← Voltar para a lista de provas Hospital Naval Marcílio Dias · Residência Médica — R3 em Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular (pré-requisito em Cirurgia Vascular) 50 questões nesta prova · página 2 de 3 · 50 com gabarito Gabarito disponível O clopidogrel bloqueia o receptor P2Y12 do ADP, reduzindo a ativação plaquetária. O clopidogrel, uma tienopiridina, inibe de forma irreversível o receptor P2Y12 do difosfato de adenosina (ADP) nas plaquetas, reduzindo ativação e agregação. A alternativa B reflete esse mecanismo, segundo o gabarito. A) Errada: o AAS bloqueia a ciclo-oxigenase de forma irreversível, não temporária. C) Errada: o cilostazol inibe a fosfodiesterase III e também tem ação antiagregante. D) Errada: o clopidogrel, e não o AAS, é pró-droga ativada pelo citocromo P450. E) Errada: as tienopiridinas bloqueiam o receptor P2Y12, e a inibição da fosfodiesterase é de outros fármacos. Referência: Farmacologia dos antiagregantes plaquetários. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Plegia e paresia bilateral não fazem parte da síndrome da veia cava superior. A síndrome da veia cava superior resulta de obstrução do retorno venoso da cabeça, pescoço e membros superiores, causando edema facial e cervical, circulação colateral e sintomas respiratórios por compressão ou edema de vias aéreas. Déficit motor bilateral não é manifestação típica. A) Correta como achado: o edema de face e pescoço é clássico. C) Correta como achado: dispneia, rouquidão, tosse e estridor ocorrem por congestão e compressão. D) Correta como achado: a ingurgitação de veias superficiais indica circulação colateral. E) Correta como achado: o edema de vias aéreas pode levar a insuficiência respiratória aguda. Referência: Rutherford's Vascular Surgery and Endovascular Therapy; síndrome da veia cava superior. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Dor em repouso é Rutherford categoria 4. Na classificação de Rutherford, a categoria 0 é assintomática, 1 a 3 são claudicação leve, moderada e grave, 4 é dor isquêmica em repouso, 5 é perda tecidual menor e 6 é perda tecidual maior (úlcera ou gangrena extensa). A) Errada: a categoria 2 é claudicação moderada. B) Errada: a categoria 3 é claudicação grave. D) Errada: a categoria 5 é perda tecidual menor. E) Errada: a categoria 6 é perda tecidual maior. Referência: Classificação de Rutherford para isquemia crônica de membros inferiores. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A insuficiência renal na síndrome de isquemia e reperfusão decorre da obstrução tubular por mioglobina. A rabdomiólise na reperfusão libera mioglobina, que precipita nos túbulos renais, em especial com urina ácida e hipovolemia, causando necrose tubular aguda. Essa é a base da mioglobinúria e da insuficiência renal na síndrome mionefropática metabólica. A) Errada: a trombose arterial renal não é o mecanismo característico. C) Errada: a trombose venosa renal não está ligada à síndrome. D) Errada: a hipotensão pode contribuir, mas o mecanismo intrínseco é a mioglobina. E) Errada: não há enzimas nefrotóxicas como mecanismo central, sendo a mioglobina o agente principal. Referência: Síndrome de isquemia e reperfusão (síndrome mionefropática metabólica); Rutherford's Vascular Surgery. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O achado específico do aneurisma inflamatório é o espessamento parietal em halo periaórtico com realce pelo contraste. O aneurisma inflamatório tem parede espessada e fibrose periaórtica que realça com contraste endovenoso, formando um halo ao redor da aorta. Esse é o achado tomográfico característico. A) Errada: gás no retroperitônio sugere infecção ou perfuração. B) Errada: o apagamento do psoas sugere hematoma de rotura, não é específico. C) Errada: pneumatose é gás na parede intestinal, sem relação com o aneurisma. E) Errada: a perda dos limites aórticos aparece em rotura ou processos agudos, e não é específica do inflamatório. Referência: Rutherford's Vascular Surgery and Endovascular Therapy; aneurisma inflamatório da aorta. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Dissecção distal à subclávia esquerda até as ilíacas é DeBakey IIIb e Stanford B. Na classificação de DeBakey, o tipo III origina-se após a subclávia esquerda; o IIIb se estende abaixo do diafragma, até as ilíacas. Em Stanford, qualquer dissecção que não envolve a aorta ascendente é tipo B. A) Errada: o tipo I de DeBakey e Stanford A envolvem a aorta ascendente. B) Errada: o tipo II de DeBakey se limita à aorta ascendente, e Stanford A envolve a ascendente. C) Errada: o tipo II de DeBakey é restrito à ascendente, não corresponde à origem distal. D) Errada: 'IIa' não é categoria da classificação de DeBakey, e a origem não é na ascendente. Referência: Classificações de DeBakey e Stanford para dissecção aórtica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Carótidas extracranianas: incidências oblíqua anterior esquerda e perfil para a carótida esquerda, conforme o gabarito. Conforme o gabarito, o estudo das carótidas extracranianas inclui oblíqua anterior esquerda e perfil para a carótida esquerda. Isso permite avaliar a bifurcação carotídea em projeções que separam as artérias interna e externa. A) Errada: vasos intracranianos exigem cateterização seletiva das carótidas internas e vertebrais, não da carótida comum. B) Errada: o arco aórtico é estudado em oblíqua anterior esquerda, com o pigtail na aorta ascendente, não em oblíqua direita. C) Errada: a combinação de oblíqua anterior direita e perfil para a carótida esquerda não é a descrita pelo gabarito. E) Errada: os segmentos cervical, petroso, cavernoso e supraclinoideo são da carótida interna, não da externa. Referência: Técnicas de angiografia diagnóstica; Rutherford's Vascular Surgery and Endovascular Therapy. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Shamblin III: tumor grande que envolve completamente as carótidas. Na classificação de Shamblin, o tipo I é pequeno e pouco aderido aos vasos, o tipo II adere parcialmente e envolve os vasos de forma parcial, e o tipo III é grande e envolve circunferencialmente as carótidas, sendo o de ressecção mais difícil. Daí a resposta III. A) Errada: o tipo I é pequeno, bem delimitado e de ressecção simples. B) Errada: o tipo II adere parcialmente aos vasos, com ressecção moderadamente difícil. D) Errada: a classificação original de Shamblin vai só até o tipo III. E) Errada: não existe tipo V. Referência: Classificação de Shamblin para paragangliomas carotídeos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Hematoma periaórtico de 11 mm é preditor de eventos adversos independentemente do diâmetro. Conforme o gabarito, uma espessura de hematoma periaórtico de 11 mm está associada a pior evolução e maior risco de rotura, independentemente do diâmetro aórtico. Valores menores não alcançam esse poder preditivo. A) Errada: 3 mm é espessura pequena, sem valor preditivo independente. B) Errada: 5 mm não é o ponto de corte descrito. C) Errada: 6 mm não é o ponto de corte descrito. D) Errada: 8 mm não é o ponto de corte descrito. Referência: Rutherford's Vascular Surgery and Endovascular Therapy; literatura sobre hematoma periaórtico e rotura. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A protamina não deve ser feita em bolus rápido, e sim em infusão lenta. A protamina deve ser administrada lentamente (cerca de 10 minutos, no máximo 5 mg/min), pois a injeção rápida causa hipotensão, bradicardia, vasodilatação e reações anafilactoides. Por isso a afirmação de que deve ser feita em bolus é a incorreta. A) Correta: pode causar bradicardia, sobretudo com infusão rápida. B) Correta: pode causar hipotensão. C) Correta: em excesso, a protamina tem efeito anticoagulante próprio. E) Correta: reverte apenas parcialmente as heparinas de baixo peso molecular e não reverte anticoagulantes orais. Referência: Farmacologia da protamina; Rutherford's Vascular Surgery and Endovascular Therapy. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Oclusão isolada de artéria femoral com 3 cm é TASC A. Pelo TASC II, lesões tipo A no segmento femoropoplíteo incluem estenose única com até 10 cm ou oclusão única com até 5 cm. Uma oclusão de 3 cm é, portanto, tipo A, para a qual o tratamento endovascular é preferido. B) Errada: o tipo B inclui múltiplas lesões, cada uma com até 5 cm, ou estenose/oclusão única com até 15 cm sem envolver a poplítea infragenicular. C) Errada: o tipo C envolve lesões mais extensas, como múltiplas estenoses ou oclusões somando mais de 15 cm. D) Errada: o tipo D inclui oclusões totais crônicas da femoral comum ou superficial com mais de 20 cm, ou envolvimento da poplítea. E) Errada: não existe tipo E na classificação TASC. Referência: TASC II – Inter-Society Consensus for the Management of Peripheral Arterial Disease. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Úlcera venosa ativa corresponde à classe C6 da CEAP. Na classificação CEAP clínica, C0 é ausência de sinais, C2 varizes, C4 alterações de pele (pigmentação, eczema, lipodermatoesclerose), C5 úlcera cicatrizada e C6 úlcera ativa. Assim, a úlcera de estase ativa, forma mais grave, é a classe 6. A) Errada: C0 não tem sinais visíveis ou palpáveis de doença venosa. B) Errada: C2 corresponde às veias varicosas. C) Errada: C4 corresponde a alterações cutâneas sem úlcera. D) Errada: C5 é úlcera venosa já cicatrizada. Referência: Classificação CEAP; diretrizes de doença venosa crônica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A radiação de fuga é um dos parâmetros considerados no cálculo de barreiras de proteção. No cálculo de blindagens para raios X consideram-se a radiação primária, a radiação espalhada e a radiação de fuga do cabeçote, além de carga de trabalho, fator de uso e de ocupação. Por isso a radiação de fuga é o parâmetro correto. B) Errada: luminescência é um efeito da radiação, não parâmetro de cálculo de barreiras. C) Errada: a carga elétrica do elétron é uma constante física, não um parâmetro de blindagem. D) Errada: o calor produzido é efeito no tubo, não entra no dimensionamento de barreiras. E) Errada: alteração química é um efeito da radiação, não parâmetro de cálculo. Referência: Normas de proteção radiológica em radiodiagnóstico (NCRP 147; Portaria SVS/MS 453/98). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Na lesão concomitante carotídea e vertebral, não se trata primeiro a vertebral; costuma-se tratar primeiro a carótida. As demais alternativas são regras de planejamento: tratar lesões proximais antes das distais no mesmo território, a sintomática primeiro, as mais graves primeiro nos assintomáticos e, em lesões equivalentes, a do hemisfério não dominante. Na associação carótida-vertebral, a conduta habitual é tratar primeiro a carótida, que é a mais relevante para o fluxo cerebral e mais associada a eventos embólicos, por isso E é a exceção. A) Correta como regra: tratar proximal antes de distal no mesmo território. B) Correta como regra: trata-se primeiro a lesão sintomática. C) Correta como regra: nos assintomáticos prioriza-se a estenose mais grave. D) Correta como regra: com gravidade similar, trata-se primeiro o hemisfério não dominante. E) É a exceção pedida, pois inverte a prioridade habitual. Referência: Rutherford's Vascular Surgery and Endovascular Therapy; princípios de revascularização endovascular supra-aórtica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A principal indicação de tratamento do aneurisma de ilíacas é o diâmetro de 3,5 cm, conforme o gabarito. Segundo o gabarito, o limiar principal para tratar aneurismas isolados das artérias ilíacas comuns é 3,5 cm. Abaixo disso o risco de rotura é baixo e o paciente é mantido em vigilância; a partir desse diâmetro a intervenção, preferencialmente endovascular, é considerada. A) Errada: 1,5 a 2 cm é diâmetro pequeno, sem indicação cirúrgica. C) Errada: a faixa de 3,5 a 4 cm não é o limiar proposto pelo gabarito, que indica o valor único de 3,5 cm. D) Errada: 5 a 5,5 cm é o limiar da aorta abdominal, não das ilíacas. E) Errada: acima de 6 cm seria tardio demais, com risco de rotura já elevado. Referência: Rutherford's Vascular Surgery and Endovascular Therapy; diretrizes de aneurismas ilíacos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Aneurismas esplênicos devem ser tratados em qualquer tamanho em mulheres em idade fértil. Em mulheres em idade fértil ou gestantes, o aneurisma da artéria esplênica tem alto risco de rotura, com mortalidade materna e fetal elevada, por isso a indicação de tratamento vale para qualquer tamanho. Nos demais pacientes, a intervenção se reserva a sintomáticos, de maior diâmetro ou com crescimento. B) Errada: o limiar habitual de tratamento é de cerca de 2 cm, não 1,5 cm. C) Errada: o critério de crescimento descrito costuma ser maior (por exemplo, 0,5 cm/ano), não 3 mm em 12 meses. D) Errada: a calcificação sugere menor risco de rotura e não é indicação isolada. E) Errada: ser assintomático, isoladamente, não indica intervenção, e a conduta depende do tamanho e do grupo de risco. Referência: Rutherford's Vascular Surgery and Endovascular Therapy; diretrizes de aneurismas viscerais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Para introdutores acima de 8Fr, preconiza-se o uso de dois dispositivos Perclose (técnica pré-fechamento). O Perclose ProGlide é um dispositivo de sutura; em bainhas grandes (acima de 8Fr, p.ex. EVAR/TEVAR percutâneo) usa-se a técnica de pré-fechamento com no mínimo dois dispositivos, posicionados em ângulos diferentes (ex.: 10 e 2 horas). Assim obtém-se hemostasia adequada em orifícios de grande calibre. A) Errada: o Perclose pode ser usado em acesso venoso femoral, inclusive com técnica de pré-fechamento. B) Errada: o Angio-Seal é indicado para bainhas de 6 a 8Fr, não até 12Fr. C) Errada: o Angio-Seal tem âncora intraluminal, selo de colágeno extraluminal e sutura, não sendo totalmente extraluminal. E) Errada: as taxas de complicações são bem menores (cerca de 1 a 5%) e a falha de liberação não chega a 20% dos casos. Referência: Rutherford's Vascular Surgery and Endovascular Therapy; literatura sobre dispositivos de fechamento arterial percutâneo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A síndrome de Leriche é a tríade de claudicação glútea/coxa, pulsos femorais diminuídos e disfunção erétil. A síndrome de Leriche, causada pela oclusão aortoilíaca, caracteriza-se pela tríade: claudicação de nádegas e coxas, ausência ou diminuição dos pulsos femorais e impotência (disfunção erétil). A) Errada: a claudicação é de nádegas/coxas, e não de panturrilha, e não há incontinência urinária. C) Errada: parestesia e claudicação de panturrilha não compõem a tríade. D) Errada: fluxo monofásico e neuropatia não fazem parte da tríade. E) Errada: angina mesentérica não faz parte da síndrome. Referência: Rutherford, Cirurgia Vascular e Endovascular. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Para introdutores acima de 8F recomenda-se usar dois dispositivos de sutura (pré-fechamento). Os dispositivos Perclose/ProGlide são sistemas de sutura. Para introdutores acima de 8F, utiliza-se a técnica de pré-fechamento com dois dispositivos, de acordo com o gabarito. A) e E) Erradas: as faixas de calibre citadas não correspondem às da bula/gabarito. B) Errada: o limiar de 6F está incorreto para duplo dispositivo. C) Errada: o mecanismo é a sutura percutânea, e o tampão bioabsorvível é de outros dispositivos, como o Angio-Seal. Referência: Rutherford, Cirurgia Vascular e Endovascular; instruções de uso do Perclose ProGlide. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível TEP de alto risco: disfunção do VD com PAS <90 mmHg. O TEP de alto risco (maciço) caracteriza-se por instabilidade hemodinâmica, definida por hipotensão (PAS <90 mmHg ou queda ≥40 mmHg por mais de 15 minutos), choque ou parada. Associada à sobrecarga do VD, indica terapias mais agressivas.
A) Errada: o limiar de 100 mmHg não define alto risco. B) Errada: troponina elevada com PA normal define risco intermediário. C) Errada: a bilateralidade, por si, não define a gravidade. D) Errada: a extensão da obstrução não define alto risco por si só. Referência: Diretriz de TEP da ESC; Diretriz Brasileira de TEP. Resolução comentada do VaiConcursos.SSPM — PRM/2025 Hospital Naval Marcílio Dias — Pré-requisito em Cirurgia Vascular — R3 em Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular — Prova Amarela
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
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Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Os trombos arteriais são constituídos geralmente por agregados plaquetários com pequenas quantidades de fibrina. Portanto, a terapia antiagregante plaquetária tem grande importância na doença arterial. Qual das afirmativas abaixo apresenta o mecanismo de ação correto para o tipo de antiagregante citado?
São sinais e sintomas de Síndrome da Veia Cava Superior, EXCETO:
Considerando a classificação de Rutherford para estágios clínicos da aterosclerose obliterante periférica, em qual categoria se enquadra um paciente com dor em repouso?
Na síndrome de isquemia e reperfusão, a insuficiência renal após oclusão arterial aguda está intrinsecamente relacionada a:
A tomografia computadorizada é o método mais utilizado no estudo dos aneurismas de aorta inflamatórios. Assinale a alternativa que apresenta o achado específico na tomografia de abdome.
De acordo com a Classificação de DeBakey e Stanford para dissecção aórtica. Quais tipos categorizam uma dissecção originada após a subclávia esquerda estendendo-se até as artérias ilíacas, de acordo com a classificação de DeBakey e a de Stanford, respectivamente?
A angiografia é um método diagnóstico invasivo que permitiu avanços no manejo das doenças vasculares em todos os territórios. Cada território arterial possui características diferentes quanto aos materiais utilizados, incidências necessárias e marcos anatômicos para tais estudos. Qual das alternativas abaixo está correta?
Shamblin e Cols introduziram um sistema de classificação de acordo com a relação com as artérias carótidas para determinar a ressecabilidade destes tumores. Tumores grandes, que envolvem os vasos e, portanto, mais difícil de tentar a ressecção, são classificados como tipo Shamblin:
A presença de hematoma peri-aórtico pode ser um marcador de risco aumentado de rotura. A espessura que é preditor de eventos adversos, independente do diâmetro da aorta é de:
A Protamina é o antídoto da Heparina não fracionada, podendo ser utilizada na reversão dos seus efeitos.Sobre seu uso é INCORRETO afirmar que :
Com a intenção de ajudar na escolha do tratamento cirúrgico na doença arterial obstrutiva do segmento femoropoplíteo, endovascular ou cirurgia direta, desenvolveu-se a classificação Trans Atlantic Inter Society Consensus (TASC). De acordo com o TASC, uma oclusão aterosclerótica isolada que acomete a artéria femoral com 3 cm de extensão em seu terço médio é classificada como lesão do tipo:
O termo "varizes" é utilizado para definir as veias que se tornam dilatadas, alongadas e tortuosas. As úlceras de estase representam a forma mais grave da doença venosa crônica, sendo classificada como CEAP classe:
Assinale a alternativa que apresenta um parâmetro incluído para o cálculo e otimização das barreiras de proteção contra raios X.
São considerações pré-operatórias importantes na revascularização endovascular da doença endovascular catotídea, EXCETO que:
A abordagem endovascular do aneurisma das artérias ilíacas, presente em 20% dos aneurismas aórticos tem se mostrado um grande avanço no tratamento desta doença. Quanto ao diâmetro para indicação de tratamento cirúrgico, qual é a principal indicação?
Aneurismas viscerais são doenças raras, sendo os aneurismas das artérias esplênica, hepática e renais os de maior incidência. Possui indicação de abordagem invasiva dos aneurismas da artéria esplênica casos de aneurisma:
A compressão manual do sítio de punção consome tempo dos profissionais habilitados, além de requerer imobilização do membro de 4 a 8 horas após intervenção. Sobre os vários dispositivos pode-se afirmar que:
A doença oclusiva aorto ilíaca é uma causa comum de claudicação. A clássica síndrome de Leriche se caracteriza por:
Hoje em dia temos dispositivos disponíveis para fechamento dos acessos arteriais. Sobre esses sistemas (Perclose/Proglide®), pode-se afirmar que:
A apresentação clínica do tromboembolismo pulmonar (TEP) varia desde assintomática até quadros de morte súbita. A base do tratamento dessa doença é a anticoagulação sistêmica, entretanto, os pacientes com TEP maciço ou de alto risco podem necessitar de opções terapêuticas mais agressivas, sejam elas cirúrgicas ou farmacológicas. Assinale a alternativa com característica de TEP de alto risco.