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Colégio Militar de Curitiba — Concurso de Admissão 2015-2016 — 6º ano do Ensino Fundamental — Exame Intelectual de Português

Colégio Militar de Curitiba · Concurso de Admissão 2015-2016 — 6º ano do Ensino Fundamental — Português

Colégio Militar de Curitiba2015Fundamental

22 questões nesta prova · página 1 de 2 · 21 com gabarito

Língua Portuguesa Tipologia e Gêneros Textuais

Colégio Militar de Curitiba 2015 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Concurso de Admissão 2015-2016 — 6º ano do Ensino Fundamental — Português

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto I

Obesidade infantil

1 Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
2 drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
3 se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
4 aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
5 crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
6 antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
7 saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
8 obesidade infantil.
9 Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
10 com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
11 acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
12 obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
13 Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
14 desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
15 do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
16 Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
17 Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
18 milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
19 desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
20 e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
21 maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
22 para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
23 infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
24 É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
25 obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
26 saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
27 Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
28 com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.

(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)

Com relação à estrutura do texto em estudo, pode-se afirmar que:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Texto informativo, que apresenta dados sobre um tema.

O texto apresenta dados, estatísticas e orientações sobre a obesidade infantil, com linguagem objetiva e em terceira pessoa. É um texto informativo, que informa o leitor sobre o assunto.

Análise das alternativas

A: não há versos nem estrofes. B: não é narrativa ficcional. C: não tem estrutura de carta nem está em primeira pessoa. E: não é fábula, pois não há personagens nem moral.

Referência: Tipologia e gêneros textuais.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Conjunções — Valor Semântico

Colégio Militar de Curitiba 2015 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Concurso de Admissão 2015-2016 — 6º ano do Ensino Fundamental — Português

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Texto-base:
Texto I

Obesidade infantil

1 Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
2 drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
3 se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
4 aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
5 crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
6 antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
7 saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
8 obesidade infantil.
9 Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
10 com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
11 acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
12 obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
13 Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
14 desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
15 do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
16 Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
17 Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
18 milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
19 desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
20 e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
21 maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
22 para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
23 infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
24 É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
25 obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
26 saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
27 Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
28 com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.

(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)

Em “Se a obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.” (linhas 24 a 26), os termos sublinhados expressam, respectivamente, as noções de:
Reprodução do enunciado impresso da questão 2, com destaque tipográfico: sublinhado em “Se” e “mesmo que”.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Sinonímia

Colégio Militar de Curitiba 2015 Fundamental

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Texto-base:
Texto I

Obesidade infantil

1 Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
2 drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
3 se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
4 aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
5 crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
6 antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
7 saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
8 obesidade infantil.
9 Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
10 com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
11 acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
12 obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
13 Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
14 desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
15 do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
16 Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
17 Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
18 milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
19 desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
20 e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
21 maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
22 para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
23 infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
24 É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
25 obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
26 saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
27 Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
28 com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.

(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)

No período: “[...] uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está acima do peso recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).” (linhas 16 e 17), a palavra em destaque somente não pode ser substituída, sem perda de sentido, por:
Reprodução do enunciado impresso da questão 3, com destaque tipográfico: negrito em “recomendado” e “não”.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
Texto I

Obesidade infantil

1 Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
2 drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
3 se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
4 aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
5 crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
6 antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
7 saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
8 obesidade infantil.
9 Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
10 com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
11 acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
12 obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
13 Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
14 desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
15 do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
16 Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
17 Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
18 milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
19 desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
20 e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
21 maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
22 para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
23 infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
24 É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
25 obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
26 saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
27 Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
28 com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.

(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)

Observe: […] hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a obesidade infantil.” (linhas 7 e 8). O período em destaque significa, dentro do contexto em que está inserido, que:
Reprodução do enunciado impresso da questão 4, com destaque tipográfico: sublinhado em “que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a obesidade infantil.”.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
Texto I

Obesidade infantil

1 Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
2 drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
3 se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
4 aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
5 crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
6 antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
7 saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
8 obesidade infantil.
9 Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
10 com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
11 acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
12 obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
13 Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
14 desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
15 do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
16 Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
17 Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
18 milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
19 desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
20 e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
21 maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
22 para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
23 infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
24 É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
25 obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
26 saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
27 Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
28 com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.

(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)

Do período “Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram drasticamente.” (linhas 1 e 2), pode-se entender que:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Os hábitos mudaram radicalmente nas últimas décadas.

'Ao longo das últimas décadas' equivale a 'nos últimos tempos', e 'drasticamente' equivale a 'radicalmente'. A D reformula o período mantendo o sentido.

Análise das alternativas

A restringe a mudança à vida de cada criança. B diz que quase não mudaram, o oposto do texto. C diz 'algumas crianças' e 'sensivelmente', reduzindo a abrangência. E restringe a mudança à alimentação e fala de 'difíceis transformações', sentido não presente.

Referência: Interpretação de texto: paráfrase.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Curitiba 2015 Fundamental

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Texto-base:
Texto I

Obesidade infantil

1 Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
2 drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
3 se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
4 aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
5 crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
6 antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
7 saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
8 obesidade infantil.
9 Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
10 com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
11 acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
12 obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
13 Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
14 desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
15 do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
16 Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
17 Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
18 milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
19 desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
20 e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
21 maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
22 para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
23 infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
24 É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
25 obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
26 saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
27 Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
28 com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.

(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)

Segundo o texto, entre as causas que contribuíram para o aparecimento de uma geração de crianças sedentárias e que se alimentam mal, duas delas são:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Causas citadas: insegurança e aumento da renda das classes baixas.

O primeiro parágrafo aponta como fatores a insegurança (mudança para apartamentos), a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso a alimentos industrializados. Entre as alternativas, só a B traz duas causas corretas sem erro.

Análise das alternativas

A troca a causa pela consequência (a mudança para apartamentos decorre da insegurança) e a banca não a aceita como duas causas distintas. C e E citam 'alimentação orgânica', quando o texto fala de alimentos industrializados. D atribui a mudança para apartamentos à classe baixa, o que o texto não diz.

Referência: Interpretação de texto: informação explícita.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Polissemia

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Texto-base:
Texto I

Obesidade infantil

1 Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
2 drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
3 se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
4 aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
5 crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
6 antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
7 saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
8 obesidade infantil.
9 Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
10 com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
11 acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
12 obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
13 Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
14 desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
15 do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
16 Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
17 Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
18 milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
19 desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
20 e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
21 maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
22 para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
23 infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
24 É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
25 obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
26 saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
27 Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
28 com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.

(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)

“Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade […]” (linhas 9 e 10).
Assinale o item em que o termo apontar está sendo empregado com o mesmo sentido daquele apresentado no período em destaque.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Apontar' no sentido de indicar, sugerir.

No texto, 'dados apontam' significa 'indicam', 'revelam'. Na D, 'estudos apontam para novas possibilidades' também usa o verbo com esse sentido figurado de indicar.

Análise das alternativas

A usa 'apontar' como fazer ponta (apontar o lápis). B usa como surgir, despontar. C e E usam como dirigir ou direcionar algo, no sentido físico de indicar com o dedo ou a ponta.

Referência: Semântica: polissemia.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Significação das Palavras

Colégio Militar de Curitiba 2015 Fundamental

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Texto II

Cuidado com as dietas alternativas

Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.

(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)

No período “Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que as dos adultos”, o vocábulo grifado refere-se:
Reprodução do enunciado impresso da questão 8, com destaque tipográfico: sublinhado em “proteicas”.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
Texto II

Cuidado com as dietas alternativas

Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.

(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)

Se crudivorismo só permite consumo de vegetais crus, vegetarianismo, no seu sentindo puro, permite, então, o consumo de:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Vegetarianismo puro exclui carnes e permite vegetais e derivados vegetais.

Se o crudivorismo só permite vegetais crus, o vegetarianismo puro permite vegetais crus ou cozidos e produtos de origem vegetal, como a proteína de soja. A C é a única sem carne.

Análise das alternativas

A inclui carne de frango. B inclui peixe. D inclui peixes de água salgada. E inclui carnes brancas magras. Nenhuma dessas é compatível com o vegetarianismo em sentido puro.

Referência: Interpretação de texto: inferência e vocabulário.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Acentuação Gráfica

Colégio Militar de Curitiba 2015 Fundamental

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Texto-base:
Texto II

Cuidado com as dietas alternativas

Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.

(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)

Assinale a assertiva em que todas as palavras são acentuadas pela mesma regra:
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Resolução comentada

Carência, cálcio e cardápio são paroxítonas terminadas em ditongo.

As três palavras da E são paroxítonas terminadas em ditongo oral (-ia, -io), por isso são acentuadas pela mesma regra.

Análise das alternativas

A mistura: flexível e indispensável (paroxítonas em -l) com libanês (oxítona em -s). B mistura: substituídos (hiato i), sério e cálcio (paroxítonas em ditongo). C reúne proparoxítonas (nutrólogo, magnésio?, físico) e paroxítonas em ditongo sem mesma regra: 'magnésio' é paroxítona em ditongo e as demais são proparoxítonas. D mistura: substituídos (hiato), médico e vitamínica (proparoxítonas).

Referência: Acentuação gráfica: paroxítonas terminadas em ditongo e proparoxítonas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação — Aspas

Colégio Militar de Curitiba 2015 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Concurso de Admissão 2015-2016 — 6º ano do Ensino Fundamental — Português

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Texto-base:
Texto II

Cuidado com as dietas alternativas

Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.

(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)

No trecho “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, as aspas são usadas para:
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Resolução comentada

As aspas marcam a citação da fala da nutricionista.

O trecho entre aspas é a fala da nutricionista Mônica Venturineli, introduzida por 'explica a nutricionista'. As aspas indicam discurso direto, a voz de outra pessoa (citação).

Análise das alternativas

A, B, D e E atribuem às aspas função de destaque ou ênfase, o que não ocorre. Além disso, atribuem ao trecho sentidos que ele não tem (vegetarianismo, carne vermelha).

Referência: Pontuação: uso de aspas para citação.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto II

Cuidado com as dietas alternativas

Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.

(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)

Assinale a informação que está de acordo com o texto.
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Resolução comentada

Segundo o texto, só adultos, com orientação médica, podem substituir alimentos de origem animal.

O último período afirma que somente na idade adulta, e com orientação médica, os alimentos de origem animal podem ser substituídos sem comprometer a saúde. Isso confirma a B.

Análise das alternativas

A não é dita no texto, que não autoriza o vegetarianismo infantil nem mesmo com médicos. C contradiz o texto, que associa a limitação a riscos. D inventa que comer em excesso é liberado. E inverte a relação: nutrientes são essenciais ao desenvolvimento, não o contrário.

Referência: Interpretação de texto: compatibilidade com o texto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto II

Cuidado com as dietas alternativas

Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.

(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)

Segundo o texto, entre os cuidados que se deve ter com as dietas alternativas para as crianças está:
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Resolução comentada

O cuidado é evitar restringir a dieta, pois a criança precisa de mais nutrientes.

O texto diz que as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais das crianças são maiores que as dos adultos. Por isso restringir a dieta é arriscado, como afirma a D.

Análise das alternativas

A não aparece no texto. B é contrariada pelo texto, que alerta contra o crudivorismo. C fala em adolescente e defende limitar a alimentação, o oposto do texto. E trata de alimentos que engordam, assunto que o texto não aborda.

Referência: Interpretação de texto: informação explícita.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto II

Cuidado com as dietas alternativas

Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.

(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)

Assinale a alternativa em que se verifica o assunto principal do texto.
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Resolução comentada

Assunto principal: dietas restritivas na infância trazem risco.

O texto trata do perigo de restringir a alimentação das crianças, sobretudo cortando fontes de proteína animal e outros nutrientes essenciais ao crescimento. A alternativa E resume essa ideia central.

Análise das alternativas

A contradiz o texto, que defende dieta balanceada e não só cereais. B desloca o foco para o adulto. C é detalhe restrito (leguminosas no jantar), não o assunto geral. D afirma o oposto do texto.

Referência: Interpretação de texto: ideia central.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação — Travessão

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Texto II

Cuidado com as dietas alternativas

Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.

(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)

“Somente na idade adulta — e com orientação médica — os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde”. A expressão sublinhada cumpre a função de:
Reprodução do enunciado impresso da questão 15, com destaque tipográfico: sublinhado em “e com orientação médica”.
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Língua Portuguesa Pronomes Demonstrativos

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Texto III

Tira em quatro quadrinhos de Calvin, de Bill Watterson, com o título “O melhor de Calvin”. 1º quadrinho: Calvin, sentado à mesa, olha o prato que a mãe coloca à sua frente e diz: “O que é isto? Parece nojento.” 2º: a mãe, de pé junto à mesa, responde: “É comida vegetariana. Faz bem pra você.” 3º: Calvin, com a boca muito aberta e as mãos erguidas diante do prato, diz: “Vegetariana?? Eeeeca! Eu não sou vegetariano!” 4º: Calvin, sentado na cadeira, diz: “Eu sou sobremesiano.” Abaixo da tira: WATTERSON, Bill. O melhor de Calvin. O Estado de S. Paulo. São Paulo, 14 maio 2007.

No primeiro quadrinho da tira, Calvin empregou o termo isto para se referir à comida, porque o prato estava:
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Língua Portuguesa Interjeições

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Texto III

Tira em quatro quadrinhos de Calvin, de Bill Watterson, com o título “O melhor de Calvin”. 1º quadrinho: Calvin, sentado à mesa, olha o prato que a mãe coloca à sua frente e diz: “O que é isto? Parece nojento.” 2º: a mãe, de pé junto à mesa, responde: “É comida vegetariana. Faz bem pra você.” 3º: Calvin, com a boca muito aberta e as mãos erguidas diante do prato, diz: “Vegetariana?? Eeeeca! Eu não sou vegetariano!” 4º: Calvin, sentado na cadeira, diz: “Eu sou sobremesiano.” Abaixo da tira: WATTERSON, Bill. O melhor de Calvin. O Estado de S. Paulo. São Paulo, 14 maio 2007.

Considerando o contexto, no terceiro quadrinho, o termo EEEECA! expressa:
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Língua Portuguesa Interpretação de Tirinhas

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Texto III

Tira em quatro quadrinhos de Calvin, de Bill Watterson, com o título “O melhor de Calvin”. 1º quadrinho: Calvin, sentado à mesa, olha o prato que a mãe coloca à sua frente e diz: “O que é isto? Parece nojento.” 2º: a mãe, de pé junto à mesa, responde: “É comida vegetariana. Faz bem pra você.” 3º: Calvin, com a boca muito aberta e as mãos erguidas diante do prato, diz: “Vegetariana?? Eeeeca! Eu não sou vegetariano!” 4º: Calvin, sentado na cadeira, diz: “Eu sou sobremesiano.” Abaixo da tira: WATTERSON, Bill. O melhor de Calvin. O Estado de S. Paulo. São Paulo, 14 maio 2007.

Analisando a reação de Calvin diante da resposta da mãe, pode-se concluir que:
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Língua Portuguesa Interpretação de Tirinhas

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Texto-base:
Texto IV

História em quadrinhos da Turma da Mônica, em quatro faixas. 1ª faixa: “Depois...”; Magali, Cascão e Cebolinha estão sentados na grama e Mônica, de braços abertos ao lado de uma mesa com comida, diz: “Gente!! Gente!! O almoço tá pronto!” 2ª faixa, à esquerda: os três correm gritando “Obaaaaaaa!!” e passam por Mônica, que diz “Ei!!”; à direita: Mônica sentada no chão. 3ª faixa: Mônica sentada no chão; Cebolinha, segurando um frango, diz: “Mônica! Este flango é de balo!!”; Cascão, com uma fruta na boca, diz: “As frutas também são de barro!”; Magali, segurando uma melancia, diz: “Isso não se faz!”. 4ª faixa: Mônica diz “Ih! Ih! Ih!” e “O que vocês queriam?”; Cebolinha diz “Comida de verdade, né?” e outro personagem, junto à mesa com a comida, diz “Isso aí!”.

Disponível em http://turmadamonica.uol.com.br/quadrinhos/, acessado em 20 Out 2015.

A fala da Mônica, no último quadrinho, expressa:
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Língua Portuguesa Coesão Referencial

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Texto IV

História em quadrinhos da Turma da Mônica, em quatro faixas. 1ª faixa: “Depois...”; Magali, Cascão e Cebolinha estão sentados na grama e Mônica, de braços abertos ao lado de uma mesa com comida, diz: “Gente!! Gente!! O almoço tá pronto!” 2ª faixa, à esquerda: os três correm gritando “Obaaaaaaa!!” e passam por Mônica, que diz “Ei!!”; à direita: Mônica sentada no chão. 3ª faixa: Mônica sentada no chão; Cebolinha, segurando um frango, diz: “Mônica! Este flango é de balo!!”; Cascão, com uma fruta na boca, diz: “As frutas também são de barro!”; Magali, segurando uma melancia, diz: “Isso não se faz!”. 4ª faixa: Mônica diz “Ih! Ih! Ih!” e “O que vocês queriam?”; Cebolinha diz “Comida de verdade, né?” e outro personagem, junto à mesa com a comida, diz “Isso aí!”.

Disponível em http://turmadamonica.uol.com.br/quadrinhos/, acessado em 20 Out 2015.

Na fala da Magali: “Isso não se faz”, a palavra sublinhada foi empregada para:
Reprodução do enunciado impresso da questão 20, com destaque tipográfico: sublinhado em “Isso”.
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