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Marinha do Brasil — SSPM — Concurso Público para ingresso no Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T/2025) — História — Prova Amarela

Marinha do Brasil · Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T) — História

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM)2025

51 questões nesta prova · página 3 de 3 · 49 com gabarito

História do Brasil Independência do Brasil

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025

Marinha do Brasil · Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T) — História · Caderno Amarela

Gabarito disponível

Segundo as historiadoras Lilia Schawrcz e Heloísa Starling, autoras da obra “Brasil: uma biografia”, assinale a opção que apresenta corretamente os acontecimentos históricos que contribuíram para a consolidação da independência do Brasil.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A crise em Portugal levou as elites a querer deter a autonomia do Brasil.

Segundo Schwarcz e Starling, após a expulsão das tropas francesas, Portugal passou por grave crise econômica. As elites locais atribuíam a situação à autonomia do Brasil e queriam revertê-la, o que contribuiu para consolidar a Independência.

Análise das alternativas

A) As treze colônias não eram o modelo predominante e não influenciaram o gabinete de D. Pedro dessa forma. B) O Porto exigia o retorno de D. João VI a Lisboa, e não sua permanência no Rio. D) As posições das elites não eram unívocas. E) O projeto de José Bonifácio, tal como descrito, é impreciso.

Referência: SCHWARCZ, L.; STARLING, H. Brasil: uma biografia.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Revoltas do Período Regencial

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025

Marinha do Brasil · Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T) — História · Caderno Amarela

Gabarito disponível

A Balaiada (1838-1841) foi um conflito interno ocorrido no Império do Brasil durante o Período Regencial. Assim, assinale a opção que se refere ao contexto desse conflito?
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Na Balaiada atuaram Tamandaré e Caxias.

Na repressão à Balaiada (Maranhão), Luís Alves de Lima e Silva (futuro Duque de Caxias) comandou as tropas imperiais e se destacou. Segundo o gabarito, a alternativa B reflete essa atuação cooperativa dos dois futuros patronos.

Análise das alternativas

A) Os revoltosos não tinham projeto político bem definido. C) Os bem-te-vis eram liberais e os cabanos de outra região, e a descrição está invertida. D) A revolta foi popular, não elitista. E) Os balaios tomaram Caxias, mas isso não os levou ao poder na província.

Referência: História do Brasil Império: Período Regencial, Balaiada (1838-1841).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Teoria e Metodologia da História Biografia e narrativa histórica

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025

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Gabarito disponível

Analise o trecho abaixo.
Segundo Giovanni Levi, a maioria das questões metodológicas da historiografia contemporânea diz respeito à biografia. Um aspecto significativo refere-se às relações entre história e narrativa.
(LEVI, Giovani. Usos da biografia. In: CARDOSO, Ciro F.; VAINFAS, Ronaldo (org.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.p. 168.)
Assinale a opção que apresenta a relação entre a história e narrativa com base no texto do historiador italiano.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Para Levi, a biografia é o canal que leva a história a incorporar questões e técnicas da literatura.

Giovanni Levi trata a biografia como o ponto em que as relações entre história e narrativa se mostram, sendo o canal privilegiado pelo qual questões e técnicas da literatura chegam à historiografia. A alternativa A reproduz essa ideia.

Análise das alternativas

B, C, D e E atribuem o papel central a manuais de ciências sociais, antropologia, fontes orais ou história serial. Isso desvia da relação entre história e narrativa apontada por Levi.

Referência: LEVI, G. Usos da biografia. In: Domínios da História, 1997, p. 168.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História Moderna Expansão marítima portuguesa

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025

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Gabarito disponível

Analise o trecho abaixo.
“Por que Portugal iniciou pioneiramente a expansão, no começo do século XV, quase cem anos antes que Colombo, enviado pelos espanhóis, chegasse às terras da América?”
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP. 2006. p. 21)
Com base no trecho apresentado acima, assinale a opção correta.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A posição geográfica e as correntes marítimas favoreceram o pioneirismo português.

Boris Fausto aponta que a localização de Portugal, próxima às ilhas atlânticas e à costa africana, e as correntes marítimas favoráveis que partiam de seus portos incentivaram a expansão. A alternativa A está correta.

Análise das alternativas

B) Os portugueses aproveitaram o conhecimento náutico árabe, não romperam com ele. C) Portugal era unificado desde o século XIII, mas Espanha só se unificou depois. D) Portugal era independente de Castela. E) A burguesia portuguesa não era a única da Europa, nem mais armada que a nobreza.

Referência: FAUSTO, B. História do Brasil, p. 21.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História Moderna História Atlântica

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025

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No livro “Atlântico: a história de um oceano”, no capítulo intitulado “Um oceano de revoluções. História e historiografia do Atlântico e de suas revoluções nos séculos XVII e XVIII”, o historiador Francisco Carlos Teixeira da Silva afirma que o território brasileiro está conectado ao oceano Atlântico desde os primórdios da Colônia por meio das Grandes Navegações e do tráfico transatlântico de escravizados e, depois, nos tempos do Brasil independente, por meio das exportações de produtos agrícolas, como o café. A ideia de um espaço-tempo Atlântico envolvendo as Américas, a Europa e a África é marcado por alguns contextos históricos relevantes. Nesse sentido, assinale a opção INCORRETA.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Não há participação da Armada Argentina na Primeira Guerra que tenha superado o Brasil.

A alternativa B é a incorreta. A Argentina manteve neutralidade na Primeira Guerra, e não escoltou comboios de Buenos Aires, Santos e Caracas. O Brasil, por sua vez, declarou guerra à Alemanha e participou da Liga das Nações.

Análise das alternativas

A, C, D e E apresentam processos históricos reconhecidos. A é a expansão açucareira no Atlântico. C é o Congresso de Berlim e a partilha da África. D trata das revoluções atlânticas. E trata da importância do tráfico negreiro.

Referência: TEIXEIRA DA SILVA, F. C. In: Atlântico: a história de um oceano, 2013.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Brasil Holandês

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025

Marinha do Brasil · Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T) — História · Caderno Amarela

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Na obra "História do Brasil”, um livro didático clássico, o historiador Boris Fausto considera as invasões holandesas, no século XVII, o maior conflito político-militar da Colônia. Sobre o Brasil holandês, assinale a opção correta.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A guerra luso-holandesa foi parte das relações internacionais da época, ligada ao açúcar e ao escravismo.

Boris Fausto mostra que o conflito não foi só regional. Ele se inseriu na disputa entre impérios pelo controle do açúcar e das fontes de escravos entre América, África e Europa. A alternativa C está correta.

Análise das alternativas

A) A resistência foi feita em grande parte pelos próprios senhores de engenho, e não por recursos vindos de Portugal. B) A WIC invadiu Salvador em 1624, mas a ocupação de Pernambuco veio por ataque direto em 1630, sem passar pelo Recôncavo. D) A afirmação de que Nassau foi repressivo com minorias contraria o fato de ele ser conhecido pela tolerância religiosa. E) Natal não foi retomada em 1654, e a lista de motivos está incorreta.

Referência: FAUSTO, B. História do Brasil.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Brasil Holandês

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Marinha do Brasil · Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T) — História · Caderno Amarela

Gabarito disponível

Analise o trecho abaixo.
“Ambrósio Richshoffer, ainda em abril de 1629, a partir da feira de Frankfurt, desejou se lançar à vida de soldado mercenário, (...) Sua experiência atlântica, segundo o mapa de sua viagem, levou-o a Lisboa, Açores, Canárias, Cabo Verde, Fernando de Noronha, Pernambuco, Haiti e Cuba, antes de retornar ao mesmo porto onde partira nos Países Baixos.” (NASCIMENTO, Rômulo L. X. Mare clausum e mare liberum: episódios luso-neerlandeses no Atlântico Sul. In: Teixeira da Silva, F. C.; Leão, K. S. S.; & Alves de Almeida, F. E. Atlântico: a história de um oceano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2013. p. 124.)
A trajetória de vida de Richshoffer é reveladora dos novos rumos da historiografia sobre o Brasil Holandês e de Pernambuco ocupado, mas também, sobre o peso econômico de uma região brasileira chamada atualmente de Nordeste. Desse modo, assinale a opção que apresenta o possível cenário geopolítico da época.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O Brasil Holandês integra uma história atlântica de disputa entre impérios.

A trajetória de Richshoffer, que passou por Europa, África, ilhas atlânticas, Pernambuco e Caribe, mostra que a presença da WIC no Nordeste faz parte de uma história política, econômica e naval do Atlântico, e não apenas regional. Por isso a alternativa E está correta.

Análise das alternativas

A) A ocupação de Pernambuco foi feita pela Companhia das Índias Ocidentais (WIC), não pela das Índias Orientais. B) Contrabando de ouro e prata de Potosí e a ideia de navios de curto curso não correspondem ao papel do Recife. C) O conflito não foi exclusivo entre Países Baixos e Portugal, e o Norte da África não explica a importância do Nordeste. D) A África Atlântica era central, pois fornecia mão de obra escrava.

Referência: NASCIMENTO, R. L. X. In: Atlântico: a história de um oceano, 2013.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História Naval Guerra das Malvinas (1982)

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025

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Em 1982, a Argentina declarou guerra ao Reino Unido pela posse do arquipélago das Malvinas (Falklands, em inglês). No livro “Guerra no mar: batalhas e campanhas navais que mudaram a história”, no capítulo intitulado “Conflito no Atlântico Sul: a luta pela posse do arquipélago das Falklands/Malvinas”, Armando Amorim Ferreira Vidigal mostra que as distâncias favoreciam a força invasora, porém o Reino Unido conseguiu vencer a guerra por uma série de circunstâncias. Desse modo, assinale a opção que apresenta corretamente a principal razão para vitória britânica e a derrota argentina.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O afundamento do Belgrano pelo submarino nuclear Conqueror foi decisivo.

Segundo o gabarito, o afundamento do cruzador General Belgrano em 2 de maio pelo submarino nuclear HMS Conqueror, com perda de 323 homens, levou a Armada argentina a recolher sua frota para águas costeiras. A superioridade naval britânica ficou então consolidada.

Análise das alternativas

A) Descreve operações preliminares, e não a razão principal da vitória. B) O ataque às lanchas patrulha é episódio secundário. C) Os números e fatos citados não se sustentam. E) O 25 de Mayo operava caças A-4 Skyhawk, e não Sea Harriers com Exocet, e a alternativa não explica a derrota.

Referência: VIDIGAL, A. A. F. Guerra no mar: batalhas e campanhas navais que mudaram a história.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Teoria e Metodologia da História Memória e História

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025

Marinha do Brasil · Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T) — História · Caderno Amarela

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Em 29 de junho de 1944, as tropas de ocupação alemãs executaram 115 civis, todos homens, na cidade de Civitella Val di Chiana, na Toscana, Itália. Na vizinha La Cornia, foram assassinadas 58 pessoas, incluindo mulheres e crianças; 39 pessoas foram assassinadas no vilarejo de San Pancrazio. Assassinatos atribuídos ao movimento de Resistência pela morte de três soldados alemães em Civitella em 18 de junho de 1944, Episódio que ficou marcado na história da cidade e do povo de Civitella por compartilhar uma “memória dividida” sobre os acontecimentos. Para Alessandro Portelli (2006), “Essas duas memórias - a das instituições e celebrações inspiradas na resistência e a da comunidade - entraram em choque muitas vezes no passado [...] [...] uma vez que a população local entendia as celebrações oficiais em nome da Resistência como uma violação de suas memórias e perdas.”
Com base na obra de Legoff (2003), sobre memória e história, assinale abaixo a opção que explica o fenômeno envolvendo as instituições e a comunidade na cidade de Civitella.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Os criadores e dominadores da memória coletiva estão em Estados, meios sociais e políticos e comunidades.

Le Goff afirma que a memória coletiva é objeto de disputa de poder. Quem a controla são os Estados, os meios sociais e políticos e as comunidades de experiências históricas. Isso explica o choque entre a memória das instituições (celebrações da Resistência) e a da comunidade de Civitella.

Análise das alternativas

A) A memória coletiva não ignora as experiências individuais. B) A memória é seletiva. D) A memória compartilhada não equivale à verdadeira história. E) Memória e história são distintas, e a memória não gera a 'verdadeira história'.

Referência: LE GOFF, J. História e Memória, 2003; PORTELLI, A. (2006).

Resolução comentada do VaiConcursos.

História Naval Marinha do Brasil na Segunda Guerra Mundial

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025

Marinha do Brasil · Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T) — História · Caderno Amarela

Gabarito disponível

Durante a Segunda Guerra Mundial, a missão da Marinha de Guerra Brasileira foi:
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Resolução comentada

A Marinha patrulhou o Atlântico Sul e protegeu comboios contra submarinos e corsários do Eixo.

Na Segunda Guerra, a Marinha do Brasil teve a missão de patrulhar o Atlântico Sul e escoltar comboios mercantes entre o Caribe e o litoral sul brasileiro contra a ameaça dos submarinos germânicos e italianos. Essa é a descrição da alternativa D.

Análise das alternativas

A) Não havia intenção de deixar livres navios corsários inimigos. B) A missão não era atacar indiscriminadamente navios mercantes inimigos. C) Não se atacavam todos os navios inimigos nem se patrulhava o Atlântico Norte. E) A área de patrulha não incluía o litoral europeu e africano.

Referência: História Naval do Brasil: atuação na Segunda Guerra Mundial (escolta de comboios).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Redação — Dissertação argumentativa

Discursiva Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025

Marinha do Brasil · Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T) — História · Caderno Amarela · Questão PROVA DE REDAÇÃO

Sem padrão de resposta — pratique a escrita

Texto-base:
TEXTO 1
A partir da análise de catástrofes, [foram identificados] fatores determinantes para a eficiência da resposta militar a desastres. Destacam-se: a prontificação dos efetivos; a adequação dos recursos utilizados; a interoperabilidade dos meios militares com os esforços de ajuda mais ampla, inclusive a internacional, vindos das diferentes organizações envolvidas no esforço de ajuda; a capacidade de absorção do país que recebe a ajuda para acomodar um grande fluxo de bens e pessoas, e ainda como as instituições desse país gerenciam desastres e coordenam a assistência externa. [Concluiu-se] que as unidades militares, para serem bem-sucedidas nessas operações, precisam ter capacidade de autodireção, serem ágeis, autossuficientes e multiqualificadas. Assim, estarão prontas para operar em questão de horas, levando os equipamentos que lhes permitam estabelecer uma posição avançada de comando central das operações e atividades subsequentes. Devem ser capazes de se adaptar e de responder ao que lhes for exigido, mesmo distantes da sua cadeia de comando e sede, tomando decisões rápidas, com base em sua avaliação do ambiente.
Fonte: VILELA, Fabiano Ferro. O Emprego da Marinha do Brasil na ajuda humanitária: capacidades e limitações. Rio de Janeiro: Escola de Guerra Naval, 2015, p. 22-23, (monografia). (adaptado)

TEXTO 2
A Marinha do Brasil (MB) resgatou, em 2024, 458 pessoas com vida, vítimas de acidentes no mar e em rios. O Serviço de Busca e Salvamento (SAR) da Força foi acionado 270 vezes no ano passado, número inferior se comparado ao ano de 2023, que registrou 295 ocorrências. Um dos motivos para a redução de tragédias são as campanhas de conscientização sobre navegação segura, desenvolvidas pelas Capitanias, Delegacias e Agências da Marinha no País, de acordo com o Comando de Operações Marítimas e Proteção da Amazônia Azul (COMPAAz). Situações de "Homem ao mar" foi o pedido de socorro mais solicitado, com 73 casos. Já os naufrágios foram responsáveis por 67 atendimentos. Embarcações à deriva correspondem a 47 pedidos de ajuda. Outro dado relevante refere-se à evacuação médica, com 44 assistências.
Disponível em: https://www.agencia.marinha.mil.br/seguranca-da-navegacao/militares-da-marinha-salvam-mais-de-450-vidas-em-2024. Acesso em: 09 de abril de 2025.

TEXTO 3
Em um ano [2024] marcado por desafios climáticos extremos, a Marinha do Brasil atuou de forma decisiva para mitigar os impactos das tragédias ambientais. No Rio Grande do Sul, após as enchentes históricas que assolaram o estado, a Força Naval mobilizou mais de 2 mil militares, nove navios, 11 helicópteros, 73 embarcações e 215 viaturas para oferecer suporte às vítimas. Além de transportar mais de 115 toneladas de doações, foi montado um hospital de campanha, proporcionando atendimento médico em áreas críticas. No Pantanal, os focos de incêndio atingiram números alarmantes, com mais de 14,6 mil registros entre janeiro e novembro. A Marinha participou ativamente do combate às chamas, utilizando helicópteros, navios e embarcações, além de prestar assistência médica às famílias ribeirinhas afetadas pela fumaça. Na Terra Indígena Yanomami, os militares integraram a Operação Catrimani II, combatendo o garimpo ilegal e prestando assistência humanitária às comunidades locais. Foram inutilizados mais de 300 acampamentos e 45 pistas clandestinas, apreendidas 221 dragas e quase mil motores, além de mais de 17 quilos de ouro extraídos ilegalmente.
Disponível em: https://www.defesaemfoco.com.br/de-defesa-a-ajuda-humanitaria-principais-acoes-da-marinha-em-2024/. Acesso em: 09 de abril de 2025. (adaptado)

PROPOSTA DE REDAÇÃO - A partir da leitura dos textos de apoio e de suas reflexões, redija uma dissertação argumentativa a respeito do tema “Os impactos sociais das ações de ajuda humanitária da Marinha do Brasil em desastres naturais ocorridos em território nacional”. Dê um título ao seu texto.

INSTRUÇÕES
1. A redação deverá ser uma dissertação argumentativa com ideias coerentes, claras e objetivas, em língua portuguesa e com letra legível. Se utilizada a letra de forma (caixa-alta), as letras maiúsculas deverão receber o devido realce;
2. Deverá ter, no mínimo, 15 (quinze) linhas contínuas, considerando o recuo dos parágrafos, e, no máximo, 30 (trinta) linhas. Não poderá conter qualquer marca identificadora ou assinatura, o que implicará a atribuição de nota zero;
3. Os trechos da redação que contiverem cópias dos textos de apoio ao tema proposto ou dos textos do caderno de prova serão desconsiderados para a correção e para a contagem do número mínimo de linhas;
4. O candidato deverá dar um título à redação; e
5. O rascunho deverá ser feito em local apropriado.
Limite impresso: no mínimo 15 (quinze) e no máximo 30 (trinta) linhas.

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