← Voltar para a lista de provas Colégio Militar do Recife · Admissão ao 1º ano do Ensino Médio 21 questões nesta prova · página 1 de 2 · 20 com gabarito Gabarito disponível Gabarito disponível O que Aninha NÃO deve fazer, segundo o poema. 'Esta fonte é para uso de todos os sedentos' é uma metáfora: a fonte é a poesia e a sede é a necessidade de ler e de criar. Dar de beber literalmente a alguém é uma leitura literal que o poema não pede, e por isso é a exceção, alternativa A. B: o poema manda recomeçar e remover pedras. C: pede 'Recria tua vida, sempre, sempre'. D: pede para mudar a vida mesquinha. E: pede 'Toma a tua parte' e prevê que ela viverá na memória das gerações. Todas são pedidas no poema. Referência: Interpretação de texto: linguagem figurada. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Universalidade e atemporalidade do poema. O poema usa linguagem simbólica e se dirige a 'Aninha', que representa qualquer leitor. Por isso o conselho vale em qualquer tempo e para qualquer pessoa, o que o torna universal e atemporal. A alternativa D traduz isso. A: limita o poema a uma pessoa e a um tempo passado. B: a ideia de repreensão familiar é restritiva e não aparece no texto. C: a linguagem é predominantemente conotativa. E: dirige-se a alguém de forma denotativa e específica, o que contradiz o caráter simbólico. Referência: Gêneros textuais: poema; denotação e conotação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Interpretação que NÃO é coerente com o poema. O poema manda não se deixar destruir e, em vez disso, juntar novas pedras e construir novos poemas. Portanto, juntar novas pedras é a reação contra a destruição, não uma causa dela. A alternativa A inverte esse sentido e é a exceção pedida. B: reconstruir-se exige recriar a vida, como pede o poema. C: transformar a vida em poema a faz viver na memória das gerações. D: a fonte é para todos, e o poema pede que não se impeça o uso. E: a vida mesquinha se transforma ao virar poesia. Todas são coerentes. Referência: Interpretação de texto poético. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Comparar os textos II e III sobre Cora Coralina. O texto III diz que Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, que é Cora Coralina, escrevia poemas desde 1903 e publicou o conto 'Tragédia na Roça' em 1910. Ela se dedicou, portanto, a dois gêneros, poesia e conto, desde cedo. A alternativa B é a correta. A: Aninha, personagem do poema, não é necessariamente a autora. C: a notoriedade veio por causa de sua obra literária, e Drummond elogiou os poemas. D: o texto II é um poema, não uma biografia. E: o nome adotado foi o pseudônimo Cora Coralina, não o de batismo. Referência: Intertextualidade e comparação entre textos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Avaliar três comentários sobre coesão e manutenção temática. I está correta: 'elas' e a elipse do sujeito mantêm o tópico 'mulheres'. II está correta: 'igual para igual' compara os maracatus de mulheres e de homens e reforça a continuidade do tema. III está correta: o trecho trata de fatos associados ao grupo, como livro, curtas e maracatus, e mantém o tema só indiretamente. Os três comentários procedem. B, C e D excluem algum comentário correto. E diz que os três são falsos, o que contradiz a análise de I, II e III. Referência: Coesão e progressão temática. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Regência nominal: nome que exige complemento com preposição. Em 'produção de adereços', o substantivo 'produção' é o termo regente e exige complemento com a preposição 'de', que é 'adereços'. O gabarito oficial aponta a alternativa A como o caso de regência nominal. B e C são relações de especificação entre substantivos e não foram o foco da questão, segundo o gabarito. D traz 'Patrimônio material', mas o texto diz 'Patrimônio Imaterial do Brasil'. E é uma locução com oração final, 'para brilhar', sem relação de regência nominal. Referência: Regência nominal e complemento nominal. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Pronome colocado no início do verso (próclise coloquial). Em 'Se encaixar na sua?', o pronome 'se' abre o verso e o período, o que a norma-padrão evita, mas é comum na fala coloquial. Isso confirma o registro informal da letra, e a alternativa C é a correta. A: 'me' aparece depois de 'pra', então não está no início do verso. B: o verso não tem pronome oblíquo, só o pronome reto 'eu'. D: 'Se' é conjunção, não pronome. E: 'Quando é pra acontecer' não tem pronome oblíquo. Referência: Colocação pronominal; registro coloquial. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Fato seguido de sua finalidade. Em 'Se eu não parasse bem na hora do almoço / Pra cortar o cabelo', o fato é parar na hora do almoço e a finalidade é cortar o cabelo, introduzida por 'pra'. Por isso a alternativa C está certa. A e B trazem condição e circunstância, sem finalidade. D opõe duas ideias, com 'mas'. E também traz oposição, entre o acontecimento e a força dele. Referência: Orações adverbiais finais e condicionais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Reconhecer oração adverbial reduzida de infinitivo. Em 'Era pra ser agora', a expressão 'pra ser agora' tem verbo no infinitivo e funciona como oração adverbial reduzida, com valor final, ligada a 'Era'. Assim o gabarito é E. A: oração desenvolvida, introduzida por 'se' (conjunção condicional). B: oração com interjeição e verbo no indicativo. C: oração substantiva desenvolvida, com verbo no subjuntivo. D: oração principal com verbo no indicativo. Nenhuma tem verbo no infinitivo com valor adverbial. Referência: Orações subordinadas adverbiais reduzidas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Identificar a alternativa que NÃO é causa do sucesso da letra. A letra usa linguagem coloquial e acessível, não um registro dialetal restrito ou pouco compreendido. Por isso a alternativa B não descreve a letra, e a questão pede justamente a que NÃO se aplica. Vocabulário simples, tema do encontro amoroso, coloquialismos como 'E ó que eu nem sou de rolo' e rimas fáceis são características reais da letra. A, C, D e E descrevem aspectos reais da letra: vocabulário e temática triviais, encontro amoroso com final feliz, variante coloquial e rimas fáceis com inversões. A B contradiz o texto ao dizer que o registro é dialetal e pouco compreendido. Referência: Variação linguística: registro coloquial. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Relação sintática entre os versos iniciais da música. O verso 'Se a moça do café não demorasse tanto' é uma oração condicional subordinada a 'Eu não teria te encontrado', que fica na estrofe seguinte. Ao mesmo tempo, ele é principal em relação a 'Pra me dar o troco', oração final reduzida de infinitivo. Isso é o que diz a alternativa E. A: os dois primeiros versos não fecham o período, que só se completa com 'Eu não teria te encontrado'. B: 'E ó que eu nem sou de rolo' é interjeição com oração, e não uma oração adjetiva. C: o período não termina no último verso da primeira estrofe, e sim na principal da estrofe seguinte. D: 'Pra me dar o troco' exprime finalidade, não consequência. Referência: Período composto por subordinação; orações condicionais e finais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Pronome reto como objeto e próclise por atração (advérbio de negação). Em 'Levava ele pra sala', o pronome reto 'ele' aparece como complemento verbal (objeto direto), o que não é convencional na norma-padrão, que pediria 'levava-o'. Em 'Ele não se importava', o advérbio 'não' atrai o pronome 'se' para antes do verbo, o que é próclise por atração. Só a alternativa B reúne os dois fenômenos. A: 'Quando eu tinha seis anos' não tem pronome oblíquo, e 'Não fazia caso' não traz um complemento não convencional. C: não há os dois fenômenos. D: 'Ganhei um porquinho' é uso regular, e 'Pra os lugares' não é próclise. E: falta próclise por atração em 'Queria era estar debaixo do fogão'. Referência: Colocação pronominal; emprego dos pronomes retos e oblíquos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponívelColégio Militar do Recife — Concurso de Admissão 2016/2017 — Prova de Língua Portuguesa — 1º ano do Ensino Médio
TEXTO I: Imagem captada da internet.
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(Fonte: http://fatimalp.blogspot.com.br/2013/04/regencia-verbal.html 05/11/2016)
ITEM 01. O texto acima, publicado em um blog, certamente, de uma professora de português, comenta sobre um registro bastante comum no português atual. Sobre o texto, identifique o comentário ERRADO.
TEXTO II: Aninha e suas pedras (Cora Coralina)
Não te deixes destruir…
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.
(Fonte: http://www.poesiaspoemaseversos.com.br/cora-coralina-poemas/ Acesso; 05/11/16)
ITEM 02. Aninha, segundo o texto, pode e deve fazer praticamente tudo, MENOS:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II: Aninha e suas pedras (Cora Coralina)
Não te deixes destruir…
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.
(Fonte: http://www.poesiaspoemaseversos.com.br/cora-coralina-poemas/ Acesso; 05/11/16)
ITEM 03. O texto “Aninha e suas pedras”, pelas características do gênero a que pertence, tem duas fortes orientações: ser universal e ser atemporal. Esses dois aspectos específicos deste texto residem no fato de que o poema Aninha e suas pedras:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II: Aninha e suas pedras (Cora Coralina)
Não te deixes destruir…
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.
(Fonte: http://www.poesiaspoemaseversos.com.br/cora-coralina-poemas/ Acesso; 05/11/16)
ITEM 04. É coerente depreender do texto várias interpretações, EXCETO:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II: Aninha e suas pedras (Cora Coralina)
Não te deixes destruir…
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.
(Fonte: http://www.poesiaspoemaseversos.com.br/cora-coralina-poemas/ Acesso; 05/11/16)
Texto-base:
TEXTO III: Cora Coralina (1889-1985) foi uma poetisa e contista brasileira, responsável por belos poemas. Foi elogiada por Carlos Drummond de Andrade. Cora Coralina (1889-1985) nasceu na cidade de Goiás, no dia 20 de agosto de 1889. Seu nome de batismo era Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas. Tornou-se doceira, ofício que exerceu até os últimos dias de sua vida. Famosos eram os seus doces de abóbora e figo.
Cora Coralina já escrevia poemas em 1903 e chegou a publicá-los no jornal de poemas femininos "A Rosa", em 1908. Em 1910, foi publicado o seu conto "Tragédia na Roça" no "Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás", usando o pseudônimo de Cora Coralina. Em 1911, Fugiu com o advogado divorciado Cantídio Tolentino Bretas, com quem teve seis filhos. Foi convidada a participar da Semana de Arte Moderna, mas é impedida pelo seu marido.
Já em São Paulo, em 1934, trabalhou como vendedora de livros na editora José Olímpio, onde lançou seu primeiro livro, em 1965, quando tinha 76 anos, "O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais". Em 1976, é lançado o livro "Meu Livro de Cordel" pela editora Goiana. Mas o interesse do grande público é despertado graças aos elogios do poeta Carlos Drummond de Andrade, em 1980.
Cora Coralina recebeu o título de Doutor Honoris Causa da UFG e foi eleita com o "Prêmio Juca Pato" da União Brasileira dos Escritores, como intelectual do ano de 1983. Cora Coralina faleceu em Goiânia, no dia 10 de abril de 1985.
Fonte: https://www.ebiografia.com/cora_coralina/ Acesso;05/11/2016
ITEM 05: O que podemos assegurar como VERDADEIRO na análise comparativa dos sentidos veiculados pelos textos II e III é:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO IV:
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Fonte: https://www.google.com.br/search?q=placas+de+aviso&espv=2&biw=1366&bih=662&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwil'K7Z7pHQAhVHlpAKHfGmCTAQ_AUIBigB#tbm=isch&q=an%C3%BAncios+&imgrc=rycg4u02dSMc0M%3A Acesso: 05/11/2016
ITEM 06: Da análise deste gênero multimodal anterior, está FALSA a ideia expressa na alternativa:
TEXTO V: EDITORIAL » O poder das mulheres do maracatu (Texto brevemente alterado - Publicação: 05/11/2016 3:00)
Primeiro elas se libertaram do papel de cozinheiras. Depois, ganharam as ruas com roupas coloridas e um som alegre. Desafiaram o machismo instaurado historicamente na brincadeira de maracatu rural. Hoje, estão mais empoderadas que ontem. Prontas, portanto, para receberem a homenagem merecida. Doze anos depois de lançado, o Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno, o único do Brasil formado apenas por mulheres, será agraciado com a Ordem do Mérito Cultural (OMC), considerada a condecoração mais importante da cultura brasileira e ofertada pelo Ministério da Cultura (MinC).
O evento acontece no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta segunda-feira. Eliane Rodrigues, idealizadora e coordenadora do maracatu, embarca sozinha para representar 72 mulheres, a maioria de Nazaré da Mata, conhecida como a Capital do Maracatu. O grupo é diverso (...).
Até os anos de 1990, somente os homens podiam brincar no maracatu, explica Eliane Rodrigues. Às mulheres, cabia apenas o papel de cozinhar para eles. Tabu quebrado, as participantes passaram de coadjuvantes a protagonistas. No carnaval, reinam de igual para igual com os maracatus formados por homens. Nas apresentações, tornam-se poderosas em qualquer idade. O Coração Nazareno tem participantes de oito a oitenta anos de idade. Se não preservamos a cultura, perdemos aos poucos nossa história. Primordial, portanto, passar essa informação valiosa para as crianças.
A importância da agremiação já foi contada no livro A mulher no maracatu rural, da historiadora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Tamar Thalez, e em curtas, produzidos, inclusive, por estrangeiros em visita ao estado. Hoje, calcula-se 23 maracatus em Nazaré da Mata, sendo que 19 deles estão em maior evidência.
O grupo foi formado em 8 de março de 2004, no Dia Internacional da Mulher, pelas integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam). Hoje, tem dois CD's, além de prêmios, como o Cultura Popular nas Ondas do Rádio e o Prêmio Culturas Populares - 100 Anos Mazzaropi, do Ministério da Cultura. Além de trabalhar o protagonismo feminino na dança, a Amunam investe na economia criativa, através do Ponto de Cultura Engenhos dos Maracatus. Lá, são ofertadas às mulheres e suas famílias oficinas de artesanato voltadas para a produção de adereços de maracatus. Patrimônio Imaterial do Brasil, o maracatu rural deixa Pernambuco por um dia para brilhar e fazer brilhar os olhos dos habitantes de Brasília.
Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/opiniao/46,97,43,74/2016/11/05/interna_opiniao,157335/o-poder-das-mulheres-do-maracatu.shtml Acesso: 05/11/2016
Leia estes três conjuntos de trechos do texto e apreciações interpretativas e metalinguísticas, depois responda à questão a seguir.
I. Primeiro elas se libertaram do papel de cozinheiras. Depois, ganharam as ruas com roupas coloridas e um som alegre. Desafiaram o machismo instaurado historicamente na brincadeira de maracatu rural. Hoje, estão mais empoderadas que ontem.
(Neste fragmento, o pronome “elas” e o emprego da elipse foram recursos eficientes para manter o tópico “mulheres” nos períodos.)
II. Até os anos de 1990, somente os homens podiam brincar no maracatu, explica Eliane Rodrigues. Às mulheres, cabia apenas o papel de cozinhar para eles. Tabu quebrado, as participantes passaram de coadjuvantes a protagonistas. No carnaval, reinam de igual para igual com os maracatus formados por homens.
(Neste trecho, o recurso semântico da comparação foi empregado para dar destaque à manutenção temática).
III. A importância da agremiação já foi contada no livro A mulher no maracatu rural, da historiadora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Tamar Thalez, e em curtas, produzidos, inclusive, por estrangeiros em visita ao estado. Hoje, calcula-se 23 maracatus em Nazaré da Mata, sendo que 19 deles estão em maior evidência. (Neste trecho, a temática das empoderadas foi mantida indiretamente, uma vez que se deu ênfase a fatos associados, não a elas necessariamente)
ITEM 07: Agora marque o item que representa a(s) apreciação(ões) CORRETA(s).Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO V: EDITORIAL » O poder das mulheres do maracatu (Texto brevemente alterado - Publicação: 05/11/2016 3:00)
Primeiro elas se libertaram do papel de cozinheiras. Depois, ganharam as ruas com roupas coloridas e um som alegre. Desafiaram o machismo instaurado historicamente na brincadeira de maracatu rural. Hoje, estão mais empoderadas que ontem. Prontas, portanto, para receberem a homenagem merecida. Doze anos depois de lançado, o Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno, o único do Brasil formado apenas por mulheres, será agraciado com a Ordem do Mérito Cultural (OMC), considerada a condecoração mais importante da cultura brasileira e ofertada pelo Ministério da Cultura (MinC).
O evento acontece no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta segunda-feira. Eliane Rodrigues, idealizadora e coordenadora do maracatu, embarca sozinha para representar 72 mulheres, a maioria de Nazaré da Mata, conhecida como a Capital do Maracatu. O grupo é diverso (...).
Até os anos de 1990, somente os homens podiam brincar no maracatu, explica Eliane Rodrigues. Às mulheres, cabia apenas o papel de cozinhar para eles. Tabu quebrado, as participantes passaram de coadjuvantes a protagonistas. No carnaval, reinam de igual para igual com os maracatus formados por homens. Nas apresentações, tornam-se poderosas em qualquer idade. O Coração Nazareno tem participantes de oito a oitenta anos de idade. Se não preservamos a cultura, perdemos aos poucos nossa história. Primordial, portanto, passar essa informação valiosa para as crianças.
A importância da agremiação já foi contada no livro A mulher no maracatu rural, da historiadora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Tamar Thalez, e em curtas, produzidos, inclusive, por estrangeiros em visita ao estado. Hoje, calcula-se 23 maracatus em Nazaré da Mata, sendo que 19 deles estão em maior evidência.
O grupo foi formado em 8 de março de 2004, no Dia Internacional da Mulher, pelas integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam). Hoje, tem dois CD's, além de prêmios, como o Cultura Popular nas Ondas do Rádio e o Prêmio Culturas Populares - 100 Anos Mazzaropi, do Ministério da Cultura. Além de trabalhar o protagonismo feminino na dança, a Amunam investe na economia criativa, através do Ponto de Cultura Engenhos dos Maracatus. Lá, são ofertadas às mulheres e suas famílias oficinas de artesanato voltadas para a produção de adereços de maracatus. Patrimônio Imaterial do Brasil, o maracatu rural deixa Pernambuco por um dia para brilhar e fazer brilhar os olhos dos habitantes de Brasília.
Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/opiniao/46,97,43,74/2016/11/05/interna_opiniao,157335/o-poder-das-mulheres-do-maracatu.shtml Acesso: 05/11/2016
ITEM 08: Ao ler este último período do texto, constatamos as relações de dependência entre os termos que o constituem:
“Lá, são ofertadas às mulheres e suas famílias oficinas de artesanato voltadas para a produção de adereços de maracatus. Patrimônio Imaterial do Brasil, o maracatu rural deixa Pernambuco por um dia para brilhar e fazer brilhar os olhos dos habitantes de Brasília.”
Vemos um caso de regência nominal em:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO V: EDITORIAL » O poder das mulheres do maracatu (Texto brevemente alterado - Publicação: 05/11/2016 3:00)
Primeiro elas se libertaram do papel de cozinheiras. Depois, ganharam as ruas com roupas coloridas e um som alegre. Desafiaram o machismo instaurado historicamente na brincadeira de maracatu rural. Hoje, estão mais empoderadas que ontem. Prontas, portanto, para receberem a homenagem merecida. Doze anos depois de lançado, o Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno, o único do Brasil formado apenas por mulheres, será agraciado com a Ordem do Mérito Cultural (OMC), considerada a condecoração mais importante da cultura brasileira e ofertada pelo Ministério da Cultura (MinC).
O evento acontece no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta segunda-feira. Eliane Rodrigues, idealizadora e coordenadora do maracatu, embarca sozinha para representar 72 mulheres, a maioria de Nazaré da Mata, conhecida como a Capital do Maracatu. O grupo é diverso (...).
Até os anos de 1990, somente os homens podiam brincar no maracatu, explica Eliane Rodrigues. Às mulheres, cabia apenas o papel de cozinhar para eles. Tabu quebrado, as participantes passaram de coadjuvantes a protagonistas. No carnaval, reinam de igual para igual com os maracatus formados por homens. Nas apresentações, tornam-se poderosas em qualquer idade. O Coração Nazareno tem participantes de oito a oitenta anos de idade. Se não preservamos a cultura, perdemos aos poucos nossa história. Primordial, portanto, passar essa informação valiosa para as crianças.
A importância da agremiação já foi contada no livro A mulher no maracatu rural, da historiadora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Tamar Thalez, e em curtas, produzidos, inclusive, por estrangeiros em visita ao estado. Hoje, calcula-se 23 maracatus em Nazaré da Mata, sendo que 19 deles estão em maior evidência.
O grupo foi formado em 8 de março de 2004, no Dia Internacional da Mulher, pelas integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam). Hoje, tem dois CD's, além de prêmios, como o Cultura Popular nas Ondas do Rádio e o Prêmio Culturas Populares - 100 Anos Mazzaropi, do Ministério da Cultura. Além de trabalhar o protagonismo feminino na dança, a Amunam investe na economia criativa, através do Ponto de Cultura Engenhos dos Maracatus. Lá, são ofertadas às mulheres e suas famílias oficinas de artesanato voltadas para a produção de adereços de maracatus. Patrimônio Imaterial do Brasil, o maracatu rural deixa Pernambuco por um dia para brilhar e fazer brilhar os olhos dos habitantes de Brasília.
Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/opiniao/46,97,43,74/2016/11/05/interna_opiniao,157335/o-poder-das-mulheres-do-maracatu.shtml Acesso: 05/11/2016
Do seguinte fragmento extraído do 3º parágrafo, em relação ao texto:
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ITEM 09. Mantendo a concordância modo-temporal, o sintagma destacado pode ser substituído por outra expressão sem alterar significativamente o valor semântico contextual. Qual?
TEXTO V: EDITORIAL » O poder das mulheres do maracatu (Texto brevemente alterado - Publicação: 05/11/2016 3:00)
Primeiro elas se libertaram do papel de cozinheiras. Depois, ganharam as ruas com roupas coloridas e um som alegre. Desafiaram o machismo instaurado historicamente na brincadeira de maracatu rural. Hoje, estão mais empoderadas que ontem. Prontas, portanto, para receberem a homenagem merecida. Doze anos depois de lançado, o Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno, o único do Brasil formado apenas por mulheres, será agraciado com a Ordem do Mérito Cultural (OMC), considerada a condecoração mais importante da cultura brasileira e ofertada pelo Ministério da Cultura (MinC).
O evento acontece no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta segunda-feira. Eliane Rodrigues, idealizadora e coordenadora do maracatu, embarca sozinha para representar 72 mulheres, a maioria de Nazaré da Mata, conhecida como a Capital do Maracatu. O grupo é diverso (...).
Até os anos de 1990, somente os homens podiam brincar no maracatu, explica Eliane Rodrigues. Às mulheres, cabia apenas o papel de cozinhar para eles. Tabu quebrado, as participantes passaram de coadjuvantes a protagonistas. No carnaval, reinam de igual para igual com os maracatus formados por homens. Nas apresentações, tornam-se poderosas em qualquer idade. O Coração Nazareno tem participantes de oito a oitenta anos de idade. Se não preservamos a cultura, perdemos aos poucos nossa história. Primordial, portanto, passar essa informação valiosa para as crianças.
A importância da agremiação já foi contada no livro A mulher no maracatu rural, da historiadora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Tamar Thalez, e em curtas, produzidos, inclusive, por estrangeiros em visita ao estado. Hoje, calcula-se 23 maracatus em Nazaré da Mata, sendo que 19 deles estão em maior evidência.
O grupo foi formado em 8 de março de 2004, no Dia Internacional da Mulher, pelas integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam). Hoje, tem dois CD's, além de prêmios, como o Cultura Popular nas Ondas do Rádio e o Prêmio Culturas Populares - 100 Anos Mazzaropi, do Ministério da Cultura. Além de trabalhar o protagonismo feminino na dança, a Amunam investe na economia criativa, através do Ponto de Cultura Engenhos dos Maracatus. Lá, são ofertadas às mulheres e suas famílias oficinas de artesanato voltadas para a produção de adereços de maracatus. Patrimônio Imaterial do Brasil, o maracatu rural deixa Pernambuco por um dia para brilhar e fazer brilhar os olhos dos habitantes de Brasília.
Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/opiniao/46,97,43,74/2016/11/05/interna_opiniao,157335/o-poder-das-mulheres-do-maracatu.shtml Acesso: 05/11/2016
Releia todo o primeiro parágrafo do editorial, atentando para a função discursiva das palavras sublinhadas:
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ITEM 10. As palavras sublinhadas operam a união de ideias e emitem valor semântico, respectivo de:
TEXTO V: EDITORIAL » O poder das mulheres do maracatu (Texto brevemente alterado - Publicação: 05/11/2016 3:00)
Primeiro elas se libertaram do papel de cozinheiras. Depois, ganharam as ruas com roupas coloridas e um som alegre. Desafiaram o machismo instaurado historicamente na brincadeira de maracatu rural. Hoje, estão mais empoderadas que ontem. Prontas, portanto, para receberem a homenagem merecida. Doze anos depois de lançado, o Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno, o único do Brasil formado apenas por mulheres, será agraciado com a Ordem do Mérito Cultural (OMC), considerada a condecoração mais importante da cultura brasileira e ofertada pelo Ministério da Cultura (MinC).
O evento acontece no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta segunda-feira. Eliane Rodrigues, idealizadora e coordenadora do maracatu, embarca sozinha para representar 72 mulheres, a maioria de Nazaré da Mata, conhecida como a Capital do Maracatu. O grupo é diverso (...).
Até os anos de 1990, somente os homens podiam brincar no maracatu, explica Eliane Rodrigues. Às mulheres, cabia apenas o papel de cozinhar para eles. Tabu quebrado, as participantes passaram de coadjuvantes a protagonistas. No carnaval, reinam de igual para igual com os maracatus formados por homens. Nas apresentações, tornam-se poderosas em qualquer idade. O Coração Nazareno tem participantes de oito a oitenta anos de idade. Se não preservamos a cultura, perdemos aos poucos nossa história. Primordial, portanto, passar essa informação valiosa para as crianças.
A importância da agremiação já foi contada no livro A mulher no maracatu rural, da historiadora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Tamar Thalez, e em curtas, produzidos, inclusive, por estrangeiros em visita ao estado. Hoje, calcula-se 23 maracatus em Nazaré da Mata, sendo que 19 deles estão em maior evidência.
O grupo foi formado em 8 de março de 2004, no Dia Internacional da Mulher, pelas integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam). Hoje, tem dois CD's, além de prêmios, como o Cultura Popular nas Ondas do Rádio e o Prêmio Culturas Populares - 100 Anos Mazzaropi, do Ministério da Cultura. Além de trabalhar o protagonismo feminino na dança, a Amunam investe na economia criativa, através do Ponto de Cultura Engenhos dos Maracatus. Lá, são ofertadas às mulheres e suas famílias oficinas de artesanato voltadas para a produção de adereços de maracatus. Patrimônio Imaterial do Brasil, o maracatu rural deixa Pernambuco por um dia para brilhar e fazer brilhar os olhos dos habitantes de Brasília.
Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/opiniao/46,97,43,74/2016/11/05/interna_opiniao,157335/o-poder-das-mulheres-do-maracatu.shtml Acesso: 05/11/2016
ITEM 11. Neste fragmento:
(1º parágrafo), a palavra sublinhada ganhou destaque ultimamente com o debate sobre as relações de gênero. Em um item, NÃO há remissão ao sentido ou à representatividade de quem faz jus a essa palavra, qual?
TEXTO VI: Dia, Lugar e Hora (Luan Santana)
Fonte: https://www.letras.mus.br/luan-santana/eu-voce-o-mar-e-ela/#radio:luan-santana Acesso: 05/11/2016
Se a moça do café não demorasse tanto
Pra me dar o troco
Se eu não tivesse discutido na calçada
Com aquele cara louco
E ó que eu nem sou de rolo
Se eu não tivesse atravessado
Aquela hora no sinal vermelho
Se eu não parasse bem na hora do almoço
Pra cortar o cabelo
E ó que eu nem sou vaidoso
Eu não teria te encontrado
Eu não teria me apaixonado
Mas aconteceu
Foi mais forte que eu e você
Aí eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Se eu não tivesse atravessado
Aquela hora no sinal vermelho
Se eu não parasse bem na hora do almoço
Pra cortar o cabelo
E ó eu nem sou vaidoso
Eu não teria te encontrado
Eu não teria me apaixonado
Mas aconteceu
Foi mais forte que eu e você
Aí eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Se a moça do café não demorasse tanto
ITEM 12. A letra desta música tem um registro coloquial da linguagem e em uma das alternativas o pronome em próclise no início do verso confirma esse direcionamento coloquial. Marque a alternativa em que isso ocorre.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO VI: Dia, Lugar e Hora (Luan Santana)
Fonte: https://www.letras.mus.br/luan-santana/eu-voce-o-mar-e-ela/#radio:luan-santana Acesso: 05/11/2016
Se a moça do café não demorasse tanto
Pra me dar o troco
Se eu não tivesse discutido na calçada
Com aquele cara louco
E ó que eu nem sou de rolo
Se eu não tivesse atravessado
Aquela hora no sinal vermelho
Se eu não parasse bem na hora do almoço
Pra cortar o cabelo
E ó que eu nem sou vaidoso
Eu não teria te encontrado
Eu não teria me apaixonado
Mas aconteceu
Foi mais forte que eu e você
Aí eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Se eu não tivesse atravessado
Aquela hora no sinal vermelho
Se eu não parasse bem na hora do almoço
Pra cortar o cabelo
E ó eu nem sou vaidoso
Eu não teria te encontrado
Eu não teria me apaixonado
Mas aconteceu
Foi mais forte que eu e você
Aí eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Se a moça do café não demorasse tanto
ITEM 13. A relação de sentido operada por um fato, seguida da finalidade para esse fato, consta na alternativa:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO VI: Dia, Lugar e Hora (Luan Santana)
Fonte: https://www.letras.mus.br/luan-santana/eu-voce-o-mar-e-ela/#radio:luan-santana Acesso: 05/11/2016
Se a moça do café não demorasse tanto
Pra me dar o troco
Se eu não tivesse discutido na calçada
Com aquele cara louco
E ó que eu nem sou de rolo
Se eu não tivesse atravessado
Aquela hora no sinal vermelho
Se eu não parasse bem na hora do almoço
Pra cortar o cabelo
E ó que eu nem sou vaidoso
Eu não teria te encontrado
Eu não teria me apaixonado
Mas aconteceu
Foi mais forte que eu e você
Aí eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Se eu não tivesse atravessado
Aquela hora no sinal vermelho
Se eu não parasse bem na hora do almoço
Pra cortar o cabelo
E ó eu nem sou vaidoso
Eu não teria te encontrado
Eu não teria me apaixonado
Mas aconteceu
Foi mais forte que eu e você
Aí eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Se a moça do café não demorasse tanto
ITEM 14. Qual alternativa traz uma oração adverbial reduzida de infinitivo:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO VI: Dia, Lugar e Hora (Luan Santana)
Fonte: https://www.letras.mus.br/luan-santana/eu-voce-o-mar-e-ela/#radio:luan-santana Acesso: 05/11/2016
Se a moça do café não demorasse tanto
Pra me dar o troco
Se eu não tivesse discutido na calçada
Com aquele cara louco
E ó que eu nem sou de rolo
Se eu não tivesse atravessado
Aquela hora no sinal vermelho
Se eu não parasse bem na hora do almoço
Pra cortar o cabelo
E ó que eu nem sou vaidoso
Eu não teria te encontrado
Eu não teria me apaixonado
Mas aconteceu
Foi mais forte que eu e você
Aí eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Se eu não tivesse atravessado
Aquela hora no sinal vermelho
Se eu não parasse bem na hora do almoço
Pra cortar o cabelo
E ó eu nem sou vaidoso
Eu não teria te encontrado
Eu não teria me apaixonado
Mas aconteceu
Foi mais forte que eu e você
Aí eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Se a moça do café não demorasse tanto
ITEM 15. “As letras das composições do Luan Santana costumam ter milhares de exibições em sites de música e são tocadas incansavelmente nas rádios. Essa é a ratificação de que este cantor é muito querido e cujas músicas caem rapidamente no gosto da população. As causas desse fenômeno são facilmente elencadas.”
Observando com atenção a letra de “Dia, Lugar e Hora”, podemos citar algumas dessas causas, SOMENTE NÃO a que consta na alternativa:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO VI: Dia, Lugar e Hora (Luan Santana)
Fonte: https://www.letras.mus.br/luan-santana/eu-voce-o-mar-e-ela/#radio:luan-santana Acesso: 05/11/2016
Se a moça do café não demorasse tanto
Pra me dar o troco
Se eu não tivesse discutido na calçada
Com aquele cara louco
E ó que eu nem sou de rolo
Se eu não tivesse atravessado
Aquela hora no sinal vermelho
Se eu não parasse bem na hora do almoço
Pra cortar o cabelo
E ó que eu nem sou vaidoso
Eu não teria te encontrado
Eu não teria me apaixonado
Mas aconteceu
Foi mais forte que eu e você
Aí eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Se eu não tivesse atravessado
Aquela hora no sinal vermelho
Se eu não parasse bem na hora do almoço
Pra cortar o cabelo
E ó eu nem sou vaidoso
Eu não teria te encontrado
Eu não teria me apaixonado
Mas aconteceu
Foi mais forte que eu e você
Aí eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Se a moça do café não demorasse tanto
ITEM 16. Conforme o que se estuda no conteúdo de frase, período e oração, identifique a alternativa correta quanto à letra da música:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO VII:
![]()
Fonte: https://www.google.com.br/search?q=reg%C3%AAncia+verbal&espv=2&biw=1366&bih=662&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwiX4tevspbQAhXCGpAKHZQSDUgQ_AUICCgD#tbm=isch&q=erros+reg%C3%AAncia&imgrc=lyYCxEA57Es4kM%3A 05/11/2016
ITEM 17. A respeito do emprego do sinal de crase, marque o item VERDADEIRO considerando as convenções da gramática normativa:
TEXTO VIII: Porquinho-da-Índia (Manuel Bandeira) - Fragmento de texto:
Quando eu tinha seis anos
Ganhei um porquinho-da-índia.
Que dor de coração eu tinha
Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão!
Levava ele pra sala
Pra os lugares mais bonitos, mais limpinhos,
Ele não se importava:
Queria era estar debaixo do fogão.
Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas…
- O meu porquinho-da-índia foi a minha primeira namorada.
ITEM 18. Em que item há um emprego não convencional de complemento verbal e uma próclise por atração?Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO IX: (Circulação livre whatsApp)
![]()
ITEM 19. Com respeito à forma de tratamento empregada para se referir ao “Pai”, aquele que reza mistura as pessoas gramaticais na alternativa:
TEXTO X:
![]()
Fonte: Imagem de livre circulação no whatsApp. Out/2016
ITEM 20. A análise desta charge nos remete à seguinte interpretação:
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