← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Santa Maria · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental 21 questões nesta prova · página 1 de 2 · 20 com gabarito Gabarito disponível Alternativa incorreta sobre o relato de Flor de Lis. O texto diz que a coleira era apertada e deixou marca, mas a causa da fuga foi o medo de não ser cachorro, depois de questionar sua identidade e sentir-se birutinha. Por isso A é a incorreta. B: o tratamento a incomodava. C: ela nunca era solta. D: ela passou a duvidar de si mesma. E: a dona queria uma cachorra 'de raça puríssima'. Todas estão corretas. Referência: Interpretação de texto: compreensão e inferência. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Foco narrativo do texto. A própria Flor de Lis conta sua história usando verbos na 1ª pessoa ('Fui comprada', 'Eu fugi'). Trata-se de um narrador-personagem, que participa dos fatos. A: narrador-observador não narra em 1ª pessoa. C: não há narração em 3ª pessoa. D: os personagens não se alternam, só Flor de Lis narra. E: narrador-personagem não narra em 3ª pessoa. Referência: Elementos da narrativa: foco narrativo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Trecho em que Flor de Lis pede a atenção dos amigos. 'Olhem aqui a marca, olhem só' é um apelo direto aos ouvintes (Virinha e Latinha), com verbo no imperativo, para que vejam a marca da coleira. É o momento em que ela chama a atenção deles. A: é fala da dona. B, C e D: são relatos de fatos e pensamentos, sem dirigir-se aos interlocutores. Referência: Interpretação de texto: interlocução e função apelativa. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sentido de 'à beça'. A locução adverbial 'à beça' significa 'em excesso, muito'. Por isso, 'Corri à beça' equivale a 'Corri demasiadamente'. A: 'brevemente' indica pouco tempo. B: 'calmamente' contraria a ideia de fuga. C: 'atentamente' não tem relação com intensidade. E: 'alegremente' indica estado de espírito, não intensidade. Referência: Semântica: locuções adverbiais de intensidade. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sentimento predominante em Flor de Lis: insatisfação. Durante todo o relato, ela demonstra descontentamento com o tratamento da dona (perfume, roupas, coleira apertada, falta de liberdade), o que a leva a fugir. O sentimento constante é a insatisfação. A: a alegria só aparece depois, com os amigos. B: não há saudade da casa. C: ela não sente compaixão por ninguém no trecho. D: a dúvida sobre ser cachorro surge apenas no fim, não ao longo de todo o relato. Referência: Interpretação de texto: estado emocional do narrador. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Propósito comunicativo do texto sobre animais no trabalho. O texto expõe os benefícios da presença de animais no ambiente de trabalho. Também alerta, pela fala da psicóloga, que esse convívio não substitui as interações humanas. Isso corresponde à alternativa C. A: não há descrição passo a passo. B: o texto destaca benefícios, não perigos. D: não esclarece dúvidas, como um texto de perguntas e respostas faria. E: afirma o contrário, que os animais não substituem as pessoas. Referência: Interpretação de texto: finalidade comunicativa. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Função das aspas no texto: discurso direto. As aspas aparecem para transcrever as falas do especialista Matheus Zago e da psicóloga Regina Basílio, ou seja, indicam o discurso direto dos profissionais citados. A: não há ironia nas falas. C: as aspas não servem para realçar trechos importantes. D: a linguagem das falas não é marcada como informal. E: não há gírias nem erros gramaticais sinalizados. Referência: Pontuação: emprego das aspas para citação de fala. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponívelColégio Militar de Santa Maria — Concurso de Admissão 2016/2017 — 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa/Redação
O texto a seguir é parte do conto “Os Colegas”, de Lygia Bojunga, que narra a história de dois vira-latas, Virinha e Latinha; de uma cachorrinha de madame, Flor de Lis; de um urso que fugiu do jardim zoológico para conhecer o mundo, Voz de Cristal; e de um coelho abandonado pelos pais, chamado Cara-de-Pau. Os cinco tornaram-se amigos inseparáveis, vivendo à margem da vida, mas, uma vez reunidos pelo acaso, descobrem a amizade, a solidariedade e a intensa alegria de viver. “A História de Flor de Lis”, abaixo reproduzida, narra vivências dessa cachorrinha de madame a partir do momento em que, depois de sua fuga, encontra Virinha e Latinha à beira da praia.
TEXTO 01
A História de Flor de Lis
1 Fui comprada numa loja de cachorros. A mulher entrou e disse: “Quero uma cachorra caríssima
2 e de raça puríssima, pra todo o mundo achar linda e ficar sabendo quanto é que custou.” E aí ela ficou
3 sendo minha dona e me levou pra casa.
4 Vivia me enchendo de perfume. Eu espirrava o dia todo e pensava: “Puxa vida, se eu sou
5 cachorro por que é que eu não posso ter cheiro de cachorro?”
6 Vivia me enchendo de roupas e pulseiras, e quando chovia me botava capa de borracha, lenço na
7 cabeça e botas. Eu morria de vergonha de sair na rua assim, e pensava “puxa, isso não é jeito de
8 cachorro andar”. Nunca me deixava solta. Nem um minutinho. “Puxa vida, cachorro precisa correr.
9 Isso não é vida!” – eu pensava. E a coleira era sempre tão apertada que eu sufocava. Olhem aqui a
10 marca, olhem só.
11 Vivia me enchendo de talco e pó-de-arroz, me levava pra tomar parte em concurso de beleza, e
12 hoje, vê se pode, disse que ia furar minhas orelhas pra botar brinco, e isso eu nunca vi cachorro usar.
13 Então eu pensei: “Puxa vida, quem sabe esse tempo todo eu tô achando que eu sou cachorro,
14 mas eu não sou cachorro?...” Foi aí que eu comecei a achar que estava ficando meio birutinha e me
15 apavorei. Quando ela abriu a porta pra uma visita entrar eu fugi. Corri à beça até chegar a esta praia.
FIM
Fonte: BOJUNGA, Lygia. Os Colegas. 48.ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2002 (adaptado)
O texto “A História de Flor de Lis” relata a experiência de vida de uma cachorrinha de madame, chamada “Flor de Lis”. Sobre esse relato é incorreto afirmar:Resolução comentada
Análise das alternativas
O texto a seguir é parte do conto “Os Colegas”, de Lygia Bojunga, que narra a história de dois vira-latas, Virinha e Latinha; de uma cachorrinha de madame, Flor de Lis; de um urso que fugiu do jardim zoológico para conhecer o mundo, Voz de Cristal; e de um coelho abandonado pelos pais, chamado Cara-de-Pau. Os cinco tornaram-se amigos inseparáveis, vivendo à margem da vida, mas, uma vez reunidos pelo acaso, descobrem a amizade, a solidariedade e a intensa alegria de viver. “A História de Flor de Lis”, abaixo reproduzida, narra vivências dessa cachorrinha de madame a partir do momento em que, depois de sua fuga, encontra Virinha e Latinha à beira da praia.
TEXTO 01
A História de Flor de Lis
1 Fui comprada numa loja de cachorros. A mulher entrou e disse: “Quero uma cachorra caríssima
2 e de raça puríssima, pra todo o mundo achar linda e ficar sabendo quanto é que custou.” E aí ela ficou
3 sendo minha dona e me levou pra casa.
4 Vivia me enchendo de perfume. Eu espirrava o dia todo e pensava: “Puxa vida, se eu sou
5 cachorro por que é que eu não posso ter cheiro de cachorro?”
6 Vivia me enchendo de roupas e pulseiras, e quando chovia me botava capa de borracha, lenço na
7 cabeça e botas. Eu morria de vergonha de sair na rua assim, e pensava “puxa, isso não é jeito de
8 cachorro andar”. Nunca me deixava solta. Nem um minutinho. “Puxa vida, cachorro precisa correr.
9 Isso não é vida!” – eu pensava. E a coleira era sempre tão apertada que eu sufocava. Olhem aqui a
10 marca, olhem só.
11 Vivia me enchendo de talco e pó-de-arroz, me levava pra tomar parte em concurso de beleza, e
12 hoje, vê se pode, disse que ia furar minhas orelhas pra botar brinco, e isso eu nunca vi cachorro usar.
13 Então eu pensei: “Puxa vida, quem sabe esse tempo todo eu tô achando que eu sou cachorro,
14 mas eu não sou cachorro?...” Foi aí que eu comecei a achar que estava ficando meio birutinha e me
15 apavorei. Quando ela abriu a porta pra uma visita entrar eu fugi. Corri à beça até chegar a esta praia.
FIM
Fonte: BOJUNGA, Lygia. Os Colegas. 48.ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2002 (adaptado)
Sobre os elementos da narrativa presentes no texto, é correto afirmar:Resolução comentada
Análise das alternativas
O texto a seguir é parte do conto “Os Colegas”, de Lygia Bojunga, que narra a história de dois vira-latas, Virinha e Latinha; de uma cachorrinha de madame, Flor de Lis; de um urso que fugiu do jardim zoológico para conhecer o mundo, Voz de Cristal; e de um coelho abandonado pelos pais, chamado Cara-de-Pau. Os cinco tornaram-se amigos inseparáveis, vivendo à margem da vida, mas, uma vez reunidos pelo acaso, descobrem a amizade, a solidariedade e a intensa alegria de viver. “A História de Flor de Lis”, abaixo reproduzida, narra vivências dessa cachorrinha de madame a partir do momento em que, depois de sua fuga, encontra Virinha e Latinha à beira da praia.
TEXTO 01
A História de Flor de Lis
1 Fui comprada numa loja de cachorros. A mulher entrou e disse: “Quero uma cachorra caríssima
2 e de raça puríssima, pra todo o mundo achar linda e ficar sabendo quanto é que custou.” E aí ela ficou
3 sendo minha dona e me levou pra casa.
4 Vivia me enchendo de perfume. Eu espirrava o dia todo e pensava: “Puxa vida, se eu sou
5 cachorro por que é que eu não posso ter cheiro de cachorro?”
6 Vivia me enchendo de roupas e pulseiras, e quando chovia me botava capa de borracha, lenço na
7 cabeça e botas. Eu morria de vergonha de sair na rua assim, e pensava “puxa, isso não é jeito de
8 cachorro andar”. Nunca me deixava solta. Nem um minutinho. “Puxa vida, cachorro precisa correr.
9 Isso não é vida!” – eu pensava. E a coleira era sempre tão apertada que eu sufocava. Olhem aqui a
10 marca, olhem só.
11 Vivia me enchendo de talco e pó-de-arroz, me levava pra tomar parte em concurso de beleza, e
12 hoje, vê se pode, disse que ia furar minhas orelhas pra botar brinco, e isso eu nunca vi cachorro usar.
13 Então eu pensei: “Puxa vida, quem sabe esse tempo todo eu tô achando que eu sou cachorro,
14 mas eu não sou cachorro?...” Foi aí que eu comecei a achar que estava ficando meio birutinha e me
15 apavorei. Quando ela abriu a porta pra uma visita entrar eu fugi. Corri à beça até chegar a esta praia.
FIM
Fonte: BOJUNGA, Lygia. Os Colegas. 48.ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2002 (adaptado)
O relato da cachorrinha Flor de Lis dirige-se a seus amigos Virinha e Latinha. Qual dos fragmentos abaixo retrata o momento em que Flor de Lis solicita a atenção desses amigos?Resolução comentada
Análise das alternativas
O texto a seguir é parte do conto “Os Colegas”, de Lygia Bojunga, que narra a história de dois vira-latas, Virinha e Latinha; de uma cachorrinha de madame, Flor de Lis; de um urso que fugiu do jardim zoológico para conhecer o mundo, Voz de Cristal; e de um coelho abandonado pelos pais, chamado Cara-de-Pau. Os cinco tornaram-se amigos inseparáveis, vivendo à margem da vida, mas, uma vez reunidos pelo acaso, descobrem a amizade, a solidariedade e a intensa alegria de viver. “A História de Flor de Lis”, abaixo reproduzida, narra vivências dessa cachorrinha de madame a partir do momento em que, depois de sua fuga, encontra Virinha e Latinha à beira da praia.
TEXTO 01
A História de Flor de Lis
1 Fui comprada numa loja de cachorros. A mulher entrou e disse: “Quero uma cachorra caríssima
2 e de raça puríssima, pra todo o mundo achar linda e ficar sabendo quanto é que custou.” E aí ela ficou
3 sendo minha dona e me levou pra casa.
4 Vivia me enchendo de perfume. Eu espirrava o dia todo e pensava: “Puxa vida, se eu sou
5 cachorro por que é que eu não posso ter cheiro de cachorro?”
6 Vivia me enchendo de roupas e pulseiras, e quando chovia me botava capa de borracha, lenço na
7 cabeça e botas. Eu morria de vergonha de sair na rua assim, e pensava “puxa, isso não é jeito de
8 cachorro andar”. Nunca me deixava solta. Nem um minutinho. “Puxa vida, cachorro precisa correr.
9 Isso não é vida!” – eu pensava. E a coleira era sempre tão apertada que eu sufocava. Olhem aqui a
10 marca, olhem só.
11 Vivia me enchendo de talco e pó-de-arroz, me levava pra tomar parte em concurso de beleza, e
12 hoje, vê se pode, disse que ia furar minhas orelhas pra botar brinco, e isso eu nunca vi cachorro usar.
13 Então eu pensei: “Puxa vida, quem sabe esse tempo todo eu tô achando que eu sou cachorro,
14 mas eu não sou cachorro?...” Foi aí que eu comecei a achar que estava ficando meio birutinha e me
15 apavorei. Quando ela abriu a porta pra uma visita entrar eu fugi. Corri à beça até chegar a esta praia.
FIM
Fonte: BOJUNGA, Lygia. Os Colegas. 48.ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2002 (adaptado)
A oração “Corri à beça até chegar a esta praia.” (linha 15) pode ser reescrita, sem alterar seu sentido, da seguinte forma:Resolução comentada
Análise das alternativas
O texto a seguir é parte do conto “Os Colegas”, de Lygia Bojunga, que narra a história de dois vira-latas, Virinha e Latinha; de uma cachorrinha de madame, Flor de Lis; de um urso que fugiu do jardim zoológico para conhecer o mundo, Voz de Cristal; e de um coelho abandonado pelos pais, chamado Cara-de-Pau. Os cinco tornaram-se amigos inseparáveis, vivendo à margem da vida, mas, uma vez reunidos pelo acaso, descobrem a amizade, a solidariedade e a intensa alegria de viver. “A História de Flor de Lis”, abaixo reproduzida, narra vivências dessa cachorrinha de madame a partir do momento em que, depois de sua fuga, encontra Virinha e Latinha à beira da praia.
TEXTO 01
A História de Flor de Lis
1 Fui comprada numa loja de cachorros. A mulher entrou e disse: “Quero uma cachorra caríssima
2 e de raça puríssima, pra todo o mundo achar linda e ficar sabendo quanto é que custou.” E aí ela ficou
3 sendo minha dona e me levou pra casa.
4 Vivia me enchendo de perfume. Eu espirrava o dia todo e pensava: “Puxa vida, se eu sou
5 cachorro por que é que eu não posso ter cheiro de cachorro?”
6 Vivia me enchendo de roupas e pulseiras, e quando chovia me botava capa de borracha, lenço na
7 cabeça e botas. Eu morria de vergonha de sair na rua assim, e pensava “puxa, isso não é jeito de
8 cachorro andar”. Nunca me deixava solta. Nem um minutinho. “Puxa vida, cachorro precisa correr.
9 Isso não é vida!” – eu pensava. E a coleira era sempre tão apertada que eu sufocava. Olhem aqui a
10 marca, olhem só.
11 Vivia me enchendo de talco e pó-de-arroz, me levava pra tomar parte em concurso de beleza, e
12 hoje, vê se pode, disse que ia furar minhas orelhas pra botar brinco, e isso eu nunca vi cachorro usar.
13 Então eu pensei: “Puxa vida, quem sabe esse tempo todo eu tô achando que eu sou cachorro,
14 mas eu não sou cachorro?...” Foi aí que eu comecei a achar que estava ficando meio birutinha e me
15 apavorei. Quando ela abriu a porta pra uma visita entrar eu fugi. Corri à beça até chegar a esta praia.
FIM
Fonte: BOJUNGA, Lygia. Os Colegas. 48.ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2002 (adaptado)
Qual das alternativas apresenta um sentimento ressaltado pela narradora durante todo o desenvolvimento da história?Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 02
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Fonte: BECK, Alexandre. Armandinho Três. 1.ed. Florianópolis: A. C. Beck, 2014, p. 49.
Assinale a alternativa incorreta quanto ao que se pode entender da leitura da tira:
TEXTO 02
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Fonte: BECK, Alexandre. Armandinho Três. 1.ed. Florianópolis: A. C. Beck, 2014, p. 49.
Assinale a alternativa incorreta quanto ao emprego das palavras utilizadas na tira:
TEXTO 03
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Fonte: Niko Dominguez e outros. 101 coisas que você deveria saber sobre animais. Ciranda Cultural, Madri: 2015
Os textos com que tomamos contato através de jornais, revistas, internet, dentre outros meios, são bastante diferentes entre si, pois cada um é produzido em situações diversas de comunicação, com finalidades específicas. Qual das alternativas melhor apresenta a finalidade principal do texto 03?
TEXTO 03
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Fonte: Niko Dominguez e outros. 101 coisas que você deveria saber sobre animais. Ciranda Cultural, Madri: 2015
Considere as afirmações sobre os fragmentos que compõem o texto:
I. Os fragmentos intitulados “Bigodes muito importantes” e “Grandes bochechas” citam características físicas dos animais.
II. O fragmento “O melhor amigo” foca a relação entre o homem e o cachorro.
III. Os títulos dos fragmentos “Mascote do pirata” e “Companheira silenciosa” são justificados, de forma clara, no conteúdo do texto.
Pela análise das afirmativas, conclui-se que está(ão) correta(s):
TEXTO 04 e TEXTO 05
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Fonte: http://www.petsfilme.com.br/
Os animais das tiras compõem o elenco do filme “Pets: a vida secreta dos animais”. Esse filme, de forma bem divertida, apresenta a rotina de aventura de bichos de estimação, a partir do momento em que seus donos saem de casa. O cachorro Buddy é um deles. A partir das tiras, percebe-se que o efeito de humor dos textos encontra-se na figura de Buddy, que se torna engraçado devido à:
TEXTO 06
Interação animal x humano
Matheus Zago, especialista em comportamento animal, diz que o convívio mais intenso entre o homem e o animal é, literalmente, bom pra cachorro. “Quando o animal fica só em casa, às vezes, ele fica sem estímulo nenhum; mas quando a pessoa leva o animal para o trabalho, ele tem novas convivências e novos estímulos diários, pois nenhum dia é igual a outro”, explicou.
Segundo a psicóloga Regina Basílio, vários estudos mostram que os animais domésticos trazem inúmeros benefícios para os seres humanos. “Ressalvadas as questões legais, técnicas de higiene e os afetos da maioria das pessoas que frequentam o ambiente, quase sempre a questão de ter animais no trabalho torna-os grandes aliados. Com isso, favorece-se, por exemplo, a interação: os animais fortalecem a formação de vínculos entre as pessoas também”, esclareceu Basílio.
Mas a psicóloga ainda alerta que o convívio com o pet não pode substituir as interações humanas. “Os animais são grandes companheiros, porém eles não podem e não devem substituir as pessoas. Eles estão ao nosso lado, nos acompanhando. Eles compartilham conosco, de alguma forma, à maneira deles, os sentimentos. Mas, jamais, substituirão a presença humana”, enfatizou Regina.
Fonte: http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2016/08/animais-de-estimacao-no-trabalho-ajudam-na-produtividade-em-uberaba.html (adaptado)
O texto foi escrito com o propósito de:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 06
Interação animal x humano
Matheus Zago, especialista em comportamento animal, diz que o convívio mais intenso entre o homem e o animal é, literalmente, bom pra cachorro. “Quando o animal fica só em casa, às vezes, ele fica sem estímulo nenhum; mas quando a pessoa leva o animal para o trabalho, ele tem novas convivências e novos estímulos diários, pois nenhum dia é igual a outro”, explicou.
Segundo a psicóloga Regina Basílio, vários estudos mostram que os animais domésticos trazem inúmeros benefícios para os seres humanos. “Ressalvadas as questões legais, técnicas de higiene e os afetos da maioria das pessoas que frequentam o ambiente, quase sempre a questão de ter animais no trabalho torna-os grandes aliados. Com isso, favorece-se, por exemplo, a interação: os animais fortalecem a formação de vínculos entre as pessoas também”, esclareceu Basílio.
Mas a psicóloga ainda alerta que o convívio com o pet não pode substituir as interações humanas. “Os animais são grandes companheiros, porém eles não podem e não devem substituir as pessoas. Eles estão ao nosso lado, nos acompanhando. Eles compartilham conosco, de alguma forma, à maneira deles, os sentimentos. Mas, jamais, substituirão a presença humana”, enfatizou Regina.
Fonte: http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2016/08/animais-de-estimacao-no-trabalho-ajudam-na-produtividade-em-uberaba.html (adaptado)
Observe o enunciado a seguir: “Os animais são grandes companheiros, porém eles não podem e não devem substituir as pessoas”. O termo destacado estabelece uma relação lógica entre partes do enunciado. Assinale a alternativa em que o termo que substitui o elemento destacado altera o sentido do período original:
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TEXTO 06
Interação animal x humano
Matheus Zago, especialista em comportamento animal, diz que o convívio mais intenso entre o homem e o animal é, literalmente, bom pra cachorro. “Quando o animal fica só em casa, às vezes, ele fica sem estímulo nenhum; mas quando a pessoa leva o animal para o trabalho, ele tem novas convivências e novos estímulos diários, pois nenhum dia é igual a outro”, explicou.
Segundo a psicóloga Regina Basílio, vários estudos mostram que os animais domésticos trazem inúmeros benefícios para os seres humanos. “Ressalvadas as questões legais, técnicas de higiene e os afetos da maioria das pessoas que frequentam o ambiente, quase sempre a questão de ter animais no trabalho torna-os grandes aliados. Com isso, favorece-se, por exemplo, a interação: os animais fortalecem a formação de vínculos entre as pessoas também”, esclareceu Basílio.
Mas a psicóloga ainda alerta que o convívio com o pet não pode substituir as interações humanas. “Os animais são grandes companheiros, porém eles não podem e não devem substituir as pessoas. Eles estão ao nosso lado, nos acompanhando. Eles compartilham conosco, de alguma forma, à maneira deles, os sentimentos. Mas, jamais, substituirão a presença humana”, enfatizou Regina.
Fonte: http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2016/08/animais-de-estimacao-no-trabalho-ajudam-na-produtividade-em-uberaba.html (adaptado)
Conforme explica Ferreira, aspas é um sinal de pontuação que tem empregos variados nos diferentes tipos de textos – destacar termos de outras línguas, gírias, títulos de obras; atribuir sentido irônico a uma palavra, expressão ou frase; indicar a transcrição de uma fala, dentre outros empregos.
Fonte: FERREIRA, Mauro. Aprender e praticar gramática. Vol. Único. Editora FTD.
No texto, esse sinal foi empregado para:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 07
Projeto Meu Pet é Pop vai mostrar animais populares em Santa Maria
Pâmela Rubin Matge
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Fonte: Rafael Guerra – Agência RBS
Quem passeia pelas ruas de Santa Maria já deve ter visto diversos animais, na companhia ou não de seus donos, que se tornam populares e partes integrantes da cidade.
Quem não se lembra da famosa cadela Gorda do Calçadão, que conquistou muitos amigos? Tem também o cão Leãozinho, com uma tosa que o deixava com uma bela juba e um rabo semelhante ao rei da selva. E, ainda, o Amigo, um dos cães comunitários mais velhos da cidade, que morreu em agosto deste ano. Todos acabam virando assunto cotidiano e, inclusive, notícia.
É para mostrar figuras tão carismáticas como essas que o Diário lançou o projeto Meu Pet é Pop. E, na estreia, vamos mostrar não um, mas dois personagens inseparáveis e que, em algum momento, você já deve ter cruzado por eles, passeando com seus donos. Eles são Os Dálmatas do Centro - Argus e seu filho Thião.
Fonte: http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/noticia/2014/12/projeto-meu-pet-e-pop-vai-mostrar-animais-populares-em-santa-maria-4669826.html (Adaptado)
Leia as afirmações abaixo sobre o texto:
I- A intenção do texto é somente valorizar os três animais citados: Gorda do Calçadão, cão Leãozinho e Amigo.
II- A escolha de dois cães para estrear o lançamento do projeto não significa que o cachorro seja o animal preferido dos cidadãos santa-marienses.
III- Os animais, citados como exemplo na notícia, tornaram-se populares devido ao Projeto Meu Pet é Pop, do jornal Diário de Santa Maria.
Está(ão) correta(s):
TEXTO 08
Suponha que, na escola, seu professor de português tenha solicitado uma pesquisa sobre a procedência dos animais de estimação no Brasil. Durante a pesquisa, você conseguiu levantar alguns dados sobre cães e gatos e organizou-os nos gráficos que seguem:
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Fonte: http://esquadraopet.blogspot.com.br/2013/12/almost-home-lyric-video-do-dj-moby.html Acesso em 26/09/2016.
Seus colegas fizeram algumas afirmações sobre os dados existentes nos seus gráficos. Assinale a alternativa que contém a única interpretação correta:
TEXTO 09
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Fonte: https://deandean.wordpress.com/2010/10/29/a-culpa-nao-e-deles-e-de-quem-os-abandonou/ Acesso em: 26/09/2016
A imagem da campanha publicitária, cuja finalidade é apontar os verdadeiros responsáveis pelo abandono de animais, é semelhante a um cartaz policial. Sobre todas as placas penduradas no pescoço dos seis animais, três cães e três gatos, é correto afirmar:
TEXTO 09
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Fonte: https://deandean.wordpress.com/2010/10/29/a-culpa-nao-e-deles-e-de-quem-os-abandonou/ Acesso em: 26/09/2016
Todo texto formado por linguagem verbal e não-verbal tem o sentido construído pela relação entre seu conteúdo escrito e a imagem. É possível perceber que o sentido do texto 09 remete a uma situação própria do contexto policial. Quanto ao papel desempenhado pelos animais nessa situação, é correto afirmar:
TEXTO 09
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Fonte: https://deandean.wordpress.com/2010/10/29/a-culpa-nao-e-deles-e-de-quem-os-abandonou/ Acesso em: 26/09/2016
Os períodos “A culpa não é deles. É de quem os abandonou.” estabelecem um efeito de sentido em relação à ideia que a imagem dos animais com placas no pescoço transmite. Que efeito de sentido é esse?
TEXTO 09
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Fonte: https://deandean.wordpress.com/2010/10/29/a-culpa-nao-e-deles-e-de-quem-os-abandonou/ Acesso em: 26/09/2016
Observe o fragmento: “A culpa não é deles. É de quem os abandonou.” No período “É de quem os abandonou”, o termo destacado tem como referente:
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TEXTO 10
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Fonte: https://www.google.com.br/search?q=campanha+para+animais
Observe o enunciado “Não abandone seu amigo” – O uso da vírgula depois da palavra “não” modificaria o entendimento do enunciado. A partir desse novo entendimento, é correto afirmar que o uso da vírgula
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