← Voltar para a lista de provas Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental 21 questões nesta prova · página 1 de 2 · 17 com gabarito Questão anulada Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Questão anulada Gabarito disponível Gabarito disponível Questão anulada Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Textos que tratam do mesmo tema se relacionam por analogia (semelhança). Ao abordarem questões ligadas à água, os textos têm afinidade temática e se aproximam por semelhança. Isso caracteriza uma relação de analogia entre eles. A e E (oposição e exclusão) indicariam textos contrários ou que se anulam. C (ordem) e D (alternância) não descrevem a relação entre textos de mesmo tema. Referência: Intertextualidade e relações entre textos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Nos versos 1 a 4, o poeta apresenta o caminho da água da nascente até os rios mais caudalosos. A água nasce na fonte, abre o grotão, faz o riacho e deságua no ribeirão. Isso descreve o percurso da nascente que se une a outros cursos até formar rios maiores. A e B tratam de evaporação e ciclo da chuva, que aparecem só em versos posteriores. C trata do uso rural, o que não ocorre nesses versos. D fala em populações urbanas, que não são mencionadas. Referência: Interpretação de texto poético. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A consequência desagradável da água, as lágrimas na inundação, está no verso 23. Nos versos 20 a 23, os versos 20 e 21 mostram um aspecto positivo (arco-íris sobre a plantação). Os versos 22 e 23 trazem o negativo, e o 23 diz que as gotas são 'tão tristes, lágrimas na inundação'. É o verso 23 que expressa claramente a consequência indesejada. A expressa algo positivo (alegre arco-íris). B apenas repete a abertura ('Gotas de água da chuva'), sem a consequência negativa. D e E incluem o verso 20, que não traz a ideia negativa. Referência: Interpretação de texto poético. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O poema não menciona o uso da água para higiene pessoal. O texto cita a fertilidade que a água leva ao sertão e a plantação (agricultura e economia rural), matar a sede (consumo humano) e mover moinhos (economia em geral). Higiene pessoal não aparece. B, C, D e E têm correspondência no poema, como 'fertilidade ao sertão', 'matam a sede' e 'movem moinhos'. Só A não tem. Referência: Interpretação de texto poético. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A ideia de planeta todo envolvido pela água está em 'Terra! Planeta Água'. O verso final, repetido, identifica o planeta Terra com a água, ou seja, o planeta inteiro envolvido por ela. Isso sustenta a importância de preservar as diversas fontes de água. B trata da origem da água na fonte. C descreve o arco-íris sobre a plantação. D trata da fertilidade levada ao sertão. E descreve cascatas. Nenhuma delas generaliza a água para o planeta inteiro. Referência: Interpretação de texto poético. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponívelColégio Militar Tiradentes (PMDF) — Processo Seletivo de Admissão 2015/2016 — 6º Ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa
TEXTO I
LENDA DAS CATARATAS
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1 Conta-se que os índios Caigangues, habitantes das margens do
Rio Iguaçu, acreditavam que o mundo era governado por M'Boy, um
deus que tinha a forma de serpente e era filho de Tupã. Igobi, o cacique
dessa tribo, tinha uma filha chamada Naipi, tão bonita que as águas do
5 rio paravam quando a jovem nelas se mirava.
Devido à sua beleza, Naipi era consagrada ao deus M'Boy,
passando a viver somente para o seu culto. Havia, porém, entre os
Caigangues, um jovem guerreiro chamado Tarobá que, ao ver Naipi, por
ela se apaixonou.
10 No dia da festa de consagração da bela índia, enquanto o cacique
e o pajé bebiam cauim (bebida feita de milho fermentado) e os guerreiros
dançavam, Tarobá aproveitou e fugiu com a linda Naipi numa canoa rio
abaixo, arrastada pela correnteza. Quando M'Boy percebeu a fuga de
Naipi e Tarobá, ficou furioso. Penetrou então as entranhas da terra e,
15 retorcendo o seu corpo, produziu uma enorme fenda, onde se formou a
gigantesca catarata.
Envolvidos pelas águas, a canoa e os fugitivos caíram de grande
altura, desaparecendo para sempre. Diz a lenda que Naipi foi
transformada em uma das rochas centrais das cataratas, perpetuamente
20 fustigada pelas águas revoltas.
Tarobá foi convertido em uma palmeira situada à beira de um
abismo, inclinada sobre a garganta do rio. Debaixo dessa palmeira, acha-
se a entrada de uma gruta sob a Garganta do Diabo onde o monstro
24 vingativo vigia eternamente as duas vítimas.
(In <http://www.cataratasdoiguacu.com.br/portal/paginas/226-lenda-das-cataratas.aspx> Acesso em 17 ago 2015)
No trecho “Diz a lenda que Naipi foi transformada em uma das rochas centrais das cataratas, perpetuamente fustigada pelas águas revoltas” (l. 18 a l. 20), as palavras destacadas, dentro do contexto apresentado, são sinônimas, respectivamente, dos vocábulos:
Trecho reproduzido do original para preservar os destaques.
TEXTO I
LENDA DAS CATARATAS
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1 Conta-se que os índios Caigangues, habitantes das margens do
Rio Iguaçu, acreditavam que o mundo era governado por M'Boy, um
deus que tinha a forma de serpente e era filho de Tupã. Igobi, o cacique
dessa tribo, tinha uma filha chamada Naipi, tão bonita que as águas do
5 rio paravam quando a jovem nelas se mirava.
Devido à sua beleza, Naipi era consagrada ao deus M'Boy,
passando a viver somente para o seu culto. Havia, porém, entre os
Caigangues, um jovem guerreiro chamado Tarobá que, ao ver Naipi, por
ela se apaixonou.
10 No dia da festa de consagração da bela índia, enquanto o cacique
e o pajé bebiam cauim (bebida feita de milho fermentado) e os guerreiros
dançavam, Tarobá aproveitou e fugiu com a linda Naipi numa canoa rio
abaixo, arrastada pela correnteza. Quando M'Boy percebeu a fuga de
Naipi e Tarobá, ficou furioso. Penetrou então as entranhas da terra e,
15 retorcendo o seu corpo, produziu uma enorme fenda, onde se formou a
gigantesca catarata.
Envolvidos pelas águas, a canoa e os fugitivos caíram de grande
altura, desaparecendo para sempre. Diz a lenda que Naipi foi
transformada em uma das rochas centrais das cataratas, perpetuamente
20 fustigada pelas águas revoltas.
Tarobá foi convertido em uma palmeira situada à beira de um
abismo, inclinada sobre a garganta do rio. Debaixo dessa palmeira, acha-
se a entrada de uma gruta sob a Garganta do Diabo onde o monstro
24 vingativo vigia eternamente as duas vítimas.
(In <http://www.cataratasdoiguacu.com.br/portal/paginas/226-lenda-das-cataratas.aspx> Acesso em 17 ago 2015)
A leitura do primeiro parágrafo permite inferir, a respeito da beleza de Naipi, que era:
TEXTO I
LENDA DAS CATARATAS
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1 Conta-se que os índios Caigangues, habitantes das margens do
Rio Iguaçu, acreditavam que o mundo era governado por M'Boy, um
deus que tinha a forma de serpente e era filho de Tupã. Igobi, o cacique
dessa tribo, tinha uma filha chamada Naipi, tão bonita que as águas do
5 rio paravam quando a jovem nelas se mirava.
Devido à sua beleza, Naipi era consagrada ao deus M'Boy,
passando a viver somente para o seu culto. Havia, porém, entre os
Caigangues, um jovem guerreiro chamado Tarobá que, ao ver Naipi, por
ela se apaixonou.
10 No dia da festa de consagração da bela índia, enquanto o cacique
e o pajé bebiam cauim (bebida feita de milho fermentado) e os guerreiros
dançavam, Tarobá aproveitou e fugiu com a linda Naipi numa canoa rio
abaixo, arrastada pela correnteza. Quando M'Boy percebeu a fuga de
Naipi e Tarobá, ficou furioso. Penetrou então as entranhas da terra e,
15 retorcendo o seu corpo, produziu uma enorme fenda, onde se formou a
gigantesca catarata.
Envolvidos pelas águas, a canoa e os fugitivos caíram de grande
altura, desaparecendo para sempre. Diz a lenda que Naipi foi
transformada em uma das rochas centrais das cataratas, perpetuamente
20 fustigada pelas águas revoltas.
Tarobá foi convertido em uma palmeira situada à beira de um
abismo, inclinada sobre a garganta do rio. Debaixo dessa palmeira, acha-
se a entrada de uma gruta sob a Garganta do Diabo onde o monstro
24 vingativo vigia eternamente as duas vítimas.
(In <http://www.cataratasdoiguacu.com.br/portal/paginas/226-lenda-das-cataratas.aspx> Acesso em 17 ago 2015)
Analise com atenção o seguinte trecho do texto: “Devido à sua beleza, Naipi era consagrada ao deus M'Boy, passando a viver somente para o seu culto.” (l. 6 e l. 7). Desse trecho, depreendem-se as seguintes informações:
I) Naipi foi consagrada ao deus M’Boy.
II) Naipi passou a viver para o culto do deus M’Boy.
III) Naipi era bela.
A respeito das relações estabelecidas entre I, II e III, é correto afirmar que:
TEXTO I
LENDA DAS CATARATAS
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1 Conta-se que os índios Caigangues, habitantes das margens do
Rio Iguaçu, acreditavam que o mundo era governado por M'Boy, um
deus que tinha a forma de serpente e era filho de Tupã. Igobi, o cacique
dessa tribo, tinha uma filha chamada Naipi, tão bonita que as águas do
5 rio paravam quando a jovem nelas se mirava.
Devido à sua beleza, Naipi era consagrada ao deus M'Boy,
passando a viver somente para o seu culto. Havia, porém, entre os
Caigangues, um jovem guerreiro chamado Tarobá que, ao ver Naipi, por
ela se apaixonou.
10 No dia da festa de consagração da bela índia, enquanto o cacique
e o pajé bebiam cauim (bebida feita de milho fermentado) e os guerreiros
dançavam, Tarobá aproveitou e fugiu com a linda Naipi numa canoa rio
abaixo, arrastada pela correnteza. Quando M'Boy percebeu a fuga de
Naipi e Tarobá, ficou furioso. Penetrou então as entranhas da terra e,
15 retorcendo o seu corpo, produziu uma enorme fenda, onde se formou a
gigantesca catarata.
Envolvidos pelas águas, a canoa e os fugitivos caíram de grande
altura, desaparecendo para sempre. Diz a lenda que Naipi foi
transformada em uma das rochas centrais das cataratas, perpetuamente
20 fustigada pelas águas revoltas.
Tarobá foi convertido em uma palmeira situada à beira de um
abismo, inclinada sobre a garganta do rio. Debaixo dessa palmeira, acha-
se a entrada de uma gruta sob a Garganta do Diabo onde o monstro
24 vingativo vigia eternamente as duas vítimas.
(In <http://www.cataratasdoiguacu.com.br/portal/paginas/226-lenda-das-cataratas.aspx> Acesso em 17 ago 2015)
Ao apresentar a origem das Cataratas do Iguaçu, o texto lido tem como ideia central:
TEXTO I
LENDA DAS CATARATAS
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1 Conta-se que os índios Caigangues, habitantes das margens do
Rio Iguaçu, acreditavam que o mundo era governado por M'Boy, um
deus que tinha a forma de serpente e era filho de Tupã. Igobi, o cacique
dessa tribo, tinha uma filha chamada Naipi, tão bonita que as águas do
5 rio paravam quando a jovem nelas se mirava.
Devido à sua beleza, Naipi era consagrada ao deus M'Boy,
passando a viver somente para o seu culto. Havia, porém, entre os
Caigangues, um jovem guerreiro chamado Tarobá que, ao ver Naipi, por
ela se apaixonou.
10 No dia da festa de consagração da bela índia, enquanto o cacique
e o pajé bebiam cauim (bebida feita de milho fermentado) e os guerreiros
dançavam, Tarobá aproveitou e fugiu com a linda Naipi numa canoa rio
abaixo, arrastada pela correnteza. Quando M'Boy percebeu a fuga de
Naipi e Tarobá, ficou furioso. Penetrou então as entranhas da terra e,
15 retorcendo o seu corpo, produziu uma enorme fenda, onde se formou a
gigantesca catarata.
Envolvidos pelas águas, a canoa e os fugitivos caíram de grande
altura, desaparecendo para sempre. Diz a lenda que Naipi foi
transformada em uma das rochas centrais das cataratas, perpetuamente
20 fustigada pelas águas revoltas.
Tarobá foi convertido em uma palmeira situada à beira de um
abismo, inclinada sobre a garganta do rio. Debaixo dessa palmeira, acha-
se a entrada de uma gruta sob a Garganta do Diabo onde o monstro
24 vingativo vigia eternamente as duas vítimas.
(In <http://www.cataratasdoiguacu.com.br/portal/paginas/226-lenda-das-cataratas.aspx> Acesso em 17 ago 2015)
A respeito dos elementos da narrativa, presentes no texto, considere as afirmações a seguir “verdadeiras” ou “falsas”:
I – O narrador do texto é do tipo “observador”, que participa da história, o que se prova com o uso de verbos na 3ª pessoa.
II – No texto, há presença de tempo cronológico, organizado de forma aleatória, ao sabor das lembranças do narrador e dos próprios personagens.
III – Podem-se apontar como alguns dos espaços da narrativa as cataratas e a aldeia em que os índios viviam.
IV – Por suas ações ao longo da trama, M’Boy pode ser caracterizado como o antagonista da narrativa.
V – Entre as características de Naipi e Tarobá, o texto permite inferir, respectivamente, a beleza e a coragem.
TEXTO II
USINA HIDRELÉTRICA DE ITAIPU
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1 A Usina Hidrelétrica de Itaipu (em espanhol: Itaipú,
em guarani: Itaipu) é uma usina hidrelétrica binacional localizada no Rio
Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. A barragem foi
construída pelos dois países entre 1975 a 1982 [...] O nome Itaipu foi
5 tirado de uma ilha que existia perto do local de construção. No
idioma tupi-guarani, o termo significa "pedra na qual a água faz barulho",
através da junção dos termos ita (pedra), 'y (água) e pu (barulho).
A Itaipu Binacional, operadora da usina, foi líder mundial em
produção de energia limpa e renovável durante muito tempo. Atualmente,
10 em termos de recorde anual de produção de energia, a usina de Itaipu
ocupa o segundo lugar, atrás somente de Três Gargantas, na China, que
produziu, em 2014, 98,8 milhões de MWh, o que equivale a 0,2% a mais
do que o recorde anterior de Itaipu (98,6 milhões de MWh no ano de
2013).
15 O lago de Itaipu possui área de 1350 quilômetros quadrados, indo
de Foz do Iguaçu, no Brasil e Ciudad del Este, no Paraguai,
até Guaíra e Salto del Guairá, 150 quilômetros ao norte. A usina fica a 12
km do centro de Foz do Iguaçu, 38 km das Cataratas e 6 km da Ponte da
Amizade. Além de suas vinte unidades geradoras de setecentos
20 megawatts cada, Itaipu tem uma potência de geração de 14000
megawatts. É um empreendimento binacional, administrado por Brasil e
Paraguai, no rio Paraná, na seção de fronteira entre os dois países, a 15
km ao norte da Ponte da Amizade. A capacidade instalada de geração da
usina é de 14 GW, com 20 unidades geradoras fornecendo 700 MW cada
25 e projeto hidráulico de 118m.
A Usina de Itaipu fazia parte da lista oficial de candidatas para
as Sete maravilhas do Mundo Moderno, elaborada em 1995 pela
28 revista Popular Mechanics, dos Estados Unidos, mas não ganhou o título.
(In < https://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_Hidrel%C3%A9trica_de_Itaipu> Acesso em 17 ago 2015)
No segundo parágrafo do texto, apresenta-se a produção de energia da Usina de Itaipu e da Usina de Três Gargantas. No que diz respeito à posição de maior produtora de energia elétrica, é estabelecida, entre as duas usinas, uma relação de:
TEXTO II
USINA HIDRELÉTRICA DE ITAIPU
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1 A Usina Hidrelétrica de Itaipu (em espanhol: Itaipú,
em guarani: Itaipu) é uma usina hidrelétrica binacional localizada no Rio
Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. A barragem foi
construída pelos dois países entre 1975 a 1982 [...] O nome Itaipu foi
5 tirado de uma ilha que existia perto do local de construção. No
idioma tupi-guarani, o termo significa "pedra na qual a água faz barulho",
através da junção dos termos ita (pedra), 'y (água) e pu (barulho).
A Itaipu Binacional, operadora da usina, foi líder mundial em
produção de energia limpa e renovável durante muito tempo. Atualmente,
10 em termos de recorde anual de produção de energia, a usina de Itaipu
ocupa o segundo lugar, atrás somente de Três Gargantas, na China, que
produziu, em 2014, 98,8 milhões de MWh, o que equivale a 0,2% a mais
do que o recorde anterior de Itaipu (98,6 milhões de MWh no ano de
2013).
15 O lago de Itaipu possui área de 1350 quilômetros quadrados, indo
de Foz do Iguaçu, no Brasil e Ciudad del Este, no Paraguai,
até Guaíra e Salto del Guairá, 150 quilômetros ao norte. A usina fica a 12
km do centro de Foz do Iguaçu, 38 km das Cataratas e 6 km da Ponte da
Amizade. Além de suas vinte unidades geradoras de setecentos
20 megawatts cada, Itaipu tem uma potência de geração de 14000
megawatts. É um empreendimento binacional, administrado por Brasil e
Paraguai, no rio Paraná, na seção de fronteira entre os dois países, a 15
km ao norte da Ponte da Amizade. A capacidade instalada de geração da
usina é de 14 GW, com 20 unidades geradoras fornecendo 700 MW cada
25 e projeto hidráulico de 118m.
A Usina de Itaipu fazia parte da lista oficial de candidatas para
as Sete maravilhas do Mundo Moderno, elaborada em 1995 pela
28 revista Popular Mechanics, dos Estados Unidos, mas não ganhou o título.
(In < https://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_Hidrel%C3%A9trica_de_Itaipu> Acesso em 17 ago 2015)
A única opção em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical da palavra destacada em “O nome Itaipu foi tirado de uma ilha que existia perto do local de construção” (l. 4 e l. 5) é:
Trecho reproduzido do original para preservar os destaques.
TEXTO II
USINA HIDRELÉTRICA DE ITAIPU
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1 A Usina Hidrelétrica de Itaipu (em espanhol: Itaipú,
em guarani: Itaipu) é uma usina hidrelétrica binacional localizada no Rio
Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. A barragem foi
construída pelos dois países entre 1975 a 1982 [...] O nome Itaipu foi
5 tirado de uma ilha que existia perto do local de construção. No
idioma tupi-guarani, o termo significa "pedra na qual a água faz barulho",
através da junção dos termos ita (pedra), 'y (água) e pu (barulho).
A Itaipu Binacional, operadora da usina, foi líder mundial em
produção de energia limpa e renovável durante muito tempo. Atualmente,
10 em termos de recorde anual de produção de energia, a usina de Itaipu
ocupa o segundo lugar, atrás somente de Três Gargantas, na China, que
produziu, em 2014, 98,8 milhões de MWh, o que equivale a 0,2% a mais
do que o recorde anterior de Itaipu (98,6 milhões de MWh no ano de
2013).
15 O lago de Itaipu possui área de 1350 quilômetros quadrados, indo
de Foz do Iguaçu, no Brasil e Ciudad del Este, no Paraguai,
até Guaíra e Salto del Guairá, 150 quilômetros ao norte. A usina fica a 12
km do centro de Foz do Iguaçu, 38 km das Cataratas e 6 km da Ponte da
Amizade. Além de suas vinte unidades geradoras de setecentos
20 megawatts cada, Itaipu tem uma potência de geração de 14000
megawatts. É um empreendimento binacional, administrado por Brasil e
Paraguai, no rio Paraná, na seção de fronteira entre os dois países, a 15
km ao norte da Ponte da Amizade. A capacidade instalada de geração da
usina é de 14 GW, com 20 unidades geradoras fornecendo 700 MW cada
25 e projeto hidráulico de 118m.
A Usina de Itaipu fazia parte da lista oficial de candidatas para
as Sete maravilhas do Mundo Moderno, elaborada em 1995 pela
28 revista Popular Mechanics, dos Estados Unidos, mas não ganhou o título.
(In < https://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_Hidrel%C3%A9trica_de_Itaipu> Acesso em 17 ago 2015)
O texto em análise procura apresentar informações a respeito da Usina Hidrelétrica de Itaipu, que se utiliza das águas do mesmo rio que deságua nas Cataratas do Iguaçu. Nesse sentido, um dos principais objetivos do texto II é apresentar
TEXTO II
USINA HIDRELÉTRICA DE ITAIPU
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1 A Usina Hidrelétrica de Itaipu (em espanhol: Itaipú,
em guarani: Itaipu) é uma usina hidrelétrica binacional localizada no Rio
Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. A barragem foi
construída pelos dois países entre 1975 a 1982 [...] O nome Itaipu foi
5 tirado de uma ilha que existia perto do local de construção. No
idioma tupi-guarani, o termo significa "pedra na qual a água faz barulho",
através da junção dos termos ita (pedra), 'y (água) e pu (barulho).
A Itaipu Binacional, operadora da usina, foi líder mundial em
produção de energia limpa e renovável durante muito tempo. Atualmente,
10 em termos de recorde anual de produção de energia, a usina de Itaipu
ocupa o segundo lugar, atrás somente de Três Gargantas, na China, que
produziu, em 2014, 98,8 milhões de MWh, o que equivale a 0,2% a mais
do que o recorde anterior de Itaipu (98,6 milhões de MWh no ano de
2013).
15 O lago de Itaipu possui área de 1350 quilômetros quadrados, indo
de Foz do Iguaçu, no Brasil e Ciudad del Este, no Paraguai,
até Guaíra e Salto del Guairá, 150 quilômetros ao norte. A usina fica a 12
km do centro de Foz do Iguaçu, 38 km das Cataratas e 6 km da Ponte da
Amizade. Além de suas vinte unidades geradoras de setecentos
20 megawatts cada, Itaipu tem uma potência de geração de 14000
megawatts. É um empreendimento binacional, administrado por Brasil e
Paraguai, no rio Paraná, na seção de fronteira entre os dois países, a 15
km ao norte da Ponte da Amizade. A capacidade instalada de geração da
usina é de 14 GW, com 20 unidades geradoras fornecendo 700 MW cada
25 e projeto hidráulico de 118m.
A Usina de Itaipu fazia parte da lista oficial de candidatas para
as Sete maravilhas do Mundo Moderno, elaborada em 1995 pela
28 revista Popular Mechanics, dos Estados Unidos, mas não ganhou o título.
(In < https://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_Hidrel%C3%A9trica_de_Itaipu> Acesso em 17 ago 2015)
Na produção de textos de diversos gêneros – especialmente os da modalidade informativa – é comum o emprego indiscriminado da classe de palavras “numeral” associada a números escritos sob a forma de algarismos. Com base nessa informação, após leitura do segundo parágrafo do texto, considere as afirmações a seguir:
I) no segundo parágrafo, há apenas algarismos.
II) o segundo parágrafo é constituído por algarismos e por numerais.
III) no segundo parágrafo, há dois numerais e onze números escritos sob a forma de algarismos.
IV) os numerais presentes no segundo parágrafo são do tipo “cardinal” e “fracionário”.
Sobre as opções acima, é correto afirmar que
TEXTO II
USINA HIDRELÉTRICA DE ITAIPU
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1 A Usina Hidrelétrica de Itaipu (em espanhol: Itaipú,
em guarani: Itaipu) é uma usina hidrelétrica binacional localizada no Rio
Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. A barragem foi
construída pelos dois países entre 1975 a 1982 [...] O nome Itaipu foi
5 tirado de uma ilha que existia perto do local de construção. No
idioma tupi-guarani, o termo significa "pedra na qual a água faz barulho",
através da junção dos termos ita (pedra), 'y (água) e pu (barulho).
A Itaipu Binacional, operadora da usina, foi líder mundial em
produção de energia limpa e renovável durante muito tempo. Atualmente,
10 em termos de recorde anual de produção de energia, a usina de Itaipu
ocupa o segundo lugar, atrás somente de Três Gargantas, na China, que
produziu, em 2014, 98,8 milhões de MWh, o que equivale a 0,2% a mais
do que o recorde anterior de Itaipu (98,6 milhões de MWh no ano de
2013).
15 O lago de Itaipu possui área de 1350 quilômetros quadrados, indo
de Foz do Iguaçu, no Brasil e Ciudad del Este, no Paraguai,
até Guaíra e Salto del Guairá, 150 quilômetros ao norte. A usina fica a 12
km do centro de Foz do Iguaçu, 38 km das Cataratas e 6 km da Ponte da
Amizade. Além de suas vinte unidades geradoras de setecentos
20 megawatts cada, Itaipu tem uma potência de geração de 14000
megawatts. É um empreendimento binacional, administrado por Brasil e
Paraguai, no rio Paraná, na seção de fronteira entre os dois países, a 15
km ao norte da Ponte da Amizade. A capacidade instalada de geração da
usina é de 14 GW, com 20 unidades geradoras fornecendo 700 MW cada
25 e projeto hidráulico de 118m.
A Usina de Itaipu fazia parte da lista oficial de candidatas para
as Sete maravilhas do Mundo Moderno, elaborada em 1995 pela
28 revista Popular Mechanics, dos Estados Unidos, mas não ganhou o título.
(In < https://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_Hidrel%C3%A9trica_de_Itaipu> Acesso em 17 ago 2015)
No trecho “A Itaipu Binacional, operadora da usina, foi líder mundial em produção de energia limpa e renovável [...]” (l. 8 e l. 9), as palavras destacadas, morfologicamente, classificam-se, respectivamente, como:
Trecho reproduzido do original para preservar os destaques.
TEXTO III
INFOGRÁFICO
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(In <http://www.gazetadopovo.com.br/economia/especiais/itaipu-30-anos/gigante-pela-propria-natureza-8rl9ddymu5t3e0868gvo87vim> Acesso em 17 ago 2015)
A respeito do infográfico, considere as informações a seguir:
I) o texto tem suas informações organizadas em quatro seções.
II) para a compreensão do texto, as informações escritas e as informações visuais se complementam.
III) de acordo com o tópico “Produção energética do Brasil em 2013”, depreende-se que, no Brasil, a única forma de produção de energia presente é a hidrelétrica.
Sobre as opções acima, é correto afirmar que:
TEXTO III
INFOGRÁFICO
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(In <http://www.gazetadopovo.com.br/economia/especiais/itaipu-30-anos/gigante-pela-propria-natureza-8rl9ddymu5t3e0868gvo87vim> Acesso em 17 ago 2015)
Nos tópicos “As maiores hidrelétricas do Brasil” e “As maiores hidrelétricas do mundo”, o vocábulo “maiores” tem valor semântico, nos dois casos, de:
TEXTO III
INFOGRÁFICO
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(In <http://www.gazetadopovo.com.br/economia/especiais/itaipu-30-anos/gigante-pela-propria-natureza-8rl9ddymu5t3e0868gvo87vim> Acesso em 17 ago 2015)
No tópico “Produção de energia de Itaipu”, as expressões destacadas têm, respectivamente, valor:
Trecho reproduzido do original para preservar os destaques.
TEXTO II
USINA HIDRELÉTRICA DE ITAIPU
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1 A Usina Hidrelétrica de Itaipu (em espanhol: Itaipú,
em guarani: Itaipu) é uma usina hidrelétrica binacional localizada no Rio
Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. A barragem foi
construída pelos dois países entre 1975 a 1982 [...] O nome Itaipu foi
5 tirado de uma ilha que existia perto do local de construção. No
idioma tupi-guarani, o termo significa "pedra na qual a água faz barulho",
através da junção dos termos ita (pedra), 'y (água) e pu (barulho).
A Itaipu Binacional, operadora da usina, foi líder mundial em
produção de energia limpa e renovável durante muito tempo. Atualmente,
10 em termos de recorde anual de produção de energia, a usina de Itaipu
ocupa o segundo lugar, atrás somente de Três Gargantas, na China, que
produziu, em 2014, 98,8 milhões de MWh, o que equivale a 0,2% a mais
do que o recorde anterior de Itaipu (98,6 milhões de MWh no ano de
2013).
15 O lago de Itaipu possui área de 1350 quilômetros quadrados, indo
de Foz do Iguaçu, no Brasil e Ciudad del Este, no Paraguai,
até Guaíra e Salto del Guairá, 150 quilômetros ao norte. A usina fica a 12
km do centro de Foz do Iguaçu, 38 km das Cataratas e 6 km da Ponte da
Amizade. Além de suas vinte unidades geradoras de setecentos
20 megawatts cada, Itaipu tem uma potência de geração de 14000
megawatts. É um empreendimento binacional, administrado por Brasil e
Paraguai, no rio Paraná, na seção de fronteira entre os dois países, a 15
km ao norte da Ponte da Amizade. A capacidade instalada de geração da
usina é de 14 GW, com 20 unidades geradoras fornecendo 700 MW cada
25 e projeto hidráulico de 118m.
A Usina de Itaipu fazia parte da lista oficial de candidatas para
as Sete maravilhas do Mundo Moderno, elaborada em 1995 pela
28 revista Popular Mechanics, dos Estados Unidos, mas não ganhou o título.
(In < https://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_Hidrel%C3%A9trica_de_Itaipu> Acesso em 17 ago 2015)
Texto-base:
TEXTO III
INFOGRÁFICO
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(In <http://www.gazetadopovo.com.br/economia/especiais/itaipu-30-anos/gigante-pela-propria-natureza-8rl9ddymu5t3e0868gvo87vim> Acesso em 17 ago 2015)
A leitura do texto III confirma a seguinte afirmação do texto II:
TEXTO IV
PLANETA ÁGUA
1 Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
5 Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Águas que caem das pedras
10 No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos
Água dos igarapés
15 Onde Iara, a mãe d'água,
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão
20 Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos
25 São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
Terra! Planeta Água
30 Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
(ARANTES, G. In < http://letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/> Acesso em 17 ago 2015)
Os textos I, II, III e IV abordam questões temáticas relativas à água. Em razão disso, estabelecem, entre si, relações de:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO IV
PLANETA ÁGUA
1 Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
5 Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Águas que caem das pedras
10 No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos
Água dos igarapés
15 Onde Iara, a mãe d'água,
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão
20 Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos
25 São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
Terra! Planeta Água
30 Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
(ARANTES, G. In < http://letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/> Acesso em 17 ago 2015)
No poema, há uma “voz” que fala sobre a água e sobre a influência desse elemento na vida das pessoas e da realidade dessas pessoas. Nos versos 1 a 4, essa voz apresenta:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO IV
PLANETA ÁGUA
1 Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
5 Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Águas que caem das pedras
10 No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos
Água dos igarapés
15 Onde Iara, a mãe d'água,
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão
20 Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos
25 São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
Terra! Planeta Água
30 Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
(ARANTES, G. In < http://letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/> Acesso em 17 ago 2015)
Nos versos 20 a 23, o poeta apresenta a interferência da água na vida das pessoas. De acordo com o trecho, essa interferência pode trazer consequências indesejadas e desagradáveis; essa ideia está claramente expressa no que se informa no(s) verso(s):Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO IV
PLANETA ÁGUA
1 Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
5 Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Águas que caem das pedras
10 No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos
Água dos igarapés
15 Onde Iara, a mãe d'água,
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão
20 Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos
25 São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
Terra! Planeta Água
30 Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
(ARANTES, G. In < http://letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/> Acesso em 17 ago 2015)
A única opção que não apresenta um uso da água, defendido no texto IV, é:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO IV
PLANETA ÁGUA
1 Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
5 Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Águas que caem das pedras
10 No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos
Água dos igarapés
15 Onde Iara, a mãe d'água,
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão
20 Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos
25 São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
Terra! Planeta Água
30 Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
(ARANTES, G. In < http://letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/> Acesso em 17 ago 2015)
No poema, o autor busca defender os vários usos da água e sua importância para a vida no planeta. Para isso, ele reforça a ideia de que o planeta todo se encontra envolvido pela água, de onde decorre a importância de se preservarem as diversas fontes de águas existentes. Essa ideia é reiterada, pelo poeta, no uso da expressão:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO IV
PLANETA ÁGUA
1 Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
5 Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Águas que caem das pedras
10 No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos
Água dos igarapés
15 Onde Iara, a mãe d'água,
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão
20 Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos
25 São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
Terra! Planeta Água
30 Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
(ARANTES, G. In < http://letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/> Acesso em 17 ago 2015)
No trecho “Águas que movem moinhos / São as mesmas águas que encharcam o chão / E sempre voltam humildes” (versos 24 a 26), as palavras destacadas, morfologicamente, classificam-se, respectivamente, como:
Trecho reproduzido do original para preservar os destaques.
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