← Voltar para a lista de provas Marinha do Brasil · Aprendiz-Marinheiro (Concurso Público de Admissão às Escolas de Aprendizes-Marinheiros) 50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 50 com gabarito Gabarito disponível Gabarito disponível Verbos no imperativo caracterizam a função apelativa. 'Doem livros', 'comprem livros' e 'ajudem' são imperativos dirigidos ao leitor, com a intenção de convencê-lo a agir. Isso caracteriza a função apelativa (conativa), centrada no receptor. A (emotiva) centra-se no emissor e em suas emoções. B (poética) foca na elaboração da mensagem. D (referencial) apenas informa sobre o contexto. E (metalinguística) trata do próprio código. Nenhuma predomina no trecho. Referência: Funções da linguagem (Jakobson). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Reescrita mantendo sentido e norma culta. 'Faz anos, foi notícia no Jornal Nacional que um cidadão escapou de um tiro [...], visto que carregava um exemplar [...]' preserva a relação de causa (visto que = por carregar). Usa corretamente 'faz' (verbo impessoal, indicando tempo decorrido) e mantém a informação original. A usa 'ainda que', concessão que inverte o sentido. B usa 'fazem alguns anos', erro de concordância, pois 'fazer' indicando tempo é impessoal. C usa 'escaparia' (futuro do pretérito) e 'faz anos atrás', redundância. E usa 'fazem alguns anos' e 'quando', ideia temporal em lugar de causa. Referência: Reescrita de frases; concordância do verbo fazer; conectivos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Linguagem denotativa é a de sentido literal. 'Comprem livros das editoras gaúchas' usa as palavras em sentido literal e objetivo: trata-se de comprar livros de editoras do Rio Grande do Sul. É a linguagem denotativa. A: 'povaréu nos habita' é metáfora. B: 'pérola' designa figuradamente o trocadilho. C: 'nariz em pé' é metonímia/expressão figurada para arrogância. D: 'vacina' é metáfora para a literatura. Todas são conotativas. Referência: Denotação e conotação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Interpretação: o título é explicado e o texto argumenta a favor da leitura. I está certa: o trocadilho (literatura + cura) é explicado no 1º parágrafo e em passagens sobre saúde, depressão e vacina. III está certa: a autora enumera vários argumentos sobre o poder do livro. Logo, só I e III são verdadeiras. II é falsa: 'povaréu' são os personagens e vozes que habitam o leitor, não as pessoas do dia a dia que leem os mesmos textos. IV é falsa: 'Bendito hábito silencioso' refere-se ao silêncio da leitura, não ao 'tagarelar'. Assim A, C, D e E erram. Referência: Crônica 'Literacura', de Martha Medeiros. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Crase antes de nome próprio de cidade determinado por adjunto. Em 'viagem à Paris do século XIX', Paris está determinada pelo adjunto 'do século XIX'. Nesse caso o nome da cidade admite artigo, e a crase é correta (a + a). Sem o adjunto, 'viagem a Paris' não teria crase. A: 'ir à casa' sem determinação não leva crase (ir a casa). B: 'terra firme', em oposição a bordo, dispensa crase (chegar a terra firme). C: 'à qualquer' — antes de pronome indefinido não há crase, e o 'a' de 'afetar a' é preposição. D: 'perante' já é preposição, então 'perante à' é incorreto. Referência: Regras de crase. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Equação logarítmica com condição de existência não satisfeita. f(x)−g(x)=1 equivale a log₃[(4x−7/3)/(2x−1)]=1, ou seja, 4x−7/3=3(2x−1)=6x−3, o que dá x=1/3. Mas a condição de existência exige 2x−1>0, isto é, x>1/2. Como 1/3 não atende, a equação não tem solução: S=∅. A (1/3) é a raiz algébrica, mas viola o domínio. B, D e E não resolvem a equação. Logo só C está correta. Referência: Equações logarítmicas; condição de existência do logaritmo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Diagrama de conjuntos: aprovados = interseção; P(aprovado)=A/total. Seja A o número de aprovados. Passaram em Português 4A e em Matemática 3A. A união é 4A+3A−A=6A. Os que não passaram em nenhuma prova são A/2. O total é 6,5A=390, logo A=60. A probabilidade é 60/390 = 2/13. 4/15, 3/13, 2/15 e 5/12 não decorrem de A=60 e total=390; apenas 2/13 (E) está correto. Referência: Teoria dos conjuntos e probabilidade. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sistema linear 3×3 com balas (b), bombons (m) e chocolates (c). Simplificando: b+2m+3c=9; 2b+m+c=5; 4b+m+2c=9. Da segunda, m=5−2b−c. Substituindo na terceira: 2b+c=4. Na primeira: −3b+c=−1. Resolvendo, b=1 e c=2, com m=1. O chocolate custa R$ 2,00. R$ 0,50, 1,00, 1,50 e 2,50 não satisfazem o sistema. Apenas R$ 2,00 (D) o satisfaz. Referência: Sistemas lineares: substituição/escalonamento. Resolução comentada do VaiConcursos.Marinha do Brasil — CPAEAM/2025 — Português, Matemática, Ciências e Inglês — Prova Amarela
Texto 1 (questões de 01 a 11)
Literacura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão "literacura” através do professor Sílvio Volpato, de Parobé, e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul quando há categorias mais importantes a socorrer, como hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar no sono, coloque também um livro, pois uma hora você terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que cairá no delírio de julgar sua própria história mais interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo. Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura, que os reconecta com seus valores, preenche a alma em vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.
MEDEIROS, Martha. Disponível em:<https://oglobo.globo.com/ela/martha-medeiros/coluna/2024/06/literacura.ghtml> - Acesso em 25 ago. 2024 - Adaptado.
No trecho “Menos um nariz em pé no mundo.” (2º §), é possível identificar a presença da preposição “em” e do artigo “o” na formação da palavra em destaque. É correto afirmar que, nesse contexto, a preposição "em" possui valor semântico de:
Enunciado conforme impresso, com o destaque sublinhado.
Texto 1 (questões de 01 a 11)
Literacura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão "literacura” através do professor Sílvio Volpato, de Parobé, e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul quando há categorias mais importantes a socorrer, como hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar no sono, coloque também um livro, pois uma hora você terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que cairá no delírio de julgar sua própria história mais interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo. Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura, que os reconecta com seus valores, preenche a alma em vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.
MEDEIROS, Martha. Disponível em:<https://oglobo.globo.com/ela/martha-medeiros/coluna/2024/06/literacura.ghtml> - Acesso em 25 ago. 2024 - Adaptado.
Que função da linguagem predomina em “[...] doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas [...].” (6º §)?Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1 (questões de 01 a 11)
Literacura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão "literacura” através do professor Sílvio Volpato, de Parobé, e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul quando há categorias mais importantes a socorrer, como hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar no sono, coloque também um livro, pois uma hora você terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que cairá no delírio de julgar sua própria história mais interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo. Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura, que os reconecta com seus valores, preenche a alma em vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.
MEDEIROS, Martha. Disponível em:<https://oglobo.globo.com/ela/martha-medeiros/coluna/2024/06/literacura.ghtml> - Acesso em 25 ago. 2024 - Adaptado.
No trecho “Livro combate a arrogância, um dos males do século” (2º §), a palavra em destaque está acentuada de acordo com a norma culta. Nas opções abaixo, todas as palavras também receberam o acento gráfico corretamente, EXCETO:
Enunciado conforme impresso, com o destaque sublinhado.
Texto 1 (questões de 01 a 11)
Literacura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão "literacura” através do professor Sílvio Volpato, de Parobé, e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul quando há categorias mais importantes a socorrer, como hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar no sono, coloque também um livro, pois uma hora você terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que cairá no delírio de julgar sua própria história mais interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo. Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura, que os reconecta com seus valores, preenche a alma em vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.
MEDEIROS, Martha. Disponível em:<https://oglobo.globo.com/ela/martha-medeiros/coluna/2024/06/literacura.ghtml> - Acesso em 25 ago. 2024 - Adaptado.
Assinale a opção em que a reescritura do período “Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno.” (6º §) está em conformidade com a norma culta e mantém o sentido original do texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1 (questões de 01 a 11)
Literacura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão "literacura” através do professor Sílvio Volpato, de Parobé, e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul quando há categorias mais importantes a socorrer, como hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar no sono, coloque também um livro, pois uma hora você terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que cairá no delírio de julgar sua própria história mais interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo. Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura, que os reconecta com seus valores, preenche a alma em vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.
MEDEIROS, Martha. Disponível em:<https://oglobo.globo.com/ela/martha-medeiros/coluna/2024/06/literacura.ghtml> - Acesso em 25 ago. 2024 - Adaptado.
Sobre o termo destacado em “Conheci a expressão ‘literacura’ através do professor Sílvio Volpato, [...].” (1º §), é correto afirmar que:
Enunciado conforme impresso, com o destaque sublinhado.
Texto 1 (questões de 01 a 11)
Literacura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão "literacura” através do professor Sílvio Volpato, de Parobé, e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul quando há categorias mais importantes a socorrer, como hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar no sono, coloque também um livro, pois uma hora você terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que cairá no delírio de julgar sua própria história mais interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo. Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura, que os reconecta com seus valores, preenche a alma em vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.
MEDEIROS, Martha. Disponível em:<https://oglobo.globo.com/ela/martha-medeiros/coluna/2024/06/literacura.ghtml> - Acesso em 25 ago. 2024 - Adaptado.
Assinale a opção na qual o termo a que o pronome destacado remete foi corretamente identificado.
Texto 1 (questões de 01 a 11)
Literacura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão "literacura” através do professor Sílvio Volpato, de Parobé, e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul quando há categorias mais importantes a socorrer, como hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar no sono, coloque também um livro, pois uma hora você terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que cairá no delírio de julgar sua própria história mais interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo. Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura, que os reconecta com seus valores, preenche a alma em vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.
MEDEIROS, Martha. Disponível em:<https://oglobo.globo.com/ela/martha-medeiros/coluna/2024/06/literacura.ghtml> - Acesso em 25 ago. 2024 - Adaptado.
Assinale a opção em que, no contexto, a linguagem é eminentemente denotativa.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1 (questões de 01 a 11)
Literacura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão "literacura” através do professor Sílvio Volpato, de Parobé, e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul quando há categorias mais importantes a socorrer, como hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar no sono, coloque também um livro, pois uma hora você terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que cairá no delírio de julgar sua própria história mais interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo. Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura, que os reconecta com seus valores, preenche a alma em vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.
MEDEIROS, Martha. Disponível em:<https://oglobo.globo.com/ela/martha-medeiros/coluna/2024/06/literacura.ghtml> - Acesso em 25 ago. 2024 - Adaptado.
Analise as afirmativas abaixo acerca do Texto 1.
I- O trocadilho presente no título - Literacura - é explicado em diferentes parágrafos do texto.
II- Ao afirmar que “Enquanto lemos, um povaréu nos habita.” (5º §), a autora faz menção às pessoas com as quais convivemos em nosso dia a dia e que leem os mesmos textos que nós.
III- Ao longo do texto, a autora utiliza diversas argumentações para comprovar a importância do livro e, consequentemente, da leitura.
IV- As frases “Menos um nariz em pé no mundo” (2º §) e “Bendito hábito silencioso” (3º §) fazem alusão direta à perda da arrogância e ao “tagarelar sobre si mesmo”, respectivamente.
Assinale a opção correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1 (questões de 01 a 11)
Literacura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão "literacura” através do professor Sílvio Volpato, de Parobé, e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul quando há categorias mais importantes a socorrer, como hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar no sono, coloque também um livro, pois uma hora você terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que cairá no delírio de julgar sua própria história mais interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo. Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura, que os reconecta com seus valores, preenche a alma em vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.
MEDEIROS, Martha. Disponível em:<https://oglobo.globo.com/ela/martha-medeiros/coluna/2024/06/literacura.ghtml> - Acesso em 25 ago. 2024 - Adaptado.
Assinale a opção em que a ideia expressa pelo termo destacado foi corretamente identificada no contexto.
Texto 1 (questões de 01 a 11)
Literacura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão "literacura” através do professor Sílvio Volpato, de Parobé, e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul quando há categorias mais importantes a socorrer, como hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar no sono, coloque também um livro, pois uma hora você terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que cairá no delírio de julgar sua própria história mais interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo. Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura, que os reconecta com seus valores, preenche a alma em vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.
MEDEIROS, Martha. Disponível em:<https://oglobo.globo.com/ela/martha-medeiros/coluna/2024/06/literacura.ghtml> - Acesso em 25 ago. 2024 - Adaptado.
No trecho “[...] ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.” (6º §), o acento grave foi empregado corretamente. Assinale a opção em que esse acento também é utilizado em conformidade com a norma culta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1 (questões de 01 a 11)
Literacura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão "literacura” através do professor Sílvio Volpato, de Parobé, e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul quando há categorias mais importantes a socorrer, como hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar no sono, coloque também um livro, pois uma hora você terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que cairá no delírio de julgar sua própria história mais interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo. Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura, que os reconecta com seus valores, preenche a alma em vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.
MEDEIROS, Martha. Disponível em:<https://oglobo.globo.com/ela/martha-medeiros/coluna/2024/06/literacura.ghtml> - Acesso em 25 ago. 2024 - Adaptado.
Em "O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável quanto." (2º §), a oração destacada exerce, em relação ao núcleo verbal da oração principal, a mesma função sintática do termo destacado em:
Enunciado conforme impresso, com o destaque sublinhado.
Texto 1 (questões de 01 a 11)
Literacura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão "literacura” através do professor Sílvio Volpato, de Parobé, e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul quando há categorias mais importantes a socorrer, como hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar no sono, coloque também um livro, pois uma hora você terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que cairá no delírio de julgar sua própria história mais interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo. Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura, que os reconecta com seus valores, preenche a alma em vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.
MEDEIROS, Martha. Disponível em:<https://oglobo.globo.com/ela/martha-medeiros/coluna/2024/06/literacura.ghtml> - Acesso em 25 ago. 2024 - Adaptado.
Texto-base:
Texto 2 (questões 12 e 13)
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<https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2016/01/20-tirinhas-sobre-paixao-por-livros.html>
Assinale a opção que apresenta a passagem do Texto 1 que dialoga com o segundo quadrinho do Texto 2, no que se refere ao autoconhecimento.
Texto 2 (questões 12 e 13)
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<https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2016/01/20-tirinhas-sobre-paixao-por-livros.html>
Assinale a opção em que a palavra destacada apresenta um dígrafo.
Texto 3 (questões 14 e 15)
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Fonte: https://tirasdidaticas.wordpress.com/2015/03/30/odeio-machado-de-assis/
Assinale a opção em que a transposição para o discurso indireto das falas do 1º quadrinho do Texto 3 está correta, conforme a modalidade culta da língua.
Texto 3 (questões 14 e 15)
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Fonte: https://tirasdidaticas.wordpress.com/2015/03/30/odeio-machado-de-assis/
Na oração "Eu odeio Machado de Assis!", identifica-se a presença de:Resolução comentada
Análise das alternativas
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O gráfico acima representa o pulo de uma pulga cuja trajetória é uma parábola . Se adotarmos como objeto de comparação uma régua de 22cm, é correto afirmar que a altura máxima :
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Ao calcular o perímetro p e a área S do triângulo EAE' da figura acima, a razão p/S obtida é igual a:
I- o número de candidatos que passaram em Língua Portuguesa é o quádruplo do número de aprovados no concurso.
II- o número de candidatos que passaram em Matemática é o triplo do número de aprovados no concurso.
III- o número de candidatos que não passaram em ambas as provas é a metade do número de aprovados no concurso.
IV- o número de candidatos que fizeram as duas provas é 390 .
Escolhendo-se um candidato ao acaso, é correto afirmar que a probabilidade de que ele tenha sido aprovado é igual a:Resolução comentada
Análise das alternativas
I- 4 balas, 8 bombons e 12 chocolates custam R$ 36,00;
II- 10 balas, 5 bombons e 5 chocolates custam R$ 25,00; e
III- 12 balas, 3 bombons e 6 chocolates custam R$ 27,00.
Sabendo que todas as balas, bombons e chocolates são do mesmo tipo, é correto afirmar que o preço de um chocolate é igual a:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto-base:
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Texto-base:
Seja f(x) = log₃(4x - 7/3) e g(x) = log₃(2x-1). É correto afirmar que o conjunto solução da equação f(x)-g(x) = 1 é:
Observe o gráfico abaixo.
Observe a figura abaixo.
Em um concurso cada candidato faz uma prova de Língua Portuguesa e uma de Matemática. Para ser aprovado o candidato precisa passar nas duas provas. Na estatística desse concurso verificou-se que:
Suponha que o orçamento de uma confeitaria foi passado a um comprador do seguinte modo: