen's, THE SHOULDER, Fifth Ed

Um paciente com 55 anos de idade apresenta quadro de dor no ombro direito, de longa data. Considerando a imagem radiográfica e de ressonância magnética acima, qual é o diagnóstico mais provável?
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