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Marinha do Brasil — SSPM — Processo Seletivo de Admissão aos Programas de Residência Médica do Hospital Naval Marcílio Dias (PRM/2025) — Especialidades com Pré…

Hospital Naval Marcílio Dias · Residência Médica — Cirurgia de Mão (pré-requisito em Ortopedia e Traumatologia ou Cirurgia Plástica)

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM)2025Superior

50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 50 com gabarito

Cirurgia da Mão Malformações Congênitas — Deficiência Longitudinal Radial

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025 Superior

Marinha do Brasil — Hospital Naval Marcílio Dias · Residência Médica — Cirurgia de Mão (pré-requisito em Ortopedia e Traumatologia ou Cirurgia Plástica) · Caderno Amarela

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De acordo com a classificação de Bayne e Klug para a deficiência longitudinal radial, quando temos uma aparência radiologica com aplasia radial completa, trata-se do tipo:
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Na classificação de Bayne e Klug, o tipo IV corresponde à aplasia completa do rádio.

Bayne e Klug: tipo I é o rádio distal curto, tipo II é o rádio hipoplásico, tipo III é a aplasia parcial (ausência do terço distal ou médio) e tipo IV é a aplasia completa (ausência total do rádio). O tipo IV é o mais comum.

Análise das alternativas

A) Errada: o tipo I é encurtamento do rádio distal. B) Errada: o tipo II é hipoplasia. C) Errada: o tipo III é ausência parcial. E) Errada: o tipo V não faz parte dessa classificação original, mas foi acrescentado por outros autores para anomalias do carpo e do antebraço.

Referência: Bayne e Klug, classificação da deficiência radial longitudinal.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia da Mão Malformações Congênitas — Camptodactilia e Clinodactilia

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025 Superior

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Em relação às deformidades congênitas dos dedos, assinale a alternativa correta.
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O braquimesofalangismo ocorre por falange média anormal com epífise em C.

Na clinodactilia, o braquimesofalangismo corresponde a uma falange média curta e de formato triangular ou trapezoidal, com epífise longitudinal em forma de C, que causa o desvio radioulnar do dedo.

Análise das alternativas

A) Errada: o desvio radioulnar caracteriza a clinodactilia; a camptodactilia é flexão fixa da IFP. B) Errada: a clinodactilia é congênita e não tem etiologia exclusivamente adquirida. D) Errada: a camptodactilia é geralmente esporádica ou autossômica dominante, não recessiva. E) Errada: não é dominante em 100% dos casos e associa-se a várias síndromes, como a de Down.

Referência: Green's Operative Hand Surgery – clinodactilia e camptodactilia.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia da Mão Malformações Congênitas — Deficiência do Raio Central

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025 Superior

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Em relação à deficiência do raio central, podemos afirmar que:
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Na deficiência do raio central podem coexistir duplicação, sindactilia e ausência central.

A mão fendida (deficiência central) pode ser típica ou atípica. Apresenta fenda central com ausência de raios, frequentemente associada a sindactilia e duplicação de elementos ósseos.

Análise das alternativas

A) Errada: a forma típica de mão fendida é a mais comum das deficiências centrais. B) Errada: o defeito localiza-se na região central da mão, incluindo os ossos longos. C) Errada: as mãos costumam ser funcionalmente boas, apesar do aspecto estético. E) Errada: afeta frequentemente os pés e é muitas vezes bilateral, mas a herança é autossômica dominante, não recessiva.

Referência: Green's Operative Hand Surgery – mão fendida.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia da Mão Transferências Tendinosas — Princípios

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025 Superior

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De acordo com os Princípios da Cirurgia de Transferência de Tendões, qual das seguintes opções é um dos princípios fundamentais dessa cirurgia?
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Um princípio da transferência tendinosa é o sinergismo entre o tendão transferido e os músculos existentes.

Entre os princípios clássicos (Boyes, Brand) estão: articulação móvel, tecido em bom leito, tendão doador expendable, força suficiente, excursão adequada, linha de tração reta, uma função por tendão e sinergismo. Por isso B é correta.

Análise das alternativas

A) Errada: o objetivo é melhorar a função, não necessariamente restaurá-la ao normal. C) Errada: o doador deve ser dispensável (expendable). D) Errada: a linha de tração deve ser a mais reta possível. E) Errada: o princípio é um tendão para uma função.

Referência: Princípios de transferência tendinosa (Green; Brand).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia da Mão Síndromes Compressivas do Membro Superior

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025 Superior

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Em relação às síndromes compressivas do membro superior, qual é o nervo acometido e o local de compressão mais comum?
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Resolução comentada

A compressão nervosa mais comum no membro superior é a do mediano no punho (túnel do carpo).

A síndrome do túnel do carpo, compressão do nervo mediano no canal do carpo, é a neuropatia compressiva mais frequente do membro superior. A segunda mais comum é a do ulnar no cotovelo.

Análise das alternativas

A) Errada: é a segunda mais comum. B) Errada: a compressão do radial no braço é rara. C) Errada: a compressão do ulnar no punho (canal de Guyon) é incomum. D) Errada: a compressão do supraescapular é rara.

Referência: Green's Operative Hand Surgery – síndromes compressivas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Anatomia Anatomia do Nervo Periférico

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Qual camada de tecido conjuntivo presente nos nervos periféricos que envolve os axônios agrupados em fascículos macroscopicamente distintos?
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O perineuro envolve os fascículos nervosos.

O perineuro é a camada de tecido conjuntivo que envolve cada fascículo, agrupando os axônios, e forma a barreira hematoneural. Por isso é a resposta correta.

Análise das alternativas

A) Errada: o endoneuro envolve cada fibra nervosa (axônio) individualmente. B) Errada: o epineuro externo reveste o nervo como um todo. C) Errada: o epineuro interno fica entre os fascículos, preenchendo o espaço entre eles. E) Errada: a bainha de mielina é formada por células de Schwann ao redor do axônio, não é tecido conjuntivo.

Referência: Anatomia do nervo periférico (Green's Operative Hand Surgery).

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Cirurgia da Mão Malformações Congênitas — Síndrome do Anel de Constrição

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Sobre a Síndrome do Anel de Constrição, é correto afirmar que a:
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Resolução comentada

Síndrome do anel de constrição: teoria da banda amniótica aceita, sem prova absoluta.

A etiologia mais aceita é a teoria da banda amniótica intrauterina (Streeter/Patterson), que envolve tiras de membrana amniótica circundando as extremidades, embora sem prova absoluta. Não se trata de condição hereditária comprovada.

Análise das alternativas

A) Errada: não há comprovação de causa genética hereditária; é esporádica. B) Errada: a sindactilia nessa síndrome é a acrosindactilia, secundária às bandas, e não à braquidactilia. C) Errada: o anel pode ser parcial ou completo, e a ausência de dedos (amputação) não ocorre na maioria. E) Errada: na parada transversa do crescimento as partes distais estão ausentes e as proximais estão presentes; a afirmação é incoerente.

Referência: Green's Operative Hand Surgery – malformações congênitas (síndrome da banda de constrição).

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Cirurgia da Mão Tumores Vasculares — Hemangioma Infantil

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Qual das características dos tumores vasculares NÃO diz respeito ao Hemangioma Infantil (HI)?
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Resolução comentada

O hemangioma infantil geralmente é único, e não múltiplo.

O hemangioma infantil é geralmente solitário, e por isso a afirmação de que costuma ser múltiplo NÃO se aplica a ele. Ele surge por volta das duas semanas de vida, cresce rápido nos primeiros meses, passa pelas fases proliferativa e involutiva e a maioria é apenas observada.

Análise das alternativas

B) Correta quanto ao HI, que cresce rápido nos primeiros meses. C) Correta quanto ao HI, que tem fases proliferativa e involutiva. D) Correta quanto ao HI, que aparece em média por volta das duas semanas. E) Correta quanto ao HI, pois a maioria é tratada por observação.

Referência: Green's Operative Hand Surgery, capítulo sobre tumores e malformações vasculares.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia da Mão Lesões dos Tendões Flexores — Zonas de Kleinert e Verdan

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De acordo com a classificação das zonas de lesão do tendão flexor de Kleinert e Verdan, qual(is) tendão(ões) é(são), por definição, lesionado(s) por uma laceração na Zona 1?
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Resolução comentada

Zona 1 de Kleinert e Verdan: lesão somente do flexor profundo.

A zona 1 se estende distalmente à inserção do flexor superficial, e por isso a laceração nessa zona lesa apenas o flexor profundo dos dedos.

Análise das alternativas

B) Errada: o flexor superficial já se inseriu proximalmente à zona 1. C) Errada: apenas o profundo está presente na zona 1. D) Errada: os extensores são tendões dorsais e não pertencem à classificação das zonas flexoras. E) Errada: os lumbricais não são as estruturas definidoras da zona 1.

Referência: Green's Operative Hand Surgery, capítulo sobre lesões dos tendões flexores.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Anestesiologia Anestesia Regional Intravenosa — Bloqueio de Bier

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Sobre o bloqueio de Bier, utilizado em cirurgias da mão e do antebraço, assinale a alternativa correta:
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Resolução comentada

O bloqueio de Bier exige cateter IV em um membro não operado.

Pelo gabarito, no bloqueio de Bier é necessário um acesso venoso no membro não operado, para sedação e eventual atendimento de emergência, por causa do risco de toxicidade sistêmica do anestésico local se o torniquete falhar.

Análise das alternativas

A) Errada: o bloqueio é limitado pela dor do torniquete, que dura cerca de 60 a 90 minutos, e não é indicado para procedimentos prolongados. B) Errada: o anestésico é injetado por via venosa, e não arterial. C) Errada: o torniquete proximal serve para reter o anestésico no membro depois da exsanguinação, e não para forçá-lo aos nervos. D) Errada: a exsanguinação do membro é necessária.

Referência: Green's Operative Hand Surgery, capítulo sobre anestesia regional intravenosa.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia da Mão Reimplante Digital — Sequência de Reparo

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Em relação à sequência de reparo nas cirurgias de reimplante digital, assinale a alternativa correta.
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Resolução comentada

Após a fixação óssea: extensor, flexor, artéria, nervo e veias.

A sequência clássica de reimplante digital após a fixação óssea é: reparo do tendão extensor, do tendão flexor, da artéria, do nervo e por último das veias. O gabarito oficial é a alternativa C.

Análise das alternativas

A) Errada: a sequência não é iniciada pelas veias dorsais. B) Errada: as estruturas volares não ficam por último. D) Errada: o reparo do extensor antes da liberação do torniquete não é contraindicado. E) Errada: a liberação precoce do torniquete antes do reparo extensor não é a conduta e dificulta o campo operatório com sangramento.

Referência: Green's Operative Hand Surgery, capítulo sobre reimplante e revascularização digital.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia da Mão Lesões de Nervos Periféricos — Classificação de Seddon

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Quanto às lesões dos nervos periféricos da extremidade superior, pode se afirmar que na:
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Resolução comentada

Neuropraxia: arquitetura preservada e recuperação completa em dias a 3-4 meses.

Na neuropraxia há bloqueio fisiológico sem perturbação da arquitetura neural. A recuperação completa é a regra, em um tempo que varia de dias a três ou quatro meses.

Análise das alternativas

B) Errada: a descrição de bloqueio fisiológico sem lesão anatômica corresponde à neuropraxia, e não à axonotmese. C) Errada: na neurotmese a recuperação espontânea não ocorre, e é necessária cirurgia. D) Errada: o sinal de Tinel não está presente na neuropraxia, pois não há regeneração axonal. E) Errada: na axonotmese o tronco nervoso permanece em continuidade, e o corte completo corresponde à neurotmese.

Referência: Green's Operative Hand Surgery, capítulo sobre lesões de nervos periféricos (classificação de Seddon).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia da Mão Fraturas-Luxações da Articulação Interfalangiana Proximal

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Em fraturas-luxações dorsais instáveis da articulação interfalangiana proximal que envolvem a superfície articular volar da falange média, qual é o significado de um envolvimento de mais de 40% da superfície articular?
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Resolução comentada

Acometimento acima de 40% desconecta os colaterais da falange, e a lesão é instável.

Quando mais de 40% da superfície articular volar da falange média está fraturada, os ligamentos colaterais ficam ligados apenas ao fragmento da fratura e não à falange. A articulação torna-se instável e costuma exigir fixação cirúrgica.

Análise das alternativas

A) Errada: nesse caso os colaterais deixam de estar conectados à falange. B) Errada: a lesão é instável, e o tratamento não operatório não é adequado. D) Errada: a luxação tende a recidivar e a congruência é perdida. E) Errada: a imobilização isolada não é suficiente em lesões instáveis.

Referência: Green's Operative Hand Surgery, capítulo sobre fraturas-luxações da IFP.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia da Mão Lesões de Nervos Periféricos — Classificação de Sunderland

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Um paciente sofre uma lesão nervosa traumática decorrente de um estiramento significativo do membro superior. Ao avaliar o caso, o médico considera a classificação de Sunderland para lesões nervosas. Com base nessas informações, qual das seguintes afirmações está correta?
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Resolução comentada

Axonotmese: axônio rompido, endoneuro íntegro, degeneração walleriana e recuperação esperada, embora lenta.

Na axonotmese há interrupção do axônio com preservação do endoneuro, e a degeneração walleriana ocorre distalmente. Como a estrutura de suporte está mantida, a regeneração é esperada, ainda que lenta.

Análise das alternativas

A) Errada: na neurapraxia não há degeneração walleriana, e a recuperação costuma ser rápida. C) Errada: as lesões de terceiro e quarto graus podem exigir cirurgia, e a regeneração não é garantida. D) Errada: na neurotmese a continuidade é perdida e a cirurgia é necessária. E) Errada: a degeneração walleriana ocorre na axonotmese, e a regeneração é de cerca de 1 mm por dia, e não 1 cm.

Referência: Green's Operative Hand Surgery, capítulo sobre lesões de nervos periféricos (Seddon e Sunderland).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Anatomia Anatomia do Nervo Periférico

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Qual(is) mecanismo(s) permite(em) mobilidade longitudinal do nervo?
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Resolução comentada

Plexo fascicular e mesoneuro frouxo permitem o deslizamento longitudinal do nervo.

A mobilidade longitudinal do nervo depende da disposição dos fascículos em plexo, que permite ajuste ao estiramento, e do mesoneuro frouxo, que deixa o nervo deslizar no leito. Os dois mecanismos atuam juntos, o que torna a alternativa C a correta.

Análise das alternativas

A e B) Erradas: são corretas, mas incompletas isoladamente, pois os dois mecanismos contribuem. D) Errada: a rigidez intrínseca limitaria a mobilidade, e não a permitiria. E) Errada: a mielina protege e isola o axônio, mas não confere mobilidade longitudinal.

Referência: Green's Operative Hand Surgery, capítulo sobre anatomia e fisiologia do nervo periférico.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia da Mão Malformações Congênitas — Mão Fendida (Ectrodactilia)

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Em relação à apresentação clínica e ao diagnóstico da ectrodactilia, assinale a alternativa correta.
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Resolução comentada

A ausência completa do raio central, com metacarpo, forma a fenda profunda em V.

Na mão fendida típica, a ausência do raio do dedo médio, incluindo o metacarpo, forma uma fenda profunda em V. Pelo gabarito oficial, a alternativa B é a correta.

Análise das alternativas

A) Errada: o dedo mínimo costuma ser o mais preservado, e a afirmação não descreve o padrão usual. C) Errada: polidactilia com sindactilia radial não define a mão fendida. D) Errada: segundo a classificação de Ogino, a fenda é classificada como falha de formação transversa ou longitudinal, e a alternativa não está de acordo com o gabarito. E) Errada: a sindactilia ocorre em diferentes localizações e pode envolver estruturas mais profundas.

Referência: Green's Operative Hand Surgery, capítulo sobre falhas de formação e mão fendida.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia da Mão Fraturas da Falange Distal

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No tratamento de fraturas não deslocadas do tofo da falange distal, a unha:
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Resolução comentada

A unha serve como tala natural nas fraturas não deslocadas do tofo.

Nas fraturas não deslocadas do tofo da falange distal, a unha e o leito ungueal funcionam como uma tala biológica que ajuda a manter a redução. O tratamento é conservador, com proteção.

Análise das alternativas

A) Errada: a remoção completa não é necessária em fraturas não deslocadas. B) Errada: embora a unha possa refletir perfusão, não é essa a sua função nesse contexto. D) Errada: a perfuração da unha é feita para drenar hematoma subungueal, e não para aliviar a pressão da fratura. E) Errada: a unha não é descartada nem substituída por enxerto ósseo.

Referência: Green's Operative Hand Surgery, capítulo sobre fraturas e luxações da mão.

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Cirurgia da Mão Malformações Congênitas — Síndromes Associadas

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Ausência total do musculo peitoral maior, cardiopatia congênita e simbraquidactilia caracterizam qual dessas síndromes?
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Resolução comentada

Ausência do peitoral maior, cardiopatia e simbraquidactilia: síndrome de Poland.

A síndrome de Poland se caracteriza por hipoplasia ou ausência do músculo peitoral maior, sindactilia ou simbraquidactilia ipsilateral e anomalias associadas. A cardiopatia congênita pode ocorrer.

Análise das alternativas

A) Errada: a síndrome de Haas é uma sinpolidactilia. C) Errada: Pierre-Robin é micrognatia, glossoptose e fenda palatina. D) Errada: Treacher Collins é uma disostose mandibulofacial. E) Errada: Mohr-Wriedt é uma braquissindactilia.

Referência: Green's Operative Hand Surgery, capítulo sobre malformações congênitas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Cirurgia da Mão Tumores da Mão — Cisto Mucoso

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Com base nas informações sobre os cistos mucosos associados à articulação interfalangeana distal (IFD), assinale a alternativa correta.
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Resolução comentada

Excisão do cisto mucoso inclui cisto, pele atenuada e osteófitos, preservando a inserção do extensor.

O tratamento cirúrgico dos cistos mucosos sintomáticos ou recorrentes exige a excisão do cisto, da pele atenuada e dos osteófitos marginais da IFD, que são a causa do cisto. Deve-se preservar a inserção do tendão extensor, para evitar deformidade em martelo.

Análise das alternativas

A) Errada: os cistos se associam a osteófitos e podem causar sulco na lâmina ungueal. B) Errada: a aspiração não é contraindicada em todos os casos. D) Errada: a injeção de corticosteroide não é o tratamento de escolha, e não tem resolução de 90% em todos os casos. E) Errada: as múltiplas punções com agulha são uma técnica descrita e podem ser úteis.

Referência: Green's Operative Hand Surgery, capítulo sobre tumores de partes moles da mão.

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Cirurgia da Mão Doença de Dupuytren — Cordões Patológicos

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Em relação aos cordões fibróticos presentes na Doença de Dupuytren, assinale a alternativa correta quanto às suas origens anatômicas, trajetos e implicações cirúrgicas.
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Resolução comentada

O cordão espiral desloca o feixe neurovascular superficial e medialmente.

O cordão espiral se origina da banda pré-tendinosa, da banda espiral, da bainha digital lateral e do ligamento de Grayson. Ao contrair, ele desloca o feixe neurovascular para superficial e medial, o que o deixa em risco na dissecção. Pelo gabarito, a alternativa A é a correta.

Análise das alternativas

B) Errada: o cordão central não se origina do ligamento de Grayson, não desloca lateralmente o feixe e não se relaciona só com a MCF. C) Errada: o cordão pré-tendinoso é superficial ao feixe. D) Errada: o cordão retrovascular se relaciona com a IFP e a IFD, e não só com a MCF. E) Errada: o cordão natatório afeta a comissura e a abdução dos dedos, e não causa contratura isolada da IFP.

Referência: Green's Operative Hand Surgery, capítulo sobre doença de Dupuytren.

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