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Colégio Militar do Rio de Janeiro — Concurso de Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental 2015/2016 — Prova de Português

Colégio Militar do Rio de Janeiro · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Colégio Militar do Rio de Janeiro2015Fundamental

21 questões nesta prova · página 1 de 2 · 20 com gabarito

Língua Portuguesa Interpretação de texto

Colégio Militar do Rio de Janeiro 2015 Fundamental

Colégio Militar do Rio de Janeiro · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO I
A Bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse: "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? – perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
– Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
–Você pensou que fosse o quê?
–Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.p.p.41-2)

A expectativa criada no início da história foi quebrada. Assinale a alternativa que apresenta o (os) responsável (veis) por essa ruptura.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Responsável pela quebra de expectativa na história.

A expectativa criada era a de que o pai daria a bola e o filho se alegraria como ele se alegrou na infância. A ruptura ocorre pelo comportamento do filho, que não se interessa pela bola e prefere o videogame. A bola e o pai agem como esperado.

Análise das alternativas

A) A bola é apenas o objeto. B) O pai age conforme a expectativa. D e E) Incluem a bola, que é passiva, ou o pai, que não rompe nada. C) Certa: o filho frustra a expectativa.

Referência: Verissimo, "A Bola"; interpretação de texto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de texto

Colégio Militar do Rio de Janeiro 2015 Fundamental

Colégio Militar do Rio de Janeiro · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO I
A Bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse: "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? – perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
– Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
–Você pensou que fosse o quê?
–Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.p.p.41-2)

As alternativas abaixo apresentam os sentimentos do pai em relação à reação do filho com o presente, EXCETO:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Sentimento que não corresponde ao do pai.

O pai sente decepção, frustração, desapontamento e desânimo diante da reação do filho ("começou a desanimar", "os tempos são outros"). Descaso significa falta de importância ou de atenção dada a algo. Esse comportamento é do filho, que não desvia os olhos da tela, e não do pai, que se esforça para interagir.

Análise das alternativas

A, B, C e D são sentimentos de quem esperava uma reação melhor e se vê frustrado, o que o pai demonstra. E) Descaso não cabe ao pai, que se importa com o presente e com a reação do filho.

Referência: Verissimo, "A Bola"; interpretação de texto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de texto

Colégio Militar do Rio de Janeiro 2015 Fundamental

Colégio Militar do Rio de Janeiro · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO I
A Bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse: "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? – perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
– Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
–Você pensou que fosse o quê?
–Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.p.p.41-2)

Assinale a alternativa que explica a opinião do garoto sobre a bola que ganhou.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Opinião do garoto sobre o presente.

O narrador explica que "Legal!" é o que os garotos dizem quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho. Além disso, o menino pergunta como liga a bola, procura o manual e logo volta ao videogame. Ele achou a bola sem graça, mas não quis dizer isso ao pai.

Análise das alternativas

A) Errada: ele estranha o fato de não ligar. B) Errada: o "Legal" não é sincero, então ele não achou a bola legal. C) Errada: o manual era busca por um aparelho eletrônico, não prova de que gostou. D) Errada: não há indício de que a bola o agradou. E) Certa.

Referência: Verissimo, "A Bola"; interpretação de texto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Advérbios — Circunstâncias adverbiais

Colégio Militar do Rio de Janeiro 2015 Fundamental

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Texto-base:
TEXTO I
A Bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse: "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? – perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
– Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
–Você pensou que fosse o quê?
–Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.p.p.41-2)

Assinale a alternativa em que a circunstância expressa pela palavra em destaque está CORRETAMENTE descrita entre parênteses.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interpretação de texto

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Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO I
A Bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse: "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? – perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
– Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
–Você pensou que fosse o quê?
–Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.p.p.41-2)

Assinale o trecho que mostra o motivo que levou o pai a comprar uma bola para o filho.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Motivo de o pai presentear o filho com uma bola.

O texto abre dizendo que o pai deu a bola "lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola". A lembrança do próprio prazer na infância foi o que o motivou a repetir o gesto com o filho.

Análise das alternativas

B) É fala do pai sobre o que a bola é, não o motivo do presente. C) Descreve a habilidade do garoto no videogame. D) É uma ação do pai depois do presente. E) É um pensamento irônico do final, depois da frustração.

Referência: Verissimo, "A Bola"; interpretação de texto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de texto

Colégio Militar do Rio de Janeiro 2015 Fundamental

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Texto-base:
TEXTO I
A Bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse: "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? – perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
– Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
–Você pensou que fosse o quê?
–Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.p.p.41-2)

De acordo com o texto, que trecho abaixo NÃO indica a preferência do filho por aparelhos eletrônicos?
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Identificar o trecho que não indica preferência do filho por eletrônicos.

Os trechos A, B, C e D mostram o garoto procurando como "ligar" a bola, pedindo manual de instrução, indo para a frente da tevê e vencendo a máquina no videogame. Tudo isso revela sua preferência pelo eletrônico. "A bola cheirava a nada" é a percepção do pai, que tenta reviver o cheiro de couro da infância. Não diz respeito ao gosto do filho.

Análise das alternativas

A) Errada: perguntar como se liga mostra que ele espera um aparelho eletrônico. B) Errada: esperar manual de instrução é expectativa de um aparelho. C) Errada: ficar diante da tevê indica a preferência. D) Errada: o garoto joga bem o videogame. E) Certa: é a sensação do pai, não uma preferência do filho.

Referência: Luis Fernando Verissimo, "A Bola" (interpretação de texto).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de texto

Colégio Militar do Rio de Janeiro 2015 Fundamental

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Texto-base:
TEXTO I
A Bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse: "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? – perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
– Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
–Você pensou que fosse o quê?
–Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.p.p.41-2)

Marque a alternativa em que os fatos apresentados no texto estejam na ordem cronológica.
I- O pai sentiu muito prazer ao ganhar sua primeira bola.
II- O pai descobriu que o filho era bom no jogo virtual
III- O pai deu uma bola de presente ao filho.
IV- O pai pensou na hipótese de a bola vir com manual de instrução em inglês.
V- O pai tentou despertar o interesse do filho pelo presente.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A ordem é I, III, II, V, IV.

Primeiro o pai lembra o prazer da primeira bola (I) e dá a bola ao filho (III). Depois vê o filho ser bom no videogame (II), tenta chamar a atenção dele (V) e, por fim, pensa no manual em inglês (IV).

Análise das alternativas

A coloca V antes de II. B coloca III antes de I. D e E invertem vários fatos fora da ordem do texto.

Referência: Luis Fernando Verissimo, 'A Bola'.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Conjunções — Valor semântico

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Texto-base:
TEXTO II
Jogo de Bola
A bela bola
rola:
a bela bola do Raul.

Bola amarela,
a da Arabela.

A do Raul,
azul.

Rola a amarela
e pula a azul.

A bola é mole,
é mole e rola.

A bola é bela,
é bela e pula.

É bela, rola e pula,
é mole, amarela, azul.

A de Raul é de Arabela,
e a de Arabela é de Raul.
(MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo. RJ: Nova Fronteira, 2007.)

No trecho Trecho “Rola a amarela / e pula a azul.” com a palavra “e” em negrito e sublinhada., a palavra destacada expressa o sentido de
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Língua Portuguesa Antonímia

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Texto-base:
TEXTO II
Jogo de Bola
A bela bola
rola:
a bela bola do Raul.

Bola amarela,
a da Arabela.

A do Raul,
azul.

Rola a amarela
e pula a azul.

A bola é mole,
é mole e rola.

A bola é bela,
é bela e pula.

É bela, rola e pula,
é mole, amarela, azul.

A de Raul é de Arabela,
e a de Arabela é de Raul.
(MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo. RJ: Nova Fronteira, 2007.)

Um sentido contrário para a palavra destacada no trecho Trecho “A bola é mole” com a palavra “mole” em negrito e sublinhada. é
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Língua Portuguesa Classes de palavras

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Texto-base:
TEXTO II
Jogo de Bola
A bela bola
rola:
a bela bola do Raul.

Bola amarela,
a da Arabela.

A do Raul,
azul.

Rola a amarela
e pula a azul.

A bola é mole,
é mole e rola.

A bola é bela,
é bela e pula.

É bela, rola e pula,
é mole, amarela, azul.

A de Raul é de Arabela,
e a de Arabela é de Raul.
(MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo. RJ: Nova Fronteira, 2007.)

No poema Jogo de bola, as características das bolas de Raul e Arabela são reveladas basicamente por meio de
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

As características das bolas vêm de verbos e adjetivos.

O poema descreve as bolas com adjetivos (bela, amarela, azul, mole) e com verbos (rola, pula). Por isso a resposta é C.

Análise das alternativas

A e D citam advérbios, que não aparecem no poema como caracterizadores. B e E citam pronomes, que não revelam características. Substantivos (E) só nomeiam os seres.

Referência: Cecília Meireles, 'Jogo de Bola'.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Adjetivos e locuções adjetivas

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Texto-base:
TEXTO II
Jogo de Bola
A bela bola
rola:
a bela bola do Raul.

Bola amarela,
a da Arabela.

A do Raul,
azul.

Rola a amarela
e pula a azul.

A bola é mole,
é mole e rola.

A bola é bela,
é bela e pula.

É bela, rola e pula,
é mole, amarela, azul.

A de Raul é de Arabela,
e a de Arabela é de Raul.
(MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo. RJ: Nova Fronteira, 2007.)

Todas as palavras destacadas abaixo têm valor de adjetivo. Assinale a alternativa em que a palavra destacada NÃO expressa qualidade.
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Língua Portuguesa Interpretação de texto

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Texto-base:
TEXTO III
Bolinha de gude vence Playstation
Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga
O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos “velhos tempos”, caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovô ainda cativam a molecada.
João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rua onde mora, no bairro do Limão, zona norte. “Adoro jogar bola”, resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, peão, pipa e carrinho de rolimã.
“Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!” disse a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o incentivo vem dos pais. “A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo”, disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também, dá um “pause” no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. “Ando de bicicleta, brinco de esconde-esconde, jogo peão”, disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? “Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo jogando na casa dos outros”, explicou Robélia.
Pais também preferem ruas
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
“Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças”, disse Jorge Diniz, pai de João Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. “A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro”, afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua.
“É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas”, explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. “Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura”, afirmou Maria.
(Diário de S. Paulo. Dia a dia. p.8. 7 de maio de 2010)

Assinale a alternativa que melhor traduz a ideia do título do texto: “Bolinha de gude vence Playstation”.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O exemplo de Thiago, que pausa o videogame para brincar na rua, ilustra o título.

O título sugere que a brincadeira tradicional (bolinha de gude) 'vence' o videogame (Playstation). O menino Thiago, que dá 'pause' no videogame para brincar na rua, mostra isso (D).

Análise das alternativas

A fala da segurança, B do incentivo dos pais, C da fala da psicopedagoga sobre o gosto pelo computador, e E dos perigos da internet. Nenhuma delas expressa a preferência da brincadeira de rua sobre o jogo eletrônico.

Referência: Texto III.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Coesão referencial

Colégio Militar do Rio de Janeiro 2015 Fundamental

Colégio Militar do Rio de Janeiro · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO III
Bolinha de gude vence Playstation
Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga
O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos “velhos tempos”, caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovô ainda cativam a molecada.
João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rua onde mora, no bairro do Limão, zona norte. “Adoro jogar bola”, resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, peão, pipa e carrinho de rolimã.
“Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!” disse a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o incentivo vem dos pais. “A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo”, disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também, dá um “pause” no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. “Ando de bicicleta, brinco de esconde-esconde, jogo peão”, disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? “Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo jogando na casa dos outros”, explicou Robélia.
Pais também preferem ruas
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
“Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças”, disse Jorge Diniz, pai de João Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. “A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro”, afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua.
“É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas”, explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. “Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura”, afirmou Maria.
(Diário de S. Paulo. Dia a dia. p.8. 7 de maio de 2010)

Releia esta frase do 1º parágrafo:
Primeira linha da frase: “Afinal, como um hobby que remete aos ‘velhos tempos’ caiu no gosto — com a expressão “um hobby que remete aos ‘velhos tempos” em negrito e sublinhada.
Continuação da frase: das novas gerações?”
A expressão destacada se refere à (ao)
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Bolinha de gude vence Playstation
Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga
O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos “velhos tempos”, caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovô ainda cativam a molecada.
João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rua onde mora, no bairro do Limão, zona norte. “Adoro jogar bola”, resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, peão, pipa e carrinho de rolimã.
“Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!” disse a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o incentivo vem dos pais. “A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo”, disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também, dá um “pause” no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. “Ando de bicicleta, brinco de esconde-esconde, jogo peão”, disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? “Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo jogando na casa dos outros”, explicou Robélia.
Pais também preferem ruas
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
“Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças”, disse Jorge Diniz, pai de João Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. “A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro”, afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua.
“É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas”, explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. “Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura”, afirmou Maria.
(Diário de S. Paulo. Dia a dia. p.8. 7 de maio de 2010)

De acordo com a informação contida no texto III, uma brincadeira saudável NÃO compreende
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Resolução comentada

Ficar enfiado em casa o dia inteiro não é saudável.

Os pais defendem brincadeiras de rua e dizem que 'qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro'. Assim, esse comportamento não está entre as brincadeiras saudáveis (D).

Análise das alternativas

A, B, C e E são atividades apontadas no texto como boas: jogar bola e empinar pipa, aprender a soltar pipa e peão, convívio social e aprendizagem, e crescer ralando e se sujando.

Referência: Texto III.

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Bolinha de gude vence Playstation
Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga
O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos “velhos tempos”, caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovô ainda cativam a molecada.
João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rua onde mora, no bairro do Limão, zona norte. “Adoro jogar bola”, resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, peão, pipa e carrinho de rolimã.
“Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!” disse a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o incentivo vem dos pais. “A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo”, disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também, dá um “pause” no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. “Ando de bicicleta, brinco de esconde-esconde, jogo peão”, disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? “Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo jogando na casa dos outros”, explicou Robélia.
Pais também preferem ruas
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
“Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças”, disse Jorge Diniz, pai de João Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. “A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro”, afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua.
“É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas”, explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. “Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura”, afirmou Maria.
(Diário de S. Paulo. Dia a dia. p.8. 7 de maio de 2010)

Assinale a alternativa que, de acordo com o texto III, representa um aspecto negativo das brincadeiras de rua.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O aspecto negativo é a insegurança por causa do trânsito.

O texto diz que a segurança preocupa e que os pais orientam os filhos a tomar cuidado com os carros. Esse é o ponto negativo das brincadeiras de rua, como na alternativa B.

Análise das alternativas

A, C, D e E trazem benefícios apontados no texto: preparo físico, convívio social e aprendizagem, evitar ficar trancado em casa, e ralar e sujar-se como parte do crescimento.

Referência: Texto III, 'Pais também preferem ruas'.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Conectivos e palavras denotativas — Valor semântico

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Bolinha de gude vence Playstation
Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga
O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos “velhos tempos”, caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovô ainda cativam a molecada.
João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rua onde mora, no bairro do Limão, zona norte. “Adoro jogar bola”, resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, peão, pipa e carrinho de rolimã.
“Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!” disse a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o incentivo vem dos pais. “A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo”, disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também, dá um “pause” no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. “Ando de bicicleta, brinco de esconde-esconde, jogo peão”, disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? “Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo jogando na casa dos outros”, explicou Robélia.
Pais também preferem ruas
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
“Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças”, disse Jorge Diniz, pai de João Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. “A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro”, afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua.
“É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas”, explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. “Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura”, afirmou Maria.
(Diário de S. Paulo. Dia a dia. p.8. 7 de maio de 2010)

Assinale a alternativa em que a expressão destacada no trecho tenha o sentido de INCLUSÃO.
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Língua Portuguesa Conjunções — Valor semântico

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Bolinha de gude vence Playstation
Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga
O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos “velhos tempos”, caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovô ainda cativam a molecada.
João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rua onde mora, no bairro do Limão, zona norte. “Adoro jogar bola”, resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, peão, pipa e carrinho de rolimã.
“Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!” disse a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o incentivo vem dos pais. “A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo”, disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também, dá um “pause” no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. “Ando de bicicleta, brinco de esconde-esconde, jogo peão”, disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? “Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo jogando na casa dos outros”, explicou Robélia.
Pais também preferem ruas
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
“Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças”, disse Jorge Diniz, pai de João Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. “A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro”, afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua.
“É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas”, explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. “Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura”, afirmou Maria.
(Diário de S. Paulo. Dia a dia. p.8. 7 de maio de 2010)

Considere a frase Frase “ ‘Adoro jogar bola’, resumiu João, enquanto arriscava seus dribles.” com “enquanto” em negrito e sublinhado. Qual das alternativas abaixo substituiria a palavra destacada sem mudar o sentido da frase?
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Língua Portuguesa Significação das palavras — Sinonímia

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Bolinha de gude vence Playstation
Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga
O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos “velhos tempos”, caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovô ainda cativam a molecada.
João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rua onde mora, no bairro do Limão, zona norte. “Adoro jogar bola”, resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, peão, pipa e carrinho de rolimã.
“Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!” disse a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o incentivo vem dos pais. “A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo”, disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também, dá um “pause” no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. “Ando de bicicleta, brinco de esconde-esconde, jogo peão”, disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? “Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo jogando na casa dos outros”, explicou Robélia.
Pais também preferem ruas
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
“Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças”, disse Jorge Diniz, pai de João Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. “A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro”, afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua.
“É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas”, explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. “Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura”, afirmou Maria.
(Diário de S. Paulo. Dia a dia. p.8. 7 de maio de 2010)

A palavra em destaque no trecho Trecho “(...) tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos (...)” com “entretenimentos” em negrito e sublinhado. significa literalmente
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João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rua onde mora, no bairro do Limão, zona norte. “Adoro jogar bola”, resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, peão, pipa e carrinho de rolimã.
“Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!” disse a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o incentivo vem dos pais. “A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo”, disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também, dá um “pause” no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. “Ando de bicicleta, brinco de esconde-esconde, jogo peão”, disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? “Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo jogando na casa dos outros”, explicou Robélia.
Pais também preferem ruas
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
“Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças”, disse Jorge Diniz, pai de João Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. “A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro”, afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua.
“É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas”, explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. “Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura”, afirmou Maria.
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O fragmento “ ‘ (...) assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas’ ” pode ser interpretado por :
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Resolução comentada

Incomum um menino não querer brincar com colegas equivale a não ser habitual dispensar a companhia deles.

Se é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas, então não é habitual uma criança dispensar a companhia dos colegas. É o que diz a alternativa B.

Análise das alternativas

A e C falam de brincar sozinho, algo que o trecho não afirma. D inverte os papéis (crianças que dispensam um menino). E afirma o contrário: que é habitual o menino se isolar.

Referência: Texto III, fala de Maria Irene Maluf.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Linguagem verbal e não verbal

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Texto-base:
TEXTO IV
Ilustração em preto e branco: dois meninos brincando de pular carniça (sela) em direção a um notebook aberto; abaixo, uma linha horizontal. Não há texto verbal na imagem.
(https://2pass.wordpress.com/, acesso em 31/07/2015)

Sobre o texto acima, pode-se afirmar que a
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