← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Curitiba · Concurso de Admissão 2015-2016 — 6º ano do Ensino Fundamental — Português 22 questões nesta prova · página 1 de 2 · 21 com gabarito Gabarito disponível Texto informativo, que apresenta dados sobre um tema. O texto apresenta dados, estatísticas e orientações sobre a obesidade infantil, com linguagem objetiva e em terceira pessoa. É um texto informativo, que informa o leitor sobre o assunto. A: não há versos nem estrofes. B: não é narrativa ficcional. C: não tem estrutura de carta nem está em primeira pessoa. E: não é fábula, pois não há personagens nem moral. Referência: Tipologia e gêneros textuais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Os hábitos mudaram radicalmente nas últimas décadas. 'Ao longo das últimas décadas' equivale a 'nos últimos tempos', e 'drasticamente' equivale a 'radicalmente'. A D reformula o período mantendo o sentido. A restringe a mudança à vida de cada criança. B diz que quase não mudaram, o oposto do texto. C diz 'algumas crianças' e 'sensivelmente', reduzindo a abrangência. E restringe a mudança à alimentação e fala de 'difíceis transformações', sentido não presente. Referência: Interpretação de texto: paráfrase. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Causas citadas: insegurança e aumento da renda das classes baixas. O primeiro parágrafo aponta como fatores a insegurança (mudança para apartamentos), a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso a alimentos industrializados. Entre as alternativas, só a B traz duas causas corretas sem erro. A troca a causa pela consequência (a mudança para apartamentos decorre da insegurança) e a banca não a aceita como duas causas distintas. C e E citam 'alimentação orgânica', quando o texto fala de alimentos industrializados. D atribui a mudança para apartamentos à classe baixa, o que o texto não diz. Referência: Interpretação de texto: informação explícita. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Apontar' no sentido de indicar, sugerir. No texto, 'dados apontam' significa 'indicam', 'revelam'. Na D, 'estudos apontam para novas possibilidades' também usa o verbo com esse sentido figurado de indicar. A usa 'apontar' como fazer ponta (apontar o lápis). B usa como surgir, despontar. C e E usam como dirigir ou direcionar algo, no sentido físico de indicar com o dedo ou a ponta. Referência: Semântica: polissemia. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Vegetarianismo puro exclui carnes e permite vegetais e derivados vegetais. Se o crudivorismo só permite vegetais crus, o vegetarianismo puro permite vegetais crus ou cozidos e produtos de origem vegetal, como a proteína de soja. A C é a única sem carne. A inclui carne de frango. B inclui peixe. D inclui peixes de água salgada. E inclui carnes brancas magras. Nenhuma dessas é compatível com o vegetarianismo em sentido puro. Referência: Interpretação de texto: inferência e vocabulário. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Carência, cálcio e cardápio são paroxítonas terminadas em ditongo. As três palavras da E são paroxítonas terminadas em ditongo oral (-ia, -io), por isso são acentuadas pela mesma regra. A mistura: flexível e indispensável (paroxítonas em -l) com libanês (oxítona em -s). B mistura: substituídos (hiato i), sério e cálcio (paroxítonas em ditongo). C reúne proparoxítonas (nutrólogo, magnésio?, físico) e paroxítonas em ditongo sem mesma regra: 'magnésio' é paroxítona em ditongo e as demais são proparoxítonas. D mistura: substituídos (hiato), médico e vitamínica (proparoxítonas). Referência: Acentuação gráfica: paroxítonas terminadas em ditongo e proparoxítonas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível As aspas marcam a citação da fala da nutricionista. O trecho entre aspas é a fala da nutricionista Mônica Venturineli, introduzida por 'explica a nutricionista'. As aspas indicam discurso direto, a voz de outra pessoa (citação). A, B, D e E atribuem às aspas função de destaque ou ênfase, o que não ocorre. Além disso, atribuem ao trecho sentidos que ele não tem (vegetarianismo, carne vermelha). Referência: Pontuação: uso de aspas para citação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo o texto, só adultos, com orientação médica, podem substituir alimentos de origem animal. O último período afirma que somente na idade adulta, e com orientação médica, os alimentos de origem animal podem ser substituídos sem comprometer a saúde. Isso confirma a B. A não é dita no texto, que não autoriza o vegetarianismo infantil nem mesmo com médicos. C contradiz o texto, que associa a limitação a riscos. D inventa que comer em excesso é liberado. E inverte a relação: nutrientes são essenciais ao desenvolvimento, não o contrário. Referência: Interpretação de texto: compatibilidade com o texto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O cuidado é evitar restringir a dieta, pois a criança precisa de mais nutrientes. O texto diz que as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais das crianças são maiores que as dos adultos. Por isso restringir a dieta é arriscado, como afirma a D. A não aparece no texto. B é contrariada pelo texto, que alerta contra o crudivorismo. C fala em adolescente e defende limitar a alimentação, o oposto do texto. E trata de alimentos que engordam, assunto que o texto não aborda. Referência: Interpretação de texto: informação explícita. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Assunto principal: dietas restritivas na infância trazem risco. O texto trata do perigo de restringir a alimentação das crianças, sobretudo cortando fontes de proteína animal e outros nutrientes essenciais ao crescimento. A alternativa E resume essa ideia central. A contradiz o texto, que defende dieta balanceada e não só cereais. B desloca o foco para o adulto. C é detalhe restrito (leguminosas no jantar), não o assunto geral. D afirma o oposto do texto. Referência: Interpretação de texto: ideia central. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponívelColégio Militar de Curitiba — Concurso de Admissão 2015-2016 — 6º ano do Ensino Fundamental — Exame Intelectual de Português
Texto I
Obesidade infantil
1 Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
2 drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
3 se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
4 aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
5 crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
6 antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
7 saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
8 obesidade infantil.
9 Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
10 com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
11 acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
12 obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
13 Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
14 desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
15 do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
16 Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
17 Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
18 milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
19 desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
20 e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
21 maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
22 para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
23 infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
24 É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
25 obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
26 saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
27 Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
28 com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
Com relação à estrutura do texto em estudo, pode-se afirmar que:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
Obesidade infantil
1 Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
2 drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
3 se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
4 aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
5 crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
6 antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
7 saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
8 obesidade infantil.
9 Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
10 com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
11 acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
12 obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
13 Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
14 desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
15 do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
16 Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
17 Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
18 milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
19 desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
20 e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
21 maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
22 para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
23 infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
24 É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
25 obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
26 saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
27 Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
28 com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
Em “Se a obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.” (linhas 24 a 26), os termos sublinhados expressam, respectivamente, as noções de:
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Texto I
Obesidade infantil
1 Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
2 drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
3 se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
4 aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
5 crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
6 antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
7 saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
8 obesidade infantil.
9 Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
10 com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
11 acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
12 obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
13 Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
14 desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
15 do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
16 Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
17 Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
18 milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
19 desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
20 e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
21 maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
22 para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
23 infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
24 É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
25 obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
26 saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
27 Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
28 com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
No período: “[...] uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está acima do peso recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).” (linhas 16 e 17), a palavra em destaque somente não pode ser substituída, sem perda de sentido, por:
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Texto I
Obesidade infantil
1 Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
2 drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
3 se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
4 aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
5 crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
6 antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
7 saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
8 obesidade infantil.
9 Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
10 com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
11 acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
12 obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
13 Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
14 desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
15 do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
16 Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
17 Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
18 milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
19 desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
20 e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
21 maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
22 para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
23 infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
24 É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
25 obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
26 saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
27 Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
28 com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
Observe: […] hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a obesidade infantil.” (linhas 7 e 8). O período em destaque significa, dentro do contexto em que está inserido, que:
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Texto I
Obesidade infantil
1 Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
2 drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
3 se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
4 aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
5 crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
6 antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
7 saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
8 obesidade infantil.
9 Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
10 com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
11 acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
12 obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
13 Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
14 desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
15 do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
16 Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
17 Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
18 milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
19 desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
20 e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
21 maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
22 para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
23 infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
24 É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
25 obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
26 saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
27 Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
28 com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
Do período “Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram drasticamente.” (linhas 1 e 2), pode-se entender que:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
Obesidade infantil
1 Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
2 drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
3 se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
4 aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
5 crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
6 antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
7 saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
8 obesidade infantil.
9 Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
10 com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
11 acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
12 obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
13 Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
14 desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
15 do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
16 Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
17 Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
18 milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
19 desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
20 e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
21 maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
22 para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
23 infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
24 É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
25 obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
26 saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
27 Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
28 com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
Segundo o texto, entre as causas que contribuíram para o aparecimento de uma geração de crianças sedentárias e que se alimentam mal, duas delas são:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
Obesidade infantil
1 Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
2 drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
3 se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
4 aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
5 crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
6 antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
7 saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
8 obesidade infantil.
9 Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
10 com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
11 acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
12 obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
13 Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
14 desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
15 do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
16 Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
17 Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
18 milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
19 desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
20 e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
21 maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
22 para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
23 infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
24 É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
25 obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
26 saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
27 Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
28 com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
“Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade […]” (linhas 9 e 10).
Assinale o item em que o termo apontar está sendo empregado com o mesmo sentido daquele apresentado no período em destaque.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto II
Cuidado com as dietas alternativas
Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.
(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)
No período “Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que as dos adultos”, o vocábulo grifado refere-se:
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Texto II
Cuidado com as dietas alternativas
Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.
(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)
Se crudivorismo só permite consumo de vegetais crus, vegetarianismo, no seu sentindo puro, permite, então, o consumo de:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto II
Cuidado com as dietas alternativas
Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.
(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)
Assinale a assertiva em que todas as palavras são acentuadas pela mesma regra:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto II
Cuidado com as dietas alternativas
Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.
(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)
No trecho “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, as aspas são usadas para:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto II
Cuidado com as dietas alternativas
Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.
(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)
Assinale a informação que está de acordo com o texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto II
Cuidado com as dietas alternativas
Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.
(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)
Segundo o texto, entre os cuidados que se deve ter com as dietas alternativas para as crianças está:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto II
Cuidado com as dietas alternativas
Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.
(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)
Assinale a alternativa em que se verifica o assunto principal do texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto II
Cuidado com as dietas alternativas
Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.
(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)
“Somente na idade adulta — e com orientação médica — os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde”. A expressão sublinhada cumpre a função de:
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Texto III
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No primeiro quadrinho da tira, Calvin empregou o termo isto para se referir à comida, porque o prato estava:
Texto III
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Considerando o contexto, no terceiro quadrinho, o termo EEEECA! expressa:
Texto III
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Analisando a reação de Calvin diante da resposta da mãe, pode-se concluir que:
Texto IV
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Disponível em http://turmadamonica.uol.com.br/quadrinhos/, acessado em 20 Out 2015.
A fala da Mônica, no último quadrinho, expressa:
Texto IV
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Disponível em http://turmadamonica.uol.com.br/quadrinhos/, acessado em 20 Out 2015.
Na fala da Magali: “Isso não se faz”, a palavra sublinhada foi empregada para:
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