Pular para o conteúdo

Provas

← Voltar para a lista de provas

Colégio Militar de Curitiba — Processo Seletivo 2016/2017 — Admissão ao 6º ano — Exame Intelectual de Português

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Colégio Militar de Curitiba2016Fundamental

21 questões nesta prova · página 1 de 2 · 20 com gabarito

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 1
Chega de bullying! Não fique calado.
01 Você já ouviu essa palavra alguma vez?
Bullying é um termo em inglês que significa maltratar alguém. Em outras palavras,
perseguir, incomodar, prejudicar outra pessoa, ou fazer com que se sinta mal, causando
dano e medo de maneira frequente.
05 O bullying pode acontecer entre meninos e meninas na escola, no clube, no bairro,
no ônibus, em casa, pela internet, redes sociais (cyberbullying), ou em outros lugares
onde eles se encontram com frequência. Com palavras ou com gestos se pode insultar,
zombar, não deixar um colega brincar ou jogar, excluir do grupo, deixar alguém sempre
“de lado”, etc. Também se causa dano ao falar mal de alguém pelas costas, para que os
10 demais não sejam seus amigos ou amigas, por exemplo. Seja onde ou como for, isso é
inadmissível.
Esse problema é muito sério, pois afeta milhões de crianças no mundo todo,
principalmente na escola, e precisa ser resolvido o quanto antes. Normalmente, os
agressores, também chamados de bullies, escolhem as crianças diferentes, as que não
15 usam roupas da moda, que vêm de uma minoria étnica, social ou racial. Por exemplo: as
mais atrapalhadas, mais gordinhas, as que tiram melhores notas ou as tímidas.
No bullying, frequentemente, a agressão é feita para magoar ou ameaçar um colega;
o maltrato ocorre sem motivos claros; o agressor pode sentir que tem mais poder, força
ou inteligência que a pessoa perseguida.
20 São tipos de agressão dos bullies: (1) física: bater, chutar, empurrar, derrubar, ferir,
perseguir; (2) verbal: xingar, ameaçar, intimidar e gritar; (3) moral ou psicológica:
amedrontar, apelidar, discriminar, humilhar, intimidar, dominar, tiranizar, excluir,
assediar e perseguir.
Entre meninos, é comum identificar atos mais agressivos e hostis, prevalecendo a
25 força física e ações mais diretas e violentas. Já as meninas tendem a ser mais indiretas
nas agressões, praticando principalmente atos de exclusão, inventando histórias
difamatórias, criando intrigas, espalhando fofocas, por exemplo.
Quem sofre bullying geralmente não tem vontade de ir à escola; sente-se triste; tem
pesadelos e não dorme bem; sente medo; sente vergonha; pode tirar notas baixas; sente-
30 se sozinho(a); não sabe como pedir ajuda; pode começar a comer pouco ou demais; pode
sentir raiva ou ódio.
Não existe nenhuma razão que justifique a discriminação de outra pessoa. Desde
criança, é necessário aprender que não se tem o direito de discriminar o outro, porque
todos nós devemos ter o compromisso de respeitar os direitos dos demais.
35 O que devo fazer diante do bullying? Se estão perseguindo você, ou se sente que
estão fazendo bullying contra outros colegas, o melhor é não ficar calado. Converse com
um adulto de confiança. Você deve contar para alguém, seu pai ou sua mãe, para um
professor(a) ou outro adulto que possa intervir. Não responda ao bullying da mesma
forma. Reagir com violência gera mais violência, o que fará com que a situação piore.
40 Diga não!
Texto adaptado. Chega de bullying. Apostila 1 – Estudantes do Ensino Fundamental I. Parceria do
Canal Cartoon e Governo do Estado de São Paulo. Disponível em www.chegadebullying.com.br
acesso em 18 jul 2016

De acordo com o texto, a única afirmação verdadeira é:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O texto afirma que meninos tendem à agressão física e meninas à indireta/psicológica.

O texto diz que entre meninos prevalecem a força física e as ações diretas e violentas, enquanto as meninas são mais indiretas, usando exclusão, difamação e intrigas. A alternativa C resume isso.

Análise das alternativas

A) O texto cita a internet (cyberbullying) como local possível. B) Não há menção a agressores mais velhos. D) O texto diz "principalmente na escola", e clubes e bairros são apenas outros locais possíveis. E) São escolhidas crianças "diferentes", mas "exóticas" não é o termo do texto.

Referência: Interpretação de texto: compreensão de informações explícitas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Elementos da Comunicação

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 1
Chega de bullying! Não fique calado.
01 Você já ouviu essa palavra alguma vez?
Bullying é um termo em inglês que significa maltratar alguém. Em outras palavras,
perseguir, incomodar, prejudicar outra pessoa, ou fazer com que se sinta mal, causando
dano e medo de maneira frequente.
05 O bullying pode acontecer entre meninos e meninas na escola, no clube, no bairro,
no ônibus, em casa, pela internet, redes sociais (cyberbullying), ou em outros lugares
onde eles se encontram com frequência. Com palavras ou com gestos se pode insultar,
zombar, não deixar um colega brincar ou jogar, excluir do grupo, deixar alguém sempre
“de lado”, etc. Também se causa dano ao falar mal de alguém pelas costas, para que os
10 demais não sejam seus amigos ou amigas, por exemplo. Seja onde ou como for, isso é
inadmissível.
Esse problema é muito sério, pois afeta milhões de crianças no mundo todo,
principalmente na escola, e precisa ser resolvido o quanto antes. Normalmente, os
agressores, também chamados de bullies, escolhem as crianças diferentes, as que não
15 usam roupas da moda, que vêm de uma minoria étnica, social ou racial. Por exemplo: as
mais atrapalhadas, mais gordinhas, as que tiram melhores notas ou as tímidas.
No bullying, frequentemente, a agressão é feita para magoar ou ameaçar um colega;
o maltrato ocorre sem motivos claros; o agressor pode sentir que tem mais poder, força
ou inteligência que a pessoa perseguida.
20 São tipos de agressão dos bullies: (1) física: bater, chutar, empurrar, derrubar, ferir,
perseguir; (2) verbal: xingar, ameaçar, intimidar e gritar; (3) moral ou psicológica:
amedrontar, apelidar, discriminar, humilhar, intimidar, dominar, tiranizar, excluir,
assediar e perseguir.
Entre meninos, é comum identificar atos mais agressivos e hostis, prevalecendo a
25 força física e ações mais diretas e violentas. Já as meninas tendem a ser mais indiretas
nas agressões, praticando principalmente atos de exclusão, inventando histórias
difamatórias, criando intrigas, espalhando fofocas, por exemplo.
Quem sofre bullying geralmente não tem vontade de ir à escola; sente-se triste; tem
pesadelos e não dorme bem; sente medo; sente vergonha; pode tirar notas baixas; sente-
30 se sozinho(a); não sabe como pedir ajuda; pode começar a comer pouco ou demais; pode
sentir raiva ou ódio.
Não existe nenhuma razão que justifique a discriminação de outra pessoa. Desde
criança, é necessário aprender que não se tem o direito de discriminar o outro, porque
todos nós devemos ter o compromisso de respeitar os direitos dos demais.
35 O que devo fazer diante do bullying? Se estão perseguindo você, ou se sente que
estão fazendo bullying contra outros colegas, o melhor é não ficar calado. Converse com
um adulto de confiança. Você deve contar para alguém, seu pai ou sua mãe, para um
professor(a) ou outro adulto que possa intervir. Não responda ao bullying da mesma
forma. Reagir com violência gera mais violência, o que fará com que a situação piore.
40 Diga não!
Texto adaptado. Chega de bullying. Apostila 1 – Estudantes do Ensino Fundamental I. Parceria do
Canal Cartoon e Governo do Estado de São Paulo. Disponível em www.chegadebullying.com.br
acesso em 18 jul 2016

Na frase, “Você já ouviu essa palavra alguma vez?” (linha 1), o pronome de tratamento está se referindo ao _______ do texto.
A opção que completa corretamente a lacuna acima é:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

"Você" designa o leitor, ou seja, o interlocutor do texto.

Na comunicação, o locutor é quem fala (o texto) e o interlocutor é quem recebe a mensagem. O pronome "você" na pergunta se dirige ao leitor, portanto ao interlocutor.

Análise das alternativas

A) Não há narrador, pois o texto é informativo. B) Locutor é quem emite a mensagem, não quem a recebe. C) e E) Personagem e protagonista são conceitos de textos narrativos e não se aplicam aqui.

Referência: Elementos da comunicação e funções da linguagem (apelativa).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação — Uso da Vírgula

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 1
Chega de bullying! Não fique calado.
01 Você já ouviu essa palavra alguma vez?
Bullying é um termo em inglês que significa maltratar alguém. Em outras palavras,
perseguir, incomodar, prejudicar outra pessoa, ou fazer com que se sinta mal, causando
dano e medo de maneira frequente.
05 O bullying pode acontecer entre meninos e meninas na escola, no clube, no bairro,
no ônibus, em casa, pela internet, redes sociais (cyberbullying), ou em outros lugares
onde eles se encontram com frequência. Com palavras ou com gestos se pode insultar,
zombar, não deixar um colega brincar ou jogar, excluir do grupo, deixar alguém sempre
“de lado”, etc. Também se causa dano ao falar mal de alguém pelas costas, para que os
10 demais não sejam seus amigos ou amigas, por exemplo. Seja onde ou como for, isso é
inadmissível.
Esse problema é muito sério, pois afeta milhões de crianças no mundo todo,
principalmente na escola, e precisa ser resolvido o quanto antes. Normalmente, os
agressores, também chamados de bullies, escolhem as crianças diferentes, as que não
15 usam roupas da moda, que vêm de uma minoria étnica, social ou racial. Por exemplo: as
mais atrapalhadas, mais gordinhas, as que tiram melhores notas ou as tímidas.
No bullying, frequentemente, a agressão é feita para magoar ou ameaçar um colega;
o maltrato ocorre sem motivos claros; o agressor pode sentir que tem mais poder, força
ou inteligência que a pessoa perseguida.
20 São tipos de agressão dos bullies: (1) física: bater, chutar, empurrar, derrubar, ferir,
perseguir; (2) verbal: xingar, ameaçar, intimidar e gritar; (3) moral ou psicológica:
amedrontar, apelidar, discriminar, humilhar, intimidar, dominar, tiranizar, excluir,
assediar e perseguir.
Entre meninos, é comum identificar atos mais agressivos e hostis, prevalecendo a
25 força física e ações mais diretas e violentas. Já as meninas tendem a ser mais indiretas
nas agressões, praticando principalmente atos de exclusão, inventando histórias
difamatórias, criando intrigas, espalhando fofocas, por exemplo.
Quem sofre bullying geralmente não tem vontade de ir à escola; sente-se triste; tem
pesadelos e não dorme bem; sente medo; sente vergonha; pode tirar notas baixas; sente-
30 se sozinho(a); não sabe como pedir ajuda; pode começar a comer pouco ou demais; pode
sentir raiva ou ódio.
Não existe nenhuma razão que justifique a discriminação de outra pessoa. Desde
criança, é necessário aprender que não se tem o direito de discriminar o outro, porque
todos nós devemos ter o compromisso de respeitar os direitos dos demais.
35 O que devo fazer diante do bullying? Se estão perseguindo você, ou se sente que
estão fazendo bullying contra outros colegas, o melhor é não ficar calado. Converse com
um adulto de confiança. Você deve contar para alguém, seu pai ou sua mãe, para um
professor(a) ou outro adulto que possa intervir. Não responda ao bullying da mesma
forma. Reagir com violência gera mais violência, o que fará com que a situação piore.
40 Diga não!
Texto adaptado. Chega de bullying. Apostila 1 – Estudantes do Ensino Fundamental I. Parceria do
Canal Cartoon e Governo do Estado de São Paulo. Disponível em www.chegadebullying.com.br
acesso em 18 jul 2016

Em “Com palavras ou gestos se pode insultar, zombar, não deixar um colega brincar ou jogar, excluir do grupo, deixar alguém sempre “de lado”, etc.”(linhas 7, 8 e 9), a função das vírgulas é:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

As vírgulas separam os itens de uma enumeração de ações.

A sequência "insultar, zombar, não deixar um colega brincar ou jogar, excluir do grupo, deixar alguém sempre de lado" lista formas de bullying. As vírgulas servem para separar os elementos dessa enumeração.

Análise das alternativas

A) Não destacam atitudes dos alunos, só as listam. B) Não enfatizam informações anteriores. C) Não detalham elementos, pois cada item é independente. D) Não há contrariedade, já que todos os itens são do mesmo tipo.

Referência: Pontuação: vírgula na enumeração de termos de mesma função.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Significação das Palavras — Sinonímia

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 1
Chega de bullying! Não fique calado.
01 Você já ouviu essa palavra alguma vez?
Bullying é um termo em inglês que significa maltratar alguém. Em outras palavras,
perseguir, incomodar, prejudicar outra pessoa, ou fazer com que se sinta mal, causando
dano e medo de maneira frequente.
05 O bullying pode acontecer entre meninos e meninas na escola, no clube, no bairro,
no ônibus, em casa, pela internet, redes sociais (cyberbullying), ou em outros lugares
onde eles se encontram com frequência. Com palavras ou com gestos se pode insultar,
zombar, não deixar um colega brincar ou jogar, excluir do grupo, deixar alguém sempre
“de lado”, etc. Também se causa dano ao falar mal de alguém pelas costas, para que os
10 demais não sejam seus amigos ou amigas, por exemplo. Seja onde ou como for, isso é
inadmissível.
Esse problema é muito sério, pois afeta milhões de crianças no mundo todo,
principalmente na escola, e precisa ser resolvido o quanto antes. Normalmente, os
agressores, também chamados de bullies, escolhem as crianças diferentes, as que não
15 usam roupas da moda, que vêm de uma minoria étnica, social ou racial. Por exemplo: as
mais atrapalhadas, mais gordinhas, as que tiram melhores notas ou as tímidas.
No bullying, frequentemente, a agressão é feita para magoar ou ameaçar um colega;
o maltrato ocorre sem motivos claros; o agressor pode sentir que tem mais poder, força
ou inteligência que a pessoa perseguida.
20 São tipos de agressão dos bullies: (1) física: bater, chutar, empurrar, derrubar, ferir,
perseguir; (2) verbal: xingar, ameaçar, intimidar e gritar; (3) moral ou psicológica:
amedrontar, apelidar, discriminar, humilhar, intimidar, dominar, tiranizar, excluir,
assediar e perseguir.
Entre meninos, é comum identificar atos mais agressivos e hostis, prevalecendo a
25 força física e ações mais diretas e violentas. Já as meninas tendem a ser mais indiretas
nas agressões, praticando principalmente atos de exclusão, inventando histórias
difamatórias, criando intrigas, espalhando fofocas, por exemplo.
Quem sofre bullying geralmente não tem vontade de ir à escola; sente-se triste; tem
pesadelos e não dorme bem; sente medo; sente vergonha; pode tirar notas baixas; sente-
30 se sozinho(a); não sabe como pedir ajuda; pode começar a comer pouco ou demais; pode
sentir raiva ou ódio.
Não existe nenhuma razão que justifique a discriminação de outra pessoa. Desde
criança, é necessário aprender que não se tem o direito de discriminar o outro, porque
todos nós devemos ter o compromisso de respeitar os direitos dos demais.
35 O que devo fazer diante do bullying? Se estão perseguindo você, ou se sente que
estão fazendo bullying contra outros colegas, o melhor é não ficar calado. Converse com
um adulto de confiança. Você deve contar para alguém, seu pai ou sua mãe, para um
professor(a) ou outro adulto que possa intervir. Não responda ao bullying da mesma
forma. Reagir com violência gera mais violência, o que fará com que a situação piore.
40 Diga não!
Texto adaptado. Chega de bullying. Apostila 1 – Estudantes do Ensino Fundamental I. Parceria do
Canal Cartoon e Governo do Estado de São Paulo. Disponível em www.chegadebullying.com.br
acesso em 18 jul 2016

Em “Esse problema é muito sério, pois afeta milhões de crianças no mundo todo, principalmente na escola, [...]” (linhas 12 e 13). A palavra sublinhada pode ser substituída, sem alterar o sentido da frase, por:
Enunciado impresso da questão 4: “Esse problema é muito sério, pois afeta milhões de crianças no mundo todo, principalmente na escola, [...]” (linhas 12 e 13), com a palavra “principalmente” em negrito e sublinhada.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 1
Chega de bullying! Não fique calado.
01 Você já ouviu essa palavra alguma vez?
Bullying é um termo em inglês que significa maltratar alguém. Em outras palavras,
perseguir, incomodar, prejudicar outra pessoa, ou fazer com que se sinta mal, causando
dano e medo de maneira frequente.
05 O bullying pode acontecer entre meninos e meninas na escola, no clube, no bairro,
no ônibus, em casa, pela internet, redes sociais (cyberbullying), ou em outros lugares
onde eles se encontram com frequência. Com palavras ou com gestos se pode insultar,
zombar, não deixar um colega brincar ou jogar, excluir do grupo, deixar alguém sempre
“de lado”, etc. Também se causa dano ao falar mal de alguém pelas costas, para que os
10 demais não sejam seus amigos ou amigas, por exemplo. Seja onde ou como for, isso é
inadmissível.
Esse problema é muito sério, pois afeta milhões de crianças no mundo todo,
principalmente na escola, e precisa ser resolvido o quanto antes. Normalmente, os
agressores, também chamados de bullies, escolhem as crianças diferentes, as que não
15 usam roupas da moda, que vêm de uma minoria étnica, social ou racial. Por exemplo: as
mais atrapalhadas, mais gordinhas, as que tiram melhores notas ou as tímidas.
No bullying, frequentemente, a agressão é feita para magoar ou ameaçar um colega;
o maltrato ocorre sem motivos claros; o agressor pode sentir que tem mais poder, força
ou inteligência que a pessoa perseguida.
20 São tipos de agressão dos bullies: (1) física: bater, chutar, empurrar, derrubar, ferir,
perseguir; (2) verbal: xingar, ameaçar, intimidar e gritar; (3) moral ou psicológica:
amedrontar, apelidar, discriminar, humilhar, intimidar, dominar, tiranizar, excluir,
assediar e perseguir.
Entre meninos, é comum identificar atos mais agressivos e hostis, prevalecendo a
25 força física e ações mais diretas e violentas. Já as meninas tendem a ser mais indiretas
nas agressões, praticando principalmente atos de exclusão, inventando histórias
difamatórias, criando intrigas, espalhando fofocas, por exemplo.
Quem sofre bullying geralmente não tem vontade de ir à escola; sente-se triste; tem
pesadelos e não dorme bem; sente medo; sente vergonha; pode tirar notas baixas; sente-
30 se sozinho(a); não sabe como pedir ajuda; pode começar a comer pouco ou demais; pode
sentir raiva ou ódio.
Não existe nenhuma razão que justifique a discriminação de outra pessoa. Desde
criança, é necessário aprender que não se tem o direito de discriminar o outro, porque
todos nós devemos ter o compromisso de respeitar os direitos dos demais.
35 O que devo fazer diante do bullying? Se estão perseguindo você, ou se sente que
estão fazendo bullying contra outros colegas, o melhor é não ficar calado. Converse com
um adulto de confiança. Você deve contar para alguém, seu pai ou sua mãe, para um
professor(a) ou outro adulto que possa intervir. Não responda ao bullying da mesma
forma. Reagir com violência gera mais violência, o que fará com que a situação piore.
40 Diga não!
Texto adaptado. Chega de bullying. Apostila 1 – Estudantes do Ensino Fundamental I. Parceria do
Canal Cartoon e Governo do Estado de São Paulo. Disponível em www.chegadebullying.com.br
acesso em 18 jul 2016

Marque a alternativa que completa a frase seguinte corretamente:
O título e o conteúdo do texto dirigem-se ao leitor que está _______ bullying.
I. sofrendo
II. praticando
III. testemunhando
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O texto fala a quem sofre e a quem testemunha o bullying, não a quem pratica.

O título "Não fique calado" e o trecho "Se estão perseguindo você, ou se sente que estão fazendo bullying contra outros colegas" dirigem-se à vítima (I) e à testemunha (III). O texto orienta contar a um adulto e dizer não, e trata o agressor na 3ª pessoa, sem se dirigir a ele.

Análise das alternativas

A e D) Incluem II, mas os agressores (bullies) são apenas descritos, não são o leitor-alvo. B) Inclui II e omite III. E) Omite III, embora o texto também oriente quem presencia.

Referência: Interpretação de texto: destinatário da mensagem.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 2
O texto seguinte é um fragmento de “O diário de um banana”, do autor Jeff Kinney. A personagem principal é Gregory Heffley, um menino norte-americano muito preocupado com sua popularidade na escola, onde não possui muitos amigos, com exceção de Rowley Jefferson. Greg gosta muito de jogos eletrônicos e de quadrinhos e também escreve em um diário.

Quarta-feira
01 Hoje a gente teve Educação Física, então a primeira coisa que eu fiz foi dar uma escapada
até a quadra de basquete para ver se o Queijo ainda estava lá. E lá estava ele.
Esse pedaço de queijo está lá desde a última primavera. Acho que deve ter caído do
sanduíche de alguém, ou coisa do tipo. Depois de uns dias, o Queijo começou a ficar todo
05 mofado e nojento. Ninguém jogava mais na quadra onde o Queijo estava, mesmo sendo a
única que tinha rede na cesta de basquete.
Aí, um dia, esse garoto chamado Darren Walsh encostou o dedo no Queijo, e assim
começou a coisa conhecida como o Toque do Queijo. Funciona assim: se você pega o Toque
do Queijo, fica com ele até passar para outra pessoa. O único jeito de se proteger do Toque do
10 Queijo é cruzando os dedos.
Mas não é tão fácil lembrar de cruzar os dedos toda hora do dia. Eu acabei prendendo os
meus com fita adesiva para que eles ficassem sempre cruzados. Tirei D em Caligrafia, mas
valeu muito a pena. Teve esse garoto chamado Abe Hall que pegou o Toque do Queijo em
abril e ninguém mais chegou perto dele até o final do ano letivo. Esse verão, o Abe se mudou
15 para a Califórnia e levou o Toque do Queijo junto com ele.
Só espero que ninguém comece o Toque do Queijo de novo, porque eu não preciso mais
desse tipo de estresse na minha vida.
Ilustração em preto e branco de quatro meninos correndo em pânico; um deles, à esquerda, aponta algo com a mão; balão de fala sobre o grupo com a palavra “GRITO!”.
KINNEY, Jeff. Diário de um banana: as memórias de Greg Heffley. São Paulo: V& R Edições. 2008.p. 9

Podemos definir o “Toque do Queijo” como:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Significação das Palavras — Polissemia

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 2
O texto seguinte é um fragmento de “O diário de um banana”, do autor Jeff Kinney. A personagem principal é Gregory Heffley, um menino norte-americano muito preocupado com sua popularidade na escola, onde não possui muitos amigos, com exceção de Rowley Jefferson. Greg gosta muito de jogos eletrônicos e de quadrinhos e também escreve em um diário.

Quarta-feira
01 Hoje a gente teve Educação Física, então a primeira coisa que eu fiz foi dar uma escapada
até a quadra de basquete para ver se o Queijo ainda estava lá. E lá estava ele.
Esse pedaço de queijo está lá desde a última primavera. Acho que deve ter caído do
sanduíche de alguém, ou coisa do tipo. Depois de uns dias, o Queijo começou a ficar todo
05 mofado e nojento. Ninguém jogava mais na quadra onde o Queijo estava, mesmo sendo a
única que tinha rede na cesta de basquete.
Aí, um dia, esse garoto chamado Darren Walsh encostou o dedo no Queijo, e assim
começou a coisa conhecida como o Toque do Queijo. Funciona assim: se você pega o Toque
do Queijo, fica com ele até passar para outra pessoa. O único jeito de se proteger do Toque do
10 Queijo é cruzando os dedos.
Mas não é tão fácil lembrar de cruzar os dedos toda hora do dia. Eu acabei prendendo os
meus com fita adesiva para que eles ficassem sempre cruzados. Tirei D em Caligrafia, mas
valeu muito a pena. Teve esse garoto chamado Abe Hall que pegou o Toque do Queijo em
abril e ninguém mais chegou perto dele até o final do ano letivo. Esse verão, o Abe se mudou
15 para a Califórnia e levou o Toque do Queijo junto com ele.
Só espero que ninguém comece o Toque do Queijo de novo, porque eu não preciso mais
desse tipo de estresse na minha vida.
Ilustração em preto e branco de quatro meninos correndo em pânico; um deles, à esquerda, aponta algo com a mão; balão de fala sobre o grupo com a palavra “GRITO!”.
KINNEY, Jeff. Diário de um banana: as memórias de Greg Heffley. São Paulo: V& R Edições. 2008.p. 9

“Hoje a gente teve Educação Física, então a primeira coisa que eu fiz [...]” (linha 1).
Trecho impresso da questão 7: “Hoje a gente teve Educação Física, então a primeira coisa que eu fiz [...]” (linha 1), com a expressão “a gente” em negrito e sublinhada.
No fragmento acima, a expressão sublinhada está sendo empregada com o mesmo sentido apresentado em:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 2
O texto seguinte é um fragmento de “O diário de um banana”, do autor Jeff Kinney. A personagem principal é Gregory Heffley, um menino norte-americano muito preocupado com sua popularidade na escola, onde não possui muitos amigos, com exceção de Rowley Jefferson. Greg gosta muito de jogos eletrônicos e de quadrinhos e também escreve em um diário.

Quarta-feira
01 Hoje a gente teve Educação Física, então a primeira coisa que eu fiz foi dar uma escapada
até a quadra de basquete para ver se o Queijo ainda estava lá. E lá estava ele.
Esse pedaço de queijo está lá desde a última primavera. Acho que deve ter caído do
sanduíche de alguém, ou coisa do tipo. Depois de uns dias, o Queijo começou a ficar todo
05 mofado e nojento. Ninguém jogava mais na quadra onde o Queijo estava, mesmo sendo a
única que tinha rede na cesta de basquete.
Aí, um dia, esse garoto chamado Darren Walsh encostou o dedo no Queijo, e assim
começou a coisa conhecida como o Toque do Queijo. Funciona assim: se você pega o Toque
do Queijo, fica com ele até passar para outra pessoa. O único jeito de se proteger do Toque do
10 Queijo é cruzando os dedos.
Mas não é tão fácil lembrar de cruzar os dedos toda hora do dia. Eu acabei prendendo os
meus com fita adesiva para que eles ficassem sempre cruzados. Tirei D em Caligrafia, mas
valeu muito a pena. Teve esse garoto chamado Abe Hall que pegou o Toque do Queijo em
abril e ninguém mais chegou perto dele até o final do ano letivo. Esse verão, o Abe se mudou
15 para a Califórnia e levou o Toque do Queijo junto com ele.
Só espero que ninguém comece o Toque do Queijo de novo, porque eu não preciso mais
desse tipo de estresse na minha vida.
Ilustração em preto e branco de quatro meninos correndo em pânico; um deles, à esquerda, aponta algo com a mão; balão de fala sobre o grupo com a palavra “GRITO!”.
KINNEY, Jeff. Diário de um banana: as memórias de Greg Heffley. São Paulo: V& R Edições. 2008.p. 9

“Eu acabei prendendo os meus com fita adesiva para que eles ficassem sempre cruzados. Tirei D em Caligrafia, mas valeu muito a pena.” (linhas 11, 12 e 13)
Dentro do contexto em que estão inseridas, as frases acima expressam a ideia de que:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Reescrita de Frases

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 2
O texto seguinte é um fragmento de “O diário de um banana”, do autor Jeff Kinney. A personagem principal é Gregory Heffley, um menino norte-americano muito preocupado com sua popularidade na escola, onde não possui muitos amigos, com exceção de Rowley Jefferson. Greg gosta muito de jogos eletrônicos e de quadrinhos e também escreve em um diário.

Quarta-feira
01 Hoje a gente teve Educação Física, então a primeira coisa que eu fiz foi dar uma escapada
até a quadra de basquete para ver se o Queijo ainda estava lá. E lá estava ele.
Esse pedaço de queijo está lá desde a última primavera. Acho que deve ter caído do
sanduíche de alguém, ou coisa do tipo. Depois de uns dias, o Queijo começou a ficar todo
05 mofado e nojento. Ninguém jogava mais na quadra onde o Queijo estava, mesmo sendo a
única que tinha rede na cesta de basquete.
Aí, um dia, esse garoto chamado Darren Walsh encostou o dedo no Queijo, e assim
começou a coisa conhecida como o Toque do Queijo. Funciona assim: se você pega o Toque
do Queijo, fica com ele até passar para outra pessoa. O único jeito de se proteger do Toque do
10 Queijo é cruzando os dedos.
Mas não é tão fácil lembrar de cruzar os dedos toda hora do dia. Eu acabei prendendo os
meus com fita adesiva para que eles ficassem sempre cruzados. Tirei D em Caligrafia, mas
valeu muito a pena. Teve esse garoto chamado Abe Hall que pegou o Toque do Queijo em
abril e ninguém mais chegou perto dele até o final do ano letivo. Esse verão, o Abe se mudou
15 para a Califórnia e levou o Toque do Queijo junto com ele.
Só espero que ninguém comece o Toque do Queijo de novo, porque eu não preciso mais
desse tipo de estresse na minha vida.
Ilustração em preto e branco de quatro meninos correndo em pânico; um deles, à esquerda, aponta algo com a mão; balão de fala sobre o grupo com a palavra “GRITO!”.
KINNEY, Jeff. Diário de um banana: as memórias de Greg Heffley. São Paulo: V& R Edições. 2008.p. 9

Observe o fragmento a seguir.
“Só espero que ninguém comece o Toque do Queijo de novo, porque eu não preciso mais desse tipo de estresse na minha vida.” (linhas 16 e 17).
Ao reescrever a frase acima, mantendo-se o sentido original, temos:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interjeições

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 2
O texto seguinte é um fragmento de “O diário de um banana”, do autor Jeff Kinney. A personagem principal é Gregory Heffley, um menino norte-americano muito preocupado com sua popularidade na escola, onde não possui muitos amigos, com exceção de Rowley Jefferson. Greg gosta muito de jogos eletrônicos e de quadrinhos e também escreve em um diário.

Quarta-feira
01 Hoje a gente teve Educação Física, então a primeira coisa que eu fiz foi dar uma escapada
até a quadra de basquete para ver se o Queijo ainda estava lá. E lá estava ele.
Esse pedaço de queijo está lá desde a última primavera. Acho que deve ter caído do
sanduíche de alguém, ou coisa do tipo. Depois de uns dias, o Queijo começou a ficar todo
05 mofado e nojento. Ninguém jogava mais na quadra onde o Queijo estava, mesmo sendo a
única que tinha rede na cesta de basquete.
Aí, um dia, esse garoto chamado Darren Walsh encostou o dedo no Queijo, e assim
começou a coisa conhecida como o Toque do Queijo. Funciona assim: se você pega o Toque
do Queijo, fica com ele até passar para outra pessoa. O único jeito de se proteger do Toque do
10 Queijo é cruzando os dedos.
Mas não é tão fácil lembrar de cruzar os dedos toda hora do dia. Eu acabei prendendo os
meus com fita adesiva para que eles ficassem sempre cruzados. Tirei D em Caligrafia, mas
valeu muito a pena. Teve esse garoto chamado Abe Hall que pegou o Toque do Queijo em
abril e ninguém mais chegou perto dele até o final do ano letivo. Esse verão, o Abe se mudou
15 para a Califórnia e levou o Toque do Queijo junto com ele.
Só espero que ninguém comece o Toque do Queijo de novo, porque eu não preciso mais
desse tipo de estresse na minha vida.
Ilustração em preto e branco de quatro meninos correndo em pânico; um deles, à esquerda, aponta algo com a mão; balão de fala sobre o grupo com a palavra “GRITO!”.
KINNEY, Jeff. Diário de um banana: as memórias de Greg Heffley. São Paulo: V& R Edições. 2008.p. 9

De acordo com o contexto, a palavra “GRITO!”, apresentada na ilustração ao final do texto, pode ser substituída, sem alteração de sentido, exceto por:
Reprodução menor da ilustração do Texto 2: quatro meninos correndo em pânico, com balão de fala contendo a palavra “GRITO!”.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Uso dos Porquês

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 3
O texto seguinte é um fragmento do livro “Extraordinário”, de R. J. Palacio. A personagem principal é August, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma deformidade facial. Por causa disso, teve que fazer diversas cirurgias. O fragmento a seguir é narrado pelo próprio August.

O toque do queijo
01 Não muito tempo atrás, percebi que, embora as pessoas estivessem se acostumando
comigo, ninguém encostava em mim. Demorei um pouco para notar porque os alunos
não ficam encostando uns nos outros o tempo todo mesmo. Porém, na última quinta-
feira, na aula de dança, a Sra. Atanabi, a professora, tentou fazer com que Ximena Chin
05 dançasse comigo. Olha, eu nunca tinha visto alguém ter um “ataque de pânico” de
verdade antes, mas já tinha ouvido falar, e tenho quase certeza de que foi isso que
Ximena teve. Ela ficou muito nervosa, pálida e começou a suar, depois deu uma desculpa
esfarrapada sobre precisar muito ir ao banheiro. De todo modo, a Sra. Atanabi salvou a
pele dela, porque acabou não fazendo ninguém dançar junto.
10 Ontem, na eletiva de ciências, estávamos fazendo uma tarefa muito legal usando pós
desconhecidos e classificando as substâncias como ácidas ou básicas. A gente tinha que
esquentar os pós desconhecidos em uma chapa calefatora e fazer anotações, então todos
os alunos estavam reunidos ali em volta, cada um com seu caderno. São oito alunos na
turma: sete estavam espremidos de um lado da chapa, enquanto o outro – eu – tinha
15 muito espaço do outro lado. É claro que eu percebi, mas torci para que a Sra. Rubin não
notasse, porque não queria que ela dissesse nada. Mas é claro que ela também notou, e é
claro que falou alguma coisa.
– Pessoal, tem muito espaço do outro lado. Tristan, Nino, passem para lá – ordenou.
20 Então o Tristan e o Nino vieram para o meu lado. Os dois são sempre “legais”
comigo. Quero deixar isso claro. Não superlegais, de andarem sempre comigo, mas
legais: eles me cumprimentaram e conversamos de um jeito normal. E não fizeram careta
quando a Sra. Rubin os mandou ir para perto de mim, algo que muitas crianças fazem
25 quando acham que não estou olhando. De todo modo, tudo estava indo bem até que o pó
misterioso do Tristan começou a derreter. Ele tirou a lâmina da chapa no mesmo
momento em que o pó começou a derreter. Aí fui tirar a minha lâmina também, e minha
mão esbarrou na dele sem querer, por uma fração de segundo. Tristan afastou a mão tão
30 depressa que derrubou sua lâmina no chão e, ao mesmo tempo, fez todas as outras
caírem da chapa calefatora.
– Tristan! – gritou a Sra. Rubin, mas ele nem se importou de ter derrubado o pó e
arruinado toda a experiência; estava mais preocupado em ir à pia do laboratório lavar as
35 mãos o mais rápido possível.
Foi quando tive certeza de que lá na escola havia um mito sobre encostar em mim.
Acho que é como o Toque do Queijo, do livro Diário de um banana. As crianças
tinham medo de encostar em uma fatia de queijo mofado na quadra de basquete. Na
minha escola, eu sou o queijo mofado.
Texto adaptado. PALACIO, R.J. Extraordinário. Rio de Janeiro: Instrínseca, 2013. p. 78-79

Em “[...] mas torci para que a Sra. Rubin não notasse, porque não queria que ela dissesse nada.” (linhas 15 e 16), o vocábulo destacado está escrito corretamente, pois:
Enunciado impresso da questão 11: “[...] mas torci para que a Sra. Rubin não notasse, porque não queria que ela dissesse nada.” (linhas 15 e 16), com o vocábulo “porque” em negrito e sublinhado.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Foco Narrativo — Tipos de Narrador

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 3
O texto seguinte é um fragmento do livro “Extraordinário”, de R. J. Palacio. A personagem principal é August, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma deformidade facial. Por causa disso, teve que fazer diversas cirurgias. O fragmento a seguir é narrado pelo próprio August.

O toque do queijo
01 Não muito tempo atrás, percebi que, embora as pessoas estivessem se acostumando
comigo, ninguém encostava em mim. Demorei um pouco para notar porque os alunos
não ficam encostando uns nos outros o tempo todo mesmo. Porém, na última quinta-
feira, na aula de dança, a Sra. Atanabi, a professora, tentou fazer com que Ximena Chin
05 dançasse comigo. Olha, eu nunca tinha visto alguém ter um “ataque de pânico” de
verdade antes, mas já tinha ouvido falar, e tenho quase certeza de que foi isso que
Ximena teve. Ela ficou muito nervosa, pálida e começou a suar, depois deu uma desculpa
esfarrapada sobre precisar muito ir ao banheiro. De todo modo, a Sra. Atanabi salvou a
pele dela, porque acabou não fazendo ninguém dançar junto.
10 Ontem, na eletiva de ciências, estávamos fazendo uma tarefa muito legal usando pós
desconhecidos e classificando as substâncias como ácidas ou básicas. A gente tinha que
esquentar os pós desconhecidos em uma chapa calefatora e fazer anotações, então todos
os alunos estavam reunidos ali em volta, cada um com seu caderno. São oito alunos na
turma: sete estavam espremidos de um lado da chapa, enquanto o outro – eu – tinha
15 muito espaço do outro lado. É claro que eu percebi, mas torci para que a Sra. Rubin não
notasse, porque não queria que ela dissesse nada. Mas é claro que ela também notou, e é
claro que falou alguma coisa.
– Pessoal, tem muito espaço do outro lado. Tristan, Nino, passem para lá – ordenou.
20 Então o Tristan e o Nino vieram para o meu lado. Os dois são sempre “legais”
comigo. Quero deixar isso claro. Não superlegais, de andarem sempre comigo, mas
legais: eles me cumprimentaram e conversamos de um jeito normal. E não fizeram careta
quando a Sra. Rubin os mandou ir para perto de mim, algo que muitas crianças fazem
25 quando acham que não estou olhando. De todo modo, tudo estava indo bem até que o pó
misterioso do Tristan começou a derreter. Ele tirou a lâmina da chapa no mesmo
momento em que o pó começou a derreter. Aí fui tirar a minha lâmina também, e minha
mão esbarrou na dele sem querer, por uma fração de segundo. Tristan afastou a mão tão
30 depressa que derrubou sua lâmina no chão e, ao mesmo tempo, fez todas as outras
caírem da chapa calefatora.
– Tristan! – gritou a Sra. Rubin, mas ele nem se importou de ter derrubado o pó e
arruinado toda a experiência; estava mais preocupado em ir à pia do laboratório lavar as
35 mãos o mais rápido possível.
Foi quando tive certeza de que lá na escola havia um mito sobre encostar em mim.
Acho que é como o Toque do Queijo, do livro Diário de um banana. As crianças
tinham medo de encostar em uma fatia de queijo mofado na quadra de basquete. Na
minha escola, eu sou o queijo mofado.
Texto adaptado. PALACIO, R.J. Extraordinário. Rio de Janeiro: Instrínseca, 2013. p. 78-79

A respeito do narrador do texto, pode-se afirmar que:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O narrador é o próprio August, personagem e protagonista (1ª pessoa).

O fragmento é narrado em primeira pessoa ("percebi", "minha mão"), como diz o enunciado. O narrador é August, que participa dos fatos e é o protagonista da história.

Análise das alternativas

B) O narrador demonstra forte envolvimento emocional e subjetividade. C) Ele participa da ação. D) Descreve o narrador onisciente em 3ª pessoa, que não é o caso. E) Ele interage com as demais personagens.

Referência: Foco narrativo: narrador-personagem (protagonista).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 3
O texto seguinte é um fragmento do livro “Extraordinário”, de R. J. Palacio. A personagem principal é August, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma deformidade facial. Por causa disso, teve que fazer diversas cirurgias. O fragmento a seguir é narrado pelo próprio August.

O toque do queijo
01 Não muito tempo atrás, percebi que, embora as pessoas estivessem se acostumando
comigo, ninguém encostava em mim. Demorei um pouco para notar porque os alunos
não ficam encostando uns nos outros o tempo todo mesmo. Porém, na última quinta-
feira, na aula de dança, a Sra. Atanabi, a professora, tentou fazer com que Ximena Chin
05 dançasse comigo. Olha, eu nunca tinha visto alguém ter um “ataque de pânico” de
verdade antes, mas já tinha ouvido falar, e tenho quase certeza de que foi isso que
Ximena teve. Ela ficou muito nervosa, pálida e começou a suar, depois deu uma desculpa
esfarrapada sobre precisar muito ir ao banheiro. De todo modo, a Sra. Atanabi salvou a
pele dela, porque acabou não fazendo ninguém dançar junto.
10 Ontem, na eletiva de ciências, estávamos fazendo uma tarefa muito legal usando pós
desconhecidos e classificando as substâncias como ácidas ou básicas. A gente tinha que
esquentar os pós desconhecidos em uma chapa calefatora e fazer anotações, então todos
os alunos estavam reunidos ali em volta, cada um com seu caderno. São oito alunos na
turma: sete estavam espremidos de um lado da chapa, enquanto o outro – eu – tinha
15 muito espaço do outro lado. É claro que eu percebi, mas torci para que a Sra. Rubin não
notasse, porque não queria que ela dissesse nada. Mas é claro que ela também notou, e é
claro que falou alguma coisa.
– Pessoal, tem muito espaço do outro lado. Tristan, Nino, passem para lá – ordenou.
20 Então o Tristan e o Nino vieram para o meu lado. Os dois são sempre “legais”
comigo. Quero deixar isso claro. Não superlegais, de andarem sempre comigo, mas
legais: eles me cumprimentaram e conversamos de um jeito normal. E não fizeram careta
quando a Sra. Rubin os mandou ir para perto de mim, algo que muitas crianças fazem
25 quando acham que não estou olhando. De todo modo, tudo estava indo bem até que o pó
misterioso do Tristan começou a derreter. Ele tirou a lâmina da chapa no mesmo
momento em que o pó começou a derreter. Aí fui tirar a minha lâmina também, e minha
mão esbarrou na dele sem querer, por uma fração de segundo. Tristan afastou a mão tão
30 depressa que derrubou sua lâmina no chão e, ao mesmo tempo, fez todas as outras
caírem da chapa calefatora.
– Tristan! – gritou a Sra. Rubin, mas ele nem se importou de ter derrubado o pó e
arruinado toda a experiência; estava mais preocupado em ir à pia do laboratório lavar as
35 mãos o mais rápido possível.
Foi quando tive certeza de que lá na escola havia um mito sobre encostar em mim.
Acho que é como o Toque do Queijo, do livro Diário de um banana. As crianças
tinham medo de encostar em uma fatia de queijo mofado na quadra de basquete. Na
minha escola, eu sou o queijo mofado.
Texto adaptado. PALACIO, R.J. Extraordinário. Rio de Janeiro: Instrínseca, 2013. p. 78-79

De acordo com o texto, August tem como evidente característica ou marca de personalidade ser:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

August percebe tudo ao redor, o que o caracteriza como observador.

O narrador nota que ninguém o toca, percebe o espaço vazio na chapa, a reação de Ximena e o afastamento brusco de Tristan. A atenção aos detalhes e aos comportamentos dos outros revela sua marca de personalidade: ser observador.

Análise das alternativas

B) Desajeitado não aparece no texto, pois o esbarrão foi sem querer e não é traço dele. C), D) e E) Não há retraimento ou antissocialidade, já que ele conversa normalmente com os colegas. O isolamento é causado pelos outros.

Referência: Interpretação de texto: caracterização de personagem.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação — Uso das Aspas

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 3
O texto seguinte é um fragmento do livro “Extraordinário”, de R. J. Palacio. A personagem principal é August, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma deformidade facial. Por causa disso, teve que fazer diversas cirurgias. O fragmento a seguir é narrado pelo próprio August.

O toque do queijo
01 Não muito tempo atrás, percebi que, embora as pessoas estivessem se acostumando
comigo, ninguém encostava em mim. Demorei um pouco para notar porque os alunos
não ficam encostando uns nos outros o tempo todo mesmo. Porém, na última quinta-
feira, na aula de dança, a Sra. Atanabi, a professora, tentou fazer com que Ximena Chin
05 dançasse comigo. Olha, eu nunca tinha visto alguém ter um “ataque de pânico” de
verdade antes, mas já tinha ouvido falar, e tenho quase certeza de que foi isso que
Ximena teve. Ela ficou muito nervosa, pálida e começou a suar, depois deu uma desculpa
esfarrapada sobre precisar muito ir ao banheiro. De todo modo, a Sra. Atanabi salvou a
pele dela, porque acabou não fazendo ninguém dançar junto.
10 Ontem, na eletiva de ciências, estávamos fazendo uma tarefa muito legal usando pós
desconhecidos e classificando as substâncias como ácidas ou básicas. A gente tinha que
esquentar os pós desconhecidos em uma chapa calefatora e fazer anotações, então todos
os alunos estavam reunidos ali em volta, cada um com seu caderno. São oito alunos na
turma: sete estavam espremidos de um lado da chapa, enquanto o outro – eu – tinha
15 muito espaço do outro lado. É claro que eu percebi, mas torci para que a Sra. Rubin não
notasse, porque não queria que ela dissesse nada. Mas é claro que ela também notou, e é
claro que falou alguma coisa.
– Pessoal, tem muito espaço do outro lado. Tristan, Nino, passem para lá – ordenou.
20 Então o Tristan e o Nino vieram para o meu lado. Os dois são sempre “legais”
comigo. Quero deixar isso claro. Não superlegais, de andarem sempre comigo, mas
legais: eles me cumprimentaram e conversamos de um jeito normal. E não fizeram careta
quando a Sra. Rubin os mandou ir para perto de mim, algo que muitas crianças fazem
25 quando acham que não estou olhando. De todo modo, tudo estava indo bem até que o pó
misterioso do Tristan começou a derreter. Ele tirou a lâmina da chapa no mesmo
momento em que o pó começou a derreter. Aí fui tirar a minha lâmina também, e minha
mão esbarrou na dele sem querer, por uma fração de segundo. Tristan afastou a mão tão
30 depressa que derrubou sua lâmina no chão e, ao mesmo tempo, fez todas as outras
caírem da chapa calefatora.
– Tristan! – gritou a Sra. Rubin, mas ele nem se importou de ter derrubado o pó e
arruinado toda a experiência; estava mais preocupado em ir à pia do laboratório lavar as
35 mãos o mais rápido possível.
Foi quando tive certeza de que lá na escola havia um mito sobre encostar em mim.
Acho que é como o Toque do Queijo, do livro Diário de um banana. As crianças
tinham medo de encostar em uma fatia de queijo mofado na quadra de basquete. Na
minha escola, eu sou o queijo mofado.
Texto adaptado. PALACIO, R.J. Extraordinário. Rio de Janeiro: Instrínseca, 2013. p. 78-79

O uso do sinal de aspas em “ataque de pânico” (linha 5) e “legais” (linha 20) tem por objetivo:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

As aspas em "ataque de pânico" e "legais" expressam ironia sobre atitudes discriminatórias.

August usa as aspas para sinalizar que o sentido literal não vale. Ximena teve um suposto "ataque de pânico" só por ter de dançar com ele. Tristan e Nino são "legais", mas recuam ao esbarrar nele. As aspas apontam, com ironia, o preconceito das personagens.

Análise das alternativas

A) Não há estrangeirismos nessas expressões. C) As aspas não citam opiniões alheias, e sim a ironia do narrador. D) As palavras não estão fora do uso habitual, mas sim com sentido irônico. E) Não há indício de desconhecimento de vocabulário.

Referência: Pontuação: aspas com valor irônico ou expressivo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Flexão de Número — Verbos e Pronomes

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 4
Tirinha em três quadrinhos. 1º: uma menina de óculos diz “Ele riu de mim só porque uso óculos!”. 2º: um menino diz “De mim por causa das orelhas!” e outro diz “E de mim porque não sei jogar bola!”. 3º: a menina diz “Espero que um dia ele supere isso...”, ao lado dos dois meninos.
Disponível em: http://psicoescolarcvel.blogspot.com.br/2014/06/um-fenomeno-escolar-chamado-bullying.html. Acesso em 19 Jul 2016.

Ao passar para o plural a frase contida no 1º quadrinho, mantendo-se os tempos e modos verbais, tem-se:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Significação das Palavras — Sinonímia

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 4
Tirinha em três quadrinhos. 1º: uma menina de óculos diz “Ele riu de mim só porque uso óculos!”. 2º: um menino diz “De mim por causa das orelhas!” e outro diz “E de mim porque não sei jogar bola!”. 3º: a menina diz “Espero que um dia ele supere isso...”, ao lado dos dois meninos.
Disponível em: http://psicoescolarcvel.blogspot.com.br/2014/06/um-fenomeno-escolar-chamado-bullying.html. Acesso em 19 Jul 2016.

Dentro do contexto em que está inserido, o verbo superar (3º quadrinho) pode ser substituído por vários sinônimos, exceto por:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Coesão Referencial

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 4
Tirinha em três quadrinhos. 1º: uma menina de óculos diz “Ele riu de mim só porque uso óculos!”. 2º: um menino diz “De mim por causa das orelhas!” e outro diz “E de mim porque não sei jogar bola!”. 3º: a menina diz “Espero que um dia ele supere isso...”, ao lado dos dois meninos.
Disponível em: http://psicoescolarcvel.blogspot.com.br/2014/06/um-fenomeno-escolar-chamado-bullying.html. Acesso em 19 Jul 2016.

Em “Espero que um dia ele supere isso...”, o termo grifado refere-se à(s) (ao):
Enunciado impresso da questão 17: “Espero que um dia ele supere isso...”, com o termo “isso” em negrito e sublinhado.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 5
Tirinha de Calvin em quatro quadrinhos. 1º: um menino maior diz a Calvin “Ei, fracote!! Me dá 25 centavos.”. 2º: Calvin responde “O Quê?! Por que eu deveria dar o meu dinheiro?”. 3º: o menino maior diz “É pra campanha ‘Vou deixar o Calvin viver até o fim do ano’.” e Calvin diz “Parece ser por uma boa causa.”. 4º: Calvin, sozinho, diz “O lema dele é ‘Doe, senão dói’.”
Disponível em http://procob.blogspot.com.br/2010/10/tirinhas.html Acesso em 20 Jul 2016.

“É pra campanha ‘Vou deixar o Calvin viver até o fim do ano’.” (3º quadrinho).
Essa fala expressa:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Conjunções — Valor Semântico

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 5
Tirinha de Calvin em quatro quadrinhos. 1º: um menino maior diz a Calvin “Ei, fracote!! Me dá 25 centavos.”. 2º: Calvin responde “O Quê?! Por que eu deveria dar o meu dinheiro?”. 3º: o menino maior diz “É pra campanha ‘Vou deixar o Calvin viver até o fim do ano’.” e Calvin diz “Parece ser por uma boa causa.”. 4º: Calvin, sozinho, diz “O lema dele é ‘Doe, senão dói’.”
Disponível em http://procob.blogspot.com.br/2010/10/tirinhas.html Acesso em 20 Jul 2016.

Em “O lema dele é “Doe, senão dói” (4º quadrinho), o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por:
Enunciado impresso da questão 19: “O lema dele é “Doe, senão dói” (4º quadrinho), com o termo “senão” em negrito e sublinhado.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Curitiba 2016 Fundamental

Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 5
Tirinha de Calvin em quatro quadrinhos. 1º: um menino maior diz a Calvin “Ei, fracote!! Me dá 25 centavos.”. 2º: Calvin responde “O Quê?! Por que eu deveria dar o meu dinheiro?”. 3º: o menino maior diz “É pra campanha ‘Vou deixar o Calvin viver até o fim do ano’.” e Calvin diz “Parece ser por uma boa causa.”. 4º: Calvin, sozinho, diz “O lema dele é ‘Doe, senão dói’.”
Disponível em http://procob.blogspot.com.br/2010/10/tirinhas.html Acesso em 20 Jul 2016.

Em “O lema dele é ‘Doe, senão dói.’” (4º quadrinho), pode-se afirmar que:
Selecione uma alternativa