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EsSA — Exame Intelectual aos Cursos de Formação de Sargentos 2014-15 — Português

Escola de Sargentos das Armas (ESA) · Cursos de Formação de Sargentos

Escola de Sargentos das Armas (EsSA)2014

12 questões nesta prova · 12 com gabarito

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Escola de Sargentos das Armas (EsSA) 2014

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Texto-base:
Falta de educação e velocidade ( Texto de Interpretação )
Os anjos da morte estão cansados de nos recolher, a nós que nos matamos ou somos assassinados no tráfego das estradas, cidades, esquinas deste país. Os anjos da morte estão exaustos de pegar restos de vidas botadas fora. Os anjos da morte andam fartos de corpos mutilados e almas atônitas. Os anjos da morte suspiram por todo esse desperdício.
Não sei se as propagandas que tentam aos poucos aliviar essa tragédia ajudam tanto a preservar vidas quanto as intermi- náveis, ricas e coloridas propagandas de cerveja ajudam a beber mais e mais e mais, colaborando para uma parte dessa carnificina. Mas sei que estou no limite. Não apenas porque abro jornais, TV e computador e vejo a mortandade em andamento, mas porque tenho observado as coisas em questão.
Recentemente, dirigindo numa autoestrada, percebi um mo- torista tentando empurrar para o canteiro central um carro que seguia à minha frente na faixa esquerda, na velocidade adequada ao trajeto. Chegava provocadoramente perto, pertinho, pertíssimo, quase batia no outro, que se desviava um pouco lutando para manter-se firme no seu trajeto sem despencar.
[...]
Atenção: os jovens são – em geral, mas não sempre – mais arrojados, mais imprudentes, têm menos experiência na direção. Portanto, são mais inclinados a acidentes, bobos ou fatais, em que a gente mata e morre.
Mas há um número impressionante de adultos – mais ho- mens do que mulheres, diga-se de passagem, porque talvez se- jam biologicamente mais agressivos – cometendo loucuras ao dirigir, avançando o sinal, quase empurrando o veículo da frente com seu parachoque, não cedendo passagem, ultrapassando em locais absurdos sem a menor segurança, bebendo antes de dirigir, enfim, usando o carro como um punhal hostil [...].
Cada um se porta como quer – ou como consegue. Isso vem do caráter inato, combinado com a educação recebida em casa. Quando esse comportamento ultrapassa o convívio cotidiano e pode mutilar pais de família, filhos e filhas amados, amigos pre- ciosos, ou seja lá quem for, então é preciso instaurar leis férreas e punições comparáveis. Que não permitam escapadelas nem faci- litem cometer a infração com branda cobrança. Que não admitamdesculpas e subterfúgios, não premiem o erro, não pequem por uma criminosa omissão.Precisamos em quase tudo de autoridade e respeito, para que haja uma reforma generalizada, passando da desordem e do caos a algum tipo de segurança e bem-estar. [...] Autoridade justa, mas muito rigorosa, é o que talvez nos dei- xe mais lúcidos e mais bem-educados: em casa, na escola, na rua, na estrada, no bar, no clube, dentro do nosso carro. E os fatiga- dos anjos da morte poderão, se não entrar em férias, ao menos relaxar um pouco.
Lya Luft

Depreende-se da leitura do Texto de Interpretação que
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Resolução comentada

O texto mostra que motoristas imprudentes e agressivos causam acidentes.

A autora descreve jovens imprudentes e adultos que cometem loucuras ao volante, como avançar o sinal, ultrapassar em locais perigosos e beber antes de dirigir. Ela os apresenta como responsáveis pela mortandade no trânsito.

Análise das alternativas

A) Errada: a autora não afirma que as propagandas contra a violência sejam tão eficazes quanto as de cerveja. Ela diz não saber se ajudam. C) Errada: a educação é só um dos fatores, e a autora também pede leis e punições. D) Errada: ela diz que os homens são talvez mais agressivos, mas não que as mulheres sejam incapazes de violência. E) Errada: o álcool é citado, mas não como a principal causa.

Referência: Interpretação de texto: Lya Luft.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Significação das Palavras — Sinonímia

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Texto-base:
Falta de educação e velocidade ( Texto de Interpretação )
Os anjos da morte estão cansados de nos recolher, a nós que nos matamos ou somos assassinados no tráfego das estradas, cidades, esquinas deste país. Os anjos da morte estão exaustos de pegar restos de vidas botadas fora. Os anjos da morte andam fartos de corpos mutilados e almas atônitas. Os anjos da morte suspiram por todo esse desperdício.
Não sei se as propagandas que tentam aos poucos aliviar essa tragédia ajudam tanto a preservar vidas quanto as intermi- náveis, ricas e coloridas propagandas de cerveja ajudam a beber mais e mais e mais, colaborando para uma parte dessa carnificina. Mas sei que estou no limite. Não apenas porque abro jornais, TV e computador e vejo a mortandade em andamento, mas porque tenho observado as coisas em questão.
Recentemente, dirigindo numa autoestrada, percebi um mo- torista tentando empurrar para o canteiro central um carro que seguia à minha frente na faixa esquerda, na velocidade adequada ao trajeto. Chegava provocadoramente perto, pertinho, pertíssimo, quase batia no outro, que se desviava um pouco lutando para manter-se firme no seu trajeto sem despencar.
[...]
Atenção: os jovens são – em geral, mas não sempre – mais arrojados, mais imprudentes, têm menos experiência na direção. Portanto, são mais inclinados a acidentes, bobos ou fatais, em que a gente mata e morre.
Mas há um número impressionante de adultos – mais ho- mens do que mulheres, diga-se de passagem, porque talvez se- jam biologicamente mais agressivos – cometendo loucuras ao dirigir, avançando o sinal, quase empurrando o veículo da frente com seu parachoque, não cedendo passagem, ultrapassando em locais absurdos sem a menor segurança, bebendo antes de dirigir, enfim, usando o carro como um punhal hostil [...].
Cada um se porta como quer – ou como consegue. Isso vem do caráter inato, combinado com a educação recebida em casa. Quando esse comportamento ultrapassa o convívio cotidiano e pode mutilar pais de família, filhos e filhas amados, amigos pre- ciosos, ou seja lá quem for, então é preciso instaurar leis férreas e punições comparáveis. Que não permitam escapadelas nem faci- litem cometer a infração com branda cobrança. Que não admitamdesculpas e subterfúgios, não premiem o erro, não pequem por uma criminosa omissão.Precisamos em quase tudo de autoridade e respeito, para que haja uma reforma generalizada, passando da desordem e do caos a algum tipo de segurança e bem-estar. [...] Autoridade justa, mas muito rigorosa, é o que talvez nos dei- xe mais lúcidos e mais bem-educados: em casa, na escola, na rua, na estrada, no bar, no clube, dentro do nosso carro. E os fatiga- dos anjos da morte poderão, se não entrar em férias, ao menos relaxar um pouco.
Lya Luft

No trecho do Texto de Interpretação: “Os anjos da morte an- dam fartos de corpos mutilados e almas atônitas.”, a palavra em destaque pode ser substituída, sem prejuízo de significado no contexto e respectivamente, por
Recorte do enunciado original da questão 02: no trecho citado, todas as palavras estão em negrito, exceto “atônitas”, que aparece sem negrito (palavra em destaque).Trecho do enunciado original, reproduzido para preservar o destaque.
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
Falta de educação e velocidade ( Texto de Interpretação )
Os anjos da morte estão cansados de nos recolher, a nós que nos matamos ou somos assassinados no tráfego das estradas, cidades, esquinas deste país. Os anjos da morte estão exaustos de pegar restos de vidas botadas fora. Os anjos da morte andam fartos de corpos mutilados e almas atônitas. Os anjos da morte suspiram por todo esse desperdício.
Não sei se as propagandas que tentam aos poucos aliviar essa tragédia ajudam tanto a preservar vidas quanto as intermi- náveis, ricas e coloridas propagandas de cerveja ajudam a beber mais e mais e mais, colaborando para uma parte dessa carnificina. Mas sei que estou no limite. Não apenas porque abro jornais, TV e computador e vejo a mortandade em andamento, mas porque tenho observado as coisas em questão.
Recentemente, dirigindo numa autoestrada, percebi um mo- torista tentando empurrar para o canteiro central um carro que seguia à minha frente na faixa esquerda, na velocidade adequada ao trajeto. Chegava provocadoramente perto, pertinho, pertíssimo, quase batia no outro, que se desviava um pouco lutando para manter-se firme no seu trajeto sem despencar.
[...]
Atenção: os jovens são – em geral, mas não sempre – mais arrojados, mais imprudentes, têm menos experiência na direção. Portanto, são mais inclinados a acidentes, bobos ou fatais, em que a gente mata e morre.
Mas há um número impressionante de adultos – mais ho- mens do que mulheres, diga-se de passagem, porque talvez se- jam biologicamente mais agressivos – cometendo loucuras ao dirigir, avançando o sinal, quase empurrando o veículo da frente com seu parachoque, não cedendo passagem, ultrapassando em locais absurdos sem a menor segurança, bebendo antes de dirigir, enfim, usando o carro como um punhal hostil [...].
Cada um se porta como quer – ou como consegue. Isso vem do caráter inato, combinado com a educação recebida em casa. Quando esse comportamento ultrapassa o convívio cotidiano e pode mutilar pais de família, filhos e filhas amados, amigos pre- ciosos, ou seja lá quem for, então é preciso instaurar leis férreas e punições comparáveis. Que não permitam escapadelas nem faci- litem cometer a infração com branda cobrança. Que não admitamdesculpas e subterfúgios, não premiem o erro, não pequem por uma criminosa omissão.Precisamos em quase tudo de autoridade e respeito, para que haja uma reforma generalizada, passando da desordem e do caos a algum tipo de segurança e bem-estar. [...] Autoridade justa, mas muito rigorosa, é o que talvez nos dei- xe mais lúcidos e mais bem-educados: em casa, na escola, na rua, na estrada, no bar, no clube, dentro do nosso carro. E os fatiga- dos anjos da morte poderão, se não entrar em férias, ao menos relaxar um pouco.
Lya Luft

Na conclusão do Texto de Interpretação, a autora
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Resolução comentada

Na conclusão, a autora defende autoridade rigorosa e justa, com leis e punições firmes.

No último parágrafo, Lya Luft diz que é preciso instaurar 'leis férreas e punições comparáveis' e fala em 'autoridade justa, mas muito rigorosa'. Isso corresponde à importância de ações mais rígidas e justas contra os infratores.

Análise das alternativas

A) Errada: o texto não trata de consumo de álcool por menores. B) Errada: não há análise científica, apenas observações da autora. D) Errada: ela diz não saber se as propagandas ajudam, e não afirma que sejam ineficazes. E) Errada: nenhum projeto de lei é apresentado.

Referência: Interpretação de texto: Lya Luft, 'Falta de educação e velocidade'.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Orações Subordinadas Substantivas

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No período: “Espero que ele venha a São Paulo.”, a oração em destaque classifica-se sintaticamente como
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Resolução comentada

A oração 'que ele venha a São Paulo' completa o verbo transitivo direto 'esperar'.

O verbo 'esperar', no sentido de ter esperança, é transitivo direto. A oração iniciada por 'que' funciona como seu objeto direto e equivale a 'Espero isso'. Por isso é subordinada substantiva objetiva direta.

Análise das alternativas

B) Errada: o verbo não pede preposição. C) Errada: a oração não é sujeito, pois o sujeito de 'espero' é 'eu'. D) e E) Erradas: as orações adjetivas são introduzidas por pronome relativo e se referem a um substantivo, o que não ocorre aqui, já que o 'que' é conjunção integrante.

Referência: Gramática normativa: orações subordinadas substantivas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Literatura Romantismo — Segunda Geração (Ultrarromantismo)

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O poeta da Segunda Geração Romântica que soube utilizar, de forma sensível e surpreendente, os temas e as formas estereotipa- dos do Ultrarromantismo, bem como poetizar figuras e imagens retiradas do cotidiano mais banal foi
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Resolução comentada

Álvares de Azevedo usou o Ultrarromantismo de modo sensível e com o cotidiano banal.

Álvares de Azevedo, da segunda geração romântica, usou temas ultrarromânticos (morte, evasão, amor idealizado) e os alternou com ironia e imagens do dia a dia. Isso é visível em "Lira dos Vinte Anos".

Análise das alternativas

A) Gonçalves Dias é da primeira geração (indianismo). B) José de Alencar é prosador. D) Machado de Assis é romancista, com obra realista. E) Castro Alves é da terceira geração (condoreirismo).

Referência: Romantismo brasileiro: segunda geração.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Funções da Palavra “Que”

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Analise a frase e classifique o termo destacado:”Era necessário que pedíssemos ajuda”.
Recorte do enunciado original da questão 06: a palavra “que” aparece em negrito e sublinhada (termo destacado).Trecho do enunciado original, reproduzido para preservar o destaque.
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Língua Portuguesa Termos Essenciais da Oração — Sujeito

Escola de Sargentos das Armas (EsSA) 2014

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Em: “Chegou a hora de a alegria aparecer”. ,os termos destaca- dos têm a função sintática de
Recorte do enunciado original da questão 07: os termos “a alegria” aparecem sublinhados (termos destacados).Trecho do enunciado original, reproduzido para preservar o destaque.
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Língua Portuguesa Orações Subordinadas Substantivas

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Em “Todos os soldados viram, durante o combate, que os inimi- gos foram derrotados”, pode-se classificar a oração que foi subli- nhada como oração subordinada substantiva
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Resolução comentada

A oração "que os inimigos foram derrotados" é objetiva direta.

O verbo "ver" é transitivo direto, e a oração em questão completa o sentido dele sem preposição. Ela equivale a "viram isto", então é subordinada substantiva objetiva direta.

Análise das alternativas

A) A completiva nominal complementa um nome. B) A predicativa funciona como predicativo do sujeito. C) A objetiva indireta exigiria verbo com preposição. E) A apositiva explica um termo anterior.

Referência: Orações subordinadas substantivas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Conjunções Coordenativas — Valor Semântico

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Em “O chão da rua está todo molhado; deve ter, pois, chovido muito”, a conjunção pois tem o sentido de
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A conjunção "pois" posposta ao verbo tem valor conclusivo.

Deslocada para o meio da oração, entre vírgulas, "pois" é conjunção coordenativa conclusiva, equivalente a "portanto". A conclusão é que choveu, a partir do fato de o chão estar molhado.

Análise das alternativas

A) A explicativa viria anteposta ao verbo, como "pois chove". B) A aditiva seria "e". C) A adversativa seria "mas". E) Causa é valor de conjunção subordinativa.

Referência: Conjunções coordenativas conclusivas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Acentuação Gráfica

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Marque a alternativa cuja regra de acentuação é a mesma da pa- lavra sótão.
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Sótão e fáceis são paroxítonas terminadas em ditongo.

Sótão é paroxítona terminada em ditongo oral (-ão). Fáceis é paroxítona terminada em ditongo (-eis), então segue a mesma regra de acentuação.

Análise das alternativas

A) Réptil: paroxítona terminada em L. C) Lúmen: paroxítona terminada em N. D) Index: paroxítona terminada em X. E) Cônsul: paroxítona terminada em L.

Referência: Regras de acentuação gráfica: paroxítonas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Literatura Versificação — Escansão

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Em poesia, para determinar a medida de um verso, divide-se o verso em sílabas poéticas. Esse procedimento
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Dividir o verso em sílabas poéticas para medi-lo é escansão.

Escansão é a divisão do verso em sílabas poéticas, contadas até a última tônica. Com ela se determina a métrica do verso.

Análise das alternativas

A) Redondilha é verso de 5 ou 7 sílabas. B) Dístico é estrofe de dois versos. D) Métrica é a medida do verso, resultado da escansão, não o procedimento. E) Quintilha é estrofe de cinco versos.

Referência: Versificação: escansão e métrica.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Figuras de Linguagem

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Na frase “A pessoa estava com tanta fome que comeu dois pra- tos”, encontra-se a seguinte figura de linguagem
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Resolução comentada

Dois pratos no lugar da comida é metonímia (continente pelo conteúdo).

Na frase, "pratos" designa a comida neles servida. Trata-se de metonímia, que troca um termo por outro com relação de proximidade, aqui o continente pelo conteúdo.

Análise das alternativas

A) Metáfora é comparação implícita, ausente aqui. B) Eufemismo suaviza uma expressão. C) Hipérbole exagera, e a fome é só o contexto. E) Prosopopeia dá atributos humanos a seres inanimados.

Referência: Figuras de linguagem: metonímia.

Resolução comentada do VaiConcursos.