← Voltar para a lista de provas Colégio Militar do Recife · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental 21 questões nesta prova · página 1 de 2 · 20 com gabarito Gabarito disponível O poeta critica as mudanças trazidas da Europa, ou seja, discorda delas. Ele chama de 'gentinha idiota' quem foi estudar na Europa e voltou com a 'mania de nos transformar'. O tom irônico e crítico mostra que ele discorda dessas mudanças. A) aquiescência é concordância, o contrário do tom crítico. B) Não há esperança nas mudanças. C) O autor demonstra conhecer bem o processo. E) O tom não é de indiferença, é de crítica. Referência: Interpretação de texto: posicionamento do autor. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os gerúndios indicam atividades praticadas ao longo do tempo pelos brasileiros. Os gerúndios (plantando, colhendo, comendo, rezando) expressam ações em andamento e habituais, que descrevem o modo de vida tradicional. O poema mostra essa vida como duradoura, e o verbo 'vivia' reforça a continuidade. A, B e C afirmam que as atividades foram extintas ou abandonadas, o que o texto não diz. D) afirma que eram pouco comuns, mas o poema as apresenta como o cotidiano. Referência: Valor semântico do gerúndio. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível 'Tudo emendava num só carrilhão' indica festa contínua. 'Emendar' é ligar uma coisa à outra sem pausa, e 'carrilhão' remete a sinos que soam em sequência. As quatro festas se encadeavam e formavam um clima de festa contínuo. B) esporádico, C) sazonal, D) eventual e E) atrelado a datas especiais sugerem ocorrência pontual ou separada, o contrário de 'emendava'. Referência: Sentido de expressões no contexto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Negramente, caboclamente e portuguesamente se referem às matrizes culturais do povo brasileiro. Os advérbios remetem às três matrizes (negra, indígena/mestiça e portuguesa) e aparecem junto a modos de viver, de comer, de festejar e de rezar. Eles dizem respeito, portanto, a formas de expressão cultural. A) A mania de transformação vem da elite que foi à Europa. C), D) e E) tratam da cultura estrangeira, que o poema critica como imposição, enquanto os advérbios descrevem a cultura própria. Referência: Interpretação de texto: Ascenso Ferreira, 'História Pátria'. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível O conflito surge quando o texto diz que Pedro quase fez do sindicalista um Tiradentes. Pedro foi chamado para engravatar o sindicalista e 'quase fez dele um Tiradentes', ou seja, quase o enforcou com o nó. Esse excesso gera o conflito, que depois leva à surra. Os outros trechos apenas apresentam os personagens. A, B, D e E caracterizam os personagens (habilidades e temperamento), sem ainda opor as partes. O conflito só aparece em C. Referência: Elementos da narrativa: conflito. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O desfecho é a decisão de Pedro de só dar nó em pingo d'água. Depois de apanhar do sindicalista, Pedro diz: 'De hoje em vante, só nó em pingo d'água'. Como não é possível dar nó em água, a frase indica que ele abandona a profissão. Essa é a decisão que fecha a narrativa. A) O espancamento é o clímax, não o desfecho, e o texto não diz que foi injustificado. B) Não há menção a rivalidade duradoura. C) O dentista não faz nó nenhum. D) A agressão foi física, não verbal. Referência: Elementos da narrativa: desfecho. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível A repetição de 'ou' e 'isto/aquilo' enfatiza escolha e alternância. A conjunção 'ou' expressa alternativa, e 'isto/aquilo' opõe duas possibilidades. A repetição reforça a ideia de que é preciso escolher uma coisa e abrir mão da outra. B) não há relação de causa e efeito. C) o poema não trata de continuidade nem de consequência. D) tempo e condição não são o foco da repetição. E) perda e pressa não são o tema, embora haja perdas implícitas. Referência: Recursos expressivos: repetição e conjunção alternativa. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Na estrofe 'Ou guardo o dinheiro...' o eu lírico passa a usar verbos em 1ª pessoa. As primeiras estrofes usam construções impessoais ('se tem', 'se calça') e o pronome indefinido 'quem'. Na estrofe da alternativa C aparecem 'guardo' e 'compro', verbos em primeira pessoa que mostram o eu lírico se colocando diretamente no poema. Por isso ela é a primeira estrofe em que ele se refere a si mesmo de modo pessoal e direto. A e B são impessoais ou generalizantes. D e E também têm marcas de 1ª pessoa ('vivo', 'consegui'), mas aparecem depois de C, que é a primeira estrofe com essa característica. Referência: Eu lírico e marcas de pessoalidade no texto poético. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Ao ajudar o vizinho a chorar, o menino demonstra compaixão. O menino sobe ao colo do idoso enlutado e o acompanha no choro, o que mostra que ele se sensibiliza com a dor do outro. Essa virtude é a compaixão. B) grosseria, C) individualismo, D) apatia e E) soberba são atitudes opostas à do menino, que se aproxima e se importa com o outro. Referência: Interpretação de texto: caracterização de personagem. Resolução comentada do VaiConcursos.Colégio Militar do Recife — Concurso de Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental 2014/2015 — Prova de Língua Portuguesa
TEXTO I
História Pátria
Plantando mandioca, plantando feijão,
colhendo café, borracha, cacau,
comendo pamonha, canjica, mingau,
rezando de tarde nossa ave-maria,
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
A gente vivia.
De festas no ano só quatro é que havia:
Entrudo e Natal, Quaresma e SanJoão!
Mas tudo emendava num só carrilhão!
E a gente vadiava, dançava, comia...
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
Todo santo dia.
O Rei, entretanto, não era da terra!
E gente pra Europa mandou-se estudar...
Gentinha idiota que trouxe a mania
de nos transformar
da noite pro dia...
A gente que tão
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
Vivia!
(E foi um dia a nossa civilização
tão fácil de criar!)
Passou-se a pensar,
passou-se a cantar,
passou-se a dançar,
passou-se a comer,
passou-se a vestir,
passou-se a viver,
passou-se a sentir,
tal como Paris
pensava,
cantava,
comia,
sentia...
A gente que tão
Negramente...
Caboclamente...
Portuguesamente...
Vivia.
FERREIRA, Ascenso. Catimbó, Cana Caiana, Xenhenhém. 5. Ed. Recife: Nordestal, 1995, p.100-101.
O autor tem, quanto às transformações na cultura brasileira trazidas da Europa pelos próprios brasileiros, uma posição deResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
História Pátria
Plantando mandioca, plantando feijão,
colhendo café, borracha, cacau,
comendo pamonha, canjica, mingau,
rezando de tarde nossa ave-maria,
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
A gente vivia.
De festas no ano só quatro é que havia:
Entrudo e Natal, Quaresma e SanJoão!
Mas tudo emendava num só carrilhão!
E a gente vadiava, dançava, comia...
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
Todo santo dia.
O Rei, entretanto, não era da terra!
E gente pra Europa mandou-se estudar...
Gentinha idiota que trouxe a mania
de nos transformar
da noite pro dia...
A gente que tão
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
Vivia!
(E foi um dia a nossa civilização
tão fácil de criar!)
Passou-se a pensar,
passou-se a cantar,
passou-se a dançar,
passou-se a comer,
passou-se a vestir,
passou-se a viver,
passou-se a sentir,
tal como Paris
pensava,
cantava,
comia,
sentia...
A gente que tão
Negramente...
Caboclamente...
Portuguesamente...
Vivia.
FERREIRA, Ascenso. Catimbó, Cana Caiana, Xenhenhém. 5. Ed. Recife: Nordestal, 1995, p.100-101.
Na primeira estrofe, as formas verbais plantando,comendo, colhendo e rezando, no contexto do poema, indicam atividadesResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
História Pátria
Plantando mandioca, plantando feijão,
colhendo café, borracha, cacau,
comendo pamonha, canjica, mingau,
rezando de tarde nossa ave-maria,
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
A gente vivia.
De festas no ano só quatro é que havia:
Entrudo e Natal, Quaresma e SanJoão!
Mas tudo emendava num só carrilhão!
E a gente vadiava, dançava, comia...
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
Todo santo dia.
O Rei, entretanto, não era da terra!
E gente pra Europa mandou-se estudar...
Gentinha idiota que trouxe a mania
de nos transformar
da noite pro dia...
A gente que tão
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
Vivia!
(E foi um dia a nossa civilização
tão fácil de criar!)
Passou-se a pensar,
passou-se a cantar,
passou-se a dançar,
passou-se a comer,
passou-se a vestir,
passou-se a viver,
passou-se a sentir,
tal como Paris
pensava,
cantava,
comia,
sentia...
A gente que tão
Negramente...
Caboclamente...
Portuguesamente...
Vivia.
FERREIRA, Ascenso. Catimbó, Cana Caiana, Xenhenhém. 5. Ed. Recife: Nordestal, 1995, p.100-101.
No trecho “Gentinha idiota que trouxe a mania/ de nos transformar/ da noite pro dia...”, entende-se que alguns brasileiros, depois de estudarem na Europa, passaram a mudar nossa cultura existente até então. A expressão destacada indica, no contexto, transformações ocorridas
Recorte do enunciado original, que mostra o destaque em negrito citado pela pergunta.
TEXTO I
História Pátria
Plantando mandioca, plantando feijão,
colhendo café, borracha, cacau,
comendo pamonha, canjica, mingau,
rezando de tarde nossa ave-maria,
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
A gente vivia.
De festas no ano só quatro é que havia:
Entrudo e Natal, Quaresma e SanJoão!
Mas tudo emendava num só carrilhão!
E a gente vadiava, dançava, comia...
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
Todo santo dia.
O Rei, entretanto, não era da terra!
E gente pra Europa mandou-se estudar...
Gentinha idiota que trouxe a mania
de nos transformar
da noite pro dia...
A gente que tão
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
Vivia!
(E foi um dia a nossa civilização
tão fácil de criar!)
Passou-se a pensar,
passou-se a cantar,
passou-se a dançar,
passou-se a comer,
passou-se a vestir,
passou-se a viver,
passou-se a sentir,
tal como Paris
pensava,
cantava,
comia,
sentia...
A gente que tão
Negramente...
Caboclamente...
Portuguesamente...
Vivia.
FERREIRA, Ascenso. Catimbó, Cana Caiana, Xenhenhém. 5. Ed. Recife: Nordestal, 1995, p.100-101.
A passagem “Mas tudo emendava num só carrilhão”, indica que o “clima de festa” característico da cultura brasileira era.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
História Pátria
Plantando mandioca, plantando feijão,
colhendo café, borracha, cacau,
comendo pamonha, canjica, mingau,
rezando de tarde nossa ave-maria,
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
A gente vivia.
De festas no ano só quatro é que havia:
Entrudo e Natal, Quaresma e SanJoão!
Mas tudo emendava num só carrilhão!
E a gente vadiava, dançava, comia...
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
Todo santo dia.
O Rei, entretanto, não era da terra!
E gente pra Europa mandou-se estudar...
Gentinha idiota que trouxe a mania
de nos transformar
da noite pro dia...
A gente que tão
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
Vivia!
(E foi um dia a nossa civilização
tão fácil de criar!)
Passou-se a pensar,
passou-se a cantar,
passou-se a dançar,
passou-se a comer,
passou-se a vestir,
passou-se a viver,
passou-se a sentir,
tal como Paris
pensava,
cantava,
comia,
sentia...
A gente que tão
Negramente...
Caboclamente...
Portuguesamente...
Vivia.
FERREIRA, Ascenso. Catimbó, Cana Caiana, Xenhenhém. 5. Ed. Recife: Nordestal, 1995, p.100-101.
As palavras Negramente, Caboclamente, Portuguesamente dizem respeitoResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
O Batalhão das Letras
![]()
Com C se escreve CACHORRO,
Confidente das CRIANÇAS
E que sabe seus amores,
Suas queixas e esperanças...
QUINTANA ,Mário. O Batalhão das Letras. Disponível em PT.slideshare.net. Acesso em 03 nov 14.
Texto-base:
TEXTO III
Dia das Crianças é tema de Doodle animado do Google; entenda a data
Marlon Câmara
O Dia das Crianças, data comemorada no Brasil neste domingo (12), ganhou uma homenagem na página inicial da busca do Google. O Doodle mostra brinquedos antigos, que já foram bem populares entre os mais jovens no passado: bloquinhos de madeira, que constroem o nome do site, e um pião, que fica girando sem parar.
![]()
O dia é celebrado nos diversos países do mundo em datas variadas. O Fundo das Nações Unidas Para a Infância (Unicef), aliás, instaurou o dia 20 de novembro como a data oficial das crianças, em homenagem à assinatura da Declaração dos Direitos da Criança, em 1959.
Dia das Crianças no Brasil
No nosso país a data comemorativa surgiu na época do governo de Artur Bernardes, mais exatamente no ano de 1923. Na ocasião do dia 12 de outubro, ocorreu o 3º Congresso Sul-Americano da Criança em solo brasileiro, que ficou marcado positivamente. Por isso, no ano seguinte, o deputado federal Galdino do Valle Filho elaborou um projeto de lei para celebrar a realização do evento no país, tornando a data oficialmente o Dia das Crianças no Brasil.
Disponível em http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014. Acessado em 31 Out 14.
Os textos II e III têm, respectivamente, finalidade
TEXTO II
O Batalhão das Letras
![]()
Com C se escreve CACHORRO,
Confidente das CRIANÇAS
E que sabe seus amores,
Suas queixas e esperanças...
QUINTANA ,Mário. O Batalhão das Letras. Disponível em PT.slideshare.net. Acesso em 03 nov 14.
Texto-base:
TEXTO III
Dia das Crianças é tema de Doodle animado do Google; entenda a data
Marlon Câmara
O Dia das Crianças, data comemorada no Brasil neste domingo (12), ganhou uma homenagem na página inicial da busca do Google. O Doodle mostra brinquedos antigos, que já foram bem populares entre os mais jovens no passado: bloquinhos de madeira, que constroem o nome do site, e um pião, que fica girando sem parar.
![]()
O dia é celebrado nos diversos países do mundo em datas variadas. O Fundo das Nações Unidas Para a Infância (Unicef), aliás, instaurou o dia 20 de novembro como a data oficial das crianças, em homenagem à assinatura da Declaração dos Direitos da Criança, em 1959.
Dia das Crianças no Brasil
No nosso país a data comemorativa surgiu na época do governo de Artur Bernardes, mais exatamente no ano de 1923. Na ocasião do dia 12 de outubro, ocorreu o 3º Congresso Sul-Americano da Criança em solo brasileiro, que ficou marcado positivamente. Por isso, no ano seguinte, o deputado federal Galdino do Valle Filho elaborou um projeto de lei para celebrar a realização do evento no país, tornando a data oficialmente o Dia das Crianças no Brasil.
Disponível em http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014. Acessado em 31 Out 14.
A palavra “Doodle”, do texto III, tem origem na língua inglesa, e representa um tipo de esboço ou desenho. A palavra destacada na expressão “Doodle animado”, portanto, informa sobre um Doodle que
Recorte do enunciado original, que mostra o destaque em negrito citado pela pergunta.
Texto IV
Imagem do aplicativo WhatsApp
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O que torna o trecho da conversa no WhatsApp engraçada é a
Texto IV
Imagem do aplicativo WhatsApp
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Na expressão, “O queeeeeeeeeeee ????”, a repetição de letras e do sinal de pontuação contribuem para marcar
Texto V
Pense num nó
Pedro Gravatista era o maior dador de nó de gravata do Brasil. Dava nó até em colarinho de batina. Foi chamado pra engravatar o presidente do Sindicato dos Odontologistas de Minas Gerais, quase fez dele um Tiradentes; e, pra morte federativa, só faltou o pau da forca, a reza e o padre.
O sindicalista (caboco do dentifrício inflamado, faixa negra de doutor) era o maior arrancador de incisivos a bufetes do país, famoso pelo golpe certeiro e profilaxia aplicada. Era um caboco danado, assim dos seus vinte e poucos danos, de nome Antônio Fenomenal.
Pois bem, esse fenomenalzinho pegou o dador de nó pelo nó e deu-lhe um coletivo de bufete, maior do que a Casa do Espancamento.
Sai o gravatista com o talento entre as pernas e diz:
- De hoje em vante, só nó em pingo d'água.
Vocabulário:
Odontologista: dentista
Profilaxia: limpeza
Incisivo: tipo de dente
Do dentifrício inflamado: irritadiço, irascível
QUIRINO, Jessier. Papel de bodega. Recife: Bagaço, 2013, p.107.
O conflito que marca a narrativa se expressa, inicialmente, no trechoResolução comentada
Análise das alternativas
Texto V
Pense num nó
Pedro Gravatista era o maior dador de nó de gravata do Brasil. Dava nó até em colarinho de batina. Foi chamado pra engravatar o presidente do Sindicato dos Odontologistas de Minas Gerais, quase fez dele um Tiradentes; e, pra morte federativa, só faltou o pau da forca, a reza e o padre.
O sindicalista (caboco do dentifrício inflamado, faixa negra de doutor) era o maior arrancador de incisivos a bufetes do país, famoso pelo golpe certeiro e profilaxia aplicada. Era um caboco danado, assim dos seus vinte e poucos danos, de nome Antônio Fenomenal.
Pois bem, esse fenomenalzinho pegou o dador de nó pelo nó e deu-lhe um coletivo de bufete, maior do que a Casa do Espancamento.
Sai o gravatista com o talento entre as pernas e diz:
- De hoje em vante, só nó em pingo d'água.
Vocabulário:
Odontologista: dentista
Profilaxia: limpeza
Incisivo: tipo de dente
Do dentifrício inflamado: irritadiço, irascível
QUIRINO, Jessier. Papel de bodega. Recife: Bagaço, 2013, p.107.
O fato que assinala o desfecho da narrativa éResolução comentada
Análise das alternativas
Texto V
Pense num nó
Pedro Gravatista era o maior dador de nó de gravata do Brasil. Dava nó até em colarinho de batina. Foi chamado pra engravatar o presidente do Sindicato dos Odontologistas de Minas Gerais, quase fez dele um Tiradentes; e, pra morte federativa, só faltou o pau da forca, a reza e o padre.
O sindicalista (caboco do dentifrício inflamado, faixa negra de doutor) era o maior arrancador de incisivos a bufetes do país, famoso pelo golpe certeiro e profilaxia aplicada. Era um caboco danado, assim dos seus vinte e poucos danos, de nome Antônio Fenomenal.
Pois bem, esse fenomenalzinho pegou o dador de nó pelo nó e deu-lhe um coletivo de bufete, maior do que a Casa do Espancamento.
Sai o gravatista com o talento entre as pernas e diz:
- De hoje em vante, só nó em pingo d'água.
Vocabulário:
Odontologista: dentista
Profilaxia: limpeza
Incisivo: tipo de dente
Do dentifrício inflamado: irritadiço, irascível
QUIRINO, Jessier. Papel de bodega. Recife: Bagaço, 2013, p.107.
No trecho “Era um caboco danado, assim dos seus vinte e poucos danos, de nome Antônio Fenomenal”, a expressão em destaque reforça uma caracterização da personagem já feita em passagem anterior, no mesmo parágrafo. Nesse caso, a característica reforçada é a
Recorte do enunciado original, que mostra o destaque em negrito citado pela pergunta.
Texto V
Pense num nó
Pedro Gravatista era o maior dador de nó de gravata do Brasil. Dava nó até em colarinho de batina. Foi chamado pra engravatar o presidente do Sindicato dos Odontologistas de Minas Gerais, quase fez dele um Tiradentes; e, pra morte federativa, só faltou o pau da forca, a reza e o padre.
O sindicalista (caboco do dentifrício inflamado, faixa negra de doutor) era o maior arrancador de incisivos a bufetes do país, famoso pelo golpe certeiro e profilaxia aplicada. Era um caboco danado, assim dos seus vinte e poucos danos, de nome Antônio Fenomenal.
Pois bem, esse fenomenalzinho pegou o dador de nó pelo nó e deu-lhe um coletivo de bufete, maior do que a Casa do Espancamento.
Sai o gravatista com o talento entre as pernas e diz:
- De hoje em vante, só nó em pingo d'água.
Vocabulário:
Odontologista: dentista
Profilaxia: limpeza
Incisivo: tipo de dente
Do dentifrício inflamado: irritadiço, irascível
QUIRINO, Jessier. Papel de bodega. Recife: Bagaço, 2013, p.107.
Observando a relação entre os fatos narrados e o título do texto, percebe-se que, na expressão que compõe o título (Pense num NÓ), a palavra destacada, além de ter sido usada no seu sentido próprio, de “nó de gravata”, também ganha um sentido figurado: o sentido de
Recorte do enunciado original, que mostra o destaque em negrito citado pela pergunta.
Texto VI
Ou isto ou aquilo
Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
Ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
... uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo. Disponível em: www.webeducador.com. Acesso em 13 ago 14.
No poema, a repetição de termos como “OU” e “ISTO/AQUILO” evidencia uma ênfase nas ideias de:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto VI
Ou isto ou aquilo
Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
Ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
... uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo. Disponível em: www.webeducador.com. Acesso em 13 ago 14.
A primeira estrofe (conjunto de versos) em que o eu lírico se refere a si mesmo de forma mais pessoal e direta é:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto VII
Tirinha de Mônica e Cebolinha
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A fala de Mônica pode ser qualificada como um(a)
Texto VII
Tirinha de Mônica e Cebolinha
![]()
A reação de cebolinha diante do que ele ouve indica uma atitude de
Texto VIII
Etiqueta: o que fazer e o que não fazer com seu celular em situações sociais
![]()
"Santa Ceia", 2013. Ilustração feita por Allan Sieber especialmente para discutir os excessos do celular Disponível em http://redeglobo.globo.com/globociencia. Acesso em 24 out 14.
Na imagem, os sentimentos do homem ao centro ante a situação que se desenrola ao seu redor são demonstrados principalmente pelo(a)
Texto VIII
Etiqueta: o que fazer e o que não fazer com seu celular em situações sociais
![]()
"Santa Ceia", 2013. Ilustração feita por Allan Sieber especialmente para discutir os excessos do celular Disponível em http://redeglobo.globo.com/globociencia. Acesso em 24 out 14.
A partir de uma retomada de um momento importante da história do Cristianismo, o texto VIII critica um hábito moderno, o uso abusivo do telefone celular em ocasiões impróprias. O aspecto negativo desse uso consiste no fato de que ele
Texto IX
A criança mais carinhosa
Escritor e conferencista, Leo Buscaglia contou que uma vez lhe pediram que fosse júri de um concurso. O objetivo do concurso era encontrar a criança mais carinhosa. Quem ganhou foi um menino de quatro anos, cujo vizinho de lado era um homem idoso que perdera recentemente a mulher. Ao ver o homem a chorar, o rapazinho entrou no quintal dele, subiu-lhe para o colo e ficou ali sentado. Quando a mãe lhe perguntou o que dissera ao vizinho, o rapazinho respondeu:
– Nada, só o ajudei a chorar.
TRINE, Ralph Waldo. Disponível em HTTP://contadoresdestorias.wordpress.com. Acesso em 13 ago 14. Adaptado.
Uma das virtudes do menino demonstrada por sua atitude para com o idoso é aResolução comentada
Análise das alternativas
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