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Colégio Militar de Salvador — Concurso de Admissão 2016/2017 — 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Colégio Militar de Salvador · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

2016Fundamental

21 questões nesta prova · página 1 de 2 · 20 com gabarito

Língua Portuguesa Sentido de Palavras e Expressões no Contexto

2016 Fundamental

Colégio Militar de Salvador · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

Os itens 1 e 2 referem-se ao trecho abaixo.

“Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio, esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.”

A expressão destacada, às vezes, no contexto, significa que o pai em
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

2016 Fundamental

Colégio Militar de Salvador · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

Os itens 1 e 2 referem-se ao trecho abaixo.

“Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio, esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.”

Comparando o grau de simpatia entre as personagens do trecho, percebe-se que

I. a mãe é tão simpática quanto o pai.
II. o pai é menos simpático que a mãe e mais intolerante que o avô.
III. a mãe é simpática em alguns momentos; enquanto o pai permanece simpático quando não é contrariado.
IV. a simpatia da mãe é permanente e a do pai pode ser provisória devido a comportamentos indesejáveis por ele.
V. a demonstração da simpatia da mãe indica uma menor intensidade em relação ao comportamento do avô.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

2016 Fundamental

Colégio Militar de Salvador · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

Os itens 3 e 4 referem-se ao trecho abaixo.

“ Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
- Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o médico.”

A fala do Vô Inácio, dirigida à filha Alice, demonstra uma sequência de ações que
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Língua Portuguesa Valor Semântico de Conectivos e Advérbios

2016 Fundamental

Colégio Militar de Salvador · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

Os itens 3 e 4 referem-se ao trecho abaixo.

“ Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
- Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o médico.”

Observe o valor semântico (significativo) das palavras em destaque e identifique a afirmação correta:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Sentido de Palavras e Expressões no Contexto

2016 Fundamental

Colégio Militar de Salvador · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

No trecho:
Trecho: “Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza.” As palavras “comos” e “porquês” estão em negrito (destacadas).

As palavras destacadas, no contexto, significam que, na visão das pessoas, todos queriam
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Língua Portuguesa Discurso Direto e Indireto

2016 Fundamental

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Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

Leia atentamente o trecho abaixo:

Dona Luísa, a vizinha, disse:
- Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!

Se a narradora não tivesse utilizado a forma de diálogo, seria possível compreendê-la do mesmo modo, utilizando outra forma de discurso.
Propomos a seguir a reescritura desse trecho, substituindo a forma do diálogo (discurso direto) para a fala da narradora (discurso indireto).

Esta reescrita se faz de forma adequada em:
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Língua Portuguesa Formação de Palavras — Diminutivo

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Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

Leia o trecho:
Trecho: “Nosso projeto de prevenção contra doenças epidêmicas será feitinho com muito esmero.” A palavra “feitinho” está em negrito (destacada).

Agora, considere a classe gramatical do termo em destaque e aponte o item que aplica o diminutivo semelhante.
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Língua Portuguesa Ortografia — Uso dos Porquês

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Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

Observe a grafia dos vocábulos em destaque nos trechos a seguir:

I. “... vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio...” (destaque: porque). II. “A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o Armadinho foi picado.” (destaque: por que). III. “... querendo explicar os comos e os porquês da limpeza.” (destaque: porquês). Os destaques estão em negrito.

Essa grafia se justifica, porque em
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Língua Portuguesa Concordância Verbal

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Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

Com o objetivo de tornar mais atrativo o trabalho de divulgação dos cuidados para evitar a dengue, a autora utiliza a variedade informal da língua.

Observe os trechos e assinale o item em que essa informalidade provocou um desvio gramatical.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Estrutura da Narrativa

2016 Fundamental

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Gabarito disponível

Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

Leia as frases abaixo, numerando a sequência correta na ordem em que acontecem os fatos e, em seguida, assinale a alternativa correspondente.

( ) Apresentação das personagens, relatando as qualidades correspondentes em seu ambiente familiar.
( ) Instruções preventivas para que a doença não se alastre entre as pessoas.
( ) Início do conflito, repercutindo na interferência de outras personagens sobre o problema levantado.
( ) Tranquilidade adquirida devido à recuperação do bebê, além da aprendizagem do trabalho em equipe.
( ) Constatação do problema verificado pela família, o que provocou uma mudança de comportamento de todos.
( ) Prática de atividades diversificadas a fim de conscientizar todos sobre a importância da higiene no ambiente familiar.
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Língua Portuguesa Grau do Adjetivo

2016 Fundamental

Colégio Militar de Salvador · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

O item 11 refere-se ao trecho abaixo:
Trecho: “- Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de pintinhas.” O trecho “Ele é menor que um pernilongo” está sublinhado (grifado).

A frase em que o grau do adjetivo tem a mesma classificação do trecho grifado é:
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Língua Portuguesa Ortografia — Homônimos

2016 Fundamental

Colégio Militar de Salvador · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

Em relação ao título do texto: “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, as palavras destacadas, respectivamente, estão escritas com “ç” e com “s”. Também podemos encontrar essas palavras escritas assim: “cassa” com “ss” e “cem” com “c”; ambas com significados diferentes.

Agora, é com você! Aprofundando a sua ortografia, assinale a letra correspondente à alternativa que preenche corretamente as lacunas das frases com os respectivos vocábulos homônimos.

I. O ______ de 2015 registrou um aumento considerável de epidemias no Brasil.
II. A criança, quando estava febril, ________ os olhos.
III. O pai não compreendia por que a _________, sobre o assunto da dengue, demorava tanto.
IV. A conscientização acerca da doença deve estar em todos os lugares; inclusive, nas _________ das prisões.
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Língua Portuguesa Pronomes Relativos

2016 Fundamental

Colégio Militar de Salvador · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 13 a 17.

Texto 2
Cartaz da campanha com os dizeres: “Sábado da faxina – Não dê folga para o mosquito da dengue”, sobre uma folha de bloco.
(Foto: Blog da Saúde)

Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue"

1. A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo
2. vetor: o mosquito Aedes aegypti. Todas elas têm as mesmas características sintomáticas: febre alta, dor
3. no fundo dos olhos, vermelhidão na pele, coceira e distúrbios gástricos. A automedicação pode ser
4. perigosa, principalmente em casos de dengue.
5. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, indica que, após os
6. primeiros sintomas, o paciente deve buscar uma unidade de saúde para orientações. “Se o paciente tiver
7. qualquer um desses sintomas, primeiro ele evitará o uso de medicação sem indicação médica,
8. principalmente para baixar a febre, deve reforçar o consumo de líquidos e procurar a Unidade Básica de
9. Saúde (UBS). Caso seja durante o final de semana, ele deve procurar uma Unidade de Pronto
10. Atendimento (UPA 24 horas)”, disse o secretário.
11. Medicamentos compostos por ácido acetilsalicílico podem agravar a doença. “Não se faz uso de
12. ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros,
13. pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos”, explica Nardi.
14. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya têm bom
15. prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”, disse o
16. secretário.
17. A melhor forma de prevenir essas doenças é a eliminação do vetor, ou seja, eliminar o mosquito.
18. Como não existem vacinas ou medicamentos que impeçam a contaminação, é necessário diminuir a
19. quantidade de mosquitos que circulam nos ambientes. Para isso, é fundamental eliminar os criadouros
20. do Aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. O cuidado para evitar a sua
21. proliferação deve ser feito por todos.
[...]

(Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2015/12/saiba-como-evitar-a-dengue-a-zika-e-a-chikungunya. Acesso em:17/10/2016)

Em:
Trecho: “A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo vetor: o mosquito Aedes aegypti.”, com a palavra “que” em negrito (destacada) e “Aedes aegypti” em itálico.
o termo em destaque pode ser substituído, sem prejuízo, por
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Língua Portuguesa Correlação Verbal — Tempos e Modos

2016 Fundamental

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Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 13 a 17.

Texto 2
Cartaz da campanha com os dizeres: “Sábado da faxina – Não dê folga para o mosquito da dengue”, sobre uma folha de bloco.
(Foto: Blog da Saúde)

Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue"

1. A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo
2. vetor: o mosquito Aedes aegypti. Todas elas têm as mesmas características sintomáticas: febre alta, dor
3. no fundo dos olhos, vermelhidão na pele, coceira e distúrbios gástricos. A automedicação pode ser
4. perigosa, principalmente em casos de dengue.
5. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, indica que, após os
6. primeiros sintomas, o paciente deve buscar uma unidade de saúde para orientações. “Se o paciente tiver
7. qualquer um desses sintomas, primeiro ele evitará o uso de medicação sem indicação médica,
8. principalmente para baixar a febre, deve reforçar o consumo de líquidos e procurar a Unidade Básica de
9. Saúde (UBS). Caso seja durante o final de semana, ele deve procurar uma Unidade de Pronto
10. Atendimento (UPA 24 horas)”, disse o secretário.
11. Medicamentos compostos por ácido acetilsalicílico podem agravar a doença. “Não se faz uso de
12. ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros,
13. pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos”, explica Nardi.
14. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya têm bom
15. prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”, disse o
16. secretário.
17. A melhor forma de prevenir essas doenças é a eliminação do vetor, ou seja, eliminar o mosquito.
18. Como não existem vacinas ou medicamentos que impeçam a contaminação, é necessário diminuir a
19. quantidade de mosquitos que circulam nos ambientes. Para isso, é fundamental eliminar os criadouros
20. do Aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. O cuidado para evitar a sua
21. proliferação deve ser feito por todos.
[...]

(Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2015/12/saiba-como-evitar-a-dengue-a-zika-e-a-chikungunya. Acesso em:17/10/2016)

Leia o trecho:
Trecho: “Se o paciente tiver qualquer um desses sintomas, primeiro ele evitará o uso de medicação sem indicação médica...”. Os verbos “tiver” e “evitará” estão em negrito (destacados).

Nos verbos destacados, existe a correlação verbal, explorando os tempos correspondentes.
Considerando o emprego dos verbos destacados nas frases abaixo, assinale a alternativa correta:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Fato e Opinião

2016 Fundamental

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Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 13 a 17.

Texto 2
Cartaz da campanha com os dizeres: “Sábado da faxina – Não dê folga para o mosquito da dengue”, sobre uma folha de bloco.
(Foto: Blog da Saúde)

Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue"

1. A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo
2. vetor: o mosquito Aedes aegypti. Todas elas têm as mesmas características sintomáticas: febre alta, dor
3. no fundo dos olhos, vermelhidão na pele, coceira e distúrbios gástricos. A automedicação pode ser
4. perigosa, principalmente em casos de dengue.
5. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, indica que, após os
6. primeiros sintomas, o paciente deve buscar uma unidade de saúde para orientações. “Se o paciente tiver
7. qualquer um desses sintomas, primeiro ele evitará o uso de medicação sem indicação médica,
8. principalmente para baixar a febre, deve reforçar o consumo de líquidos e procurar a Unidade Básica de
9. Saúde (UBS). Caso seja durante o final de semana, ele deve procurar uma Unidade de Pronto
10. Atendimento (UPA 24 horas)”, disse o secretário.
11. Medicamentos compostos por ácido acetilsalicílico podem agravar a doença. “Não se faz uso de
12. ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros,
13. pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos”, explica Nardi.
14. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya têm bom
15. prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”, disse o
16. secretário.
17. A melhor forma de prevenir essas doenças é a eliminação do vetor, ou seja, eliminar o mosquito.
18. Como não existem vacinas ou medicamentos que impeçam a contaminação, é necessário diminuir a
19. quantidade de mosquitos que circulam nos ambientes. Para isso, é fundamental eliminar os criadouros
20. do Aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. O cuidado para evitar a sua
21. proliferação deve ser feito por todos.
[...]

(Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2015/12/saiba-como-evitar-a-dengue-a-zika-e-a-chikungunya. Acesso em:17/10/2016)

Os itens de 15 a 17 referem-se aos textos 1 e 2.

Leia as frases abaixo retiradas dos texto 1 e 2 e, em seguida, identifique a alternativa correta, considerando a distinção de um fato e de uma opinião.

I. “- Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!” ( Texto 1)→Fato
II. “Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para tirar a água.” (Texto 1)→ Opinião
III. “O cuidado para evitar a sua proliferação deve ser feito por todos”. ( Texto 2)→ Fato
IV. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya têm bom prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”.( Texto 2)→Opinião
V. “A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo vetor: o mosquito Aedes aegypti.”(texto 2)→ Fato
VI. “ Ele até que é bonitinho” (Texto 1)→Fato
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Língua Portuguesa Comparação entre Textos

2016 Fundamental

Colégio Militar de Salvador · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 13 a 17.

Texto 2
Cartaz da campanha com os dizeres: “Sábado da faxina – Não dê folga para o mosquito da dengue”, sobre uma folha de bloco.
(Foto: Blog da Saúde)

Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue"

1. A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo
2. vetor: o mosquito Aedes aegypti. Todas elas têm as mesmas características sintomáticas: febre alta, dor
3. no fundo dos olhos, vermelhidão na pele, coceira e distúrbios gástricos. A automedicação pode ser
4. perigosa, principalmente em casos de dengue.
5. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, indica que, após os
6. primeiros sintomas, o paciente deve buscar uma unidade de saúde para orientações. “Se o paciente tiver
7. qualquer um desses sintomas, primeiro ele evitará o uso de medicação sem indicação médica,
8. principalmente para baixar a febre, deve reforçar o consumo de líquidos e procurar a Unidade Básica de
9. Saúde (UBS). Caso seja durante o final de semana, ele deve procurar uma Unidade de Pronto
10. Atendimento (UPA 24 horas)”, disse o secretário.
11. Medicamentos compostos por ácido acetilsalicílico podem agravar a doença. “Não se faz uso de
12. ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros,
13. pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos”, explica Nardi.
14. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya têm bom
15. prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”, disse o
16. secretário.
17. A melhor forma de prevenir essas doenças é a eliminação do vetor, ou seja, eliminar o mosquito.
18. Como não existem vacinas ou medicamentos que impeçam a contaminação, é necessário diminuir a
19. quantidade de mosquitos que circulam nos ambientes. Para isso, é fundamental eliminar os criadouros
20. do Aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. O cuidado para evitar a sua
21. proliferação deve ser feito por todos.
[...]

(Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2015/12/saiba-como-evitar-a-dengue-a-zika-e-a-chikungunya. Acesso em:17/10/2016)

Os itens de 15 a 17 referem-se aos textos 1 e 2.

Os dois textos 1 e 2, com enfoques diferentes, abordam um mesmo problema, que se refere ao mosquito da dengue. Considerando a relação entre eles, verifica-se que têm em comum o fato de que:
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Língua Portuguesa Comparação entre Textos

2016 Fundamental

Colégio Militar de Salvador · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.

Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
Capa do livro “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, com uma raquete elétrica segurada por uma mão e o logotipo da editora Global.
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.

(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)

1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.

Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 13 a 17.

Texto 2
Cartaz da campanha com os dizeres: “Sábado da faxina – Não dê folga para o mosquito da dengue”, sobre uma folha de bloco.
(Foto: Blog da Saúde)

Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue"

1. A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo
2. vetor: o mosquito Aedes aegypti. Todas elas têm as mesmas características sintomáticas: febre alta, dor
3. no fundo dos olhos, vermelhidão na pele, coceira e distúrbios gástricos. A automedicação pode ser
4. perigosa, principalmente em casos de dengue.
5. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, indica que, após os
6. primeiros sintomas, o paciente deve buscar uma unidade de saúde para orientações. “Se o paciente tiver
7. qualquer um desses sintomas, primeiro ele evitará o uso de medicação sem indicação médica,
8. principalmente para baixar a febre, deve reforçar o consumo de líquidos e procurar a Unidade Básica de
9. Saúde (UBS). Caso seja durante o final de semana, ele deve procurar uma Unidade de Pronto
10. Atendimento (UPA 24 horas)”, disse o secretário.
11. Medicamentos compostos por ácido acetilsalicílico podem agravar a doença. “Não se faz uso de
12. ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros,
13. pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos”, explica Nardi.
14. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya têm bom
15. prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”, disse o
16. secretário.
17. A melhor forma de prevenir essas doenças é a eliminação do vetor, ou seja, eliminar o mosquito.
18. Como não existem vacinas ou medicamentos que impeçam a contaminação, é necessário diminuir a
19. quantidade de mosquitos que circulam nos ambientes. Para isso, é fundamental eliminar os criadouros
20. do Aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. O cuidado para evitar a sua
21. proliferação deve ser feito por todos.
[...]

(Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2015/12/saiba-como-evitar-a-dengue-a-zika-e-a-chikungunya. Acesso em:17/10/2016)

Os itens de 15 a 17 referem-se aos textos 1 e 2.

Leia os trechos abaixo retirados dos textos 1 e 2:

Trecho do texto 1
“ - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo quintal.”

Trecho do texto 2
“Não se faz uso de ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros, pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos.”

Sobre os trechos acima, podemos afirmar que
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Língua Portuguesa Sentido de Palavras e Expressões no Contexto

2016 Fundamental

Colégio Militar de Salvador · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

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Texto-base:
Os itens 18 e 19 referem-se ao texto abaixo.

Texto 3
Charge com a manchete “Agentes de saúde ainda enfrentam dificuldade para fiscalizar casas e combater a dengue”. Um agente de saúde está no portão de uma casa cujo quintal está repleto de pneus, garrafas, latas e outros recipientes com mosquitos voando. O morador diz: “É melhor você visitar outra casa. Aqui não existe criadouro do mosquito da dengue!”. Assinatura do site www.humortadela.com.br.

Na frase: “ Agentes de saúde ainda enfrentam dificuldades para fiscalizar casa e combater a dengue”, a palavra ainda significa
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Língua Portuguesa Interpretação de Charge e Tirinha

2016 Fundamental

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Gabarito disponível

Texto-base:
Os itens 18 e 19 referem-se ao texto abaixo.

Texto 3
Charge com a manchete “Agentes de saúde ainda enfrentam dificuldade para fiscalizar casas e combater a dengue”. Um agente de saúde está no portão de uma casa cujo quintal está repleto de pneus, garrafas, latas e outros recipientes com mosquitos voando. O morador diz: “É melhor você visitar outra casa. Aqui não existe criadouro do mosquito da dengue!”. Assinatura do site www.humortadela.com.br.

A fala do dono da casa para o agente da saúde: “É melhor você visitar outra casa. Aqui não existe criadouro do mosquito da dengue!”, é compreendida como
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Língua Portuguesa Interpretação de Charge e Tirinha

2016 Fundamental

Colégio Militar de Salvador · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
O item 20 refere-se ao texto abaixo.

Texto 4
Tirinha: um homem reza na janela: “Senhor, cuida da minha saúde e me livra das doenças!!”. Do lado de fora, um mosquito voa sobre um quintal com pneus, garrafas e recipientes descartados e comenta: “É!! Mas de seu quintal você não cuidou, né?!”. Assinatura: Mário.

Através da oração: “Senhor, cuida da minha saúde e me livra das doenças!!”, o personagem faz um/uma
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