← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Salvador · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental 21 questões nesta prova · página 1 de 2 · 20 com gabarito Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponívelColégio Militar de Salvador — Concurso de Admissão 2016/2017 — 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
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1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
Os itens 1 e 2 referem-se ao trecho abaixo.
“Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio, esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.”
A expressão destacada, às vezes, no contexto, significa que o pai em
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
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1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
Os itens 1 e 2 referem-se ao trecho abaixo.
“Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio, esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.”
Comparando o grau de simpatia entre as personagens do trecho, percebe-se que
I. a mãe é tão simpática quanto o pai.
II. o pai é menos simpático que a mãe e mais intolerante que o avô.
III. a mãe é simpática em alguns momentos; enquanto o pai permanece simpático quando não é contrariado.
IV. a simpatia da mãe é permanente e a do pai pode ser provisória devido a comportamentos indesejáveis por ele.
V. a demonstração da simpatia da mãe indica uma menor intensidade em relação ao comportamento do avô.
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
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1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
Os itens 3 e 4 referem-se ao trecho abaixo.
“ Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
- Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o médico.”
A fala do Vô Inácio, dirigida à filha Alice, demonstra uma sequência de ações que
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
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1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
Os itens 3 e 4 referem-se ao trecho abaixo.
“ Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
- Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o médico.”
Observe o valor semântico (significativo) das palavras em destaque e identifique a afirmação correta:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
![]()
1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
No trecho:
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As palavras destacadas, no contexto, significam que, na visão das pessoas, todos queriam
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
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1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
Leia atentamente o trecho abaixo:
Dona Luísa, a vizinha, disse:
- Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
Se a narradora não tivesse utilizado a forma de diálogo, seria possível compreendê-la do mesmo modo, utilizando outra forma de discurso.
Propomos a seguir a reescritura desse trecho, substituindo a forma do diálogo (discurso direto) para a fala da narradora (discurso indireto).
Esta reescrita se faz de forma adequada em:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
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1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
Leia o trecho:
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Agora, considere a classe gramatical do termo em destaque e aponte o item que aplica o diminutivo semelhante.
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
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1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
Observe a grafia dos vocábulos em destaque nos trechos a seguir:
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Essa grafia se justifica, porque em
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
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1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
Com o objetivo de tornar mais atrativo o trabalho de divulgação dos cuidados para evitar a dengue, a autora utiliza a variedade informal da língua.
Observe os trechos e assinale o item em que essa informalidade provocou um desvio gramatical.
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
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1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
Leia as frases abaixo, numerando a sequência correta na ordem em que acontecem os fatos e, em seguida, assinale a alternativa correspondente.
( ) Apresentação das personagens, relatando as qualidades correspondentes em seu ambiente familiar.
( ) Instruções preventivas para que a doença não se alastre entre as pessoas.
( ) Início do conflito, repercutindo na interferência de outras personagens sobre o problema levantado.
( ) Tranquilidade adquirida devido à recuperação do bebê, além da aprendizagem do trabalho em equipe.
( ) Constatação do problema verificado pela família, o que provocou uma mudança de comportamento de todos.
( ) Prática de atividades diversificadas a fim de conscientizar todos sobre a importância da higiene no ambiente familiar.
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
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1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
O item 11 refere-se ao trecho abaixo:
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A frase em que o grau do adjetivo tem a mesma classificação do trecho grifado é:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
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1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
Em relação ao título do texto: “Caça ao mosquito: uma casa sem dengue”, as palavras destacadas, respectivamente, estão escritas com “ç” e com “s”. Também podemos encontrar essas palavras escritas assim: “cassa” com “ss” e “cem” com “c”; ambas com significados diferentes.
Agora, é com você! Aprofundando a sua ortografia, assinale a letra correspondente à alternativa que preenche corretamente as lacunas das frases com os respectivos vocábulos homônimos.
I. O ______ de 2015 registrou um aumento considerável de epidemias no Brasil.
II. A criança, quando estava febril, ________ os olhos.
III. O pai não compreendia por que a _________, sobre o assunto da dengue, demorava tanto.
IV. A conscientização acerca da doença deve estar em todos os lugares; inclusive, nas _________ das prisões.
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 13 a 17.
Texto 2
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(Foto: Blog da Saúde)
Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue"
1. A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo
2. vetor: o mosquito Aedes aegypti. Todas elas têm as mesmas características sintomáticas: febre alta, dor
3. no fundo dos olhos, vermelhidão na pele, coceira e distúrbios gástricos. A automedicação pode ser
4. perigosa, principalmente em casos de dengue.
5. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, indica que, após os
6. primeiros sintomas, o paciente deve buscar uma unidade de saúde para orientações. “Se o paciente tiver
7. qualquer um desses sintomas, primeiro ele evitará o uso de medicação sem indicação médica,
8. principalmente para baixar a febre, deve reforçar o consumo de líquidos e procurar a Unidade Básica de
9. Saúde (UBS). Caso seja durante o final de semana, ele deve procurar uma Unidade de Pronto
10. Atendimento (UPA 24 horas)”, disse o secretário.
11. Medicamentos compostos por ácido acetilsalicílico podem agravar a doença. “Não se faz uso de
12. ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros,
13. pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos”, explica Nardi.
14. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya têm bom
15. prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”, disse o
16. secretário.
17. A melhor forma de prevenir essas doenças é a eliminação do vetor, ou seja, eliminar o mosquito.
18. Como não existem vacinas ou medicamentos que impeçam a contaminação, é necessário diminuir a
19. quantidade de mosquitos que circulam nos ambientes. Para isso, é fundamental eliminar os criadouros
20. do Aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. O cuidado para evitar a sua
21. proliferação deve ser feito por todos.
[...]
(Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2015/12/saiba-como-evitar-a-dengue-a-zika-e-a-chikungunya. Acesso em:17/10/2016)
Em:
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o termo em destaque pode ser substituído, sem prejuízo, por
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 13 a 17.
Texto 2
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(Foto: Blog da Saúde)
Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue"
1. A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo
2. vetor: o mosquito Aedes aegypti. Todas elas têm as mesmas características sintomáticas: febre alta, dor
3. no fundo dos olhos, vermelhidão na pele, coceira e distúrbios gástricos. A automedicação pode ser
4. perigosa, principalmente em casos de dengue.
5. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, indica que, após os
6. primeiros sintomas, o paciente deve buscar uma unidade de saúde para orientações. “Se o paciente tiver
7. qualquer um desses sintomas, primeiro ele evitará o uso de medicação sem indicação médica,
8. principalmente para baixar a febre, deve reforçar o consumo de líquidos e procurar a Unidade Básica de
9. Saúde (UBS). Caso seja durante o final de semana, ele deve procurar uma Unidade de Pronto
10. Atendimento (UPA 24 horas)”, disse o secretário.
11. Medicamentos compostos por ácido acetilsalicílico podem agravar a doença. “Não se faz uso de
12. ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros,
13. pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos”, explica Nardi.
14. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya têm bom
15. prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”, disse o
16. secretário.
17. A melhor forma de prevenir essas doenças é a eliminação do vetor, ou seja, eliminar o mosquito.
18. Como não existem vacinas ou medicamentos que impeçam a contaminação, é necessário diminuir a
19. quantidade de mosquitos que circulam nos ambientes. Para isso, é fundamental eliminar os criadouros
20. do Aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. O cuidado para evitar a sua
21. proliferação deve ser feito por todos.
[...]
(Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2015/12/saiba-como-evitar-a-dengue-a-zika-e-a-chikungunya. Acesso em:17/10/2016)
Leia o trecho:
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Nos verbos destacados, existe a correlação verbal, explorando os tempos correspondentes.
Considerando o emprego dos verbos destacados nas frases abaixo, assinale a alternativa correta:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
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1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 13 a 17.
Texto 2
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(Foto: Blog da Saúde)
Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue"
1. A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo
2. vetor: o mosquito Aedes aegypti. Todas elas têm as mesmas características sintomáticas: febre alta, dor
3. no fundo dos olhos, vermelhidão na pele, coceira e distúrbios gástricos. A automedicação pode ser
4. perigosa, principalmente em casos de dengue.
5. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, indica que, após os
6. primeiros sintomas, o paciente deve buscar uma unidade de saúde para orientações. “Se o paciente tiver
7. qualquer um desses sintomas, primeiro ele evitará o uso de medicação sem indicação médica,
8. principalmente para baixar a febre, deve reforçar o consumo de líquidos e procurar a Unidade Básica de
9. Saúde (UBS). Caso seja durante o final de semana, ele deve procurar uma Unidade de Pronto
10. Atendimento (UPA 24 horas)”, disse o secretário.
11. Medicamentos compostos por ácido acetilsalicílico podem agravar a doença. “Não se faz uso de
12. ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros,
13. pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos”, explica Nardi.
14. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya têm bom
15. prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”, disse o
16. secretário.
17. A melhor forma de prevenir essas doenças é a eliminação do vetor, ou seja, eliminar o mosquito.
18. Como não existem vacinas ou medicamentos que impeçam a contaminação, é necessário diminuir a
19. quantidade de mosquitos que circulam nos ambientes. Para isso, é fundamental eliminar os criadouros
20. do Aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. O cuidado para evitar a sua
21. proliferação deve ser feito por todos.
[...]
(Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2015/12/saiba-como-evitar-a-dengue-a-zika-e-a-chikungunya. Acesso em:17/10/2016)
Os itens de 15 a 17 referem-se aos textos 1 e 2.
Leia as frases abaixo retiradas dos texto 1 e 2 e, em seguida, identifique a alternativa correta, considerando a distinção de um fato e de uma opinião.
I. “- Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!” ( Texto 1)→Fato
II. “Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para tirar a água.” (Texto 1)→ Opinião
III. “O cuidado para evitar a sua proliferação deve ser feito por todos”. ( Texto 2)→ Fato
IV. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya têm bom prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”.( Texto 2)→Opinião
V. “A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo vetor: o mosquito Aedes aegypti.”(texto 2)→ Fato
VI. “ Ele até que é bonitinho” (Texto 1)→Fato
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
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1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 13 a 17.
Texto 2
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(Foto: Blog da Saúde)
Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue"
1. A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo
2. vetor: o mosquito Aedes aegypti. Todas elas têm as mesmas características sintomáticas: febre alta, dor
3. no fundo dos olhos, vermelhidão na pele, coceira e distúrbios gástricos. A automedicação pode ser
4. perigosa, principalmente em casos de dengue.
5. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, indica que, após os
6. primeiros sintomas, o paciente deve buscar uma unidade de saúde para orientações. “Se o paciente tiver
7. qualquer um desses sintomas, primeiro ele evitará o uso de medicação sem indicação médica,
8. principalmente para baixar a febre, deve reforçar o consumo de líquidos e procurar a Unidade Básica de
9. Saúde (UBS). Caso seja durante o final de semana, ele deve procurar uma Unidade de Pronto
10. Atendimento (UPA 24 horas)”, disse o secretário.
11. Medicamentos compostos por ácido acetilsalicílico podem agravar a doença. “Não se faz uso de
12. ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros,
13. pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos”, explica Nardi.
14. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya têm bom
15. prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”, disse o
16. secretário.
17. A melhor forma de prevenir essas doenças é a eliminação do vetor, ou seja, eliminar o mosquito.
18. Como não existem vacinas ou medicamentos que impeçam a contaminação, é necessário diminuir a
19. quantidade de mosquitos que circulam nos ambientes. Para isso, é fundamental eliminar os criadouros
20. do Aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. O cuidado para evitar a sua
21. proliferação deve ser feito por todos.
[...]
(Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2015/12/saiba-como-evitar-a-dengue-a-zika-e-a-chikungunya. Acesso em:17/10/2016)
Os itens de 15 a 17 referem-se aos textos 1 e 2.
Os dois textos 1 e 2, com enfoques diferentes, abordam um mesmo problema, que se refere ao mosquito da dengue. Considerando a relação entre eles, verifica-se que têm em comum o fato de que:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 1 a 12 e de 15 a 17.
Texto 1
Caça ao mosquito: uma casa sem dengue
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1. Nesta casa moram os irmãos Ana, Marcos e Armandinho, que tem só 8 meses.
2. Também moram aqui a mãe – uma mulher bonita e simpática que trabalha muito cuidando da casa
3. e dos filhos; o pai, que às vezes não é tão simpático (quando dá bronca, por exemplo); e o Vô Inácio,
4. esse, sim, o vovô mais alegre e companheiro que existe por aqui.
5. Hoje o Armandinho amanheceu com um febrão, muito vermelho, chorando.
6. Dona Luísa, a vizinha, disse:
7. - Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
8. Mas o Vô Inácio falou bem calmo:
9. - Alice, minha filha, faz ele tomar água e dá um banho morno, quase frio. Agasalha o menino e
10. vamos para o posto de saúde, porque, se for dengue, a gente não pode dar remédio sem falar com o
11. médico.
12. No posto, a médica pediu alguns exames e deu um antitérmico seguro ao Armandinho enquanto
13. esperavam os resultados. A doutora explicou que, no caso, os antitérmicos seguros são dipirona ou
14. paracetamol. E alertou para não usar AAS – ácido acetilsalicílico.
15. As crianças olhavam tudo com respeito. Ali ninguém estava pra brincadeira e a mamãe tinha
16. pedido que eles se comportassem.
17. - Vô, a gente pode ir até o jardim?
18. Vovô sorriu e saiu com eles para o jardim.
19. - Vô, o que o Armandinho tem? Ele tem dengue?
20. - A gente ainda não sabe, mas pode ser.
21. - A gente, vovô, nesta tarde, cuidaremos de Armadinho.
22. - O que é dengue?
23. - Eu não sei muito bem, mas é uma doença que se pega quando um mosquito pica a gente. Mas a
24. gente pode perguntar para a médica quando ela chamar outra vez.
25. A doutora Mariângela chamou, e a mamãe entrou com o bebê pra saber o resultado dos exames. O
26. Armandinho já estava menos vermelho e mais tranquilo. Seu Inácio ficou com os netos, mas andava
27. de lá pra cá.
28. Quando a mãe saiu, disse que o bebê estava com dengue e que a doutora tinha dado uma receita e
29. um livro. O livrinho colorido chamou a atenção das crianças.
30. - Mãe, deixa eu ver?
31. A mãe entregou o livro para o avô e foi resolver o caso da receita.
32. - Olhem, aqui tá tudo explicadinho sobre a dengue , o que se deve fazer para evitar, o que deve
33. fazer quando alguém adoece. Não parece difícil. Em casa, vamos começar a fazer tudo, nós três!
34. - Este é o mosquito que transmite a dengue. Ele é menor que um pernilongo, tem o corpo cheio de
35. pintinhas.
36. - Ele até que é bonitinho!
37. - Mas a picada dele causa febre e náusea. A gente precisa saber como ele chegou aqui e por que o
38. Armadinho foi picado.
39. - Lendo aqui no livro, acho que precisamos acabar com a água parada, empoçada, que é a melhor
40. amiga do mosquito. O mosquito deposita os ovos em água limpa e parada. Mesmo que a água seque,
41. se os ovinhos não forem removidos, eles podem esperar até um ano para que, chegando a chuva ou
42. outra água, eles se desenvolvam e formem outros mosquitos bonitinhos e perigosos.
43. - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo
44. quintal.
45. [...]
46. No muro da varanda, Dona Alice tem vasos com flores cheirosas e coloridas das quais ela cuida
47. com carinho.
48. - Melhor não mexer nos vasos da mamãe, ela tem o maior ciúme das plantas!
49. - Mas aqui diz que os pratinhos devem ser bem lavados. Depois é só encher de areia, assim a água
50. não empoça.
51. Quando o esquadrão da limpeza foi consultar a mamãe, ela fez cara brava e veio até a varanda.
52. Mas tudo estava tão limpo e arrumado... Mamãe sorriu.
53. - Que beleza, pai! Nem reconheci.
54. Todo mundo falava ao mesmo tempo, querendo explicar os comos e os porquês da limpeza. E a
55. mãe entendeu que aquele trabalhão era proteger a família e evitar que outros fossem picados pelo
56. mosquito. E concordou com a areia nos pratinhos.
57. Em alguns vasos com bromélias, por exemplo, as crianças balançaram com cuidado as folhas para
58. tirar a água. Onde sobrou água, pingaram uma gota de cloro ou de água sanitária em cada pocinha.
59. [...]
60. Todos estavam aliviados, Armandinho já estava melhor, mamava e ria como sempre. Marcos
61. chamava o irmão de Fofo; Ana, de Desdentado. Ele era fofo e não tinha dentes.
(LOPES, Cecília Reggiani. Caça ao mosquito: uma casa sem dengue – 1 ed. – São Paulo: Global, 2015.)
1. antitérmico → medicamento que combate a elevação da temperatura corporal.
2. dipirona → analgésico e antipirético.
3. paracetamol → analgésico.
4. ácido acetilsalicílico → analgésico e antipirético.
Texto-base:
Considere o texto a seguir para responder aos itens de 13 a 17.
Texto 2
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(Foto: Blog da Saúde)
Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue"
1. A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo
2. vetor: o mosquito Aedes aegypti. Todas elas têm as mesmas características sintomáticas: febre alta, dor
3. no fundo dos olhos, vermelhidão na pele, coceira e distúrbios gástricos. A automedicação pode ser
4. perigosa, principalmente em casos de dengue.
5. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, indica que, após os
6. primeiros sintomas, o paciente deve buscar uma unidade de saúde para orientações. “Se o paciente tiver
7. qualquer um desses sintomas, primeiro ele evitará o uso de medicação sem indicação médica,
8. principalmente para baixar a febre, deve reforçar o consumo de líquidos e procurar a Unidade Básica de
9. Saúde (UBS). Caso seja durante o final de semana, ele deve procurar uma Unidade de Pronto
10. Atendimento (UPA 24 horas)”, disse o secretário.
11. Medicamentos compostos por ácido acetilsalicílico podem agravar a doença. “Não se faz uso de
12. ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros,
13. pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos”, explica Nardi.
14. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya têm bom
15. prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”, disse o
16. secretário.
17. A melhor forma de prevenir essas doenças é a eliminação do vetor, ou seja, eliminar o mosquito.
18. Como não existem vacinas ou medicamentos que impeçam a contaminação, é necessário diminuir a
19. quantidade de mosquitos que circulam nos ambientes. Para isso, é fundamental eliminar os criadouros
20. do Aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. O cuidado para evitar a sua
21. proliferação deve ser feito por todos.
[...]
(Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2015/12/saiba-como-evitar-a-dengue-a-zika-e-a-chikungunya. Acesso em:17/10/2016)
Os itens de 15 a 17 referem-se aos textos 1 e 2.
Leia os trechos abaixo retirados dos textos 1 e 2:
Trecho do texto 1
“ - Vamos caçar todos os lugares em que o mosquito pode depositar os ovos, começando pelo quintal.”
Trecho do texto 2
“Não se faz uso de ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros, pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos.”
Sobre os trechos acima, podemos afirmar que
Os itens 18 e 19 referem-se ao texto abaixo.
Texto 3
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Na frase: “ Agentes de saúde ainda enfrentam dificuldades para fiscalizar casa e combater a dengue”, a palavra ainda significa
Os itens 18 e 19 referem-se ao texto abaixo.
Texto 3
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A fala do dono da casa para o agente da saúde: “É melhor você visitar outra casa. Aqui não existe criadouro do mosquito da dengue!”, é compreendida como
O item 20 refere-se ao texto abaixo.
Texto 4
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Através da oração: “Senhor, cuida da minha saúde e me livra das doenças!!”, o personagem faz um/uma
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