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EsSA — Exame Intelectual aos Cursos de Formação de Sargentos 2016-17 — Português (versão Azambuja Cursos Preparatórios)

Escola de Sargentos das Armas (ESA) · Cursos de Formação de Sargentos

Médio

13 questões nesta prova · 12 com gabarito

Língua Portuguesa Interpretação de Texto — Conclusão do Texto

Médio

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Texto-base:
A última gota
A crise no Sistema Cantareira, que abastece quase 10 mi- lhões de pessoas na grande São Paulo e no interior, é um exemplo concreto de que o fornecimento de água pode ficar comprome- tido, também, em outros lugares do Brasil. Ainda que tenhamos uma visão otimista, os últimos episódios de seca no Sudeste e no Sul, que deixaram alguns reservatórios de água dessas regi- ões em níveis críticos, mostram claramente que há urgência na implantação de ações de conservação para a manutenção dos recursos hídricos no país.
Atualmente, as duas maiores regiões metropolitanas do Su - deste – Rio de Janeiro e São Paulo – têm a provisão de água garantido, porque é realizada a transferência de grandes vazões de mananciais localizados em bacias hidrográficas próximas. Para o abastecimento da capital fluminense, é utilizada a bacia hidro - gráfica do Rio Paraíba do Sul, enquanto a capital paulista se serve da bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. As duas bacias são responsáveis pelas maiores reversões hídricas para os sistemas Guandu (RJ) e Cantareira (SP), respectivamente. São duas fontes que começam a ficar saturadas, porque servem a milhares de consumidores – ambas as regiões concentram grande densidade populacional, gerando consumo de água muito maior que a capacidade produtiva dessas bacias. Desse modo, fica mais próximo o risco de os consumidores abrirem as torneiras e não verem a água escorrer.
Não podemos credenciar, porém, os motivos para a crise de abastecimento somente ao consumo excessivo e ao mau uso da água por parte da população. Seria ingênuo apontar esses dois fatores apenas, pois a questão é mais complexa, vai desde a falta de políticas públicas que incentivem a proteção dos mananciais de água ao desmatamento de áreas naturais, que altera o ciclo da água e a variabilidade de chuvas nas regiões em que antes elas predo- minavam.
Está mais que na hora de todos os setores conscientizarem-
-se de que o problema de escassez da água não é somente de São Paulo – é hoje o mais grave. Caso contrário, a nossa de- satenção pode ser a crucial. O desafio consiste em garantir o fornecimento às grandes cidades brasileiras nos próximos anos, uma vez que é previsto crescimento populacional e, consequen- temente, aumento das demandas de consumo. São necessários investimentos urgentes para a adequação dos sistemas produto - res de água, sobretudo no Sudeste, e planejamento para otimiza- ção de uso das fontes hídricas. Além disso, a proteção de áreas naturais é condição sine qua non, pois a qualidade e a quantidade de água produzida pela natureza dependem da manutenção da vegetação nativa.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br> (adaptado)

Na conclusão, a autora deixa claro que para garantir o abastecimento de água
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A conclusão pede investimentos, planejamento e proteção de áreas naturais.

O último parágrafo diz que são necessários investimentos urgentes nos sistemas produtores, planejamento para otimizar o uso das fontes hídricas e proteção das áreas naturais. Isso corresponde a 'investir, planejar e proteger'.

Análise das alternativas

B) 'Produzir' e 'otimizar' foram tirados do contexto, e a proteção ficou de fora. C) 'Conscientizar' e 'garantir' aparecem no texto, mas não como as ações que garantem o abastecimento. D) O texto não menciona racionamento. E) Restringe a conclusão a investir e otimizar a distribuição, omitindo planejamento e proteção, e o texto não trata de distribuição.

Referência: Interpretação de texto: conclusão do texto 'A última gota'.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto — Introdução do Texto

Médio

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Texto-base:
A última gota
A crise no Sistema Cantareira, que abastece quase 10 mi- lhões de pessoas na grande São Paulo e no interior, é um exemplo concreto de que o fornecimento de água pode ficar comprome- tido, também, em outros lugares do Brasil. Ainda que tenhamos uma visão otimista, os últimos episódios de seca no Sudeste e no Sul, que deixaram alguns reservatórios de água dessas regi- ões em níveis críticos, mostram claramente que há urgência na implantação de ações de conservação para a manutenção dos recursos hídricos no país.
Atualmente, as duas maiores regiões metropolitanas do Su - deste – Rio de Janeiro e São Paulo – têm a provisão de água garantido, porque é realizada a transferência de grandes vazões de mananciais localizados em bacias hidrográficas próximas. Para o abastecimento da capital fluminense, é utilizada a bacia hidro - gráfica do Rio Paraíba do Sul, enquanto a capital paulista se serve da bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. As duas bacias são responsáveis pelas maiores reversões hídricas para os sistemas Guandu (RJ) e Cantareira (SP), respectivamente. São duas fontes que começam a ficar saturadas, porque servem a milhares de consumidores – ambas as regiões concentram grande densidade populacional, gerando consumo de água muito maior que a capacidade produtiva dessas bacias. Desse modo, fica mais próximo o risco de os consumidores abrirem as torneiras e não verem a água escorrer.
Não podemos credenciar, porém, os motivos para a crise de abastecimento somente ao consumo excessivo e ao mau uso da água por parte da população. Seria ingênuo apontar esses dois fatores apenas, pois a questão é mais complexa, vai desde a falta de políticas públicas que incentivem a proteção dos mananciais de água ao desmatamento de áreas naturais, que altera o ciclo da água e a variabilidade de chuvas nas regiões em que antes elas predo- minavam.
Está mais que na hora de todos os setores conscientizarem-
-se de que o problema de escassez da água não é somente de São Paulo – é hoje o mais grave. Caso contrário, a nossa de- satenção pode ser a crucial. O desafio consiste em garantir o fornecimento às grandes cidades brasileiras nos próximos anos, uma vez que é previsto crescimento populacional e, consequen- temente, aumento das demandas de consumo. São necessários investimentos urgentes para a adequação dos sistemas produto - res de água, sobretudo no Sudeste, e planejamento para otimiza- ção de uso das fontes hídricas. Além disso, a proteção de áreas naturais é condição sine qua non, pois a qualidade e a quantidade de água produzida pela natureza dependem da manutenção da vegetação nativa.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br> (adaptado)

De acordo com a introdução do texto, é imprescindível
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A introdução destaca a urgência de ações de conservação para manter os recursos hídricos.

O primeiro parágrafo conclui que há urgência na implantação de ações de conservação para a manutenção dos recursos hídricos no país. A alternativa B reformula isso com 'ações de preservação com vistas à manutenção dos recursos hídricos'.

Análise das alternativas

A) Desloca o foco para o 'uso' dos mananciais, mas o texto trata da manutenção dos recursos hídricos. C) Propõe explorar e esgotar, o oposto do que o texto defende. D) Inclui 'exploração', que não é defendida. E) Fala em recuperação, mas a introdução trata de conservação e manutenção.

Referência: Interpretação de texto: compreensão do parágrafo introdutório.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Semântica — Significado Contextual de Expressões Latinas

Médio

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A última gota
A crise no Sistema Cantareira, que abastece quase 10 mi- lhões de pessoas na grande São Paulo e no interior, é um exemplo concreto de que o fornecimento de água pode ficar comprome- tido, também, em outros lugares do Brasil. Ainda que tenhamos uma visão otimista, os últimos episódios de seca no Sudeste e no Sul, que deixaram alguns reservatórios de água dessas regi- ões em níveis críticos, mostram claramente que há urgência na implantação de ações de conservação para a manutenção dos recursos hídricos no país.
Atualmente, as duas maiores regiões metropolitanas do Su - deste – Rio de Janeiro e São Paulo – têm a provisão de água garantido, porque é realizada a transferência de grandes vazões de mananciais localizados em bacias hidrográficas próximas. Para o abastecimento da capital fluminense, é utilizada a bacia hidro - gráfica do Rio Paraíba do Sul, enquanto a capital paulista se serve da bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. As duas bacias são responsáveis pelas maiores reversões hídricas para os sistemas Guandu (RJ) e Cantareira (SP), respectivamente. São duas fontes que começam a ficar saturadas, porque servem a milhares de consumidores – ambas as regiões concentram grande densidade populacional, gerando consumo de água muito maior que a capacidade produtiva dessas bacias. Desse modo, fica mais próximo o risco de os consumidores abrirem as torneiras e não verem a água escorrer.
Não podemos credenciar, porém, os motivos para a crise de abastecimento somente ao consumo excessivo e ao mau uso da água por parte da população. Seria ingênuo apontar esses dois fatores apenas, pois a questão é mais complexa, vai desde a falta de políticas públicas que incentivem a proteção dos mananciais de água ao desmatamento de áreas naturais, que altera o ciclo da água e a variabilidade de chuvas nas regiões em que antes elas predo- minavam.
Está mais que na hora de todos os setores conscientizarem-
-se de que o problema de escassez da água não é somente de São Paulo – é hoje o mais grave. Caso contrário, a nossa de- satenção pode ser a crucial. O desafio consiste em garantir o fornecimento às grandes cidades brasileiras nos próximos anos, uma vez que é previsto crescimento populacional e, consequen- temente, aumento das demandas de consumo. São necessários investimentos urgentes para a adequação dos sistemas produto - res de água, sobretudo no Sudeste, e planejamento para otimiza- ção de uso das fontes hídricas. Além disso, a proteção de áreas naturais é condição sine qua non, pois a qualidade e a quantidade de água produzida pela natureza dependem da manutenção da vegetação nativa.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br> (adaptado)

A expressão latina sine qua non, levando em conta o contexto, significa
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'Sine qua non' significa 'indispensável'.

A locução latina designa a condição sem a qual algo não acontece, ou seja, indispensável. No texto, a proteção de áreas naturais é apresentada como condição essencial para a qualidade e a quantidade da água.

Análise das alternativas

A) 'Impossível' contraria o sentido, pois a proteção é possível e necessária. B) 'Inviável' também contraria o texto. C) 'Improvável' não corresponde à ideia de necessidade. E) 'Invariável' significa que não varia, o que não tem relação com o contexto.

Referência: Expressões latinas; interpretação de texto (sentido contextual).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Crase

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Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase foi empregado de acordo com a norma culta.
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Só a alternativa E usa a crase corretamente, antes do pronome relativo 'a qual'.

Em 'à qual', há a preposição 'a' exigida por 'referir-se a' somada ao artigo feminino de 'a qual', o que justifica a crase. Nas demais, a crase aparece diante de verbo, de palavra no plural sem artigo, de preposição ou de pronome demonstrativo.

Análise das alternativas

A) Errada: 'a' antes de verbo no infinitivo não tem crase. B) Errada: 'várias' aparece sem artigo, então não há crase. C) Errada: 'após' não admite 'às', e o certo seria 'após as dez horas'. D) Errada: crase não ocorre diante do pronome demonstrativo 'essa'. E) Correta.

Referência: Gramática normativa: emprego do acento indicativo de crase.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Literatura Brasileira Pré-Modernismo — Os Sertões

Médio

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A alternativa que contém obra literária com forte apelo jornalístico sobre evento militar marcante na História do Brasil, ocorrido no sertão baiano, é:
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Os Sertões, de Euclides da Cunha, relata a Guerra de Canudos, no sertão baiano.

Euclides da Cunha cobriu a Guerra de Canudos como jornalista e correspondente. A obra mistura reportagem, ciência e literatura sobre o conflito militar de 1896-1897 no sertão da Bahia.

Análise das alternativas

A) Pauliceia Desvairada é obra modernista de poemas sobre São Paulo. B) Estrela da Vida Inteira é reunião de poemas de Bandeira. C) São Bernardo é romance regionalista de 1934 sobre Paulo Honório. D) Canaã é romance pré-modernista sobre a imigração alemã no Espírito Santo.

Referência: Literatura brasileira: Pré-Modernismo, Euclides da Cunha.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Figuras de Linguagem

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No período “Nós nos tornamos pavões exibicionistas.”, encontra-se a seguinte figura de linguagem (figura de palavra):
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'Pavões exibicionistas' é metáfora: identifica pessoas a pavões sem conectivo comparativo.

A frase afirma que 'nós nos tornamos pavões', transferindo a característica do pavão (exibir-se) às pessoas, sem usar 'como' ou equivalente. Isso caracteriza a metáfora.

Análise das alternativas

A) Comparação exigiria conectivo como 'como' ou 'tal qual'. B) Eufemismo suaviza uma expressão, o que não ocorre. C) Prosopopeia atribui qualidades humanas a seres não humanos, e aqui a relação é inversa. D) Onomatopeia imita sons, e não há nenhum na frase.

Referência: Figuras de linguagem: figuras de palavra (metáfora).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação — Emprego da Vírgula

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Assinale a alternativa em que há erro no emprego da vírgula:
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A vírgula separa indevidamente sujeito, verbo e complemento na alternativa E.

Em 'Márcia, comprou, os últimos livros...', as vírgulas separam o sujeito do verbo e o verbo do objeto direto, o que é proibido. O vocativo e o aposto são isolados corretamente por vírgulas. Também estão certos a data, após o local, e a enumeração.

Análise das alternativas

A) Correta: vírgula após o vocativo 'Carla'. B) Correta: aposto 'aluna aplicada do terceiro ano' entre vírgulas. C) Correta: vírgula entre local e data. D) Correta: vírgulas na enumeração de itens. E) Errada: separa sujeito, verbo e complemento.

Referência: Gramática normativa: emprego da vírgula (termos essenciais não se separam).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Estrutura e Formação de Palavras — Prefixos

Médio

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Assinale a palavra abaixo cujo prefixo apresente o mesmo valor semântico do prefixo componente de desatentos.
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O prefixo de 'desatentos' (des-) indica negação, valor também presente em 'in-' de 'insatisfeito'.

Em 'desatentos', o prefixo des- expressa negação ou ausência (não atentos). Em 'insatisfeito', o prefixo in- tem o mesmo valor de negação (não satisfeito). Por isso a alternativa C é a correta.

Análise das alternativas

A) anti- significa oposição ('contra'), não negação. B) Em 'importação', im- (variante de in-) significa movimento para dentro. D) ad- indica proximidade ou aproximação. E) ante- indica anterioridade, 'antes de'.

Referência: Morfologia: formação de palavras por prefixação (sentidos dos prefixos).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pronome Relativo — Função Sintática

Médio

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Os dois vocábulos em destaque nos enunciados a seguir possuem funções morfológica e sintática idênticas. Assinale a alternativa que apresenta corretamente essas funções. “Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher.”

Enunciado da questão 09 como impresso: todo o texto em negrito, exceto as duas ocorrências da palavra 'que' na citação, que são os vocábulos em destaque.Formatação original do enunciado.
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Língua Portuguesa Concordância Verbal

Médio

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Das frases a seguir, a única inteiramente de acordo com as regras de concordância verbal é:
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O verbo deve concordar com o sujeito, mesmo quando este vem depois do verbo.

Em C, 'acontecimentos extraordinários' é o sujeito, posposto ao verbo, e 'Ocorreram' está corretamente no plural.

Análise das alternativas

A: o núcleo do sujeito é 'rede' (singular), então o certo seria 'possui'. B: 'haver' no sentido de existir é impessoal, logo 'havia'. D: o sujeito é 'a falta de cuidados' (singular), então o certo seria 'Pode trazer'. E: o sujeito composto 'O técnico e o presidente' exige plural, 'chegaram'. Só a C está correta.

Referência: Concordância verbal

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Conjunções — Valor Semântico

Médio

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O desafio consiste em garantir o abastecimento às grandes cidades brasileiras nos próximos anos, uma vez que é previsto crescimento populacional e, consequentemente, aumento das demandas de consumo. A conjunção em negrito

Enunciado da questão 11 como impresso: texto em negrito, exceto a expressão 'uma vez que', grafada sem negrito.Formatação original do enunciado.
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Literatura Brasileira Romantismo

Médio

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O movimento literário que se caracterizou pelo pioneirismo na busca pela nacionalização da literatura por meio da valorização da paisagem e da cultura da nossa terra, opondo-se ao Neoclassicismo, foi o:
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O Romantismo buscou a nacionalização da literatura, valorizando a paisagem e a cultura locais.

O Romantismo brasileiro rompeu com o Neoclassicismo/Arcadismo e valorizou a natureza, o indígena e a cultura nacional. Esse movimento foi marcado pelo nacionalismo e pela busca de identidade própria.

Análise das alternativas

A (Classicismo) e B (Arcadismo) seguiam modelos europeus e clássicos. D (Parnasianismo) preza a forma e a arte pela arte. E (Simbolismo) é subjetivista e místico. Só a C está correta.

Referência: Literatura brasileira, Romantismo

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Redação — Texto Dissertativo-Argumentativo

Discursiva Médio

Escola de Sargentos das Armas (EsSA) · Cursos de Formação de Sargentos · Questão REDAÇÃO – ESA

Sem padrão de resposta — pratique a escrita

Texto-base:
“Seja como for, enquanto estiver latente, o Selfie ou qualquer outro modismo merece uma acurada reflexão, pois nem tudo na rede social deve ser encarado como brincadeira. Há coisas que, mesmo divertidas, escondem práticas perversas. Também não se devem criar pânicos desnecessários sobre tal fenômeno.”
Disponível em: <www.serfelizeserlivre.blogspot.com.br>.
Acesso em 7 abr. 2015 às 10:55

Elabore um texto dissertativo-argumentativo, com no mínimo 20 (vinte) e no máximo 30 (trinta) linhas, refletindo sobre o tema acima abordando as práticas perversas e o uso consciente dessa prática.

Texto dissertativo-argumentativo com no mínimo 20 (vinte) e no máximo 30 (trinta) linhas.

0 linhas · 0 palavrasAté 30 linhas