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EEAR — Exame de Admissão ao CFS-B 1-2/2014 — Controle de Tráfego Aéreo — Código da prova 22 (Gabarito Oficial)

Comando da Aeronáutica — Escola de Especialistas de Aeronáutica · Controle de Tráfego Aéreo (CFS-B 1-2/2014)

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

96 questões nesta prova · página 5 de 5 · 94 com gabarito

Física Gravitação Universal

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

Comando da Aeronáutica — Escola de Especialistas de Aeronáutica · Controle de Tráfego Aéreo (CFS-B 1-2/2014) · Caderno Código 22

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Para a realização de um filme de ficção científica, o diretor imaginou um planeta β cujo raio é a metade do raio da Terra e a massa é dez vezes menor que a massa da Terra. O diretor, então, consultou um físico a fim de saber qual deveria ser o valor correto da aceleração da gravidade a qual estaria submetido um ser na superfície do planeta β. O físico, de acordo com as Leis da Gravitação Universal e adotando como referência uma pessoa na superfície da Terra, cuja aceleração da gravidade vale 10 m/s², disse que o valor da aceleração da gravidade para esse ser na superfície de β seria de _____ m/s².
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Resolução comentada

g = GM/R²; com M/10 e R/2, g' = 0,4·g.

Pela Lei da Gravitação, g = GM/R². Para o planeta β, g' = G(M/10)/(R/2)² = G·M·4/(10·R²) = 0,4·g. Com g = 10 m/s², g' = 4 m/s².

Análise das alternativas

A) 2 m/s²: ocorreria se o raio não fosse elevado ao quadrado ou se a conta fosse feita com R/2 sem quadrado (10·0,1·2). C) 5 m/s²: ignora o efeito quadrático do raio. D) 12 m/s²: é maior que a gravidade da Terra, o que não faz sentido para um planeta de menor massa e raio apenas metade. Está correta a B.

Referência: Lei da Gravitação Universal de Newton.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Física Hidrostática — Pressão Atmosférica e Barômetro

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

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Da conhecida experiência de Torricelli originou-se o Barômetro de mercúrio, que por sua vez foi usado para determinar a atmosfera padrão, ao nível do mar, ou seja, 1 atm = 760 mmHg.
Sabendo que a densidade do mercúrio é 13,6 g/cm³ e que em um outro barômetro foi utilizado um óleo com densidade de 0,76 g/cm³, a altura indicada por esse novo barômetro, ao nível do mar, será de metros.
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Resolução comentada

Pressão atmosférica igual em ambos os barômetros: ρ₁·h₁ = ρ₂·h₂.

A pressão atmosférica é a mesma, então ρ_Hg·h_Hg = ρ_óleo·h_óleo. Com h_Hg = 0,76 m, temos 13,6·0,76 = 0,76·h, logo h = 13,6 m. Um líquido 17,9 vezes menos denso exige uma coluna 17,9 vezes mais alta.

Análise das alternativas

A) 7,6 m: não decorre da relação entre as densidades. B) 10,3 m: é a altura de uma coluna de água, não de um óleo de densidade 0,76. D) 15,2 m: resulta de um erro de proporção (dobro de 7,6). Está correta a C, 13,6 m.

Referência: Teorema de Stevin; experiência de Torricelli (p = ρ·g·h).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Física Hidrostática — Pressão

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

Comando da Aeronáutica — Escola de Especialistas de Aeronáutica · Controle de Tráfego Aéreo (CFS-B 1-2/2014) · Caderno Código 22

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Um corpo com 10 kg de massa é apoiado sobre uma superfície horizontal e em uma área quadrada de 10 cm de lado. Nessas condições, considerando a aceleração da gravidade no local, |g⃗| = 10 m/s², a pressão exercida pelo corpo nessa área, será de _____ Pa.
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Resolução comentada

P = F/A = 100 N / 0,01 m² = 10⁴ Pa.

O peso do corpo é 10 · 10 = 100 N. A área é (0,1 m)² = 0,01 m². Logo P = 100 / 0,01 = 10⁴ Pa.

Análise das alternativas

A, B e C resultam de erro na conversão da área, por exemplo usar cm² em vez de m².

Referência: Pressão = força / área

Resolução comentada do VaiConcursos.

Física Hidrostática — Empuxo

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

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Um garoto, na tentativa de entender o funcionamento dos submarinos, resolve realizar uma experiência. Para isso, ele utilizou um aquário com água, um recipiente cilíndrico de vidro com uma tampa rosqueada que o fecha hermeticamente e uma quantidade de areia.
Inicialmente o garoto fechou bem o recipiente “vazio” e o colocou no fundo do aquário. Como o recipiente estava “vazio”, ele percebeu que o mesmo subiu acelerado, até flutuar na superfície da água.
Logo após, foi colocando aos poucos, areia no recipiente, fechando-o e repetindo a experiência, até conseguir que o recipiente ficasse completamente submerso, e em equilíbrio.
Com base nos dados a seguir, calcule a quantidade de areia, em gramas, que foi necessária para atingir essa condição de equilíbrio.
Considere:
- diâmetro do recipiente: 8 cm
- altura total do recipiente (com a tampa): 10 cm
- massa total do recipiente (com a tampa): 180 g
- densidade da água: 1 g/cm³
- π = 3
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Resolução comentada

Para ficar em equilíbrio submerso, a massa total deve ser igual a 480 g; faltam 300 g de areia.

O volume do recipiente é πr²h = 3 · 4² · 10 = 480 cm³. Totalmente submerso, o empuxo é 480 g · g (densidade da água 1 g/cm³). Em equilíbrio, a massa total deve ser 480 g. Como o recipiente tem 180 g, a areia é 480 − 180 = 300 g.

Análise das alternativas

A) 180 g é a massa do recipiente vazio. C) 480 g é a massa total e não a da areia. D) 500 g excederia o empuxo e o recipiente afundaria.

Referência: Hidrostática — empuxo e equilíbrio de corpo submerso

Resolução comentada do VaiConcursos.

Física Óptica — Propagação da Luz

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

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Um dos experimentos realizados pelos astronautas no Projeto Apolo foi a colocação de um espelho na superfície da Lua. O objetivo do experimento era medir a distância da Terra à Lua através da medida do tempo que um sinal luminoso proveniente de um laser localizado na superfície da Terra leva para refletir nesse espelho e retornar a origem. Supondo, no momento da experiência, a distância da superfície da Terra a Lua como sendo 360.000 km e a velocidade de propagação do sinal luminoso no ar e no vácuo como sendo 3 × 10⁸ m/s, o tempo medido no experimento foi de segundos.
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Resolução comentada

O sinal percorre ida e volta (2 × 360.000 km) a 3 × 10⁸ m/s: 2,4 s.

O percurso total é 2 × 3,6 × 10⁸ m = 7,2 × 10⁸ m. Dividindo pela velocidade, t = 7,2 × 10⁸ / 3 × 10⁸ = 2,4 s.

Análise das alternativas

A) 4,8 s e B) 3,6 s resultam de erro no número de percursos ou na conversão de km para m. D) 1,2 s seria apenas o tempo de ida.

Referência: Propagação da luz — velocidade e tempo

Resolução comentada do VaiConcursos.

Física Ondulatória — Comprimento de Onda

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

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Coloca-se uma fonte em um meio 1 e outra fonte em um outro meio 2. Os gráficos a seguir representam a amplitude (A) em função da posição (x) das ondas periódicas emitidas em cada um dos meios por essas fontes.
Dois gráficos de amplitude A em função da posição x. No meio 1 aparece uma onda; no meio 2, no mesmo intervalo, aparecem ondas de comprimento λ menor, com linhas tracejadas verticais alinhando os dois gráficos.
Com base na figura, podemos afirmar corretamente que a relação entre o comprimento de onda no meio 1 (λ₁) e o comprimento de onda no meio 2 (λ₂) é
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Física Termodinâmica — Transformação Isobárica

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

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O gráfico a seguir representa uma transformação isobárica que ocorreu em uma massa de gás ideal.
Gráfico V (m³) em função de T (K): reta crescente passando por (200, V1) e (500, V2), com linhas pontilhadas indicando esses pontos.
A partir da observação deste gráfico, é possível afirmar que:
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Física Termologia — Dilatação Superficial

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

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Um técnico em mecânica recebeu a informação que uma placa metálica de área igual a 250 cm², enviada para análise em laboratório especializado, retornara. Os resultados da análise de dilatação térmica dessa placa estavam descritos em uma tabela.
Tabela: medida inicial 250,00 cm²; medida final 251,00 cm²; temperatura inicial 32 ºF; temperatura final 212 ºF.
De acordo com dados da tabela pode-se afirmar, corretamente, que o coeficiente de dilatação superficial, em ºC⁻¹, do material que compõe a placa vale
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Física Termodinâmica — Ciclos e Transformações Gasosas

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

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Considere uma máquina térmica que funciona em ciclos, tal como indica o gráfico da pressão em função do volume apresentado abaixo:
Observação: as linhas pontilhadas que determinam os segmentos AB e DC são paralelas ao eixo V, de maneira análoga, as linhas pontilhadas que determinam os segmentos DA e BC são paralelas ao eixo P.
Gráfico P em função de V: ciclo retangular A → B → C → D → A, com A e B na pressão P2, C e D na pressão P1, A e D no volume V1 e B e C no volume V2.
Nesse caso, podemos afirmar, corretamente, que
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Física Óptica — Defeitos da Visão

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

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Assinale a alternativa correta tendo como base conhecimentos sobre os defeitos da visão,
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Resolução comentada

A D está correta: com ponto próximo em 50 cm e objeto a 25 cm, a lente deve ter +2 di.

A lente deve formar, a 50 cm, uma imagem virtual do objeto a 25 cm. Então 1/f = 1/0,25 − 1/0,5 = 4 − 2 = 2 di, ou seja, lente convergente de +2 di.

Análise das alternativas

A) Errada: a miopia se corrige com lentes divergentes. B) Errada: a hipermetropia se corrige com lentes convergentes. C) Errada: para ponto remoto de 50 cm a vergência é −1/0,5 = −2 di, e não −0,005 di.

Referência: Defeitos da visão — vergência de lentes corretoras

Resolução comentada do VaiConcursos.

Física Óptica — Câmara Escura

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

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Para determinar posições inimigas, um soldado usa a imagem, conjugada por uma câmara escura, de objetos próximos a essas posições. Para determinar uma dessas posições, o soldado observa, pela câmara escura, uma casa próxima aos soldados inimigos. Supondo que a altura da casa é de 6 m, a distância entre a face com furo da câmara e esta casa é de _____ metros.
Considere:
- a câmara escura um cubo de aresta igual a 36 cm;
- altura da imagem formada igual a 0,5 cm
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Resolução comentada

Por semelhança de triângulos, a distância é 432 m.

Na câmara escura, objeto/imagem = distância do objeto/profundidade da câmara. Com a imagem de 0,5 cm e a profundidade de 36 cm, 600 cm / 0,5 cm = d / 36 cm, o que dá d = 43200 cm = 432 m.

Análise das alternativas

B) 216 m, C) 108 m e D) 12 m resultam de erros de proporção ou de unidade (por exemplo, usar metade da aresta ou esquecer a conversão de cm para m).

Referência: Câmara escura — semelhança de triângulos

Resolução comentada do VaiConcursos.

Física Óptica — Espelhos Esféricos

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

Comando da Aeronáutica — Escola de Especialistas de Aeronáutica · Controle de Tráfego Aéreo (CFS-B 1-2/2014) · Caderno Código 22

Questão anulada

Assinale a alternativa que indica, corretamente, uma das regras para construção gráfica de imagens por espelhos esféricos.
Considere:
▪ r o raio refletido;
▪ i o raio incidente;
▪ F o foco do espelho esférico;
▪ C o centro de curvatura do espelho esférico;
▪ V o vértice do espelho esférico; e
▪ ep o eixo principal.
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Física Eletrodinâmica — Associação de Resistores

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

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O circuito abaixo é composto de:
• uma fonte de alimentação ideal que fornece uma diferença de potencial (ddp) igual a 120V,
• um amperímetro ideal que indica uma intensidade de corrente elétrica igual a 0,5 A,
• três resistores R₁, R₂ e R₃, e
• um voltímetro ideal.
Assinale a alternativa que mostra, corretamente, o valor da indicação do voltímetro, em volts, sabendo-se que R₁ e R₂ têm o mesmo valor de resistência elétrica, e R₃ = 40 Ω.
Circuito em série com fonte de 120 V, amperímetro indicando 0,5 A e resistores R1, R2 e R3 (40 Ω); o voltímetro V está ligado em paralelo com R2 e R3.
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Física Eletrodinâmica — Potência Elétrica e Resistividade

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Um eletricista necessita construir um aquecedor elétrico. Para isso, utilizará um fio de níquel-cromo enrolado em um cilindro de cerâmica.
Com base nos dados a seguir, calcule, em metros, o comprimento do fio que será necessário.
Dados:
- Voltagem utilizada: 120 V
- Potência desejada do aquecedor: 2400 W
- Fio de níquel-cromo com 1 mm² de área transversal
- Resistividade do fio: ρ = 1,5 . 10⁻⁶ Ω m
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Resolução comentada

R = V²/P = 6 Ω e L = R·A/ρ = 4 m.

A resistência necessária é R = V²/P = 120²/2400 = 6 Ω. Pela segunda lei de Ohm, R = ρL/A, então L = R·A/ρ = 6 · 10⁻⁶ / 1,5 · 10⁻⁶ = 4 m.

Análise das alternativas

1, 2 e 3 m dariam resistências de 1,5 Ω, 3 Ω e 4,5 Ω e portanto potências diferentes de 2400 W. Elas decorrem de erros de cálculo na resistência ou na conversão da área.

Referência: Potência elétrica e segunda lei de Ohm

Resolução comentada do VaiConcursos.

Física Eletrodinâmica — Associação de Resistores

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

Comando da Aeronáutica — Escola de Especialistas de Aeronáutica · Controle de Tráfego Aéreo (CFS-B 1-2/2014) · Caderno Código 22

Gabarito disponível

O circuito abaixo é composto de:
• uma fonte de alimentação ideal que fornece uma diferença de potencial (ddp) igual a V,
• um amperímetro ideal que indica uma intensidade de corrente elétrica I,
• uma chave liga-desliga (Ch), inicialmente fechada, e
• três resistores (R₁, R₂ e R₃) de resistência elétrica igual a R, cada um.
A intensidade da corrente indicada pelo amperímetro após a chave ser aberta
Circuito com fonte V e amperímetro A em série com três ramos em paralelo: R1 com a chave Ch em série, R2 e R3.
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Física Eletromagnetismo — Campo Magnético na Espira Circular

EEAR — Escola de Especialistas de Aeronáutica

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Uma espira circular, de raio igual a 10 cm, percorrida por uma corrente elétrica de intensidade igual a 50 mA produz, no centro da espira, um vetor indução magnética de intensidade B. Para se obter um valor igual a 2B, mantendo constante a intensidade de corrente elétrica e o mesmo meio (μ₀), é necessário que o novo raio da espira seja, em cm, de:
Dado: μ₀ = 4π.10⁻⁷ T.m/A
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Resolução comentada

B = μ₀I/2R, então para dobrar B é preciso reduzir o raio à metade: 5 cm.

No centro da espira, B = μ₀I/(2R), logo B é inversamente proporcional a R. Mantendo I e μ₀, para obter 2B o raio deve cair pela metade: 10 cm / 2 = 5 cm.

Análise das alternativas

A) 1,0 cm e B) 2,5 cm reduziriam o raio mais do que o necessário (B ficaria 10 e 4 vezes maior). D) 20 cm dobraria o raio e reduziria B à metade.

Referência: Campo magnético no centro de uma espira circular

Resolução comentada do VaiConcursos.