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EPCAR — Exame de Admissão ao 1º Ano do CPCAR 2014 — Provas de Língua Portuguesa, Matemática, Língua Inglesa e Redação — Versão A

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR)

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR)2013

49 questões nesta prova · página 2 de 3 · 47 com gabarito

Matemática Regra de Três Composta

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

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Uma confecção de roupas foi contratada para confeccionar os agasalhos de todos os alunos do 1º ano CPCAR para o ano de 2014.
O prazo que a confecção teve para a execução do trabalho foi de 4 dias. Para isso, o gerente da confecção utilizou 6 máquinas tipo α, cada uma trabalhando 6 horas por dia e todas com a mesma produtividade.
Ao final do terceiro dia, o gerente da fábrica verificou que
Trecho: somente 0,3 periódico (barra sobre o 3) de 9/4 dos agasalhos estavam prontos.
Sendo assim, substituiu, no início do quarto dia, as máquinas do tipo α por 3 outras do tipo β, cada uma trabalhando 8 horas por dia, e cada uma delas com o triplo da produtividade de uma máquina tipo α.
Se as 3 máquinas tipo β tivessem sido utilizadas desde o início, o serviço teria sido realizado em
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Matemática Equações — Problemas

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

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Três pessoas, X, Y e Z tinham a mesma quantia em reais.
X, de início, gastou 99 reais. Y deu uma parte de sua quantia para Z, e o dobro dessa parte, para X.
Com essas novas quantias em reais, as três pessoas saíram para as compras e X gastou o quadrado da diferença entre 4 reais e o que Y havia dado para Z.
Y e Z gastaram, cada uma, a diferença entre o quadrado do que Y havia dado a Z e 4 reais.
Após esses gastos, a soma das quantias de X e Z era igual ao dobro da de Y.

É correto afirmar que X gastou no total, em reais,
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Resolução comentada

Chamando de a o que Y deu a Z, obtém-se a = 7 e X gastou 108.

Seja S a quantia inicial. Após as transferências e os gastos, X + Z = 2Y leva a −111 + 11a = −6a + 8, logo a = 7. X gastou 99 + (4 − 7)² = 99 + 9 = 108.

Análise das alternativas

A) Errada: 90 é menor que os 99 já gastos. B) Errada: 99 ignora o segundo gasto de 9. D) Errada: 118 não resulta da equação.

Referência: Equações do 1º grau, problemas

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Grandezas Diretamente Proporcionais

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

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O número de alunos do CPCAR que se inscreveu para um desafio de matemática na EPCAR, realizado anualmente, foi, nos anos de 2009, 2010 e 2012, respectivamente igual a 5, 6 e 20.
Os professores da EPCAR perceberam que o número de alunos que se inscreveu para esse desafio cresceu, de maneira que a diferença entre o número de alunos dos anos (x + 2) e x é diretamente proporcional ao número de alunos do ano (x + 1).
Se y é o número de alunos do CPCAR que se inscreveu nesse desafio em 2011, então a soma dos divisores naturais de y é
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Resolução comentada

y = 12, cuja soma de divisores é 28.

Seja k a constante de proporcionalidade: a(x+2) − a(x) = k·a(x+1). Para 2011: y − 5 = 6k. Para 2012: 20 − 6 = k·y. Resulta 6k² + 5k − 14 = 0, com k = 7/6 e y = 12. Os divisores de 12 somam 1+2+3+4+6+12 = 28.

Análise das alternativas

B, C e D estão erradas: 28 é a soma dos divisores de 12.

Referência: Proporcionalidade direta e divisores

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Geometria Plana — Áreas de Figuras Circulares e Triângulos

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

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Considere o triângulo ABC, inscrito na circunferência de centro O abaixo, em que os menores arcos AB, BC e AC são congruentes.

Circunferência de centro O com triângulo ABC inscrito e uma circunferência menor inscrita no triângulo; regiões sombreadas: o círculo menor, a região entre o lado AB e o arco AB e a região do triângulo entre o círculo menor e o vértice C.

Se a circunferência menor, inscrita ao triângulo ABC, tem raio igual a 1 cm, então o número que representa a área sombreada, em cm², é igual ao número que representa
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Matemática Potenciação e Radiciação

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

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Considere os números p, q e r abaixo:

Expressões: p = (√180 + 2√20 − 2√605) / (4√80 − √500); q = [(9 elevado a 0,6 periódico) elevado a 0,5] elevado a −3; r = 0,18 periódico multiplicado por [√0,25 + (1/2)^−4] / [(1/3)^−2 − 225^0,5].

Se x é o número obtido pelo produto entre p, q e r, então x é um número
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Matemática Razão e Proporção

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

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Um ônibus percorre, na estrada, 9 km com 1 litro de combustível.
O motorista desse ônibus realizou uma viagem de 551 km.
Ao sair do local de origem da viagem, o ponteiro marcador de combustível do ônibus indicava 6/8 do tanque.
Após o motorista percorrer 225 km, o ponteiro marcador de combustível do ônibus indicou 1/2 tanque.
Com base nessa situação, é correto afirmar que, ao chegar no destino proposto, a quantidade de combustível restante no tanque do ônibus estava entre
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Resolução comentada

Restam cerca de 13,78 litros, entre 13 e 14.

De 6/8 a 1/2 foi 1/4 do tanque em 225 km, ou 25 ℓ, então o tanque tem 100 ℓ e começou com 75 ℓ. Na viagem de 551 km gastou 551/9 ≈ 61,22 ℓ. Restam 75 − 61,22 ≈ 13,78 ℓ.

Análise das alternativas

A, B e D estão erradas, pois 13,78 não está nesses intervalos.

Referência: Razão e proporção

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Unidades de Medida — Comprimento, Área e Capacidade

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

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Uma escola tem 10 salas de aula. Em todas elas cada uma das quatro paredes mede 500 cm de comprimento e 0,3 dam de altura.
Deseja-se pintar as paredes dessas salas com tinta branca e para isso foram comprados galões de 36 dℓ por R$ 54,00 cada um.
O pintor calculou que, para pintar cada 12 m² de parede, gastará 3 ℓ dessa tinta e um tempo de 24 minutos.
Sabe-se que ele cobra R$ 20,00 por hora trabalhada.

Com base nessas informações, é correto afirmar que
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Resolução comentada

São necessários 42 galões, mais de 41.

Área = 10·4·5 m·3 m = 600 m². Tinta = 600/12·3 = 150 ℓ, o que dá 150/3,6 ≈ 41,7, ou seja, 42 galões. Logo são mais de 41 galões.

Análise das alternativas

B) Errada: 42·54 = R$ 2.268, mais que R$ 2.000. C) Errada: 50·24 min = 20 h. D) Errada: o pintor recebe 20·20 = R$ 400, equivalente a cerca de 7,4 galões, não 8.

Referência: Unidades de medida e regra de três

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Equações do 2º Grau — Relações entre Coeficientes e Raízes

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

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Fernando, um aluno aplicado em matemática, propôs a seus colegas o desafio de descobrirem os coeficientes e as raízes de três equações do 2º grau, todas na forma ax² + bx + c = 0.

Ele afirmou que:

• Os coeficientes dos termos de maiores graus da 2ª e da 3ª equações são iguais ao menor número inteiro positivo.
• O conjunto solução da 1ª equação é {−1,−2} e a 2ª equação possui duas raízes reais e iguais a 3;
• O coeficiente do termo de maior grau da 1ª equação é igual ao oposto do coeficiente de maior grau da 3ª equação;
• O coeficiente de x da 3ª equação é a metade do coeficiente de x da 2ª equação.
• O produto das raízes da 3ª equação é igual a unidade.

Com base nesses dados, marque a alternativa FALSA.
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Resolução comentada

A diferença entre as raízes da 3ª equação é irracional, logo D é falsa.

Pelos dados, a 1ª equação é −x² − 3x − 2 = 0, a 2ª é x² − 6x + 9 = 0 e a 3ª é x² − 3x + 1 = 0. As raízes da 3ª são (3 ± √5)/2, e a diferença entre elas é √5, um número irracional. Por isso D é a falsa.

Análise das alternativas

A) Verdadeira: −1 − 3 − 2 = −6 = 2·(−3). B) Verdadeira: soma das raízes = −3 + 6 + 3 = 6, que é o oposto de −6. C) Verdadeira: razão 1/(−2) = −1/2, que pertence a ℚ₋.

Referência: Relações de Girard

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Geometria Plana — Áreas de Quadriláteros e Teorema de Pitágoras

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

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Considere um quadrado ABCD de lado m. Seja P o ponto do lado AB tal que DP = CB + BP.
A área do trapézio DCBP é x% da área do quadrado ABCD.
O número x está compreendido entre
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Resolução comentada

A área do trapézio é 62,5% da do quadrado, valor entre 62 e 64.

Seja AP = t e BP = m − t. Como DP = m + (m − t) e DP² = m² + t², temos (2m − t)² = m² + t², logo t = 3m/4 e BP = m/4. O trapézio tem bases m e m/4 e altura m, com área 5m²/8, ou seja, 62,5% do quadrado.

Análise das alternativas

A, C e D estão erradas: 62,5 está entre 62 e 64 e fora dos demais intervalos.

Referência: Teorema de Pitágoras e área do trapézio

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Semelhança de Triângulos

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

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Um parque está sendo construído na cidade de Barbacena.
Através das alamedas 1 e 2 do parque, que são paralelas, serão construídos dois muros retilíneos, a partir dos pontos E e R, passando pelos pontos P e A, e esses muros se encontrarão no ponto C, conforme figura.

Figura: triângulo com vértice C; muro 1 vai de E a C passando por P; muro 2 vai de R a C passando por A; P e A estão na Alameda 2, E e R na Alameda 1, paralelas.

Sabe-se que

• EP = 1 km
• RA = 1,5 km
• São construídos 12 m de cada muro, por dia.
• O muro 1 será totalmente construído em 250 dias.
• As obras das construções dos muros 1 e 2 terminarão no mesmo dia.

Se a obra do muro 1 iniciou dia 1º de agosto de 2013, e sabendo ainda que as obras dos dois muros foram realizadas em dias consecutivos (ou seja, não houve dia de folga em nenhuma das obras), então a obra do muro 2 teve início dia
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Matemática Estatística — Interpretação de Tabelas e Gráficos

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

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A tabela e os gráficos abaixo são referentes aos candidatos do Concurso CPCAR 2012.

Tabela Distribuição por região do Brasil — realizaram concurso (nº, %) e aprovados (nº, %): Norte 477, 5,4; 33, 4,2. Nordeste 710, 8,0; 59, 7,2. Centro-oeste 554, 6,3; 39, 4,8. Sudeste 6605, 74,8; 659, 80. Sul 482, 5,5; 31, 3,8. Total 8828, 100; 821, 100. Gráfico de setores Procedência escolar dos aprovados: Escola privada 51%, Escola Pública Estadual 21%, Escola Pública Federal 16%, Escola Pública Municipal 12%. Gráfico de barras Motivação dos aprovados pela carreira: Ser piloto militar 50%, Carreira militar 20%, Estabilidade profissional 18%, Ensino oferecido 12%.

Analisando as informações acima, afirma-se sobre o Concurso CPCAR 2012:

I. Os candidatos da região Sudeste, além do maior número na realização do concurso, também tiveram maior percentual entre os aprovados.
II. Dentre os aprovados que vieram de Escola Pública Estadual, é possível não haver nenhum da Região Sudeste.
III. Dentre os aprovados que não foram motivados pelo ensino oferecido, é possível que só haja candidatos vindos da Região Sudeste.

Julgue cada afirmativa em (V) verdadeira ou (F) falsa e marque a alternativa que contém a sequência correta.
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Matemática Função Quadrática — Parábola

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

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Gustavo está brincando com seu skate de dedo numa pista que foi projetada segundo uma modelagem matemática, descrita a seguir.

Desenho da pista sobre o tampo de uma mesa apoiada no solo: bloco à esquerda com topo AB (skate sobre A), arco de parábola de B até C com ponto mais baixo R acima de O, eixo de simetria vertical tracejado passando por T e O, segmento tracejado de B a S com marcas de congruência, bloco à direita com topo CD.

• A pista está sobre o tampo de uma mesa apoiada no solo.
• O tampo da mesa e o eixo de simetria da curva, indicados no desenho, coincidem com os eixos ↔Ox e ↔Oy, respectivamente, do sistema cartesiano ortogonal.
• O ponto O é a origem do sistema cartesiano ortogonal.
• A e B são pontos que pertencem a uma reta paralela ao eixo ↔Ox
• C e D são pontos que pertencem a uma reta paralela à reta AB e distante desta 288 mm.
• A curva da pista de B até C coincide com um arco de parábola.
• A distância de C ao eixo de simetria da parábola é 40 mm.
• O ponto R, que é o mais baixo do arco de parábola, está a 150 mm do ponto O.
• AB = 400 mm

Durante a execução de uma manobra, o skate passa por um ponto P, da parábola, que possui ordenada a 450 mm do ponto R e que está a 30 mm do eixo de simetria.
Assim, pode-se afirmar que a distância do ponto A ao eixo de simetria é, em milímetros, um número compreendido entre
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Língua Inglesa Interpretação de Texto

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

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Texto-base:
TEXT I
WHAT IS OFFSHORE ENGLISH?

Offshore English is a term used by many people
for international English (I). It is the English spoken and
written by non-native speakers in international
communication (II). Many in business are starting to
5 worry that native speakers are actually at a disadvantage
in international communication. A good example of this
situation was when a company tried to sell flight
simulators to South Korea, where a French company
won the contract because the buyers found it easier to
10 understand the English that the French people spoke
than the English spoken by the British company.
Many native English speakers feel little
necessity to learn foreign languages, so they often don’t
understand the difficulties and problems learners have.
15 They also don’t see (1) the need to modify their language
for a foreign audience, so they use (2) idioms, synonyms,
colloquialisms, phrasal verbs, etc, and don’t think (3) of
the impact this has (4) on a foreign businessperson.
The English studied by non-native speakers
20 tends to use a more simple vocabulary, and considering
the similarities in courses in many parts of the world,
emphasized by a small number of course books
(Headway Series) and the domination of a few
examinations, for example TOEFL, etc. This means that
25 non-native speakers from different countries and cultures
sometimes understand each other more easily than the
native speaker. Few native speakers outside the world of
ESL (English as a Second language) teaching have
much idea of what non-native learners assimilate, and
30 think that as their English is native speaker level, they
speak it better than their non-native counterparts.
Because of this, companies are offering courses in
Offshore English to native speakers to train them to
speak the type of English that will make it easier for non-
35 native speakers to understand. So they will gain more
contracts.
Adapted from http://www.usingenglish.com/articles/what-offshore-english.html
Acessado em 14/03/2013

Glossary:
Foreign: estrangeiro
Businessperson: homem/ mulher de negócios
Counterpart: seu semelhante
To win: ganhar, vencer
Disadvantage: desvantagem
Outside: do lado de fora
Level: nível

According to the text,
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Resolução comentada

A empresa britânica não usou um inglês de fácil compreensão.

Os compradores sul-coreanos acharam mais fácil entender o inglês dos franceses do que o da empresa britânica. Logo, a empresa britânica não falou um inglês fácil de entender.

Análise das alternativas

A) Errada: o texto não diz que os franceses sabem pouco inglês. B) Errada: os coreanos entenderam melhor os franceses, não 'perfeitamente' a empresa. D) Errada: o texto não trata de como os simuladores são projetados.

Referência: Texto I, linhas 6-11

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Inglesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
TEXT I
WHAT IS OFFSHORE ENGLISH?

Offshore English is a term used by many people
for international English (I). It is the English spoken and
written by non-native speakers in international
communication (II). Many in business are starting to
5 worry that native speakers are actually at a disadvantage
in international communication. A good example of this
situation was when a company tried to sell flight
simulators to South Korea, where a French company
won the contract because the buyers found it easier to
10 understand the English that the French people spoke
than the English spoken by the British company.
Many native English speakers feel little
necessity to learn foreign languages, so they often don’t
understand the difficulties and problems learners have.
15 They also don’t see (1) the need to modify their language
for a foreign audience, so they use (2) idioms, synonyms,
colloquialisms, phrasal verbs, etc, and don’t think (3) of
the impact this has (4) on a foreign businessperson.
The English studied by non-native speakers
20 tends to use a more simple vocabulary, and considering
the similarities in courses in many parts of the world,
emphasized by a small number of course books
(Headway Series) and the domination of a few
examinations, for example TOEFL, etc. This means that
25 non-native speakers from different countries and cultures
sometimes understand each other more easily than the
native speaker. Few native speakers outside the world of
ESL (English as a Second language) teaching have
much idea of what non-native learners assimilate, and
30 think that as their English is native speaker level, they
speak it better than their non-native counterparts.
Because of this, companies are offering courses in
Offshore English to native speakers to train them to
speak the type of English that will make it easier for non-
35 native speakers to understand. So they will gain more
contracts.
Adapted from http://www.usingenglish.com/articles/what-offshore-english.html
Acessado em 14/03/2013

Glossary:
Foreign: estrangeiro
Businessperson: homem/ mulher de negócios
Counterpart: seu semelhante
To win: ganhar, vencer
Disadvantage: desvantagem
Outside: do lado de fora
Level: nível

We can say that Headway (line 22) is a
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Resolução comentada

Headway é um livro didático (course book).

O texto cita '(Headway Series)' entre parênteses logo após 'a small number of course books'. Isso mostra que Headway é uma série de livros de curso.

Análise das alternativas

B) Errada: não é descrito como curso de sucesso. C) Errada: o exame dominante citado é o TOEFL. D) Errada: o texto não o chama de programa.

Referência: Texto I, linhas 21-23

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Inglesa Interpretação de Texto

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TEXT I
WHAT IS OFFSHORE ENGLISH?

Offshore English is a term used by many people
for international English (I). It is the English spoken and
written by non-native speakers in international
communication (II). Many in business are starting to
5 worry that native speakers are actually at a disadvantage
in international communication. A good example of this
situation was when a company tried to sell flight
simulators to South Korea, where a French company
won the contract because the buyers found it easier to
10 understand the English that the French people spoke
than the English spoken by the British company.
Many native English speakers feel little
necessity to learn foreign languages, so they often don’t
understand the difficulties and problems learners have.
15 They also don’t see (1) the need to modify their language
for a foreign audience, so they use (2) idioms, synonyms,
colloquialisms, phrasal verbs, etc, and don’t think (3) of
the impact this has (4) on a foreign businessperson.
The English studied by non-native speakers
20 tends to use a more simple vocabulary, and considering
the similarities in courses in many parts of the world,
emphasized by a small number of course books
(Headway Series) and the domination of a few
examinations, for example TOEFL, etc. This means that
25 non-native speakers from different countries and cultures
sometimes understand each other more easily than the
native speaker. Few native speakers outside the world of
ESL (English as a Second language) teaching have
much idea of what non-native learners assimilate, and
30 think that as their English is native speaker level, they
speak it better than their non-native counterparts.
Because of this, companies are offering courses in
Offshore English to native speakers to train them to
speak the type of English that will make it easier for non-
35 native speakers to understand. So they will gain more
contracts.
Adapted from http://www.usingenglish.com/articles/what-offshore-english.html
Acessado em 14/03/2013

Glossary:
Foreign: estrangeiro
Businessperson: homem/ mulher de negócios
Counterpart: seu semelhante
To win: ganhar, vencer
Disadvantage: desvantagem
Outside: do lado de fora
Level: nível

After reading the text, we conclude that
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Resolução comentada

É mais fácil entender o inglês falado pelos não nativos.

O texto diz que o inglês dos não nativos usa vocabulário mais simples e que eles se entendem melhor entre si do que com os nativos. Um exemplo é a empresa francesa que venceu o contrato por ser mais fácil de entender.

Análise das alternativas

A) Errada: o texto não compara a dificuldade do inglês e do francês. B) Errada: quem usa idioms, synonyms etc. são os nativos. C) Errada: o texto não fala em fama das empresas.

Referência: Texto I, linhas 7-11 e 19-27

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Inglesa Pronomes Pessoais

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

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TEXT I
WHAT IS OFFSHORE ENGLISH?

Offshore English is a term used by many people
for international English (I). It is the English spoken and
written by non-native speakers in international
communication (II). Many in business are starting to
5 worry that native speakers are actually at a disadvantage
in international communication. A good example of this
situation was when a company tried to sell flight
simulators to South Korea, where a French company
won the contract because the buyers found it easier to
10 understand the English that the French people spoke
than the English spoken by the British company.
Many native English speakers feel little
necessity to learn foreign languages, so they often don’t
understand the difficulties and problems learners have.
15 They also don’t see (1) the need to modify their language
for a foreign audience, so they use (2) idioms, synonyms,
colloquialisms, phrasal verbs, etc, and don’t think (3) of
the impact this has (4) on a foreign businessperson.
The English studied by non-native speakers
20 tends to use a more simple vocabulary, and considering
the similarities in courses in many parts of the world,
emphasized by a small number of course books
(Headway Series) and the domination of a few
examinations, for example TOEFL, etc. This means that
25 non-native speakers from different countries and cultures
sometimes understand each other more easily than the
native speaker. Few native speakers outside the world of
ESL (English as a Second language) teaching have
much idea of what non-native learners assimilate, and
30 think that as their English is native speaker level, they
speak it better than their non-native counterparts.
Because of this, companies are offering courses in
Offshore English to native speakers to train them to
speak the type of English that will make it easier for non-
35 native speakers to understand. So they will gain more
contracts.
Adapted from http://www.usingenglish.com/articles/what-offshore-english.html
Acessado em 14/03/2013

Glossary:
Foreign: estrangeiro
Businessperson: homem/ mulher de negócios
Counterpart: seu semelhante
To win: ganhar, vencer
Disadvantage: desvantagem
Outside: do lado de fora
Level: nível

Enunciado: The pronoun that best substitutes the underlined words in the sentence … “the buyers found it easier…” (line 9) is — sublinhado: the buyers.
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Língua Inglesa Referência Pronominal

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Texto-base:
TEXT I
WHAT IS OFFSHORE ENGLISH?

Offshore English is a term used by many people
for international English (I). It is the English spoken and
written by non-native speakers in international
communication (II). Many in business are starting to
5 worry that native speakers are actually at a disadvantage
in international communication. A good example of this
situation was when a company tried to sell flight
simulators to South Korea, where a French company
won the contract because the buyers found it easier to
10 understand the English that the French people spoke
than the English spoken by the British company.
Many native English speakers feel little
necessity to learn foreign languages, so they often don’t
understand the difficulties and problems learners have.
15 They also don’t see (1) the need to modify their language
for a foreign audience, so they use (2) idioms, synonyms,
colloquialisms, phrasal verbs, etc, and don’t think (3) of
the impact this has (4) on a foreign businessperson.
The English studied by non-native speakers
20 tends to use a more simple vocabulary, and considering
the similarities in courses in many parts of the world,
emphasized by a small number of course books
(Headway Series) and the domination of a few
examinations, for example TOEFL, etc. This means that
25 non-native speakers from different countries and cultures
sometimes understand each other more easily than the
native speaker. Few native speakers outside the world of
ESL (English as a Second language) teaching have
much idea of what non-native learners assimilate, and
30 think that as their English is native speaker level, they
speak it better than their non-native counterparts.
Because of this, companies are offering courses in
Offshore English to native speakers to train them to
speak the type of English that will make it easier for non-
35 native speakers to understand. So they will gain more
contracts.
Adapted from http://www.usingenglish.com/articles/what-offshore-english.html
Acessado em 14/03/2013

Glossary:
Foreign: estrangeiro
Businessperson: homem/ mulher de negócios
Counterpart: seu semelhante
To win: ganhar, vencer
Disadvantage: desvantagem
Outside: do lado de fora
Level: nível

Enunciado: The underlined word in the sentence “… native speakers to train them to speak …” refers to — sublinhado: them.
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Língua Inglesa Verbo To Be — Forma Negativa

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXT I
WHAT IS OFFSHORE ENGLISH?

Offshore English is a term used by many people
for international English (I). It is the English spoken and
written by non-native speakers in international
communication (II). Many in business are starting to
5 worry that native speakers are actually at a disadvantage
in international communication. A good example of this
situation was when a company tried to sell flight
simulators to South Korea, where a French company
won the contract because the buyers found it easier to
10 understand the English that the French people spoke
than the English spoken by the British company.
Many native English speakers feel little
necessity to learn foreign languages, so they often don’t
understand the difficulties and problems learners have.
15 They also don’t see (1) the need to modify their language
for a foreign audience, so they use (2) idioms, synonyms,
colloquialisms, phrasal verbs, etc, and don’t think (3) of
the impact this has (4) on a foreign businessperson.
The English studied by non-native speakers
20 tends to use a more simple vocabulary, and considering
the similarities in courses in many parts of the world,
emphasized by a small number of course books
(Headway Series) and the domination of a few
examinations, for example TOEFL, etc. This means that
25 non-native speakers from different countries and cultures
sometimes understand each other more easily than the
native speaker. Few native speakers outside the world of
ESL (English as a Second language) teaching have
much idea of what non-native learners assimilate, and
30 think that as their English is native speaker level, they
speak it better than their non-native counterparts.
Because of this, companies are offering courses in
Offshore English to native speakers to train them to
speak the type of English that will make it easier for non-
35 native speakers to understand. So they will gain more
contracts.
Adapted from http://www.usingenglish.com/articles/what-offshore-english.html
Acessado em 14/03/2013

Glossary:
Foreign: estrangeiro
Businessperson: homem/ mulher de negócios
Counterpart: seu semelhante
To win: ganhar, vencer
Disadvantage: desvantagem
Outside: do lado de fora
Level: nível

“Native speakers are at a disadvantage in international communication”. The negative form of this sentence is “Native speakers ....... at a disadvantage in international communication”.
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Resolução comentada

A negativa de 'are' é 'aren't'.

O verbo 'to be' forma a negativa acrescentando 'not' ao próprio verbo, sem auxiliar. Com sujeito plural fica 'aren't' (are not).

Análise das alternativas

A) Errada: 'not are' tem ordem invertida. B) Errada: 'isn't' é singular. C) Errada: o 'to be' não usa o auxiliar 'do'.

Referência: Gramática: verbo to be, forma negativa

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Inglesa Simple Past

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXT I
WHAT IS OFFSHORE ENGLISH?

Offshore English is a term used by many people
for international English (I). It is the English spoken and
written by non-native speakers in international
communication (II). Many in business are starting to
5 worry that native speakers are actually at a disadvantage
in international communication. A good example of this
situation was when a company tried to sell flight
simulators to South Korea, where a French company
won the contract because the buyers found it easier to
10 understand the English that the French people spoke
than the English spoken by the British company.
Many native English speakers feel little
necessity to learn foreign languages, so they often don’t
understand the difficulties and problems learners have.
15 They also don’t see (1) the need to modify their language
for a foreign audience, so they use (2) idioms, synonyms,
colloquialisms, phrasal verbs, etc, and don’t think (3) of
the impact this has (4) on a foreign businessperson.
The English studied by non-native speakers
20 tends to use a more simple vocabulary, and considering
the similarities in courses in many parts of the world,
emphasized by a small number of course books
(Headway Series) and the domination of a few
examinations, for example TOEFL, etc. This means that
25 non-native speakers from different countries and cultures
sometimes understand each other more easily than the
native speaker. Few native speakers outside the world of
ESL (English as a Second language) teaching have
much idea of what non-native learners assimilate, and
30 think that as their English is native speaker level, they
speak it better than their non-native counterparts.
Because of this, companies are offering courses in
Offshore English to native speakers to train them to
speak the type of English that will make it easier for non-
35 native speakers to understand. So they will gain more
contracts.
Adapted from http://www.usingenglish.com/articles/what-offshore-english.html
Acessado em 14/03/2013

Glossary:
Foreign: estrangeiro
Businessperson: homem/ mulher de negócios
Counterpart: seu semelhante
To win: ganhar, vencer
Disadvantage: desvantagem
Outside: do lado de fora
Level: nível

Consider the underlined verbs (1 to 4) in the text. Mark the alternative in which they are changed into the Simple Past Tense. They are, respectively,
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Resolução comentada

Os verbos passam para o Simple Past: didn't see / used / didn't think / had.

Na negativa do passado usa-se 'didn't' + verbo no infinitivo. Já 'use' e 'have' ficam 'used' e 'had'. A sequência é 'didn't see, used, didn't think, had'.

Análise das alternativas

A) Errada: 'did not thought' mantém o verbo no passado após 'did'. B) Errada: 'not saw' e 'did had' são formas inexistentes. C) Errada: 'did not saw' está errada e 'have' continua no presente.

Referência: Gramática: Simple Past

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Inglesa Interpretação de Texto

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) 2013

Comando da Aeronáutica — Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) · Aluno do 1º ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) · Caderno Versão A

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXT I
WHAT IS OFFSHORE ENGLISH?

Offshore English is a term used by many people
for international English (I). It is the English spoken and
written by non-native speakers in international
communication (II). Many in business are starting to
5 worry that native speakers are actually at a disadvantage
in international communication. A good example of this
situation was when a company tried to sell flight
simulators to South Korea, where a French company
won the contract because the buyers found it easier to
10 understand the English that the French people spoke
than the English spoken by the British company.
Many native English speakers feel little
necessity to learn foreign languages, so they often don’t
understand the difficulties and problems learners have.
15 They also don’t see (1) the need to modify their language
for a foreign audience, so they use (2) idioms, synonyms,
colloquialisms, phrasal verbs, etc, and don’t think (3) of
the impact this has (4) on a foreign businessperson.
The English studied by non-native speakers
20 tends to use a more simple vocabulary, and considering
the similarities in courses in many parts of the world,
emphasized by a small number of course books
(Headway Series) and the domination of a few
examinations, for example TOEFL, etc. This means that
25 non-native speakers from different countries and cultures
sometimes understand each other more easily than the
native speaker. Few native speakers outside the world of
ESL (English as a Second language) teaching have
much idea of what non-native learners assimilate, and
30 think that as their English is native speaker level, they
speak it better than their non-native counterparts.
Because of this, companies are offering courses in
Offshore English to native speakers to train them to
speak the type of English that will make it easier for non-
35 native speakers to understand. So they will gain more
contracts.
Adapted from http://www.usingenglish.com/articles/what-offshore-english.html
Acessado em 14/03/2013

Glossary:
Foreign: estrangeiro
Businessperson: homem/ mulher de negócios
Counterpart: seu semelhante
To win: ganhar, vencer
Disadvantage: desvantagem
Outside: do lado de fora
Level: nível

Select the question(s) below that have (has) answer(s) in the sentences I and II (lines 1 - 4).

I. How does the speaker use Offshore English?
II. Who speaks Offshore English?
III. What is the term Offshore English?
IV. Why is Offshore English spoken and written?

Mark the right option.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

As frases I e II respondem 'Who speaks...?' e 'What is the term...?'.

A frase I define o termo ('a term used for international English'), o que responde à pergunta III. A frase II diz que é o inglês falado por não nativos, o que responde à pergunta II.

Análise das alternativas

B, C e D estão erradas. I (como o falante usa) e IV (por que é falado e escrito) não são respondidas nesses trechos. As opções que as incluem ficam, portanto, incorretas.

Referência: Texto I, linhas 1-4

Resolução comentada do VaiConcursos.